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EXAME NACIONAL DE CURSOS
Relatório-síntese
1999
Anexo
Economia
Brasília, 2000.
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Tiragem: 700 exemplares
MEC � Esplanada dos Ministérios, Bloco L, Anexo I, 4o andar, sala 431
CEP 70047-900 � Brasília-DF
Fone: (61) 321-4312
Fax: (61) 321-2760
Dados Internacionais de Catalogação-na-Publicação (CIP)
Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais.
Exame Nacional de Cursos: relatório-síntese 1999 / Instituto Nacional de
Estudos e Pesquisas Educacionais. - Brasília: O Instituto, 1999.
602 p.: il., tab. + 13 anexos
Os anexos foram publicados no ano 2000, são eles: Administração, Direito,
Economia, Engenharia Civil, Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica,
Engenharia Química, Jornalismo, Letras, Matemática, Medicina, Medicina
Veterinária e Odontologia.
1. Ensino Superior. 2. Resultado das provas. I. Título.
CDU 378
COMISSÃO DO CURSO DE ECONOMIA
Prof. Denilson da Silva Araújo
Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Prof. Fernando Ferrari Filho
Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Prof. José Luiz Pagnussat
Universidade Católica de Brasília
Prof. José Rubens Damas Garlipp
Universidade Federal de Uberlândia
Profª Leda Maria Paulani
Universidade de São Paulo
Prof. Luiz Carlos T. Delorme Prado
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Prof. José Ricardo Barbosa Gonçalves
Universidade Estadual de Campinas
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Sumário
Introdução ....................................................................................................................................... 5
Análise da Prova ............................................................................................................................ 7
Subsídios para interpretação dos resultados ..................................................................................... 9
A prova de múltipla escolha .................................................................................................... ........... 10
A prova dicursiva ............................................................................................................................... 17
Análise dos resultados finais ............................................................................................................. 20
Impressões sobre a prova ................................................................................................................. 21
Avaliação da prova feita pelos coordenadores de curso ..................................................................... 26
Prova ............................................................................................................................................... 31
Análise do questionário-pesquisa ................................................................................................. 46
Questionário-Pesquisa ................................................................................................................... 91
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Introdução
O presente trabalho, complementando as infor-
mações sobre o Exame Nacional dos Cursos de Eco-
nomia de 1999, divulgadas de modo mais amplo no
Relatório-Síntese e, de maneira mais personalizada,
no Relatório da Instituição, pretende oferecer mais
um instrumento a ser utilizado por dirigentes, profes-
sores, coordenadores, estudantes e todos aqueles en-
volvidos no processo de melhoria da qualidade dos
cursos.
Apresenta-se aqui a prova aplicada no Exame
Nacional dos Cursos de Economia de 1999, com os
respectivos gabaritos, chave de respostas das ques-
tões discursivas e análise técnica; e o questionário-
pesquisa respondido pelos participantes do Exame,
com os percentuais de respostas a cada alternativa
das questões e uma descrição analítica desses resul-
tados.
A análise da prova fornece às instituições de
ensino superior dados que, confrontados com as infor-
mações recebidas no Relatório da Instituição, docu-
mento enviado a cada instituição com o desempenho
detalhado do seu grupo de alunos no Exame, contribu-
em para um diagnóstico do curso e para o conseqüen-
te planejamento de ações voltadas à superação de
possíveis lacunas e à potencialização das qualidades
do curso, em busca da excelência acadêmica.
A análise das respostas ao questionário-pesqui-
sa permite não só traçar um perfil socioeconômico e
cultural do grupo de graduandos, mas também levan-
tar a opinião dos egressos a respeito de diferentes
aspectos do seu curso, como bibliotecas, laboratóri-
os, currículo, corpo docente, material didático, forma
de avaliação, aulas práticas, estágio, e conhecer suas
expectativas para o futuro.
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Análise
da
Prova
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Subsídios para interpretação
dos resultados
Para proceder à análise técnica da prova é pre-
ciso esclarecer alguns conceitos que serão menciona-
dos na análise dos resultados.
A metodologia de investigação da qualidade da
prova aplicada envolveu a verificação de sua validade
de conteúdo e a caracterização dos itens segundo o
grau de facilidade e índice de discriminação alcança-
dos. Assegurar a validade de conteúdo implica garantir
que a prova constitui-se em uma amostra adequada
dentro de um universo desejado de conhecimentos e
habilidades.
A determinação dos índices de facilidade e dis-
criminação das questões foi realizada computando-se
somente provas válidas, retirando-se aquelas que fo-
ram deixadas em branco ou que foram caracterizadas
como �protesto�.
Facilidade
O grau de facilidade de cada questão de múltipla
escolha é representado pela porcentagem de acertos
do total de sujeitos a ela submetidos. A escala utiliza-
da para a classificação e posterior análise do índice de
facilidade foi adaptada de Lafourcade1, Pasquali2 e
Vianna3. Esta escala auxilia na delimitação de grupos
distintos de desempenho entre os graduandos, possi-
bilitando, também, o cálculo do índice de discrimina-
ção das questões.
Discriminação
A discriminação refere-se ao poder de um item em
diferenciar sujeitos que têm melhores resultados da-
queles cujo desempenho caracteriza-se como mais
defasado. Um item muito fácil, por exemplo, pode não
atingir um índice de discriminação desejável porque
todos os examinandos conseguem acertá-lo. Situação
semelhante pode ocorrer com uma questão muito difí-
cil, onde a grande maioria erra. Itens muito fáceis ou
muito difíceis possibilitam, ainda, maior probabilidade
de acerto casual.
Para efetuar o cálculo do índice de discrimina-
ção, inicialmente ordenaram-se os graduandos segun-
do a nota obtida na prova objetiva. Efetuou-se, poste-
riormente, a separação dos indivíduos em três grupos
de desempenho: o grupo superior, constituído por 27%
do total de formandos avaliados cujos desempenhos
foram mais elevados; o grupo intermediário, compos-
to por 46% do total de graduandos; e o grupo inferior
formado pelos indivíduos com resultados mais defa-
sados, representando 27% do total de examinandos.
O índice de discriminação foi calculado, para cada
item, através da diferença entre a proporção de acer-
to do grupo superior e a do grupo inferior. Quanto mais
próximo o índice de discriminação de uma questão
estiver de 1 (um), mais discriminativa ela é, indicando
que houve mais acertos entre o grupo superior - aque-
les que alcançaram melhor desempenho- do que no
grupo inferior - aqueles que demonstraram fraco de-
sempenho.
O índice de discriminação também evidencia a
qualidade do item em relação à população examinada.
Coeficientes superiores a 0,4 indicam questões alta-
mente discriminativas, enquanto índices abaixo de 0,2
sugerem problemas no enunciado da questão, na cons-
trução das alternativas, ou conteúdos muito difíceis ou,
ao contrário, muito fáceis.
Estatísticas básicas
Para sintetizar os resultados obtidos em ter-
mos de desempenho, utilizam-se medidas de tendên-
cia central, sendo as mais comuns a média aritméti-
ca e a mediana. A média aritmética é a soma das
notas obtidas por todos os alunos em uma determi-
nada prova, dividida pelo número de examinandos. A
mediana é o ponto que separa a distribuição das no-
tas ao meio, isto é, 50% dos escores estão abaixo e
50% acima dela. A média é uma medida menos está-
vel, por ser afetada por notas muito baixas ou muito
altas. Utilizando-se a sua comparação com a media-
na pode-se ter uma idéia mais clara de como ocorreu
a distribuição das notas. Assim, se numa determina-
da prova a média é mais baixa que a mediana presu-
me-se que a maioria dos alunos obteve notas altas.
Quando a média é maior do que a mediana, a inter-
pretação a ser dada é que a maior parte dos alunos
alcançou notas baixas.
Na análise das provas consideram-se, também,
medidas de variabilidade dos resultados, para saber
se o grupo de alunos obteve resultados homogêneos
ou heterogêneos. A medida de variabilidade mais uti-
lizada é o desvio-padrão, que indica como as notas
variam em relação à média. Quanto maior a variabili-
dade dos resultados, maior é o desvio e mais
heterogêneo é o grupo. Para saber se o desvio é grande
ou pequeno, entretanto, é preciso estabelecer algum
padrão, que, no caso, pode ser conhecido compa-
rando-se os resultados para o país com os resulta-
dos por região.
1 LAFOURCADE, Pedro D. Evaluación de los aprendizajes. Buenos Aires, Kapelusz, 1969, p.211.
2 PASQUALI, Luiz(org.). Medida psicométrica. Luiz Pasquali. In: Teoria e métodos de medida em ciências do comportamento. Brasília:
Laboratório de Pesquisa em Avaliação e Medida/Instituto de Psicologia/UnB: INEP, 1996, p.83.
3 VIANNA, Heraldo M. Testes em Educação. São Paulo: IBRASA, 1973, p.192.
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Outras informações importantes são: as notas
mínima e máxima alcançadas no grupo geral, os
percentis 10, 25, 75 e 90, ou seja, as notas abaixo das
quais encontram-se, respectivamente, 10%, 25%, 75%
e 90% dos examinandos, que auxiliam a conhecer o
rendimento dos diferentes grupos de desempenho.
Foi estimado, ainda, o índice de fidedignidade
da prova (Alpha � Kr
20
), a fim de caracterizar o teste
quanto à sua capacidade de produzir resultados preci-
sos. Este índice é fortemente influenciado pela variância
de desempenho do grupo e pelo número de itens apli-
cados, sendo que, quanto mais próximo de 1 (um) for
o índice, maior precisão o instrumento possui.
Validade do conteúdo
Conforme o que preceitua Gronlund4, uma pro-
va será tão mais adequada quanto maior for a
representatividade da amostra de conhecimentos e
habilidades selecionada. Nesse sentido, a principal
qualidade a se exigir do instrumento é a sua validade
de conteúdo.
No caso do ENC, em que a prova aplicada é de
âmbito nacional, os procedimentos que visam a asse-
gurar a validade de conteúdo do instrumento de medi-
da são os descritos a seguir.
Em primeiro lugar, o universo tomado como re-
ferência, quanto aos conteúdos e habilidades a se-
rem verificados, deve ser representativo do que foi
efetivamente ministrado aos graduandos das diferen-
tes instituições de ensino superior (IES) que se sub-
metem ao Exame. Assim, a Comissão do Curso que
estabelece as diretrizes do ENC, dentre as quais os
conteúdos e habilidades a serem verificados, é com-
posta por docentes de diferentes regiões geográfi-
cas, com atuação em IES públicas e privadas, cuja
participação na Comissão tem o caráter de repre-
sentar o pensamento pedagógico do curso em ter-
mos nacionais.
Além desse cuidado com a composição da Co-
missão do Curso e dessa postura que seus membros
assumem, tem-se que, para o estabelecimento das
diretrizes, a Comissão conta com os projetos pedagó-
gicos dos cursos a serem avaliados, enviados pelas
respectivas IES. Nesses projetos, entre outros aspec-
tos, são detalhados os conteúdos e os objetivos ou
habilidades propostos nos currículos dos cursos, que
são considerados pela Comissão ao estabelecer as
diretrizes do Exame. A par desses projetos pedagógi-
cos, a Comissão tem, ainda, como subsídios, suges-
tões enviadas por coordenadores de curso sobre con-
teúdos e habilidades a serem avaliados.
Fixadas as diretrizes para o ENC, a Comissão
do Curso estabelece recomendações à Banca Exami-
nadora encarregada de elaborar a prova quanto à abor-
dagem a ser dada no instrumento de avaliação e a pro-
porção de questões relativamente aos tópicos de con-
teúdos relacionados, no que tange à garantia da vali-
dade da prova.
A partir da relação de conteúdos e habilidades
assim estabelecidos como diretrizes do Exame, e das
recomendações para a elaboração da prova, a Banca
Examinadora, composta de professores titulados e ex-
perientes, provenientes das diferentes regiões do País,
constrói o quadro de especificação, ferramenta básica
que visa a garantir a representatividade da amostra de
conteúdos e habilidades desenvolvidos no processo de
ensino-aprendizagem dos graduandos.
O quadro de especificação consiste num qua-
dro de dupla entrada, no qual se cruzam os tópicos de
conteúdos e as habilidades e registra-se o número de
questões, em termos de sua importância relativa na
prova como um todo.
A Banca Examinadora elabora questões confor-
me definido no quadro de especificação e analisa,
seleciona, aperfeiçoa as que compõem a prova em sua
versão definitiva. A própria Banca, com a assessoria
de especialistas em medidas educacionais, julga e
aperfeiçoa as questões quanto aos aspectos relativos
ao seu formato e à sua consistência em relação aos
conteúdos e habilidades definidos.
O procedimento de concepção do Exame e de
construção do instrumento, como descrito, assegura
a validade do conteúdo da prova, visto que o processo
permite:
l identificar comportamentos relevantes, repre-
sentativamente amostrados,
l identificar áreas de conteúdo, também repre-
sentativamente amostrados.5
Dessa forma, considera-se que a prova tem vali-
dade de conteúdo, no sentido de que ela reflete o uni-
verso de conhecimentos e habilidades que se espera-
va que os formandos tivessem adquirido após sua ex-
periência educacional em nível de graduação.
A prova de múltipla escolha
A prova de múltipla escolha de Economia cons-
tou de 60 (sessenta) questões, valendo 1,0 ponto cada.
As alternativas das questões foram ordenadas
de quatro formas diferentes, resultando em quatro pro-
vas de cores distintas no presente trabalho toma-se
como padrão a prova amarela. Os conteúdos e habili-
dades testados no ano de 1999, por meio do Exame
Nacional do Curso de Economia, na prova objetiva, estão
dispostos no Quadro1.
4 GRONLUND, Norman E. Measurement and evaluation in teaching. New York: The Macmillan Company, 1971, p. 78.
5 VIANNA, Heraldo M. Testes em educação. São Paulo: IBRASA, 1973, p. 173.
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Quadro 1
Conteúdos predominantes e habilidades aferidas nas questões objetivas
de Economia/ENC99
continua...
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1 Teoria Econômica: 
Macroeconomia 
desenvolver raciocínios logicamente consistentes; 
lidar com conceitos teóricos fundamentais da Ciência Econômica;�
2 Teoria Econômica: 
Macroeconomia 
desenvolver raciocínios logicamente consistentes; 
lidar com conceitos teóricos fundamentais da Ciência Econômica;�
3 Teoria Econômica: 
Macroeconomia 
desenvolver raciocínios logicamente consistentes; 
lidar com conceitosteóricos fundamentais da Ciência Econômica;�
4 Teoria Econômica: 
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lidar com conceitos teóricos fundamentais da Ciência Econômica;�
5 Teoria Econômica: 
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desenvolver raciocínios logicamente consistentes; 
lidar com conceitos teóricos fundamentais da Ciência Econômica;�
6 Teoria Econômica: 
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lidar com conceitos teóricos fundamentais da Ciência Econômica;�
7 Teoria Econômica: 
Macroeconomia 
desenvolver raciocínios logicamente consistentes; 
lidar com conceitos teóricos fundamentais da Ciência Econômica. 
identificar concepções econômicas de diferentes correntes 
teóricas.�
8 Teoria Econômica: 
Macroeconomia 
desenvolver raciocínios logicamente consistentes; 
lidar com conceitos teóricos fundamentais da Ciência Econômica; 
identificar concepções econômicas de diferentes correntes 
teóricas;�
9 Teoria Econômica: 
Macroeconomia 
desenvolver raciocínios logicamente consistentes; 
lidar com conceitos teóricos fundamentais da Ciência Econômica; 
identificar políticas econômicas de diferentes correntes teóricas;�
10 Teoria Econômica: 
Macroeconomia 
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lidar com conceitos teóricos fundamentais da Ciência Econômica;�
11 Teoria Econômica: 
Macroeconomia 
desenvolver raciocínios logicamente consistentes; 
lidar com conceitos teóricos fundamentais da Ciência Econômica;�
12 Teoria Econômica: 
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lidar com conceitos teóricos fundamentais da Ciência Econômica;�
13 Teoria Econômica: 
Microeconomia 
desenvolver raciocínios logicamente consistentes; 
lidar com conceitos teóricos fundamentais da Ciência Econômica;�
14 Teoria Econômica: 
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desenvolver raciocínios logicamente consistentes; 
lidar com conceitos teóricos fundamentais da Ciência Econômica;�
15 Teoria Econômica: 
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lidar com conceitos teóricos fundamentais da Ciência Econômica;�
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19 Teoria Econômica: 
Microeconomia 
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lidar com conceitos teóricos fundamentais da Ciência Econômica;�
20 Teoria Econômica: 
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21 Teoria Econômica: 
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22 Teoria Econômica: 
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desenvolver raciocínios logicamente consistentes; 
lidar com conceitos teóricos fundamentais da Ciência Econômica; 
utilizar formulações matemáticas na análise dos fenômenos 
socioeconômicos;�
23 Teoria Econômica: 
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lidar com conceitos teóricos fundamentais da Ciência Econômica;�
24 Teoria Econômica: 
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lidar com conceitos teóricos fundamentais da Ciência Econômica;�
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Economia 
Internacional 
desenvolver raciocínios logicamente consistentes; 
lidar com conceitos teóricos fundamentais da Ciência Econômica;�
26 Teoria Econômica: 
Economia 
Internacional 
desenvolver raciocínios logicamente consistentes; 
lidar com conceitos teóricos fundamentais da Ciência Econômica;�
27 Teoria Econômica: 
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lidar com conceitos teóricos fundamentais da Ciência Econômica;�
31 Métodos Quantitativos 
Aplicados à 
Economia: 
Matemática 
desenvolver raciocínios logicamente consistentes; 
lidar com conceitos teóricos fundamentais aplicados à Ciência 
Econômica;�
32 Métodos Quantitativos 
Aplicados à 
Economia: 
Matemática 
desenvolver raciocínios logicamente consistentes; 
lidar com conceitos teóricos fundamentais da Ciência Econômica; 
utilizar formulações matemáticas na análise dos fenômenos 
socioeconômicos;�
33 Métodos Quantitativos 
Aplicados à 
Economia: 
Matemática 
desenvolver raciocínios logicamente consistentes. 
lidar com conceitos teóricos fundamentais da Ciência Econômica. 
utilizar formulações matemáticas na análise dos fenômenos 
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34 Métodos Quantitativos 
Aplicados à 
Economia: 
Matemática 
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ler e compreender textos econômicos; 
lidar com conceitos teóricos fundamentais da Ciência Econômica; 
utilizar formulações matemáticas na análise dos fenômenos 
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35 Métodos Quantitativos 
Aplicados à 
Economia: Estatística 
desenvolver raciocínios logicamente consistentes; 
utilizar formulações estatísticas na análise de fenômenos;�
36 Métodos Quantitativos 
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Economia: Estatística 
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37 Métodos Quantitativos 
Aplicados à 
Economia: Estatística 
desenvolver raciocínios logicamente consistentes; 
utilizar formulações estatísticas na análise de fenômenos;�
38 Métodos Quantitativos 
Aplicados à 
Economia: 
Econometria 
desenvolver raciocínios logicamente consistentes; 
utilizar formulações estatísticas na análise de fenômenos;�
39 Métodos Quantitativos 
Aplicados à 
Economia: 
Econometria 
desenvolver raciocínios logicamente consistentes; 
lidar com conceitos teóricos fundamentais da Ciência Econômica; 
utilizar formulações estatísticas na análise dos fenômenos 
socioeconômicos;�
40 Métodos Quantitativos 
Aplicados à 
Economia: 
Econometria 
desenvolver raciocínios logicamente consistentes; 
utilizar formulações estatísticas na análise dos fenômenos 
socioeconômicos;�
41 História Econômica: 
História Econômica 
Geral 
desenvolver raciocínios logicamente consistentes. 
ler e compreender textos econômicos; 
utilizar o instrumental econômico para analisar situações 
históricas;�
42 História Econômica: 
História Econômica 
Geral 
desenvolver raciocínios logicamente consistentes; 
utilizar o instrumental econômico para analisar situações 
históricas;�
43 História Econômica: 
História Econômica 
Geral 
desenvolver raciocínios logicamente consistentes. 
utilizar o instrumental econômico para analisar situações 
históricas;�
44 História Econômica: 
História Econômica 
Geral 
desenvolver raciocínios logicamente consistentes; 
ler e compreender textos econômicos; 
utilizar o instrumental econômico para analisar situações 
históricas;�
45 História Econômica: 
Formação Econômica 
do Brasil 
desenvolver raciocínios logicamente consistentes; 
ler e compreender textos econômicos; 
utilizar o instrumental econômico para analisar situações 
históricas;�
46 História Econômica: 
Formação Econômica 
do Brasil 
desenvolver raciocínios logicamente consistentes; 
ler e compreender textos econômicos; 
utilizar o instrumental econômico para analisar situações 
históricas; 
diferenciar correntes teóricas a partir de distintas políticas 
econômicas;�
47 História Econômica: 
Formação Econômica 
do Brasil 
desenvolver raciocínios logicamente consistentes; 
ler e compreender textos econômicos;utilizar o instrumental econômico para analisar situações 
históricas;�
48 História Econômica: desenvolver raciocínios logicamente consistentes; 
49 História Econômica: 
Economia Brasileira 
Contemporânea 
desenvolver raciocínios logicamente consistentes; 
lidar com conceitos teóricos fundamentais da Ciência Econômica. 
utilizar o instrumental econômico para analisar situações 
históricas;�
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...conclusão
Fonte: DAES/INEP/MEC - ENC-99
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50 História Econômica: 
Economia Brasileira 
Contemporânea 
desenvolver raciocínios logicamente consistentes; 
utilizar o instrumental econômico para analisar situações históricas;�
51 Cultura Econômica: 
Economia Política 
desenvolver raciocínios logicamente consistentes; 
ler e compreender textos econômicos; 
lidar com conceitos teóricos fundamentais da Ciência Econômica;�
52 Cultura Econômica: 
Economia Política 
desenvolver raciocínios logicamente consistentes; 
ler e compreender textos econômicos; 
lidar com conceitos teóricos fundamentais da Ciência Econômica; 
utilizar o instrumental econômico para analisar situações 
históricas; 
identificar concepções econômicas de diferentes correntes teóricas;�
53 Cultura Econômica: 
Economia Política 
desenvolver raciocínios logicamente consistentes; 
ler e compreender textos econômicos; 
diferenciar correntes teóricas a partir de distintas políticas 
econômicas;�
54 Cultura Econômica: 
Economia Política 
desenvolver raciocínios logicamente consistentes; 
ler e compreender textos econômicos; 
lidar com conceitos teóricos fundamentais da Ciência Econômica; 
diferenciar correntes teóricas a partir de distintas políticas 
econômicas;�
55 Cultura Econômica: 
História do 
Pensamento 
Econômico 
desenvolver raciocínios logicamente consistentes; 
ler e compreender textos econômicos; 
lidar com conceitos teóricos fundamentais da Ciência Econômica;�
56 Cultura Econômica: 
História do 
Pensamento 
Econômico 
desenvolver raciocínios logicamente consistentes; 
ler e compreender textos econômicos; 
lidar com conceitos teóricos fundamentais da Ciência Econômica; 
diferenciar correntes teóricas a partir de distintas políticas 
econômicas;�
57 Cultura Econômica: 
História do 
Pensamento 
Econômico 
desenvolver raciocínios logicamente consistentes; 
ler e compreender textos econômicos; 
lidar com conceitos teóricos fundamentais da Ciência Econômica; 
diferenciar correntes teóricas a partir de distintas políticas 
econômicas;�
58 Cultura Econômica: 
História do 
Pensamento 
Econômico 
desenvolver raciocínios logicamente consistentes; 
ler e compreender textos econômicos; 
lidar com conceitos teóricos fundamentais da Ciência Econômica; 
identificar concepções econômicas de diferentes correntes 
teóricas;�
 59 Cultura Econômica: 
Evolução das Idéias 
Sociais e Metodologia 
desenvolver raciocínios logicamente consistentes; 
diferenciar correntes teóricas a partir de distintas políticas 
econômicas;�
60 Cultura Econômica: 
Evolução das Idéias 
Sociais e Metodologia 
desenvolver raciocínios logicamente consistentes; 
lidar com conceitos teóricos fundamentais da Ciência Econômica; 
utilizar o instrumental econômico para analisar situações históricas;�
 
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O
Estatísticas básicas da prova de múltipla escolha
No processamento dos dados e análise técnica
da prova foram consideradas válidas as provas de 9.106
graduandos, representando cerca de 86% do universo
de graduandos inscritos. Para a análise técnica, foram
desconsideradas as provas caracterizadas como �pro-
testo�, as provas em branco e as provas de graduados
em anos anteriores.
Considerando-se que, para efeito de análise, as
notas foram calculadas em uma escala de 0,0 a 100,0,
a média para o conjunto dos 9.106 graduandos que
realizaram a prova de múltipla escolha de Economia
foi de 38,1, acima da mediana 36,7, o que significa que
houve um maior número de alunos com notas abaixo
da média do que acima. O desvio padrão foi de 12,1,
sendo que as notas variaram de 0,0 a 91,7. No primei-
ro quartil as notas ficaram abaixo de 30,0, enquanto
que, no quartil de maior desempenho, as notas varia-
ram entre 45,0 e 91,7. Assim, 75% dos indivíduos ava-
liados não acertaram mais que 45% da prova e apenas
10% deles obtiveram média igual ou maior que 53,3.
O coeficiente de Fidedignidade foi estimado em
0,8, podendo-se inferir que a prova constituiu-se em um
elemento de medida bastante satisfatório, principalmente
tendo em vista tratar-se de uma prova de 60 questões
com cinco opções de resposta para cada uma.
Quadro 2
Estatísticas básicas
Figura 1
Distribuição das notas
prova de múltipla escolha
Fonte:DAES/INEP/MEC - ENC-99
Índice de facilidade das questões
Observou-se que 93,3% dos itens ficaram con-
centrados nas três faixas intermediárias da classifica-
ção, sendo que 33,3% foram considerados de facilida-
de média, 11,7% foram fáceis e 48,3%, difíceis. Ape-
nas 6,7% dos itens foram considerados muito difíceis
e não houve questões muito fáceis (Quadro 3).
Cabe registrar que, de acordo com as respos-
tas dadas ao Questionário de Impressões sobre a Pro-
va, 49,1% dos graduandos classificaram-na como de
nível médio de facilidade, enquanto 36,9% considera-
ram-na difícil.
Levando-se em conta as áreas de conteúdo
abordadas, verifica-se que as questões muito difíceis
ficaram distribuídas nas áreas de Teoria Econômica
(2, 9, 17) e História Econômica (41). Veja os
percentuais de acerto de cada questão na Figura 2.
Quadro 3
Classificação dos itens segundo
a porcentagem de acertos
3URYD�GH�0~OWLSOD�(VFROKD� �
Número 9.106 
Média 38,1 
Desvio Padrão 12,1 
Nota Mínima 0,0 
Percentil 10 23,3 
Percentil 25 30,0 
Mediana 36,7 
Percentil 75 45,0 
Percentil 90 53,3 
Nota Máxima 91,7 
Coeficiente de Fidedignidade (Kr20) 0,8 
 
Fonte:DAES/INEP/MEC - ENC-99 
0
5
10
15
20
25
30
35
40
0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100
Notas
%
Múltipla Escolha
ËQGLFH�� &ODVVLILFDomR� 4XHVW}HV�
0 a 15 Muito Difícil 2 - 9 - 17 - 41 
16 a 40 Difícil 1 - 7 - 8 - 12 - 19 - 20 
21 - 22 - 35 - 37 - 38 
40 - 44 - 46 - 49 – 51 
41 a 60 Médio 4 - 6 - 10 - 11 - 13 - 16 
23 - 24 - 48 - 50 - 55 
60 
61 a 85 Fácil 3 - 5 - 14 - 15 - 18 - 43 
45 
86 a 100 Muito Fácil Não houve item com 
esta classificação 
 
Fonte: DAES/INEP/MEC - ENC-99 
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Figura 2
Porcentagem de acerto dos itens
Fonte:DAES/INEP/MEC - ENC-99
Índice de discriminação das questões
Cerca de 71,7% dos itens da prova mostra-
ram-se bastante eficazes (discriminativos ou muito
discriminativos) para separar os alunos com melho-
res resultados daqueles cujos rendimentos caracte-
rizam-se como mais deficientes, sendo que 25% das
questões classificaram-se como muito discrimina-
tivas, conforme mostra o Quadro 4. Os índices mos-
tram, também, que aproximadamente 30,0% dos itens
não permitiram diferenciar o comportamento dos es-
tudantes situados nos grupos extremos quanto ao
desempenho. Entre estes itens encontram-se as
quatro questões consideradas muito difíceis e doze
das 29 questões difíceis.
Quadro 4
Classificação dos itens objetivos segundo
 o índice de discriminação
Figura 3
Índice de discriminação dos itens
Fonte:DAES/INEP/MEC - ENC-99
Distribuição das respostas
O quadro a seguir mostra como ficaram distri-
buídas as respostas dos graduandos em cada alter-
nativa das questões de múltipla escolha, separando-
se como SI (sem informação) os casos em que a
questão foi deixada sem resposta. A alternativa correta
aparece em negrito.
Quadro 5
Percentual de respostas por alternativas
na prova de múltipla escolha
continua... 
4XHVWmR� $� %� &� '� (� 6,�
1 44,2 13,0 9,6 7,8 ����� 0,1 
2 21,0 27,8 19,9 ����� 19,4 0,8 
3 22,4 ����� 2,1 2,3 3,6 0,2 
4 ����� 2,1 10,3 36,71,2 0,2 
5 23,8 4,2 ����� 4,5 3,4 0,3 
6 ����� 10,6 15,9 8,3 23,4 0,4 
7 10,8 7,4 18,0 ����� 25,0 0,4 
8 16,0 3,3 12,1 29,3 ����� 0,3 
9 ���� 40,4 8,0 8,5 34,5 0,2 
10 15,1 22,6 ����� 5,0 8,0 0,3 
11 9,5 9,9 ����� 4,2 16,8 0,4 
12 9,9 10,9 17,9 25,8 ����� 0,4 
13 8,3 ����� 14,3 14,7 8,2 0,3 
 
