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Sistema de 
Informação Gerencial
Material Teórico
Responsável pelo Conteúdo:
Prof. Ms. Marcelo Bernardino Araújo
Revisão Textual:
Profa. Ms. Luciene Oliveira da Costa Santos
A contabilidade e o uso de tecnologias de informação
• Introdução
• A evolução do conceito de tecnologia de informação
• Tecnologia de informação e o processo de tomada de decisão
• Sistemas de informação de apoio operacional e gerencial
• Sistemas e visão sistêmica
• Conceitos relacionados à informação e seu uso
 · Apresentar conceitos e a evolução ligados a sistemas e tecnologias 
da informação no contexto globalizado.
OBJETIVO DE APRENDIZADO
 Olá, aluno(a)!
Nesta unidade, vamos aprender um pouco mais sobre um importante tema: 
a contabilidade e o uso de tecnologias de informação.
Então, procure ler, com atenção, o conteúdo disponibilizado e o material 
complementar. Não esqueça! A leitura é um momento oportuno para 
registrar suas dúvidas, por isso não deixe de registrá-las e transmiti-las ao 
professor-tutor. 
Além disso, para que a sua aprendizagem ocorra num ambiente mais 
interativo possível, na pasta de atividades, você também encontrará 
avaliação, atividade reflexiva e videoaula. Cada material disponibilizado é 
mais um elemento para seu aprendizado. Por favor, estude todos com atenção!
É importante também respeitar os prazos estabelecidos no cronograma.
Bons estudos!
ORIENTAÇÕES
A contabilidade e o uso de tecnologias
de informação
UNIDADE A contabilidade e o uso de tecnologias de informação
Contextualização
Em qualquer atividade profissional sempre nos deparamos com alguma 
novidade, uma nova tecnologia, novos ramos. Mas será que estamos preparados 
para aceitar as mudanças (individuais, familiares, profissionais e matrimoniais) e 
nos atualizarmos?
“Você está atento às ameaças para a continuidade da sua atividade? ”
Esse é o título de um artigo publicado pelo Contador Gilmar Duarte, no portal Contábeis, 
de 20/05/2016. Disponível em: http://goo.gl/f38PIU
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A psicoterapia pode ajudá-lo nesse processo de conscientização, que envolve 
a aceitação de mudanças, seja fornecendo recursos para que a pessoa aceite suas 
dificuldades e limitações, seja confrontando seus medos.
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Introdução
Informação é essencial em qualquer área, atividade, direito e dever. Sem 
informação estaremos sujeitos à influência daqueles que detêm o conhecimento.
Nesse sentido, Beuren (1998) citando Martin nos ensina que as informações 
contábeis devem ser necessariamente significativas a fim de resolver os problemas 
de decisão do usuário (importância) e não custar mais para ser produzida do que 
o valor esperado de sua utilização (financeiramente). Por outro lado, como uma 
atividade decisória específica determina as necessidades, a importância está em 
direta inter-relação (adaptação) com o contexto decisório dessa decisão e com as 
atitudes e preferências de quem assumirá a decisão.
Mas como gerenciar um universo de informações físicas, financeiras e econômicas 
no acompanhamento da evolução do patrimônio das entidades públicas e privadas?
A reunião das informações deve ser organizada em um sistema de informação gerencial.
A evolução do conceito de tecnologia de 
informação
A tecnologia de informação (TI), inicialmente, apresentada sob a forma de setor 
de processamento de dados, abrangia computadores e softwares voltados para 
armazenamento, processamento e análise de informações. Na década de 1980, 
quando se popularizaram os computadores pessoais (PC), particularmente pelo uso 
de softwares de entretenimento e planilhas eletrônicas, como o Lotus 1-2-3, surgiu 
a TI de escritório, composta pelos sistemas de automação de escritório, voltada ao 
gerenciamento de documentos, de agendas e à comunicação.
Ainda naquela década, a automação industrial ganhou forca, levando a TI ao 
chão de fábrica, interligando desde o projeto até à manufatura. Equipamentos fabris 
(robôs, sensores e outros dispositivos) passaram a receber comandos diretamente 
dos softwares. Contou-se com o avanço da mecânica de precisão, equipamentos 
mecânicos passaram a ser programáveis e a executar processos com maior precisão 
(GONÇALVES e RICCIO, 2009).
A partir da década de 1990, uma tecnologia de rede de computadores
tornou-se padrão mundial: o conjunto tecnológico TCP/IP (Transmission Control 
Protocol/Internet Protocol) e WWW (World Wide Web) deu origem à Internet 
como conhecemos atualmente, que passará a ser denominada de Internet ou de 
“a rede”. Com a Internet não apenas foram disponibilizadas carreiras, isto é , a 
infraestrutura para comunicação rápida, mas também o conceito de “estar” na 
rede. Sites e portais de conteúdo jornalístico, de entretenimento e de bate-papo 
aliados a ferramentas de busca (Google, Bing, Yahoo etc.) e a inúmeras outras 
funcionalidades criaram o conceito de “ficar” online.
