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A importância da formação do professor para atuar na Educação Infantil O presente estudo tem por objetivo apresentar uma breve discussão sobre a formação do professor de educação infantil e analisar a relação estabelecida nas ações lúdicas como subsídio na aprendizagem escolar. Para refletimos sobre a criança, a ludicidade, a formação do professor que atua na educação da infância é de suma importância diferenciar criança de infância. De fato, há aspectos comuns e outros muito diferentes e, pensar sobre infância, corresponde ter consciência da particularidade infantil, que distingue essencialmente a criança do adulto, e do jovem. Ao considerar o professor como o profissional responsável pela educação e cuidado da criança pequena em creches e pré-escolas, há um desafio de qualificar esse profissional. Dada a complexidade dessa função, não se pode entregá-la a qualquer profissional, ou a um profissional que segmente e hierarformar um profissional capaz de reconhecer sua formação profissional e a diversidade quize sua ação junto à criança, mas, antes, faz-se necessário existente nesse campo e, assim como os professores dos demais níveis de ensino, com capacidade para fazer valer sua vez e sua voz e construir a autoria de seu processo formativo. A criança, pelo fato de se situar em um contexto histórico e social, ou seja, em umambiente estruturado a partir de valores, significados, atividades e artefatos construídos epartilhados pelos sujeitos que ali vivem, incorpora a experiência social e cutural do brincar por meio das relações que estabelece com os outros – adultos e crianças. Para melhor compreensão conceitual de criança e infância, buscou-se apoio dos pesquisadores do Instituto de Estudos da Criança do Minho, em Portugal, Sarmento e Pinto 1997 (apud BARBOSA, 2006, p. 73), que diferenciam as duas categorias. Para eles: Com efeito, crianças existiram desde sempre, desde o primeiro ser humano, e a infância como construção social. [...] Infância, como categoria social que assinalaos elementos de homogeneidade deste grupo minoritário, e as crianças, como referentes empíricos cujo conhecimento exige a atenção aos fatores de diferenciação e heterogeneidade [...] (grifos nossos). (SARMENTO; PINTO, 1997 apud BARBOSA, 2006, p. 73). Toda criança necessita brincar, independente da época, cultura ou classe social. O brinquedo é a essência da infância, e o brincar, um ato intuitivo e espontâneo que ensina a criança à se colocar na perspectiva do outro. Para a criança brincar é viver, e viver é muito sério. Essa é a forma que deveria ser entendido por todos, pois é por meio da brincadeira que a criança desenvolve potencialidades e experimenta novas habilidades, descobre e recria papéis sociais, conhecem seus limites, formando conceitos pessoais e avança para novas etapas de domínio de si e do mundo que a cerca. A criança se empenha durante as suas atividades do brincar da mesma maneira que se esforça para engatinhar, a andar, a correr, a falar, a comer, ou seja, a viver intensamente todos o momentosimaginação. Nas brincadeiras as crianças podem desenvolver alguma. Toda criança necessita brincar, independente da época, cultura ou classe social. O brinquedo é a essência da infância, e o brincar, um ato intuitivo e espontâneo que ensina a criança à se colocar na perspectiva do outro. Para a criança brincar é viver, e viver é muito sério. Essa é a forma que deveria ser entendido por todos, pois é por meio da brincadeira que a criança desenvolve potencialidades e experimenta novas habilidades, descobre e recria papéis sociais, conhecem seus limites, formando conceitos pessoais e avança para novas etapas de domínio de si e do mundo que a cerca. A criança se empenha durante as suas atividades do brincar da mesma maneira que se esforça para engatinhar, a andar, a correr, a falar, a comer, ou seja, a viver intensamente todos o momentos. O Referencial Curricular Nacional da Educação Infantil (1998, v.2) apresenta concepções a cerca do brincar: Brincar é uma das atividades fundamentais para o desenvolvimento da identidade e da autonomia. O fato de a criança, desde muito cedo, poder se comunicar por meio de gestos, sons e mais tarde representar determinado papel na brincadeira faz com que ela desenvolva sua imaginação. Nas brincadeiras as crianças podem desenvolve ralgumas capacidades importantes, tais como