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foi associado um lugar de transição e, portanto, de transformações necessárias e anteriores à vida adulta. Em outras palavras, a adolescência pode ser compreendida como um período de transição, que como tal envolve reconstruções do passado e elaborações de projetos futuros. Muito próxima à vida adulta, essa fase do ciclo vital tem sido, recorrentemente, associada à ideia de emancipação, encargo este que tem contribuído para que o adolescente seja colocado à deriva, de forma quase espera dele a conquista da maturidade adulta como indício de conclusão de seu processo de desenvolvimento.
Os resultados encontrados mostram como a visão teleológica presente no pensamento psicológico o desenvolvimento foi considerado como um fluxo de crescente aquisição até a vida adulta e de franca decadência na velhice

Aula 5
Debate em fórum sobre problemas na adolescência: autoestima em adolescência; depressão e suicídio; violência e delinquência infantil gravidez na adolescência e drogatização.

Autoestima em adolescência:

 Tudo começa com uma jovem vaidosa que quer ter um corpo bonito como suas amigas tem ela não se conforma com a estrutura corporal e acaba tendo uma auto-estima baixa.
As crianças de hoje são bombardeadas de imagens de mulheres e homens com corpos bonitos da uma ideia as crianças de que são reais e que eles também podem ter esse corpo mais são a maioria montadas por computadores, as meninas e os meninos não conseguem competir com isso a verdade é que ninguém consegue e isso faz com que o adolescente e pé-adolescente se sintam mais inadequados do que nunca, e muitos pais ficam sem saber a coisa certa a se fazer. Isso é um grande problema na vida desses adolescentes faz com que eles não sintam vontade pra nada ficam cabisbaixo e sem reações.

Depressão e suicídio:

Atualmente sabemos que os adolescentes são tão susceptíveis à Depressão quanto os adultos, mostrando assim que esse transtorno deve ser encarado seriamente em todas as faixas etárias. A Depressão pode interferir de maneira significativa na vida diária, nas relações sociais e no bem-estar geral do adolescente, podendo até levar ao suicídio. Quase todas as pessoas, sejam jovens ou idosas, experimentam sentimentos temporários de tristeza em algum momento de suas vidas.
 
Estes sentimentos fazem parte da vida e tendem a desaparecer sem tratamento. Isso não é Depressão isso é tristeza. Quando falamos de "Depressão", estamos falando de uma doença com sintomas específicos, com duração e gravidade suficiente para comprometer seriamente a capacidade de uma pessoa levar uma vida normal.
 
Não devemos, nem por brincadeira, julgar as pessoas deprimidas como se elas estivessem ficando loucas, nem tampouco devemos achar que há motivos para o deprimido se envergonhar.
O adolescente possui tendência natural para comunicar-se através da ação, em detrimento da palavra. Por isso, na busca de uma solução para seus conflitos, os jovens podem recorrer às drogas, ao álcool ou à sexualidade precoce ou promíscua. Tudo isso na tentativa de aliviar a angústia ou reencontrar a harmonia perdida. Angustiados e confusos, podem adotar comportamentos agressivos e destrutivos contra a sociedade. Por isso tem sido comum observarmos o adolescente manifestar sua Depressão através de uma série de atos antissociais, distúrbios de conduta, e comportamentos hostis e agressivos.
Por possuir uma tendência natural em comunicar-se através da ação, em detrimento da palavra, o adolescente poderá buscar alternativas diversas para o alívio de seu sofrimento e conflitos: fazer uso de drogas, manifestar depressão, apresentar ideação suicida, tentar o suicídio ou buscar a morte. Em lugar de se pensar que um adolescente que tenta morrer o faz devido a uma única causa, há de se compreender que sua intenção de deixar de existir pode ser o resultado de vários fatores em interação, não cabendo senão a ideia capaz de conter a complexidade do fenômeno. Importa mergulhar no entendimento da cadeia de relações desses diversos fatores em interação com a pessoa operando num determinado contexto. A vontade de cometer o ato, às vezes fatal, pode ser entendido ainda como um sintoma – comunicação que encontrará seu sentido na vida relacional do sujeito.