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UNIDADE A contabilidade e o uso de tecnologias de informação
As empresas iniciaram sua presença na rede, primeiramente, trazendo apenas 
informações em seus sites, depois interagindo com seus clientes e fornecedores, 
com chat de atendimento. Transações bancárias (e-banking) vieram para a rede, 
com segurança e muita comodidade a seus usuários, que não precisam mais se 
deslocar até sua agência de relacionamento.
O conceito de ficar em rede, hoje, tem beneficiado o usuário com uma série de 
atrações que vão desde o entretenimento (músicas, fotos e vídeos), da formação de 
grupos sociais e de comunidades (redes sociais como Facebook, Twitter, Instagram, 
WhatsApp etc.), até a disponibilização de diversos serviços de utilidade pública, 
inclusive de agendamentos para se evitar filas, pelos governos (e-government). 
Portanto, ficar na rede gera audiência.
Segundo Gonçalves e Riccio (2009), beneficiando-se do padrão Internet, foram 
desenvolvidas facilidades de comunicação intra-empresa (intranets) que facilitam o 
fluxo de comunicação e trabalho (workflows); facilidades de comunicação remota 
(videoconferências etc.). Conceitos como o telecommuting, que é o desempenho 
de um trabalho em qualquer ambiente, em casa, por exemplo, ganham uma 
implementação relativamente a baixo custo e segura.
O artigo intitulado “Impacto da tecnologia de informação na gestão de pequenas empresas” 
tem como objetivo identificar algumas características sobre o uso da tecnologia de 
informação em pequenas empresas. Confira em:
BERALDI, Lairce Castanhera; ESCRIVÃO FILHO, Edmundo. Impacto da tecnologia de 
informação na gestão de pequenas empresas. Ciência da Informação, Brasília, v. 29, n. 1, 
p. 46-50, 2000. Disponível em: http://goo.gl/ZSE0lz
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Para Gonçalves e Riccio (2009), não é fácil prever quantos conceitos se 
beneficiarão do padrão Internet, nem quantos conceitos novos serão criados a 
partir da Internet, tampouco como o padrão Internet evoluirá.
Hoje, contamos com serviços de streaming de vídeo, como o Netflix, vídeos 
e músicas na Apple Store e na Google Play. Acredita-se que dentro do padrão 
Internet haja a popularização da TV digital e do acesso móvel, em tablets e em 
celulares. Assim, independentemente de onde você estiver, estará conectado à 
Internet. Estar na Internet significará estar em todos os lugares.
Segundo Gonçalves e Riccio (2009), a adoção de TI pode ser compreendida 
medindo-se sua intensidade nas organizações, e classificando-a em quatro fases:
Na primeira fase, há a automatização e reorganização de funções básicas. Esta é 
uma fase superficial de adoção de TI, representada basicamente pela aplicação de 
sistemas de informação em atividades administrativas rotineiras.
Na segunda fase, a TI torna-se força produtiva e veículo para a reorganização 
das estratégias produtivas. Introduzir a TI na produção é um passo importante, 
principalmente em processos produtivos mais elaborados e que exijam maior 
flexibilidade. Destaca-se que a partir da segunda fase considerações estratégicas 
devem mesclar-se as opções de TI.
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Na terceira fase, a TI torna-se a maior interfaceda organização com o mercado, 
monitorando mudanças nas cadeias de fornecedores e de clientes. A Internet e suas 
tecnologias e-commerce, e-procurement têm simplificado tal integração.
Na quarta fase, as mudanças organizacionais viabilizadas com o uso da TI são 
radicais. A TI torna-se inspiração para novas estratégias (novos negócios, novos 
produtos etc.). Empresas passam a ser organizadas em redes de competências. Cada 
um dos nós dessa rede, pessoas ou times de trabalho, possui grande conhecimento, 
especialização e autonomia. 
Tecnologia de informação e o processo de 
tomada de decisão
Nas grandes corporações, o processo de tomada de decisão é influenciado 
pela atuação direta da controladoria através de informações de planejamento e de 
controle, que exigem sistemas de informações que suportem estas decisões (PEREZ 
JUNIOR et al., 1997).
Nessa perspectiva, a missão da contabilidade gerencial, ou da controladoria, é, 
portanto, a de otimizar os resultados econômicos da empresa através da definição 
de um modelo de informação baseado no modelo de gestão.
O processo no alcance do objetivo da contabilidade, que é a de fornecer uma 
série de informações úteis para diversos usuários (internos e externos), consiste 
em entrada de dados, processamento dos dados, saídas de informações (relatórios 
contábeis), análise das demonstrações financeiras (contábeis), que são distribuídas 
conforme a necessidade do usuário da informação.
Tabela 1: Funções das informações contábeis
Função Característica
Controle Operacional Fornecer informações (feedback) sobre a eficiência e a qualidade das tarefas executadas.
