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ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO NA ESCOLA RURAL DE SANTA MARIA EM IBATIBA/ES LITERACY AND LETTERING AT SANTA MARIA RURAL SCHOOL IN IBATIBA / ES Joyce Maria Olinda Souza Fernandes Monhol * Rayane Aparecida Gomes dos Reis** Orientadora: Júnia Moreira de Freitas*** RESUMO A presente pesquisa tem como objetivo verificar os métodos utilizados pelos professores das séries iniciais e informar quais são as maiores dificuldades encontradas na alfabetização e letramento, na EMEIEF Santa Maria, na Zona Rural, no município de Ibatiba-ES. A base principal será a pesquisa bibliográfica e por levantamentos de dados, na perspectiva de entender o processo de ensino e as grandes dificuldades encontradas pelos professores. Identificou-se que são inúmeros os desafios que se impõe no processo da alfabetização e letramento, dentre eles, a falta de alfabetização dos pais, uma vez que o acompanhamento em casa influencia no desenvolvimento da criança na escola. Assim os resultados coletados na pesquisa mostram as maiores dificuldades encontradas pelos professores, os métodos que eles utilizam e como anda o empenho de seus alunos. Portanto, os professores ressaltaram que a grande dificuldade encontrada é a falta de alfabetização dos pais e problemas em casa, o método mais utilizado é o misto e os alunos são bem empenhados. Para a elaboração do trabalho, foram coletados dados na instituição e com base na pesquisa bibliográfica, a presente pesquisa é composta por uma abordagem qualitativa e os objetivos foram alcançados. Palavra-chave: Alfabetização. Letramento. Anos Iniciais. Zona Rural. ABSTRACT The present research aims to verify the methods used by the teachers of the initial grades and inform what are the biggest difficulties found in literacy and literacy, at EMEIEF Santa Maria, in the Rural Zone, in the city of Ibatiba-ES. The main basis will be bibliographic research and data collection, in order to understand the teaching process and the great difficulties encountered by teachers. It was identified that there are countless challenges that are imposed in the process of literacy and literacy, among them, the lack of literacy of parents, since monitoring at home influences the child's development at school. Thus, the results collected in the survey show the greatest difficulties encountered by teachers, the methods they use and how well their students are doing. Therefore, the teachers stressed that the greatest difficulty encountered is the lack of literacy of parents and problems at home, the most used method is mixed and students are well committed. For the preparation of the work, * Rede de Ensino Doctum – Unidade Iúna – joyce.monhol@gmail.com – Graduanda em Pedagogia (Aluna do curso de Pedagogia). ** Rede de Ensino Doctum – Unidade Iúna – rayane_gomes-aparecida@hotmail.com - Graduanda em Pedagogia (Aluna do curso de Pedagogia). *** Rede de Ensino Doctum – Unidade Iúna coord.pedaogia.iuna@doctum.edu.br (Orientador do trabalho). mailto:joyce.monhol@gmail.com mailto:rayane_gomes-aparecida@hotmail.com mailto:coord.pedaogia.iuna@doctum.edu.br data were collected at the institution and based on bibliographic research, the present research is composed of a qualitative approach and the objectives were achieved. Keyword: Literacy. Literacy. Early Years. Countryside. 1 Introdução De acordo com Soares (2000), alfabetizar é ter domínio da escrita, letrar é o exercício das práticas sociais de leitura e escrita. Quando uma criança é alfabetizada, sabe ler e escrever, já uma criança letrada necessita do hábito da leitura e da escrita de diferentes gêneros de textos, em diferentes suportes ou portadores, em diferentes contextos e circunstâncias. Para que uma criança aprenda a ler e escrever, e aprenda a conviver com práticas reais de leitura e escrita, é necessário alfabetizar letrando. Refletindo sobre essas concepções é possível encontrar uma problemática na qualidade da educação brasileira. Alguns profissionais não conseguem compreender a distinção dessas duas práticas, ampliando o conceito de alfabetização, sobrepondo o de letramento, como se os dois tivessem o mesmo sentido de alfabetização, e com isso acabam não desempenhando um bom trabalho. (SOARES, 2003). As aquisições da escrita e dos usos sociais são feitas a partir da alfabetização, sendo assim pode-se perceber que habilidade para a leitura, escrita e práticas de linguagem conduzem para o letramento, que tem como foco os aspectos sócios históricos quanto a aquisição da escrita. (TFOUNI, 2002). Para Rios e Libâneo (2009) a experiência com a leitura e a escrita coexistem, pois, elas se mesclam nos processos de alfabetização e letramento, mesmo tendo ideias diferentes. Diante da contextualização exposta, apresenta-se o problema de pesquisa: Quais são os desafios