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EDUCAÇÃO 
FÍSICA
Ensino Fundamental
5o. ano – Volume único
Livro do professor
Curitiba – 2019
©Positivo Soluções Didáticas Ltda., 2019
Dados Internacionais para Catalogação na Publicação (CIP)
(Maria Teresa A. Gonzati / CRB 9-1584 / Curitiba, PR, Brasil)
PRESIDENTE: Ruben Formighieri
DIRETOR-GERAL: Emerson Walter dos Santos
DIRETOR EDITORIAL: Joseph Razouk Junior
GERENTE EDITORIAL: Júlio Röcker Neto
GERENTE DE PRODUÇÃO EDITORIAL: Cláudio Espósito Godoy
COORDENAÇÃO EDITORIAL: Silvia Eliana Dumont 
COORDENAÇÃO DE ARTE: Elvira Fogaça Cilka
COORDENAÇÃO DE ICONOGRAFIA: Janine Perucci
AUTORIA: Katia Cristina Dias Costa (reformulação dos originais 
de Davi Marangon, Marcos Rafael Tonietto e Sergio Roberto 
Chaves Júnior)
EDIÇÃO DE CONTEÚDO: Luiz Lucena (Coord.)
EDIÇÃO DE TEXTO: Maria Helena Ribas Benedet 
REVISÃO: João Rodrigues
PESQUISA ICONOGRÁFICA: Lenon de Oliveira Araújo
EDIÇÃO DE ARTE: Bianca Cecilia Propst 
ILUSTRAÇÕES: Alexander Santos, Bianca Propst, Estúdio 
Guerra, José Luis Juhas e Lie Nobusa 
PROJETO GRÁFICO: Daniel Cabral
EDITORAÇÃO: Natalia Pires dos Santos
ENGENHARIA DE PRODUTO: Solange Szabelski Druszcz
PRODUÇÃO: Positivo Soluções Didáticas Ltda.
Rua Major Heitor Guimarães, 174 – Seminário
80440-120 – Curitiba – PR
Tel.: (0xx41) 3312-3500
Site: www.editorapositivo.com.br
IMPRESSÃO E ACABAMENTO: Gráfica e Editora Posigraf Ltda.
Rua Senador Accioly Filho, 431/500 – CIC
81310-000 – Curitiba – PR
Tel.: (0xx41) 3212-5451
E-mail: posigraf@positivo.com.br
2020
CONTATO: conquista@positivo.com.br
Todos os direitos reservados à Positivo Soluções Didáticas Ltda.
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educação física no ensino 
fundamental – anos iniciais
Concepção de ensino 
Os materiais didáticos da Conquista – Solução Educacional Positivo foram produzidos com base nas orientações 
do Ministério da Educação (MEC) e nos documentos legais da Educação Nacional Lei de Diretrizes e Bases da Educação 
Nacional (LDBEN), das Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN), dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) e da Base 
Nacional Comum Curricular (BNCC). Para a seleção e a organização dos conteúdos, levou-se em consideração as suges-
tões apontadas na BNCC (2017). Dessa forma, é importante compreender as mudanças e os novos desafios para esse 
componente curricular. Na nova forma de organização, o que era tratado como conteúdo passa a ser denominado Uni-
dade Temática, quais sejam: a) Brincadeiras e jogos; b) Esportes; c) Ginásticas; d) Danças; e) Lutas e f ) Práticas corporais 
de aventura. Diante disso, há uma subdivisão de cada uma das Unidades Temáticas, a fim de compreender sua plurali-
dade e especificidade, os Objetos de Conhecimento; dessa forma, faz-se necessário propor aos alunos situações inte-
ressantes de apropriação, construção e transformação de possibilidades das práticas corporais, relacionando-as com o 
cotidiano na busca de mudança social. Para os Anos Iniciais do Ensino Fundamental, há uma subdivisão que propõe 
dois blocos de conhecimento: o primeiro, que contempla os 1°. e 2°. anos; e o segundo, que agrupa 3°., 4°. e 5°. anos.
A proposta didática da Conquista – Solução Educacional Positivo apresenta sequências didáticas com conceitos 
estruturados e atividades de sistematização e fixação dos conteúdos. Isso auxilia o professor emseu planejamento 
pedagógico e, consequentemente, em seu trabalho em sala de aula. Além disso, possibilita às famílias o acompanha-
mento dos alunos no que tange à execução das atividades e aos hábitos de estudos.
Por meio de seus recursos pedagógicos, a Conquista – Solução Educacional Positivo tem como objetivo 
ajudar, de forma consistente, os alunos em seu processo de aprendizagem e estimular o desenvolvimento da 
capacidade de pensar de forma crítica e criativa sobre o mundo onde vivem, sobre as relações da sociedade e 
sobre si mesmos, propiciando a reflexão sobre a sua realidade pessoal e a do meio de que fazem parte.
Nesse sentido, é importante pensar que a criança vive no confronto entre o que ela é, com suas características e 
especificidades, e o que vivencia em suas experiências sociais com os adultos. É um confronto mediado por elemen-
tos – da cultura infantil – que auxiliam na transposição do que é passado pelos adultos e o que é assimilado por ela. 
Os jogos e as brincadeiras são os elementos da cultura infantil que fazem relação com os saberes da Educação Física. 
Dessa forma, esses saberes aparecem com mais frequência; além disso, as danças, os esportes, as ginásticas e as lutas 
são desenvolvidos por meio do jogo simbólico com base em especificidades histórico-sociais das crianças, utilizando 
o lúdico e a imaginação com maior ênfase e respeitando diferentes contextos culturais.
