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fica a 200m de sua oviposição facilitam a penetração em marófagos por receptores Fcg alto nível de HLA Ie II também facilita bloqueio da maturação de megacariocítica na medula Após incubação de 2-8 dias começa de forma abrupta abrupta tbm Dengue 1.introdução 2.estrutura viral 4.patogenia e resposta imune proteína E e NS1 o vírus é fagocitado pelas células de Langherhans, vão para os linfonodos, replicam e se disseminam. durante uma infecção por dengue o indivíduo fica imune temporariamente por outros tipos de virus A E é alvo principal doas anticorpos que vão fazer lise de cel. infectadas ou inibir a ligação. vírus esférico, envelopado, 1 fita de RNA entra por endocitose por receptores desconhecidos nos polissomos traduz em uma poliproteina que tem todas as proteínas virais a dengue possui 4 sorortipos, arbovirose 3.epidemiologia Transmissão por Aedes aegypti e albopictus temperatura e umidade são condições adequadas picam indivíduos virêmicos, o vírus multiplica no TGI do mosquito que transmite por toda a vida 10 genes, cada um forma uma proteína tradução no retículo endoplasmático o primeiro é cosmopolita, o segundo é rural e semisslvestre Aedes spp. podem transmitir por forma transovariana NS1 é expressa na superfície de cel. infectadas. Anticorpos contra a proteína fazem lise de células infectadas fixando o complemento. Vírus da família flaviridae picada da fêmea Aedes gênero flavivirus proteína E- estrutural latência de 12-16 hr localiza-se nas espículas do envelope, possui os mais importantes domínios antigênicos, que são reconhecidos por anticorpos os domínios são indutores de imunidade contra o flavivirus é a hemaglutinina viral e medeia a fusão do envelope à membrana do hosp. 5.fisiopatologia da dengue hemorrágica (DHF|DSS) sequência de infecção por dengue é um fator de risco para DHF, 100x do que em primoinfecção os macrófagos lisadodos por CD8 liberam tromboplastina inicia coagulação proteases ativadoras so complemento grupos de risco os mesmos sorotipos podem desenvolver todas as formas da doença TNF-a afeta células inflamatórias e endoteliais, podendo contribuir para a trombocitopenia Os ovos ficam viáveis até um ano e depois do contato com a água iniciam o ciclo. 12-15 dias os ovos podem viajar distâncias. é a maior, glicosilada, tem cisteína anticorpos de antes não neutralizam o segundo vírus diferente e aumentama infecção primeiros anos de idade com infecção secundária crianças<1 ano infec. primária, com mães possuidoras de anticorpos 6.Patologia Alterações principalmente em DHF hemorragias cutâneas, em TGI, no septo IV, espaços subaracnóide, hepatomegalia muitos megacariócitos em capilares pulmonares, glomérulos renais, sinusoides hepáticos e esplênicos, sinal de coagulação intravasc. nos rins, glomerulonefrite por imunocomplexos no fígado, necrose das cel. de kuppfer, presença de cel. monpnucleares com citoplasma acidófilo e vacuolizado, lembrando febre amarela Não há evidências de dengue no BR pelo albopictus alimentam de sangue pra suprir o gasto da oviposição 7.Quadro Clínico 8.Dengue Clássica 2. febre da dengue febre indiferenciada e manifestações clássicas 1. infecções assintomáticas febre hemorrágica e síndrome de choque da dengue febre de 39-40°C, cefaleia intensa, dor retro-ocular, artralgias, mialgias, manifestações gastrointestinais IgM 4 dias após sintomas e IgG após 1 semana, começa baixo e vai aumentando, dá imunidade para aquele sorotipo. TCD4 e CD8 produzem =muito IFN-G, TNF-a para lise de células infectadas febre e mal-estar são por níveis altos de citocinas, já as mialgias são por replicação viral no tecido. O IFN-g aumenta o número de Fcg facilitando a entrada do vírus nos macrófagos lise celular e choque induz IL-8, que libera histamina pelos basófilos, vasodillatação IL-6 relacionada com hipertermia infecção por outro sorotipo + anticorpos subneutralizantes desequilíbrio, facilitando entrada do vírus em macrófagos causa: aumento da carga viral por uma cepa virulenta ou facilitação por anticorpos, levando a resposta imune exacerbada permeabilidade vascular queda de PA manifestações hemorrágicas com trombocitopenia manifestações menos usuais, hepatite, acometimento cardíaco e de SNC exantema no 3° ou 4° dia, pequenas áreas de pele saudável, prurido fenômenos hemorrágicos discretos (epistaxe, petéquias, gengivorragias) leucopenia com linfocitopenia, plaquetas normal, em alguns cass leve diminuição "ilhas brancas em mar vermelho" 9.Dengue hemorrágica quadros hemorrágicos no 2º ou 3º dia petéquias na face, véu palatino, axilas e extremidades febre alta, náuseas, vômitos, mialgias e artralgias. fazer teste de torniquete, positivo quantdo tiver 20 ou mais petéquias fígado palpável e doloroso Púrpuras e grandes equimoses na pele, epistaxes, gengivorragias, metrorragias e hemorragias digestivas moderadas, hematêmese. pocurar sinais de alarme: dor abdomial, vômitos persistentes, acúmulo de fluidos, hepatomegalia sídrome de choque\DSS: 3-4 dia estado crítico por 12-24 h, dor abdominal, letárgicos, afebris, sinais de insuficiência circulatória sinais: pele fria e pegajosa, cianose perioral, pulso rápido, sudorese fria PA baixa ou imensurável sem tratamento o pct evolui para óbito e 4-6 h critérios laboratoriais: hematócrito deve estar elevado em 20% ou mais ou deve diminuir em 20% ou mais após a hidratação vigorosa, e a plaquetopenia deve estar em níveis abaixo de 100.000/mm3hemoconcentração acima de 45% dengue diagnóstico tratamento profilaxia Main Topic