encontrados pelo professor para alfabetizar e letrar ao mesmo tempo, na escola rural de Ibatiba/ES? A presente pesquisa tem como objetivo: analisar os desafios encontrados pelo professor para alfabetizar e letrar ao mesmo tempo, na escola rural de Ibatiba/Es. Tendo como objetivos específicos: - Conhecer através de pesquisas com professores as metodologias que utilizam para alfabetizar e letrar na escola rural de Ibatiba/ES. - Identificar a percepção dos professores em relação ao desempenho dos alunos, diante das metodologias propostas na escola rural. - Diagnosticar as dificuldades do professor em alfabetizar e letrar ao mesmo tempo em sala de aula. Hipóteses de Pesquisa: H1. Os professores utilizam metodologias que contribuem positivamente para o desenvolvimento da alfabetização e do letramento, na escola rural. H2. Os alunos não conseguem acompanhar as metodologias propostas pelo professor em sala de aula, com isso acabam sendo apenas alfabetizados. A presente pesquisa possui justificativa social, visto que, nem todas as pessoas que são alfabetizadas, também são letradas, e é direito de todo cidadão saber ler, escrever e compreender diferentes tipos de gêneros textuais, para que tenha domínio e hábito da leitura, assim, tornando-o um cidadão crítico perante as perspectivas de uma sociedade. Acadêmica, pois, visando à problemática de que ainda é comum alfabetização e letramento não desenvolver na mesma proporção no cotidiano escolar da escola na zona rural, como futuros educadores, temos que conhecer e desenvolver metodologias para que essa realidade seja diferente. Pessoal, pois, o tema tem uma relação com o início na área da pedagogia, que será atuante em sala de aula como professora, e é de grande importância conhecer e poder aprender ainda mais sobre a alfabetização e letramento, que fará parte do cotidiano enquanto docente. Na elaboração e estruturação da presente pesquisa utilizou-se como metodologia a pesquisa bibliográfica e de levantamento de dados. Para obter os resultados necessários foram aplicados questionários ao corpo docente da Escola Municipal de Santa Maria, na zona rural de Ibatiba/ES. 2 Referencial Teórico 2.1 Conceitos da Alfabetização e Letramento De acordo com Soares (1998), alfabetizar e letrar são duas ações distintas, porém, inseparáveis visto que, o necessário é ensinar ler e escrever, incluindo práticas sociais da leitura e da escrita, para que assim o aluno se torne alfabetizado e letrado. Enquanto a alfabetização se ocupa da aquisição da escrita por um indivíduo, ou grupo de indivíduos, o letramento focaliza os aspectos sócio-históricos da aquisição de um sistema escrito por uma sociedade (TFOUNI, 1995 apud MORAES, 2005). Barbosa (2013) diz que quando um indivíduo sabe ler e escrever tem um melhor domínio de seu próprio conhecimento, pois, tem a capacidade de agir diante de todo conhecimento que a humanidade transmite através da escrita, e sendo assim, ele consegue produzir um conhecimento maior. Krammer (1986) também vem falar sobre ler e escrevere diz que essas duas funções são de extrema importância na vida do indivíduo, pois, é o que dá acesso aos conhecimentos da língua nacional, e das demais matérias como a matemática, ciências, história, geografia e ainda tem o domínio e compreensão da realidade física e social. Para Marcuschi (2007) o termo alfabetizar se concretiza mediante ao ensino na escola através do aprendizado da leitura e da escrita, enquanto letramento é a forma com que se usa a leitura e escrita para aprender. No Brasil, existe uma grande discussão a respeito do conceito de letramento e alfabetização, pois, enraizaram um ao outro, e apesar de ficar explícita a diferença entre os dois, essa discussão tem levado a uma inconveniente e inadequada fusão dos dois conceitos, porém prevalece o de letramento (SOARES, 2004). O letramento é um processo de aprendizagem social e histórica da leitura e da escrita em contextos informais e para usos utilitários, por isso, é um conjunto de práticas sociais. A alfabetização pode dar-se, como de fato se deu historicamente, à margem da instituição escolar, mas é sempre um aprendizado mediante ensino, e compreende o domínio das habilidades de ler e escrever (MARCUSHI, 2007). Foi após a Proclamação da República que a alfabetização ganhou força, com o intuito de tornar as novas gerações aptas à nova ordem política e social e com a institucionalização da escola, sendo assim a alfabetização tornou instrumento de aquisição do conhecimento, de progresso e modernização do país (MORTATTI, 2006). Muitos autores dizem que quando surgiu à escrita, se dava pouca importância para a alfabetização, Cagliari (1998) diz que antigamente os alunos alfabetizavam- se através de cópias, primeiro eles tinham que ler algo escrito e em seguida copiar, iniciava por palavras e depois textos famosos, fazendo isso exaustivamente. E