O conhecimento da Educação Física se dá pela apropriação da linguagem das práticas corporais, que per-
mitem a leitura crítica dos sentidos e dos significados1 histórico-culturais, bem como das contradições sociais 
subjacentes a elas. Ao mesmo tempo, tais práticas corporais abrem espaço para a elaboração de outros sentidos 
para a sua realização. Desse modo, as práticas corporais na escola permitem aos alunos, além da reprodução e da 
manutenção cultural, a possibilidade de se tornarem agentes transformadores e produtores de cultura. Os alunos 
dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental devem se apropriar das práticas corporais nas dimensões de conheci-
mento apontadas pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC, 2017). São elas:
1 Os significados são previamente determinados e tendem a permanecer constantes, mesmo quando em outro contexto; já os sentidos são instáveis, 
dinâmicos e indeterminados, eles mudam conforme o contexto, permitindo adaptações a situações novas e diferentes.
5
1 Experimentação: está relacionada ao caráter da vivência de determinada prática corporal, ou seja, é 
preciso passar pelo corpo. Para além disso, conta-se com a necessidade de “cuidar para que as sensações 
geradas no momento da realização de uma determinada vivência sejam positivas ou, pelo menos, não 
sejam desagradáveis a ponto de gerar rejeição à prática em si” (BRASIL, 2017, p. 218).
2 Uso e apropriação: também têm um caráter de experimentação; no entanto, estão mais relacionados com a 
autonomia dos sujeitos. Isso significa que tangenciam situações que vão além das aulas, mas fazem parte do 
lazer das crianças. 
3 Fruição: trata-se da apreciação estética que passa por uma ideia da experiência do sensível nos mais variados 
contextos e grupos sociais. 
4 Reflexão sobre a ação: diz respeito à análise realizada pelo próprio aluno ou em relação aos outros. Mas, 
fundamentalmente, garante a resolução que a própria prática impõe favorecendo a apreensão de novos 
conhecimentos e facilitando a adaptação da prática corporal de acordo com as necessidades dos alunos.
5 Construção de valores: nessa dimensão, tem-se a expectativa de lidar com as diferenças dos sujeitos, 
enfrentando os estereótipos impostos na sociedade e que contaminam o universo das práticas corporais. Para 
tanto, são fundamentais valores como democracia e justiça, de forma dialógica. 
6 Análise: trata-se de entender “as características e o funcionamento das práticas corporais (saber sobre)” (BRASIL, 
2017, p. 181). 
7 Compreensão: diferentemente da dimensão da análise, esta “refere-se ao esclarecimento do processo de 
inserção das práticas corporais no contexto sociocultural, reunindo saberes que possibilitam compreender o 
lugar das práticas corporais no mundo” (BRASIL, 2017, p. 219). 
8 Protagonismo comunitário: convida os alunos para, de forma crítica e coletiva, analisar e materializar, de 
acordo com as reais possibilidades, o acesso às práticas corporais. O objetivo é levá-los a refletir sobre o seu 
espaço na escola e na comunidade e buscar possibilidades de intervenção para a efetivação de direitos sociais já 
garantidos, relacionados às práticas corporais.
É fundamental entender que essas dimensões se relacionam, mas uma não é mais importante que outra. Portanto, 
a estratégia será definida por você, professor, de modo que possa ser autônomo, criativo e reflexivo em relação às neces-
sidades dos seus alunos. Essas dimensões do conhecimento podem ser conceituais, procedimentais ou atitudinais.
CONCEITUAL
Do ponto de vista conceitual, os alunos devem identificar, sistematizar e generalizar os conhecimentos especí-
ficos das manifestações culturais das práticas corporais2, como jogos e brincadeiras, danças, ginásticas, lutas e espor-
tes3, procurando relacioná-las criticamente às possibilidades de leitura da realidade. As dimensões do conhecimento 
são: reflexão sobre a ação, análise e compreensão.
2 O debate epistemológico da área da Educação Física indica, por vezes, diversidades de conceituação sobre seu objeto específico de ensino. Expressões, 
como “cultura corporal”, “cultura de movimento” e “cultura corporal de movimento”, vindas de bases teóricas distintas, por vezes, são usadas sem um 
esclarecimento mais aprofundado. Valter Bracht (2005), acerca da temática e levando em consideração a necessidade de reconhecer os matizes dos 
termos, indica o avanço em se utilizar qualquer uma dessas nomenclaturas, desde que seja ressaltado o entendimento que o termo “cultura” é central 
no estabelecimento do objeto da área. Segundo o autor, esse termo é o que “melhor expressa a ressignificação [...] e a necessária desnaturalização 
do nosso objeto, que melhor reflete a sua contextualização sócio-histórica” (BRACHT, 2005, p. 97). Nesse sentido, na presente proposta, ao serem 
apresentadas as manifestações culturais das práticas corporais como objeto privilegiado da Educação Física, objetiva-se afirmar que o aspecto cultural 
dessas práticas se constitui primordial para o estudo da área, abarcando, dessa forma, inclusive, as questões motoras, cognitivas, biológicas, fisiológicas, 
desenvolvimentistas, entre outras, que representaram de maneira fragmentária os objetos de estudo ao longo do percurso histórico da Educação Física.
3 Tendo em vista os objetivos e as características da primeira fase do Ensino Fundamental, opta-se por trabalhar com os jogos pré-desportivos para o 
desenvolvimento dos conhecimentos relacionados aos esportes. Esses jogos têm como característica o desenvolvimento de elementos constitutivos 
dos esportes, como gestos técnicos, regras, fundamentos, estratégias, táticas, trabalho em equipe, entre outros, de forma simplificada, a fim de 
oportunizar a vivência de situações motoras iniciais que serão utilizadas posteriormente no ensino dos esportes. O elemento lúdico deve ser ressaltado, 
por ser fundamental para a formação dos alunos nessa etapa da escolarização.
Proposta Pedagógica – Educação física
6
PROCEDIMENTAL
No plano procedimental, os alunos devem realizar e dominar situações com graus de complexidade crescentes, 
tendo em vista as possibilidades de transpor, respeitar e aceitar os limites4, tanto de forma individual quanto coletiva. 
Nesse sentido, as dimensões que mais se aproximam são: experimentação, uso e apropriação.
ATITUDINAL
No plano atitudinal, é possível reconhecer os valores de solidariedade, igualdade e justiça como referências 
para os processos cooperativos na realização das práticas corporais. Dessa forma, as dimensões que mais se relacio-
nam são: fruição, construção de valores e protagonismocomunitário. 
