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@jhennyolive2 Ivas – iinfecções de vias aereas superiores Todo tipo de inflmação ou infecção que afeta a laringe Caso clinico 1 seca, coriza hialina, congestão nasal e lacrimejamento. Mãe aceita parcialmente a dieta, e calendario vacinal em dia com peso e estrutura adequados para idade? R = ivas, 70 a 90 causada por virus, sendo a causa mais comum de infecção respiratoria. A denominação depende da região anatomica acometida. Ex: laringe- laringite. Regiao nasal- rinite. Faringe-faringite Obs: avaliar o estado geral para saber se trato so com sitomaticos ou tomar outras medidas Geralmente causada principalmente por virus: Rinovirus ++++++ Coronavirus + + + Vsr + + + Influenza + Adenovirus + Enterovirus + Tempo de incubação: 2-3 dias Resfriado, crianças pequenas (ate 3 anos) tem quantos resfriados por ano? 6 a 7 x por ano Observação: creche no 1 ano de vida aumenta as chances em ate 50%. Tratamento a maioria das IVAS são tratadas da mesma forma, pois a maioria é causada por agente viral. Repouso. Boa hidratação. Boa alimentação. Antitérmicos. Analgésicos. Antitérmicos. Resfriado x gripe Resfriado é algo mais leve, com inicio dos sintomas de forma gradual em crianças de até 3 anos – creches podem aumentar ate 50% as chances. Garganta irritada. Obstrução nasal. Rinorreia. Tosse branda. Febrícula. Pode haver leve prostração. Obs: O que fazer se houver mudança na cor e consistência da secreção nasal? R= Fazer lavagem nasal, e isso Não significa mudança de uma doença viral por uma bacteriana. Diagnostico clinico sem necessidade de exames complementares Diag diferencial: Rinite alérgica, Corpo estranho, Coqueluche. Gripe mais grave com inicio dos sintomas de forma mais subta com maior prostração Fisiopatologia Tratamento não se recomenda tratamento oral para tosse e resfriado em crianças menores de 2 anos. Fazer lavagem nasal (água ou soro fisiológico) para rinorreia e obstrução nasal. Manter boa alimentação e hidratação. @jhennyolive2 Imunização contra influenza: Crianças de 6 meses a 5 anos. Portadores de doenças crônicas, Profissionais da saúde e Indígenas. oma – otite média aguda Em torno de 80% das crianças terão pelo menos 1 episódio de OMA até os 3 anos de idade. É a doença bacteriana mais prevalente na infância e a causa mais comum de prescrição de antibióticos. Fisiopatologia Líquido no ouvido médio com sinais e sintomas de infecção. Alterações da membrana timpânica: pensar em otite média. Fatores de risco IVAS Principalmente crianças pequenas que usam muita mamadeira, pois a trompa de Eustáquio nas crianças é muito mais horizontalizada, facilitando a passagem de conteúdo alimentar para o ouvido. Ausência de aleitamento materno Quadro clínico Otorreia, que pode ser purulenta. Febre. Irritabilidade. Otalgia. Desconforto auricular. Achados na otoscopia: Hiperemia de membrana, Opacidade., Abaulamento da membrana timpânica e Pode haver bolhas. Exames complementares SE NECESSÁRIO: raio-x e TC de face. Tratamento geral Antitérmicos. Analgésicos. Antimicrobianos. Tratamento com antibióticos: amoxicilina - fazer reavaliação em 48-72h. < 6 meses (deve-se tratar na crtz ou duvida) 6 meses - 2 anos: Certeza: tratar todos. Dúvida: tratar apenas casos graves. > 2 anos: Certeza: tratar apenas casos graves. Dúvida: observar. Sinusite Principais agentes etiológicos: H. influenzae. Pneumococo. Moraxella catarrhalis. Seios da face: Etmoidal em desenvolvimento. Maxilar aerado a partir dos 4 anos. Frontal a partir dos 7 anos Fisiopatologia: Rinossinusite viral. Edema e inflamação. Proliferação bacteriana. Quadro clínico: Congestão e descarga nasal. Tosse bastante frequente. Diagnóstico Essencialmente clínico, com história de IVAS por 10-14 dias ou febre com descarga nasal por 3-4 dias. Obs: a sinusite em crianças não é comum, pois não há desenvolvimento total de todos os seiosnasais antes dos 10 anos de idade Exames complementares Padrão ouro: TC para ver inflamação, mas não identifica processo agudo. Cultura do aspirado dos seios nasais da face. Raio-x: identifica inflamação, mas não tem muito valor diagnóstico @jhennyolive2 Amigdalite – faringoamidalite aguda Ag. Etiológico: SGA - estreptococos beta hemolítico do grupo A. Exames complementares Padrão ouro: cultura bacteriana - swab. Complicações GNPE - GlomeruloNefrite Pós-Estreptocócica Abscesso retrofaringeo ou periamigdaliano. Febre reumática. Escarlatina. Síndrome do choque tóxico. Avaliação orofaringe Sinais e sintomas Febre. Trismo. Disfagia. Diagnósticos diferenciais: Mononucleose, Herpangina, Difteria, Febre faringoconjuntival. Tratamento: Antibioticoterapia, Se necessário, drenagem cirúrgica com agulha. faringite