depois finalmente escreviam seus textos, naquela época leitura e cópia era o segredo da alfabetização. Segundo Soares (1998) alfabetizar é dar condições para que o indivíduo possa ter acesso à escrita, para que ele consiga não só ler, mas também escrever e tenha habilidade de decodificação e codificação do sistema da escrita, mas acima de tudo isso que ele consiga utilizar a escrita no cotidiano da sociedade, lutando para conquistar sua cidadania. Apesar de iniciar formalmente na escola, a alfabetização, começa bem antes de o aluno frequentar uma sala de aula, isso acontece através de diversas leituras que ele faz do mundo a sua volta desde o nascimento, porém, só se consolida nas quatro primeiras séries e continua pela vida (PEREZ, 2002). Sobre o letramento Soares (1998) diz que o termo é uma versão em português da palavra inglesa “literacy” que significa “o estado ou condição que assume aquele que aprende a ler e escrever”. Soares (2003) acredita que letrar é mais que alfabetizar, é ensinar a ler e escrever dentro de um contexto onde a escrita e a leitura tenham sentido e façam parte da vida do aluno. Letramento é uma palavra com uso recente, e tem como significado a relação das pessoas com sua cultura e escrita. Portanto, dizer que uma pessoa é iletrada, não é certo, visto que todos têm acesso ao mundo escrito, o correto é reconhecer que existem vários níveis de letramento, e que conforme a cultura e realidade local podem variar (SOARES, 2003). Soares (1998) faz uma comparação para entender melhor o letramento, a autora diz que deve se usar a escrita para se orientar no mundo e dá exemplo do atlas, para andar nas ruas e cita os sinais de trânsitos, para receber instruções, entre tantos exemplos, letrar é utilizar a escrita para não ficar perdido. A alfabetização é um tema em que agrega vários estudos e reflexões de vários campos do conhecimento, como por exemplo, psicologia, sociologia, história da educação, linguística, psicolinguística, entre outros (SILVA e FERREIRA, 2007). Para Kramer (1986), alfabetizar é algo que tem como meta o favorecimento para que possa ser realizado o desenvolvimento de uma boa compreensão e expressão da linguagem, e isso vai além do saber ler e escrever. Ler e escrever faz com que o sujeito seja capaz de dominar todo conhecimento acumulado pela humanidade, e assim ele torna-se capaz de produzir um conhecimento também (BARBOSA, 2013). Para Ferreiro (2001) a progressão da alfabetização não é algo tão fácil, pois, são muitas coisas que acontecem que precisam ser compreendidas, ele completa dizendo que alfabetização assim como os outros conhecimentos cognitivos, é cheio de incertezas com muitos momentos críticos, sendo difícil manter a ansiedade sobre controle. Soares (2012) diz que nos últimos anos tenta-se dar um significado grande à alfabetização, levando em conta que é um processo permanente, que dura por toda a vida, pois a aprendizagem nunca é interrompida. 2.2 Legislação da Alfabetização e Letramento As Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica, Resolução CNE/CEB nº 1/99 e Parecer CNE/CEB nº 22/98, dizem que como parte da formação para a cidadania e diante da concepção da Educação Infantil como um direito, para garantir uma experiência bem-sucedida de aprendizagem a todas as crianças é necessário proporcionar oportunidades para o alcance de conhecimentos básicos que são considerados aquisições valiosas para elas (BRASIL, 2013). De acordo com o Decreto de Nº 9.765, de 11 de abril de 2019 no artigo 1º, que fica instituída a política nacional de alfabetização, por meio da qual a união, em colaboração com os estados, o distrito federal e os municípios, implementar programas e ações voltados à promoção da alfabetização baseada em evidências científicas, com a finalidade de melhorar a qualidade da alfabetização no território nacional e de combater o analfabetismo absoluto e o analfabetismo funcional, no âmbito das diferentes etapas e modalidades da educação básica e da educação não formal (BRASIL, 2019). Ainda no Decreto de nº 9.765 de 11 de abril de 2019 no art. 2º, caput, inciso I, considera-se que alfabetização – é o ensino e habilidades de leitura e escrita em um sistema alfabético, a fim de que o alfabetizando se torne capaz de ler e escrever palavras e textos com autonomia e compreensão (BRASIL, 2019). A Lei 9.394/96, Lei de Diretrizes e Bases da Educação da Educação Nacional (LDBEN) não reconhece a alfabetização como nível ou subnível de ensino, portanto, no artigo 21, da referida lei, a educação escolar se compõe de educação básica e educação superior, sendo assim, a alfabetização é incluída na primeira etapa da educação infantil, que tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança até seis anos de idade, em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social, complementando a ação da família