ËQGLFH�� &ODVVLILFDomR� 4XHVW}HV�
0,0 
a 0,19 
Fraco 2 - 9 - 17- 19 - 20 - 26 - 29 - 31 
33 - 37 - 41- 46 - 51 - 54 - 56 
58 - 59 
0,2 
a 0,29 
Médio 3 - 7 - 22 - 25 - 28 - 34 - 35 
38 - 40 - 42 - 44 - 49 - 55 - 57 
0,3 
a 0,39 
Bom 1 - 10 - 12 -14 - 15 - 21 - 27 
30 - 32 - 36 - 39 - 47 - 48 - 52 
0,4 
a 1,0 
Excelente 4 - 5 - 6 - 8 - 11 - 13 - 16 - 18 
23 - 24 - 43 - 45 - 50 - 53 - 60 
 
Fonte: DAES/INEP/MEC - ENC-99 
11,1
69,4
49,5
63,8
41,4
38,4
39,0
8,4
49,0
59,2
35,1
54,2
67,3
68,4
41,0
7,6
67,1
16,9
24,1
29,2
27,3
49,0
44,8
40,3
30,4
48,6
19,5
59,1
20,2
23,4
58,6
16,0
34,1
16,5
49,9
29,8
26,7
40,7
25,4
15,2
59,2
61,3
29,1
73,0
18,3
51,0
51,3
36,7
47,9
31,0
38,0
51,0
24,4
40,5
15,8
17,8
24,6
22,5 49,8
25,3
0 10 20 30 40 50 60 70 80
1
4
7
10
13
16
19
22
25
28
31
34
37
40
43
46
49
52
55
58
Q
ue
st
ão
0,4
0,1
0,3
0,6
0,5
0,5
0,2
0,5
0,0
0,3
0,4
0,3
0,4
0,4
0,4
0,5
0,0
0,5
0,1
0,2
0,3
0,2
0,4
0,5
0,3
0,2
0,4
0,2
0,2
0,3
0,1
0,4
0,1
0,3
0,2
0,4
0,1
0,3
0,3
0,2
0,1
0,2
0,4
0,2
0,5
0,1
0,4
0,4
0,3
0,4
0,2
0,3
0,6
0,0
0,3
0,2
0,2
0,1
0,1 0,5
0,0 0,1 0,2 0,3 0,4 0,5 0,6 0,7
1
4
7
10
13
16
19
22
25
28
31
34
37
40
43
46
49
52
55
58
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A prova discursiva
A prova discursiva foi composta de oito ques-
tões, duas para cada uma das grandes áreas de con-
teúdo � Teoria Econômica, Métodos Quantitativos, His-
tória Econômica e Cultura Econômica � das quais o
graduando deveria escolher quatro para responder, sen-
do obrigatoriamente uma de cada área.
Na composição da prova, cada uma das ques-
tões discursivas valia 10,0 pontos, totalizando 40,0
pontos.
Os conteúdos predominantes e habilidades
aferidas nas questões discursivas são apresentados
no Quadro 6.
Quadro 6
Conteúdos e habilidades investigados
nas questões discursivas de Direito/ENC99
continuação... 
4XHVWmR� $� %� &� '� (� 6,�
14 ����� 7,4 8,8 11,8 4,4 0,3 
15 ����� 8,1 10,5 5,2 7,6 0,2 
16 12,1 ����� 37,4 5,8 3,6 0,1 
17 14,5 59,7 12,5 ���� 5,5 0,2 
18 7,1 5,4 7,4 ����� 13,0 0,0 
19 14,1 11,4 29,1 27,9 ����� 0,6 
20 31,5 ����� 24,9 8,8 10,1 0,6 
21 18,2 12,9 ����� 21,0 18,6 0,1 
22 17,9 13,9 29,3 ����� 10,7 0,9 
23 5,0 10,9 18,1 16,5 ����� 0,5 
24 24,5 9,1 ����� 13,4 7,6 0,6 
25 7,0 19,2 3,0 30,2 ����� 0,3 
26 ����� 21,8 19,6 18,2 9,7 0,3 
27 8,8 8,5 ����� 30,4 3,6 0,1 
28 28,8 12,2 11,4 ����� 27,6 0,5 
29 14,3 ����� 8,2 11,2 6,8 0,4 
30 6,9 36,1 14,7 21,8 ����� 0,3 
31 25,4 ����� 29,2 15,1 6,1 0,8 
32 5,2 11,4 13,6 ����� 10,9 0,3 
33 11,1 17,0 28,8 ����� 26,2 0,9 
34 15,5 ����� 22,4 19,2 7,9 0,9 
35 43,5 15,9 16,2 ����� 7,5 0,4 
36 11,3 6,1 ����� 11,0 21,5 0,2 
37 11,7 23,7 15,4 18,8 ����� 0,6 
38 18,8 ����� 18,9 18,3 16,9 0,4 
39 14,0 12,1 15,5 ����� 16,8 0,9 
40 ����� 18,0 26,8 19,6 9,6 0,6 
41 6,8 12,3 38,5 ����� 26,7 0,5 
42 6,2 9,9 ����� 4,6 19,8 0,3 
43 ����� 4,5 21,6 8,3 4,0 0,3 
44 ����� 50,9 8,9 6,6 4,2 0,3 
45 4,5 ����� 6,6 7,2 8,5 0,2 
46 ����� 7,9 16,4 34,6 22,6 0,2 
47 3,0 20,5 8,1 ����� 17,2 0,2 
48 9,1 7,1 28,2 4,1 ����� 0,2 
49 25,6 19,7 7,2 ����� 10,6 0,2 
50 14,8 13,9 13,5 ����� 9,6 0,3 
51 ����� 9,2 20,0 23,3 16,0 0,5 
52 9,6 ����� 8,6 12,5 31,0 0,3 
53 12,2 1,9 ����� 32,7 1,9 0,3 
 54 44,6 7,8 12,3 ����� 10,5 0,4 
55 7,6 8,9 ����� 29,8 12,7 0,5 
56 12,9 ����� 35,2 23,5 11,9 0,7 
57 10,5 12,9 ����� 29,1 29,1 0,6 
58 ����� 10,0 34,5 12,9 17,5 0,5 
59 13,8 14,3 26,6 22,2 ����� 0,6 
60 8,0 ����� 14,7 18,2 8,8 0,5 
 
Fonte:DAES/INEP/MEC - ENC-99 
continua... 
48(67­2� &217(Ò'26 +$%,/,'$'(6 
1 
 
Teoria Eco-
nômica: 
Economia 
Internacional 
 
 
desenvolver raciocínios 
logicamente consisten-
tes; 
demonstrar capacidade 
dissertativa; 
lidar com conceitos teó-
ricos fundamentais da 
Ciência Econômica; 
utilizar o instrumental 
econômico para analisar 
situações históricas; 
2 Teoria Eco-
nômica: 
Microecono-
mia 
desenvolver raciocínios 
logicamente consisten-
tes; 
demonstrar capacidade 
dissertativa; 
lidar com conceitos teó-
ricos fundamentais da 
Ciência Econômica; 
utilizar formulações ma-
temáticas na análise dos 
fenômenos socioeconô-
micos; 
3 Métodos 
Quantitativos 
Aplicados à 
Economia: 
Matemática 
desenvolver raciocínios 
logicamente consisten-
tes; 
demonstrar capacidade 
dissertativa; 
lidar com conceitos teó-
ricos fundamentais da 
Ciência Econômica; 
utilizar formulações ma-
temáticas na análise dos 
fenômenos socioeconô-
micos; 
 
18
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ÍN
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Estatísticas básicas da prova discursiva
No processamento dos dados das provas
discursivas foram consideradas válidas as provas de
9.106 graduandos. Para efeito de análise, as notas fo-
ram calculadas numa escala de 0,0 e 100,0 e variaram
de 0,0 a 92,5.
A média da prova discursiva foi de 13,9 e a me-
diana, 10,0, o que significa que houve um maior nú-
mero de alunos com notas abaixo da média, ou seja,
também nesta parte da prova predominaram as notas
mais baixas. O desvio-padrão foi de 14,2, demons-
trando grande dispersão dos resultados. Observa-se
ainda que 75% dos graduandos obtiveram média me-
nor que 18,8 e apenas 10% conseguiram média igual
ou superior a 32,5.
Verifica-se, portanto, que, embora tenha sido fra-
co o desempenho nas duas partes da prova, foi ainda
mais baixo na parte discursiva.
Quadro 7
Estatísticas básicas
Figura 4
Distribuição das notas � prova discursiva
Fonte:DAES/INEP/MEC - ENC-99
continuação... 
48(67­2� &217(Ò'26 +$%,/,'$'(6 
4 Métodos 
Quantitativos 
Aplicados à 
Economia: 
Estatística 
desenvolver raciocínios 
logicamente consisten-
tes; 
demonstrar capacidade 
dissertativa; 
lidar com conceitos teó-
ricos fundamentais da 
Ciência Econômica; 
utilizar formulações esta-
tísticas na análise dos 
fenômenos socioeconô-
micos; 
5 História Eco-
nômica: 
História Eco-
nômica Geral 
desenvolver raciocínios 
logicamente consisten-
tes; 
demonstrar capacidade 
dissertativa; 
lidar com conceitos teó-
ricos fundamentais da 
Ciência Econômica; 
utilizar o instrumento 
econômico para analisar 
situações históricas;�
diferenciar correntes 
teóricas a partir de 
distintas políticas 
econômicas; 
6 História Eco-
nômica: Eco-
nomia Brasi-
leira Con-
temporânea 
desenvolver raciocínios 
logicamente consisten-
tes; 
demonstrar capacidade 
dissertativa; 
lidar com conceitos teó-
ricos fundamentais da 
Ciência Econômica; 
7 Cultura Eco-
nômica: 
Economia 
Política 
desenvolver raciocínios 
logicamente consisten-
tes; 
demonstrar capacidade 
dissertativa; 
lidar com conceitos teó-
ricos fundamentais da 
Ciência Econômica;�
diferenciar correntes 
teóricas a partir de 
distintas políticas 
econômicas; 
 8 Cultura Eco-
nômica: 
História do 
Pensamento 
Econômico 
desenvolver raciocínios 
logicamente consistentes; 
demonstrar capacidade 
dissertativa; 
lidar com conceitos teóri-
cos fundamentais da 
Ciência Econômica;�
diferenciar correntes teó-
ricas a partir de distintas 
políticas econômicas; 
 
Fonte:DAES/INEP/MEC - ENC-99 
3URYD�'LVFXUVLYD� �
Número 9.106 
Média 13,9 
Desvio Padrão 14,2 
Nota Mínima 0,0 
Percentil 10 0,0 
Percentil 25 3,8 
Mediana 10,0 
Percentil 75 18,8 
Percentil 90 32,5 
Nota Máxima 92,5 
 
Fonte:DAES/INEP/MEC - ENC-99 
0
5
10
15
20
25
30
35
40
45
0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100
Notas
%
Discursiva
19
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Ó
R
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ÍN
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E
 - 
19
99
 
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M
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 A
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0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100
Notas
%
Questão 5
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
010 20 30 40 50 60 70 80 90 100
Notas
%
Questão 4
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100
Notas
%
Questão 3
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100
Notas
%
Questão 2
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100
Notas
%
Questão 1
Análise das questões discursivas
Cada uma das questões discursivas da prova de
Economia valia 10,0 pontos, totalizando 40,0 pontos.
Para facilitar a análise das questões, no entanto, o
resultado de cada uma foi transferido para uma escala
de 0,0 a 100,0 pontos. O Quadro 8 apresenta a média
de cada questão nessa escala e o número e percentual
de graduandos que escolheu a questão.
Dos quatro blocos de questões, pode-se obser-
var que as mais respondidas pelos formandos foram
as de Teoria Econômica (nos 1 e 2) e de História
Econômica (nos 5 e 6).
Entre as questões de Teoria Econômica, a pre-
ferida pelos graduandos foi a primeira, embora a média
na segunda tenha sido levemente superior. As ques-
tões menos respondidas foram as de Métodos Quanti-
tativos (nos 3 e 4).
A média mais alta refere-se à questão de núme-
ro 2: 24,7 pontos, seguida da questão 1, com 24,2
pontos. A questão com média mais baixa foi a de nú-
mero 3, com 11,3 pontos, que também registrou o maior
percentual de notas 0 (zero): 81,4%. O menor percentual
de notas na faixa mais alta ocorreu na questão 5: 0,1%,
que apresentou média de 15,2 pontos. Cabe registrar
que em todas as questões houve graduandos que al-
cançaram a pontuação máxima.
As Figuras 5 a 12 mostram a distribuição das
notas em cada uma das questões discursivas.
Quadro 8
Média por questão da prova discursiva
Distribuição de notas nas questões discursivas
Figura 5
Fonte: DAES/INEP/MEC - ENC-99
Figura 6
Fonte: DAES/INEP/MEC - ENC-99
Figura 7
Fonte: DAES/INEP/MEC - ENC-99
Figura 8
Fonte: DAES/INEP/MEC - ENC-99
Figura 9
Fonte: DAES/INEP/MEC - ENC-99
4XHVWmR� 0pGLD� 1~PHUR�GH�
UHVSRVWDV�
��GH��������
UHVSRVWDV�
1 24,2 6.646 73,0 
2 24,7 1.515 16,6 
3 11,3 2.127 23,4 
4 18,6 3.013 33,1 
5 15,2 3.834 42,1 
6 18,3 3.867 42,5 
7 15,7 4.237 46,5 
8 20,4 1.587 17,4 
 
Fonte: DAES/INEP/MEC - ENC-99 
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0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100
Notas
%
Questão 8
0
10
20
30
40
50
60
70
80
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0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100
Notas
%
Questão 7
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100
Notas
%
Questão 6
Figura 10
Fonte: DAES/INEP/MEC - ENC-99
Figura 11
Fonte: DAES/INEP/MEC - ENC-99
Figura 12
Fonte: DAES/INEP/MEC - ENC-99
Análise dos resultados finais
No processamento dos resultados gerais do
Exame foram consideradas as provas que possuíam
pelo menos uma das partes (discursiva ou objetiva)
válida. Dessa forma, computaram-se as provas de 9.106
graduandos, representando cerca de 86% do universo
de graduandos inscritos.
A duas partes da prova, conforme já foi observa-
do, tinham pesos diferentes: a primeira parte, de múlti-
pla escolha, totalizando 60,0 pontos e a segunda,
discursiva, 40,0 pontos.
As médias finais da prova variaram de 0,0 a 92,0,
com desvio padrão de 11,8. A média geral foi de 28,4,
menor que a mediana 26,0, o que significa que houve
um maior número de graduandos com notas acima da
média do que abaixo (Quadro 9). Observa-se ainda que
75% dos graduandos obtiveram nota inferior a 33,5 e
que somente 10% alcançaram nota igual ou superior a
44,0. A Figura 13 mostra a distribuição geral das notas
em comparação com a distribuição das notas das pro-
vas de múltipla escolha e discursiva.
Quadro 9
Estatísticas gerais
Figura 13
Distribuição das notas
Fonte: DAES/INEP/MEC - ENC-99
Correlação entre as notas
Considerando-se o universo de graduandos que
responderam às duas partes da prova foi encontrado
um coeficiente de correlação de 0,66, o que indica al-
guma correlação positiva entre as duas notas. Esse
valor se justifica pelo fato de que, de modo geral, a
resolução das questões duscursivas exige habilidades
além daquelas necessárias para a resolução das ques-
tões de múltipla escolha, especialmente as capacida-
3URYD�*HUDO� �
Número 9.106 
Média 28,4 
Desvio Padrão 11,8 
Nota Mínima 0,0 
Percentil 10 16,0 
Percentil 25 20,0 
Mediana 26,0 
Percentil 75 33,5 
Percentil 90 44,0 
Nota Máxima 92,0 
 
Fonte:DAES/INEP/MEC - ENC-99 
0
5
10
15
20
25
30
35
40
45
0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100
Notas
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Múltipla Escolha Discursiva Geral
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des de organização do pensamento, comunicação es-
crita e argumentação lógica.
A correlação entre a nota da prova objetiva e a
nota final foi de 0,90, enquanto que entre a nota da
prova discursiva e a final foi de 0,93. As correlações
foram elevadas e bastante próximas, indicando que as
duas partes da prova tiveram relativamente o mesmo
peso sobre a nota final.
Quadro 10
Correlação entre as provas discursiva,
múltipla escolha e nota final
*1 foram computadas apenas as provas onde tanto a parte
discursiva como a objetiva foram consideradas válidas.
*2 foram computadas apenas provas que tiveram a parte objetiva
válida.
*3 foram computados apenas as provas que tiveram a parte
discursiva válida.
Impressões sobre a prova
No final da prova, os graduandos e graduados
presentes foram convidados a responder dez questões
de avaliação da prova que haviam acabado de fazer.
Dos 9.397 presentes, 8.818 responderam ao questio-
nário dando suas impressões sobre a prova, que a
maioria considerou de dificuldade mediana, com enun-
ciados claros e objetivos, havendo tempo suficiente para
respondê-la.
A seguir, o questionário aplicado e, nas Figuras
14 a 23, os percentuais de resposta em cada questão,
identificando-se os grupos de alunos segundo a de-
pendência administrativa da sua instituição de ensino.
Questionário de impressões sobre a prova
1) Segundo a sua visão, e levando em conta o
que você vivenciou durante o seu curso, qual o
grau de dificuldade desta prova?
(A) Muito fácil.
(B) Fácil.
(C) Médio.
(D) Difícil.
(E) Muito difícil.
2) Quanto à sua extensão, como você considera a
prova?
(A) Muito longa.
(B) Longa.
(C) Adequada.
(D) Curta.
(E) Muito curta.
1RWD� &RUUHODomR�
Objetiva / Discursiva *1 0,66 
Objetiva / Final *2 0,90 
Discursiva / Final *3 0,93 
3) Para você, como foi o tempo destinado à reso-
lução da prova?
(A) Excessivo.
(B) Pouco mais que suficiente.
(C) Suficiente.
(D) Quase suficiente.
(E) Insuficiente.
4) Você considera que, na sua elaboração, os
enunciados da prova apresentam clareza e
objetividade?
(A) Sim, todos os enunciados apresentam.
(B) Sim, a maioria dos enunciados apresenta.
(C) Sim, mas apenas cerca da metade dos enuncia-
dos apresenta.
(D) Não, muito poucos enunciados apresentam.
(E) Não, nenhum dos enunciados apresenta.
5) Como você considera as informações forneci-
das em cada questão para a sua resolução?
(A) Foram sempre excessivas.
(B) Foram sempre suficientes.
(C) Foram suficientes na maioria das vezes.
(D) Foram suficientes somente em alguns casos.
(E) Foram sempre insuficientes.
6) Em que medida os conteúdos abordados nesta
prova foram trabalhados no seu curso?
(A) A grande maioria, com profundidade.
(B) Muitos, com razoável profundidade e alguns, de
forma superficial.
(C) Muitos, de forma superficial e alguns, com razoá-
vel profundidade.
(D) A grande maioria, de forma superficial.
(E) A maioria sequer foi trabalhada no meu curso.
7) Como você avalia a adequação da prova aos
conteúdos definidos para o Provão/99 desse
curso?
(A) Com abrangência ampla e abordagem adequada.
(B) Com abrangência ampla, mas com abordagem ina-
dequada.
(C) Com abrangência parcial, mas com abordagem
adequada.
(D) Totalmente inadequada.
(E) Desconheço os conteúdos definidos para o Pro-
vão/99.
8) Como você avalia a adequação da prova para
verificar as habilidades que deveriamter sido
desenvolvidas durante o curso, conforme defini-
do para o Provão/99?
(A) Plenamente adequada.
(B) Medianamente adequada.
(C) Pouco adequada.
(D) Totalmente inadequada.
(E) Desconheço as habilidades definidas para o Pro-
vão/99.
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9) Como você considera a coerência entre a pro-
va e o perfil do graduando tomado como referên-
cia para o Provão/99?
(A) A prova guarda total coerência com o perfil espera-
do do graduando.
(B) A prova guarda razoável coerência com o perfil es-
perado do graduando.
(C) A prova demonstra pouca coerência com o perfil
esperado do graduando.
(D) A prova não demonstra coerência com o perfil es-
perado do graduando.
(E) Desconheço o perfil esperado do graduando, to-
mado como referência para o Provão/99.
10) Com que tipo de problema você se deparou
mais freqüentemente ao responder a esta pro-
va?
(A) Desconhecimento de conteúdo: temas não abor-
dados em meu curso.
(B) Desconhecimento de conteúdo: temas abordados
no curso, mas não estudados por mim.
(C) Dificuldade de trazer a resposta à tona da me-
mória, porque o conteúdo foi estudado há muito
tempo.
(D) Espaço insuficiente para responder as questões.
(E) Não tive qualquer tipo de dificuldade para respon-
der a prova.
Figuras 14 a 23
Dificuldade da prova
Fonte: DAES/INEP/MEC - ENC-99
Extensão da prova
Fonte: DAES/INEP/MEC - ENC-99
0%
10%
20%
30%
40%
50%
60%
70%
Muito fácil Fácil Média Difícil Muito difícil Branco/inválidas
Federal Estadual Municipal Privado
0%
10%
20%
30%
40%
50%
60%
70%
Muito longa Longa Adequada Curta Muito curta Branco/inválidas
Federal Estadual Municipal Privado
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Tempo destinado a resolução da prova
Fonte: DAES/INEP/MEC - ENC-99
Clareza e objetividade apresentadas nos enunciados da prova
Fonte: DAES/INEP/MEC - ENC-99
Informações fornecidas para a resolução das questões
Fonte: DAES/INEP/MEC - ENC-99
0%
10%
20%
30%
40%
50%
60%
70%
80%
Excessivo Pouco mais que
suficiente
Suficiente Quase suficiente Insuficiente Branco/inválidas
Federal Estadual Municipal Privado
0%
10%
20%
30%
40%
50%
60%
70%
Todos
apresentam
A maioria
apresenta
Metade
apresenta
Poucos
apresentam
Nenhum
apresenta
Branco/inválidas
Federal Estadual Municipal Privado
0%
10%
20%
30%
40%
50%
60%
70%
Sempre
excessivas
Sempre
suficientes
Suficientes na
maioria das
vezes
Suficientes
somente em
alguns casos
Sempre
insuficientes
Branco/inválidas
Federal Estadual Municipal Privado
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Medida em que os conteúdos foram trabalhados no curso
Fonte: DAES/INEP/MEC - ENC-99
Adequação aos conteúdos definidos para o Exame
Fonte: DAES/INEP/MEC - ENC-99
Adequação às habilidades desenvolvidas durante o curso
Fonte: DAES/INEP/MEC - ENC-99
0%
10%
20%
30%
40%
50%
A maioria, com
profundidade
Muitos, com
profundidade e
alguns, de forma
superficial
Muitos, de forma
superficial e
alguns, com
profundidade
A maioria, de
forma superficial
A maioria não foi
trabalhada no
curso
Branco/inválidas
Federal Estadual Municipal Privado
0%
10%
20%
30%
40%
50%
Abrangência
ampla e
abordagem
adequada
Abrangência
ampla e
abordagem
inadequada
Abrangência
parcial,
abordagem
adequada
Totalmente
inadequada
Conteúdos
definidos para o
Exame
desconhecidos
Branco/inválidas
Federal Estadual Municipal Privado
0%
10%
20%
30%
40%
50%
Plenamente
adequada
Medianamente
adequada
Pouco adequada Totalmente
inadequada
Habilidades
definidas para o
Exame
desconhecidas
Branco/inválidas
Federal Estadual Municipal Privado
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Coerência entre os conteúdos abordados e o perfil do graduando
tomando como referência para o Exame
Fonte: DAES/INEP/MEC - ENC-99
Problema mais freqüente ao responder a prova
Fonte: DAES/INEP/MEC - ENC-99
0%
10%
20%
30%
40%
50%
60%
Totalmente
coerente
Razoavelmente
coerente
Pouco coerente Incoerente Perfil esperado
do graduando
desconhecido
Branco/inválidas
Federal Estadual Municipal Privado
0%
10%
20%
30%
40%
50%
60%
70%
80%
90%
Temas não 
abordados no
curso
Temas
abordados no
curso, mas não
estudados
Conteúdo
estudado há
muito tempo
Espaço
insuficiente
Não houve Branco/inválidas
Federal Estadual Municipal Privado
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Avaliação da prova feita pelos
coordenadores de curso
Convidados a fazer uma análise da prova de Eco-
nomia aplicada no ENC 99, os coordenadores de cur-
so responderam a um questionário em que, para cada
uma das questões da prova (múltipla escolha e
discursiva), deveriam avaliar a formulação e adequa-
ção da questão para verificar os conteúdos e habilida-
des listados. As alternativas de resposta eram as se-
guintes:
A) Questão bem formulada e bastante adequada
para verificar esse conteúdo/habilidade.
B) Questão bem formulada e razoavelmente ade-
quada para verificar esse conteúdo/ habilidade.
4XHVWmR� $VSHFWR�DYDOLDGR� $� %� &� '� (� ,19�
1 Conteúdo 63,48 25,22 5,22 4,35 0,87 0,87 
 Habilidade 54,78 29,57 11,30 1,74 1,74 0,87 
2 Conteúdo 59,13 32,17 6,96 0,87 0,00 0,87 
 Habilidade 49,57 37,39 7,83 2,61 1,74 0,87 
3 Conteúdo 66,09 21,74 9,57 0,87 0,87 0,87 
 Habilidade 58,26 23,48 15,65 0,87 0,87 0,87 
4 Conteúdo 63,48 24,35 6,09 3,48 1,74 0,87 
 Habilidade 48,70 29,57 13,04 4,35 3,48 0,87 
5 Conteúdo 70,43 18,26 8,70 0,87 0,87 0,87 
 Habilidade 58,26 20,87 12,17 6,09 1,74 0,87 
6 Conteúdo 69,57 19,13 7,83 1,74 0,87 0,87 
 Habilidade 60,00 19,13 15,65 2,61 1,74 0,87 
7 Conteúdo 59,13 26,09 7,83 5,22 0,87 0,87 
 Habilidade 50,43 26,96 13,04 7,83 0,87 0,87 
8 Conteúdo 62,61 26,09 8,70 0,87 0,87 0,87 
 Habilidade 49,57 34,78 10,43 3,48 0,87 0,87 
9 Conteúdo 55,65 28,70 10,43 3,48 0,87 0,87 
 Habilidade 48,70 29,57 13,91 6,96 0,00 0,87 
10 Conteúdo 57,39 33,04 7,83 0,87 0,00 0,87 
 Habilidade 49,57 37,39 9,57 2,61 0,00 0,87 
11 Conteúdo 60,00 31,30 7,83 0,00 0,00 0,87 
 Habilidade 60,87 25,22 11,30 0,87 0,87 0,87 
12 Conteúdo 66,96 16,52 13,04 2,61 0,00 0,87 
 Habilidade 57,39 23,48 16,52 0,87 0,00 1,74 
13 Conteúdo 64,35 21,74 10,43 1,74 0,00 1,74 
 Habilidade 63,48 23,48 10,43 1,74 0,00 0,87 
14 Conteúdo 56,52 26,09 10,43 3,48 1,74 1,74 
 Habilidade 53,91 24,35 13,04 5,22 2,61 0,87 
continua... 
C) Questão relativamente bem formulada, mas
pouco adequada no que diz respeito a verificar esse
conteúdo/habilidade.
D) Questão mal formulada, embora se refira ao
conteúdo/habilidade indicado(a).
E) Questão mal formulada e não verifica o con-
teúdo/habilidade indicado(a).
Dos 187 coordenadores de Economia que rece-
beram o questionário, 115 procederam à avaliação da
prova. O Quadro 11 mostra o percentual de resposta
dos coordenadores para cada alternativa proposta na
avaliação de cada uma das questões, levando em con-
ta os conteúdos e habilidades pretendidos. A última
coluna mostra o percentual de respostas �inválidas�,
ou seja, deixadas em branco ou rasuradas. As ques-
tões discursivas estão numeradas de 61 a 68.
Quadro 11
Análise dos coordenadores (%)
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...continuação 
4XHVWmR� $VSHFWR�DYDOLDGR� $� %� &� '� (� ,19�
15 Conteúdo 61,74 20,87 11,30 2,61 1,74 1,74 
 Habilidade 57,39 22,61 12,17 3,48 3,48 0,87 
16 Conteúdo 53,04 28,70 7,83 6,09 2,61 1,74 
 Habilidade 44,35 33,91 11,30 5,22 4,35 0,87 
17 Conteúdo 60,87 26,09 9,57 1,74 0,00 1,74 
 Habilidade 55,65 26,09 13,91 3,48 0,00 0,87 
18 Conteúdo 68,70 18,26 5,22 5,22 0,87 1,74 
 Habilidade 62,61 20,00 10,43 3,48 2,61 0,87 
19 Conteúdo 53,04 23,48 14,78 6,09 0,87 1,74 
 Habilidade 46,96 29,57 13,04 7,83 1,74 0,87 
20 Conteúdo 60,87 25,22 6,09 5,220,87 1,74 
 Habilidade 52,17 31,30 8,70 5,22 1,74 0,87 
21 Conteúdo 67,83 21,74 7,83 0,87 0,00 1,74 
 Habilidade 59,13 28,70 8,70 0,00 1,74 1,74 
22 Conteúdo 51,30 23,48 14,78 6,09 2,61 1,74 
 Habilidade 44,35 30,43 12,17 6,96 5,22 0,87 
23 Conteúdo 63,48 27,83 6,96 0,00 0,00 1,74 
 Habilidade 53,04 34,78 10,43 0,87 0,00 0,87 
24 Conteúdo 62,61 24,35 7,83 2,61 0,87 1,74 
 Habilidade 54,78 28,70 13,04 1,74 0,87 0,87 
25 Conteúdo 63,48 26,09 6,96 1,74 0,00 1,74 
 Habilidade 56,52 29,57 10,43 0,87 0,87 1,74 
26 Conteúdo 65,22 28,70 3,48 0,87 0,00 1,74 
 Habilidade 61,74 29,57 4,35 1,74 0,87 1,74 
27 Conteúdo 56,52 30,43 5,22 5,22 0,87 1,74 
 Habilidade 53,91 32,17 6,09 2,61 3,48 1,74 
28 Conteúdo 54,78 34,78 6,09 1,74 0,87 1,74 
 Habilidade 46,09 40,87 8,70 1,74 0,87 1,74 
29 Conteúdo 53,04 35,65 9,57 0,00 0,00 1,74 
 Habilidade 47,83 34,78 13,91 1,74 0,00 1,74 
30 Conteúdo 51,30 28,70 12,17 4,35 1,74 1,74 
 Habilidade 45,22 28,70 16,52 6,09 1,74 1,74 
31 Conteúdo 48,70 33,91 10,43 3,48 1,74 1,74 
 Habilidade 41,74 33,91 17,39 3,48 1,74 1,74 
32 Conteúdo 64,35 22,61 6,96 4,35 0,00 1,74 
 Habilidade 59,13 23,48 12,17 3,48 0,00 1,74 
33 Conteúdo 48,70 24,35 18,26 6,09 0,87 1,74 
 Habilidade 46,96 29,57 14,78 5,22 1,74 1,74 
 34 Conteúdo 50,43 27,83 10,43 7,83 1,74 1,74 
 Habilidade 50,43 29,57 8,70 6,96 2,61 1,74 
35 Conteúdo 61,74 26,09 7,83 1,74 0,87 1,74 
 Habilidade 54,78 33,04 8,70 1,74 0,87 0,87 
36 Conteúdo 66,96 22,61 5,22 3,48 0,00 1,74 
 Habilidade 58,26 27,83 9,57 1,74 1,74 0,87 
continua... 
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37 Conteúdo 56,52 30,43 9,57 1,74 0,00 1,74 
 Habilidade 46,09 40,87 10,43 1,74 0,00 0,87 
38 Conteúdo 58,26 20,87 13,04 3,48 2,61 1,74 
 Habilidade 52,17 27,83 12,17 4,35 2,61 0,87 
39 Conteúdo 53,04 19,13 13,04 12,17 0,87 1,74 
 Habilidade 50,43 26,09 11,30 8,70 2,61 0,87 
40 Conteúdo 62,61 24,35 6,96 2,61 1,74 1,74 
 Habilidade 61,74 20,87 12,17 1,74 2,61 0,87 
41 Conteúdo 46,96 19,13 22,61 3,48 5,22 2,61 
 Habilidade 41,74 24,35 21,74 3,48 6,09 2,61 
42 Conteúdo 63,48 22,61 8,70 0,87 1,74 2,61 
 Habilidade 53,91 26,96 12,17 2,61 1,74 2,61 
43 Conteúdo 57,39 28,70 7,83 0,00 3,48 2,61 
 Habilidade 45,22 32,17 13,91 1,74 4,35 2,61 
44 Conteúdo 74,78 13,91 6,09 0,87 1,74 2,61 
 Habilidade 70,43 14,78 9,57 0,87 1,74 2,61 
45 Conteúdo 66,09 21,74 6,09 3,48 0,00 2,61 
 Habilidade 54,78 30,43 8,70 3,48 0,00 2,61 
46 Conteúdo 67,83 20,00 5,22 4,35 0,00 2,61 
 Habilidade 64,35 21,74 7,83 0,87 2,61 2,61 
47 Conteúdo 69,57 20,00 2,61 4,35 0,00 3,48 
 Habilidade 62,61 20,00 9,57 3,48 0,87 3,48 
48 Conteúdo 62,61 18,26 10,43 4,35 1,74 2,61 
 Habilidade 53,04 25,22 13,04 3,48 2,61 2,61 
49 Conteúdo 69,57 18,26 3,48 1,74 3,48 3,48 
 Habilidade 59,13 20,87 11,30 1,74 4,35 2,61 
50 Conteúdo 71,30 12,17 7,83 5,22 0,87 2,61 
 Habilidade 63,48 21,74 7,83 0,87 3,48 2,61 
51 Conteúdo 55,65 28,70 8,70 1,74 1,74 3,48 
 Habilidade 55,65 29,57 10,43 1,74 0,00 2,61 
52 Conteúdo 61,74 20,87 8,70 3,48 2,61 2,61 
 Habilidade 55,65 26,09 7,83 4,35 2,61 3,48 
53 Conteúdo 66,96 20,87 6,96 2,61 0,00 2,61 
 Habilidade 64,35 22,61 7,83 2,61 0,00 2,61 
54 Conteúdo 64,35 20,87 6,96 2,61 1,74 3,48 
 Habilidade 60,00 26,09 6,96 2,61 1,74 2,61 
55 Conteúdo 67,83 18,26 7,83 2,61 0,87 2,61 
 Habilidade 63,48 18,26 12,17 2,61 0,87 2,61 
 56 Conteúdo 44,35 26,96 17,39 6,96 1,74 2,61 
 Habilidade 38,26 31,30 20,00 6,09 1,74 2,61 
57 Conteúdo 64,35 26,96 3,48 2,61 0,00 2,61 
 Habilidade 61,74 24,35 8,70 2,61 0,00 2,61 
58 Conteúdo 67,83 15,65 9,57 3,48 0,87 2,61 
 Habilidade 61,74 21,74 9,57 3,48 0,87 2,61 
continua... 
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...conclusão 
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59 Conteúdo 52,17 26,09 12,17 5,22 2,61 1,74 
 Habilidade 41,74 33,91 13,91 6,09 2,61 1,74 
60 Conteúdo 70,43 17,39 6,09 0,87 2,61 2,61 
 Habilidade 67,83 20,87 4,35 2,61 2,61 1,74 
61 Conteúdo 69,57 15,65 6,09 1,74 0,00 6,96 
 Habilidade 67,83 19,13 4,35 1,74 0,87 6,09 
62 Conteúdo 73,04 14,78 5,22 0,00 0,87 6,09 
 Habilidade 68,70 20,00 5,22 0,00 0,87 5,22 
63 Conteúdo 54,78 26,96 10,43 0,87 0,87 6,09 
 Habilidade 49,57 27,83 14,78 1,74 0,00 6,09 
64 Conteúdo 51,30 31,30 7,83 3,48 0,00 6,09 
 Habilidade 51,30 27,83 9,57 4,35 0,87 6,09 
65 Conteúdo 70,43 13,91 5,22 2,61 1,74 6,09 
 Habilidade 71,30 14,78 5,22 1,74 0,87 6,09 
66 Conteúdo 74,78 14,78 2,61 1,74 0,00 6,09 
 Habilidade 70,43 14,78 8,70 0,00 0,00 6,09 
67 Conteúdo 55,65 16,52 15,65 3,48 0,87 7,83 
 Habilidade 52,17 21,74 13,04 3,48 1,74 7,83 
68 Conteúdo 46,96 25,22 11,30 6,96 0,87 8,70 
 Habilidade 48,70 21,74 13,91 6,09 1,74 7,83 
 
