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Clínica de reabilitação | Resumo : Kayane Larissa
Planejamento é uma sequencia de
procedimentos proposto após a
determinação do diagnóstico realizado
a partir dos dados e da anamnese.
O sucesso depende do correto e
criterioso planejamento (executado
para atender ás necessidades de cada
pacientes)
Cabe ao cirurgião-dentista (CD) coletar
todas as informações necessárias
durante o exame, para que sejam
organizadas, interpretadas e usadas na
determinação do plano de tratamento.
É possível que haja mudanças em
relação à impressão inicial obtida
durante os procedimentos
diagnósticos.
PERSPECTIVA DO PACIENTE 
Fatores a considerar:
-Paciente já usou prótese?
- Sofreu injúrias teciduais? 
- Qual o grau de exigência desse paciente? 
- Tem preferência por prótese fixa ou
removível? 
- Paciente apresenta boa higiene oral? 
- O paciente necessita apenas de prótese?
(se não precisa de restaurações,
tratamento endodônticos, cirurgia). 
Para confecção de PPR o paciente necessitá
ter no mínimo 2 dentes. 
DECISÃO COMPARTILHADA:
DENTISTA X PACIENTE
Fornecer informações de sua situação
de saúde oral. 
Expor as opções de tratamento
Explicar os tipos de próteses existentes
Direcionar a indicação mais adequada
para sua situação clínica
Expor os custos iniciais e possíveis
custos futuros 
Compreender as situações reais do
paciente
FOCO DO TRATAMENTO
REABILITADOR
Padrão ouro:
Em algumas situações, a estética irá
ficar comprometida, devido o tipo de
prótese que o paciente “poderá pagar”.
Nunca negligenciar a função e a
oclusão do paciente! a estética é
secundária.
-Reabilitação completa da dentição 
-Estabilidade mastigatória 
-Devolução da estética do sorriso
-Conforto 
-Custo elevado. 
Alternativas para melhorar a aceitação das
próteses:
Uma opção é o grampo de resina para
melhorar a estética, mas é utilizado
somente em espaços curtos. Pois esse
grampo não possui boa retenção e nem
estabilidade. 
REABILITAÇÃO DE PACIENTES
PARCIALMENTE EDÊNTULOS:
Prótese dento-suportadas :
Prótese sobre implantes (custo mais
elevado)
Opções protéticas :
1- Prótese fixas (sobre dente) 
2- Prótese parcial removível (pode ser
dento suportada ou dento muco
suportada) 
FATORES INFLUENCIADORES
PARA ESCOLHA DA PRÓTESE:
Extensão da área desdentada (número
de dentes ausentes)
Localização da área desdentada 
Custo 
Ex.: se for uma área muito extensa da
desdentada, o ideal é uma PPR e em casos
de área menor prótese fixa, mas irá
depender do custo para o paciente. 
Esse situação por ser uma área menor,
pode ser utilizada uma prótese fixa. O tipo
de material que será utilizado será
metalocerâmica ou metal free. 
Nos casos de uma prótese fixa com mais de
5 elementos é contra-indicado próteses de
porcelana pura. É utilizado
metalocerâmica. 
EXTREMO LIVRE: QUAIS TIPOS
DE PRÓTESES INDICAR?
Pode ser utilizado uma PPR e uma prótese
sobre-implante. Porém irá depender da
condição do paciente, se é um paciente
idoso.
DESVANTAGENS DA PPR
Tensão sobre os dentes pilares; (é
resolvido com o tipo de grampo
adequado, distribuído as forças
mastigatórias com os dentes pilares
indiretos)
Grampos visíveis em áreas estéticas; 
Desenvolvimento de cárie sob
estrutura metálica (depende da
colaboração do paciente)
1° FASE
Opção para minimizar essas desvantagens
sem elevar o custo para o paciente: 
São as prótese sobre encaixe. 
Foi realizado duas Prótese fixas e nelas
vem um dispositivos que encaixa na PPR.
Tem uma melhor retenção, estabilidade.
Ela é mais cara do que uma PPR
tradicional, mas mais barata que um
implante. 
FASES PARA CONFECÇÃO DA
PPR
Exame e diagnósticos . 
Exposição de opções de reabilitação 
Adequação do meio bucal
Exames e diagnósticos 
Ver a vitalidade dos dentes retentores
da prótese, as condições periodontais,
presença de cáries e ver situação da
mucosa.
A orientação da higiene oral deve ser
realizada na consulta inicial, durante a
confecção e também na instalação.
2° FASE
Plano de tratamento protético;
Delineamento (não marca o paciente,
será apenas a prática)
Desenho da PPR 
Preparo de boca para receber a grade
metálica. 
Depois do preparo de boca é realizada
outra moldagem para mandar para o
laboratório para fazer a grade.
Utiliza o delineador para verificar a
trajetória de inserção, produzir a coroa
guia.
Os desgastes que é feito no modelo deverá
feito na boca do paciente (com broca
diamantada cilíndrica). É preciso fazer esse
desgastes para retirar um pouco da
convexidade para entrar com facilidade. 
 Esses desgastes será feito com auxilio da
coroa guia. 
Realiza o desenho da PPR. Deve ter
conhecimento sobre os grampos, os
apoios, dos braços de retenção e
oposição (realiza isso primeiro) e depois
faz os conectores menores e saber qual a
barra utilizar. 
Depois que faz os preparos na boca do
paciente, deve realizar uma nova
moldagem e manda para o laboratório. 
3° FASE
Faz a prova da estrutura metálica e
registro da relação interoclusal. 
Quando tem extremo livre, tem que ter a
base de registro para fazer o registro da
mordida e monta do articulador. 
Prova da grade: avaliar a retenção e
estabilidade da prótese, observar os
apoios adaptados em nicho, se há
invasão da peça metálica em região de
tecido moles.
Devolução da dimensão vertical de
oclusão e contatos oclusais e em casos
anteriores marcar a linha média. 
Monta no articulador depois do registro
da oclusão para realizar a próxima fase
que é a prova dos dentes. 
Prova dos dentes em cera 
Análise da relação oclusal entre os
dentes artificiais e os dentes
naturais. 
qual a oclusão ideal em ppr (dúvida) 
Na prova dos dentes, principalmente em
extremo livre é necessário realizar a
moldagem funcional para evitar que
machuque o paciente. 
4° FASE
Desgasta um pouquinho para fazer a
moldagem. 
Pode ser utilizada silicone de
condensação (para fazer moldagem
funcional). É colocado então na base da
sera e pedi para o paciente morder. 
Manda para o laboratório acrilizar e a
prótese vem bem adaptada. 
5° FASE
Instalação da prótese
Primeiros ajustes oclusais 
Instrução de higiene bucal da
prótese. 
6° FASE
Ajustes oclusais; 
Retornos periódicos (1 semana
depois)
Avaliar: 
- Comportamento dos tecidos
periodontais; 
- Higiene da prótese e dos dentes; 
- Avaliar presença de lesões em tecidos
moles por injúrias da prótese
Avaliar o comportamento dos tecidos
periodontais com proximidade com a
prótese. 
Observar se há áreas avermelhadas
(Candidíase) - Nistatina

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