Controle dos Gastos Mensurar os custos dos recursos para se produzir, vender e entregar um produto ou serviço aos clientes.
Controle Administrativo Fornecer informações sobre o desempenho de gerentes e de unidades operacionais.
Controle Estratégico
Fornecer informações sobre o desempenho financeiro 
e competitivo de longo prazo, condições de mercado, 
preferências dos clientes e inovações tecnológicas.
Fonte: Adaptado de Atkinson et al., (2000, p. 45).
Os gestores, em todos os níveis, necessitam de informações produzidas pela 
contabilidade para auxiliá-las no processo de tomada de decisão, para então 
comunicar, adequadamente, a terceiros e partes interessadas, o estado patrimonial 
e suas mutações, em decorrência da gestão dos negócios.
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UNIDADE A contabilidade e o uso de tecnologias de informação
Dessa forma, o sistema de informações contábeis subsidia a administração, 
fornecendo informações estruturadas para que ela proceda ao planejamento 
em curto, médio e longo prazos, bem como no desenvolvimento e controle das 
atividades previstas.
Para que isso ocorra da melhor maneira é necessário o planejamento de uma 
política contábil é estruturado todo um sistema de informações, que sejam úteis 
para a administração, que vai desde os processos e procedimentos de classificação 
e escrituração até a obtenção e interpretação de dados para diferentes usos internos 
e externos.
Segundo a Resolução CFC nº 1.179/2009, que aprovou a NBC TG 23: 
“Políticas contábeis são os princípios, as bases, as convenções, as regras e as 
práticas específicas aplicados pela entidade na elaboração e na apresentação de 
demonstrações contábeis”.
Tabela 2: Características da informação útil dos relatórios contábil-gerenciais
 Características Definições
PRECISA
A informação precisa não tem erros. Em alguns casos, a 
informação imprecisa é gerada pela entrada de dados 
incorretos no processo de transformação. Isto é comumente 
chamado de entra lixo, sai lixo (ELSL).
COMPLETA
A informação completa contém todos os fatos importantes. 
Por exemplo, um relatório de investimento que não inclui 
todos os custos importantes não está completo.
ECONÔMICA
A informação também deve ser de produção relativamente 
econômica. Os tomadores de decisões devem sempre fazer um 
balanço do valor da informação com o custo de sua produção.
FLEXÍVEL
A informação flexível pode ser usada para diversas 
finalidades. Por exemplo, a informação de quanto se tem de 
estoque disponível de uma determinada peça pode ser usada 
por representantes de vendas no fechamento de uma venda, 
por um gerente de produção para determinar se mais estoque 
é necessário, e por um diretor financeiro para determinar o 
valor total que a empresa tem investido em estoques.
CONFIÁVEL
A informação confiável pode ser dependente. Em muitos 
casos, a confiabilidade da informação depende da 
confiabilidade do método de coleta dos dados. Quer dizer, a 
confiabilidade depende da fonte da informação. 
RELEVANTE
A informação relevante é importante para o tomador de 
decisões. A informação de que os preços da madeira de 
construção devem cair, pode não ser relevante para o 
fabricante de chips de computador.
SIMPLES
A informação deverá ser simples, não deve ser 
exageradamente complexa. A informação sofisticada e 
detalhada pode não ser necessária. Na verdade, informações 
em excesso pode causar sobrecarga de informações, quando 
um tomador de decisões tem informações demais e não 
consegue determinar o que realmente é importante.
EM TEMPO
A informação em tempo certo é enviada quando necessária. 
Saber as condições do tempo da semana passada não ajudará 
a decidir qual agasalho deve vestir hoje.
VERIFICÁVEL
Finalmente, a informação deve ser verificável. Isto significa 
que se pode checá-la para saber se está correta, talvez 
checando várias fontes da mesma informação.
Fonte: Adaptado de Stair e Reynolds (2006).
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Sistemas de informação de apoio 
operacional e gerencial
Para o gestor, conhecer e saber utilizar sistemas de informação é essencial, pois 
a maioria das empresas precisa deles, em função da quantidade de informações 
internas e externas, para sobreviver à concorrência e gerar lucratividade.
Segundo Gonçalves e Riccio (2009), O sistema de informações de apoio 
operacional e gerencial é um sistema que integra usuários e TI com o fim de 
fornecer informações e dar suporte às operações e funções de administração, à 
tomada de decisão e ao controle, em quaisquer dos níveis da gestão empresarial: 
operacional e/ou gerencial e/ou estratégico.
Dessa forma, os sistemas de informação podem auxiliar as entidades a estender 
seu alcance global, oferecer novos produtos e serviços, reorganizar fluxos de tarefas 
e trabalho e, talvez, transformar radicalmente o modo como conduzem os negócios 
(LAUDON e LAUDON, 2005).