Fonte:DAES/INEP/MEC - ENC-99 
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Prova
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QUESTÕES OBJETIVAS
1
O hiato de produto, que é a diferença entre o produto
potencial e o efetivo, é negativo quando a economia:
(A) está em recessão.
(B) está em depressão.
(C) inicia seu processo de recuperação.
(D) atinge o pleno emprego.
(E) supera o produto de pleno emprego.
2
Em Contabilidade Nacional, o excesso de poupança priva-
da, em relação ao investimento privado, equivale ao(à):
(A) deficit orçamentário.
(B) deficit comercial.
(C) aumento do endividamento do setor privado.
(D) soma do deficit orçamentário com as exportações
líquidas.
(E) diferença entre o deficit orçamentário e as exportações
líquidas.
3
A medida agregada para descrever o crescimento da
economia ao longo do tempo é o(a):
(A) PIB nominal.
(B) PIB real.
(C) deflator implícito.
(D) taxa de desemprego.
(E) taxa de inflação.
4
O financiamento dos gastos do governo pela criação de
base monetária provoca, no longo prazo, aumento da(o):
(A) inflação.
(B) nível das reservas internacionais.
(C) endividamento externo.
(D) endividamento público.
(E) endividamento privado.
5
Numa economia fechada e sem governo, o nível do Produto
encontra-se em equilíbrio quando o(a):
(A) consumo é igual à poupança.
(B) consumo é menor que a poupança.
(C) poupança é igual ao investimento.
(D) poupança é menor que o investimento.
(E) poupança é maior que o investimento.
6
No modelo ISLM para uma economia fechada, um aumen-
to na oferta monetária desloca a(s) função(ões):
(A) LM para a direita.
(B) LM para a esquerda.
(C) IS para a direita.
(D) IS para a esquerda.
(E) IS e LM para a direita.
7
Segundo a Escola Monetarista, quando expectativas de
inflação aumentam, a Curva de Phillips no curto prazo:
(A) é vertical.
(B) é horizontal.
(C) não varia.
(D) desloca-se para a direita.
(E) desloca-se para a esquerda.
8
Para a Escola Monetarista, a principal causa da inflação e
das flutuações econômicas é a(o):
(A) instabilidade da demanda agregada.
(B) flutuação da taxa de investimento.
(C) flutuação na taxa de câmbio.
(D) flutuação na taxa de juros.
(E) crescimento monetário instável.
9
Para reduzir a taxa natural de desemprego, pela hipótese
das expectativas racionais, as medidas de política econô-
mica são:
(A) inócuas no curto e longo prazos.
(B) inócuas no curto prazo, mas eficazes no longo prazo.
(C) eficazes no curto e longo prazos.
(D) eficazes só a médio prazo.
(E) eficazes no curto prazo, mas inócuas no longo prazo.
10
A demanda por investimento em ativo fixo é influenciada
positivamente por:
(A) aumento na demanda esperada e na taxa nominal de
juros.
(B) aumento na demanda esperada e queda na taxa
nominal de juros.
(C) aumento na demanda esperada e queda na taxa real
de juros.
(D) queda na demanda esperada e na taxa nominal de
juros.
(E)queda na demanda esperada e na taxa real de juros.
Nas questões 11, 12 e 13, assinale a opção que preenche
corretamente as lacunas, na ordem em que estas apa-
recem nos respectivos trechos.
11
No modelo de oferta e demanda agregadas, um aumento
no nível de preços e de produto ocorre quando a curva de
demanda agregada desloca-se para a ____________, e
a curva de oferta agregada é __________ .
(A) direita - vertical.
(B) direita - horizontal.
(C) direita - positivamente inclinada.
(D) esquerda - horizontal.
(E) esquerda - positivamente inclinada.
12
Dada a função consumo C = cY, onde C é o Consumo e Y,
a Renda, o coeficiente c __________________ , e o
multiplicador é __________________ .
(A) é maior do que 1 � menor do que 1.
(B) é maior do que 1 � maior do que 1.
(C) é maior do que 1 � igual a 1.
(D) varia entre 0 e 1 � menor do que 1.
(E) varia entre 0 e 1 � maior do que 1.
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13
A curva de custo marginal é ______________ no trecho em
que se verifica a lei dos rendimentos ______________ .
(A) horizontal � decrescentes.
(B) crescente � decrescentes.
(C) crescente � constantes.
(D) decrescente � decrescentes.
(E) decrescente � constantes.
14
Quando os recursos são escassos, o conceito econômico
de custo relevante é o de custo:
(A) de oportunidade.
(B) ambiental.
(C) contábil
(D) previsto.
(E) histórico.
15
Pela Teoria do Custo de Produção no curto prazo, o custo
total é dividido em:
(A) fixo e variável.
(B) fixo e médio.
(C) médio e marginal.
(D) variável e médio.
(E) variável e marginal.
16
Em um monopsônio existe um:
(A) único vendedor.
(B) único comprador.
(C) único comprador e único vendedor.
(D) pequeno número de vendedores.
(E) pequeno número de compradores.
17
Dada a curva de demanda enfrentada por uma empresa
monopolista, para níveis de demanda diferentes de zero,
a receita marginal é sempre:
(A) superior à receita média.
(B) superior ao custo marginal.
(C) igual à receita média.
(D) inferior à receita média.
(E) inferior ao custo marginal.
18
Para uma firma competitiva, o equilíbrio de mercado é
atingido quando sua receita marginal é igual à(ao):
(A) receita total.
(B) receita média.
(C) utilidade marginal.
(D) custo marginal.
(E) custo total.
19
Considere que UMGi identifica a utilidade marginal de um
bem i qualquer, e UMEi, a utilidade média do mesmo bem
i. Então, a taxa marginal de substituição do bem x pelo bem
y é dada por:
(A) UMEx / UMEy
(B) UMEy / UMEx
(C) �UMGx / UMEy
(D) �UMGx / UMGy
(E) �UMGy / UMGx
20
A Curva de Engel relaciona a demanda por um bem com:
(A) seu preço, dada a renda do consumidor.
(B) a renda do consumidor, dado o seu preço.
(C) a oferta do bem, dada a renda do consumidor.
(D) as demandas dos outros consumidores, dado o nível de
renda.
(E) o nível de renda, dadas as demandas dos outros consu-
midores.
21
Quando o preço de um bem varia, o consumidor muda sua
cesta de consumo de acordo com os efeitos:
(A) utilidade e renda.
(B) utilidade e substituição.
(C) renda e substituição.
(D) preço e renda.
(E) preço e substituição.
22
Considere a seguinte função demanda pelo bem x:
Qx = �2Px/Py + 3M, onde Qx é a quantidade deman-
dada, Px e Py são os preços do bem x e y, respectiva-
mente, e M é o valor do orçamento do consumidor. A
elasticidade-preço da demanda é:
(A) �2/3
(B) �3/2
(C) �3/2P/Qx
(D) �2P/Qx
(E) �3P/Qx
23
Uma alocação eficiente de Pareto é aquela em que:
(A) se permite o crescimento acelerado da economia.
(B) a renda é igualmente distribuída.
(C) todas as necessidades básicas da economia são satis-
feitas.
(D) todos podem aumentar seu nível de satisfação.
(E) não se pode aumentar a satisfação de um agente, sem
diminuir a de outro.
24
Um Equilíbrio de Nash é obtido quando:
(A) todos concordam com a distribuição de ganhos de um
jogo, dadas as escolhas de todos os outros jogadores.
(B) se atinge um impasse na distribuição de ganhos de um
jogo.
(C) cada um dos jogadores faz uma escolha ótima, dadas
as escolhas de todos os outros jogadores.
(D) a escolha de um dos jogadores domina a escolha do
outro.
(E) não existem escolhas ótimas acessíveis aos joga-
dores.
25
De acordo com o Modelo Hecksher/Ohlin de comércio
internacional, um país deverá especializar-se na produ-
ção dos bens quando esta for:
(A) mais barata.
(B) mais eficiente.
(C) mais tradicional.
(D) intensiva na utilização do fator mais eficiente.
(E) intensiva na utilização do fator mais abundante.
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De acordo com a teoria neoclássica do comércio interna-
cional, quando as economias se abrem ao comércio,
surge uma tendência à equalização dos preços:
(A) relativos dos bens e dos preços dos fatores.
(B) relativos dos bens, mas não dos preços dos fatores.
(C) relativos dos bens, apenas se os preços dos fatores se
equalizarem.
(D) relativos dos bens e à queda dos preços dos fatores.
(E) dos fatores, apenas se os preços relativos dos bens se
equalizarem.
27
Em certo país, foi imposta uma tarifa sobre importa-
ções. Há efeitos dessa tarifa sobre o preço do bem, neste
mesmo país e no país exportador?
(A) Sim, de diminuição e aumento, respectivamente.
(B) Sim, de diminuição em ambos.
(C) Sim, de aumento e diminuição, respectivamente.
(D) Sim, de aumento em ambos.
(E) Não, não há efeitos.
28
O valor da poupança externa é dado pelo:
(A) valor dos investimentos estrangeiros diretos.
(B) valor dos empréstimos obtidos no exterior.
(C) valor das entradas de recursos de instituições multila-
terais.
(D) deficit de transações correntes.
(E) saldo do Balanço de Pagamentos �acima da linha�.
29
Pela condição da paridade dos juros, o mercado de câm-
bio está em equilíbrio quando:
(A) o custo do crédito é o mesmo em todos os países.
(B) os depósitos em qualquer moeda oferecem a mesma
taxa de retorno esperada.
(C) os juros sobre a dívida pública são iguais em todos os
países.
(D) as taxas de inflação se igualam em todas as economias.
(E) não há investimento estrangeiro nos mercados finan-
ceiros nacionais.
30
Pelo Acordo de Bretton Woods, assinado em 1944, ao FMI
caberia:
(A) controlar os fluxos de comércio entre os países signa-
tários.
(B) subsidiar o desenvolvimento dos países mais atrasados.
(C) garantir a inviolabilidade dos contratos financeiros
internacionais.
(D) financiar o crescimento e a reconstrução das economi-
as européias.
(E) gerir o sistema de taxas fixas de câmbio adotado no
Acordo.
31
No modelo de Leontief as relações interindustriais são
descritas por um sistema de equações lineares, que tem
solução única quando:
(A) o número de equações é igual ao número de incógnitas.
(B) o número de equações independentes é igual ao de
incógnitas.
(C) as equações são interdependentes, mas em número
igual ao de incógnitas.
(D) há mais equações independentes do que o número de
incógnitas.
(E) há menos equações do que incógnitas.
32
O mercado é atendido por um monopolista, e a curva de
demanda do produto é dada por Q = 20 - P, onde Q e P
são as quantidades e os preços, respectivamente. Então,
a combinação de preço e quantidade (nesta ordem) que
maximiza a receita total do monopolista é:
(A) 5 e 5
(B) 5 e 10
(C) 10 e 5
(D) 10 e 10
(E) 15 e 10
33
No Modelo de Cagan a função da demanda por encaixes
monetários reais (y) é dada por y = exp(� bp), onde exp
significa exponencial, b é um parâmetro, e p é a taxa de
inflação. Seja a receita do imposto inflacionário o produto
da taxa de inflação pela demanda por encaixes monetários
reais. A taxa de inflação que maximiza a receita do imposto
inflacionário é:
(A) 1 + b
(B) 1 � b
(C) 1/(1+b)
(D) 1/b
(E) 1/(1�b)
34
A partir da equação da restrição orçamentária do governo
chega-se à seguinte equação diferencial (supõe-se
não ser possível financiar o deficit via emissão de
moeda): db/dt = p +(r - g)b, onde b é a razão dívida
pública/PIB, p é a razão deficit primário/PIB, r e g são,
respectivamente, a taxa de juros real e a taxa de expansãoda economia (dadas em decimais), e dy/dt é a derivada
de y com relação ao tempo. Neste caso, para dado deficit
primário, a razão dívida/PIB apresentaria trajetória explo-
siva se tivéssemos:
(A) g maior do que r.
(B) r maior do que g.
(C) r maior do que 1+g.
(D) r+g maior do que a unidade.
(E) r+g menor do que a unidade.
35
Um jogo consiste no lançamento de 3 moedas (a moeda
é não viciada). Se der tudo cara ou tudo coroa, o ganho é
de R$ 5,00, mas, dando uma ou duas caras, a perda é de
R$ 3,00. O resultado esperado para o jogo, em reais, será:
(A) 2,00
(B) 1,50
(C) 1,00
(D) � 1,00
(E) � 1,50
36
Para que a distribuição normal de uma variável econômica
fique completamente especificada é preciso conhecer:
(A) a sua variância.
(B) a sua média.
(C) a sua média e a sua variância.
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(D) a variância e o coeficiente de assimetria.
(E) além da média e da variância, outros parâmetros
mais.
37
Em economia, levantamentos estatísticos apóiam-se
extensivamente em amostragem probabilística. Consi-
dere que uma varíavel aleatória tem na população uma
distribuição qualquer. Em amostras aleatórias de tama-
nho n, a distribuição da média amostral teria:
(A) distribuição normal com média zero e variância
unitária.
(B) distribuição normal com a mesma média e a mesma
variância da população.
(C) a média e a variância iguais às da população.
(D) a mesma média da população, mas com a variância n
vezes maior.
(E) a mesma média da população e variância (1/n) vezes
a variância populacional.
38
Estimou-se um modelo econômico e testou-se uma hipó-
tese nula qualquer. A decisão tomada envolve dois tipos
de erro. O erro Tipo I indica a probabilidade de:
(A) rejeitar a hipótese nula quando ela é falsa.
(B) rejeitar a hipótese nula quando ela é verdadeira.
(C) aceitar a hipótese nula quando ela é verdadeira.
(D) aceitar a hipótese nula sendo ela falsa.
(E) ambas as hipóteses, nula e alternativa, serem falsas.
39
Suponha que o ajustamento por Mínimos Quadrados Ordi-
nários da demanda por moeda, com dados trimestrais no
período 1990/1998, tenha resultado em:
Log (M/P) = 1,0 + 0,8 Log Y - 0,5 Log r - 0,3 Log p; R2=0,9; DW=1,98
 (0,3) (0,2) (0,1) (0,1)
onde M/P, Y, r , e p representam, respectivamente, encaixes
reais, PIB real, taxa de juros nominais e taxa de inflação,
com os valores entre parênteses indicando os desvios-
padrão dos respectivos coeficientes. Conclui-se que:
(A) apenas a variável taxa de juros é significativa.
(B) a variável renda é estatisticamente pouco significativa.
(C) a variável taxa de inflação não é estatisticamente
significativa.
(D) o modelo é estatisticamente significativo.
(E) os sinais dos coeficientes contrariam a teoria econômica.
40
Numa regressão entre os gastos com alimentação(variável
dependente) e a renda, com dados de orçamento familiar,
é comum ocorrer a heterocedasticidade nos erros da
regressão, indicando que:
(A) a variância dos erros aumenta com a renda.
(B) a variância dos erros diminui com a renda.
(C) a variância dos erros é constante para todos os níveis da
renda.
(D) os erros são correlacionados serialmente.
(E) os erros não são correlacionados serialmente.
41
No debate relativo à formação do capitalismo, Lefebvre,
Dobb e Takahashi analisam a teoria das �2 vias�, resumida
a seguir:
�O comerciante torna-se industrial pela criação da manufatura
(...). Mas a produção continua subordinada ao comércio e neste
caso não é modificada. Esta é a via 2. De forma contrária, se um
artesão, deixando de produzir para um consumidor local, colo-
ca-se em relação direta com o mercado nacional ou internaci-
onal, o produtor torna-se também negociante: é a via 1 �
revolucionária, na medida em que o comércio encontra-se
subordinado à produção.� (Lefebvre)
Que países realizaram a transição do feudalismo ao capi-
talismo pela 2ª via?
(A) EUA e Itália.
(B) EUA e França.
(C) Alemanha e Inglaterra.
(D) Japão e Alemanha.
(E) Inglaterra e Itália.
42
Vários autores, entre eles Hobsbawm, assinalam a im-
portância do Estado para o desenvolvimento do capitalis-
mo industrial na Inglaterra. Que fatos vinculados à ação
do Estado estão na origem imediata da Revolução Indus-
trial Inglesa, ocorrida a partir da segunda metade do
século XVIII?
(A) Os descobrimentos ultramarinos.
(B) A Reforma Protestante.
(C) A integração do mercado interno e as ações de conquista e
controle dos mercados externos em expansão no século XVIII.
(D) Os investimentos em saúde e educação, e as ações
dirigidas para manutenção de mão-de-obra no campo no
século XVIII.
(E) As políticas protecionistas para incentivar o consumo
de lã e linho implantadas no fim do século XV.
43
Após a 2ª Grande Guerra, os EUA consolidaram sua
posição de liderança na economia mundial. Que setores
da indústria norte-americana comandaram a expansão
econômica no período compreendido entre o pós-guerra
e o início da década de 70?
(A) Automotriz, eletroeletrônico e aeroespacial.
(B) Químico e farmacêutico.
(C) Têxtil, siderúrgico e de construção naval.
(D) Petroquímico e de telecomunicações.
(E) De fertilizantes e de construção civil.
44
A �Crise do Petróleo�, iniciada em fins de 1973, é conside-
rada como o fator �detonador� da crise econômica mundial
que perpassa toda a década de 80. Em sua primeira fase,
a crise afetou significativamente as condições do mercado
internacional, em especial o conjunto das economias dos
países subdesenvolvidos não exportadores de petróleo.
Os fatores que influenciaram negativamente essas eco-
nomias são:
(A) redução do preço internacional das matérias-pri-
mas (exceto o petróleo); ação do fenômeno conheci-
do por �inflação importada�; e aumento do endivida-
mento externo.
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(B) elevação do deficit do Balanço de Pagamentos; au-
mento do preço internacional das matérias-primas; e
aumento do desemprego.
(C) diminuição da capacidade de importação; recessão
econômica; e superavit na Balança de Serviços.
(D) financiamento privado externo a taxas de juros meno-
res por se tratar de países subdesenvolvidos; estabiliza-
ção das taxas de crescimento do PIB; e deficts públicos
crescentes.
(E) ação do fenômeno da �inflação importada�; redução da
capacidade de exportação; e estabilização dos índices de
preços.
45
O império colonial português estava � ... fundado naquilo
que se convencionou chamar de o pacto colonial �.
(Prado Junior)
O elemento marcante do pacto colonial foi o(a):
(A) conjunto de políticas de estímulo à organização de base
produtiva diversificada voltada ao mercado externo.
(B) exclusivismo do comércio entre as colônias e a
metrópole.
(C) estímulo à integração econômica interna a fim de
aumentar a produtividade média das colônias.
(D) política tributária baseada na cobrança do "quinto".
(E) utilização do trabalho escravo na produção de produtos
para exportação.
46
O nascimento e a consolidação da indústria no Brasil
apresentam interpretações divergentes. No entanto,
há elementos de consenso em autores como Dean,
Furtado, Leff, Peláez e Tavares, entre os quais pode-se
apontar o fato de que:
(A) a expansão do setor exportador estimulou o desen-
volvimento industrial antes de 1930.
(B) a política monetária foi fator decisivo no crescimento da
base indústrial até 1930.
(C) as políticas cambial e aduaneira retardaram o desen-
volvimento industrial.
(D) o �choque externo� da I Grande Guerra incentivou a
expansão da capacidade industrial.
(E) os investimentos do Estado no setor de bens de
produção tiveram um papel importante a partir da década
de 20.
47
Em relação aos efeitos da crise de 1929 sobre a economia
brasileira, Celso Furtado, em sua obra clássica, afirma
que:
�(...) a política de defesa do setor cafeeiro nos anos de
grande depressão concretiza-se num verdadeiro progra-
ma de fomento da renda nacional.�
(Furtado)
Em síntese,esta política consistia no(a):
(A) estímulo ao emprego.
(B) valorização do preço do café estabelecida pelo Convênio de
Taubaté.
(C) conversão das dívidas do setor cafeeiro em títulos do
governo.
(D) compra e destruição do café pelo governo.
(E) compra e formação de estoque, pelo governo, de café
que foi exportado posteriormente.
48
As bases para o desenvolvimento do capitalismo moderno
e oligopolista no Brasil foram criadas pelo Presidente
Getúlio Vargas. Que instrumentos de política econômica
foram adotados a fim de criar essas bases?
(A) Política monetária e fiscal de fundo ortodoxo.
(B) Política agressiva e sistemática de estímulo às
exportações.
(C) Política industrial executada pelo BNDE e voltada para
os setores de bens de consumo duráveis.
(D) Desenvolvimento de um sistema financeiro sólido e di-
versificado.
(E) Planejamento econômico e criação de empresas
estatais.
49
O Plano de Metas implementado pelo Governo Kubitschek
foi fundamental para o processo de desenvolvimento
econômico brasileiro. Na sua elaboração, utilizou-se o
conceito de pontos de estrangulamento.
Os setores que foram identificados como pontos de
estrangulamento da economia brasileira são:
(A) indústria de bens de consumo duráveis e não duráveis.
(B) indústrias de construção civil e siderúrgica.
(C) educação e saúde.
(D) energia, transporte e alimentação.
(E) exportadores de produtos manufaturados.
50
Na evolução recente da economia brasileira destaca-se
o período conhecido por �Milagre Econômico�, quando as
taxas de crescimento do PIB superaram seus parâmetros
históricos de comportamento.
Os resultados econômicos obtidos nesse período têm
como base reformas e políticas econômicas implementadas
pelo Regime Militar instaurado em 1964.
NÃO se inclui entre as reformas e políticas adotadas no
período a:
(A) Reforma Tributária que foi consolidada pela Constituição de
1967.
(B) Reforma do Sistema Financeiro e Monetário, incluindo
a criação do Banco Central.
(C) política de incentivo às exportações, aproveitando a
capacidade ociosa derivada da crise econômica.
(D) política de melhoria da distribuição de renda das
classes menos favorecidas, objetivando ampliar o mer-
cado de bens de consumo não duráveis.
(E) criação de segmento específico para financiamento
habitacional com vistas a aumentar a oferta de emprego
na indústria de construção civil.
51
A Teoria da Renda da Terra de Ricardo o levou a uma série
de conclusões sobre as relações entre desenvolvimento
econômico e distribuição de renda no longo prazo, que
corresponde às tendências de:
(A) declínio na velocidade da acumulação de capital,
elevação do custo de reprodução da força de trabalho
e elevação na parcela da renda nacional apropriada
pelos proprietários de terra.
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(B) declínio na velocidade da acumulação de capital,
insuficiência crônica de demanda por bens manufatura-
dos e elevação na parcela da renda nacional apropriada
