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TRAJETÓRIA PRAXIS 2

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 LICENCIATURA EM SOCIOLOGIA PRÁTICA DE ENSINO: TRAJETÓRIA DA PRÁXIS (PE:TP) POSTAGEM 1 ATIVIDADE 1- TEXTO DISSERTATIVO MONTE ALEGRE 2021 De fato, a violência nas salas de aula afeta e assusta muitos educadores no Brasil, de vez que as hostilidades contra os professores tornaram-se mais frequentes e cada vez mais agravosas. Por trás desse fenômeno dramático, encontra-se uma enorme falta de respeito dos estudantes pelos mestre e, para agravar o quadro, os mecanismos que deveriam limitar a conduta dos alunos mal-intencionado demostram-se ineficientes. Trata-se, pois, de uma questão complexa, que demanda o caso de um docente que é ameaçado por um aluno violento e agressivo. Onde este veio transferindo de outra escola pelo mesmo motivo. Sem o apoio da direção e dos amigos, o professor é aconselhado a não fazer nada. Muitas das vezes, por conta de questões de abandono, como é o caso de Carlos, muitos adolescentes desenvolvem traumas sociais, de forma que julgam todas as pessoas que chamam a sua atenção, como sendo ameaças. Essa realidade é bastante preocupante no cenário educacional atual. No entanto, o que se mostra ainda mais preocupante, é o fato de professores e equipes pedagógicas banalizarem essa situação de violência, agindo de forma a ignorar o aluno. Quanto mais o aluno for ignorado, mais grave a situação poderá se tornar. Para tratarmos desse problema de violência na escola, em especial a prática contra o professor, é necessário primeiramente entender o que é violência, quais as causas que levam os alunos a praticarem e como acabar com ela. Bem, entende-se por violência contra o professor qualquer tipo de agressão, seja ela física ou psicológica, direcionada a eles por seus educandos. O número de ocorrências da espécie no país é alarmante e o fenômeno vêm se tornando epidêmico. Muitos docentes declararam ter medo de ser vitimados nas salas de aula e casos extremos em que há intimidações e ataques aos educadores são notificados pelos telejornais quase que semanalmente. Exemplo recente é o episódio de humilhação do professor André, em Minas Gerais, amplamente divulgado na mídia em razão de motivo incrivelmente fútil: a insatisfação diante do resultado em uma prova. Assim é inequívoco que o quadro deve ser urgentemente revertido e o combate ao problema demanda a análise de sua gênese. Afinal, o que se explica por violência contra os professores? Como podemos resolver o problema entre suas causa destacam-se duas. De um lado, há jovens que simplesmente não respeitam a figura docente. De outro adolescente que não consideram o mestre como autoridade em sala de aula e se sentem a vontade para enfrenta-lo. Assim como em todas as outras modalidades, de agressões destacam-se especialmente as agressões verbais ou matérias. Muitos professores de escolas privadas, assim como de escolas públicas sofrem com violência e muitos tenham medo de perder o emprego, então os professores relevam o caso de agressões até que sofram fisicamente, ou ficam doente em função dos abusos violentos. Como diria o filósofo polonês Zygmunt Bauman, esse é um comportamento típico de uma denominada como ‘’modernidade líquida”, em que imperam a relativização de valores éticos e o livre-arbítrio no mais alto grau. De outro, há falhas rotundas nós mecanismos que deveriam frear a conduta dos agressores. Em regra, eles sequer sofrem advertências por sua conduta, o que banaliza uma atitude grave, que deveria ser severamente punida. Precisamos mudar a legislação para podermos dá uma garantia aos adolescentes que necessitam de medidas disciplinares mais rígidas. O preconceito ideológico de que hierarquia e disciplina não devem ser levados para a escola precisar cair de circulação. A presunção de inocência precisa ser menos inocente, e medidas protetivas preventiva precisa ser tomada e devem ser oferecidas aos professores e funcionários das escolas, onde muitas das vezes sofrem com violência tanto verbal ou material, assim como física, psicológica. Todavia, faz se necessário debater