Tais relações estimulam os alunos para o conhecimento das práticas corporais pela vivência, pela experiência e pela 
reflexão, sensibilizando-os e conscientizando-os a perceber os significados e os sentidos dessas práticas, buscando, 
ainda, a ampliação desses entendimentos ao considerarem os princípios democráticos de participação de todos em 
igualdade de condições.
Nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, as unidades temáticas para o estudo são organizadas com base nas 
seguintes características:
JOGOS E 
BRINCADEIRAS
São caracterizados como organizações lúdicas, com a presença de elementos competitivos 
e cooperativos. Têm como fundamentos identitários a flexibilização de regras, de espaço, de 
tempo, de movimentos, possibilitando ampla participação e convivência entre os jogadores.
DANÇAS
São desenvolvidas atividades que envolvem a compreensão e a experimentação de 
movimento, pautando-se em princípios básicos, como o estudo do corpo humano, seus 
apoios, posições, formas, entre outros aspectos que envolvem o repertório de movimentos 
dos alunos, permitindo o desenvolvimento do seu potencial criativo, rítmico e expressivo.
LUTAS
Serão desenvolvidas a partir do 3º. ano dos Anos Iniciais. É preciso entender as lutas como 
elementos que sempre estiveram presentes em diversas culturas humanas; como objeto de 
conhecimento das aulas de Educação Física, devem assumir características lúdicas. Para tanto, 
são utilizados os jogos de oposição como estratégias para o desenvolvimento de elementos 
presentes nas lutas (estratégias, táticas, movimentos, atitudes, valores e princípios), de forma que 
tenham significado para os alunos dessa etapa de ensino.
GINÁSTICAS
Propõe-se oportunizar, por meio de experiências com a percepção do próprio corpo e a 
relação deste com o outro e com o ambiente, o desenvolvimento de conhecimentos e 
conquistas individuais e coletivas, reconhecendo o corpo como um organismo integrado que 
interage com o ambiente sociocultural.
ESPORTES
A característica mais intensa dessa prática corporal se refere ao alto grau de competitividade 
e à comparação de desempenho; além disso, outro elemento a destacar é a formalização de 
regras regidas por federações e confederações que garantem seu cumprimento.
4 Segundo La Taille (2000), o trabalho pedagógico com as crianças apresenta possibilidade de transposição dos limites, como uma possibilidade de 
ultrapassar barreiras; de respeito aos limites, ao entender o que é permitido e proibido; e de imposição dos limites, pois a construção da personalidade 
e a conquista da autonomia passam pelo controle seletivo do acesso de outrem ao eu, ou seja, pela construção das fronteiras da intimidade
7
Competências a serem desenvolvidas
A Educação Física, componente curricular obrigatório da Educação Básica e cujo objeto privilegiado de estudo 
são as manifestações culturais das práticas corporais, quando analisada no contexto do 1°. ao 5°. ano do Ensino Fun-
damental, tem como objetivos o respeito aos alunos como sujeitos do processo educativo e o desenvolvimento de 
saberes que os auxiliem nas relações consigo, com os outros e com o mundo. 
Para isso, ao se trabalhar com esta disciplina, deve-se partir dos conhecimentos prévios que os alunos têm acerca 
das práticas corporais, a fim de auxiliá-los a compreender, a praticar, a produzir, a transformar e a transmitir suas 
vivências socioculturais.
Dessa forma, com base na BNCC (2017, p. 221), espera-se que os alunos dessa etapa de ensino possam desen-
volver as seguintes competências, ou seja, ao longo desses anos, devem ser capazes de:
 • compreender a origem da cultura corporal de movimento e seus vínculos com a organização da vida cole-
tiva e individual;
 • planejar e empregar estratégias para resolver desafios e aumentar as possibilidades de aprendizagem das 
práticas corporais, além de se envolver no processo de ampliação do acervo cultural neste campo; 
 • considerar as práticas corporais como fonte de legitimação de acordos e condutas sociais, e sua represen-
tação simbólica como forma de expressão dos sentidos, das emoções e das experiências do ser humano na 
vida social;
 • refletir, criticamente, sobre as relações entre a realização das práticas corporais e os processos de saúde/
doença, inclusive no contexto das atividades laborais;
 • identificar a multiplicidade de padrões de desempenho, saúde, beleza e estética corporal, analisando, critica-
mente, os modelos disseminados na mídia e discutir posturas consumistas e preconceituosas;
 • identificar as formas de produção dos preconceitos, compreender seus efeitos e combater posicionamentos 
discriminatórios em relação às práticas corporais e aos seus participantes;
 • interpretar e recriar valores, sentidos e significados atribuídos às diferentes práticas corporais, bem como aos 
sujeitos que delas participam;
 • reconhecer as práticas corporais como elementos constitutivos da identidade cultural dos povos e grupos, 
com base na análise dos marcadores sociais de gênero, geração, padrões corporais, etnia, religião;
 • usufruir das práticas corporais de forma autônoma para potencializar o envolvimento em contextos de lazer, 
ampliar as redes de sociabilidade e a promoção da saúde;
 • reconhecer o acesso às práticas corporais como direito do cidadão, propondo e produzindo alternativas para 
sua realização no contexto comunitário;
 • utilizar, desfrutar e apreciar diferentes brincadeiras, jogos, danças, ginásticas, esportes, lutas e práticas corpo-
rais de aventura, valorizando o trabalho coletivo e o protagonismo.
Organização didática
Os livros de Educação Física dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental estão organizados em unidades de traba-
lho metodologicamente desenvolvidas com base em funções didáticas organizadas em seções, por meio das quais 
se estruturam as atividades.
Unidades de trabalho
São conjuntos de unidades temáticas, ou seja, os conteúdos propriamente ditos, correspondentes a cada uma 
das manifestações culturais das práticas corporais, resguardando-se as suas especificidades. As unidades de trabalho 
Proposta Pedagógica – Educação física
8
organizam didaticamente um conjunto ordenado de atividades, estruturadas e sequenciadas de forma articulada, 
realizadas para se atingir um objetivo educativo relacionado às competências e às habilidades.
