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DISJUNTOR SF6

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com seu terminal de 
conexão, saindo do elemento de 
interrupção 20.00. 
Não existe nenhuma peça móvel na parte 
superior 21.00 do elemento de interrupção. 
Durante uma manobra, o contato deslizante 
22.02 e o tubo cilíndrico 22.09, situados na 
parte inferior 22.00, se movimentam em 
relação ao porta contato inferior 22.01. 
 
20.02 Isolador 
21.00 Parte superior do elemento 
21.01 Porta-contato superior 
21.05 Coroa de contato superior 
21.06 Adsorvente 
22.00 Parte inferior do elemento 
22.01 Porta-contato inferior 
22.02 Contato deslizante 
22.05 Coroa do contato inferior 
22.09 Tubo cilíndrico 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Emissão nº 04 42.020.087P/10 
ESTRUTURA DO DISJUNTOR 
 
Processo de Interrupção 
 
Fig. 1 
 
 
 
O elemento de interrupção está fechado e a 
corrente circula através do circuito descrito 
anteriormente. 
 
Fig. 2 
 
Durante a manobra de abertura, o contato 
deslizante 22.02 junto com sua tulipa de 
contato 22.03 e o bocal isolante 21.04 
deslocam-se para baixo comprimido, assim, 
o gás preso entre o tubo cilíndrico 22.09 e 
o porta-contato inferior 22.01. A abertura 
dos contatos paralelos faz passar toda a 
corrente de curto circuito pelo pino de 
contato 21.02 e tulipa de contato 22.03, 
cuja separação provoca a aparição de um 
arco. 
 
Um intenso sopro de gás SF6 através do 
bocal isolante 22.04 extingue o arco que se 
estabeleceu entre o contatos de arco 21.02 
e 22.03. 
 
O sopro continua após a extinção do arco 
até que o equilíbrio de pressão se 
restabeleça dentro do tubo cilíndrico 22.09 
até a posição final de abertura. 
 
Fig. 3 
 
O elemento de interrupção está aberto. O 
gás isolante SF6 situado entre o pino de 
contato 21.02 e a tulipa de contato 22.03 
garante a isolação eficaz do elemento de 
interrupção aberto. 
 
 
 
 
Fig. 1
Fig. 2
Fig. 3
 
 
 
Emissão nº 04 42.020.087P/11 
 
 
 
 
 
 
 
 
Emissão nº 04 42.020.087P/12 
ESTRUTURA DO DISJUNTOR 
 
Pólo 
 
O porta contato superior 21.01, o isolador 
20.02 e o porta-contato inferior 22.01 
constituem, junto com o isolador- suporte 
30.01 e o carter do mecanismo do pólo 
40.01, um compartimento de gás isolante 
SF6 hermeticamente fechado. 
 
O isolador suporte 30.01, com suas flanges 
30.02, suporta o elemento de interrupção, 
mantendo a isolação à terra 30.00 e 
permitindo a passagem da haste isolante 
40.07 que se movimenta para cima e para 
baixo nas operações de fechamento e 
abertura, respectivamente. 
 
O movimento horizontal da haste de 
acionamento 61.00 é transformado no 
movimento vertical da haste de 
acoplamento 40.07 através da alavanca 
40.05, eixo de acionamento 40.03 e 
alavanca de acoplamento 40.06. 
 
O carter do mecanismo 40.01 possui 
válvula G, que permite a conexão ao 
sistema de controle e enchimento do gás. 
 
No carter 40.01 encontra-se a mola 
acumuladora de energia de desligamento 
40.04, conectada por um lado de 
acoplamento, 40.07 através do suporte 
40.08, e por outro à alavanca 40.06. 
 
 
20.02 Isolador 
21.01 Porta-superior 
22.01 Porta-inferior 
30.00 Isolação contra terra 
30.01 Isolador-suporte 
30.02 Flange do isolador-suporte 
40.01 Carter do mecanismo 
40.03 Eixo de acionamento 
40.04 Mola de desligamento 
40.05 Alavanca de acionamento 
40.06 Alavanca de acoplamento 
40.07 Haste de acoplamento 
 
 
 
Emissão nº 04 42.020.087P/13 
40.08 Suporte da mola de desligamento 
61.00 Haste de acionamento 
 
 
 
 
 
Emissão nº 04 42.020.087P/14 
ESTRUTURA DO DISJUNTOR 
 
Chassi completo 
 
O chassi 60.00 suporta os três pólos 10.00 e 
contém as hastes de acionamento 61.00 
que unem os pólos ao mecanismo de 
operação 70.00 através da alavanca de 
acionamento do mecanismo 70.01 e das 
alavancas 40.05. 
 
O sistema de supervisão de gás 80.00 
também se encontra alojado no chassi. O 
mesmo é composto das tubulações 80.05, 
80.06 e 80.07 de cada um dos pólos 10.00. 
Uma quarta tubulação permite levar o gás 
até o manômetro 80.03, situado no interior 
do mecanismo de operação 70.00. 
 
