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Teoria Geral dos Contratos Direito Romano / "bona fides" Idade Média/ boa-fé como sinônimo de ética Diploma Civil Napoleônico 1. 2. 3. E L E M E N T O S D E V A L I D E Z c a p a c i d a d e d a s p a r t e s a u s ê n c i a d e v í c i o s n o c o n s e n t i m e n t o l i c i t u d e d o o b j e t o f o r m a p r e s c r i t a o u n ã o d e f e s a e m l e i 1 . 2 . 3 . 4 . Conceito Geral: Segundo o clássico conceito de Clóvis Bevilaqua (1934, p. 245), contrato é um “acordo de vontades para o fim de adquirir, resguardar, modificar ou extinguir direitos”. Natureza Jurídica dos contratos: Negócio Jurídico Natureza bilateral ou plurilateral Manifestação de vontade entre as partes Uma das mais importantes fontes das obrigações P R I N C Í P I O S : B o a f é o b j e t i v a F u n ç ã o s o c i a l A u t o n o m i a p r i v a d a C o n s e n s u a l i s m o S u p r e m a c i a d a O r d e m P ú b l i c a o b r i g a t o r i e d a d e d o s c o n t r a t o s 1 . 2 . 3 . 4 . 5 . 6 . Evolução dos contratos E L E M E N T O S D E E X I S T Ê N C I A c o n s e n t i m e n t o o b j e t o 1 . 2 . 1: Negociações Preliminares 2: Proposta ou Oblação 3: Contrato Preliminar 4: Contrato Definitivo C L A S S I F I C A Ç Ã O D O S C O N T R A T O S Quanto a obrigação das partes Quanto a reciprocidade da prestação Quanto a previsibilidade das prestações Quanto ao momento de execução F O R M A Ç Ã O D O S C O N T R A T O S Apesar de o Código Civil não tenha uma matéria tratada de forma sistêmica sobre a interpretação dos contratos é possível analisá-la mesmo nos textos intervalados no nossos ordenamento, a saber: interpretação dos contratos A transação interpreta-se restritivamente, e por ela não se transmitem, apenas se declaram ou reconhecem direitos ( art. 843, CC) Os negócios jurídicos benéficos e a renúncia interpretam- se estritamente (art. 114, CC) A fiança não admite interpretação extensiva (at. 819, CC) Quando houver no contrato de adesão cláusulas ambíguas ou contraditórias, dever-se-á adotar a interpretação mais favoravél ao aderente (art. 423, CC) Os negócios jurídicos devem ser interpretados conforme a boa-fé e os usos do lugar de sua celebração (art. 113, CC) EFEITOS DOS CONTRATOS EFEITOS RESULTANTES DA OBRIGATORIEDADE DO CONTRATO: ELE TEM FORÇA DE LEI ENTRE AMBAS AS PARTES, CADA CONTRATNTE LIGA-SE AO CONTRATO O CONTRATO É IRRETRATAVÉL E PERMANENTE E SÓ PODERÁ SER DESFEITO PERANTE A FIGURA DE UM JUIZ PARA ANALISAR O CASO ESPECÍFICO SEU PRINCIPAL EFEITO É GERAR UM VÍNCULOS ENTRE AS PARTES, GERANDO ASSIM UMA OBRIGAÇÃO ENTRE OS CONTRATANTES SUA FORÇA VINCULANTE SE ATÉM ÁS PARTES CONTRATANTES PARA A ALTERAÇÃO DO CONTRATO, EXIGE-SE SEMPRE UM NOVO ACORDO, SOMENTE UMA DAS PARTES NÃO TEM O PODER DE EFETUAR TAL MUDANÇA NO CASO DE EFEITOS EM FAVOR DE TERCEIROS: OS EFEITOS DO CONTRATO TRANSPÕEM ÀQUELES QUE O ASSINARAM, ex: O seguro de vida PROMESSA DE FATO DE TERCEIRO: UM TERCEIRO ATRIBUI PODERES PARA QUE O REPRESENTEM RELACIONADO AOS SUCESSORES, NÃO SENDO INTUITO PERSONAE, PODERÃO SER ATIGINDOS PELOS EFEITOS DO CONTRATO TANTO DE DÉBITO COMO DE CRÉDITO, NESSE ÚLTIMO, DESDE QUE NÃO EXCEDA AS FORÇAS DE SUA HERANÇA SAO ALHEIOS AO CONTRATO, PORÉM PODEM SOFRER SEUS EFEITOS GARANTIAS CONTRATUAIS vícios redibitórios é a perca da coisa , por parte da pessoa que o possui atualmente por força de decisão judicial em favor de uma pessoa com direito anterior a esta coisa No âmbito dos contratos existem duas garantias legais que possuem soberania e independem da vontade das partes, portanto se aplicam a todos os contratos: vícios redibitórios e evicção receber o abatimento do valor pago pleitear indenização( perdas e danos) 2 formas de reparação: Reparação do prejuízo caso comprove-se o conhecimento do vício por parte do vendedor se não houve conhecimento do vício: cabe somente o abatimento na contraprestação Defeito oculto do bem adquirido que acaba tornando-o inapropriado para o seu fim ou afeta o seu valor Se aplica a contratos bilaterais, onerosos e comutativos( prestações certas e determinadas) o problema da evicção está na titularidade do bem arts. 441 a 457, CC evicção 2ª fase pleiteia o bem do adquirente TERCEIRO (EVICTOR) 3ª fase denunciação da lide ALIENANTE ADQUIRENTE (EVICTO) 1ª Fase alienação do bem CONTRATOS P R E S S U P O S T O S c o n f i g u r a ç ã o d e e v e n t o s e x t r a o r d i n á r i o s e i m p r e v i s í v e i s o n e r o s i d a d e e x c e s s i v a c o n t r a t o d e e x e c u ç ã o c o n t i n u a d a o u d i f e r i d a 1 . 2 . 3 . M O D A L I D A D E S D E E X T I N Ç Ã O e x t i n ç ã o n o r m a l e x t i n ç ã o p o r v í c i o e x t i n ç ã o p o r r e s i l i ç ã o e x t i n ç ã o p o r r e s o l u ç ã o 1 . 2 . 3 . 4 . REVISÃO EXTINÇÃO por força da lei ou decisão judicial reequilíbrio das prestações desproporção manifesta da prestação CONTRATOS SÃO PASSÍVEIS DE REVISÃO: O contrato deverá ser oneroso, bilateral e e interesse patrimonial título V cap II CC O contrato se extingue a partir do momento que a obrigação é cumprida o contrato deve ser executado e concluído de forma responsável para alcançar o equilíbrio social Mapa Conceitual - Teoria Geral dos Contratos Uneb Campus IV- Jacobina / 2021 Discente: Lariza dos Santos Silva Disciplina: Direito Civil III / 4º semestre