A principal característica de um sistema de informações contábil integrado é a 
“navegabilidade” dos dados. A partir do momento em que um dado é coletado, este 
deverá ser utilizado em todos os segmentos do sistema de informações contábil. 
Dessa forma, o dado navega por todos os segmentos do sistema de informação 
contábil. Portanto, não haverá necessidade de reclassificação para outros sistemas, 
assim, como de reintrodução do dado em algum sistema particular de outro setor 
ou departamento da empresa. A informação integrada será sempre fornecida pelo 
mesmo e único sistema contábil de informação (PADOVEZE,1997).
No momento em que os dados são inseridos (inputs) e integrados ao sistema 
de informações gerenciais, estes são processados e transformados de forma que 
possam diversificar os relatórios apresentados (outputs) para atender às necessidades 
dos usuários. Não havendo, dessa forma, a necessidade de reintroduzir os dados 
no sistema para processar outros relatórios, pois os dados ficam em um banco de 
dados intercambiável.
O fi lme “Amor por contrato” dirigido por Derrick Borte, mostra uma família aparentemente 
perfeita, que se muda para um novo bairro e imediatamente passa a ser o centro das 
atenções, sempre pelos melhores motivos. Mas, por trás desta perfeição, esconde-se um 
segredo. A família perfeita na verdade é uma farsa, parte de uma campanha de marketing 
que pretende vender diversos produtos luxuosos a famílias de todo o mundo.
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UNIDADE A contabilidade e o uso de tecnologias de informaçãoSistemas e visão sistêmica
Os sistemas organizados devem vir ao encontro da missão, visão e valores 
organizacionais. A organização que antecede à informatização deve ser uma 
preocupação de todos os gestores, independentemente da entidade e nível 
hierárquico em que atua.
Dessa forma, a contabilidade gerencial ou a controladoria deve assessorar a 
gestão da empresa, fornecendo mensuração das alternativas econômicas e, através 
da visão sistêmica, integrar informações e reportá-las para facilitar o processo 
decisório. Assim, ela desempenha então um papel fundamental no fornecimento 
de informações gerenciais integradas para apoio aos gestores no processo de 
informações baseada em modelo de gestão que facilita o processo de tomada de 
decisões, com visão sistêmica para a obtenção de resultados.
Portanto, as metas do sistema gerencial e de controle são:
a) Auxiliar a empresa a planejar para o futuro;
b) Monitorar os eventos do ambiente externo e seus efeitos no projeto e 
funcionamento do Sistema de contabilidade gerencial e de controle;
c) Medir e registrar os resultados das atividades que ocorrem dentro da empresa 
para assegurar que os tomadores de decisões estejam bem informados; 
d) Avaliar o desempenho dos funcionários e grupos da empresa (ATKINSON 
et al. 2000, p. 763).
Assim, como os colaboradores estão envolvidos com cada uma dessas metas, o 
estudo dos métodos e sistemas da contabilidade gerencial deve estar conectado ao 
estudo do comportamento humano com envolvimento e participação da equipe, na 
implantação e desenvolvimento do planejamento e, principalmente, nos objetivos 
do sistema de informação gerencial da entidade, de forma a estimular, ouvir e 
considerar as opiniões Isso como uma forma de incentivar a equipe ao envolvimento 
e concentração de esforços para atingirem seus objetivos, proporcionando, assim, 
melhor desempenho das atividades e melhorias do resultado geral da organização.
Conforme Cruz (1998), é necessário usar tecnologia da informação como 
instrumento de suporte ao desenvolvimento do sistema de organização (processos), 
ou seja, a tecnologia usada deve estar alinhada com o plano estratégico e diretamente 
ligada ao dia a dia da organização, como forma de garantir que cada atividade do 
sistema seja executada da melhor forma possível. Para poder ajudar na tarefa da 
escolha da melhor tecnologia da informação, ou seja, aquela que melhor se ajusta 
às necessidades da empresa, é preciso aprender uma metodologia que possibilite 
planejar e executar um plano e agir com correções, como, por exemplo:
 · Organizar as necessidades para que cada uma delas possa ser considerada 
dentro de um contexto de importância e prioridade;
 · Planejar cada uma das soluções com base na análise das necessidades;
 · Executar os planos sem atropelos;
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 · Revisar periodicamente a execução do plano para que as correções de rumo 
sejam tomadas imediatamente às necessidades;
 · Agir sobre toda e qualquer ocorrência. Jamais esperar que as soluções 
aconteçam por geração espontânea; 
 · Realizar o plano original, atualizando-o com as correções que se fizerem 
necessárias.
Dessa forma, o processamento da informação contábil e financeira passa por 
um sistema de informação, que, segundo Stair e Reynolds (2006), é um conjunto de 
elementos ou componentes inter-relacionados que coletam (entrada), manipulam 
(processamento) e disseminam (saídas) os dados e a informação e fornecem um 
mecanismo de feedback para atender a um objetivo.