e da comunidade (BRASIL, 1996). Nos Parâmetros Curriculares Nacional o acesso aos mundos criados pela literatura é a possibilidade de fruição estética, sendo capazes de recorrer aos materiais escritos em função de diferentes objetivos (BRASIL, 1997). De acordo com o Plano Nacional pela Alfabetização instituído pelo Decreto nº 9.765, de 11 de abril de 2019 na idade certa aos oito anos de idade, as crianças necessitam ter a compreensão do funcionamento do sistema de escrita; o domínio das correspondências grafônicas, mesmo que dominem poucas convenções ortográficas irregulares e poucas regularidades que exijam conhecimentos morfológicos mais complexos; a fluência de leitura e o domínio de estratégias de compreensão e de produção de textos escritos (BRASIL, 2017). 2.3 Metodologia e prática da Alfabetização e Letramento Corrêa e Salch (2007) explica o significado da palavra método, que tem sua origem vinda do grego “méthodos’’ que é um caminho para chegar a algum determinado objetivo. O que nos leva a ideia geral de que método é o modo de agir, proceder, sendo mais direto é um planejamento de ações para que se chegue em determinadolugar. Na alfabetização e letramento é preciso que tenha métodos para que chegue ao resultado. Carvalho (2008) afirma que independente da escolha de método feito pelo professor, a sua base de conhecimento teórica ainda é o principal, pois é através dela que vai aplicar os métodos e é necessário que se tenha prática, tempo e atenção para que possam ser feitas observações no desenvolvimento da criança, e registrá-los, e caso alguns alunos não consigam acompanhar, procurar soluções. Ele diz ainda que quando um professor se propõe a alfabetizar baseando-se ou não no construtivismo é necessário ter o mínimo de conhecimento básico sobre os princípios teórico-metodológico da alfabetização, para que não seja necessário inventar a roda, complementa dizendo que não se deve esperar que um método milagroso fosse eficaz para todos, que isso não existe (CARVALHO, 2008). Segundo Mortatti (2006) a alfabetização no Brasil é marcada pela questão de métodos, os professores utilizam muitas formas e métodos diferentes, e o intuito desses métodos é fazer com que a criança participe de uma cultura letrada. A discussão sobre métodos de alfabetização faz parte do campo educacional desde que a escola se tornou uma escola popular ou escola de massa (BRASLAVSKY, 1992). Araújo (1995) diz que um dos métodos mais antigos é o de soletração ou alfabético, e que há menções de seu uso na antiguidade. O método da frase destaca-se, pois nele se faz o uso de um grupo de palavras com sentido desde o começo da alfabetização. Seu ponto de partida são atividades de expressão oral das crianças, cujos enunciados são simplificados em orações simples e escritos em faixas de distintos tamanhos, exibidas na sala de aula para que as crianças possam ilustrá-las, conservá-las numa certa ordem. Essas frases podem depois ser consultadas para que as crianças encontrem nelas novas palavras e combinações (BRASLAVSKY, 1985). Almeida (2014) diz que para que o letramento aconteça, é necessário que seja feito o uso de práticas sociais de leitura e escrita, pois, assim o aluno começa a colocar em prática tudo que aprendeu, tornando-se capaz de utilizar a escrita em diversas situações. Soares (2016) diz que um conjunto de procedimentos fundamentados em teorias e princípios, a aprendizagem inicial da leitura e da escrita, são conhecidos por métodos de alfabetização. 3 METODOLOGIA 3.1 Classificação da Pesquisa A pesquisa foi realizada na Escola Municipal de Educação Infantil e Ensino Fundamental Santa Maria, na zona rural do Município de Ibatiba, Estado do Espírito Santo, procurando entender as dificuldades em letrar e alfabetizar dentro da sala de aula, na realidade rural. A base principal será a pesquisa bibliográfica, na perspectiva de entender o processo de ensino e as grandes dificuldades encontradas pelos professores. - Objeto de estudo: A presente pesquisa tem como objeto identificar as dificuldades encontradas no ato de alfabetizar e letras pelos professores, os métodos utilizados por eles e identificar o desenvolvimento dos alunos. Na EMEIEF SANTA MARIA, na Zona Rural, no município de Ibatiba-ES. - Classificação da Pesquisa: O trabalho será construído a partir de pesquisas bibliográficas, composta por uma abordagem qualitativa, onde busca destacar a qualificação do que será observado, como a prática de alfabetização e letramento. A pesquisa é constituída por levantamento de dados onde construiu-se questionários (ANEXO I) de perguntas para a professora como forma de coleta de dados, levando em consideração os objetivos da pesquisa, para que possamos chegar ao resultado final. - População e amostra: A população da pesquisa engloba 6 professores da instituição de ensino EMEIEF SANTA MARIA, localizada