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MARIANA AFONSO COSTA FARMACOLOGIA – AULA 05 FARMACOGENÉTICA CONCEITO É o estudo das bases genéticas da variação da resposta aos fármacos e comumente implica efeitos marcantes de um pequeno número de variantes do DNA. Dogma central da biologia: DNA RNA proteína A variação genética pode alterar a sequência e a função de uma proteína, ou provocar variações dos níveis da proteína no organismo. Em algumas situações as variações dos genomas das células podem ser determinantes das respostas farmacológicas variáveis. POLIMORFISMO DE NUCLEOTÍDEO ÚNICO (SNP/PUN’s) Podem ser encontrados em diferentes regiões dos genes: TIPOS DE SNP Misense: nova ptn produzida fenótipo diferente. Sense: ptn produzida normalmente fenótipo mantido. Nonsense: menos ptn produzida fenótipo diferente. Indels: Inserções: copias de genes acrescentadas fenótipo diferente. Deleções: genes deletados fenótipo diferente. FENÓTIPOS FARMACOGENÉTICOS - Multifatoriais: Poligens: vários genes SNPs Ambiente: tabagismo, alcoolismo, obesidade... - Diversidade Étnica: Cosmopolitas: comum à população mundial. Endêmicos: encontrados em diferentes populações. RESPOSTAS TERAPÊUTICAS Farmacocinéticos: absorção, distribuição metabolização e excreção. Ex.: enzimas metabolizadoras e transportadoras incomuns geram aumento/ diminuição. Farmacodinâmicos: os 4 tipos e receptores são proteínas. Ex.: Receptores incomuns geram aumento/ diminuição das respostas. NOVAS PERSPECTIVAS SOBRE A FARMACOGENÉTICA - Variação de fármacos genótipo-específicos; - Ajustes posológicos nas bulas; - Diminuição de efeitos adversos/ toxicidade; - Aumento da adequação a efeitos desejáveis. (Genótipo) (Fenótipo)