Esse objetivo, ou função da informação, é o controle. A necessidade de controle 
é fundamental no gerenciamento de qualquer negócio. Ele pode se dar em todos 
os níveis da entidade, estratégico, tático e operacional.
ENTRADAS SAÍDAS ANÁLISE DISTRIBUIÇÃOPROCESSAMENTO
Documentos
Contábeis
Balanço
Demonst. L & P.
Outros
Demonstrativo
Analítico do
Resultado
Demonstrativo
de Estoque
Outros
Acompanhamento
do Orçamento
Orçamento
Econômico
Planos de
Investimentos
Orçamento
Financeiro
Projeção do 
Balanço
Contr. Materiais
e Serv. Terc.
Controle de
Produção
Controle de
Vendas
Previsões
Fiscais
Previsões de
Valores
CONTABILIDADE
GERAL
CONTABILIDADE
ANALÍTICA
COORDENAÇÃO
E ANÁLISE DE
INFORMAÇÕES
SISTEMA
ORÇAMENTÁRIO
Diretoria
Governo
Acionistas
Órgãos
Subalternos
Estudos
Especiais
Figura 1: Integração da contabilidade gerencial para fi ns decisoriais
Fonte: PARANHOS (1992, p.11).
Já para Laudon e Laudon (2005), um sistema de informação pode ser definido 
com um conjunto de componentes inter-relacionados trabalhando juntos para: 
coletar, recuperar, processar, armazenar e distribuir informações com a finalidade 
de facilitar o planejamento, o controle, a coordenação, a análise e o processo 
decisório em qualquer entidade.
Complementamos os conceitos acima com o conceito de sistema de informação 
de O’Brien (2004) “[...] é um conjunto organizado de pessoas, hardware, software, 
redes de comunicações e recursos de dados que coleta, transforma e dissemina 
informações em uma organização”.
13
UNIDADE A contabilidade e o uso de tecnologias de informação
Portanto, para se implantar um sistema de informações na entidade, faz-se 
necessário utilizar recursos tecnológico, bem como os planejamentos, processos e 
procedimentos que deverão ser executados pelo sistema, com acompanhamento 
constante dos resultados, envolvimento e treinamento dos colaboradores e aplicar 
ações corretivas quando necessário.
Sistemas de
Informação
Sistemas de
Apoio às
Operações
Apoio às
Operações
Sistemas de 
Processamento
de Transações
Sistemas de 
Informação
Gerencial
Sistemas de
Informação
Executiva
Sistemas
Colaborativos
Sistemas
de
Controle
de
Processos
Sistemas
de
Apoio à
Decisão
Sistemas de
Apoio
Gerencial
Apoio à
Tomada de
Decisão
Gerencial
Figura 2: Tipos de sistemas de informação
Fonte: Adaptado de O’Brien (2004).
São Sistemas de Apoio às Operações:
1. Sistemas de Processamento de Transações (TPS): Concentram-
se no processamento de dados produzidos por transações e operações 
empresariais. Os sistemas de processamento de transações registram e 
processam dados resultantes de transações empresariais (vendas, compras, 
alterações de estoque);
2. Sistemas de Controle de Processo (PCS): Os sistemas de controle de 
processo são sistemas que utilizam computadores para o controle de processos 
físicos contínuos. Esses computadores destinam-se a tomar automaticamente 
decisões que ajustam o processo de produção físico; 
3. Sistemas Colaborativos: Os sistemas colaborativos são sistemas de 
informação que utilizam uma diversidade de tecnologias de informação a 
fim de ajudar as pessoas a trabalharem em conjunto.
Já os Sistemas de Apoio Gerencial são:
1. Sistemas de Apoio Gerencial (MSS): Os sistemas de apoio gerencial 
se concentram em fornecer informação e apoio para a tomada de decisão 
eficaz pelos gerentes. Eles apoiam as necessidades de tomada de decisão 
da administração estratégica (principal), administração tática (média) 
e administração de operação (supervisora). Podem ser: Sistemas de 
Informação Gerencial (MIS), Sistemas de Apoio à Decisão (DSS) e Sistemas 
de Informação Executiva (EIS);
14
15
2. Sistemas de Apoio à Decisão: Os sistemas de apoio à decisão fornecem 
informações aos usuários finais gerenciais em uma seção interativa em uma 
base ad hoc (quando necessário). Os gerentes criam as informações que 
necessitam para tipos mais desestruturados de decisões em um sistema 
interativo de informação computadorizado que utiliza modelos de decisão 
e bancos de dados especializados para auxiliar os processos de tomada de 
decisão dos usuários finais gerenciais; e
3. Sistemas de Informação Executiva (EIS): Os sistemas de informação 
executiva fornecem acesso imediato e fácil à alta e média administração a 
informações seletivas sobre fatores que são críticos para a que os objetivos 
estratégicos de uma firma sejam alcançados.