Na apresentação das unidades, são descritas as principais decisões de planejamento do professor que orientam 
as ações dos alunos. Além disso, há uma síntese do que se pretende realizar na sequência das aulas e a descrição das 
unidades temáticas, das habilidades que se espera que os alunos desenvolvam a partir de determinada unidade de 
trabalho (nas dimensões conceituais, procedimentais e atitudinais), da sugestão de número de aulas e da(s) sequên-
cia(s) didática(s) para as aulas que compõem a unidade de trabalho.
Funções didáticas
As sequências pedagógicas das aulas são desenvolvidas de acordo com as funções didáticas a seguir.
 • Mobilização: caracteriza-se como o momento preparatório de uma nova sequência de aprendizagem. É 
o momento em que se apresenta o tema com intenção de torná-lo significativo e motivar os alunos em seu 
estudo. São elaborados questionamentos sobre os conhecimentos prévios dos alunos, visando aos objetivos a 
serem alcançados.
 • Instrumentalização: momento em que se faz o levantamento, a discussão e a prática de experiências, expec-
tativas e dificuldades dos alunos durante o processo. Nele, viabiliza-se a percepção ativa, a compreensão e a 
reflexão dos alunos sobre os saberes em questão, promovendo debates, vivências e conexões entre os assuntos, 
a fim de aumentar e/ou aprofundar o repertório de experiências e reflexões sobre a temática em foco.
 • Aplicação: é o momento da aplicabilidade dos conhecimentos, reflete a culminância do processo de ensino e 
aprendizagem. Favorece a consolidação das aprendizagens pelos vínculos estabelecidos entre os saberes apreen-
didos e seus usos em situações significativas.Momento em que se faz a reflexão sobre as ações que acompanham 
as aprendizagens e se avalia, com os alunos, o nível de aprendizagem alcançado em razão dos objetivos estabele-
cidos, no sentido de nortear as decisões a serem tomadas.
Seções
Visando estruturar o trabalho de planejamento e execução de suas ações, professor, os volumes estão organiza-
dos em seções que orientam atividades específicas. São elas:
Caracteriza-se pelos seguintes recursos metodológicos:
 • Problematizações por meio de questionamentos, com objetivo de levantar os conhecimentos prévios e de 
orientar as atividades de construção do conhecimento por parte dos alunos.
 • Leituras mobilizadoras para as atividades a serem realizadas, com objetivo de contextualizá-las. Podem ser lidos 
textos diversificados, como literatura infantil, recorte de revistas, histórias em quadrinhos, além de textos elabo-
rados pelos próprios autores.
Músicas que permitem aos alunos estabelecerem relações com as vivências propostas, visando contextualizar a 
prática.
Reflexão sobre a ação, análise e compreensão das práticas corporais são dimen-
sões do conhecimento que podem ser observadas com mais intensidade nessa seção. 
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Propõe a vivência prática do conteúdo em foco, com descrições sobre a organização da atividade e possibilida-
des de recriá-la, salientando o nível de abrangência e complexidade para os alunos. 
São dimensões do conhecimento que podem ser observadas com mais 
intensidade nessa seção: experimentação e uso e apropriação das práticas.
Levanta aspectos dos textos ou das vivências para que os alunos possam pensar a respeito e encaminhar alguma 
ação ou modificar algum comportamento.
Momento em que são retomados aspectos conceituais, procedimentais e atitudinais como referência para a 
avaliação das aprendizagens propostas pelas seções realizadas. São analisadas possíveis dificuldades dos alunos na 
realização das tarefas, orientando encaminhamentos futuros em outras unidades.
Orienta registros que devem ser feitos pelos alunos no caderno, em folhas avulsas ou em cartazes. É importante des-
tacar que o uso de um caderno em Educação Física se faz necessário para o registro de pesquisas, de questões ligadas às 
vivências ou ao tema geral e das tarefas solicitadas ao longo das unidades, seja por meio de textos ou de desenhos.
Nessa seção, você poderá trabalhar com as dimensões do conhecimento que achar mais coerentes. Muito embora 
exista uma divisão dessas dimensões, é importante perceber que a construção do conhecimento não se dá de forma 
fragmentada. É necessário desconstruir essa falsa ruptura, pois, quando os alunos estão fazendo a prática (vivência que 
passa pelo corpo), estão também construindo diversos conceitos.
Fruição, construção de valores e protagonismo comunitário são dimensões 
do conhecimento que podem ser observadas com mais intensidade nessa seção.
Proposta Pedagógica – Educação física
Sônia Horn. 2013. Colagem.
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Avaliação
O processo avaliativo é parte constitutiva e elemento regulador do pensar e do agir com as práticas corporais. A ava-
liação envolve a necessidade de se organizarem situações significativas para as aprendizagens dos alunos. O desafio aos 
professores consiste em planejar e desenvolver intervenções pedagógicas capazes de ampliar as relações que os alunos 
estabelecem com seu corpo nas práticas corporais, de modo a respeitar seus limites, expandir suas potencialidades e reco-
nhecer as implicações dessas relações na constituição de sua identidade e na instrumentalização para leitura do mundo.
Os instrumentos de avaliação devem possibilitar o desenvolvimento dos alunos em múltiplas dimensões: físicas, 
motoras, perceptivas, cognitivas, afetivas e sociais. Leia, a seguir, alguns exemplos de instrumentos avaliativos.
 • Avaliação escrita: favorece o desenvolvimento da sistematização de conhecimentos
 • Discussão e/ou revisão da avaliação: apresenta os critérios utilizados na avaliação, além de estimular outras 
tentativas.
 • Fichas e/ou relatórios descritivos: registram conhecimentos trabalhados.
 • Trabalhos individuais e em grupos: visam à integração social e às reflexões por meio da realização das tarefas.