na Zona Rural do município de Ibatiba-ES. - Instrumento de coleta de dados: A presente pesquisa classifica-se como de levantamento de dados, foram utilizados questionários elaborados pelas pesquisadoras, destinados aos professores. Depois de elaborado o questionário como instrumento de coleta de dados pelas pesquisadoras aplicou-se o pré-teste a fim de validar os resultados. Foram necessários alguns ajustes para validação do instrumento, feitos os ajustes, procedeu-se à entrega dos questionários. Um total de 6 professores foram convidados a participarem da pesquisa e todos aceitaram. Os questionários foram enviados aos professores, por meio de formulários online, via e-mail e whatsApp, obtiveram-se o resultado esperado, a totalidade respondida. 3.2 Participantes da Pesquisa A pesquisa foi realizada em uma escola, com a professora e os alunos. A escola atende alunos do ensino infantil e fundamental, está localizada na zona rural do Município de Ibatiba, mais conhecido como Santa Maria de Baixo. 4 ANÁLISE E DISCUSSÕES DE DADOS Com o intuito de responder os objetivos do presente trabalho, foi apresentado um questionário aos professores da Escola Municipal de Santa Maria localizada na Zona Rural, em Ibatiba, para assim haver as análises dos dados. Os gráficos e tabelas com resultados equivalentes a 100%, justificam-se pelo fato de que as perguntas apresentavam 04 alternativas e os respondentes destacaram apenas 01 opção. Cada gráfico mostrará respostas referentes aos professores, que estão ligados ao letramento e alfabetização dos alunos. A TAB. 01 apresenta, em percentual, os resultados obtidos quanto ao perfil dos professores que atuam na Escola de Santa Maria em Ibatiba/ES. Tabela 01: Perfil dos professores. Gênero Porcentagem (%) Feminino 90% Masculino 10% Escolarização Porcentagem (%) Nível Médio - Curso Específico 0% Graduação 33,3% Pós-Graduação 83,3% Mestrado 0% Período de Trabalho Porcentagem (%) Menos de 02 anos 33,3% Entre 02 e 05 anos 0% Entre 06 e 09 anos 16,7% 10 ou mais 50% Fonte: Dados das pesquisas. Com esta pesquisa identificou-se na TAB. 01 que 90% dos respondentes são do sexo feminino, 83,3% tem pós-graduação e 50% tem mais de 10 anos de atuação na área. Para Carvalho (1999), o cuidado é visto como uma característica de gênero feminino no processo de ensino aprendizagem, porém, o ato de cuidar, deve ser encarado como uma atividade que envolve não só compromisso, mas também moral e que é parte fundamental e integrante da educação. Gentile (2005), diz que as crianças devem ter contato com adultos de todos os sexos, e em todos os lugares, mas principalmente na escola, que é um dos primeiros lugares onde a criança tem socialização fora de sua família. E destaca que independente de gênero de quem ensina, é preciso ter em mente que a educação precisa acontecer. Observa-se que grande parte do corpo docente é dominado por mulheres, no entanto, os homens estão começando a fazer parte deste cenário. Considerando o cenário apresentado na TAB. 1, onde 50% afirmam ter mais de 10 anos de tempo de atuação na área, observa-se que o corpo docente da Escola de Santa Maria é capacitado para conduzir seu trabalho de forma eficaz. Foi questionado aos respondentes seu conceito sobre alfabetizar e letrar, o GRAF. 01 demonstra os resultados. Gráfico 1: Conceito de alfabetização e letramento. Fonte: Dados da pesquisa. Mediante ao resultado obtido no GRAF 01, nota-se que 100% dos respondentes afirmam que Alfabetizar e Letrar é quando o aluno faz uso da leitura e escrita em suas práticas sociais. Tasca (2002) diz que alfabetizar é o mesmo que identificar sons e letras, compreender o sentido de tudo que foi lido e escrito, saber escrever o que foi lido ou falado. Para Justo e Rubio (2013) o letramento não é baseado apenas em letras e literatura, para uma pessoa ser letrada ela precisa além de ler e escrever ter domínio da leitura e da escrita e fazer uso frequente de ambas. Os professores que foram entrevistados nesta pesquisa concordam que alfabetizar e letrar é quando uma criança sabe ler e escrever,e depois consegue colocar em prática o que aprendeu em suas práticas sociais, ou seja, ela compreende textos, símbolos e consegue ter domínio frequente dessa prática. Sobre as práticas para alfabetizar letrando, foi questionado aos respondentes quais eles utilizam em sala de aula, segue o resultado conforme GRAF. 02. Gráfico 02: As práticas mais utilzadas para alfabetizar letrando. Fonte: Dados da pesquisa. Nota-se com o resultado do GRAF. 02 que são duas práticas mais utilizadas pelos respondentes a de projeto de leitura e também o cantinho da leitura que ficaram empatadas. Segundo Rojo (1998) um método de alfabetização deve levar em conta o processo de aprendizagem para que o aluno possa expressar suas ideias e mostrar o que aprendeu. 