O eSocial é o instrumento de unifi cação da prestação das informações referentes àescrituração das obrigações fi scais, previdenciárias e trabalhistas e tem por fi nalidade 
padronizar sua transmissão, validação, armazenamento e distribuição, constituindo um 
ambiente nacional, que, em um futuro próximo, eliminará a necessidade de envio de 
diversas obrigações acessórias como GFIP, RAIS, CAGED e DIRF.
http://www.esocial.gov.br/
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O sistema de uma organização, em sua estrutura organizacional, pode ser 
subdividido em seis funções organizacionais, também denominados subsistemas:
1. Produção ou serviços: projetar produtos (CAD), fabricar itens (CAM), 
e integrar várias partes de equipamentos ou máquinas (CIM), custos de 
produção ou serviços, sistemas de qualidade e produtividade;
2. Comercial ou marketing: público alvo, pedidos, faturamento, exportação;
3. Materiais ou logística: fornecedores, compras ou suprimentos, estoque, 
importação;
4. Financeiro: contas a pagar, contas a receber, movimentos bancários, fluxo 
de caixa;
5. Recursos humanos: recrutamento e seleção, administração de pessoal, 
folha de pagamento, cargos e salários; e
6. Jurídico-legal: contabilidade, tributos e recolhimentos, livros fiscais e 
demais obrigações assessórias.
Os funcionamentos dessas atividades organizacionais fazem parte de uma 
abordagem sistêmica integrativa. Essa abordagem sistêmica e integrada diz 
respeito ao funcionamento em conjunto com as funções organizacionais presentes 
em todas as partes.
Partindo-se do pressuposto de que a organização é o maior dos sistemas, 
suas funções organizacionais devem ser dependentes e integradas entre si. Essas 
relações entre as funções organizacionais ficam evidentes à medida que se observa 
que todas geram informações umas para as outras e quando uma destas funções 
15
UNIDADE A contabilidade e o uso de tecnologias de informação
parar, para-se, portanto, o sistema organização. Assim, as funções organizacionais 
formam a base para o desenvolvimento dos sistemas de informação dentro da 
organização, expressando os dados de forma detalhada, conforme a necessidade 
do usuário.
Muitas empresas ainda acreditam que o simples ato de informatizar a entidade, 
espalhando computadores e impressoras pelas unidades departamentais, ligando-os em 
rede e instalando sistemas aplicativos, possa organizar as mesmas. Sem o mapeamento 
e a modelagem dos processos isso nunca ocorrerá. A tecnologia da informação e 
seus recursos nem sempre resolvem os problemas nas organizações e muito menos 
as organizam. Sem planejamento, sem gestão e sem ação efetiva, a tecnologia da 
informarão não trará contribuições para a organização.
Para que ele gere contribuições, é necessário elaborar a organização interna e 
externa da organização, primeiramente as funções organizacionais básicas, ou seja, 
revendo processos e procedimentos que podem ser eliminados ou substituídos após a 
implantação do sistema de informação para se evitar desperdícios, principalmente com 
retrabalho. Depois de concluída essa etapa é que devemos informatizar a organização.
Portanto, a ação, sem organização antecipada por parte da TI, não atingirá 
seu principal objetivo que é auxiliar a organização em todos os seus processos e 
níveis de ação. O software, o computador e seus periféricos são apenas meios de 
organizar/gerenciar e não um fim em si mesmo.
Conceitos relacionados à informação e seu uso
Segundo Stair (2006), para ser um administrador eficiente em qualquer área de 
negócios, é preciso entender que a informação é um dos recursos mais importantes 
e valiosos de uma organização, porém, muitas vezes, este termo é confundido com 
o termo dados.
Neste momento, você está se perguntando: qual é a diferença entre dados 
e informação? Eles fazem parte de um sistema? Esses elementos compõem o 
conhecimento organizacional? Nessa seção, veremos as diferenças entre cada um 
desses elementos.
Dados são os fatos em sua forma primária, que quando estão organizados ou 
arranjados de uma forma significativa, se torna uma informação, a qual pode ser 
definida como um conjunto de fatos organizados de tal forma que adquirem valor 
adicional além do valor do fato em si, ou seja, a informação é criada definindo-se e 
organizando as relações entre os dados, sendo que a definição de diferentes relações 
resulta em diferentes informações (STAIR, 2006).
Já segundo Davenport e Prusak (2003), a diferença entre dado e informação é 
que os dados são os componentes básicos a partir dos quais a informação é criada 
e as informações são dados inseridos em um contexto, ou seja, uma situação que 
está sendo analisada.
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Em muitas entidades os sistemas de informação servem apenas para registro 
das transações, como controle de estoque, contabilidade, controle de produção, 
atuando de maneira isolada, ou seja, integração.
O grande problema de uma entidade que conta apenas com estes sistemas 
tradicionais é que ela tem muitos DADOS, mas com pouca INFORMAÇÃO, 
gerando, de acordo com Davenport e Prusak (2003), alto volume de dados e 
necessidade de respostas rápidas, análises complexas e questões impossíveis 
de se prever, e ainda, em um ambiente de negócio em que ocorre mudança 
constantemente.