 
A conexão para alimentação do gás, fixada 
ao densímetro 80.01, é acessível pela parte 
inferior do chassi. 
 
 
 
 
10.00 pólo 
40.05 alavanca de acionamento 
60.00 chassi 
61.00 haste de acionamento 
70.01 alavanca de transmissão do mecanismo de 
operação 
80.00 sistema de supervisão do gás 
80.01 detetor de densidade termocompensado 
80.05 tubulação de gás do pólo esquerdo 
80.06 tubulação de gás do pólo central 
80.07 tubulação de gás do pólo direito 
 
 
 
 
 
Emissão nº 04 42.020.087P/15 
ESTRUTURA DO DISJUNTOR 
 
Mecanismo de Operação a Mola FKF 1-2 
 
A mola de desligamento 40.04, situada no 
carter do mecanismo do pólo 40.01, está 
montada no mesmo eixo do contato móvel. 
 
Durante o processo de fechamento, a mola 
de ligamento 70.02 fornece a energia 
acumulada, através do curvilíneo 70.03, da 
alavanca de rolo 70.14, alavanca de 
acionamento 70.01 e das hastes de 
acionamento 61.00, às partes móveis do 
disjuntor e, simultaneamente, carrega as 
molas de desligamento 40.04 dos 
mecanismos dos pólos 40.00. 
 
 
 
 
 
 
 
 
40.00 mecanismo do pólo 
40.01 carcaça do mecanismo 
40.04 mola de desligamento 
50.00 freio de desligamento 
70.01 alavanca de transmissão do mecanismo de 
operação 
70.02 mola de ligamento 
70.03 curvelíneo 
70.04 motor de carregamento 
70.05 bobina de fechamento 
70.06 bobina de abertura 
70.14 alavanca de rolo 
 
 
 
Em alguns segundos, o motor 70.04 
recarrega a mola de ligamento 70.02 e o 
disjuntor está pronto para uma sequência 
de religamento rápido. 
 
O freio de desligamento 50.00, sem 
exigências de manutenção, absorve o 
excedente de energia liberada pela mola, 
ao fim do movimento. 
 
A mola de ligamento 70.02 e o motor de 
carregamento 70.04, bem como os 
disparadores eletromagnéticos de 
fechamento 70.05 e de abertura 70.06 
encontram-se no interior da cabine do 
mecanismo de operação. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Emissão nº 04 42.020.087P/16 
ESTRUTURA DO DISJUNTOR 
 
Sistema de Supervisão do Gás 
 
O sistema de supervisão do gás 80.00 
controla a pressão do gás SF6 em função da 
temperatura interna do disjuntor. Esta 
pressão nunca deve cair abaixo do valor 
mínimo exigido para a extinção do arco e 
para o restabelecimento e manutenção da 
suportabilidade à tensão. A queda de 
pressão abaixo do valor limite aciona um 
contato pressostato termocompensado 
(densímetro) 80.01. 
 
A medição da densidade realiza-se por 
meio de uma mola de pressão 81.01 
situada no fole metálico 81:00 esta mola 
atua sobre o bimetálico 81.03, através da 
haste 81:02 Se a pressão no interior do 
pólo diminuir, devido a um vazamento e 
esta diminuição não for consequência da 
flutuação de temperatura, que seria 
compensada pelo bimetálico, o primeiro 
contato (S1) dará o sinal de “completar o 
enchimento de gás” e se a pressão 
continuar a cair, o segundo contato (S2) 
dará uma ordem de “manobrar o disjuntor 
e bloquear”. 
 
O orifício constritor à frente 81.14, do fole 
metálico 81.00, permite controlar as 
pressões de resposta ou a troca do 
densímetro 80.01 sem perda de gás 
significativa. O absorvente 81.05 reduz a a 
concentração de umidade no interior do 
invólucro do densímetro 80.01. 
 
80.01 Densímetro 
81.00 Fole metálico 
81.01 Mola do fole 
81.02 Haste do fole 
81.03 Bimetálico 
81.04 Microinterruptor 
81.05 Adsorvente 
81.14 Orifico constritor que por sua vez transmite o 
movimento causado por uma mudança de 
pressão ao micro-interruptor 81.04. 
 
 
 
 
 
Emissão nº 04 42.020.087P/17 
 
 
 
 
 
 
 
Emissão nº 04 42.020.087P/18 
TRANSPORTE E ARMAZENAMENTO 
 
Transporte 
 
Para o transporte, um disjuntor tripolar é 
constituído de três partes: 
 
- Chassi 60.00, compreendendo hastes de 
acionamento 61.00 e tubulação de gás 
80.04 já montada. 
- Pólos 10.00. 
- Mecanismo de operação à mola 70.00. 
 
Para transporte, os pólos são enchidos com 
uma pressão de 0,5 bar (0,05MPa). 
 
3 pólos 145kV 
 
Comprimento L1 m 3,6 
Massa G1 Kg 1250 
Compr. mín do cabo m 8,0 
 
1 chassi 
 
 
Dist. Entre pólos

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