 • Autoavaliação: processo de reflexão que analisa diferentes questões, como: cooperação, organização e cum-
primento das tarefas nas práticas corporais. Entende-se a autoavaliação como o olhar crítico sobre o que se faz, 
enquanto se faz.
 • Rodas de conversa: instigam os alunos a se posicionar criticamente e a defender seus pontos de vista perante 
os colegas.
 • Portfólio: forma de organizar diversos trabalhos em uma pasta. Com esse material, os próprios alunos podem 
ter uma noção dos conhecimentos construídos no decorrer de determinado período.
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Referências
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JÚNIOR, Marcílio (Org.). Educação Física escolar : teoria e política curricular, saberes escolares e proposta 
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CORSARO, W. The sociology of childhood. California: Pine Forge, 1997.
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HADJI, Charles. Avaliação desmistificada. Porto Alegre: Artmed, 2001.
KISHIMOTO, T. M. (Org.). O jogo, brinquedo, brincadeira e a educação. São Paulo: Cortez, 2006.
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(Org.). Prática pedagógica e formação profissional na Educação Física. Recife: Edupe, 2006.
Proposta Pedagógica – Educação física
12 5º. ano – Volume 1
Orientações Metodológicas
Educação Física
1. Brincadeiras e jogos africanos: semelhanças com 
os jogos praticados pelos alunos
Há diversas semelhanças nas formas que envolvem o jogar entre as diferentes culturas, inclusive no que se refere 
ao significado do jogo.
[...] o jogo (brincar e jogar são sinônimos em diversas línguas) é uma invenção do homem, um ato em que sua inten-
cionalidade e curiosidade resultam num processo criativo para modificar, imaginariamente, a realidade e o presente. 
(COLETIVO DE AUTORES, 1992, p. 65) 
É importante que o brincar não seja relacionado somente à cultura infantil; é fundamental compreendê-lo como 
uma possibilidade de o ser humano se relacionar de forma diferente com os outros. O brincar deve ser entendido e 
valorizado como atividade inerente à vida das pessoas em todas as idades.O que se observa geralmente é que, à medida que os estudantes avançam os anos escolares, tendem a abando-
nar as situações mais lúdicas, como se elas não pudessem ser levadas a sério. Cabe à escola demonstrar a importân-
cia do brincar por meio de vivências, valorizando os povos que criaram essas possibilidades e a produção de sentidos 
que essas formas suscitam. 
Para tanto, serão propostas aos alunos reflexões sobre essas ações na vida dos sujeitos. E assim, na proposição 
de um jogo comum,
os alunos poderão perceber, por exemplo, que um jogo como a ‘queimada’ é discriminatório, uma vez que os mais 
fracos são eliminados (queimados) mais rapidamente, perdendo a chance de jogar. Isso não significa não jogar ‘quei-
mada’, senão mudar suas regras para impedir a sobrepujança da competição sobre o lúdico. (COLETIVO DE 
AUTORES, 1992, p. 66)
Uma das características que torna o jogo interessante é a possibilidade de sua criação, recriação e adaptação 
de acordo com a necessidade do grupo. No caso de jogos e de brincadeiras das culturas africana e indígena tem-se 
outro desafio, o de reconhecê-los como elemento formador da nossa cultura, parte do processo histórico de forma-
ção do Brasil.
Volume 1
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Aula 1 – Função didática: mobilização e instrumentalização
Inicie a aula apresentando aos alunos um mapa do continente africano. 
Converse com os alunos sobre a vinda dos povos africanos escravizados ao Brasil e ressalte a influência e a impor-
tância do legado desses povos para a cultura brasileira. Essa temática deve ser abordada de forma articulada com 
a disciplina de História. Apresente o mapa do continente africano e, nele, localize Moçambique, Congo e Egito. Os 
jogos propostos a seguir são originários desses países.
Tunísia
Argélia
Marrocos
Mauritânia Mali
Senegal
Gâmbia
Guiné-Bissau
Guiné
Serra Leoa Gana
Libéria Costa do Marfim
Burkina Faso
Togo
Benin Nigéria
Níger
Chade
Líbia
Egito
Sudão
Sudão do Sul
Eritreia
Djibuti
Etiópia
Quênia
Somália
Uganda
Ruanda
República 
Democrática 
do Congo
Congo
República 
Centro-Africana
Camarões
Guiné Equatorial
São Tomé e Príncipe
Seicheles
Comores
Cabo 
Verde
Gabão
Angola
Zâmbia
Zimbábue
MadagáscarMoçambique
Malauí
Botsuana
África do Sul
Lesoto
Suazilândia
Burundi
Tanzânia
Namíbia
Saara Ocidental
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Orientações Metodológicas – Educação física
14 5º. ano – Volume 1
Terra-mar 
Esse jogo é originário de Moçambique. Na quadra, desenhe uma linha reta no chão. Um dos lados representará 
a terra; o outro, o mar. Peça a todas as crianças que permaneçam, inicialmente, no lado da terra. Ao ouvirem a pala-
vra mar, esse sinal pode ser dado por você, professor, todos devem atravessar para o outro lado; se ouvirem terra, 
devem retornar. Se alguém pular do lado errado, sai e espera até a próxima rodada. Vence o último que permanecer 
no jogo.
Pegue o bastão
 Jogo originário do Egito. Forme uma roda com os alunos e entre-
gue um bastão (pode ser um cabo de vassoura) para cada um deles. 
As crianças devem manter o bastão na posição vertical e à sua frente, 
conforme mostra a ilustração. O desafio da atividade é trocar de 
lugar, no sentido anti-horário, e pegar o bastão do colega que está 
à sua direita, sem deixá-lo cair. Caso o jogador não consiga pegar 
o bastão no momento da troca, pega o seu e sai do jogo. Vence 
o jogo aquele que não deixar o bastão cair nem uma vez. É possí-
vel realizar o jogo com dois grupos concomitantemente; quando 
alguém deixar o bastão cair, migra para o outro círculo.