Principais agentes etiológicos: Adenovírus (conjuntivite + febre + faringite) e Coxsackie (úlceras e aftas). Quadro clínico Início gradual com quadro gripal associado. Conjuntivite. Febre. Faringite. Úlceras. Aftas. Epiglotite Agentes etiológicos: Principal: Haemophilus influenzae tipo B, Streptococcus pyogenes, Streptococcus pneumoniae, Staphylococcus aureus. Diagnóstico: clínico e com raio-x lateral de cervical. Tratamento VA pérvias (IOT-traqueostomia). Antibioticoterapia via endovenosa durante 7 e 10 dias. Nebulização com adrenalina e dexametasona. Redução das secreções respiratórias e do edema da mucosa respiratória. Relaxamento do músculo liso das vias aéreas. Inibição do processo inflamatório. Dermatoses mais comum na infância Patologias a serem estudas: impetigo, celulite, erisipela, escabiose, pediculose, larvas migrans, molusco contagioso, tineas, dermatite de fraldas e dermatite atopica estrofulo, dermatofitose. Impetigo Vésicula (conteudo transparente) ou pustula (conteudo amarelado) causada por bacterias. Base eritematosa que se rompe com facilidade, ressecamento da origem a uma crosta aderente e amarelada. Tb Bacterias coco gram + (estafilococos ou estreptococos) Primaria e secundaria Primaria: nunca teve nenhuma lesão Secundaria: recorrente de outra, impetigação secundaria ex: lesão de varicela (sinal da queimadura do cigarro) @jhennyolive2 Formas clínicas Impetigo bolhoso: s. Aureus produtor de uma toxina epidermolitica causando a sindrome da pele escaldada Impetigo crostoso Não vai cobrar tratamento na prova Tratamento Antibioticos topicos: pequeno numero de lesoes ou apenas uma região topografica está acometida Tratamento topico: mupirocina Maior numero de lesoes ou mais regiões: tratamento sistemico Opçoes cefalexina via oral / cefalotina via endovenosa Celulite Acometimento do tecido subcutaneo ou seja mais profundo. Apresenta eritema, edema, dor e calor Eritema da celulite: nao tem limites nítidos (pois é mais profunda) x erisipela apresenta demarcações evidente do eritema (por ser mais superficial) Lesão: eritematosa, endurada e dolorosa Relacionado com pequenos traumas – Modida de animais tb são portas de entrada Bacteria relacionada: staphylococcus e o streptococcus Tratamento Conforme a extensão e localização Se a lesãose localiza em face: a criança deve ser hospitalizada com indicação de tratamento endovenos Recomenda-se coleta de cultura atraves de um aspirado com agulha fina. Hemocultura e fortemente recomendada Dermatite atópica Dermatose inflamatoria de curso cronico e recidivante, de etiologia desconhecidae inicio precoce Caracterizada: prurido, xerose e lesões eczematosas (vesiculas e crostas) As crianças ja possuem a pele naturalmente ressecada por deficiencia na função de barreira cutanea em decorrencia do metabolismo anormal de lipideos o que determina a pele seca. Disfunção da imunidade cutanea inata (queratinocitos e células de langerhans) Alteração na microbiota cutânea Staphylococcus aureus e malassezia furfur Influencia psicosomatica que resulta na alteração do sistema nervoso autônomo que media cels inflamatorias como eosinofilos e leucocitos Localização no lactente: face, poupando a região central, couro cabeludo, no tronco e na região extensora dos membros Relaciona-se com historia familiar ou pessoal de rinite, asma e alergias Pré-puberal (2 a 10 anos) pele é seca e áspera, o prurido ocorre nas pregas antecubitais e poplíteas, resultando no espessamento e no aparecimento de placas circunscritas Dermatite atopica grave: manifestações atipicas Fatores agravantes Detergentes e alvejantes Sabões e amaciantes Roupas sinteticas Cloro de piscinas, fumaça de cigarro @jhennyolive2 Produtos quimicos, condições extremas de temperatura e umidade Fricção e estresse Medidas gerais: evitar ou minimizar essa exposição indesejada devem ser adotadas precocemente. Tratamento para controle: educação e cuidado do pac, hidrataçaõ da pele, controle dos desencadeantes, medicamentos tópicos- oral. Dermatite de fralda Dermatite de contato por irritante primario Resulta da interação de múltiplos fatores: aumento da umidade. Ph elevado Enzima fecais Micro-organismos que se desenvolvem pela condição ideal proprocionada pela oclusão Irritantes devido a limpeza por lenços umedecidos Eritema que poupa as linhas de dobra (em w) Prevenção e tratamento Troca frequente de fraldas, limpeza suave e cremes de barreira Quando a lesão se estabelece é necessario: trocar as fraldas com maior frequencia que a habitual Limpar suavemente a região Expor a pele ao ar Aplicar cremes de barreira Escabiose ou sarna É contagiosa Agente: Sarcoptes scabiei ou hominis Contagio direto pela pele com pessoas