Investigacao_de_areas_degradadas_24-11-10

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Disciplina:Poluição do Solo55 materiais203 seguidores

Pré-visualização

• Poço A – concentração menor; amostra líquidos contaminado e não 
contaminado 

• Poço B – OK 
• Poços C e D – não amostram líquido contaminado; indicam que a pluma 

está mais profunda 

Locação de poços de monitoramento 



DISTRIBUIÇÃO DE UM 

VAZAMENTO DE LNAPL 

Franja capilar

óleo
diesel

FLUXO DA ÁGUA SUBTERRÂNEA

FASE RESIDUAL

Vazamento

FASE DISSOLVIDA

FASE LIVRE



DISTRIBUIÇÃO DE UM 

VAZAMENTO DE DNAPL 

TCE

FLUXO DO AQÜÍFERO

FASE RESIDUAL

FASE LIVRE

FASE DISSOLVIDA

FASE GASOSA

FLUXO DO DNAPL

AQUITARDO



• Introdução 

• O Processo de Investigação Geoambiental 

• Fases da Investigação Geoambiental 

– Investigação Preliminar 

– Investigação Principal 

– Investigação do Meio Hídrico 

• Procedimentos Analíticos 

• Métodos Indiretos de Investigação 

• Considerações Finais 

• Exemplos de Casos 

TÓPICOS 



Procedimentos analíticos envolvem 

• Limites de detecção do método empregado. 

• Valores de referência ou valores-limites. 

• Valores de background. 

• Qualidade da amostra (evitar perdas por oxidação, 
volatilização ou biodegradação). 

• Quantidades, preservação e prazo para análise. 

• Métodos de preparação da amostra e extração. 

• O pessoal técnico e os custos envolvidos. 

• As lacunas normativas e peculiaridades locais.  



Análises usuais 

• Dependem do tipo de contaminante. Na dúvida usar 

métodos totais para orgânicos (PAH, alifáticos, fenóis) 

e um conjunto de metais pesados e inorgânicos. 

• Sólidos em suspensão, cor, turbidez, temperatura. 

• Oxigênio dissolvido, DBO, DQO. 

• Teor de carbono orgânico, nitrogênio. 

• Condutividade elétrica, pH, Eh, CTC. 

• Cepas e população de microorganismos. 



• Introdução 

• O Processo de Investigação Geoambiental 

• Fases da Investigação Geoambiental 

– Investigação Preliminar 

– Investigação Principal 

– Investigação do Meio Hídrico 

• Procedimentos Analíticos 

• Métodos Indiretos de Investigação 

• Considerações Finais 

• Exemplos de Casos 

TÓPICOS 



• Técnicas Não-Invasivas X Invasivas 

 – Não Invasivas: Com penetração no solo; 

 – Invasivas: Sem penetração no solo; 

 

• Métodos Diretos X Indiretos 

 – Diretos: quando medem diretamente a propriedade ou parâmetro 
desejado 

  – Indiretos: quando medem um parâmetro correlacionado à 

propriedade ou parâmetro desejado. 

Técnicas de investigação 



Métodos indiretos de investigação 

• Técnicas mais usuais: 

– GPR (Ground Penetration Radar); 

– EM (Método Eletromagnético); 

– ER (Eletroresistividade); 

– SEV (Sondagem Elétrica Vertical). 

 

• Baseados na variação de uma ou mais propriedades do solo 

(contraste); 

• Podem ser intrusivos ou não-intrusivos; 

• Os métodos eletro-resistivo e GPR utilizam propriedades 

elétricas do solo; 

 



Eletrorresistividade 

• Imposição de um campo elétrico pelos eletrodos de corrente e a 

medição da queda de potencial pelos eletrodos receptores  

• Aplicação da Lei de Ohm ao circuito elétrico que se completa no 

solo:  R = V / I 

• A resistência não é uma propriedade do solo, depende da 

quantidade de solo medida (dimensões): R = ρ L / S 

• A resistividade (ρ) é uma propriedade do solo, depende da 

porosidade, grau de saturação, concentração eletrolítica, 

temperatura, mineralogia, capacidade de troca catiônica, pH, etc.    