fortemente o tema, aceitar que formas de castigo que não possa agredir a dignidade humana, precisam ser restauradas urgentemente. Campanha educativa são fundamentais, mas de nada adianta dizer que o celular atrapalha se o aluno não pode ser constrangido a não usar o aparelho em aula. É um absurdo que a mochila dos alunos não possa ser revistada. Diante desse panorama, surge que medidas sejam tomadas. Dessa forma, poderíamos pede para uma instituição veiculada ao Governo Federal e responsável pela organização do sistema educacional do país, distribuir cartilhas nas escolas com diretrizes para a realização de encontros com pais, professores e alunos, e também poderiam realizar palestras, com vistas a resgatar a importância da disciplina e da autoridade do professor, bem como divulgar orientações a respeito da conduta a ser seguida pelas instituições de ensino diante de casos mais severos. O instituto deve tomar providências, essa providência teria como resultado ampliar o envolvimento dos diversos atores desse dramático cenário, além de proporcionar maior segurança jurídica aos diretores das escolas, diante do enfrentamento de situações mais complexa. Com mecanismos de controle mais explícita e afetiva, a situação da violência contra os profissionais da educação seria atenuada e a harmonia nas escolas seria atingida. Pois alunos que praticam violência física devem ser levados para escolas especiais. Os que praticam também violência mais leve, tais como verbais ou patrimoniais devem ser punidos pelos seus atos na própria escola, como prestação de serviços à comunidade ou até mesmo na própria escola, como forma de disciplina. REFERÊNCIAS VIOLÊNCIA. In: WIKIPÉDIA, a enciclopédia livre. Flórida: Wikimedia Foundation, 2017. Disponível.em:( HYPERLINK "https://pt.wikipédia" https://pt.wikipédia .org/w/index.php? title = vol: C3%AAncia &oldid = 50592269 >acesso em : 22 fev.2019. SINPRO/RS. Pesquisa investigou violência contra professores.ExtraClasse,2007.Disponívelem: https://www.extraclasse.org.br/eds/2007/03/ pesquisa- investigou - contra - professores/ .acesso em: 22 fev.2019. Bauman, Zygmunt. Modernidade líquida. Trad. Plínio Dentzien. Rio de Janeiro:Jorge Zahar, 2003 LICENCIATURA EM SOCIOLOGIA PRÁTICA DE ENSINO: TRAJETÓRIA DA PRÁXIS (PE: TP) POSTAGEM 2 ATIVIDADE 2- CARTA AO PROFESSOR ANDRÉ MONTE ALEGRE 2021 Querido professor André! É com imensa satisfação que estou escrevendo essa carta para você, antes de qualquer coisa gostaria de me apresentar, me chamo Roméria, moro no município de Monte Alegre, no estado do PARÁ . Nesse dia 03/05/2021, venho através dessa carta mostrar a minha solidariedade, a minha compreensão e opinião, e tentar lhe ajudar a respeito dessa questão. Sou uma professora em formação e digo que essa situação que você está vivendo é muito comum no Brasil nós dias de hoje, mas nem por isso devemos aceitar essa falta de respeito com o profissional . Poderia dizer para você que deveria procurar as autoridades para presta queixa, mas de que adiantaria. Existe a lei que protege o menor de idade, mas não existe a que protege o professor das agressões desse menor. Em relação a esse caso, é a falta do apoio
do estado com as escolas, que muitas das vezes acontece ameaças com o professor, pois de posse de denúncias e chamado da polícia para tentar resolver problemas graves como, drogas dentro do ambiente escolar e ameaça de alunos a professores e funcionários. O estado tem como responsabilidade, interferir e buscar soluções como por exemplo, abrir um canal com intuito de resolver o mais rápido possível tais denúncias. Acredito que o professor André de posse dos relatos da diretoria, e de seus colegas em relação ao comportamento de Carlos e pela falta de estrutura familiar do aluno, poderia ter tomado outra decisão para resolver o caso, tentando uma aproximação e colocar em prática em suas aulas atividades que pudesse aproximar mais os alunos com perfil igual ao do Carlos e ter uma conversa entre o professor e o aluno e a diretoria a fim de resolver a situação, ou no mínimo amenizar o clima formado devido ao ocorrido. 
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