pelos exportadores de grãos.
(C) equalização da taxa de lucro, aumento da parcela da
renda nacional apropriada pelos trabalhadores e declínio
proporcional da parcela apropriada pelos proprietários
de terra.
(D) queda na taxa de lucro, elevação do salário real dos
trabalhadores e elevação proporcional na parcela da
renda nacional apropriada pelos proprietários de terra.
(E) queda na taxa de juros, introdução de progresso
técnico intensivo em capital e queda no salário nominal
dos trabalhadores.
52
A crítica ao pensamento mercantilista e às suas implica-
ções protecionistas em política econômica foi um dos
pontos de partida da Economia Política de Adam Smith.
Keynes, no entanto, no capítulo 23 da Teoria Geral,
buscou recuperar o legado mercantilista. Seu argumento
para fazê-lo era a(o):
(A) importância do ouro como meio de entesouramento
pelos comerciantes que o detêm.
(B) importância dos superavits na Balança Comercial
como componente positivo na redução da taxa de juros
e no incremento da demanda efetiva.
(C) argumento de que as tarifas protecionistas sempre
aumentam os salários reais e o consumo dentro da �zona
protegida�.
(D) argumento de que as indústrias nascentes só pros-
peram se forem isoladas da concorrência internacional.
(E) argumento de que o incremento das exportações é o
único meio de estimular o desenvolvimento econômico
em economias estagnadas.
53
�Dai ao cozinheiro uma medida de ervilhas e ele as
mandará para a mesa cozidas e temperadas� dai, pelo
contrário, esta mesma medida ao agricultor para que ele
as utilize na terra, e , no devido tempo, ele vos devolverá
pelo menos o quádruplo da medida recebida. Eis a verda-
deira e única produção.�
(Paoletti, citado por Napoleoni: O Valor na Teoria Econômica ,
Martins Fontes, 1977)
O parágrafo acima assinala a tese fundamental de uma
�escola� de pensamento econômico na interpretação que
faz do funcionamento do capitalismo. A tese e a �escola�
acima referidas são:
54
A Lei de Say foi aceita sem restrições por David Ricardo,
mas contestada frontalmente por Malthus, cujo principal
argumento na sua crítica a Ricardo e a Say foi a:
(A) da assimetria entre o crescimento da população e o
crescimento da produção de alimentos como obstáculo
à expansão da demanda.
(B) da diferença entre trabalho incorporado e trabalho coman-
dado como indicadora da existência de capacidade ociosa na
indústria.
(C) de que a preferência pela liquidez dos proprietários de
terra impediria sempre a demanda de crescer na mesma
proporção que a oferta.
(D) de que a demanda efetiva tende a ser inferior à oferta
, dado que, pela sua preferência pela indolência, a classe
capitalista não gasta, mas entesoura boa parte dos
lucros que aufere.
(E) de que a demanda efetiva tende a ser superior à
oferta, dada a alta propensão ao endividamento da
classe capitalista.
55
Na teoria do valor-trabalho formulada por Marx , a expres-
são do valor é dada por V = c + v + m, onde V = valor, c = capital
constante, v = capital variável, m = mais-valia. Do anterior
é possível extrair as relações m/v, c/v e m/(c + v). Essas
relações significam respectivamente:
(A) massa de lucro, taxa de exploração e composição
orgânica do capital.
(B) composição orgânica do capital, taxa de juros e massa
de mais-valia.
(C) taxa de mais-valia, composição orgânica do capital e taxa
de lucro.
(D) taxa de lucro, composição orgânica do capital e taxa de
mais-valia.
(E) taxa de lucro, massa de lucro e taxa de mais-valia.
56
Nas teorias macroeconômicas recentes, a presença e a
importância do conceito de expectativas é indiscutível.
Entretanto, existe uma diferença fundamental no tratamen-
to da sua formação nas teorias novo-clássica e pós-
keynesiana que pode ser expressa, respectivamente, por:
(A) postulação da não-neutralidade da moeda no longo
prazo e da sua neutralidade.
(B) pressuposição da estabilidade e ergodicidade
(repetibilidade) no comportamento do sistema econômi-
co e da instabilidade e não-ergodicidade sistêmicas.
(C) utilização de uma função de oferta de moeda endógena
informando as decisões dos agentes e de uma função de
oferta de moeda exógena.
(D) utilização do princípio dos riscos financeiros constan-
tes e dos riscos financeiros crescentes.
(E) adoção da teoria quantitativa da moeda e da dos fundos
emprestáveis.
57
A teoria da determinação dos preços proposta por Alfred
Marshall é uma tentativa de síntese entre a:
(A) lei de Say e a teoria do subconsumo de Malthus-
Sismondi.
(B) lei de Walras e a teoria do fundo de salários de J. Stuart
Mill.
EscolaTese
(A)
(B)
(C)
(D)
(E)
Vantagens comparativas da
agricultura de grãos
Impossibilidade da geração de
excedente na agricultura
Exclusividade da agricultura na
criação de excedente
Retornos crescentes da
agricultura
Retornos decrescentes na
agricultura
 Mercantilista
Fisiocrata
Fisiocrata
Clássica
Clássica
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(C) teoria objetiva do valor-via custos de produção de
Ricardo-Mill e a teoriasubjetiva do valor-utilidade de Jevons.
(D) teoria dos preços de produção proposta por Marx e a
teoria da demanda criada pelo próprio Marshall.
(E) teoria do valor-trabalho comandado de Adam Smith e
a teoria da renda diferencial de Ricardo.
58
A �revolução keynesiana� concebida a partir da Teoria
Geral, publicada em 1936, contém várias �frentes� de
crítica às formulações do pensamento neoclássico então
dominante, entre as quais podem-se incluir a(o):
(A) relação entre poupança e crescimento da renda, a
teoria da demanda por moeda e o equilibrio no mercado
de trabalho.
(B) relação entre poupança e crescimento da renda, o papel
dos bancos e a lei dos rendimentos decrescentes do capital.
(C) teoria da demanda por moeda, a função de oferta
agregada e a relação entre poupança e investimento.
(D) distinção entre risco e incerteza, a produtividade mar-
ginal decrescente do trabalho e a tendência do capital de
se converter de fator abundante em fator escasso.
(E) equilíbrio no mercado de trabalho, a função de oferta
agregada e a eficiência marginal do capital.
59
Tratando-se da metodologia referente à história do pensa-
mento econômico, é INCORRETO afirmar que:
(A) do ponto de vista metodológico, a Riqueza das Nações,
de Smith, conjuga argumentos indutivos e dedutivos.
(B) do ponto de vista metodológico, os Princípios de Econo-
mia Política e Tributação, de Ricardo, repousam numa
argumentação estruturada dentro do método dedutivo.
(C) do ponto de vista da metodologia econômica, o Holismo
e o individualismo metodológicos são pontos de partida
mutuamente exclusivos.
(D) o método neoclássico baseia-se no princípio da aná-
lise das escolhas individuais em detrimento do foco sobre
os agregados (o individualismo metodológico).
(E) a contribuição mais importante de Milton Friedman à
metodologia econômica (feita em 1953) foi a sua tese de
que, numa proposição teórica, a validade das conclu-
sões deve estar totalmente condicionada ao realismo
das premissas.
60
A �Teoria do Subdesenvolvimento da Cepal� foi elaborada
principalmente por Raul Prebisch e Aníbal Pinto. O diag-
nóstico cepalino das causas básicas do subdesenvolvi-
mento indicava que, nos �países periféricos�, a:
(A) difusão muito rápida do progresso técnico levava à
baixa de preços no setor industrial e a sobrelucros no setor
agrícola, estrangulando dessa forma a continuidade do
próprio processo de industrialização.
(B) ausência da absorção dos frutos do progresso téc-
nico pela sociedade criava uma distribuição perversa da
renda que retardava a industrialização e acentuava a
superioridade tecnológica dos �países centrais�, ten-
dendo a perpetuar um círculo vicioso.
(C) ausência da absorção dos frutos do progresso técnico
pelas empresas criava um estímulo à exportação do exce-
dente agrícola, o que, por sua vez, inseria nesses países
uma pressão inflacionária crônica que estrangulava sua
capacidade exportadora.
 (D) ausência de desenvolvimento se devia às sanções
impostas a esses países pelo �imperialismo� dos países
centrais, os quais proibiam toda e qualquer iniciativa
industrializante na �periferia�.
(E) ausência de desenvolvimento se devia à formação de
blocos econômicos regionais constituídos exclusivamen-
te por esses países e totalmente independentes dos
países centrais.
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QUESTÕES DISCURSIVAS
De cada uma das áreas de conteúdo apresentadas abaixo (Teoria Econômica, Métodos Quantitativos, História
Econômica e Cultura Econômica), você deverá escolher uma questão para responder. Você responderá, portanto, a
um total de quatro questões discursivas, todas pertencentes a áreas de conteúdo diferentes.
TEORIA ECONÔMICA
1
Nas últimas décadas tem havido, em quase todas as partes do mundo, um movimento crescente no sentido da formação
de blocos regionais de comércio, destacando-se, entre os mais importantes, a União Européia, o Nafta e o Mercosul.
As justificativas para esses processos de integração econômica são várias. Apresente três vantagens e uma desvan-
tagem de um processo de integração do ponto de vista de cada nação. (Valor: 10,0 pontos)
Padrão de Resposta Esperado:
Vantagens da Integração: (foram solicitadas três)
a) ampliação da divisão do trabalho e da especialização produtiva, melhorando a alocação dos recursos em cada país;
b) possibilidade do aproveitamento de economias de escala, decorrentes da especialização em alguns segmentos
produtivos, que agora passarão a dispor de um mercado maior que o nacional;
c) ampliação da capacidade de exportação e importação de bens em condições privilegiadas (já que as alíquotas
são zero entre os países membros do bloco comercial);
d) aumento do poder de barganha de cada país nas negociações internacionais;
e) possibilidade da utilização de uma política comum de defesa comercial, em função dos interesses comunitários;
f) adoção crescente de mecanismos de coordenação de políticas econômicas nacionais (cambiais, fiscais, monetárias
e de comércio exterior) que propiciam um aumento na estabilidade política e econômica de cada membro do bloco comercial;
g) aumento dos vínculos de solidariedade política e econômica entre as nações integradas, com a crescente valorização
de princípios democráticos de governo. (valor: 7,5 pontos, sendo 2,5 pontos para cada vantagem correta)
Desvantagens da integração: (foi solicitada uma)
a) a integração implica uma relativa perda de soberania nacional, já que os governos de cada país membro terão de
compartilhar com outras nações muitas decisões antes tomadas de forma independente e soberana;
b) alguns segmentos de cada economia serão prejudicados pela concorrência dos produtos mais baratos dos parceiros
do bloco comercial;
c) possibilidades da existência de casos de desvio de comércio, ou seja, de substituição de fontes de suprimento mais
baratas de terceiros países por fontes mais caras dos países integrantes do bloco comercial. (valor: 2,5 pontos)
2
O conceito de elasticidade é um dos mais relevantes da Ciência Econômica. Apresente o conceito de elasticidade-preço
da demanda e explique a sua importância para um empresário monopolista. (valor: 10,0 pontos)
Padrão de Resposta Esperado:
Conceito: elasticidade-preço da demanda é uma relação entre variações percentuais em preços e variações percentuais
em quantidades vendidas ou compradas. (valor: 3,0 pontos)
Importância: Para um empresário, o conhecimento da elasticidade-preço da demanda de um produto é fundamental para
determinar a sua estratégia de preços no mercado. No caso em que a demanda do seu produto for elástica a preço, o
empresário se sentirá potencialmente incentivado a reduzir preços, pois reduzindo preços ele vai vender mais e ter uma
receita maior. No caso em que a demanda for inelástica, o empresário se sentirá potencialmente motivado a elevar os
preços dos seus produtos no mercado, pois a queda percentual nas quantidades vendidas será sempre inferior aos
aumentos percentuais de preços e, sendo assim, a sua receita total será sempre maior.
(valor: 3,5 pontos para 1º caso; 3,5 pontos para 2º caso)
MÉTODOS QUANTITATIVOS
3
Uma empresa distribuidora de energia elétrica possui a seguinte estrutura de preços para a classe de consumidores
industriais:
· entre 0 e 10 Kw: R$ 0,5 por Kw
· mais de 10 Kw e no máximo 30 Kw: R$ 0,4 por Kw
· mais de 30 Kw: R$ 0,3 por Kw
Considerando uma função que relaciona o preço total à quantidade de Kws efetivamente consumida, responda aos itens
abaixo.
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a) Esta função é contínua ao longo de todo o seu domínio? Por quê? (valor: 5,0 pontos)
b) Esta função é diferenciável ao longo de todo o seu domínio? Por quê? (valor: 5,0 pontos)
Padrão de Resposta Esperado:
a) Não, a função não é contínua ao longo de todo seu domínio.(valor: 2,5 pontos)
Ela apresenta pontos de descontinuidade quando a quantidade é igual a 10 e 30, pois os limites inferiores e superiores
são diferentes nestes pontos. (valor: 2,5 pontos)
b) Não, a função não é diferenciável ao longo de todo seu domínio. (valor: 2,5 pontos)
Não sendo contínua ao longo de todo seu domínio, a função não pode ser diferenciável ao longo de todo seu domínio.
(valor: 2,5 pontos)
4
Em uma situação na qual desejamos mensurar a variação dos preços dos produtos alimentícios que compõem uma
cesta básica de um consumidor representativo de uma determinada cidade, em dois períodos diferentes, por exemplo,
durante os meses de janeiro e fevereiro, determine:
a) que instrumental analítico possibilitaria esta comparação, levando-se em conta o fato de não existir uma medida
física comum para os produtos que compõem essa cesta alimentícia? (valor: 5,0 pontos)
b) qual o princípio básico existente por trás da construção desse instrumento? (valor: 5,0 pontos)
Padrão de Resposta Esperado:
a) A solução é a construção de um número-índice. A idéia por trás da construção de números-índices é justamente
propiciar uma base de comparação para agregados de produtos cujas medidas físicas não são equivalentes. (Obs.:
Apesar de não ter sido explicitamente solicitado, a quase totalidade dos formandos procurou apresentar alguma
justificativa para a solução indicada). (valor: 5,0 pontos)
b) O princípio básico é a ponderação da participação relativa de cada produto alimentício no total da cesta do consumidor
representativo, formando uma base que se considera fixa entre os períodos analisados, possibilitando a comparação
da variação dos preços da cesta como um todo entre esses períodos. (valor: 5,0 pontos)
HISTÓRIA ECONÔMICA
5
As grandes transformações ocorridas na economia internacional nos anos 80 e 90 foram interpretadas como o processo
de globalização econômica. O significado dessa globalização tem provocado muita controvérsia, em que uma das
questões centrais se refere à perda de autonomia dos Estados Nacionais quanto à capacidade de formular suas próprias
políticas econômicas.
Analise esta controvérsia, discutindo a possibilidade de os Estados Nacionais preservarem ou não uma autonomia
relativa na formulação de suas políticas econômicas. (valor: 10,0 pontos)
Padrão de Resposta Esperado:
Poderão ser aceitas como corretas as seguintes hipóteses de respostas:
1ª - o formando não aceita a existência da controvérsia e justifica sua posição; (valor: 10,0 pontos)
2ª - o formando aceita a controvérsia e a qualifica, abordando pontos mínimos como:
- a globalização reduz o grau de autonomia, mas não o anula; (valor: 5,0 pontos)
- os Estados Nacionais não precisam aceitar passivamente os efeitos da globalização, mas podem promover uma
inserção ativa de suas economias, preservando sua autonomia relativa. (valor: 5,0 pontos)
Exemplos de políticas de inserção ativa que podem ser citados nas respostas: política científica e tecnológica, política
de investimento, política educacional, política industrial, promoção de exportações.
Em ambas as hipóteses o formando pode fornecer argumentos, neoliberais ou não, para fundamentar seu raciocínio,
mostrando a relevância ou irrelevância da questão da autonomia.
6
O Plano Real, ao pretender controlar a inflação e fortalecer a moeda nacional, provocou também um desequilíbrio externo,
expresso no deficit em conta de Transações Correntes do Balanço de Pagamentos.
Discuta as causas desse desequilíbrio externo, destacando o papel do deficit público interno e da defasagem cambial
no mesmo. (valor: 10,0 pontos)
Padrão de Resposta Esperado:
A resposta deve indicar pontos mínimos:
- a defasagem cambial, ao valorizar o real, desestimula as exportações e estimula as importações; (valor: 5,0 pontos)
- o deficit público interno atua elevando a demanda agregada e provocando um aumento de importações.
(valor: 5,0 pontos)
Obs.: Em ambos os pontos pode ser aceita a referência à abertura comercial que acompanha o Plano Real.
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CULTURA ECONÔMICA
7
Ao longo da história do pensamento econômico, podem-se distinguir duas linhas que norteiam as análises da questão
de formação de preços: uma privilegia os preços de mercado; outra, os preços de produção. Discorra resumidamente
sobre essas duas abordagens, destacando as principais diferenças entre elas. (valor: 10,0 pontos)
Padrão de Resposta Esperado:
Espera-se que a resposta contenha os seguintes pontos:
- Paradigma neoclássico: concentra-se nos preços de mercado, determinados pela oferta e demanda.
(valor: 2,5 pontos)
O valor é determinado pela utilidade e escassez (se o formando citar apenas utilidade, a resposta deve ser aceita).
(valor: 2,5 pontos)
- Paradigmas clássico e marxista: concentram-se nos preços naturais ou de produção, que tendem a prevalecer no
mercado no longo prazo. (valor: 2,5 pontos)
O valor é determinado pela quantidade de trabalho necessária à produção. Se, no caso de Ricardo, o formando
mencionar também a taxa de lucro como um dos determinantes do valor, a resposta deve ser aceita. No caso de Smith,
há a possibilidade de o formando mencionar duas teorias do valor: incorporado e comandado. (valor: 2,5 pontos)
Obs.: São aceitas também como corretas as terminologias teoria do valor e teoria marginalista.
8
No início da década de 70, era mais fácil ser um estudante de macroeconomia. Apesar de algumas vozes discordantes,
havia um certo consenso com relação às questões básicas referentes às causas das flutuações do produto e às políticas
econômicas para evitá-las. Um fato empírico e o recrudescimento das críticas a esse consenso alteraram profundamente
os rumos da macroeconomia, deixando os macroeconomistas menos seguros.
Analise a afirmativa acima. Sua resposta deve conter os seguintes pontos: fato empírico que abalou o consenso e uma
crítica que também tenha abalado esse consenso. (valor: 10,0 pontos)
Padrão de Resposta Esperado:
- Fato empírico que abalou o consenso: choques de oferta e/ou coexistência de taxas de inflação e desemprego
crescentes nos anos 70, ou estagflação; (valor: 5,0 pontos)
- As críticas, na sua maioria, desenvolvem-se em torno dos seguintes pontos: falta de fundamentos microeconômicos;
não-incorporação de expectativas na formulação de políticas. (A citação de qualquer crítica nessa direção deve ser aceita).
(valor: 5,0 pontos)
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Análise do
Questionário-
Pesquisa
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A qui são apresentadas as distribuições de freqüência obtidas a partir das respostas dos graduandos em
Economia ao questionário-pesquisa, que integra o Exame Nacional de Cursos 1999, e algumas análises descri-
tivas dos resultados, agregados por região geográfica e por dependência administrativa.
O quadro abaixo apresenta as distribuições do número de graduandos que responderam ao questionário
socioeconômico do ENC-99, por região e por dependência administrativa. Este número, 8.828, corresponde a
cerca de 94% do total de graduandos presentes. Observa-se que a maioria dos graduandos concentra-se na
região Sudeste e nas instituições privadas.
Do Quadro 1 ao Quadro 84, encontram-se as respostasdos graduandos, em números percentuais, a cada
alternativa das questões apresentadas.
Quadro 1
Distribuição dos graduandos
Características dos graduandos
Cerca de 68% dos graduandos de Economia são solteiros e 78,5% não têm filhos; 60% têm no máximo
dois irmãos. Observa-se que os percentuais mais elevados de graduandos provenientes de famílias numerosas,
com quatro ou mais irmãos, encontram-se no Norte, Nordeste e Centro-Oeste, onde correspondem a 43,9, 35,4
e 35,2%, respectivamente (Quadros 2 a 4).
A maior parte do tempo em que freqüentaram o curso, 71% dos graduandos residiram com os pais ou
parentes (Quadro 6).
Quadro 2
Qual é o seu estado civil?
5HJL}HV�'HSHQGrQFLD� 6ROWHLUR� &DVDGR� 6HSDUDGR��
'HVTXLWDGR��
'LYRUFLDGR�
9L~YR� 2XWUR� 6,�
5HJL}HV� 
Norte 59,8 24,1 7,4 0,6 7,1 1,1 
Nordeste 66,6 25,4 4,2 0,7 2,3 0,8 
Sudeste 74,8 18,1 3,5 0,4 1,8 1,3 
Sul 58,0 33,1 3,5 0,4 3,8 1,3 
Centro-Oeste 57,1 33,3 4,3 0,8 3,7 0,9 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 71,0 20,0 3,8 0,6 3,3 1,3 
Estadual 72,5 21,7 2,9 0,2 1,8 0,9 
Municipal 62,5 29,1 3,6 0,5 2,8 1,5 
Privada 66,3 25,3 4,1 0,5 2,6 1,1 
7RWDO�%UDVLO�� ����� ����� ���� ���� ���� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
*UDGXDQGRV�5HJL}HV��������������������� 
'HSHQGrQFLD� 1�� ��
5HJL}HV� 
Norte 353 4,0 
Nordeste 1.438 16,3 
Sudeste 4.492 50,9 
Sul 1.752 19,8 
Centro-Oeste 793 9,0 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 2.034 23,0 
Estadual 1.210 13,7 
Municipal 608 6,9 
Privada 4.976 56,4 
7RWDO�%UDVLO� ������ ������
 
