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Desafio Um empresário entrou em contato com você, profissional da área ambiental, para instruí-lo com aberturas de processos ambientais. Clique na imagem e veja o desenrolar da conversa. Na situação apresentada, cabe a você, profissional da área ambiental, orientá-lo. Para isso, faça uma pesquisa para a inclusão desses dados no formulário e apresente alguns equipamentos cabíveis que visam minimizar a poluição atmosférica. Em relação a esses equipamentos, você precisa indicá-los para seu cliente e justificar o motivo da sua escolha. A indústria de conservas e compotas deverá atender a Portaria Normativa nº 348 de 14 de março de 1990 e a Resolução CONAMA nº 003 de 28 de junho de 1990 do IBAMA, as quais estabelecem os padrões de qualidade do ar. Os principais poluentes que podem ser gerados para a atividade alimentícia em questão, sendo que esses também são padronizados pelas normativas do Brasil, são: Partículas totais em suspensão. Fumaça. Dióxido de enxofre (SO2). Partículas inaláveis. Monóxido de carbono (CO). Ozônio (O3). Dióxido de nitrogênio. Como a empresa visa obter o licenciamento ambiental e ainda não está em funcionamento, não há como saber com exatidão a quantidade de resíduos e poluentes que serão gerados. Porém, em relação aos poluentes atmosféricos, com base na expectativa de produção da empresa e na capacidade da caldeira (informada pelo fabricante), é possível prever, por exemplo, quantos metros cúbicos de lenha serão utilizados diariamente e, consequentemente, a liberação de poluentes. Normalmente os fabricantes indicam o aproveitamento energético do equipamento no próprio manual de informações. Após o empresário receber a licença ambiental, deverão ocorrer análises atmosféricas periódicas (podendo ser semestral ou anual, de acordo com o estipulado na licença) e essas deverão ser apresentadas no órgão ambiental competente em datas estabelecidas na própria licença. Em relação às formas de minimizar as emissões atmosféricas, deverão ser utilizados equipamentos de controle de poluição, os quais são usualmente classificados tanto em função das características físico-químicas dos poluentes a que se destinam, quanto em função dos mecanismos de controle envolvidos em sua operação e do uso ou não de água na ação de controle. O empresário em questão deverá optar por um dos seguintes tipos de coletores: 1. Coletores secos, que incluem: Coletores mecânicos inerciais e gravitacionais. Coletores centrífugos. Precipitadores eletrostáticos secos. Precipitadores dinâmicos secos. Filtro de tecido (filtro-manga). 2. Coletores úmidos, que incluem: Lavadores com pré-atomização. Lavadores com atomização pelo gás. Lavadores de leito móvel. Lavadores com enchimento. Precipitadores eletrostáticos úmidos. Precipitadores dinâmicos úmidos. Para cada tipo de coletor (úmido ou seco), há diferentes fabricantes e diferentes custos, logo, o empresário deverá optar por um equipamento que esteja em acordo com o seu orçamento, porém, que vise também atender às emissões atmosféricas conforme a legislação. É importante salienar que os resíduos dos coletores secos devem receber destino correto após estarem saturados. Eles devem ser destinados às empresas que estejam licenciadas e tratem esse material. Para os coletores úmidos, normalmente ocorre geração de efluente líquido, sendo que deverão passar por uma ETE (estação de tratamento de efluentes) para serem tratados e, após atenderem à legislação vigente, poderão ser lançados em um corpo receptor. Como os coletores úmidos necessitam passar por lavagens que geram efluentes industriais, esses não são tão indicados, pois haverá necessidade de construir uma estação de tratamento de efluentes, além de investir em análises periódicas. Logo, o filtro manga (tipo de coletor seco) é mais indicado pois Excelente custo benefício Esse tipo de filtro é muito versátil, com um projeto bem elaborado ele se enquadra a todos os tipos de indústrias. Ajudam na redução de custos com o pós-tratamento do particulado, já que ele gera um dejeto seco.