a atenção, a imitação, a memória, a imaginação. Amadurecem também algumas capacidades de socialização, por meio da interação e da utilização e experimentação de regras e papéis sociais. (BRASIL, 1998, v.2, p.23). Todas as atividades brincantes desenvolvidas com as crianças, bem como, a organização dos ambientes e dos brinquedos devem ter como premissa viabilizar momentos que instiguem a descoberta, a superação de desafios, a as relações, possibilitando o amplo desenvolvimento da criança. Vygotsky (1988) afirma a importância do brinquedo registrada a seguir. Para a criança com menos de três anos, o brinquedo é coisa muito séria, pois ela não separa a situação imaginária da real. Dessa forma, o brinquedo tem grande importância no desenvolvimento, pois cria novas relações entre situações no pensamento e situações reais. (VYGOTSKY, 1988, apud KISHIMOTO, 1999, p.63). É necessário que o professor esteja preparado para lidar com culturas, valores, níveis de aprendizagem muito diferentes, entre outros, e dentro desse desafio, ser capaz de, nesta posição, não desvalorizar ou desprezar as diferenças sob seus cuidados. Portanto, uma ação pedagógica reflexiva, aliada ao estudo e a pesquisa, constrói um conjunto de experiências tornando os profissionais que são capazes de desenvolver um trabalho que favoreça a valorização das especificidades humanas bem como, uma educação significativa e consciente. Reflexões estas partilhadas por Freire (2002) . Gosto se ser gente porque, mesmo sabendo que as condições materiais, econômicas, sociais e políticas, culturais e ideológicas em que nos achamos geram quase sempre barreiras de difícil superação para o cumprimento de nossa tarefa histórica de mudar o mundo, sei também que os obstáculos não se eternizam. (FREIRE, 2002, p.60). Ao considerar o professor como o profissional responsável pela educação e cuidado da criança pequena em creches e pré-escolas, há um desafio de qualificar esse profissional. Dada a complexidade dessa função, não se pode entregá-la a qualquer profissional, ou a um profissional que segmente e hierarquize sua ação junto à criança, mas, antes, faz-se necessário formar um profissional capaz de reconhecer sua formação profissional e a diversidade existente nesse campo e, assim como os professores dos demais níveis de ensino, com capacidade para fazer valer sua vez e sua voz e construir a autoria de seu processo formativo. Considerações finais O professor deve Considerar a criança com um ser único e em desenvolvimento, deve conhecer e considerar as particularidades de seus alunos, levando em consideração a faixa etária, a diversidade de hábitos, costumes, valores, crenças, etnias, entre outros aspectos. Diante disso, assume o papel de mediador, organizando e proporcionando espaços e situações de aprendizagens, sempre valorizando e respeitando o contexto no qual seu aluno está inserido. A aprendizagem é fruto da interação entre aluno e educador, sendo este responsável pela organização desse processo para desenvolver simultaneamente o aspecto intelectual e as aptidões sociais. É necessário considerar o aluno um ser ativo, capaz de assimilar a realidade externa com suas estruturas mentais. Somente assim terá capacidade de transformar o conhecimento assimilado transformando-o, representando-o e ressignificando-o de forma subjetiva. O brincar é uma atividade primordial no crescimento da identidade e da autonomia da criança, pois desenvolve a imaginação, a fantasia, a memória e a atenção, ou seja, desenvolve o indivíduo como um todo, desta forma os professores que atuam na Educação Infantil, devem considerar da criança. Portanto, é responsabilidade do professorpreparar-se para ensinar seu aluno por meio de formas mais dinâmicas e prazerosas, e assim, proporcionar uma educação de qualidade, oportunizando a brincadeira, a fantasia desenvolvendo a aprendizagem. o lúdico como estratégia para atuar no desenvolvimento e na aprendizagem . Refenciais BARBOSA, Maria Carmem Silveira. Por amor e por força: rotinas da educação infantil.Porto Alegre: Artmed, 2006. BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Referencial curricular nacional para a educação infantil. Brasília: MEC/SEF, 1998. VIGOTSKI, L. S. A formação Social da Mente, 6º ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998. FREIRE, J. B. Educação de corpo inteiro: teoria e prática da Educação Física. São Paulo: Scipione, 2002. .