Para Barbieri (2001), existem dados que são operacionais e existem dados que 
são informacionais, cada qual com seu objetivo específico. Os dados operacionais 
estão relacionados basicamente aos sistemas tradicionais de informações, 
implementados sobre bases de dados operacionais. Já os dados informacionais estão 
relacionados basicamente aos sistemas de informações executivas, implementados 
sobre Data Warehouse (DW) ou Data Marts (DM).
Ainda conforme Barbieiri (2001), no início, a informática fez os dados, depois os 
transformou em informação, mas o seu objetivo atual é transformar a informação 
em conhecimento. 
Portanto, percebe-se que é a partir da informação que vem o conhecimento, o 
qual permite tomar decisões adequadas, trazendo assim a tão necessária vantagem 
competitiva (DAVENPORT e PRUSAK, 2003).
Segundo Forrester (1973), “Um sistema é um grupo de componentes
inter-relacionados que trabalham juntos rumo a uma meta comum recebendo 
insumos e produzindo resultados em um processo organizado de transformação”. 
Segundo O´Brien (2004), um sistema, ou sistema dinâmico, possui três 
componentes ou funções básicas de interação:
1. Entrada (inputs): envolve a captação e reunião de elementos que entram 
no sistema para serem processados;
2. Processamento (process): envolve processos de transformação que 
convertem insumo (entrada) em produto;
3. Saída (outputs): envolve a transferência de elementos produzidos por um 
processo de transformação até seu destino final.
Por exemplo, para que seja realizado um lançamento contábil no sistema, é 
preciso que haja antes da digitação (entrada) a correta classificação das contas 
contábeis a débito e a crédito, a devida conciliação para fechamento do período de 
competência (processamento) para que gere uma demonstração financeira (saída) 
com os saldos corretos.
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UNIDADE A contabilidade e o uso de tecnologias de informação
Para que a informação seja adequada, dois conceitos adicionais envolvendo um 
sistema (entrada, processamento e saída) são necessários: o feedback e o controle. 
Um sistema dotado de componentes de feedback e controle às vezes é chamado 
de um sistema cibernético, ou seja, um sistema automonitorado ou autorregulado.
Segundo O´Brien (2004), feedbacks, são dados sobre o desempenho de um 
sistema. Já controle, envolve monitoração e avaliação do feedback para determinar 
se um sistema está se dirigindo para a realização de sua meta; em seguida, a função 
de controle faz os ajustes necessários aos componentes de entrada e processamento 
de um sistema para garantir que seja alcançada a produção adequada. 
Setzer (1999) caracteriza de uma maneira simples e objetiva a diferença entre: 
dado, informação, conhecimento e competência.
Dado: como uma sequência de símbolos quantificados ou quantificáveis;
Informação: é uma abstração informal(isto é, não pode ser formalizada através de 
uma teoria lógica ou matemática), que representa algo significativo para alguém 
através de textos, imagens, sons ou animação;
Conhecimento: é uma abstração interior, pessoal, de alguma coisa que foi 
experimentada por alguém; e
Competência: é uma capacidade de executar uma tarefa no “mundo real”.
O campo de sistemas de informação engloba muitas tecnologias complexas, 
conceitos comportamentais abstratos e aplicações especializadas tanto em 
áreas organizacionais, quanto em áreas não organizacionais. Como gerente/
administrador ou usuário final da entidade não é necessário assimilar todo esse 
conhecimento, mas concentrar seus esforços em cinco áreas do conhecimento, 
que conforme O´Brien (2004) são:
1. Conceitos Básicos: Conceitos comportamentais, técnicos e administrativos 
fundamentais sobre os componentes e papéis dos sistemas de informação, 
derivados da teoria geral dos sistemas ou conceitos da estratégia competitiva 
utilizados para desenvolver sistemas de informação em busca de vantagem 
competitiva;
2. Tecnologias da Informação: Os principais conceitos, avanços e questões 
gerenciais na informática (hardware, software, redes, gerenciamento de 
banco de dados e outras tecnologias de processamento de informação);
3. Aplicações Organizacionais: As principais utilizações dos sistemas de 
informação para as operações, administração e vantagem competitiva de um 
empreendimento (SPT, SIG, SSD, SIE, SE), incluindo comércio eletrônico e 
colaboração, utilizando a Internet, intranet e extranet;
4. Processos de Desenvolvimento: Como os usuários finais ou especialistas 
em informação desenvolvem soluções de sistemas de informação para 
problemas nas organizações utilizando metodologias específicas; e
5. Desafios Gerenciais: Os desafios de administrar efetiva e eticamente os 
recursos e estratégias de negócios envolvidas na utilização da tecnologia da 
informação ao nível do usuário e do empreendimento e ao nível global de 
um negócio.
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Dessa maneira, algumas questões devem ser observadas por qualquer gestor:
 · Qual é o uso correto dos recursos de informação de uma organização? 