83% 83% 50% 50% 0% 20% 40% 60% 80% 100% Projeto de leitura (envia livro para que a família leia para criança); Cantinho de leitura (espaço na sala de aula em que a criança tenha acesso aos livro de literatura); Leitura deleite (leitura diária de livros de literatura infantil); Sequências didáticas com temas diversos. Série1 Os professores escolheram as práticas que utilizam em sala de aula, porém, para que essas práticas possam ter um bom desenvolvimento é preciso levar em conta o processo de aprendizagem do aluno. Sabendo da diversidade de métodos existentes, e que sempre tem um mais utilizado, o GRAF. 03 apresenta os resultados obtidos. Gráfico 3: Os métodos utilizados pelos professores. Fonte: Dados da pesquisa. Nota-se com GRAF. 03 que o método mais utilizado é os mistos/ecléticos, todos os respondentes afirmaram utilizar esse método. Morais (2012) diz que apesar de apresentar diferenças, os métodos tradicionais conhecidos, eles têm uma teoria em comum, a de conhecimento subjacente: a visão empirista/associacionista de aprendizagem. De acordo com os respondentes o método que eles mais utilizam é o misto/ecléticos, que leva em conta sempre o nível da maturidade da criança e permite que ela construa seu conhecimento de acordo com o desenvolvimento cognitivo, esse método não tem a teoria de conhecimento subjacente. Foi questionado aos respondentes sobre o desempenho dos alunos em relação aos métodos aplicados, no GRAF. 04 segue o resultado. Gráfico 4: Desempenho dos alunos diante dos métodos. Fonte: Dados da pesquisa. 33,30% 33,30% 100% 0,00% 20,00% 40,00% 60,00% 80,00% 100,00% 120,00% Métodos Sintéticos; Métodos Analíticos; Métodos Mistos ou Ecléticos; Série1 Constata-se no GRAF. 04 que os alunos têm um bom desempenho em todos os métodos, mas, apenas no Analítico e Mistos/Ecléticos tem um ótimo desempenho. Moll (2009) destaca que a construção de um conhecimento é denominada alfabetização, e que ela é desenvolvida através da interação entre educando e objeto de conhecimento, o que leva ao educador a escolha de um método de ensino. Levando em conta língua escrita, educando e intervenção didática do espaço escolar. Dessa forma, é notório que os alunos têm bons resultados com diferentes tipos de métodos, portanto, o educador pode escolher aquele que mais se adequa a seus alunos, para que possa promover o ensino em sala de aula. No GRAF. 05 temos o resultado de quais os desafios encontrados para alfabetizar e letrar ao mesmo tempo na escola da Zona rural. Gráfico 5: Desafios de alfabetizar e letrar ao mesmo tempo. Fonte: Dados da pesquisa. Observa-se no GRAF. 05 que os respondentes acreditam que um dos maiores desafios para alfabetizar e letrar ao mesmo tempo, em uma escola rural é os alunos com problemas em casa/família. Alfabetização e letramento apesar de ter especificidades distintas, acabam se tornando interdependentes e indissociáveis, pois para que um aluno seja alfabetizado ele precisa ter um desenvolvimento no contexto de práticas sociais de leitura e escrita, que nada mais é que o contexto de letramento, que por sua vez desenvolve-se através da aprendizagem da escrita e leitura. (SOARES 2004) Através do gráfico percebe-se que para os respondentes o maior desafio de alfabetizar e letrar ao mesmo tempo são os problemas que os alunos têm em 50% 33% 50% 83% 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% Falta de recursos e tecnologia na escola; Falta de habilidade com a escrita e a leitura; Falta de interesse do aluno; Alunos com problemas em casa e que afetam o cotidiano escolar. Série1 casa e levam consigo para a escola, o que acaba prejudicando todo o contexto social em que ele vive e atrasando o desenvolvimento da sua aprendizagem. Sobre a participação dos pais em relação aos estudos, o GRAF. 06 mostra o percentual. Gráfico 6: Participação dos pais na vida escolar. Fonte: Dados da pesquisa. Nota-se no GRAF. 06 que 100% dos pais são parcialmente interessados, pela vida escolar dos filhos. De acordo com SPODEK e SARACHO (1998) para que as crianças possam ir além da sala de aula e que seus ensinamentos de casa e escola se complementam mutuamente, é necessário que os pais e a escola tenham uma parceria, isso tudo tendo a justificativa pedagógica e moral. Para que as crianças tenham um desenvolvimento além da sala de aula é preciso que os pais tenham uma boa conexão com a escola, assim os conhecimentos adquiridos na escola e em casa se completam, e observa-se que na escola em questão os pais não são totalmente ativos na vida escolar de seus filhos. No GRAF. 07 os respondentes tinham que marcar as atividades que mais utilizam na sala de aula, segue o resultado. Gráfico 7: As atividades mais utilizadas na sala de aula. Fonte: Dados da pesquisa. 