Converse com os alunos: Vocês já conheciam esses jogos? Qual deles conheciam? Sabiam a origem desses jogos 
(país)? Eles são semelhantes a algum jogo que já conhecem? Qual?
Faça um quadro para ser preenchido com informações sobre os jogos vivenciados e afixe-o no mural da sala de 
aula. É importante ir preenchendo esse quadro conforme os jogos vão sendo realizados. Adeque o modelo abaixo 
segundo as suas necessidades. Solicite aos alunos que façam o quadro no caderno de Educação Física.
JOGO ORIGEM OBJETIVO SEMELHANTE A QUAL JOGO JÁ REALIZADO?
Terra-mar
Pegue o bastão
Litoti (ou Meu deus!)
Amarelinha africana em duplas
Amarelinha africana em quartetos
Kameschi Mpuku Ne (Gato e rato)
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Aula 2 – Função didática: instrumentalização
Organize a turma em dois grupos. Cada grupo será responsável por pesquisar no laboratório de informática 
informações e curiosidades sobre os países africanos Moçambique e Congo. Em seguida, os grupos irão compartilhar 
com toda a turma o que mais chamou a atenção deles. Na hora da apresentação, os alunos devem localizar esses 
países no mapa.
Iototi 
Jogo originário de Moçambique. Espalhe latas pela quadra e organize a turma em duas equipes: a construtora e a 
destruidora. Na quadra, a equipe construtora deve pegar as latas espalhadas e montar, em seu campo, uma pirâmide 
com elas. A função da equipe destruidora é tentar impedir arremessando ou chutando bolas para destruir a pirâmide. 
Se a bola lançada pela equipe destruidora “queimar” um jogador que tenta montar a pirâmide, ele deve permanecer 
“colado”, ou seja, parado. Caso o tempo se esgote e a equipe não consiga terminar a pirâmide ou tenha todos seus 
jogadores colados, invertem-se as funções, quem era construtor vira destruidor e vice-versa.
Dialogue com a turma: Todos conseguiram jogar? Quais das ações conseguiram realizar com maior destreza 
(empilhar, arremessar ou chutar)? Esse jogo tem alguma semelhança com algum outro praticado por vocês? Qual?
Você e os alunos devem acrescentar no quadro as informações sobre o Iototi. Os alunos preenchem também no 
caderno.
Aula 3 – Função didática: instrumentalização
Pergunte aos alunos se conhecem Amarelinha: Qual o objetivo desse jogo? Como é realizado? Quais variações 
conhecem? Professor, peça aos alunos que mostrem as formas de brincar que conhecem.
Orientações Metodológicas – Educação física
16 5º. ano – Volume 1
Amarelinha africana em duplas 
Organize a turma em duplas. Cada uma pode dese-
nhar com giz o seu jogo no chão da sala ou da quadra. 
Trata-se de um quadrado grande subdividido em 16 
quadrados menores, conforme a imagem ao lado.
Os jogadores iniciam o jogo em cantos opostos. Em 
seguida, saltam para frente com um pé em cada qua-
drado.
Posteriormente devem realizar saltos laterais. Pri-
meiro para o lado direito, depois voltar para o esquerdo, 
no mesmo local de partida.
Em seguida, devem saltar para o quadrado à sua 
frente. Executando o mesmo movimento do quadrado 
anterior, ou seja, saltar para a direita e depois para a 
esquerda.
Realiza a mesma ação que executou anteriormente, 
ou seja, vai para a sua direita, depois para a esquerda, 
salta à frente (quarta linha), à direita e à esquerda.
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Diferentemente da amarelinha tradicional, essa brincadeira não tem objetivo competitivo, e sim a cooperação, o 
entrosamento entre os integrantes das duplas e a coordenação dos passos.
Em roda, reflita com os alunos sobre como foi jogar junto ao invés de um contra o outro. Conseguiram realizar a 
Amarelinha africana? Foi divertido? Será que é possível incluir mais participantes no jogo? Como seria?
Retome o quadro e registre as informações sobre Amarelinha africana em duplas.
Aula 4 – Função didática: instrumentalização
Em roda, converse com os alunos sobre a diferença entre a Amarelinha que conheciam e a Amarelinha africana. 
Em seguida, troquem ideias sobre o elemento mais presente na Amarelinha africana. É importante que os alunos 
reconheçam a cooperação como um elemento fundamental ao vivenciar os jogos.
Ao chegar no quadrado da esquerda, devem pular 
para o quadrado de trás (primeira linha), depois saltar 
dois quadrados para frente (terceira linha). Desenvolver 
a mesma dinâmica com movimentos para a direita e 
para esquerda.
Para finalmente sair da amarelinha.
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Orientações Metodológicas – Educação física
18 5º. ano – Volume 1
Amarelinha africana em quartetos 
Seguindo o exemplo da Amarelinha africana em 
dupla, os alunos irão se organizar em quartetos. Cada 
jogador deve iniciar a brincadeira em um canto do 
quadrado, saltando com os dois pés, um em cada qua-
drado e realizar a mesma dinâmica da aula anterior, ou 
seja, pula primeiro para o lado direito e depois para o 
esquerdo.
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Em seguida, vão para o segundo quadrado à frente 
para realizar a mesma movimentação.
Voltam ao primeiro quadrado e pulam no terceiro. 
Movimentam-se todos para a direita e depois para a 
esquerda. Em seguida, os participantes devem pular no 
quadrado à frente (quarta linha), mantendo a mesma 
sequência de pulos para a direita e para a esquerda. Ao retornar à esquerda, viram-se para sair.
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Dialogue sobre como foi inserir outras pessoas no jogo: Conseguiram pôr em prática essa forma de jogar Ama-
relinha? Se não, quais dificuldades sentiram? Vocês se divertiram? Se não, por quê? Poderiam incluir músicas na 
realização dos jogos?
Preencha o quadro com informações sobre Amarelinha africana em quartetos.