 · O que é necessário para ser um usuário final responsável? 
 · Como você pode se proteger do crime com o uso do computador e outros riscos?
O sigilo de algumas informações é fundamental para a sobrevivência de uma 
empresa em relação aos seus concorrentes. Dessa forma, as dimensões éticas 
visam garantir que a TI e os sistemas de informação não sejam utilizados de um 
modo impróprio ou irresponsável.
O maior desafio para uma sociedade, moderna, usuária de informação 
globalizada é gerenciar seus recursos de informação a fim de beneficiar todos os 
membros da sociedade, enquanto ao mesmo tempo cumpre as metas estratégicas 
de corporações e de países. 
Encerramos aqui mais uma unidade. 
Para finalizar, deixamos uma citação de Walter Benjamin (filósofo alemão) que 
disse: “A informação só tem valor no momento em que é nova”.
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UNIDADE A contabilidade e o uso de tecnologias de informação
Material Complementar
Indicações para saber mais sobre os assuntos abordados nesta Unidade:
 Sites
O papel da contabilidade no provimento de informações para a avaliação do desempenho empresarial
GASPARETTO, Valdirene. O papel da contabilidade no provimento de informações 
para a avaliação do desempenho empresarial. Revista Contemporânea de 
Contabilidade, v. 1, n. 2, p. 109-122, 2004.
https://goo.gl/lVHnCj
Teoria das restrições e contabilidade gerencial: interligando contabilidade a produção
MARQUES, José Augusto Veiga da Costa; CIA, Joanília Neide de Sales. Teoria das 
restrições e contabilidade gerencial: interligando contabilidade a produção. Revista de 
Administração de Empresas, v. 38, n. 3, p. 34-46, 1998. 
http://goo.gl/fDD536
Negociação, administração e sistemas: três níveis a serem inter-relacionados
MARTINELLI, Dante Pinheiro. Negociação, administração e sistemas: três níveis a 
serem inter-relacionados. Revista de Administração da Universidade de São Paulo, 
v. 41, n. 4, 2006.
http://goo.gl/Ne3R4m
O papel da contabilidade gerencial no processo empresarial de criação de valor
PADOVEZE, Clóvis Luiz. O papel da contabilidade gerencial no processo empresarial 
de criação de valor. Caderno de Estudos, n. 21, p. 01-16, 1999.
http://goo.gl/emPbpn
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Referências
ATKINSON, Anthony A.; BANKER, Rajiv D.; KAPLAN, Robert S.; YOUNG, 
Mark. Contabilidade gerencial. São Paulo: Atlas, 2000.
BARBIERI, Carlos. BI – Business Intelligence – Modelagem e Tecnologia. Rio de 
Janeiro: Axcel Books, 2001.
BEUREN, Ilse M. Gerenciamento da informação: um recurso estratégico no 
processo de gestão empresarial. São Paulo: Atlas, 1998.
CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE. Resolução nº 1.179 de 24 de 
julho de 2009. Aprova a NBC TG 23 (NBC T 19.11) - Políticas Contábeis, 
Mudança de Estimativa e Retificação de Erro. Diário Oficial [da] República Federativa 
do Brasil, 04 ago. 2009.
CRUZ, Tadeu. Sistemas, métodos & processos: administrando organizações por 
meio de processos de negócios. São Paulo: Atlas, 2005.
DAVENPORT, Thomas H.; PRUSAK, Laurence. Conhecimento Empresarial: 
como as organizações gerenciam seu capital. 12. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 
2003.
FORRESTER, Jay W. Principles of systems. 2. ed. Cambridge, MA: Wright-Allen 
Press, 1973.
GONÇALVES, Rosana C. M. G.; RICCIO, Edson L. Sistemas de informação: 
ênfase em controladoria e contabilidade. São Paulo: Atlas, 2009. 
LAUDON, Kenneth C.; LAUDON, Jane P. Sistemas de informação gerenciais: 
administrando a empresa digital. 8. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005.
O’BRIEN, James A. Sistemas de informação e as decisões gerenciais na era 
da internet. Saraiva, 2004.
PADOVEZE, Clóvis L. Contabilidade gerencial: Um enfoque em sistema de 
informação contábil. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2004.
PARANHOS, José L. B. Contabilidade Decisorial: análise gerencial de custos e 
resultados. São Paulo: STS, 1992.
PEREZ JUNIOR, José H.; PESTANA, Armando O.; FRANCO, Sérgio P. C. 
Controladoria de gestão: teoria e prática. São Paulo: Atlas, 1997.
STAIR, Ralph M.; REYNOLDS, George W. Princípios de sistemas de informação: 
uma abordagem gerencial. 6. ed. Rio de Janeiro: Cengage Learning, 2006.
SETZER, Valdemar W. Dado, informação, conhecimento e competência. 
DataGramaZero Revista de Ciência da Informação, n. 0, 1999.
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