 



I
V

Arranjo Wenner

M N BA

    2   a V 

eletrodo de
corrente

eletrodo de
potencial

Profundidade de investigação

eletrodo de
corrente

a a a

I
=

Equipotencial
Linha 
de fluxo

Método eletrorresistivo. Configiração dos eletrodos no arranjo Wenner. 

Eletrorresistividade 



Planta de isorresistividade para as profundidades de 1 e 2 metros (valores em ohm.m).

1 metro 2 metros

N

2

3

4

3

5

3

5

5

5

5

5

5

5

8

3

3

4

4

3

3

2

3

54
6

4 5

6 1

2

8

5

6

4

6

Escala (m)

0 50

3 4

5

4

2

4 8

6

6

4

1

5

2

4
6

8

1

6

4

5

5

6

2

3

3

2

4

5 7

5

5

8

2

3

3

Eletrorresistividade 



Zoneamento do aterro com base na planta de isorresistividade para as profundidades de 1 e 2 m.

N

5
5

5

8

8

5

Escala (m)

0 50

2

8

2

5

2

7

8

2

Q-1

Q-2

Noroeste

Setor Norte

Setor 

5

Setor Centro-Leste

Sudeste

Setor 

Zonas provavelmente dominadas por 

Zonas provavelmente dominadas por 
materiais condutores (metais, sais)

resíduos da produção de borracha

Eletrorresistividade 



Geofísica de Superfície:  

Conclusões 

• Ensaios não-pontuais, visão contínua e amplificada 
do subsolo 

• Ensaios não invasivos, importantes no caso de 
rejeitos perigosos ou quando a um furo afeta 
indesejavelmente  a situação 

• Ensaios rápidos e econômicos 

• fornecem dados qualitativos, a serem confirmados 
com amostragem de solo e de líquido 



Cone resistivo 

• Método invasivo 

• Proprociona medições contínuas 

• As medições efetuadas envolvem uma pequena 

porção do solo 

• Minimiza o problema da falta de homogeneidade do 

solo  

• Limitada a solos friáveis 

• Emprego no monitoramento e na avaliação de 

desempenho de ações de remediação  

 



Esquema do cone resistivo de um eletrodo 

Detalhe

Região 
amolgada

Região da
medição

eletrodo

Detalhe

Equipotencial

Corrente

Cone resistivo 



 
 

Cone resistivo 



Exemplo de resultado 
medida de resistividade 

• Condutividade (mS/cm) = 10.000 

÷ Resistividade (W-m) 

• Hidrocarbonetos são não 

condutivos => alta resistividade 

• Figura ao lado:  

• linha tracejada => medida do 

background; 

• linha contínua => medida em área 

contaminada por creosoto. 

• Medidas de resistividade orientam 

programa de amostragem ou de 

poço de monitoramento 

 



• Introdução 

• O Processo de Investigação Geoambiental 

• Fases da Investigação Geoambiental 

– Investigação Preliminar 

– Investigação Principal 

– Investigação do Meio Hídrico 

• Procedimentos Analíticos 

• Métodos Indiretos de Investigação 

• Considerações Finais 

• Exemplos de Casos 

TÓPICOS 



Considerações finais 

• A Investigação Geoambiental deve se situar no contexto 
da análise de risco e considerar o modelo fonte-
caminho-alvo nos objetivos.  

• A abordagem deve ser por fases: 

– fase preliminar: determina a qualidade e o custo das 
investigações . 

– fase principal: visa subsidiar o projeto de 
remediação. 

• Métodos diretos visam a representatividade da amostra 
e acurácia da investigação. 



• Devem ser conhecidos ou estabelecidos valores de 

fundo (background) e de concentrações-limite para os 

contaminantes presentes. 

• Os métodos indiretos de investigação podem ser 

instrumentos confiáveis, de baixo custo e seguros em 

relação ao perigo de exposição. 

• Na investigação do meio hídrico a natureza dinâmica 

do regime requer amostragem no tempo. 

Considerações finais