Aula 5 – Função didática: instrumentalização
Kameshi Mpuku Ne (Gato e rato) 
Jogo originário do Congo. Escolha três alunos para as seguintes funções: a) Coordenador; b) Representar o rato; 
c) Representar o gato. Os demais devem se organizar em linhas e colunas de forma igualitária, por exemplo (4×4 ou 
5×5), de acordo com o número de crianças, a uma distância de 1 metro entre elas. Os alunos devem permanecer de 
mãos dadas nas linhas. 
Durante o jogo, o gato deve perseguir o rato, que deve se deslocar pelas linhas ou corredores formados pelos 
outros jogadores. O coordenador é responsável por dar o comando para o rato parar: “Parar, rato”. Se isso ocorrer, os 
jogadores seguram nas mãos de quem estiver nas colunas. Essa ação irá bloquear os corredores, mudando a direção 
do gato e do rato. Há duas maneiras de finalizar o jogo: a) quando o rato for pego; b) por tempo, que será determi-
nado por você, professor. Essa situação pode ser interessante, pois os alunos podem vivenciar os três papéis no jogo.
O quadro deve ser completado com informações sobre o Kameshi Mpuku Ne (Gato e rato).
Aula 6 – Função didática: Aplicação
Oriente as crianças a escolher 4 jogos que vivenciaram e que desejam repetir e organize um circuito com eles. 
Estabeleça um tempo para que os alunos possam vivenciar todos os jogos.
Orientações Metodológicas – Educação física
20 5º. ano – Volume 1
Jogos escolhidos pela turma 
Depois de vivenciar os jogos, cada aluno receberá uma fitinha de cor diferente. Para formar as equipes, é só reunir 
os alunos com as fitinhas de cores iguais.
1.ª RODADA 2.ª RODADA 3.ª RODADA 4.ª RODADA
Jogo 1 Azul Amarelo Verde Vermelho
Jogo 2 Verde Azul Vermelho Amarelo
Jogo 3 Vermelho Verde Amarelo Azul
Jogo 4 Amarelo Vermelho Azul Verde
Converse com a turma: Conseguiram participar de todos os jogos ou da maior parte deles? As regras foram res-
peitadas? Se não, como a turma pode melhorar essa questão para as próximas atividades? O que os jogos africanos 
trouxeram de novo para vocês?
2. Esportes de campo e taco: ampliando o repertório 
dessa especificidade
Os desafios com o campo e o taco devem ser compreendidos como forma de ampliar as experiências dos 
alunos. Nesse sentido, é importante refletir sobre dois pontos. 
O primeiro é que, embora estejamos estudando os esportes, quando eles são propostos na escola, devem ganhar 
outra configuração a fim de privilegiar a inclusão. Deve-se levar em consideração as diversas habilidades dos alunos 
e a disponibilidade de material e espaço, valorizando e atendendo às necessidades de cada turma, adequando a 
prática à realidade escolar e superando a ideia de reproduzir o esporte de rendimento na forma como é transmitido 
pelas mídias. 
O segundo ponto refere-se às características ou às especificidades dessas práticas esportivas. Considerando que 
as modalidades esportivas podem se enquadrar em mais de uma categoria, um determinado esporte de campo e 
taco, por exemplo, pode conter características de esporte de invasão. Neste capítulo, optou-se por alguns esportes 
nos quais prevalecem as noções de campo e taco, mas podem ser permeados por outras especificidades.
As possibilidades de experimentação que os esportes de campo e taco promovem são inúmeras e é possível 
que algumas sejam desconhecidas pelos alunos. Neste sentido, será parte das etapas de ensino a pesquisa sobre 
esses esportes, pois não são tão populares no Brasil e, por isso, pouco aparecem na mídia. Dessa forma, esperamos 
que os alunos ampliem seu repertório cultural em relação a essas práticas corporais e possam incluir outras formas 
de jogar em seu cotidiano, adaptando os próprios materiais e identificando quando a prática assume o caráter de 
jogo ou esporte.
21
Aula 1 – Função didática: mobilização
Apresente aos alunos imagens de esportes com as características de campo e taco. Pergunte a eles quais desses 
esportes conhecem. É fundamental que você pesquise um pouco sobre esses esportes; a internet pode favorecer o 
acesso a vídeos dessas práticas corporais. Seguem alguns exemplos de esportes de campo e taco:
SOFTBOL CRÍQUETE GOLFE
CRÓQUETE HÓQUEI NA GRAMA GATEBOL
Como esses esportes não são convencionais, exigem uma adequação maior de espaço e estrutura material para 
torná-los praticáveis nas aulas de Educação Física.
Pesquisa sobre esportes de campo e taco 
Solicite aos alunos que se organizem em 3 grupos e sorteie as modalidades. Cada grupo será responsável por 
pesquisar as seguintes características do esporte sorteado: objetivo do jogo, tamanho do campo, como são os tacos 
e número de jogadores.
Converse com os alunos: Quais desses esportes vocês gostariam de se aprofundar e praticar? Alguma modali-
dade tem mais similaridades com jogos e/ou esportes que vocês já praticaram anteriormente? Qual?
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Orientações Metodológicas – Educação física
22 5º. ano – Volume 1
Cada grupo deve realizar o registro dos esportes pesquisados em um cartaz para compartilhar com a turma. 
Dessa forma, todos poderão ampliar o repertório sobre esportes de campo e taco.
ESPORTE 
PESQUISADO OBJETIVO DO JOGO
TAMANHO DO 
CAMPO
COMO SÃO OS 
TACOS? (desenhar)
NÚMERO DE 
JOGADORES
Aula 2 – Função didática: instrumentalização
Peça ao grupo responsável por pesquisar sobre o softbol que compartilhe as informações encontradas. Para 
esta etapa, é fundamental que você, professor, aprofunde um pouco seus conhecimentos em relação a esse esporte 
a fim de desenvolvê-lo com os alunos. As regras do softbol são muito semelhantes às do beisebol, mas podemos 
estabelecer algumas diferenças. Veja:
 • A bola é de plástico e um pouco maior que a bola de beisebol. 
 • Os campos são semelhantes, porém o do softbol é um pouco menor.