50% 66% 50% 33% 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% Jogos envolvendo o temas trabalhados; Atividades do livro didático; Atividades Xerocadas; Fichas de leitura. Série1 Mediante ao resultado apresentado no GRAF. 07, percebe-se que a maior parte dos professores utiliza o livro didático em suas aulas. O professor é quem planeja o ensino e aprendizagem, ele deve trabalhar de forma que aumente a produtividade e eficácia do processo, aumentando o desempenho do aluno. MIZUKAMI (1986) Durante o processo de ensino aprendizagem o professor deve planejar sua aula, e escolher os tipos de atividades que serão aplicadas, porém, é necessário que ele trabalhe com atividades que possam aumentar a produtividade dos alunos. O GRAF.08 mostra o resultado da participação dos alunos nas atividades aplicadas em sala de aula. Gráfico 8: Participação dos alunos em sala de aula. Fonte: Dados da pesquisa. Constata-se no GRAF. 08 que cerca de 66,7% dos alunos têm uma boa interação com as atividades desenvolvidas pelos professores em sala de aula. Em uma relação de ensino aprendizagem, nem sempre necessariamente acontece entre professor e aluno, é importante que essa relação seja entre sujeitos que se respeitam e interagem juntos, pode também ter uma interação entre objetos concretos ou abstratos quem vem a fazer parte do cotidiano, isso faz com que se estabeleça uma relação de conhecimento. (Xavier e Fernandes, 2008) Para que os professores tenham uma participação mais efetiva dos alunos durante as aulas é necessário trabalhar de forma que o aluno tenha mais liberdade em sala de aula, é preciso existir uma interação entre aluno e professor. Os respondentes foram questionados sobre os motivos que dificultam a alfabetização e letramento, em uma escola rural, no ponto de vista deles, no GRAF. 09 apresenta o resultado. Gráfico 9: Motivos que podem dificultar a alfabetização e letramento na zona rural. Fonte: Dados da pesquisa. Observa-se de acordo com GRAF. 09 que 50% dos respondentes acreditam que os pais analfabetos são a maior dificuldade de alfabetizar e letrar ao mesmo tempo na escola rural. Segundo Ciasca (2004) toda criança vai aprender alguma coisa,algumas mais rápido que as outras, mas vai aprender, não existe criança que não aprenda, a aprendizagem ela se processa sempre, independente da via neurológica usada, pois, é possível utilizar associações que podem ser infalíveis, baseando-se em uma vertente básica: ambiente adequado, estímulo, motivação. Talvez seja a chave que procuramos para encaminhar os distúrbios de aprendizagem e as dificuldades de escolaridade. De acordo com a pesquisa a maior dificuldade de alfabetizar e letrar é ligada ao fato de os pais serem analfabetos, isso porque para ser letrada a criança precisa ter prática no meio social em que vive, porém, toda criança vai aprender, o que pode acontecer em muitos casos é essa aprendizagem ser um pouco mais devagar em relação a outras crianças. 5 Considerações Finais O presente artigo permitiu responder aos objetivos propostos pelas pesquisadoras, visto que possibilitou diagnosticar as dificuldades encontradas para alfabetizar e letrar ao mesmo tempo na escola rural, conhecer as metodologias teóricas e práticas da alfabetização e do letramento e identificar na visão dos professores o desempenho dos alunos diante dos métodos propostos na sala de aula. Com a elaboração da pesquisa pode-se perceber a importância da alfabetização e letramento para a sociedade. Mesmo vivendo em uma nova era digital, onde todos tiveram que se adaptar, com as aulas conectadas, notou-se uma grande dificuldade nos estudos, porém foi visto o quanto os educadores se esforçam nos estudos dos alunos, mostrando que sabem o quanto é importante alfabetizar e letrar. Dessa maneira, este estudo apresentou também as práticas metodológicas, sendo elas os métodos sintéticos, analíticos, mistos ou ecléticos, utilizadas pelos docentes em sua sala de aula, uma vez que, percebe-se o quão é um assunto evidente dentro do âmbito escolar. A partir da análise de pesquisa realizada com os professores, na alfabetização da escola pesquisada, foi identificado que são inúmeros os desafios que se impõe no processo da alfabetização e letramento, dentre eles, a falta de alfabetização dos pais, uma vez que o acompanhamento em casa influencia no desenvolvimento da criança na escola. Os docentes mesmo com todas estas dificuldades enfrentadas procuram desenvolver suas atividades de maneira com que os alunos possam ter uma educação de qualidade, procurando sempre aprimorar os métodos com o que dê melhor para a situação de cada aluno. Em relação às hipóteses da pesquisa, foi constatado que no H1: Os professores conseguem utilizar métodos que contribuem positivamente para o desenvolvimento da alfabetização e do letramento, na escola rural. Logo a H2: Em grande parte do tempo os alunos conseguem acompanhar as metodologias propostas pelo professor em sala de aula. As duas hipoteses foram aceitas. Assim sendo, uma educação de qualidade é