Fonte:DAES/INEP/MEC - ENC-99 
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Quadro 3
Quantos irmãos você tem?
5HJL}HV�'HSHQGrQFLD� 1HQKXP� 8P� 'RLV� 7UrV� 4XDWUR�RX�PDLV� 6,�
5HJL}HV� � � � � � �
Norte 5,7 13,6 25,2 11,0 43,9 0,6 
Nordeste 5,6 15,4 26,4 16,6 35,4 0,6 
Sudeste 8,2 30,1 30,9 13,7 16,5 0,5 
Sul 5,4 21,6 27,8 17,2 27,5 0,5 
Centro-Oeste 4,4 15,3 28,4 15,9 35,2 0,9 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 6,8 23,3 30,1 15,3 23,9 0,5 
Estadual 6,4 20,7 30,0 15,9 26,6 0,4 
Municipal 6,3 25,7 27,8 15,5 24,3 0,5 
Privada 7,0 25,0 28,6 14,5 24,3 0,6 
7RWDO�%UDVLO�� ���� ����� ����� ����� ����� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
Quadro 4
Quantos filhos você tem?
5HJL}HV�'HSHQGrQFLD� 1HQKXP� 8P� 'RLV� 7UrV� 4XDWUR�RX�PDLV� 6,�
5HJL}HV� � � � � � �
Norte 63,5 17,0 11,9 4,5 2,8 0,3 
Nordeste 73,4 15,6 6,9 3,2 0,7 0,2 
Sudeste 85,3 8,2 4,2 1,8 0,2 0,2 
Sul 73,6 14,8 8,4 2,2 0,7 0,2 
Centro-Oeste 67,0 13,5 13,1 4,8 1,3 0,4 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 79,7 11,9 5,5 1,9 0,7 0,3 
Estadual 81,1 10,5 5,4 2,4 0,4 0,2 
Municipal 78,0 13,7 5,3 2,0 1,0 0,2 
Privada 77,5 11,4 7,5 2,8 0,6 0,2 
7RWDO�%UDVLO�� ����� ����� ���� ���� ���� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
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Quadro 5
Como você se considera?
5HJL}HV�'HSHQGrQFLD� %UDQFR� 1HJUR� 3DUGR���PXODWR� $PDUHOR� ,QGtJHQD� 6,�
5HJL}HV� � � � � � �
Norte 47,3 4,2 42,2 4,8 0,8 0,6 
Nordeste 56,1 6,0 33,9 3,5 0,3 0,1 
Sudeste 83,3 3,1 10,2 2,6 0,5 0,2 
Sul 92,0 1,5 4,5 1,4 0,3 0,3 
Centro-Oeste 61,9 2,8 29,9 4,9 0,1 0,4 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 70,2 4,9 21,7 2,3 0,6 0,3 
Estadual 75,4 2,4 17,5 4,3 0,2 0,2 
Municipal 88,5 1,8 7,6 1,5 0,2 0,5 
Privada 79,2 3,1 14,3 2,8 0,4 0,2 
7RWDO�%UDVLO�� ����� ���� ����� ���� ���� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
Quadro 6
Com quem você morou durante a maior parte do tempo em que freqüentou este curso superior?
5HJL}HV�'HSHQGrQFLD� &RP�SDLV���
H�RX�RXWURV�
SDUHQWHV�
&RP�
HVSRVR�D��
ILOKR�V��
&RP�
DPLJRV�
(P�
DORMDPHQWR�
XQLYHUVLWiULR�
6R]LQKR� �6,�
5HJL}HV� � � � � � �
Norte 66,6 24,4 1,7 0,6 6,5 0,3 
Nordeste 73,7 16,1 5,3 1,2 3,8 0,0 
Sudeste 76,6 11,8 6,5 1,4 3,5 0,2 
Sul 58,9 24,9 8,2 1,4 6,3 0,2 
Centro-Oeste 62,7 29,1 3,2 0,3 4,8 0,0 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 68,6 14,6 9,3 3,5 3,9 0,1 
Estadual 64,5 14,2 14,0 1,5 5,7 0,0 
Municipal 72,2 21,1 3,0 0,0 3,8 0,0 
Privada 73,4 18,5 3,3 0,4 4,3 0,2 
7RWDO�%UDVLO�� ����� ����� ���� ���� ���� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
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A renda familiar mensal da maioria dos graduandos se distribui eqüitativamente nas duas faixas que vão de
R$391,00 até R$2.600,00. Nas faixas de renda que vão até R$1.300,00, destacam-se os percentuais do Nordes-
te, Sul e Norte, com cerca de 48, 45 e 42%, respectivamente; enquanto que nas faixas acima de R$2.600,00, os
percentuais mais elevados são encontrados no Sudeste e nas instituições privadas, e somam, respectivamente,
43,6 e 40,1% (Quadro 7).
Quadro 7
Em qual das faixas abaixo você calcula estar a soma da renda mensal dos membros
da sua família que moram em sua casa?
5HJL}HV�'HSHQGrQFLD� $Wp��������
5���������
'H����������
5���������D�
5�����������
'H�����������
5�����������D�
5�����������
'H������������
5�����������D�
5�����������
0DLV�GH���
5�����������
6,�
5HJL}HV� � � � � � �
Norte 4,2 37,4 28,3 22,1 7,4 0,6 
Nordeste 11,5 36,4 26,1 20,2 5,6 0,1 
Sudeste 2,8 22,5 30,7 29,9 13,7 0,5 
Sul 4,8 40,6 34,2 16,4 3,7 0,3 
Centro-Oeste 4,4 33,2 28,2 26,5 7,2 0,5 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 6,6 34,8 29,1 21,9 7,3 0,3 
Estadual 8,6 39,5 24,5 20,2 7,0 0,2 
Municipal 3,3 36,2 38,7 19,2 2,3 0,3 
Privada 3,3 24,9 31,2 28,1 12,0 0,5 
7RWDO�%UDVLO�� ���� ����� ����� ����� ���� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
Com relação ao grau de escolaridade de pais e mães dos graduandos, mais da metade deles têm no
máximo o ensino fundamental, a maioria, incompleto; enquanto que, apenas 24,8% dos pais e 18,8% das mães
concluíram o ensino superior, destacando-se com os percentuais mais elevados o Sudeste e as instituições
federais, estaduais e privadas, especialmente em relação aos pais (Quadros 8 e 9).
Quadro 8
Qual o grau de escolaridade do seu pai?
5HJL}HV��
'HSHQGrQFLD�
1HQKXPD�
HVFRODULGDGH�
(QVLQR�
IXQGDPHQWDO�
LQFRPSOHWR������
�DWp�D����VpULH�GR�
SULPHLUR�JUDX��
(QVLQR�
IXQGDPHQWDO�
FRPSOHWR���������
�DWp�D����VpULH�GR�
SULPHLUR�JUDX��
(QVLQR�
PpGLR�
�VHJXQGR�
JUDX��
FRPSOHWR�
6XSHULRU� 6,�
5HJL}HV� � � � � � �
Norte 6,2 29,2 22,9 21,2 20,1 0,3 
Nordeste 5,6 32,4 14,3 26,8 20,7 0,1 
Sudeste 2,4 31,4 13,9 19,9 31,8 0,6 
Sul 4,0 50,3 16,4 15,9 13,1 0,4 
Centro-Oeste 5,8 37,8 16,0 18,9 20,9 0,5 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 4,1 29,2 14,7 24,3 27,3 0,4 
Estadual 5,2 42,6 13,4 15,3 23,2 0,3 
Municipal 3,6 56,1 16,1 15,5 8,4 0,3 
Privada 3,2 34,4 15,4 20,3 26,2 0,5 
7RWDO�%UDVLO�� ���� ����� ����� ����� ����� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
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Quadro 9
Qual o grau de escolaridade de sua mãe?
5HJL}HV��
'HSHQGrQFLD�
1HQKXPD�
HVFRODULGDGH�
(QVLQR�
IXQGDPHQWDO�
LQFRPSOHWR������
�DWp�D����VpULH�GR�
SULPHLUR�JUDX��
(QVLQR�
IXQGDPHQWDO�
FRPSOHWR���������
�DWp�D����VpULH�GR�
SULPHLUR�JUDX��
(QVLQR�
PpGLR�
�VHJXQGR�
JUDX��
FRPSOHWR�
6XSHULRU� 6,�
5HJL}HV� � � � � � �
Norte 5,7 30,3 18,7 30,3 15,0 0,0 
Nordeste 4,6 27,3 15,5 33,2 19,2 0,1 
Sudeste 3,5 30,0 17,9 25,1 23,2 0,3 
Sul 3,3 51,0 19,0 16,5 9,8 0,5 
Centro-Oeste 5,8 35,3 19,7 23,8 15,1 0,3 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 3,3 28,7 17,3 28,5 22,0 0,2 
Estadual 5,0 38,5 15,2 21,9 19,3 0,2 
Municipal 4,9 56,1 20,7 13,2 4,4 0,7 
Privada 3,8 32,8 18,5 25,4 19,2 0,3 
7RWDO�%UDVLO�� ���� ����� ����� ����� ����� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
Para chegarem até a sua instituição, cerca de 44% dos graduandos utilizam transporte coletivo e 37%,
transporte próprio. O percentual mais elevado dos que utilizam transporte coletivo encontra-se nas instituições
federais � cerca de 60% � e nas regiões Norte e Nordeste � cerca de 53 e 49%, respectivamente � enquanto que
os percentuais daqueles que utilizam transporte próprio destacam-se no Centro-Oeste e nas instituições munici-
pais � cerca de 49 e 47%, respectivamente (Quadro 10).
Quadro 10
Qual o meio de transporte mais utilizado por você parachegar à sua instituição?
5HJL}HV�'HSHQGrQFLD� &DUUR�RX�
PRWRFLFOHWD�
SUySULRV�
&DUUR�
GRV�SDLV�
&DURQD�FRP�
DPLJRV�H�
YL]LQKRV�
7UDQVSRUWH�
FROHWLYR�
�{QLEXV��WUHP��
PHWU{��
2XWUR� 6,�
5HJL}HV� � � � � � �
Norte 35,1 7,1 3,7 52,7 0,8 0,6 
Nordeste 29,4 10,4 5,6 48,7 5,8 0,1 
Sudeste 38,2 8,5 3,6 43,7 5,8 0,2 
Sul 35,4 5,5 3,5 45,4 9,8 0,3 
Centro-Oeste 48,9 9,6 2,8 33,4 4,9 0,4 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 24,0 6,5 2,2 60,1 7,1 0,1 
Estadual 30,3 9,2 6,2 42,8 11,1 0,4 
Municipal 46,9 6,3 4,3 35,5 6,6 0,5 
Privada 42,8 9,0 3,9 39,3 4,8 0,2 
7RWDO�%UDVLO�� ����� ���� ���� ����� ���� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
A maioria dos graduandos de Economia - cerca de 65% - durante a maior parte do tempo em que freqüentou o
curso trabalhou mais de 20 horas semanais, sendo que quase metade deles trabalhou em tempo integral (40 horas ou
mais), destacando-se nessa situação os graduandos do Sul e das instituições municipais e privadas (Quadro 11).
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Quadro 11
Durante a maior parte do seu curso, qual foi a carga horária aproximada de sua
atividade remunerada (não contar estágio remunerado) ?
5HJL}HV��
'HSHQGrQFLD�
1mR�H[HUFL�
DWLYLGDGH�
UHPXQHUDGD�
7UDEDOKHL�
HYHQWXDOPHQWH��
VHP�YtQFXOR�
WUDEDOKLVWD�
7UDEDOKHL�
DWp����
KRUDV�
VHPDQDLV�
7UDEDOKHL�PDLV�
GH����KRUDV�H�
PHQRV�GH����
KRUDV�
VHPDQDLV�
7UDEDOKHL�HP�
WHPSR�LQWHJUDO�
���KRUDV�
VHPDQDLV�RX�
PDLV�
6,�
5HJL}HV� � � � � � �
Norte 26,1 11,0 5,9 20,4 36,3 0,3 
Nordeste 23,6 12,0 7,2 18,6 38,3 0,3 
Sudeste 24,7 8,2 4,6 13,7 48,4 0,4 
Sul 12,7 6,7 3,2 14,4 62,6 0,5 
Centro-Oeste 17,9 9,3 4,4 18,2 49,9 0,3 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 33,5 12,3 8,1 18,9 26,8 0,3 
Estadual 29,2 9,7 5,5 13,1 42,3 0,2 
Municipal 7,6 5,1 1,8 11,8 73,2 0,5 
Privada 16,6 7,4 3,6 14,8 57,2 0,4 
7RWDO�%UDVLO�� ����� ���� ���� ����� ����� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
A maioria dos graduandos, em todas as regiões e tipos de instituição, utiliza microcomputador. A maior parte
daqueles que não possuem microcomputador utiliza-o fora do ambiente doméstico. Cerca de 69% declaram utilizá-lo
para diversas finalidades: entretenimento, trabalhos escolares, trabalhos profissionais e pesquisa (Quadros 12 e 13).
Os graduandos aprenderam a operar microcomputador: cerca de 36% deles, em cursos especializados,
estes concentrados mais no Norte e Nordeste; 30%, sozinhos, destacando-se entre eles os graduandos do
Sudeste, e 27,2%, no local de trabalho (Quadro 14).
Em todas as regiões e tipos de instituição, os programas mais utilizados pelos graduandos nos seus
trabalhos escolares e profissionais são os processadores de texto, as planilhas eletrônicas e os programas de
apresentação gráfica, utilizados respectivamente por cerca de 99, 84 e 42% dos graduandos (Quadro 15).
Os graduandos têm acessado a Internet: cerca de 29% deles, utilizando equipamento de sua residência,
por meio de assinatura paga; 24,3%, utilizando equipamento disponível no local de trabalho; 22,1%, a partir de
equipamento da própria IES. Observa-se que na região Norte 29,5% dos graduandos nunca tiveram oportunidade
de acessar a Internet (Quadro 16).
Quadro 12
Existe microcomputador em sua casa?
5
HJ
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��
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HS
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5HJL}HV� � � � � � �
Norte 27,2 19,8 0,8 47,0 4,8 0,3 
Nordeste 30,7 15,2 1,2 43,3 8,8 0,7 
Sudeste 46,9 19,7 0,9 29,2 2,7 0,6 
Sul 36,1 17,5 0,8 40,4 4,5 0,6 
Centro-Oeste 32,2 16,5 1,0 41,6 7,4 1,3 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 41,3 15,0 0,9 37,3 5,2 0,2 
Estadual 37,1 15,6 0,7 39,6 6,5 0,5 
Municipal 33,4 17,9 0,8 42,6 4,3 1,0 
Privada 41,0 20,3 1,0 33,0 3,9 0,8 
7RWDO�%UDVLO�� ����� ����� ���� ����� ���� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
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Quadro 13
Para que você utiliza o microcomputador?
5HJL}HV��
'HSHQGrQFLD�
$SHQDV�SDUD�
HQWUHWHQL�
PHQWR�
3DUD�SUHSDUDU�
WUDEDOKRV�
HVFRODUHV�
3DUD�SUHSDUDU�
WUDEDOKRV�
SURILVVLRQDLV�
3DUD�
SHVTXLVD�
(P�WRGDV�DV�
FLUFXQVWkQFLDV�
DFLPD�
6,�
5HJL}HV� � � � � � �
Norte 0,9 20,5 12,7 1,2 64,2 0,6 
Nordeste 1,2 17,7 12,6 3,0 65,3 0,2 
Sudeste 1,0 17,0 7,9 1,6 72,1 0,4 
Sul 1,3 22,5 10,1 1,0 64,9 0,2 
Centro-Oeste 0,6 19,0 10,5 2,5 67,2 0,3 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 0,8 20,7 7,9 1,7 68,5 0,4 
Estadual 0,4 19,6 10,4 2,0 67,3 0,3 
Municipal 0,9 21,7 10,0 1,8 65,7 0,0 
Privada 1,3 17,0 9,9 1,7 69,8 0,3 
7RWDO�%UDVLO�� ���� ����� ���� ���� ����� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
Quadro 14
Caso utilize microcomputador, como você aprendeu a operá-lo?
5HJL}HV��
'HSHQGrQFLD�
6R]LQKR� 6R]LQKR��FRP�
ELEOLRJUDILD�
HVSHFLDOL]DGD�
1D�PLQKD�
LQVWLWXLomR�GH�
HQVLQR�VXSHULRU�
1R�PHX�
ORFDO�GH�
WUDEDOKR�
(P�FXUVRV�
HVSHFLDOL]DGRV�
6,�
5HJL}HV� � � � � � �
Norte 15,1 4,5 4,8 25,3 49,4 0,9 
Nordeste 19,3 6,7 6,0 20,7 46,9 0,4 
Sudeste 26,9 8,3 6,6 26,5 31,5 0,3 
Sul 19,2 5,9 6,9 33,8 34,0 0,1 
Centro-Oeste 17,7 4,9 7,3 28,5 41,1 0,6 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 24,9 9,6 8,2 18,4 38,6 0,3 
Estadual 24,7 6,6 7,6 22,5 38,2 0,4 
Municipal 16,6 5,4 6,3 37,5 34,0 0,2 
Privada 22,5 6,4 5,6 30,6 34,5 0,3 
7RWDO�%UDVLO�� ����� ���� ���� ����� ����� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
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Quadro 15
Caso utilize microcomputador em seus trabalhos escolares e profissionais,
que tipo de programa(s) você opera?
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5HJL}HV� � � � � � �
Norte 22,0 44,6 23,8 6,9 1,8 0,9 
Nordeste 18,3 42,7 30,3 6,1 1,8 0,9 
Sudeste 11,8 40,8 35,3 11,2 0,9 0,1 
Sul 17,0 43,2 30,2 8,1 1,3 0,2 
Centro-Oeste 17,7 41,3 29,1 9,6 2,0 0,3 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 16,2 48,2 25,7 8,9 0,7 0,3 
Estadual 16,1 40,8 31,2 10,6 1,0 0,3 
Municipal 14,7 38,7 37,5 6,7 1,9 0,5 
Privada 13,9 39,7 34,9 9,7 1,4 0,3 
7RWDO�%UDVLO�� ����� ����� ����� ���� ���� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
Quadro 16
Caso utilize microcomputador, você tem predominantemente acessado
a Internet a partir de que equipamento?
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5HJL}HV� � � � � � �
Norte 9,6 25,0 25,3 10,5 29,5 0,0 
Nordeste 21,9 25,3 19,7 11,8 20,8 0,5 
Sudeste 21,3 33,2 24,3 8,3 12,5 0,3 
Sul 30,6 20,2 25,9 8,4 14,7 0,1 
Centro-Oeste 13,7 27,7 28,1 11,219,3 0,1 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 26,6 27,3 19,5 9,7 16,6 0,3 
Estadual 26,3 22,1 23,0 9,8 18,6 0,1 
Municipal 32,9 18,4 27,3 9,5 11,9 0,0 
Privada 18,0 31,8 26,2 8,9 14,8 0,3 
7RWDO�%UDVLO�� ����� ����� ����� ���� ����� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
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Cerca de 40% dos graduandos leram, durante o curso, uma média anual de dois a três livros não escola-
res; enquanto que as proporções daqueles que leram menos de dois livros e mais de três, foram, respectivamen-
te, 29,4 e 30,6% (Quadro 17).
Em todas as regiões e tipos de IES, a maioria dos graduandos diz que diariamente, ou duas vezes por
semana, lê jornais. Para se manterem atualizados sobre os acontecimentos do mundo contemporâneo, o meio
utilizado por 45,5% é a TV, e por 30,9% é o jornal (Quadros 18 e 19).
Quadro 17
Durante o seu curso de graduação, quantos livros você leu em média por ano,
excetuando-se os livros escolares?
5HJL}HV�'HSHQGrQFLD� 1HQKXP� 8P� 'RLV�D�WUrV� 4XDWUR�D�FLQFR� 6HLV�RX�PDLV� 6,�
5HJL}HV� � � � � � �
Norte 8,8 17,8 43,6 11,0 18,7 0,0 
Nordeste 7,3 16,8 43,8 15,3 16,5 0,3 
Sudeste 10,6 20,3 39,4 13,9 15,5 0,2 
Sul 10,3 19,5 37,6 15,1 17,4 0,2 
Centro-Oeste 10,8 20,3 37,6 14,5 16,4 0,4 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 9,4 19,5 38,2 14,9 17,9 0,1 
Estadual 7,6 17,4 40,1 16,2 18,5 0,2 
Municipal 10,9 24,5 38,3 13,5 12,7 0,2 
Privada 10,7 19,3 40,6 13,7 15,5 0,3 
7RWDO�%UDVLO�� ����� ����� ����� ����� ����� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
Quadro 18
Você costuma ler jornais?
5HJL}HV�'HSHQGrQFLD� 1XQFD� 5DUDPHQWH� 6RPHQWH�DRV�
GRPLQJRV�
'XDV�YH]HV�
SRU�VHPDQD�
'LDULDPHQWH� 6,�
5HJL}HV� � � � � � �
Norte 0,3 15,6 19,3 22,4 42,5 0,0 
Nordeste 0,6 22,7 13,4 25,3 37,9 0,1 
Sudeste 0,8 14,4 12,4 22,0 50,1 0,3 
Sul 0,3 18,3 11,9 21,3 48,1 0,1 
Centro-Oeste 0,6 23,5 11,6 21,4 42,6 0,3 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 0,7 17,4 13,2 22,5 46,1 0,1 
Estadual 0,8 20,9 9,9 24,6 43,6 0,2 
Municipal 0,2 21,9 15,3 22,5 39,8 0,3 
Privada 0,6 15,9 12,9 21,8 48,7 0,2 
7RWDO�%UDVLO�� ���� ����� ����� ����� ����� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
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Quadro 19
Qual o meio que você mais utiliza para se manter atualizado sobre
os acontecimentos do mundo contemporâneo?
5HJL}HV�'HSHQGrQFLD� -RUQDO� 5HYLVWDV� 79� 5iGLR� ,QWHUQHW� 6,�
5HJL}HV� � � � � � �
Norte 20,4 20,4 54,7 0,0 4,0 0,6 
Nordeste 18,2 21,0 54,7 1,0 4,7 0,4 
Sudeste 36,9 12,5 39,4 4,1 6,3 0,8 
Sul 30,7 12,4 47,9 3,5 4,9 0,6 
Centro-Oeste 24,8 12,2 54,0 2,1 5,7 1,1 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 29,1 12,9 50,3 2,0 5,6 0,1 
Estadual 29,9 14,9 46,6 2,1 6,2 0,2 
Municipal 30,3 15,1 43,1 4,1 6,3 1,2 
Privada 31,9 14,4 43,5 3,7 5,4 1,0 
7RWDO�%UDVLO�� ����� ����� ����� ���� ���� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
A maioria dos graduandos, em todas as regiões e tipos de IES, considera praticamente nulo seus conhe-
cimentos em Inglês e/ou apenas sabe ler, mas não escreve nem fala neste idioma. Entre os que sabem ler,
escrever e falar em Inglês destacam-se os percentuais do Sudeste (41,3%) e das instituições federais (37,9%). O
mesmo ocorre, em maiores proporções, com a língua espanhola: 50,4% consideram praticamente nulo seus
conhecimentos neste idioma e 35,6% apenas lêem em Espanhol (Quadros 20 e 21).
Com relação aos idiomas Francês, Alemão, Italiano e Japonês, 69% dizem que não são capazes de se
comunicar em nenhum deles. Mas vale ressaltar que, na região Sul, 23,3% dos graduandos são capazes de se
comunicar em Italiano (Quadro 22).
Quadro 20
Como você considera seu conhecimento da língua inglesa?
5HJL}HV��
'HSHQGrQFLD�
3UDWLFDPHQWH�
QXOR�
/HLR��PDV�
QmR�HVFUHYR�
QHP�IDOR�
/HLR�H�HVFUHYR�
EHP��PDV�QmR�
IDOR�
/HLR�H�HVFUHYR�
EHP�H�IDOR�
UD]RDYHOPHQWH�
/HLR��
HVFUHYR�H�
IDOR�EHP�
6,�
5HJL}HV� � � � � � �
Norte 47,0 20,7 7,1 20,4 4,8 0,0 
Nordeste 41,4 26,7 8,7 17,8 5,2 0,2 
Sudeste 29,0 21,5 7,8 23,0 18,3 0,3 
Sul 49,2 23,6 7,9 15,1 3,9 0,3 
Centro-Oeste 48,3 25,1 6,6 14,6 5,2 0,3 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 30,6 22,6 8,8 23,1 14,8 0,2 
Estadual 37,8 23,2 6,8 18,8 13,1 0,2 
Municipal 49,2 22,4 8,1 16,9 3,1 0,3 
Privada 38,8 23,3 7,7 18,9 11,0 0,3 
7RWDO�%UDVLO�� ����� ����� ���� ����� ����� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
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Quadro 21
Como você considera seu conhecimento da língua espanhola?
5HJL}HV��
'HSHQGrQFLD�
3UDWLFDPHQWH�
QXOR�
/HLR��PDV�
QmR�HVFUHYR�
QHP�IDOR�
/HLR�H�HVFUHYR�
EHP��PDV�QmR�
IDOR�
/HLR�H�HVFUHYR�
EHP�H�IDOR�
UD]RDYHOPHQWH�
/HLR��
HVFUHYR�H�
IDOR�EHP�
6,�
5HJL}HV� � � � � � �
Norte 45,3 41,1 3,7 7,9 2,0 0,0 
Nordeste 57,9 34,4 1,7 4,2 1,7 0,1 
Sudeste 49,2 34,7 2,3 8,5 5,0 0,3 
Sul 44,0 41,1 2,7 8,3 3,7 0,2 
Centro-Oeste 60,5 28,1 1,3 6,8 2,9 0,4 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 37,6 44,9 2,8 9,4 5,3 0,1 
Estadual 47,7 38,7 2,3 7,2 4,0 0,2 
Municipal 63,3 27,6 1,0 5,8 1,8 0,5 
Privada 54,8 32,0 2,2 7,2 3,6 0,3 
7RWDO�%UDVLO�� ����� ����� ���� ���� ���� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
Quadro 22
Em qual das línguas estrangeiras abaixo você é capaz de se comunicar melhor?
5HJL}HV�'HSHQGrQFLD� )UDQFrV� $OHPmR� ,WDOLDQR� -DSRQrV� 1HQKXPD�GHVVDV� 6,�
5HJL}HV� � � � � � �
Norte 10,8 0,8 11,6 0,8 75,9 0,0 
Nordeste 8,4 1,3 12,5 0,7 77,0 0,1 
Sudeste 10,5 1,9 19,7 1,7 66,0 0,2 
Sul 4,5 5,8 23,3 1,1 64,9 0,3 
Centro-Oeste 7,7 0,5 11,3 1,8 77,9 0,8 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 11,4 2,9 14,6 0,9 70,2 0,0 
Estadual 9,8 3,3 15,4 2,3 68,8 0,4 
Municipal 3,9 5,4 19,9 0,8 69,6 0,3 
Privada 7,9 1,6 20,1 1,5 68,6 0,3 
7RWDO�%UDVLO�� ���� ���� ����� ���� ����� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
Cerca de 54% dos graduandos nunca desenvolveram nenhuma atividade artística; os que o fizeram dedi-
caram-se principalmente à dança ou à música, respectivamente 19,1 e 16,5%. São mais significativos, no entan-
to, em todas as regiões e tipos de instituição, os percentuais dos que praticaram alguma atividade física ou
desportiva: cerca de 89%, a maioria deles tendo praticado atividades físicas individuais ou se dedicado ao futebol
(Quadros 23 e 24).
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Quadro 23
Qual das atividades artísticas abaixo você desenvolve ou já desenvolveu por mais tempo?
5HJL}HV�'HSHQGrQFLD� 7HDWUR� $UWHV�SOiVWLFDV� 0~VLFD� 'DQoD� 1HQKXPD� 6,�
5HJL}HV�� � � � � � �
Norte 4,0 2,5 15,9 21,0 56,4 0,3 
Nordeste 5,1 3,1 13,2 16,5 61,9 0,2 
Sudeste 6,2 4,4 18,6 19,8 50,6 0,3 
Sul 5,7 3,7 15,1 18,7 56,4 0,3 
Centro-Oeste 6,4 4,0 13,6 19,3 56,1 0,5 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 5,2 3,3 16,1 17,4 57,8 0,1 
Estadual 6,4 4,1 18,2 16,1 54,9 0,2 
Municipal 7,1 5,1 14,5 18,4 54,8 0,2 
Privada 5,8 4,0 16,4 20,5 52,7 0,4 
7RWDO�%UDVLO�� ���� ���� ����� ����� ����� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
Quadro 24
Qual das atividades físicas / desportivas abaixo você desenvolve
ou já desenvolveu por mais tempo?
5HJL}HV��
'HSHQGrQFLD�
$WLYLGDGHV�ItVLFDV�
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1HQKXPD� 6,�
5HJL}HV� � � � � � �
Norte 34,8 26,3 16,4 11,6 10,8 0,0 
Nordeste 35,6 29,1 12,5 11,3 11,3 0,1 
Sudeste 41,0 27,6 11,4 9,8 9,7 0,6 
Sul 34,0 30,5 14,3 8,3 12,7 0,2 
Centro-Oeste 38,3 25,5 12,7 10,7 12,1 0,6 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 39,5 27,3 12,3 9,3 11,3 0,3 
Estadual 37,0 29,8 12,5 10,0 10,6 0,1 
Municipal 32,1 30,4 14,8 10,2 12,3 0,2 
Privada 38,8 27,8 12,2 10,0 10,5 0,6 
7RWDO�%UDVLO�� ����� ����� ����� ���� ����� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
O percentual dos graduandos que freqüentaram o ensino médio em escolas públicas é praticamente igual
ao dos que freqüentaram escolas privadas - cerca de 41% - havendo, no entanto, variações entre as regiões e os
diversos tipos de instituição; os percentuais daqueles provenientes do ensino médio público são mais elevados
no Sul e Centro-Oestee nas instituições estaduais e municipais (Quadro 25).
A grande maioria dos graduandos concluiu o ensino médio no ensino regular: cerca de 61% fizeram curso
comum ou de educação geral, enquanto que 28,4% concluiu curso Técnico (Quadro 26).
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Quadro 25
Em que tipo de escola você freqüentou o ensino médio ( segundo grau)?
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7RGR�HP�
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$�PDLRU�SDUWH�
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HVFROD�S~EOLFD�
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HVFROD�SULYDGD�
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5HJL}HV� � � � � � �
Norte 38,5 42,8 10,8 4,2 3,1 0,6 
Nordeste 32,6 50,8 6,9 5,8 3,8 0,1 
Sudeste 38,8 44,5 6,0 6,0 4,4 0,3 
Sul 54,2 25,6 8,8 6,4 4,7 0,2 
Centro-Oeste 42,0 36,2 8,3 6,8 6,3 0,4 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 36,7 45,8 7,7 6,5 3,2 0,1 
Estadual 49,1 35,6 6,9 4,8 3,5 0,2 
Municipal 59,4 21,4 6,3 5,9 6,7 0,3 
Privada 38,7 42,7 7,0 6,2 5,0 0,4 
7RWDO�%UDVLO�� ����� ����� ���� ���� ���� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
Quadro 26
Qual foi o tipo de curso de ensino médio (segundo grau) que você concluiu?
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5HJL}HV� 
Norte 62,0 25,2 7,6 2,0 2,8 0,3 
Nordeste 64,5 26,8 4,9 1,0 2,3 0,6 
Sudeste 66,9 25,2 3,8 2,6 1,1 0,5 
Sul 47,5 37,2 5,3 6,4 3,2 0,4 
Centro-Oeste 51,7 31,8 5,4 7,3 3,5 0,3 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 68,2 24,2 3,8 1,7 1,6 0,4 
Estadual 60,2 26,7 6,4 3,0 3,1 0,6 
Municipal 44,1 44,6 3,8 4,9 2,0 0,7 
Privada 60,4 28,6 4,5 4,1 1,9 0,4 
7RWDO�%UDVLO�� ����� ����� ���� ���� ���� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
Cerca de 71% dos graduandos de Economia estudam de uma a cinco horas, em média, por semana.
Observa-se que, nas instituições federais e estaduais e na região Nordeste, esta média é mais elevada, especi-
almente nas IES federais, onde cerca de 33% dos graduandos dedicam, em média, mais de cinco horas por
semana aos estudos (Quadro 27).
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Quadro 27
Durante o seu curso de graduação, quantas horas por semana você tem dedicado,
em média, aos seus estudos, excetuando-se as horas de aula?
5HJL}HV�'HSHQGrQFLD� 1HQKXPD��DSHQDV�
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5HJL}HV� � � � � � �
Norte 3,4 33,7 41,6 12,2 8,8 0,3 
Nordeste 3,8 32,5 35,8 16,9 10,7 0,3 
Sudeste 9,8 38,6 30,8 11,0 9,2 0,4 
Sul 8,0 43,5 30,5 10,0 7,8 0,3 
Centro-Oeste 7,2 45,8 31,1 9,0 6,7 0,3 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 2,9 26,9 36,7 18,0 15,1 0,4 
Estadual 6,0 33,4 34,1 13,1 13,2 0,2 
Municipal 10,4 49,8 29,8 6,4 3,0 0,7 
Privada 10,2 44,0 29,9 9,3 6,1 0,4 
7RWDO�%UDVLO�� ���� ����� ����� ����� ���� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
Em todas as regiões e tipos de IES, a maioria dos graduandos não destaca nenhuma atividade acadêmica
que tenham desenvolvido durante o período de realização do curso, além das obrigatórias; no entanto, 18,1%
deles destacam suas atividades em projetos de pesquisa conduzidos por professores da IES. Com relação às
atividades extraclasse, uma proporção ainda maior - cerca de 75% - não destaca nenhuma dessas atividades
(Quadros 28 e 29).
Quadro 28
Destaque uma dentre as atividades acadêmicas que você desenvolveu por mais tempo durante
o período de realização do seu curso de graduação, além daquelas obrigatórias.
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5HJL}HV� 
Norte 63,2 3,4 5,1 22,4 5,1 0,8 
Nordeste 65,5 8,3 2,4 17,5 6,1 0,3 
Sudeste 63,7 7,0 3,3 17,8 7,9 0,3 
Sul 65,9 5,5 2,8 16,7 8,6 0,5 
Centro-Oeste 64,1 5,4 2,0 22,4 5,7 0,4 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 64,5 11,8 4,3 10,7 8,7 0,1 
Estadual 58,5 8,3 2,4 19,0 11,3 0,4 
Municipal 61,8 5,1 4,6 21,2 7,1 0,2 
Privada 66,2 4,4 2,4 20,5 6,0 0,5 