Violência e delinquência infantil:
O portador de Transtorno de Conduta pode não ter consideração pelos sentimentos alheios, direitos e bem estar dos outros, faltando-lhe um sentimento apropriado de culpa e remorso que caracteriza as "boas pessoas". Normalmente há, nesses delinquentes, uma demonstração de comportamento insensível, podendo ter o hábito de acusar seus companheiros e tentar culpar qualquer outra pessoa ou circunstância por suas eventuais más ações. A baixa tolerância a frustrações das pessoas com Transtorno de Conduta favorece as crises de irritabilidade, explosões temperamentais e agressividade exagerada, parecendo, muitas vezes, uma espécie de comportamento vingativo e desaforado. A população já conhece e desconhece estes meninos, estão em todos os bairros, andam andrajosos, em bando. Praticam pequenos furtos, pedem, vendem frutas e balas e se oferecem para passar flanela nos vidros dos carros e nos sapatos. No seu dia-a-dia são explorados por marginais desocupados. Dormem aglomerados uns aos outros, junto a respiradouros de transformadores de luz e metrô ou em qualquer lugar que possam encontrar para fugir do frio e da violência da noite. Comem o que conseguem. Urinam e evacuam onde podem. As pessoas os temem, os desprezam e os ignoram. Alguns vivem longe de suas famílias, há anos. Outros estão nas ruas, obtendo algum ganho para levar para casa têm em média 14 anos, a grande maioria é do sexo. Apesar da desenvoltura em que vivem, muitos chupam dedo (e até chupeta) têm pesadelo e medo de escuro Que adultos estão sendo forjado sob tamanho abandono social, sofrimento físico e emocional. Cada criança dessas é uma demonstração da inoperância do Estado e do egoísmo da Sociedade gerando violência e a delinquência infantil.

Gravidez na adolescência e Drogatização:

A gestação na adolescência é um problema mundial de saúde pública, pois atinge principalmente a classe social mais carente e de menor escolaridade, uma criança de 10 a 13 anos não tem condições de cuidar de um bebe pelo mesmo motivo de ser uma criança o mesmo não tem a capacidade de sustentar um filho tornando o apoio dos pais o mais provável possível e muitos deles não tem pais, sendo na maioria das vezes não planejada. Sabemos que a gravidez nesta faixa etária não é algo novo. Porém o grande diferencial é que antes a gestação acontecia dentro da instituição do casamento. Hoje esta ocorre primeiro, sofre todos os estresses e algumas vezes os parceiros passam a morar juntos. 
A gravidez na adolescência traz mais problemas devido ao início do pré-natal tardio do que esta se dar numa fase precoce da vida reprodutiva.
As patologias mais frequentes são: pré-eclampsia ou eclampsia, anemia, infecção urinária ou vaginal e parto pré-maturo. Estas ocorrem, em geral, em gestações no extremo da vida reprodutiva e na primeira gestação. Podem ser amenizadas ou evitadas com um pré-natal bem feito.
O tipo de parto independe da idade. Acreditarmos que a adolescente não tem passagem e que deve ter cesariana. Esta tem exatamente a mesma frequência da mulher adulta e mais uma vez, se há um bom preparo durante o pré-natal para o momento do parto, este ocorrerá sem problemas salvo quando existe a indicação obstétrica formal para o parto abdominal. A maior indicação de cesariana é a pré-eclampsia, independente da idade e a desproporção céfalo-pélvica é raro em todas as idades.
Os riscos biológicos para o recém-nascidos são comprovadamente mais frequentes nesta faixa etária. A prematuridade e o baixo peso ocorrem mais em filhos de adolescentes do que de mulheres adultas. Estas são as principais causas Quando o filho é bem aceito será bem cuidado independente da idade da mãe e esta o amamentará, o vacinará, logo não há motivos para acreditarmos que os filhos de adolescentes adoeceram mais do que os