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Livro - Engenharia para Aquicultura e Desenho Técnico para Engenharia Aquicola

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RRATA DE ENGENHARIA PARA AQUICULTURA (IMPRESSÃO COM 359 PÁGINAS)
PAGINA LINHA/ITEM LEIA-SE
SUMARIO 2.11 2.1
SUMARIO Item 3.9.2 Textura
SUMARIO Item 4.3.3.1 página 104
SUMARIO Item 5. VIVEIROS oáoína 139
SUMARIO Item 7.15. (omitido) Roteiro para elaboração de projeto de barragem de terra
47 Tabela 2 Trocar todos os I minúsculos por L maiúsculos
94 7e8 Silte = 2 x 100/6 = 33,3%
Arqila = 1 x 100/6 = 16,66%
94 19 e 20 Ms + Pap - 280 g
Ms = 280 -100 = 180 c
104 20 ... de fino acabamento, ...
131 15 1m' de brita ...
135 16 Na fórmula C = ...Onde se ler 100 leia-se 1000
152 20 Q = 0,227 m'/s
153 12 e 13 Ve = 1,4 x 1,4 x 0,4 + 11,5 = 4 m3
157 e - 23 Q - 0,8 x (3,14 x 0'/4) x (2x9,81x1 ,7)'''. A notação
12x9,81x1,7il12 = raiz quadrada de 2x9,81x1,7
158 3,4,5 e 6 2 = 0,628D'5,78
2 = 3,630'
D2 = 2/3,63 = 0,55
D=0,74m
237 7 P=Bt+b/2xHxd
246 17 ou, B = (h2/3_0,11)"2 - (1,52/3 _'0,11)''' = 0,8 m
274 3 Linha reoetida na linha 4
281 Figura 112b Seta da zona de alta pressão sobre a ranhura do rotor, e a seta
de indicação do rotor sobre a peça circular
285 Fig. 114 Hg - Hs; Hg - Hs + Hr; Hman = Hg + Hx (Hx - perdas de carga
totais)
304 4e8 Curva de 90° leia-se 3,6 m; comprimento virtual total leia-se 78,7
rn, consequentemente hf2 = 0,15 m e Hman = 2,5 + 30 + 0,09 +
0,15 = 32,74 m
315 14 SI, S2, S3 ...
318 1 S= A2f2 x 11 + m")""1_ m
319 3 V = C(RI)"" = 87/(1 + y/R''')
333 15 S = 0,4 x 0,3 - 0,12 m2
334 8 Q = ...375 Us
335 14 Então, pela fórmula 70
336 19 A' - A x 1,3 - 0,25 x 1,3 = 0,33 m
341 9 L = 2A(1 + m2)"l - m
PEDRO NOBERTO DE OLIVEIRA
ENGENHARIA PARA
AQUICULTURA
(2" edição revisada e aumentada)
~
...'.,'r.-:
Fortaleza
2013
Título: subtítulo
© 2013 Copyright by Pedro Noberto de Oliveira
Impresso no Brasil / Printed In Brazil
TODOS OS DIREITOS RESERVADOS
Pnoliveiraôvésyahoo.com.br
REVISÃO E LEITURA DE TEXTO
Pedro Noberto de Oliveira
PROGRAMAÇÃO VISUAL, DIAGRAMAÇÃO E CAPA
Valdianio Araújo Macêdo
Proibida a reprodução total ou em parte desta obra sem a permissão do
autor em conformidade com a Lei do Direito Autoral (Lei n? 9.610 de
19/02/1998): Art. 102 a 104.
Ficha Catalográfica
o 41 d Oliveira, Pedro Noberto de
Engenharia para aquicultura./ Pedro Noberto de
Oliveira. - Fortaleza, 2013.
359p.; il.
Isbn: 978-85-7946-157-6
1. Água 2. Planta baixa 3. Barragens 4.
Viveiros 5. Tanques premoldados I. Título
CDD: 620
Impresso no Brasil / Printed in Brazil
~co a minha esposa Léa, aos meus
pais Antonio e Maria (in memoriam), as
minhas filhas Danielle e Anna, e as minhas
netas Maria Clara (Clarinha), Maria Alice
(Licinha) e Martina (Tininha) .
.~n~~
/
AGRADECIMENTOS
Aos autores citados neste trabalho, dando-nos uma ex-
celente contribuição na construção do corpo técnico desta
obra. A Universidade Estadual do Estado da Bahia - UNEB
- Campus VIII.
A Profa. Dra. Tâmara de Almeida e Silva, a Profa. Douto-
randa Fátima Lúcia de Brito Santos do Departamento de Edu-
cação, Capus VIII - Paulo Afonso, Bahia, pela revisão técnica
do texto.
AAdriana Araújo Silva que, incansavelmente nos ajudou
na formatação das figuras, quadros e tabelas deste trabalho.
Aos funcionários Danilo Estevão Cordeiro, Marcos Sa-
muel Teles de Souza da UNEB (Universidade do Estado da
Bahia), VaI Macedo e Luiz Carlos Azevedo da Editora da Uni-
versidade Federal do Ceará, pela contribuição em procedi-
mentos de informática.
LISTA DE FIGURAS
Figura 1.
Figura 2.
Figura 3.
Figura 4.
Figura 5.
Figura 6.
Figura 7.
Figura 8.
Figura 9.
Figura 9.1.
Figura 9.2.
Figura 9.3.
Figura 9-4.
Figura 9.5.