7RWDO�%UDVLO�� ����� ���� ���� ����� ���� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
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Quadro 29
Que atividade(s) extraclasse oferecida(s) pela sua instituição você mais desenvolveu durante
o período de realização do seu curso de graduação?
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Norte 80,5 7,6 0,8 6,5 3,7 0,8 
Nordeste 75,6 6,7 1,5 12,2 3,7 0,3 
Sudeste 71,8 9,1 1,5 10,6 6,7 0,3 
Sul 78,7 6,5 1,6 9,0 3,8 0,5 
Centro-Oeste 78,1 5,0 1,0 11,9 3,8 0,3 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 69,3 12,0 1,7 11,7 5,2 0,1 
Estadual 68,3 9,6 1,8 12,4 7,5 0,4 
Municipal 76,8 4,8 1,8 11,0 5,1 0,5 
Privada 78,2 6,0 1,2 9,4 4,7 0,4 
7RWDO�%UDVLO�� ����� ���� ���� ����� ���� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
Os eventos que contaram com a participação dos graduandos foram promovidos, em sua maior parte,
pelas próprias IES. Por outro lado, destacam-se, especialmente nas regiões Norte e Sudeste e nas instituições
privadas, os percentuais daqueles que não participaram de nenhum evento durante o curso (Quadro 30).
Quadro 30
Por qual entidade foi promovida a maior parte dos eventos (congressos, jornadas, cursos
de extensão) de que você participou no decorrer do seu curso de graduação?
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5HJL}HV� 
Norte 32,9 4,2 23,2 11,6 27,5 0,6 
Nordeste 42,2 5,1 21,6 9,9 20,6 0,6 
Sudeste 48,8 5,1 12,1 7,0 26,4 0,5 
Sul 60,6 3,5 15,0 4,1 16,6 0,4 
Centro-Oeste 50,1 4,5 14,5 8,4 22,1 0,4 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 44,3 5,5 20,3 8,2 21,5 0,2 
Estadual 55,5 4,5 20,2 4,1 15,4 0,4 
Municipal 57,2 2,8 18,4 3,5 17,6 0,5 
Privada 49,3 4,7 11,0 8,0 26,4 0,6 
7RWDO�%UDVLO�� ����� ���� ����� ���� ����� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
São pouco significativos os percentuais dos graduandos que foram beneficiados com algum tipo de bolsa
de estudos para custeio das despesas do curso. Destacam-se os que foram beneficiados com bolsas de entida-
des externas, nas instituições municipais � cerca de 17% - e aqueles que receberam bolsa do Crédito Educativo,
no Centro-Oeste - 12,9% - e nas instituições privadas - 12,5% (Quadro 31).
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Quadro 31
Você foi beneficiado por algum tipo de bolsa de estudos para custeio das despesas do curso?
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5HJL}HV� 
Norte 83,3 8,5 0,6 3,4 4,0 0,3 
Nordeste 80,5 9,4 1,0 3,3 5,5 0,3 
Sudeste 74,6 6,2 2,5 9,3 7,0 0,5 
Sul 79,0 7,4 0,6 4,2 8,6 0,3 
Centro-Oeste 73,0 12,9 1,0 6,1 6,6 0,5 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 92,9 0,3 1,6 0,6 4,3 0,2 
Estadual 92,5 0,8 1,2 0,7 4,4 0,3 
Municipal 66,1 5,9 0,5 10,2 17,1 0,2 
Privada 67,4 12,5 1,9 10,3 7,3 0,5 
7RWDO�%UDVLO�� ����� ���� ���� ���� ���� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
Características dos cursos, segundo os graduandos
Em todas as regiões e tipos de IES, as turmas de aulas teóricas dos graduandos contaram, em sua
maioria, com uma média de no máximo 50 alunos. Turmas mais numerosas, acima de 50 alunos, ocorrem em
maiores proporções nas instituições municipais e no Sudeste (Quadro 32).
Com relação às aulas práticas, a maioria dos graduandos, cerca de 54%, diz que elas raramente ou nunca
são oferecidas; enquanto que 31,7% acham que estas aulas não são necessárias ao curso de Economia. A
maioria considera que todas, ou a maior parte delas, comportam um número adequado de alunos em relação aos
equipamentos, material e espaço pedagógico disponíveis; no entanto 36% consideram que poucas ou nenhuma
aula prática apresenta estas condições (Quadros 33 e 34).
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Quadro 32
Durante a maior parte do seu curso de graduação, considerando-se apenas as aulas
teóricas, qual o número médio de alunos por turma?
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Norte 43,3 53,5 2,8 0,0 0,0 0,3 
Nordeste 53,3 41,6 4,5 0,3 0,1 0,2 
Sudeste 34,1 42,3 16,5 6,3 0,5 0,4 
Sul 40,2 44,6 13,1 1,5 0,3 0,3 
Centro-Oeste 56,2 40,5 2,0 0,3 0,1 0,9 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 49,2 43,3 6,2 0,8 0,3 0,1 
Estadual 45,1 41,6 12,0 0,8 0,2 0,2 
Municipal 30,8 37,3 23,0 8,2 0,2 0,5 
Privada 37,5 43,8 13,1 4,8 0,3 0,5 
7RWDO�%UDVLO�� ����� ����� ����� ���� ���� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
Quadro 33
Quanto às aulas práticas do seu curso, o que você diria?
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Norte 17,8 44,2 28,9 3,1 2,5 3,4 
Nordeste 22,2 41,8 26,4 3,2 4,0 2,5 
Sudeste 38,1 24,7 22,2 5,2 6,8 3,0 
Sul 27,6 25,7 27,9 6,0 9,6 3,3 
Centro-Oeste 27,7 33,0 24,5 5,0 5,4 4,3 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 38,0 33,5 19,7 2,5 3,9 2,5 
Estadual 34,6 31,7 22,4 3,3 5,0 3,0 
Municipal 21,4 25,5 34,5 9,5 6,7 2,3 
Privada 29,7 27,3 25,7 5,8 8,1 3,5 
7RWDO�%UDVLO�� ����� ����� ����� ���� ���� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
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Quadro 34
As aulas práticas comportam um número adequado de alunos, em relação
aos equipamentos, material e espaço pedagógico disponíveis?
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Nordeste 12,9 22,8 8,9 39,4 15,1 0,8 
Sudeste 30,2 28,0 8,3 21,9 10,6 1,0 
Sul 26,0 32,5 10,0 21,3 9,3 0,9 
Centro-Oeste 28,9 30,0 6,1 23,8 10,5 0,7 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 15,7 26,4 7,5 33,0 15,3 2,1 
Estadual 19,4 28,3 7,5 30,5 12,9 1,3 
Municipal 26,2 33,7 10,0 21,0 9,1 0,0 
Privada 29,9 28,1 8,9 22,3 10,0 0,9 
7RWDO�%UDVLO� ����� ����� ���� ����� ����� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
Os equipamentos dos laboratórios são considerados atualizados pela metade dos graduandos, embora a
maior parte deles os considerem em número insuficiente. Outras proporções significativas, especialmente no Norte
e Nordeste e nas instituições estaduais, consideram estes equipamentos inoperantes ou inexistentes (Quadro 35).
Quadro 35
Com relação ao(s) laboratório(s) utilizado(s) durante o seu curso de graduação,
de que tipo de equipamentos ele(s) dispõe(m)?
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Norte 8,5 19,5 4,0 12,7 53,0 2,3 
Nordeste 8,3 26,8 1,6 9,7 50,0 3,6 
Sudeste 25,9 28,0 2,7 8,2 31,5 3,7 
Sul 23,7 34,3 2,7 10,4 26,8 2,1 
Centro-Oeste 25,6 29,1 2,8 10,3 29,1 3,0 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 10,1 29,2 3,3 15,1 38,5 3,8 
Estadual 13,5 25,3 2,6 9,8 44,8 4,0 
Municipal 30,8 36,8 1,8 6,4 23,0 1,2 
Privada 27,7 28,6 2,4 7,1 31,3 3,1 
7RWDO�%UDVLO�� ����� ����� ���� ���� ����� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
A maioria dos graduandos, em todas as regiões e tipos de IES, considera que há disciplinas, várias e/ou
poucas, que deveriam ter seu conteúdo integrado ao de outras; no entanto, a maior parte acha que nenhuma
delas deveria ser eliminada. A maioria também considera que, embora o currículo do curso seja bem elaborado,
poderia incorporar novas disciplinas (Quadros 36 e 37).
Quanto ao dimensionamento das disciplinas em relação a tempo/conteúdo, a maioria dos graduandos,
em todas as regiões e tipos de IES, considera que algumas disciplinas, e/ou muitas delas, estão mal
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dimensionadas; no entanto, uma proporção significativa dos graduandos - cerca de 32% - consideram-nas bem
dimensionadas (Quadro 38).
Quadro 36
Tomando por base a sua vivência escolar, você considera que há disciplinas do seu curso
de graduação que deveriam ser eliminadas ou ter seu conteúdo integrado a outras?
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Norte 16,4 32,0 14,7 33,1 2,3 1,4 
Nordeste 10,3 26,8 16,4 43,9 2,4 0,2 
Sudeste 16,2 30,0 14,0 35,6 3,7 0,5 
Sul 15,4 31,1 14,7 35,0 3,4 0,4 
Centro-Oeste 17,8 25,2 15,3 37,3 3,7 0,8 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 15,4 32,7 14,0 35,4 2,1 0,3 
Estadual 16,9 35,2 15,3 30,2 1,9 0,5 
Municipal 14,0 28,0 17,6 36,7 3,5 0,3 
Privada 14,9 26,614,4 39,2 4,2 0,6 
7RWDO�%UDVLO�� ����� ����� ����� ����� ���� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
Quadro 37
Ainda tomando por base a sua vivência escolar, você acha que há disciplinas que deveriam
ser incorporadas ao currículo pleno do seu curso de graduação?
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Norte 8,2 45,3 12,7 18,7 14,4 0,6 
Nordeste 4,9 41,9 18,4 24,5 10,0 0,3 
Sudeste 8,7 47,7 20,8 16,2 6,1 0,4 
Sul 8,2 47,9 19,4 18,7 5,7 0,2 
Centro-Oeste 9,5 46,5 18,3 17,4 7,7 0,6 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 5,3 46,6 21,2 19,9 6,9 0,2 
Estadual 8,0 50,1 18,6 16,7 6,2 0,4 
Municipal 7,2 47,0 21,9 17,3 6,3 0,3 
Privada 9,3 45,7 18,9 18,1 7,6 0,4 
7RWDO�%UDVLO�� ���� ����� ����� ����� ���� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
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Quadro 38
Com base ainda na sua vivência escolar, qual das opções abaixo melhor descreve como você
considera que as disciplinas do seu curso de graduação estão dimensionadas?
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Norte 27,5 39,7 6,5 23,8 2,3 0,3 
Nordeste 29,4 37,6 4,9 25,2 2,6 0,3 
Sudeste 25,1 32,4 7,9 26,7 7,6 0,3 
Sul 24,9 35,4 6,6 28,0 4,9 0,2 
Centro-Oeste 29,4 35,1 6,2 23,3 5,5 0,5 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 22,0 41,2 4,4 27,9 4,4 0,1 
Estadual 21,5 37,9 5,0 29,1 6,4 0,2 
Municipal 29,1 35,7 8,7 22,9 3,3 0,3 
Privada 28,8 30,6 8,3 25,4 6,6 0,4 
7RWDO�%UDVLO�� ����� ����� ���� ����� ���� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
Cerca de 53% dos graduandos consideram limitado o acesso aos microcomputadores da instituição, pelo
seu número insuficiente ou pelo horário de utilização. Por outro lado, cerca de 30% dizem que a instituição possui
um número suficiente de equipamentos e viabiliza a sua utilização de acordo com as necessidades do curso;
este grupo é mais reduzido nas regiões Norte e Nordeste e nas instituições federais e estaduais (Quadro 39).
Quadro 39
Quanto à utilização de microcomputadores em seu curso, você diria que:
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5HJL}HV� 
Norte 2,5 4,0 16,4 59,2 16,4 1,4 
Nordeste 2,4 3,6 19,5 60,5 13,8 0,2 
Sudeste 5,1 2,2 7,2 49,7 35,3 0,5 
Sul 4,1 1,4 6,8 53,8 33,6 0,4 
Centro-Oeste 3,0 1,1 15,1 50,7 29,4 0,6 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 2,7 2,3 9,1 66,0 19,8 0,2 
Estadual 2,1 4,4 12,1 58,8 21,8 0,7 
Municipal 2,6 2,0 8,4 50,8 36,0 0,2 
Privada 5,4 1,7 10,5 46,1 35,8 0,6 
7RWDO�%UDVLO�� ���� ���� ����� ����� ����� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
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A maioria dos graduandos, em todas as regiões e tipos de IES - cerca de 68% no total - utilizam
freqüentemente a biblioteca da instituição. Outra grande parte, no entanto, diz que a utiliza pouco porque não tem
necessidade dela (Quadro 40).
O acervo da biblioteca é considerado pela maioria dos graduandos atualizado e/ou medianamente atualizado
face às necessidades curriculares do curso, com exceção do Norte e Nordeste, onde a maior parte o considera
pouco ou não atualizado; esta também é a opinião de grande parte dos graduandos do Centro-Oeste e das
instituições federais e estaduais (Quadro 41).
Com relação ao número de exemplares disponíveis na biblioteca, pela avaliação da maioria, este atende
parcialmente ou plenamente. No entanto, cerca de 35% no total, e mais de 50% no Norte e Nordeste, consideram
que este número é insuficiente ou atende pouco ao alunado do curso (Quadro 42).
Quanto ao acervo de periódicos especializados, este é considerado pela maioria dos graduandos, em
todas as regiões e tipos de IES, razoavelmente e/ou bastante atualizado, em maiores proporções no Sudeste e
Sul e nas instituições municipais (Quadro 43).
A maioria dos graduandos, em todas as regiões e tipos de IES, diz que a biblioteca da instituição oferece
serviço de empréstimo de livros para todo o acervo (Quadro 44).
O serviço de pesquisa bibliográfica oferecido pela instituição, conforme a maioria dos graduandos, dispõe
de sistema informatizado. Grande parte no entanto, especialmente no Nordeste e nas instituições estaduais,
utiliza apenas processos manuais (Quadro 45).
Os horários de funcionamento das bibliotecas são plenamente adequados para 69,2% dos graduandos e,
parcialmente adequados, para 24,3% deles. As suas instalações foram consideradas pela maioria plenamente e/
ou parcialmente adequadas para leitura e estudo (Quadros 46 e 47).
Quadro 40
Como você utiliza a biblioteca de sua instituição?
5
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5HJL}HV� 
Norte 0,3 3,7 18,1 11,6 66,3 0,0 
Nordeste 0,6 6,6 15,0 11,3 66,0 0,4 
Sudeste 0,7 5,9 20,8 6,7 65,5 0,4 
Sul 0,3 3,3 14,5 5,4 76,1 0,4 
Centro-Oeste 0,1 2,8 17,2 9,1 70,2 0,6 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 0,6 2,7 14,2 7,5 74,7 0,2 
Estadual 0,4 3,6 14,0 5,0 76,8 0,2 
Municipal 0,2 5,3 15,0 7,4 71,7 0,5 
Privada 0,6 6,5 21,2 8,3 62,9 0,5 
7RWDO�%UDVLO� ���� ���� ����� ���� ����� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
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Quadro 41
Como vocêavalia a atualização do acervo da biblioteca face às necessidades
curriculares do seu curso?
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DWXDOL]DGR�
e�PHGLDQDPHQWH�
DWXDOL]DGR�
e�SRXFR�
DWXDOL]DGR�
1mR�p�
DWXDOL]DGR�
1mR�
VHL�
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5HJL}HV� � � � � � �
Norte 9,9 37,2 31,8 18,2 2,6 0,3 
Nordeste 10,2 35,3 33,7 19,4 1,4 0,1 
Sudeste 27,8 39,6 21,3 7,9 3,2 0,2 
Sul 21,9 40,2 26,6 9,2 2,0 0,1 
Centro-Oeste 11,9 38,9 32,4 15,2 1,5 0,0 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 14,9 41,4 31,4 10,6 1,4 0,1 
Estadual 22,0 33,6 28,5 14,2 1,7 0,0 
Municipal 26,0 37,4 27,2 8,3 1,0 0,2 
Privada 23,7 39,3 22,7 10,9 3,3 0,1 
7RWDO�%UDVLO� ����� ����� ����� ����� ���� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
Quadro 42
Como você avalia o número de exemplares disponíveis na biblioteca,
para atendimento do alunado do curso?
5HJL}HV�'HSHQGrQFLD� e�SOHQDPHQWH�
VXILFLHQWH�
$WHQGH�
SDUFLDOPHQWH�
$WHQGH�
SRXFR�
e�
LQVXILFLHQWH�
1mR�VHL� 6,�
5HJL}HV� � � � � � �
Norte 6,5 40,1 21,0 31,0 1,1 0,3 
Nordeste 4,7 40,3 17,8 35,1 1,8 0,2 
Sudeste 17,8 50,5 13,6 15,0 3,1 0,1 
Sul 12,3 51,9 14,3 18,7 2,6 0,2 
Centro-Oeste 8,4 50,2 17,3 22,9 1,3 0,0 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 8,1 50,7 18,5 21,3 1,1 0,2 
Estadual 11,4 47,9 15,1 24,2 1,3 0,0 
Municipal 17,1 50,2 16,1 14,9 1,5 0,3 
Privada 15,3 47,8 13,5 19,7 3,6 0,1 
7RWDO�%UDVLO� ����� ����� ����� ����� ���� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
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Quadro 43
Como você avalia a atualização do acervo de periódicos especializados
disponíveis na biblioteca?
5HJL}HV��
'HSHQGrQFLD�
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EDVWDQWH�
DWXDOL]DGR�
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UD]RDYHOPHQWH�
DWXDOL]DGR�
e�
GHVDWXDOL]DGR�
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GH�SHULyGLFRV�
HVSHFLDOL]DGRV�
1mR�
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5HJL}HV� � � � � � �
Norte 14,2 51,1 17,6 6,3 10,5 0,3 
Nordeste 11,5 47,6 24,5 5,8 10,3 0,3 
Sudeste 27,0 49,9 11,5 2,1 9,2 0,3 
Sul 25,8 52,7 12,6 2,0 7,0 0,0 
Centro-Oeste 15,1 54,0 17,8 4,4 8,0 0,6 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 16,8 53,2 18,9 2,7 8,1 0,2 
Estadual 24,4 47,1 17,3 3,5 7,7 0,1 
Municipal 33,9 47,4 12,1 1,7 4,6 0,3 
Privada 23,2 50,6 12,6 3,3 10,0 0,3 
7RWDO�%UDVLO� ����� ����� ����� ���� ���� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
Quadro 44
A biblioteca de sua instituição oferece serviço de empréstimo de livros?
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'HSHQGrQFLD�
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$SHQDV�SDUD�
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HPSUpVWLPR�
1mR�
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5HJL}HV� � � � � � �
Norte 62,2 25,0 8,8 2,8 0,9 0,3 
Nordeste 57,0 29,6 6,2 4,9 1,8 0,5 
Sudeste 69,3 21,3 4,2 2,2 2,9 0,2 
Sul 67,0 24,8 6,0 0,4 1,4 0,4 
Centro-Oeste 64,5 26,4 5,2 2,5 1,1 0,1 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 65,9 27,6 5,0 0,3 0,8 0,4 
Estadual 69,6 23,0 5,6 0,4 1,1 0,3 
Municipal 67,2 24,3 5,3 0,8 1,8 0,5 
Privada 65,2 22,6 5,1 3,8 3,0 0,2 
7RWDO�%UDVLO� ����� ����� ���� ���� ���� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
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Quadro 45
Como é o serviço de pesquisa bibliográfica oferecido?
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5HJL}HV� 
Norte 31,3 57,4 2,3 2,0 6,5 0,6 
Nordeste 39,2 48,0 5,7 1,9 5,1 0,1 
Sudeste 28,7 53,2 8,1 3,8 5,8 0,4 
Sul 16,3 64,6 9,8 3,9 5,1 0,3 
Centro-Oeste 32,5 53,0 5,3 3,2 5,7 0,3 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 28,7 51,1 11,6 3,6 4,9 0,2 
Estadual 40,6 36,3 13,2 4,4 5,2 0,2 
Municipal 30,6 61,6 3,3 1,2 3,0 0,3 
Privada 25,0 60,0 5,1 3,3 6,3 0,3 
7RWDO�%UDVLO� ����� ����� ���� ���� ���� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
Quadro 46
A biblioteca de sua instituição oferece horário adequado de funcionamento?
5HJL}HV��
'HSHQGrQFLD�
6LP��p�SOHQDPHQWH�
DGHTXDGR�
e�SDUFLDOPHQWH�
DGHTXDGR�
e�PXLWR�SRXFR�
DGHTXDGR�
1mR�p�
DGHTXDGR�
1mR�
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5HJL}HV� � � � � � �
Norte 64,8 26,7 5,1 2,8 0,6 0,0 
Nordeste 63,5 26,6 5,3 3,8 0,8 0,0 
Sudeste 70,7 23,3 2,8 1,9 1,0 0,2 
Sul 73,0 22,1 2,6 1,3 0,5 0,3 
Centro-Oeste 64,0 28,7 2,8 3,4 0,9 0,1 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 67,4 26,3 3,8 2,2 0,3 0,1 
Estadual 73,7 22,0 2,5 1,2 0,6 0,1 
Municipal 70,7 23,0 3,0 1,8 0,8 0,7 
Privada 68,6 24,1 3,3 2,7 1,2 0,2 
7RWDO�%UDVLO� ����� ����� ���� ���� ���� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
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Quadro 47
A biblioteca de sua instituição oferece instalações adequadas para leitura e estudo?
5HJL}HV��
'HSHQGrQFLD�
6LP��SOHQDPHQWH�
DGHTXDGDV�
3DUFLDOPHQWH�
DGHTXDGDV�
0XLWR�SRXFR�
DGHTXDGDV�
,QDGHTXDGDV� 1mR�
VHL�
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5HJL}HV� � � � � � �
Norte 38,1 42,9 12,2 5,4 0,9 0,6 
Nordeste 35,6 40,3 14,3 9,6 0,1 0,1 
Sudeste 51,1 34,6 9,0 4,7 0,4 0,2 
Sul 50,9 38,5 6,8 3,3 0,1 0,3 
Centro-Oeste 45,0 37,5 12,8 3,9 0,5 0,3 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 41,5 43,0 10,7 4,5 0,1 0,2 
Estadual 51,5 35,9 7,7 4,6 0,2 0,0 
Municipal 52,5 36,3 7,8 3,1 0,2 0,2 
Privada 48,3 34,8 10,4 5,8 0,5 0,3 
7RWDO�%UDVLO� ����� ����� ���� ���� ���� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
Cerca de 74% dos graduandos - em proporções mais reduzidas no Norte e Nordeste - diz que a maior parte
ou todos os professores apresentam plano de ensino ao iniciar os trabalhos com cada disciplina (Quadro 48).
Por indicação dos professores, o material mais utilizado no curso tem sido cópias de trechos de livros,
especialmente no Sul e nas IES federais e estaduais, seguido de livros�texto e/ou manuais, estes mais utiliza-
dos no Centro-Oeste e nas IES privadas (Quadro 49).
As técnicas de ensino mais utilizadas têm sido as aulas expositivas e os trabalhos de grupo; enquanto que
o instrumento de avaliação mais adotado, para 89,5% dos graduandos, foram as provas escritas discursivas
(Quadros 50 e 51).
Na opinião da maioria dos graduandos, a maior parte e/ou todos os professores têm demonstrado empe-
nho, assiduidade e pontualidade e, também, domínio atualizado das disciplinas ministradas. Estas proporções
são menos elevadas no Norte e Nordeste (Quadro 52 e 53).
Com relação à orientação extraclasse prestada pelo corpo docente, a maioria dos graduandos encontrou-
a na maioria das vezes ou sempre que a procurou. Grande parte deles � cerca de 24% - diz que nunca procurou
orientação extraclasse (Quadro 54).
Quadro 48
Ao iniciar os trabalhos com cada disciplina, os docentes apresentam plano de ensino, contendo
objetivos, metodologia, critérios de avaliação, cronograma e bibliografia?
5HJL}HV��
'HSHQGrQFLD�
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DSUHVHQWD�
3RXFRV�
DSUHVHQWDP�
0HWDGH�
DSUHVHQWD�
$�PDLRU�SDUWH�
DSUHVHQWD�
7RGRV�
DSUHVHQWDP�
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5HJL}HV� � � � � � �
Norte 2,5 28,3 9,6 41,1 18,1 0,3 
Nordeste 1,8 21,1 10,1 45,7 21,1 0,1 
Sudeste 1,5 13,3 8,1 41,6 35,0 0,5 
Sul 0,8 14,5 7,2 43,9 33,4 0,2 
Centro-Oeste 2,0 17,7 8,3 42,1 29,5 0,4 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 1,2 13,7 6,6 47,8 30,6 0,1 
Estadual 1,4 16,7 8,2 41,9 31,3 0,5 
Municipal 1,5 15,1 8,1 44,6 30,3 0,5 
Privada 1,6 16,6 9,1 40,6 31,6 0,5 
7RWDO�%UDVLO� ���� ����� ���� ����� ����� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
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Quadro 49
Qual tipo de material, dentre os abaixo relacionados, tem sido mais utilizado
por indicação de seus professores durante o curso?
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'HSHQGrQFLD�
$SRVWLODV�H�
UHVXPRV�
/LYURV�
WH[WR�H�RX�
PDQXDLV�
&ySLDV�GH�
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$UWLJRV�GH�
SHULyGLFRV�
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$QRWDo}HV�
PDQXDLV�H�
FDGHUQRV�GH�
QRWDV�
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5HJL}HV� � � � � � �
Norte 25,5 31,4 39,9 0,3 2,3 0,6 
Nordeste 18,6 34,4 37,8 1,6 7,0 0,7 
Sudeste 21,7 34,5 35,2 2,4 5,6 0,7 
Sul 16,0 29,1 44,2 3,0 7,4 0,2 
Centro-Oeste 23,3 35,6 28,4 2,1 10,1 0,5 
'HSHQGrQFLD� 
Federal7,9 35,4 53,3 1,7 1,3 0,3 
Estadual 17,9 32,6 42,5 3,1 3,6 0,5 
Municipal 33,7 21,1 28,6 3,8 12,5 0,3 
Privada 24,5 34,2 29,9 2,2 8,5 0,7 
7RWDO�%UDVLO� ����� ����� ����� ���� ���� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
Quadro 50
Durante o seu curso de graduação, que técnicas de ensino a maioria
dos professores tem utilizado, predominantemente?
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5HJL}HV� 
Norte 29,2 1,4 4,0 59,8 5,4 0,3 
Nordeste 32,3 1,9 5,8 49,8 9,8 0,4 
Sudeste 41,9 3,2 3,8 37,3 13,3 0,5 
Sul 29,5 3,2 7,1 43,2 16,8 0,3 
Centro-Oeste 26,0 2,9 6,3 52,3 12,1 0,4 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 48,5 1,9 1,6 41,7 6,0 0,2 
Estadual 38,0 1,5 5,0 44,0 10,8 0,6 
Municipal 24,3 3,9 8,7 43,8 18,8 0,5 
Privada 31,7 3,5 6,0 42,7 15,7 0,5 
7RWDO�%UDVLO� ����� ���� ���� ����� ����� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
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Quadro 51
Que instrumentos de avaliação a maioria dos seus professores adota predominantemente?
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Norte 87,5 2,8 4,2 1,4 3,1 0,8 
Nordeste 89,2 3,6 2,7 0,9 3,0 0,6 
Sudeste 91,3 1,1 1,5 0,7 4,6 0,8 
Sul 87,5 3,7 3,6 1,4 3,3 0,5 
Centro-Oeste 85,0 5,2 3,0 1,0 4,8 1,0 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 95,2 1,8 1,1 0,7 0,7 0,4 
Estadual 91,0 3,9 1,4 1,0 2,2 0,5 
Municipal 81,6 2,1 7,4 1,8 6,4 0,7 
Privada 87,8 2,5 2,5 0,9 5,5 0,9 
7RWDO�%UDVLO� ����� ���� ���� ���� ���� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
Quadro 52
Você considera que seus professores têm demonstrado empenho, assiduidade e pontualidade?
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Norte 2,3 27,5 21,8 42,2 6,2 0,0 
Nordeste 0,8 18,2 22,1 52,3 6,5 0,1 
Sudeste 1,0 11,9 13,9 54,4 18,3 0,5 
Sul 0,8 9,8 14,2 57,5 17,6 0,1 
Centro-Oeste 1,5 13,7 14,6 54,9 14,9 0,4 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 1,3 14,5 16,2 58,6 9,4 0,0 
Estadual 0,7 16,4 16,6 55,8 10,1 0,4 
Municipal 1,2 11,0 16,9 52,1 18,6 0,2 
Privada 0,9 12,3 15,1 52,3 18,9 0,4 
7RWDO�%UDVLO� ���� ����� ����� ����� ����� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
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Quadro 53
Você considera que seus professores demonstram domínio atualizado das disciplinas ministradas?
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GHPRQVWUD�
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GHPRQVWUD�
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5HJL}HV� 
Norte 1,1 21,0 19,3 47,3 11,3 0,0 
Nordeste 0,8 15,6 22,2 53,1 8,3 0,1 
Sudeste 0,5 7,9 12,3 53,6 25,3 0,4 
Sul 0,5 10,8 16,4 56,6 15,5 0,2 
Centro-Oeste 0,3 12,2 19,3 53,1 14,6 0,5 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 0,8 9,5 15,7 56,9 17,0 0,1 
Estadual 0,7 14,3 14,9 54,8 15,1 0,2 
Municipal 0,3 9,0 20,2 56,1 14,1 0,2 
Privada 0,4 10,4 15,2 52,0 21,5 0,4 
7RWDO�%UDVLO� ���� ����� ����� ����� ����� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
Quadro 54
Como você considera a orientação extraclasse prestada pelo corpo docente
durante o seu curso de graduação?
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Norte 21,8 4,8 23,5 34,3 15,6 0,0 
Nordeste 21,4 2,8 21,1 39,2 15,0 0,4 
Sudeste 25,3 2,4 12,4 37,4 22,1 0,5 
Sul 25,2 2,1 12,0 39,2 21,2 0,3 
Centro-Oeste 21,4 4,0 17,3 39,0 17,8 0,5 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 17,6 2,1 16,2 45,0 18,8 0,3 
Estadual 21,1 1,7 14,2 42,6 20,0 0,4 
Municipal 27,5 2,3 13,0 37,2 19,7 0,3 
Privada 27,2 3,1 14,2 34,2 20,7 0,5 
7RWDO�%UDVLO� ����� ���� ����� ����� ����� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
