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Lipídeos M aioria Á cidos graxos Parte apolar Saturada ou Insaturada Parte polar Esterificação C aso só tenha C , H , O são cham ados de lipídeos sim ples Triglicerídeos (TA G s) C aso tenham outros com postos Lipídios com postos Fosfolipídeos Esteróis C olesterol N ão pode ser degradado e não é com bustível celular Sintetizado pelo fígado (70% ) Exogeno ou dieta (30% ) C om ponente essencial das m em branas celulares Precursor da Vit. D , sais biliares, aldosterona e horm ônios sexuais São três tipos analisados nos exam es de sangue VLD L Sua baixa densidade faz com que o colesterol perm aneça na superfície do sangue e se deposite na parede das artérias, portanto os valores devem estar abaixo de preferência de 30 m g por dL LD L A ssim com o o VLD L por ser leve e de baixa densidade é considerado um colesterol de tipo ruim , quando sua concentração está em alta pode se concentrar na parede das artérias e form ar placas de gordura que obstruem o fluxo sanguineo, faz m al para o coração H D L contendo concentração elevada de proteínas (cerca de 50% ) m as concentração m enores de colesterol e fosfolipídios, faz bem para o coração, C arrega o colesterol das artérias para o fígado N íveis: C olesterol total: M enor que 190m g por dL C olesterol H D L (B O M ): M aior que 40m g por dL C olesterol LD L (R U IM ): m enor que 130 m g/dl: em pessoas com risco cardiovascular baixo m enor que 100 m g/dl: em pessoas com risco cardiovascular interm ediário m enor que 70 m g/dl: em pessoas com risco cardiovascular alto m enor que 50 m g/dl: em pessoas com risco cardiovascular m uito alto *Valores de referência do perfil lipídico para adultos m aiores de 20 anos. Vêm da dieta (Via exógena) Sofrem digestão São absorvidos C om o quilom ícrons São com postos de: Éster de colesterol, TA G s, Fosfolipídeos e Proteínas Essas proteínas são cham adas de A poproteínas A juda a rem over os ácidos graxos do triglicerídeo do quilom ícron Á cidos graxos N as células adiposas tem a função de Lipogênese N o tecido m uscular tem a função energética A pós esse uso o restante é cham ado de quilom ícron rem anescente Fígado M etaboliza o quilom ícron Sintetiza as lipoproteínas Lipoproteínas de m uito baixa densidade (VLD L) A s células tiram os TA G s Form ando o LD L 50% de colesterol Leva o colesterol para as células Lipoproteínas de alta densidade (H D Ls) R em ovem o excesso de colesterol do corpo apesar de serem com postos principalm ente de triglicerídeos, eles contêm cerca de 9% de fosfolipídios, 3% de colesterol e 1% de apoproteína B Lipogênese Q uando há excesso de glicose, ATP, A cetil-C oA ou N A D PH O corre no fígado e no tecido adiposo O corre para guardar os excessos de lipídios que sobraram C itoplasm a D ividida em 3 etapas 1 Etapa Produção do M alonil N A D H PH Precursor A cetil-C oA Vêm da hidrolise dos Triglicerídeos que form am Á cidos graxos + glicerol Á cido graxo se transform a em A cetil-C oA Via das pentoses 2 Etapa A longam ento das cadeias R epetição da prim eira etapa 3 Etapa A dição do glicerol Via das pentoses Produto final Triglicerideos Insulina Síntese do C olesterol É precursor da síntese de horm ônios e participa da estrutura das células N o citoplasm a de todas as células D ivido em 4 etapas 1 Etapa Form ação do m evalonato Precursor A cetil-C oA H M G C oA R edutase (Enzim a M arca passo) Estim ulada pela insulina e Inibida pelas estatinas 2 Etapa Form ação das unidades Isoprenóides 3 Etapa Form ação do esqualeno 3 C olesterol 4 Etapa Form ação do colesterol em sí Lipolise Q uebra dos lipídios H orm ônio predom inante é o glucagon O corre no m úsculo, fígado e tecido adiposoQuando é necessário energia Pode ocorrer no citoplasm a e nas m itocôndrias H idrólise Q uebra do TA G em ácidos graxos e glicerol C om andado pela enzim a horm ônio sensível (LH S) R egulada positivam ente pelo glucagon B eta O xidação Esse ácido graxo precisa ser ativado e transform ado em A cil-C oA D entro da m itôcondria Enzim as rem ovem 2 átom os de carbonos por vez e ligam á coenzim a A A cetil-C oA Entra na C iclo de K rebs & C adeia respirátoria Form ando ATPExcesso vai para os hepatócitos onde é feito a cetogênese 2 A cetil-C oA Á cido acetoacético H idroxibutirato A cetona D islipidem ia Lipidogram a Exam e bioquím ico Avaliação das lipoproteínas no plasm a do paciente O ideal é que os níveis de colesterol LD L estejam abaixo de 130 m g/dl H D L: É recom endado que seu valor esteja acim a dos 40 m g para hom ens e m ulheres VLD L: não sendo recom endado que seus valores estejam acim a dos 30 m g/dL. A lterações m etabólicas nos lipídios que repercutem nos níveis das lipoproteínas A s causas podem ser prim árias (genéticas) ou secundárias. O diagnóstico é realizado pela m edida das concentrações totais de colesterol, triglicerídios e lipoproteínas individuais. A s causas podem incluir: D iabetes; Excesso de peso; H ipotireoidism o; Problem as biliares; Insuficiência renal. O rigem vegetal, anim al e m icrobiana Funções R eserva de energia, com ponente estrutural, originam m oléculas m ensageiras (horm ônios), proteção de órgãos vitais, isolam ento térm ico, saciedade e palpabilidade alim entar & m eio de transporte para as vitam inas lipossolúveis C lassificação Á cidos graxos (Saturados e Insaturados) Triglicerídeos (A rm azenam ento) C eras (Estrutural) Fosfolipidios e G licolipidios. (Lipídio de M em brana) Vitam inas e Q uinonas (C ofatores) Elcosanoides (M ensageiros) H orm ônios, Vitam inas e C olesterol (Estérois)