infectadas ou por roupas Parasitas femeas penetram na epiderme em um tunel e depositam seus ovos que se tornam parasitas adultos em 2 a 4 sem Causam uma reação de hipersensibilidade ocasionando prurido intenso Sempre perguntar se os familiares são contaminados Caracterizada pela presença de papulas eritematosas, vesiculas, nódulos, tuneis e pelo prurido intenso Sinais de escorações que alteram o aspecto da lesão, com impetignação secundaria determinado o aparecimento de pústulas devido ao prurido intenso Lesões de pele incluem: papulas eritematosas, nodulos, tuneis, pustulas, vesiculas. Adultos e adolescentes: espaços interdigitais, punhos, tornozelos, axilas, virilhas, palmas e plantas Nos lactantes: quadro mais exuberante Orientações gerais Lavar as roupas com agua quente ou expor no sol e passar com ferro quente Tratar os familiares idependente da sinmatologia estar presente É possivel a continuação do prurido mesmo apos algum tempo de tratamento. Então deve-se informar aos familiares para que não ocorra uso excessivo ou prolongado de medicações. Tratamento Permetrina loção a 5%: primeira escolha em todo o corpo e couro cabeludo á noite. Deixar o produto durante a noite (8 a 14 horas) e lavar pela manha. Repetir a aplicação após 7 e 14 dias Enxofre 5 a 10%.em creme ou loção: é o medicamento mais antigo para tratamento da escabiose e está indicada para menores de 2 meses. 3 dias consecutivos á noite. Ou ivermectina oral Micoses superficiais As infecções fungicas: superficiais, profundas ou sistemicas Dividem-se em dermatofitoses ou tinhas, cerafitoses (cujo principal exemplo é a pitiríase versicolor) e candidíase ou candidose. Diagnostico: anamnese e exame fisico adequados Exame micologico direto: cultura para fungos e exame histopatologico se necessario Dermatofitose ou tinhas Dermatófitos São fungos que vivem no solo, nos animais ou nos humanos. Pertecententes a 3 generos: trichaphyton, microsparum e epidermophyton Tinea capitis: acomete o couro cabeludo, alopecoa descamativa distribuida em placas bem delimitadas e com e facilmente destacaveis. (microsparum canis) Quérion (kerion celsi): apresentação inflamatoria da tinea captis com placas infiltradas, alopecia, pustulas e frequentemente drenagem de secreção purulenta @jhennyolive2 Resposta inflamatoria intensa ao dermatófito Não costuma causar alopecia definitiva Tratamento precoce deve ser feito para não causar alopecia cicatricial Amostra p cultura atraves de raspado da lesão. Na cultura isolou-se o fungo microsparum canis e estabeleceu-se o diagnostico de kerion celsi Tratamento: griseofulvina oral + uso diario de cetoconazol xampu Tinea corporis (impinge) Dermatofitose que acomete a pele da região do tronco ou extremidades, exceto palma e plantas Lesão: uma ou mais placas circinadas, com halo eritemato-descamativo e cura central que determina o centro claro Limite da lesão: pode ser papular, vesicular ou pustular. Tinea pedis (pé de atleta) Comum em adolescentes Uso de calçados fechados promovendo umidade predispoe ao desenvolvimento fungo Trasmissão pode ocorrer tambem em áreas úmidas, como vestiarios e borda de piscinas Larvas migrans cutânea (bicho geografico) Erupção cutânea eritematosa autolimitada Pentração e migração das larvas do ancylostoma caninum (dog) e do ancylostoma braziliensis Larva penetra na pele – pápula pruriginosa Trajeto serpinginoso e linear na epiderme a uma velocidade de 2 a 5 cm/dia Prurido intenso resulta em escoriações e frequentemente infecções secundarias Localização: qualquer area do corpo (pés e região glutea) Poucas lesoes: creme de tiabendazol ou albendazol comprimido Forma dissemida: ivermectina oral ou tiabendazol oral Molusco contagioso Ag. Et: dna-vírus do grupo poxvírus Qualquer idade Incubação variavel: 2 sem ate 6 meses Trasmissão: contato direto com as lesões ou autoinoculação Lesão assintomaticas localizadas em qualquer segmento da pele, raramente em mucosas Papulas umbilicadas, cor da pele ou nacaradas unicas ou multiplas de tamanho variavel Imunodeprimidos: eczema perimolusco Lesão classica: papula semiesferica, firme e geralmente com leve depressao central. Prurifo estrofulo ou urticaria papular Erupção papular com intenso prurido: reação de hipersensibilidade a antigenos existentes na saliva dos insetos Prurigo produzido pela picada de insetos ou ectoparasitas é chamado de prurigo estrófulo Dermatose pruriginosa, cronica, recidivante Comum entre 2 e 10 anos Praticamente todos os insetos podem provocar a doença em crianças suscetiveis Tratamento do prurido Corticoesteroides tópicos Anti-histamicos orais podem reduzir o prurido Loções com cânfora, calamina e mesmo o mentol que alivia os sintomas