Os graduandos em sua maioria - cerca de 73% - avaliam que o curso exigiu deles na medida certa ou
deveria ter exigido um pouco mais; enquanto que 20,1% consideram que o curso deveria ter exigido deles muito
mais (Quadro 55).
Grande parte dos graduandos - cerca de 37% - considera a aquisição de formação profissional como
principal contribuição do curso; esta mesma proporção de graduandos divide suas opiniões entre duas prin-
cipais contribuições: a aquisição de cultura geral e a aquisição de formação teórica. A maioria acha que a
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capacidade de raciocínio lógico/análise crítica foi a habilidade que eles mais desenvolveram durante o curso
(Quadros 56 e 57).
Quadro 55
Como você avalia o nível de exigência do seu curso?
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Norte 26,1 48,7 21,5 2,8 0,3 0,6 
Nordeste 25,0 43,6 27,3 3,3 0,4 0,3 
Sudeste 16,3 36,6 37,7 7,8 1,0 0,4 
Sul 22,0 40,9 30,7 5,1 1,1 0,3 
Centro-Oeste 25,7 44,1 25,1 3,8 0,8 0,5 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 14,4 35,0 39,6 9,2 1,6 0,2 
Estadual 19,5 40,2 32,9 6,4 0,7 0,4 
Municipal 22,7 50,0 25,0 2,0 0,2 0,2 
Privada 22,3 40,4 31,0 5,1 0,8 0,5 
7RWDO�%UDVLO� ����� ����� ����� ���� ���� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
Quadro 56
Qual você considera a principal contribuição do curso de graduação que está concluindo?
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Norte 11,9 16,7 45,9 13,9 11,0 0,6 
Nordeste 17,7 17,1 38,4 16,2 10,2 0,4 
Sudeste 14,7 19,1 36,2 20,5 9,0 0,6 
Sul 14,6 24,0 35,7 15,2 10,4 0,2 
Centro-Oeste 16,8 16,3 39,7 14,1 12,0 1,1 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 12,7 16,0 33,3 29,0 8,8 0,2 
Estadual 14,4 20,0 33,0 22,2 9,8 0,6 
Municipal 12,8 28,9 39,0 8,6 10,4 0,3 
Privada 16,7 19,4 39,5 13,5 10,1 0,7 
7RWDO�%UDVLO� ����� ����� ����� ����� ���� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
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Quadro 57
Qual das habilidades abaixo foi melhor desenvolvida por você durante
o seu curso de graduação?
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Norte 13,3 12,7 61,5 4,5 7,4 0,6 
Nordeste 12,6 12,9 61,0 5,1 8,1 0,3 
Sudeste 10,2 8,9 67,8 4,9 7,5 0,7 
Sul 13,6 11,7 60,6 5,1 8,6 0,5 
Centro-Oeste 14,5 13,5 54,7 5,3 10,6 1,4 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 8,3 8,7 71,8 4,9 5,9 0,4 
Estadual 11,7 10,9 66,2 3,9 6,9 0,4 
Municipal 11,2 12,3 59,2 6,7 10,2 0,3 
Privada 13,3 11,2 60,6 5,1 9,0 0,87RWDO�%UDVLO� ����� ����� ����� ���� ���� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
A grande maioria dos graduandos - mais de 77% - diz que não é oferecido estágio curricular supervisionado
no curso de Economia, característica própria desse curso. Entretanto, a maior parte considera como maior
contribuição do estágio a demonstração de necessidade de estudo contínuo para eficiente exercício profissional
(Quadros 58 e 59).
Quadro 58
Quanto ao estágio curricular supervisionado, você diria que:
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Norte 64,6 7,6 7,6 2,8 7,6 9,6 
Nordeste 73,2 7,6 6,7 1,9 3,1 7,6 
Sudeste 78,4 3,2 3,5 2,0 5,8 7,1 
Sul 82,9 2,6 1,8 1,1 1,7 9,9 
Centro-Oeste 75,4 4,5 3,5 4,8 3,3 8,4 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 78,7 4,7 5,4 1,9 4,3 5,0 
Estadual 83,6 3,1 1,8 0,9 4,0 6,6 
Municipal 76,5 6,6 3,3 2,6 1,8 9,2 
Privada 75,9 3,8 3,8 2,4 4,8 9,3 
7RWDO�%UDVLO� ����� ���� ���� ���� ���� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
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Quadro 59
Qual foi, no seu entender, a maior contribuição do seu estágio curricular supervisionado?
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Norte 23,1 28,6 17,6 2,2 23,1 5,5 
Nordeste 21,0 22,8 14,5 6,2 32,2 3,3 
Sudeste 20,2 25,7 15,4 5,4 29,8 3,5 
Sul 26,2 15,9 8,7 5,6 36,5 7,1 
Centro-Oeste 14,8 18,0 14,1 3,9 44,5 4,7 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 22,3 24,7 16,3 5,7 27,7 3,3 
Estadual 31,9 27,7 11,8 1,7 23,5 3,4 
Municipal 12,6 20,7 17,2 4,6 39,1 5,7 
Privada 19,0 22,7 14,0 5,6 34,5 4,3 
7RWDO�%UDVLO� ����� ����� ����� ���� ����� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
Questões específicas para os graduandos de Economia
As atividades desenvolvidas no trabalho ou em estágio não obrigatório abrem perspectivas de atividades
relacionadas ao curso e/ou mantêm relação com o curso, na opinião da maioria dos graduandos que trabalham
ou participam de estágio. A possibilidade de ampliar conhecimentos e/ou as perspectivas quanto ao mercado de
trabalho foram os fatores que mais influenciaram os graduandos na escolha do curso (Quadro 60 e 61).
Quadro 60
Caso esteja trabalhando ou participando de algum estágio (não obrigatório), como você
descreveria as atividades desenvolvidas em seu trabalho ou estágio?
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Norte 16,1 23,5 26,6 5,1 27,2 1,4 
Nordeste 16,2 23,9 28,4 6,4 23,4 1,6 
Sudeste 22,1 17,5 31,8 3,8 22,7 2,1 
Sul 19,5 18,8 29,4 5,4 25,1 1,8 
Centro-Oeste 16,4 25,0 27,6 5,2 23,0 2,9 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 17,8 20,3 27,6 5,1 27,6 1,7 
Estadual 19,3 18,2 28,0 4,7 27,7 2,1 
Municipal 21,4 18,6 31,4 5,3 21,9 1,5 
Privada 20,6 20,1 31,7 4,5 21,0 2,1 
7RWDO�%UDVLO� ����� ����� ����� ���� ����� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
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Quadro 61
Qual o fator, dentre os enumerados abaixo, que mais o teria influenciado na escolha
do curso de Economia?
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5HJL}HV� 
Norte 26,3 21,8 20,4 7,6 22,9 0,8 
Nordeste 32,5 23,9 17,3 5,9 19,8 0,6 
Sudeste 26,6 25,7 15,4 5,2 26,3 0,8 
Sul 38,4 16,8 12,2 5,4 26,8 0,4 
Centro-Oeste 29,8 21,2 11,3 6,7 29,4 1,6 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 26,9 31,3 17,6 5,6 17,9 0,6 
Estadual 33,5 23,3 14,5 5,3 23,1 0,2 
Municipal 36,8 15,3 12,2 4,3 30,8 0,7 
Privada 29,9 20,7 14,2 5,8 28,5 0,9 
7RWDO�%UDVLO� ����� ����� ����� ���� ����� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
Os cursos de Economia, na sua maioria, dispõem de normas de elaboração e apresentação de Monografias
e de bibliotecas atualizadas ou medianamente atualizadas, com Bancos de Monografias de semestres anteriores.
A estrutura de apoio de informática para o desenvolvimento da Monografia, na maioria deles, dispõe de salas de
estudo ou laboratórios com computadores, a maior parte ligados à Internet, mas em número insuficiente para todos
os alunos, na opinião da maioria dos graduandos. São muitos também os graduandos das regiões Norte, Nordeste
e Centro-Oeste que dizem não haver no curso estrutura de apoio de informática à Monografia (Quadros 62 a 64).
Cerca de 85% dos graduandos utilizaram-se de orientadores para elaboração e desenvolvimento de suas
Monografias; 65,1% dizem que suas Monografias nunca estiveram vinculadas com atividades de pesquisa ou
extensão, ou com qualquer outra atividade desenvolvida na IES; e 82,3% tiveram suas Monografias avaliadas por
Banca Examinadora (Quadros 65 a 67).
Quadro 62
O seu curso de Economia dispõe de normas de elaboração e apresentação de Monografias?
5HJL}HV��'HSHQGrQFLD� 6LP� 1mR� � � � 6,�
5HJL}HV� 
Norte 97,5 0,8 0,0 0,0 0,0 1,7 
Nordeste 96,6 2,4 0,0 0,0 0,0 1,0 
Sudeste 96,4 1,5 0,0 0,0 0,0 2,1 
Sul 96,3 2,2 0,0 0,0 0,0 1,5 
Centro-Oeste 96,8 2,1 0,0 0,0 0,0 1,0 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 96,0 2,2 0,0 0,0 0,0 1,8 
Estadual 96,3 2,5 0,0 0,0 0,0 1,2 
Municipal 97,5 1,6 0,0 0,0 0,0 0,8 
Privada 96,6 1,5 0,0 0,0 0,0 1,9 
7RWDO�%UDVLO� ����� ���� ���� ���� ���� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
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Quadro 63
De que tipo de estrutura de apoio de informática o seu curso dispõe
para o desenvolvimento da Monografia?
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5HJL}HV� 
Norte 4,8 25,8 2,3 10,5 55,5 1,1 
Nordeste 9,5 35,9 1,4 6,5 45,6 1,0 
Sudeste 23,0 35,2 4,6 7,2 29,0 0,9 
Sul 23,3 44,5 2,7 4,7 24,1 0,7 
Centro-Oeste 18,9 23,1 4,3 6,2 46,8 0,8 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 13,1 43,0 2,7 10,8 29,9 0,5 
Estadual 16,0 37,5 3,1 8,2 33,91,3 
Municipal 29,8 36,7 2,6 4,1 26,5 0,3 
Privada 22,2 32,2 4,1 4,9 35,6 1,0 
7RWDO�%UDVLO� ����� ����� ���� ���� ����� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
Quadro 64
De que tipo de estrutura de apoio bibliográfico o seu curso dispõe
para o desenvolvimento da Monografia?
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Norte 20,1 2,5 62,9 2,8 10,8 0,8 
Nordeste 19,3 1,8 65,6 3,8 8,8 0,6 
Sudeste 38,1 5,1 43,7 6,1 6,2 0,8 
Sul 35,2 2,7 51,2 4,9 5,7 0,3 
Centro-Oeste 20,8 5,5 54,4 7,9 10,3 1,0 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 28,5 3,0 58,7 4,2 5,2 0,4 
Estadual 28,2 4,6 53,1 6,9 6,6 0,6 
Municipal 37,2 2,5 46,2 5,6 8,1 0,5 
Privada 34,0 4,5 47,0 5,8 7,9 0,8 
7RWDO�%UDVLO� ����� ���� ����� ���� ���� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
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Quadro 65
Para a elaboração e desenvolvimento da sua Monografia (Projeto/Dissertação Final),
qual a natureza da orientação que você mais utiliza ou utilizou?
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Norte 2,5 5,9 88,1 0,8 2,0 0,6 
Nordeste 2,3 4,0 88,0 1,9 2,6 1,1 
Sudeste 4,2 8,5 82,6 2,6 1,3 0,7 
Sul 3,5 6,8 86,2 1,5 1,5 0,5 
Centro-Oeste 4,2 3,9 88,1 2,0 1,1 0,6 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 1,6 3,0 91,4 1,8 1,6 0,6 
Estadual 1,4 2,6 90,7 3,0 1,7 0,6 
Municipal 4,3 12,2 80,3 1,5 1,5 0,3 
Privada 5,0 9,0 81,4 2,3 1,5 0,9 
7RWDO�%UDVLO� ���� ���� ����� ���� ���� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
Quadro 66
A sua Monografia (Projeto/Dissertação Final) está ou esteve vinculada com atividades
de pesquisa ou extensão desenvolvidas na instituição?
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Norte 16,7 8,2 4,5 22,1 47,9 0,6 
Nordeste 20,8 8,1 5,0 18,8 45,8 1,5 
Sudeste 21,8 9,3 4,7 18,9 44,1 1,2 
Sul 17,4 7,8 4,5 22,5 47,1 0,7 
Centro-Oeste 18,9 7,7 5,2 20,2 46,3 1,8 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 19,6 11,3 3,9 24,5 40,1 0,7 
Estadual 19,5 7,8 3,7 22,1 46,0 1,0 
Municipal 18,9 7,4 7,9 16,1 49,2 0,5 
Privada 20,9 7,9 4,9 17,9 46,9 1,5 
7RWDO�%UDVLO� ����� ���� ���� ����� ����� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
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Quadro 67
Como é feita a avaliação das Monografias no seu curso?
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Norte 93,2 4,8 0,0 0,8 0,0 1,1 
Nordeste 88,5 4,7 2,0 3,5 0,1 1,2 
Sudeste 72,8 7,7 7,2 10,6 0,4 1,2 
Sul 95,9 2,3 0,5 0,7 0,1 0,5 
Centro-Oeste 90,0 7,4 0,4 1,6 0,0 0,5 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 95,9 1,5 0,7 1,4 0,0 0,5 
Estadual 86,5 2,1 1,5 8,9 0,2 0,7 
Municipal 69,9 11,3 5,1 12,3 0,3 1,0 
Privada 77,2 8,1 6,0 6,9 0,3 1,3 
7RWDO�%UDVLO� ����� ���� ���� ���� ���� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
A maioria dos graduandos diz que os laboratórios de informática raramente ou nunca são utilizados nas
aulas do curso de Economia, e na opinião da grande maioria há disciplinas que poderiam ter suas aulas ministra-
das utilizando-se recursos de informática (Quadros 68 e 69).
Quadro 68
Nas aulas do seu curso de Economia, você tem utilizado o laboratório de informática?
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5HJL}HV� 
Norte 4,0 15,6 23,5 31,7 24,4 0,8 
Nordeste 4,9 14,5 23,4 34,6 21,7 0,8 
Sudeste 8,8 23,3 29,8 27,9 9,7 0,6 
Sul 8,7 25,2 30,5 25,1 10,2 0,2 
Centro-Oeste 5,9 20,6 30,0 28,8 14,2 0,5 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 6,7 15,2 29,4 33,5 14,7 0,6 
Estadual 7,9 18,3 25,5 27,1 20,8 0,3 
Municipal 11,0 30,8 28,6 18,3 11,2 0,2 
Privada 7,7 24,1 29,1 28,3 10,1 0,7 
7RWDO�%UDVLO� ���� ����� ����� ����� ����� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
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Quadro 69
Na sua opinião, há disciplinas do curso cujas aulas não são, mas poderiam ser ministradas,
utilizando-se recursos de informática?
5HJL}HV�'HSHQGrQFLD� 6LP� 1mR� 6,�
5HJL}HV� 
Norte 87,8 11,0 1,1 
Nordeste 90,3 8,3 1,3 
Sudeste 77,6 20,4 2,0 
Sul 83,2 15,9 0,9 
Centro-Oeste 85,4 12,5 2,1 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 85,1 13,6 1,3 
Estadual 85,2 13,4 1,4 
Municipal 83,7 14,8 1,5 
Privada 79,6 18,6 1,9 
7RWDO�%UDVLO� ����� ����� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
Na opinião da maioria dos graduandos, o que de melhor o currículo do curso de Economia propicia ao
aluno é uma boa visão e discernimento do universo econômico e/ou uma forte base teórica. Cerca de 37%
dizem não conhecer o projeto pedagógico do curso, enquanto que 28,6% consideram-no bem estruturado e
cumprido em todas as suas orientações. Já 51,8% dos graduandos percebem o currículo relativamente
integrado, uma vez que as disciplinas vinculam-se apenas por blocos ou áreas de conhecimento afins,
enquanto que 30,2% acham que o currículo é bem integrado, havendo clara vinculação entre as disciplinas
(Quadros 70 a 72).
Quadro 70
Qual das opções abaixo descreve a sua opinião sobre o que de melhor o currículo
do seu curso de Economia propicia ao aluno?
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5HJL}HV� 
Norte 25,8 33,4 19,0 15,0 6,2 0,6 
Nordeste 31,4 29,0 21,6 11,2 6,5 0,4 
Sudeste 26,0 37,1 20,1 10,1 6,1 0,7 
Sul 23,5 34,2 20,3 15,8 5,9 0,4 
Centro-Oeste 22,1 37,620,7 11,6 7,3 0,8 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 44,4 30,1 13,8 8,3 3,0 0,4 
Estadual 30,7 34,1 19,2 10,7 4,7 0,5 
Municipal 10,0 35,7 27,0 17,3 9,5 0,5 
Privada 19,3 37,3 22,5 12,7 7,5 0,7 
7RWDO�%UDVLO� ����� ����� ����� ����� ���� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
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Quadro 71
Como você analisa o projeto pedagógico do seu curso de Economia?
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5HJL}HV� 
Norte 17,3 19,0 19,0 5,9 37,4 1,4 
Nordeste 16,9 15,4 18,4 3,2 44,6 1,5 
Sudeste 33,0 14,5 14,4 3,0 33,9 1,2 
Sul 30,1 11,8 13,5 3,7 40,6 0,4 
Centro-Oeste 27,1 16,9 13,2 3,9 37,7 1,1 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 23,0 13,9 15,1 4,0 43,3 0,7 
Estadual 26,6 14,3 12,4 3,6 41,9 1,2 
Municipal 28,1 14,0 16,9 3,6 36,5 0,8 
Privada 31,5 14,9 15,3 3,0 34,1 1,3 
7RWDO�%UDVLO� ����� ����� ����� ���� ����� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
Quadro 72
Como você percebe o currículo do seu curso?
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5HJL}HV� 
Norte 28,3 51,6 11,9 2,5 4,5 1,1 
Nordeste 23,6 54,7 14,0 2,2 4,6 0,8 
Sudeste 33,2 50,8 9,4 1,4 4,3 0,9 
Sul 28,3 53,0 11,6 1,9 4,9 0,3 
Centro-Oeste 30,0 50,2 11,5 2,0 5,4 0,9 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 30,9 55,7 8,7 1,5 2,8 0,4 
Estadual 31,2 51,5 11,2 1,0 4,5 0,6 
Municipal 25,7 54,4 12,3 1,6 5,4 0,5 
Privada 30,2 50,0 11,6 2,0 5,2 1,0 
7RWDO�%UDVLO� ����� ����� ����� ���� ���� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
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A grande maioria dos graduandos considera que as disciplinas do curso trataram da realidade brasileira;
para 40,4% deles a maioria das disciplinas tratou do assunto de forma direta, mas 37,8% declaram que poucas
disciplinas o fizeram. As principais contribuições da maioria das disciplinas do curso foram, na opinião de 40,5%
dos graduandos, desenvolver a capacidade de reflexão crítica, e, para 27,1% deles, gerar conhecimentos técni-
cos e teóricos necessários no mercado de trabalho (Quadros 73 e 74).
Quadro 73
Durante o seu curso de Economia, as disciplinas trataram da realidade brasileira?
5
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Norte 33,7 16,4 47,0 1,7 0,0 1,1 
Nordeste 35,2 18,2 44,9 1,2 0,1 0,5 
Sudeste 43,8 19,9 34,0 1,1 0,3 0,8 
Sul 39,4 20,6 38,6 0,9 0,1 0,3 
Centro-Oeste 35,6 21,3 40,9 1,4 0,3 0,6 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 32,6 20,8 44,4 1,6 0,1 0,4 
Estadual 37,7 21,7 39,3 0,7 0,2 0,5 
Municipal 44,4 20,1 34,2 0,7 0,2 0,5 
Privada 43,8 18,8 35,3 1,1 0,3 0,8 
7RWDO�%UDVLO� ����� ����� ����� ���� ���� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
Quadro 74
Na sua opinião, dentre as relacionadas abaixo, qual a principal contribuição
da maioria das disciplinas de seu curso?
5
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Norte 34,6 12,5 30,6 14,4 6,5 1,4 
Nordeste 42,6 13,8 21,1 16,1 6,1 0,4 
Sudeste 42,4 11,8 27,3 11,5 6,1 1,0 
Sul 38,0 10,8 29,0 14,8 6,9 0,5 
Centro-Oeste 34,2 10,3 31,3 16,5 7,1 0,6 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 47,8 14,0 15,0 16,6 6,0 0,6 
Estadual 44,5 12,5 23,6 13,8 5,2 0,4 
Municipal 33,2 8,7 39,3 10,2 8,1 0,5 
Privada 37,5 11,1 31,5 12,5 6,5 1,0 
7RWDO�%UDVLO� ����� ����� ����� ����� ���� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
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A maioria dos graduandos - cerca de 54% - considera que a maior parte e/ou todas as atividades acadêmicas
desenvolvidas pelos alunos do curso de Economia têm relação com as áreas de atuação dos professores (Quadro 75).
Apenas cerca de 39% dos graduandos consideram que os seus cursos propõem-se a oferecer formação
diferenciada, em relação aos demais cursos de Economia. De um modo geral, os cursos receberam conceito
�bom� por pouco mais da metade dos graduandos, e �regular�, por 32,6% deles (Quadros 76 e 77).
Quadro 75
Como você considera as atividades acadêmicas desenvolvidas pelos alunos durante o curso?
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Norte 12,5 31,4 31,2 4,0 19,0 2,0 
Nordeste 11,7 35,9 27,2 3,2 21,1 0,9 
Sudeste 19,5 37,4 16,9 2,8 22,4 1,1 
Sul 15,6 41,1 19,2 2,2 21,0 0,8 
Centro-Oeste 13,2 35,3 23,3 5,3 21,8 1,0 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 17,4 39,3 18,2 2,4 22,0 0,7 
Estadual 17,9 39,4 19,5 2,4 20,2 0,7 
Municipal 15,1 41,9 20,2 3,6 18,8 0,3 
Privada 16,2 35,7 21,1 3,4 22,3 1,3 
7RWDO�%UDVLO� ����� ����� ����� ���� ����� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
Quadro 74
O seu curso de Economia se propõe a oferecer formação diferenciada ao aluno,
em relação aos outros cursos de Economia?
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Norte 4,0 7,4 17,6 46,5 23,2 1,4 
Nordeste 6,7 5,9 13,7 51,4 21,4 0,8 
Sudeste 15,2 13,5 15,8 32,8 21,5 1,2 
Sul 10,6 10,0 16,8 35,7 26,1 0,7 
Centro-Oeste 9,6 10,2 16,9 39,8 22,3 1,1 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 12,0 10,6 15,7 37,5 23,3 0,9 
Estadual 12,3 12,4 14,1 39,2 21,1 0,9 
Municipal 9,2 9,7 19,6 34,7 25,7 1,2 
Privada 12,1 11,1 15,8 37,6 22,2 1,1 
7RWDO�%UDVLO� ����� ����� ����� ����� ����� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
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Quadro 77
De um modo geral, como você conceituaria o seu curso de Economia?5HJL}HV��'HSHQGrQFLD� ([FHOHQWH� %RP� 5HJXODU� 5XLP� 1mR�VHL� 6,�
5HJL}HV� 
Norte 4,0 39,9 44,8 9,9 0,6 0,8 
Nordeste 3,5 43,3 44,5 7,6 0,3 0,8 
Sudeste 13,2 53,7 27,4 4,2 0,5 1,0 
Sul 7,2 55,9 31,2 4,7 0,4 0,6 
Centro-Oeste 6,7 49,6 38,3 3,9 0,6 0,9 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 10,9 55,2 28,9 4,0 0,3 0,7 
Estadual 12,6 53,1 27,6 5,2 0,7 0,7 
Municipal 4,1 52,6 38,2 4,3 0,3 0,5 
Privada 8,8 49,5 34,7 5,6 0,5 1,0 
7RWDO�%UDVLO� ���� ����� ����� ���� ���� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
Perspectivas futuras
Cerca de 39% dos graduandos pretendem, logo após concluir o curso, trabalhar na área de Economia,
enquanto que 36,3% querem dedicar-se somente aos estudos, a maior parte deles, em outra área. Quanto aos
estudos após conclusão do curso, 41,8% dos graduandos pretendem fazer cursos de aperfeiçoamento e especi-
alização, e 26,4%, cursos de mestrado e doutorado na área de Economia (Quadros 78 e 79).
Quadro 78
Quais são as suas perspectivas para logo após a conclusão do curso?
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5HJL}HV� 
Norte 12,2 21,5 20,7 38,8 5,9 0,8 
Nordeste 14,7 15,9 20,1 38,5 10,0 0,8 
Sudeste 9,9 17,1 19,4 41,5 11,1 1,0 
Sul 17,0 16,8 18,4 34,2 13,1 0,5 
Centro-Oeste 13,4 19,3 16,3 39,6 10,7 0,8 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 11,3 18,5 16,5 43,1 9,9 0,6 
Estadual 16,0 19,3 15,3 38,9 10,0 0,5 
Municipal 15,0 15,0 24,3 33,6 11,8 0,3 
Privada 11,8 16,5 20,4 38,5 11,7 1,0 
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Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
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Quadro 79
Quanto aos estudos, após a conclusão deste curso, o que você pretende?
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5HJL}HV� 
Norte 2,3 28,0 37,7 26,1 4,8 1,1 
Nordeste 4,9 20,7 40,4 25,5 8,0 0,5 
Sudeste 4,3 16,0 41,2 26,8 10,7 1,0 
Sul 5,1 17,0 46,7 24,1 6,6 0,5 
Centro-Oeste 3,3 20,6 38,7 31,4 5,0 1,0 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 4,8 16,7 37,4 31,0 9,5 0,7 
Estadual 4,3 18,8 41,4 28,2 6,7 0,6 
Municipal 3,5 18,6 47,7 20,1 9,7 0,5 
Privada 4,4 18,0 43,0 24,9 8,7 1,0 
7RWDO�%UDVLO� ���� ����� ����� ����� ���� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
Pretendem procurar emprego na área de Economia 43% dos graduandos, enquanto que 23,9% já o têm
garantido ou têm perspectivas favoráveis para tal. Fora da área de Economia, 34,7% dos graduandos dizem que
continuariam com o mesmo emprego que têm, e 27,2% não trabalhariam fora da área. Como economista, a área
de atuação preferida por 47% dos graduandos é o setor privado, enquanto que cerca de 21% preferem o setor
público (Quadros 80 a 82).
Quadro 80
Quanto ao exercício profissional, na área de Economia, o que você pretende fazer?
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Norte 50,7 15,9 11,3 3,1 17,6 1,4 
Nordeste 48,2 15,2 12,0 5,7 18,2 0,7 
Sudeste 41,9 28,7 6,4 4,3 17,4 1,4 
Sul 37,6 22,2 11,3 4,7 23,4 0,7 
Centro-Oeste 48,5 19,5 7,3 6,8 16,5 1,3 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 54,1 16,7 8,1 3,6 16,3 1,1 
Estadual 45,5 20,5 8,3 4,2 20,7 0,8 
Municipal 34,5 25,5 13,7 3,9 21,5 0,8 
Privada 38,9 27,4 8,1 5,5 18,8 1,2 
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Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
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Quadro 81
Fora da área deste curso de graduação, quais são as suas perspectivas profissionais?
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Norte 28,6 28,9 10,5 4,8 25,8 1,4 
Nordeste 29,5 26,4 12,3 5,1 25,9 0,9 
Sudeste 19,8 35,1 10,3 4,5 29,1 1,2 
Sul 16,6 41,5 12,4 4,6 23,9 1,1 
Centro-Oeste 25,9 34,6 7,7 3,3 27,5 1,1 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 29,6 24,6 10,2 3,5 30,9 1,1 
Estadual 23,3 29,3 11,1 3,2 31,7 1,3 
Municipal 13,8 43,1 13,8 3,8 24,8 0,7 
Privada 18,9 39,0 10,6 5,3 24,9 1,2 
7RWDO�%UDVLO� ����� ����� ����� ���� ����� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
Quadro 82
Se você está trabalhando ou pretende trabalhar como economista,
qual a sua área preferida de atuação?
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Norte 40,8 31,2 4,2 11,3 10,8 1,7 
Nordeste 44,4 25,1 5,4 11,3 12,8 1,0 
Sudeste 51,2 17,8 3,8 11,2 14,6 1,4 
Sul 43,7 19,1 5,4 11,8 19,0 1,0 
Centro-Oeste 37,8 32,8 4,3 10,2 13,5 1,4 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 41,0 27,3 5,4 13,1 12,3 0,9 
Estadual 45,4 18,9 6,0 13,6 15,0 1,2 
Municipal 47,7 16,6 5,9 8,1 20,7 1,0 
Privada 49,8 19,7 3,5 10,2 15,3 1,5 
7RWDO�%UDVLO� ����� ����� ���� ����� ����� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
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A maioria dos graduandos tem como expectativa em relação ao curso: cerca de 50%, abrir novas perspec-
tivas no mercado de trabalho; 17,9%, obter futuras promoções nas suas atividades profissionais atuais. A maioria
considera que o mercado de trabalho atual para os egressos do curso de Economia é limitado ou está momenta-
neamente reprimido, enquanto que 19,4% considera-o em expansão (Quadros 83 e 84)
Quadro 83
Qual das opções abaixo melhor descreve suas expectativas quanto ao curso que está concluindo?
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Norte 4,217,0 51,0 9,6 16,1 2,0 
Nordeste 7,3 14,4 53,8 8,6 15,2 0,8 
Sudeste 11,8 18,8 48,4 6,5 13,2 1,3 
Sul 8,8 19,1 47,4 9,9 14,2 0,6 
Centro-Oeste 9,2 16,3 53,8 7,7 12,1 0,9 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 7,1 15,2 52,6 7,7 16,5 0,9 
Estadual 8,6 14,4 52,2 8,3 15,6 0,9 
Municipal 10,4 19,6 45,6 12,5 11,5 0,5 
Privada 11,4 19,6 48,3 7,1 12,4 1,3 
7RWDO�%UDVLO� ����� ����� ����� ���� ����� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
Quadro 84
Como você descreveria o mercado de trabalho atual para os egressos dos cursos de Economia?
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Norte 9,6 49,3 17,8 8,2 13,0 2,0 
Nordeste 7,8 48,1 17,3 9,4 16,1 1,3 
Sudeste 7,7 37,2 20,8 15,6 17,3 1,5 
Sul 7,4 38,0 15,1 11,8 26,7 1,1 
Centro-Oeste 4,7 37,7 15,1 16,0 24,8 1,6 
'HSHQGrQFLD� 
Federal 8,5 49,0 17,1 11,1 12,8 1,5 
Estadual 6,3 38,6 16,9 12,5 24,7 1,1 
Municipal 6,6 33,4 20,6 10,4 28,3 0,8 
Privada 7,5 36,8 19,2 15,2 19,8 1,5 
7RWDO�%UDVLO� ���� ����� ����� ����� ����� ����
 