Figura 9.6.
Figura 9.7.
Figura 1O.
Figura 11.
Figura 12.
Figura 13.
Figura 14.
Figura 15.
Figura 16.
Figura 17.
Figura 18.
LISTA DE ILUSTRAÇÃO
Aquíferos confinados e não confinados.
Fontes de águas subterrâneas.
Componentes minerais e orgânicos do solo.
Perfil hipotético de um solo com seus horizontes.
Pontos para coleta de amostras de solo.
Trincheira destinada à coleta de amostras de solo.
Trado oco ou holandês.
Trado helicoidal.
Escavadeiras.
Solo Bruno não Cálcico.
Solo Litólico.
Solo Podzólico.
Solo Planossolo.
Solo Solonetz Solodizado.
Solo Vertissol.
Solo Latossolo.
Escala de acidez, neutralidade e alcalinidade.
Triângulo para classificação das classes texturais
do solo, adotado pela Sociedade Brasileira de Ci-
ência do Solo.
Triângulo guia para agrupamento das classes
texturas dos solos.
Camadas de areia, silte e argila.
Tipos de estruturas dos solos.
Coveta escavada para coleta de amostras de solo.
Aparelho de Boyoucus.
Limites de consistência dos solos.
Aparelho de "Casagrande" com a concha e os cin-
Figura 19.
Figura 20.
Figura 21.
Figura 22.
Figura 23.
Figura 24.
Figura 25.
Figura 26.
Figura 27.
Figura 28.
Figura 29.
Figura 30.
Figura 31.
Figura 32.
Figura 33.
Figura 34.
Figura 35.
Figura 36.
Figura 37.
Figura 38.
Figura 39.
Figura 40.
Figura 41.
Figura 42.
Figura 43.
Figura 44.
zéis, antes e depois de um ensaio.
Linha de escoamento de um solo.
Moldagem de um cilindro de solo.
Infiltrômetro de Muntz
Curva de infiltração de um solo.
Trincheira para determinação da infiltração de
água no solo.
Poço impermeabilizado para determinação da
infiltração do solo.
Tubo na trincheira para determinação da perme-
abilidade do solo.
Betoneira de tambor.
Betoneira de tambor e carrega deira
Tipos de tijolos para uso nas alvenarias.
Tipos de telhas usadas em coberturas.
Ladrilhos cerâmicos.
Manilha para drenagem d'água.
Tipos de conexões plásticas.
Brocha para caiação.
Pincel e rolo para caiação.
Partes fundamentais de um viveiro de água doce.
Viveiro em derivação.
Viveiro superficial.
Viveiro escavado.
Viveiro semi-escavado.
Viveiros em patamar ou em terraços.
Vista lateral e em planta de um monge "Valois"
modificado.
Vista em planta e de frente de um monge de pla-
ca centrada.
Monge para viveiros estuarinos.
Sistema de esvaziamento (monge) com placa
perfurada.
Figura 45. Sistema de drenagem de um viveiro tipo "ca-
chimbo fixo".
Figura 46. Sistema de drenagem tipo "cachimbo móvel".
Figura 47. Sistema de drenagem com tubulação plástica.
Figura 47a. Retro-escavadeira.
Figura 48. Vista lateral e planta baixa de um monge de pla-
ca centrada.
Figura 49. Corte longitudinal mostrando as seções transver-
sais dos diques de um viveiro de terra.
Figura 50. Componentes de um tanque pré-moldado.
Figura 51. Tanques pré-moldados em rosário.
Figura 51a. Marcação no terreno para escavação.
Figura 51b. Escavação do buraco no terreno.
Figura 51C. Traçado do círculo para construção da parede do
tanque.
Figura 52. Forma em madeira.
Figura 53. Rodo em madeira.
Figura 54. Traçado das linhas das tábuas curvas para a for-
ma e rodo.
Figura 55. Confecção das placas de parede.
Figura 56. Massa dentro da forma e espalhamento.
Figura 57. Massa no centro da forma para recolhimento.
Figura 58. Retirada da forma.
Figura 59. Limpeza da areia da parte posterior da placa.
Figura 60. Assentamento das placas da parede.
Figura 61. Fixação de placas pelo rejunte.
Figura 62. Construção da segunda fiada da parede.
Figura 63. Amarração da parede com "arame 12"galvanizado.
Figura 64. Nomenclatura de um viveiro-barragem de terra.
Figura 65. Seção transversal de uma barragem de terra,
com taludes e cava de fundação.
Figura 66. Nomenclatura de um viveiro-barragem em alve-
naria.
Figura 67. Cava da fundação para uma barragem de terra.
Figura 68. Perfilde barragem com cava de fundação ajusante.
Figura 69. Perfil de barragens com cava de fundação à mon-
tante.
Figura 70. Traçado longitudinal e seção transversal máxima
de uma barragem de terra.
Figura 71. Linha de saturação na seção transversal de uma
barragem de terra, com erosão à jusante.
Figura 72. Tapete filtrante e dreno de pé.
Figura 73. Cobertor impermeabilizante a montante
Figura 74. Seção transversal de uma barragem de terra com
cobertor a montante e núcleo.
Figura 75. Sifão sobre o maciço de uma barragem de terra.
Figura 75a. Anéis de concreto na tubulação de descarga sob o
maciço da barragem.
Figura 76. Trator de esteira com buldozer.
Figura 77. Rolo compactador "pé-de-carneiro".
Figura 78.

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