direito de todos, uma vez que, a alfabetização e o letramento, proporcione um futuro de oportunidades para os estudantes de séries iniciais, assim proporcionando práticas sociais através da leitura e da escrita. No entanto, os educadores ainda procuram promover projetos que se encaixem das melhores formas em cada situação, como envolver mais os pais e os alunos, conforme suas necessidades. Conclui-se que em meio às situações vividas, a liberdade de saber ler e escrever desenvolve a imaginação, a escuta e a linguagem das crianças, trazendo independência e tornando cidadãos melhores. Referências ALMEIDA, V.F. Citada por BUTTURE, E. T. da S. Alfabetizar Letrando: Concepções e Reflexões Teóricas. Pontifícia Universidade Católica do Paraná. 2017. Disponível em: https://educere.bruc.com.br/arquivo/pdf2017/26073_13695.pdf Acesso em 10 de Novembro de 2020. ARAÚJO, M. C. C. Citado por FRADE, I. C. A. S. Métodos de alfabetização, métodos de ensino e conteúdos da alfabetização: perspectivas históricas e desafios atuais. Universidade Federal de Santa Maria. Rio Grande do Sul. 2007. Disponível em: https://www.redalyc.org/pdf/1171/117117311003.pdf Acesso em 03 de Junho de 2020. BARBOSA, J. J. 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Monhol joyce.monhol@gmail.com (28) 9 9949-8230 Rayane Apª Gomes dos Reis rayane_gomes- aparecida@hotmail.com (28) 9 99021901 Orientador (a): Júnia Moreira de Freitas juniamoreiradefreitas@yahoo.com.br (28) 99987-5039 Proposta de questionário a ser aplicado ao professor para levantamento de dados. 1- Gênero: ( ) Masculino ( )Feminino 2- Quanto tempo atua na área? a) ( ) Menos de 2 anos; b) ( ) Entre 2 a 5 anos; c) ( ) Entre 6 a 9 anos; d) ( ) 10 ou mais. 3- Qual sua formação? a) ( ) Magistério; b) ( ) Graduação; c) ( ) Pós-graduação; d) ( ) OUTROS. Este questionário é parte integrante de uma pesquisa para elaboração de um Trabalho de Conclusão de Curso das Faculdades Unificadas de Iúna, sob a orientação da professora Júnia Moreira de Freitas. A pesquisa tem como objetivo verificar como é feita a alfabetização e o letramento na Escola Municipal de Santa Maria localizada na zona rural de Ibatiba/ES. As informações aqui contidas serão utilizadas exclusivamente para fins de pesquisa. Não há necessidade de identificação por parte do respondente e todas as informações recebidas serão tratadas com confidencialidade. Por oportuno, agradecemos a preciosa colaboração de V.Sa. e colocamo-nos à disposição para quaisquer outros esclarecimentos que se façam necessários. mailto:joyce.monhol@gmail.com mailto:rayane_gomes-aparecida@hotmail.com mailto:rayane_gomes-aparecida@hotmail.com mailto:juniamoreiradefreitas@yahoo.com.br 4- Para você, o que é alfabetizar e letrar? a) ( ) O aluno dominar a leitura e escrita; b) ( ) O aluno deve ler primeiro; c) ( ) O aluno deve escrever primeiro; d) ( ) O aluno faz uso da leitura e da escrita nas suas práticas sociais. 5- Quais as práticas que você utiliza para proporcionar o alfabetizar letrando? a) ( ) Projeto de leitura (envia livro para que a família leia para criança); b) ( ) Cantinho de leitura (espaço na sala de aula em que a criança tenha acesso aos livro de literatura); c) ( ) Leitura deleite (leitura diária de livros de literatura infantil); d) ( ) Sequências didáticas com temas diversos. 6- Quais os métodos utilizados para alfabetizar e letrar? a) ( ) Métodos Sintéticos; b) ( ) Métodos Analíticos; c) ( ) Métodos Mistos ou Ecléticos; 7- Como é o desempenho dos alunos, levando em consideração os métodos utilizados? MÉTODOS SINTÉTICOS; RUIM REGULAR BOM ÓTIMO MÉTODOS ANALÍTICOS; RUIM REGULAR BOM ÓTIMO MÉTODOS MISTOS OU ECLÉTICOS; RUIM REGULAR BOM ÓTIMO 8- Para você, quais são os maiores desafios para que o aluno seja alfabetizado e letrado ao mesmo tempo na escola da zona rural? a) ( ) Falta de recursos e tecnologia na escola; b) ( ) Falta de habilidade com a escrita e à leitura; c) ( ) Falta de interesse do aluno; d) ( ) Alunos com problemas em casa e que afetam o cotidiano escolar. 9- Como são os pais em relação aos estudos dos alunos? a) ( ) Pais totalmente interessados; b) ( ) Pais parcialmente interessados; c) ( ) Pais desinteressados. 10- Quais as atividades você mais utiliza na sala de aula? a) ( ) Jogos envolvendo os temas trabalhados; b) ( ) Atividades do livro didático; c) ( ) Atividades Xerocadas; d) ( ) Fichas de leitura. 11- Os alunos participam de todos os tipos de atividades em sala de aula? a) ( ) Sim, interagem em todas as atividades; b) ( ) Não, interagem apenas em algumas atividades. 12- Por se tratar de uma escola na zona rural, no seu ponto de vista, quais os motivos que dificultam a alfabetização e letramento? a) ( ) Pais analfabetos; b) ( ) Pais que não participam da vida escolar de seus filhos; c) ( ) Falta de materiais adequadas para o trabalho docente; d) ( ) Falta de orientação pedagógica.