Fonte: DAES/INEP/MEC-ENC/99. 
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Esta pesquisa é parte integrante do Exame Nacio-
nal de Cursos - o Provão - e tem por objetivo não só levantar
informações que permitam traçar o perfil do conjunto de
graduandos, mas também ouvir a voz dos graduandos so-
bre as condições de ensino no seu curso. Ela permitirá o
planejamento de ações, na busca da melhoria da qualidade
dos cursos. Para que essa meta seja alcançada, é impor-
tante sua participação. Procure responder a esta pesquisa
de forma individual, conscienciosa e independente. A fide-
dignidade das suas respostas é fundamental.
Em cada questão, marque apenas uma resposta,
ou seja, aquela que melhor corresponda às suas carac-
terísticas pessoais, às condições de ensino vivenciadas
por você e às suas perspectivas para o futuro. Os dados
obtidos serão sempre tratados estatisticamente, de for-
ma agregada, isto é, segundo grupos de indivíduos. Não
haverá tratamento e divulgação de dados pessoais.
01 - Em relação ao Exame Nacional de Cursos,
você gostaria de receber o resultado de seu de-
sempenho na prova ?
(A) Sim. 91,0
(B) Não. 7,1
QUEM É VOCÊ?
02 - Qual o seu estado civil?
(A) Solteiro (a). 68,0
(B) Casado (a). 23,9
(C) Separado(a)/desquitado(a)/divorciado(a). 3,9
(D) Viúvo(a). 0,5
(E) Outro. 2,7
03 - Quantos irmãos você tem ?
(A) Nenhum. 6,8
(B) Um. 24,1
(C) Dois. 25,2
(D) Três. 15,0
(E) Quatro ou mais. 24,5
04 - Quantos filhos você tem ?
(A) Nenhum. 78,5
(B) Um. 11,6
(C) Dois. 6,6
(D) Três. 2,5
(E) Quatro ou mais. 0,6
05 - Como você se considera?
(A) Branco(a). 77,3
(B) Negro(a). 3,3
(C) Pardo(a) / mulato(a). 16,0
(D) Amarelo(a). 2,8
(E) Indígena. 0,4
06 - Com quem você morou durante a maior parte
do tempo em que freqüentou este curso superior?
(A) Com os pais e/ou outros parentes. 71,0
(B) Com esposo(a) e/ou filho(s). 17,2
(C) Com amigos. 6,1
(D) Em alojamento universitário. 1,2
(E) Sozinho. 4,3
07 - Em qual das faixas abaixo você calcula estar
a soma da renda mensal dos membros da sua fa-
mília que moram em sua casa?
(A) Até R$ 390,00. 4,8
(B) De R$ 391,00 a R$ 1.300,00. 29,9
(C) De R$ 1.301,00 a R$ 2.600,00. 30,3
(D) De R$ 2.601,00 a R$ 6.500,00. 25,0
(E) Mais de R$ 6.500,00. 9,5
08 - Qual o grau de escolaridade do seu pai?
(A) Nenhuma escolaridade. 3,7
(B) Ensino fundamental incompleto
(até a 4a série do primeiro grau). 35,8
(C) Ensino fundamental completo
(até a 8ª série do primeiro grau). 15,0
(D) Ensino médio (segundo grau) completo. 20,2
(E) Superior. 24,8
09 - Qual o grau de escolaridade de sua mãe?
(A) Nenhuma escolaridade. 3,9
(B) Ensino fundamental incompleto
(até a 4a série do primeiro grau). 34,2
(C) Ensino fundamental completo
(até a 8ª série do primeiro grau). 17,9
(D) Ensino médio (segundo grau) completo. 30,3
(E) Superior. 18,8
10 - Qual o meio de transporte mais utilizado por
você para chegar à sua instituição?
(A) Carro ou motocicleta próprios. 37,1
(B) Carro dos pais. 8,3
(C) Carona com amigos e vizinhos. 3,8
(D) Transporte coletivo (ônibus, trem, metrô). 44,3
(E) Outro. 6,3
11 - Durante a maior parte do seu curso, qual foi a
carga horária aproximada de sua atividade remu-
nerada (não contar estágio remunerado) ?
(A) Não exerci atividade remunerada. 21,6
(B) Trabalhei eventualmente, sem vínculo
trabalhista. 8,7
(C) Trabalhei até 20 horas semanais. 4,8
(D) Trabalhei mais de 20 horas e menos de
40 horas semanais. 15,3
(E) Trabalhei em tempo integral - 40 horas
semanais ou mais. 49,3
COMO VOCÊ LIDA COM O COMPUTADOR?
12 - Existe microcomputador em sua casa?
(A) Sim e eu o utilizo bastante. 40,0
(B) Sim, mas eu pouco o utilizo. 18,3
(C) Sim, mas eu nunca o utilizo
(nesse caso, passe para a questão 17). 0,9
(D) Não, mas eu utilizo microcomputador fora
do meu ambiente doméstico. 35,5
(E) Não e eu nunca utilizo microcomputador
(nesse caso, passe para a questão 17). 4,6
13 - Para que você utiliza o microcomputador?
(A) Apenas para entretenimento. 1,0
(B) Para preparar trabalhos escolares. 18,5
(C) Para preparar trabalhos profissionais. 9,5
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(D) Para pesquisa. 64,2
(E) Em todas as circunstâncias acima. 0,3
14 - Caso utilize microcomputador, como você
aprendeu a operá-lo?
(A) Sozinho. 22,9
(B) Sozinho, com bibliografia especializada. 7,1
(C) Na minha instituição de ensino superior. 6,5
(D) No meu local de trabalho. 27,2
(E) Em cursos especializados. 35,9
15 - Caso utilize microcomputador em seus traba-
lhos escolares e profissionais, que tipo de
programa(s) você opera?
(A) Processadores de texto. 14,8
(B) Processadores de texto e planilhas
eletrônicas. 41,8
(C) Os dois tipos de programas acima, além
de programas de apresentação gráfica
(power point, harvard graphics ou outros
congêneres). 32,5
(D) Todos os programas acima, programas
desenvolvidos por mim e programas específicos
da área do meu curso. 9,5
(E) Não utilizo microcomputador em meus
trabalhos escolares e profissionais. 1,2
16 - Caso utilize microcomputador, você tem pre-
dominantemente acessado a Internet a partir de
que equipamento?
(A) Daquele colocado à minha disposição
pela minha instituição de ensino superior. 22,1
(B) Daquele disponível na minha residência, por
meio de assinatura paga de acesso à Internet. 28,6
(C) Daquele disponível no meu local de trabalho. 24,3
(D) Daquele colocado à disposição em outro
local. 9,2
(E) Nunca tive oportunidade de acessar a
Internet. 15,5
FALE UM POUCO SOBRE SUAS ATIVIDADES
HABITUAIS?
17 - Durante o seu curso de graduação, quantos
livros você leu em média por ano, excetuando-se
os livros escolares ?
(A) Nenhum. 10,0
(B) Um. 19,4
(C) Dois a três. 39,8
(D) Quatro a cinco. 14,3
(E) Seis ou mais. 16,3
18 - Você costuma ler jornais ?
(A) Nunca. 0,6
(B) Raramente. 17,4
(C) Somente aos domingos. 12,7
(D) Duas vezes por semana. 22,4
(E) Diariamente. 46,8
19 - Qual o meio que você mais utiliza para se
manter atualizado sobre os acontecimentos do
mundo contemporâneo?
(A) Jornal. 30,9
(B) Revistas. 14,2
(C) TV. 45,5
(D) Rádio. 3,1
(E) Internet. 5,6
20 - Como você considera seu conhecimento da
língua inglesa ?
(A) Praticamente nulo. 37,5
(B) Leio, mas não escrevo nem falo. 23,1
(C) Leio e escrevo bem, mas não falo. 7,8
(D) Leio e escrevo bem e falo razoavelmente. 19,7
(E) Leio, escrevo e falo bem. 11,6
21 - Como você considera seu conhecimento da
língua espanhola ?
(A) Praticamente nulo. 50,4
(B) Leio, mas não escrevo nem falo. 35,6
(C) Leio e escrevobem, mas não falo. 2,3
(D) Leio e escrevo bem e falo razoavelmente. 7,6
(E) Leio, escrevo e falo bem. 3,9
22 - Em qual das línguas estrangeiras abaixo você
é capaz de se comunicar melhor?
(A) Francês. 8,7
(B) Alemão. 2,4
(C) Italiano. 18,2
(D) Japonês. 1,4
(E) Nenhuma dessas. 69,0
23 - Qual das atividades artísticas abaixo você de-
senvolve ou já desenvolveu por mais tempo?
(A) Teatro. 5,9
(B) Artes plásticas. 4,0
(C) Música. 16,5
(D) Dança. 19,1
(E) Nenhuma. 54,3
24 - Qual das atividades físicas / desportivas abai-
xo você desenvolve ou já desenvolveu por mais
tempo?
(A) Atividades físicas individuais. 38,3
(B) Futebol. 28,2
(C) Voleibol. 12,5
(D) Outro esporte coletivo. 9,9
(E) Nenhuma. 10,8
COMO FOI SUA FORMAÇÃO NO ENSINO MÉDIO?
25 - Em que tipo de escola você freqüentou o en-
sino médio ( segundo grau)?
(A) Todo em escola pública. 41,1
(B) Todo em escola privada. 41,0
(C) A maior parte do tempo em escola pública. 7,1
(D) A maior parte do tempo em escola privada. 6,0
(E) Metade em escola pública e metade em
escola privada. 4,5
26 - Qual foi o tipo de curso de ensino médio (se-
gundo grau) que você concluiu?
(A) Comum ou de educação geral, no ensino
regular. 61,1
(B) Técnico (eletrônica, contabilidade,
agrícola, etc.), no ensino regular. 28,4
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(C) Magistério de Primeira a Quarta Séries
(Curso Normal), no ensino regular. 4,6
(D) Curso supletivo. 3,5
(E) Outro curso. 2,0
COMO VOCÊ ANALISA O CURSO DE GRADUAÇÃO
QUE ESTÁ CONCLUINDO?
27 - Durante o seu curso de graduação, quantas
horas por semana você tem dedicado, em média,
aos seus estudos, excetuando-se as horas de aula?
(A) Nenhuma, apenas assisto às aulas. 8,0
(B) Uma a duas. 39,0
(C) Três a cinco. 32,0
(D) Seis a oito. 11,6
(E) Mais de oito. 8.9
28 - Destaque uma dentre as atividades acadêmi-
cas que você desenvolveu por mais tempo duran-
te o período de realização do seu curso de gradu-
ação, além daquelas obrigatórias.
(A) Nenhuma atividade. 64,4
(B) Atividades de iniciação científica ou
tecnológica. 6,7
(C) Atividades de monitoria. 3,0
(D) Atividades em projetos de pesquisa
conduzidos por professores da sua instituição. 18,1
(E) Atividades de extensão promovidas pela
instituição. 7,4
29 - Que atividade(s) extraclasse oferecida(s) pela
sua instituição você mais desenvolveu durante o
período de realização do seu curso de graduação?
(A) Nenhuma. 74,7
(B) Estudo de línguas estrangeiras. 7,8
(C) Atividades artísticas diversas. 1,5
(D) Atividades desportivas. 10,5
(E) Mais de uma das atividades acima. 5,3
30 - Por qual entidade foi promovida a maior par-
te dos eventos (congressos, jornadas, cursos de
extensão) de que você participou no decorrer do
seu curso de graduação?
(A) Pela minha instituição de ensino superior. 49,5
(B) Por outras instituições de ensino superior. 4,7
(C) Por diretórios estudantis ou centros
acadêmicos. 14,9
(D) Por associações científicas ou profissionais
da área. 7,2
(E) Não participei de eventos. 23,2
31 - Você foi beneficiado por algum tipo de bolsa
de estudos para custeio das despesas do curso?
(A) Não. 76,6
(B) Crédito Educativo (Caixa Econômica
Federal). 7,6
(C) Bolsa integral oferecida pela instituição. 1,7
(D) Bolsa parcial oferecida pela instituição ou
desconto nas anuidades. 6,8
(E) Bolsa, parcial ou integral, oferecida por
entidades externas (empresas, organismos de
apoio ao estudante, etc.). 6,9
32 - Durante a maior parte do seu curso de gradu-
ação, considerando-se apenas as aulas teóricas,
qual o número médio de alunos por turma?
(A) Até 30. 40,8
(B) Entre 31 e 50. 42,9
(C) Entre 51 e 70. 12,0
(D) Entre 71 e 100. 3,6
(E) Mais de 100. 0,3
33 - Quanto às aulas práticas do seu curso, o que
você diria?
(A) As aulas práticas não são necessárias
no meu curso (nesse caso, passe para a
questão 35). 31,7
(B) As aulas práticas são necessárias, mas
não são oferecidas (nesse caso, passe para a
questão 35). 29,2
(C) Raramente são oferecidas aulas práticas. 24,5
(D) As aulas práticas são oferecidas com
freqüência, mas não são suficientes. 4,9
(E) As aulas práticas são oferecidas na
freqüência necessária e suficiente ao curso. 6,6
34 - As aulas práticas comportam um número ade-
quado de alunos, em relação aos equipamentos,
material e espaço pedagógico disponíveis?
(A) Sim, todas elas. 25,9
(B) A maior parte delas. 25,4
(C) Apenas metade delas. 8,6
(D) Poucas. 24,9
(E) Não, nenhuma. 11,1
35 - Com relação ao(s) laboratório(s) utilizado(s)
durante o seu curso de graduação, de que tipo de
equipamentos ele(s) dispõe(m)?
(A) Atualizados e em número suficiente para
todos os alunos. 21,9
(B) Atualizados, mas em número insuficiente
para todos os alunos. 28,8
(C) Desatualizados, mas bem conservados e
em número suficiente para todos os alunos. 2,6
(D) Desatualizados, mas bem conservados,
embora em número insuficiente para todos os
alunos. 9,2
(E) O(s) laboratório(s) é(são) inoperante(s)
ou inexistente(s) no meu curso. 34,2
36 - Tomando por base a sua vivência escolar,
você considera que há disciplinas do seu curso
de graduação que deveriam ser eliminadas ou ter
seu conteúdo integrado a outras?
(A) Não, todas as disciplinas ministradas no
curso são importantes e estão bem colocadas. 15,2
(B) Sim, embora sejam poucas as disciplinas
que poderiam ter seu conteúdo integrado ao
de outras e nenhuma deveria ser eliminada. 29,3
(C) Sim, várias disciplinas poderiam ter seu
conteúdo integrado ao de outras, mas
nenhuma deveria ser eliminada. 14,7
(D) Sim, várias disciplinas poderiam ter seu
conteúdo integrado ao de outras e algumas
deveriam ser totalmente eliminadas. 36,9
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(E) Sim, várias disciplinas deveriam ser
totalmente eliminadas e nenhuma delas poderia
ter seu conteúdo integrado ao de outras. 3,4
37 - Ainda tomando por base a sua vivência esco-
lar, você acha que há disciplinas que deveriam
ser incorporadas ao currículo pleno do seu curso
de graduação?
(A) Não, o currículo pleno do curso está perfeito. 8,0
(B) Sim, embora o currículo do curso seja bem
elaborado, há algumas disciplinas novas que
poderiam ser a ele incorporadas. 46,6
(C) Sim, embora o currículo do curso seja bem
elaborado, há várias disciplinas novas que
poderiam ser a ele incorporadas. 19,6
(D) Sim, o currículo do curso não está bem
elaborado e há muitas disciplinas que deveriam
ser a ele incorporadas. 18,3
(E) Acho que o currículo do curso está mal
elaborado e deveria ser totalmente reformulado. 7,1
38 - Com base ainda na sua vivência escolar, qual
das opções abaixo melhor descreve como você
considera que as disciplinas do seu curso de gra-
duação estão dimensionadas?
(A) Há muitas disciplinas mal dimensionadas
no curso: algumas com muito tempo para
pouco conteúdo e outras com muito
conteúdo para pouco tempo. 26,2
(B) Algumas disciplinas estão mal
dimensionadas: muito conteúdo e pouco
tempo para o seu desenvolvimento. 34,4
(C) Algumas disciplinas estão mal
dimensionadas: muito tempo disponível para
pouco conteúdo a ser desenvolvido. 6,9
(D) As disciplinas do curso estão
razoavelmente bem dimensionadas. 26,3
(E) As disciplinas do curso estão muito bem
dimensionadas. 5,8
39 - Quanto à utilização de microcomputadores
em seu curso, você diria que:
(A) O curso não necessita da utilização de
microcomputadores. 4,1
(B) A instituição não possui microcomputadores. 2,2
(C) A instituição possui microcomputadores,
mas os alunos de graduação não têm acesso
a eles. 10,2
(D) O acesso aos microcomputadores é
limitado pelo seu número insuficiente ou pelo
horário de utilização. 52,7
(E) A instituição possui um número suficiente
de equipamentos e viabiliza a sua utilização de
acordo com as necessidades do curso. 30,2
O QUE VOCÊ TEM A DIZER SOBRE
A BIBLIOTECA DA SUA INSTITUIÇÃO?
40 - Como você utiliza a biblioteca de sua insti-
tuição?
(A) A instituição não tem biblioteca (nesse caso, pas-
se para a questão 48). 0,5
(B) A instituiçãopossui biblioteca, mas eu
nunca a utilizo. 5,1
(C) Utilizo pouco a biblioteca, porque não
tenho necessidade dela. 18,2
(C) Utilizo pouco a biblioteca, porque o horário
de funcionamento não é favorável. 7,6
(D) Utilizo freqüentemente a biblioteca. 68,2
41 - Como você avalia a atualização do acervo da
biblioteca face às necessidades curriculares do
seu curso?
(A) É atualizado. 21,6
(B) É medianamente atualizado. 37,2
(C) É pouco atualizado. 25,8
(D) Não é atualizado. 11,1
(E) Não sei. 2,5
42 - Como você avalia o número de exemplares
disponíveis na biblioteca, para atendimento do
alunado do curso?
(A) É plenamente suficiente. 13,3
(B) Atende parcialmente. 48,7
(C) Atende pouco. 15,0
(D) É insuficiente. 20,4
(E) Não sei. 2,5
43 - Como você avalia a atualização do acervo
de periódicos especializados disponíveis na bi-
blioteca?
(A) É bastante atualizado. 22,6
(B) É razoavelmente atualizado. 50,5
(C) É desatualizado. 14,7
(D) Não existe acervo de periódicos
especializados. 3,1
(E) Não sei. 8,9
44 - A biblioteca de sua instituição oferece servi-
ço de empréstimo de livros?
(A) Sim, para todo o acervo. 66,1
(B) Apenas para obras de caráter didático. 24,0
(C) Apenas para obras de interesse geral. 5,2
(D) Não há empréstimo. 2,3
(E) Não sei. 2,2
45 - Como é o serviço de pesquisa bibliográfica
oferecido?
(A) Utiliza apenas processos manuais. 28,4
(B) Dispõe de sistema informatizado local. 54,8
(C) Dispõe de acesso à rede nacional de
bibliotecas universitárias. 7,6
(D) Dispõe de acesso à rede internacional de
bibliotecas. 3,4
(E) Não sei. 5,6
46 - A biblioteca de sua instituição oferece horá-
rio adequado de funcionamento?
(A) Sim, é plenamente adequado. 69,2
(B) É parcialmente adequado. 24,3
(C) É muito pouco adequado. 3,3
(D) Não é adequado. 2,3
(E) Não sei. 0,9
47 - A biblioteca de sua instituição oferece insta-
lações adequadas para leitura e estudo ?
(A) Sim, plenamente adequadas. 47,4
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(B) Parcialmente adequadas. 36,9
(C) Muito pouco adequadas. 12,2
(D) Inadequadas. 5,2
(E) Não sei. 0,3
O QUE VOCÊ TEM A DIZER SOBRE O TRABALHO
DOS DOCENTES DO SEU CURSO?
48 - Ao iniciar os trabalhos com cada disciplina,
os docentes apresentam plano de ensino, conten-
do objetivos, metodologia, critérios de avaliação,
cronograma e bibliografia?
(A) Nenhum apresenta. 1,5
(B) Poucos apresentam. 28,3
(C) Metade apresenta. 8,3
(D) A maior parte apresenta. 42,7
(E) Todos apresentam. 31,3
49 - Qual tipo de material, dentre os abaixo rela-
cionados, tem sido mais utilizado por indicação
de seus professores durante o curso?
(A) Apostilas e resumos. 20,4
(B) Livros-texto e/ou manuais. 33,4
(C) Cópias de trechos de livros. 37,0
(D) Artigos de periódicos especializados. 2,3
(E) Anotações manuais e cadernos de notas. 6,4
50 - Durante o seu curso de graduação, que técni-
cas de ensino a maioria dos professores tem utili-
zado, predominantemente?
(A) Aulas expositivas. 35,9
(B) Aulas expositivas e aulas práticas. 2,9
(C) Trabalhos de grupo, desenvolvidos em sala
de aula. 5,0
(D) Aulas expositivas e trabalhos de grupo. 42,8
(E) Aulas expositivas, aulas práticas, trabalhos
de grupo e vídeo-aulas. 13,0
51 - Que instrumentos de avaliação a maioria dos
seus professores adota predominantemente?
(A) Provas escritas discursivas. 89,5
(B) Testes objetivos. 2,5
(C) Trabalhos de grupo. 2,4
(D) Trabalhos individuais. 0,9
(E) Provas práticas. 4,0
52 - Você considera que seus professores têm de-
monstrado empenho, assiduidade e pontualida-
de?
(A) Nenhum deles tem demonstrado. 1,0
(B) Poucos têm demonstrado. 13,3
(C) Metade deles tem demonstrado. 15,7
(D) A maior parte deles tem demonstrado. 54,2
(E) Todos têm demonstrado. 15,5
53 - Você considera que seus professores demons-
tram domínio atualizado das disciplinas ministra-
das?
(A) Nenhum deles demonstra. 0,5
(B) Poucos demonstram. 10,6
(C) Metade deles demonstra. 15,6
(D) A maior parte deles demonstra. 53,8
(E) Todos demonstram. 19,1
54 - Como você considera a orientação extraclasse
prestada pelo corpo docente durante o seu curso
de graduação?
(A) Nunca procurei orientação extraclasse. 24,2
(B) Procurei, mas nunca encontrei. 2,6
(C) Procurei, mas raramente encontrei. 14,6
(D) Procurei e encontrei na maioria das
vezes. 38,0
(E) Sempre há disponibilidade do corpo
docente para orientação extraclasse. 20,1
QUAIS AS MAIORES CONTRIBUIÇÕES
DO SEU CURSO?
55 - Como você avalia o nível de exigência do
seu curso?
(A) Deveria ter exigido muito mais de mim. 20,1
(B) Deveria ter exigido um pouco mais
de mim. 39,8
(C) Exigiu de mim na medida certa. 32,9
(D) Deveria ter exigido um pouco menos
de mim. 6,0
(E) Deveria ter exigido muito menos de mim. 0,9
56 - Qual você considera a principal contribuição
do curso de graduação que está concluindo?
(A) A obtenção de diploma de nível superior. 15,2
(B) A aquisição de cultura geral. 19,4
(C) A aquisição de formação profissional. 37,2
(D) A aquisição de formação teórica. 17,9
(E) Melhores perspectivas de ganhos
materiais. 9,8
57 - Qual das habilidades abaixo foi melhor de-
senvolvida por você durante o seu curso de gra-
duação?
(A) Capacidade de comunicação. 11,8
(B) Capacidade de trabalhar em equipe. 10,7
(C) Capacidade de raciocínio lógico / análise
crítica. 63,8
(D) Senso ético. 5,0
(E) Capacidade de tomar iniciativa. 8,1
58 - Quanto ao estágio curricular supervisionado,
você diria que:
(A) Não é oferecido no curso (nesse caso,
passe para a questão 60). 77,6
(B) Tem menos de 200 horas. 4,1
(C) Está entre 200 e 299 horas. 3,8
(D) Está entre 300 e 399 horas. 2,1
(E) Tem mais de 400 horas. 4,4
59 - Qual foi, no seu entender, a maior contribui-
ção do seu estágio curricular supervisionado?
(A) O aperfeiçoamento técnico-profissional. 20,6
(B) O conhecimento do mercado trabalho. 23,5
(C) O conhecimento de novas áreas de
atuação para os graduados do curso. 14,6
(D) A reafirmação da escolha profissional
feita. 5,2
(E) A demonstração da necessidade de estudo
contínuo para eficiente exercício profissional. 32,0
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RESPONDA AGORA ÀS QUESTÕES
ESPECÍFICAS PARA OS GRADUANDOS DE
ECONOMIA
60 - Caso esteja trabalhando ou participando de
algum estágio (não obrigatório), como você des-
creveria as atividades desenvolvidas em seu tra-
balho ou estágio?
(A) Mantêm relação com o curso. 19,9
(B) Não mantêm relação com o curso. 19,7
(C) Abrem perspectivas de atividades
relacionadas ao curso. 30,2
(D) Não abrem perspectivas de atividades
relacionadas ao curso. 4,7
(E) Não estou trabalhando ou realizando
estágio. 23,5
61 - Qual o fator, dentre os enumerados abaixo,
que mais o teria influenciado na escolha do curso
de Economia ?
(A) A possibilidade de ampliar conhecimentos. 30,2
(B) A afinidade intelectual com o curso. 23,1
(C) A proximidade do curso com habilidades
pessoais. 14,9
(D) A influência familiar ou de amigos. 5,6
(E) Perspectivas quanto ao mercado de
trabalho. 25,5
62 - O seu curso de Economia dispõe de normas
de elaboração e apresentação de Monografias?
(A) Sim. 96,5
(B) Não. 1,8
63 - De que tipo de estrutura de apoio de informática
o seu curso dispõe para o desenvolvimento da
Monografia?
(A) Salas de estudo ou laboratórios com
computadores ligados à Internet, em número
suficiente para todos os alunos. 19,8
(B) Salas de estudo ou laboratórios com
computadores ligados à Internet, mas em
número insuficiente para todos os alunos. 35,7
(C) Salas de estudo ou laboratórios com
computadores suficientes para todos os
alunos, mas sem acesso à Internet. 3,6
(D) Salas de estudo ou laboratórios com
computadores em número insuficiente para
todos os alunos e sem acesso à Internet. 6,6
(E) Não há estrutura de apoio de informática
à Monografia. 33,4
64 - De que tipo de estrutura de apoio bibliográfi-
co o seu curso dispõe para o desenvolvimento da
Monografia?
(A) Bibliotecaatualizada com livros, revistas
científicas e Banco de Monografias de
semestres anteriores. 32,2
(B) Biblioteca atualizada com livros, revistas
científicas, mas sem Banco de Monografias de
semestres anteriores. 4,0
(C) Biblioteca medianamente atualizada, mas
com Banco de Monografias de semestres
anteriores. 50,5
(D) Biblioteca medianamente atualizada e
sem Banco de Monografias de semestres
anteriores. 5,5
(E) Biblioteca pouco atualizada e sem Banco
de Monografias de semestres anteriores. 7,1
65 - Para a elaboração e desenvolvimento da sua
Monografia (Projeto/Dissertação Final), qual a
natureza da orientação que você mais utiliza ou
utilizou?
(A) Comissão de Orientação de Monografias. 3,7
(B) Coordenador de Monografias. 6,9
(C) Orientador da sua Monografia. 84,9
(D) Não precisei de orientação. 2,2
(E) Não há estrutura de orientação de
Monografia em meu curso. 1,6
66 - A sua Monografia (Projeto/Dissertação Final)
está ou esteve vinculada com atividades de pes-
quisa ou extensão desenvolvidas na instituição?
(A) Sim, vinculada com atividades
desenvolvidas por professores e alunos. 20,3
(B) Sim, vinculada com atividades
desenvolvidas apenas por professores. 8,6
(C) Sim, vinculada com atividades
desenvolvidas apenas por alunos. 4,7
(D) Não, pois está vinculada apenas com
atividades de ensino. 19,8
(E) Não está ou não esteve vinculada com
qualquer atividade desenvolvida na instituição. 45,3
67 - Como é feita a avaliação das Monografias no
seu curso?
(A) Por Banca Examinadora (constituída para
cada Monografia). 82,3
(B) Por Comissão Permanente de Avaliação
(para todas as Monografias). 6,0
(C) Apenas pelo Coordenador de Monografias. 4,1
(D) Apenas pelo Orientador de cada Monografia. 6,3
(E) Não há avaliação/defesa de Monografias
no meu curso. 0,2
68 - Nas aulas do seu curso de Economia, você
tem utilizado o laboratório de informática?
(A) Sim, com bastante freqüência. 7,7
(B) Sim, embora com pouca freqüência. 21,7
(C) Apenas raramente. 28,7
(D) Não são ministradas aulas com o auxílio
do laboratório de informática. 28,7
(E) O curso não dispõe de laboratório de
informática. 12,7
69 - Na sua opinião, há disciplinas do curso cujas
aulas não são, mas poderiam ser ministradas, uti-
lizando-se recursos de informática?
(A) Sim. 81,9
(B) Não. 16,5
70 - Qual das opções abaixo descreve a sua opi-
nião sobre o que de melhor o currículo do seu
curso de Economia propicia ao aluno?
(A) Forte base teórica. 26,0
(B) Boa visão e discernimento do universo
econômico. 35,1
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(C) Boa visão e discernimento da realidade
econômica brasileira. 20,4
(D) Cultura geral. 11,7
(E) Base técnico-profissional. 6,2
71 - Como você analisa o projeto pedagógico do
seu curso de Economia?
(A) É bem estruturado e cumprido em todas
as suas orientações. 28,6
(B) É bem estruturado, mas não é cumprido. 14,5
(C) É mal estruturado. 14,9
(D) O curso não possui projeto pedagógico. 3,4
(E) Não conheço o projeto pedagógico do
curso. 37,4
72 - Como você percebe o currículo do seu curso?
(A) É bem integrado, havendo clara vinculação
entre as disciplinas. 30,2
(B) É relativamente integrado, já que as
disciplinas se vinculam apenas por blocos ou
áreas de conhecimento afins. 51,8
(C) É pouco integrado, já que poucas
disciplinas se interligam. 10,9
(D) Não apresenta integração alguma entre
as disciplinas. 1,7
(E) Não sei dizer. 4,6
73 - Durante o seu curso de Economia, as discipli-
nas trataram da realidade brasileira?
(A) Sim, a maior parte delas tratou de maneira
direta da realidade brasileira. 40,4
(B) Sim, a maior parte delas tratou da realidade
brasileira, embora de maneira indireta. 19,7
(C) Sim, mas apenas pequena parte delas
tratou da realidade brasileira. 37,8
(D) Não, nenhuma tratou. 1,1
(E) Não sei dizer. 0,2
74 - Na sua opinião, dentre as relacionadas abai-
xo, qual a principal contribuição da maioria das
disciplinas de seu curso?
(A) Desenvolver a capacidade de reflexão
crítica. 40,5
(B) Criar a necessidade de reflexão científica. 11,8
(C) Gerar conhecimentos técnicos e teóricos
necessários no mercado de trabalho. 27,1
(D) Gerar conhecimento técnicos e teóricos
que dão suporte a outras disciplinas. 13,5
(E) Não tenho opinião a respeito. 6,3
75 - Como você considera as atividades acadêmi-
cas desenvolvidas pelos alunos durante o curso?
(A) Todas elas têm relação com as áreas de
atuação dos professores. 16,6
(B) A maior parte tem relação com as áreas de
atuação dos professores. 37,5
(C) Apenas uma pequena parte tem relação
com as áreas de atuação dos professores. 20,2
(D) Nenhuma delas tem relação com as
áreas de atuação dos professores. 3,0
(E) Não sei responder. 21,7
76 - O seu curso de Economia se propõe a ofere-
cer formação diferenciada ao aluno, em relação
aos outros cursos de Economia?
(A) Sim, com uma área de concentração bem
definida. 11,9
(B) Sim, com mais de uma área de
concentração bem definida. 11,0
(C) Sim, mas com área(s) de concentração
pouco definida(s). 15,8
(D) Não, o curso não se propõe a oferecer
formação diferenciada. 37,6
(E) Não sei dizer. 22,5
77 - De um modo geral, como você conceituaria o
seu curso de Economia?
(A) Excelente. 9,5
(B) Bom. 51,5
(C) Regular. 32,6
(D) Ruim. 5,1
(E) Não sei. 0,5
QUAIS AS SUAS PERSPECTIVAS FUTURAS?
78 - Quais são as suas perspectivas para logo após
a conclusão do curso?
(A) Não tenho definições nem perspectivas
para logo após a conclusão do curso. 12,5
(B) Pretendo continuar dedicando-me
somente aos estudos na área de Economia. 17,2
(C) Pretendo dedicar-me aos estudos em
outra área. 19,1
(D) Pretendo trabalhar ou continuar
trabalhando na área de Economia. 39,3
(E) Pretendo trabalhar ou continuar
trabalhando em outra área. 11,1
79 - Quanto aos estudos, após a conclusão deste
curso, o que você pretende?
(A) Não fazer nenhum outro curso. 4,4
(B) Fazer outro curso de graduação. 17,8
(C) Fazer cursos de aperfeiçoamento e
especialização. 37,7
(D) Fazer curso de mestrado e doutorado na
área de Economia. 26,4
(E) Fazer curso de mestrado e doutorado em
outra área. 8,7
80 - Quanto ao exercício profissional, na área de
Economia, o que você pretende fazer?
(A) Pretendo procurar emprego na área de
Economia. 43,0
(B) Já tenho emprego garantido ou perspectivas
favoráveis com relação ao meu ingresso no
mercado de trabalho, na área de Economia. 23,9
(C) Pretendo montar um negócio próprio na
área de Economia. 8,5
(D) Pretendo continuar participando de negócio
próprio na área de Economia. 4,8
(E) Não pretendo trabalhar na área. 18,7
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81 - Fora da área deste curso de graduação, quais
são as suas perspectivas profissionais?
(A) Procurar um emprego em qualquer outra
área. 21,6
(B) Continuar com o mesmo emprego que
tenho agora. 34,7
(C) Montar um negócio próprio em outra área. 10,8
(D) Continuar participando de negócio próprio
em outra área. 4,5
(E) Não pretendo trabalhar fora da área de
Economia. 27,2
82 - Se você está trabalhando ou pretende traba-
lhar como economista, qual a sua área preferida
de atuação?
(A) Em empresa privada ou negócio próprio. 47,0
(B) No setor público. 21,1
(C) No terceiro setor (ONGs, cooperativas,
sindicatos, movimentos sociais, etc.). 4,5
(D) Em organizações internacionais ou na área
acadêmica. 11,2
(E) Não pretendo trabalhar como economista. 14,9
83 - Qual das opções abaixo melhor descreve suas
expectativas quanto ao curso que está concluin-
do?
(A) É importante para a manutenção da minha
atividade profissional atual. 10,0
(B) É importante para promoções futuras na
minha atividade profissional atual. 17,9
(C) Abre novas perspectivas no mercado de
trabalho. 49,6
(D) Abre a perspectiva de trabalho
independente. 7,7
(E) Possibilita a aquisição de cultura geral. 13,7
84 - Como você descreveria o mercado de traba-
lho atual para os egressos dos cursos de Econo-
mia?
(A) Está saturado.7,5
(B) É limitado. 39,6
(C) Está momentaneamente reprimido. 18,5
(D) Encontra-se estabilizado. 13,5
(E) Está em expansão. 19,4

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