 • Os tacos do softbol são menores, porém mais largos.
 • O softbol é disputado tanto em equipes mistas quanto femininas.
 • O arremesso do softbol consiste em girar o ombro e, quando a bola estiver na linha da cintura, deve-se arremessá-la.
Pergunte aos alunos se eles encontraram outras diferenças.
Adaptação dos materiais do softbol 
 • Tacos, podem ser de bets.
 • Bola de borracha um pouco maior que uma bola de tênis, porém mais leve.
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Jogo do softbol propriamente dito 
Faça o desenho do diamante, semelhante ao beisebol.
 • Pitcher – arremessador.
 • Catcher – receptor.
 • Baseman (1st) – 1ª. Base.
 • Baseman (2nd) – 2ª. Base.
 • Baseman (3rd) – 3ª. Base.
 • Base principal – onde se posicionam o rebatedor e o receptor.
Divida a turma em duas equipes, uma que ataca e outra quedefende. 
Uma delas começa atacando com um rebatedor em campo. Enquanto 
isso, os outros jogadores, da defesa, permanecem em campo. O jogador 
que arremessa tem por objetivo lançar a bola para o receptor, que se loca-
liza atrás do rebatedor. O arremessador deve realizar um bom lançamento, evitando que o rebatedor tenha êxito na 
função de rebater. Em contrapartida, o rebatedor deve rebater a bola de modo a evitar que os defensores a peguem, 
para que, enquanto isso, ele percorra as bases, tentando dar toda a volta para marcar 1 ponto. Todos os alunos devem 
realizar tanto a função de atacar quanto de receber.
Professor, dialogue com os alunos sobre a realização do jogo.
 • Perceberam as semelhanças desse esporte com o beisebol ou outro jogo já vivenciado por vocês?
 • Durante a prática, houve algum conflito que precisa ser discutido? Qual? (Se necessário, instigue a turma a 
encontrar formas de agir e superar os conflitos mencionados).
Aula 3 – Função didática: instrumentalização
Momento em que a equipe responsável pelo críquete deve apresentá-
-lo à turma. É fundamental que você, professor, tenha alguns conhecimentos 
desse esporte a fim de facilitar o processo de aprendizagem junto aos alunos.
Esse esporte tem semelhanças com o jogo de bets, pois tem um objetivo 
parecido. O arremessador tenta derrubar a casinha, denominada wicket. Após 
rebater, o rebatedor deve correr até o outro lado do wicket para marcar os 
pontos. Uma das diferenças do críquete para o bets é o número de jogadores: 
11, sendo 2 rebatedores, que podem ser denominados batsmen, e 11 defen-
sores, chamados de fielders, que têm como função impedir a marcação dos 
pontos. Os jogadores podem ser eliminados:
 • se a bola rebatida for pega no ar pelos defensores; 
 • se a casinha (wicket) for derrubada antes de os jogadores voltarem. 
A intenção das equipes é marcar o maior número de pontos no ataque. Enquanto isso, a outra equipe tenta eli-
minar os rebatedores. E, dessa maneira, trocam-se as posições entre quem ataca e quem defende.
Bianca Propst. 2019. Digital.
©Shutterstock/Lorimer Images
Orientações Metodológicas – Educação física
24 5º. ano – Volume 1
Adaptação dos materiais do críquete
 • Taco de bets ou outro material produzido pelos alunos.
 • Casinhas (wicket) podem ser montadas com cabo de vassoura.
 • Bolinha de tênis ou borracha. 
Jogo do críquete propriamente dito 
Divida a turma em duas equipes. Se o número de alunos for muito grande, realize dois jogos simultaneamente. 
Cada equipe deve sortear quem inicia rebatendo. Se possível, leve-os para jogar em um lugar mais amplo para que 
as rebatidas sejam realizadas sem o risco de machucar as crianças. 
As equipes devem respeitar as regras do críquete e, se necessário, podem alterá-las para que o jogo possa ser 
realizado na escola.
Dialogue com a turma sobre a vivência e pergunte aos alunos se é possível identificar semelhanças entre o crí-
quete e outro jogo já praticado por eles. Quais? 
O momento é oportuno para retomar as diferenças entre o críquete e o bets. Outra questão a abordar é a impor-
tância da participação de todos nas funções de rebater e defender. 
 • Conseguiram pôr em prática essas duas ações?
 • Quais dificuldades sentiram? Qual a maneira para superá-las?
Aula 4 – Função didática: instrumentalização
O grupo responsável por pesquisar sobre o golfe deve apresentá-lo à turma. Em seguida, pergunte aos alunos se 
já assistiram ou praticaram esse esporte. Se conhecem, mas nunca jogaram, converse com eles sobre o motivo que 
os fez não praticá-lo. Professor, pesquise previamente na internet vídeos que mostrem como esse jogo é praticado 
e compartilhe-os com a turma. 
Convide as crianças para organizar o espaço onde ocorrerá o golfe na escola e delimitem o campo. Embora o 
esporte seja de campo, qualquer espaço com terra ou gramado pode ser adequado para construir essas noções 
com elas. Os alunos devem, coletivamente, cavar os buracos e colocar pedaços de PVC neles; esse é o local onde as 
bolinhas cairão. Cada buraco dever ser numerado, estabelecendo a ordem que o jogador deve seguir. Na falta de 
pedaços de canos de PVC, é possível usar garrafas de PET ou papelão.
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Adaptação dos materiais do golfe 
Sugerimos que os alunos tragam cabo de vassoura e outros pedaços de madeira 
para facilitar a confecção dos tacos, conforme o exemplo ao lado.
Vivenciando o golfe 
Depois de organizar as quantidades de buracos, de acordo com a realidade da pró-
pria escola, e numerá-los indicando a ordem que os jogadores devem passar por meio das 
tacadas, é o momento de vivenciar o jogo. Cada jogador terá um taco e deverá acertar a 
bolinha em todos os buracos com o menor número de tacadas possível. Utilize bolinha de 
sinuca ou de tênis para a realização do jogo.
Em uma roda de conversa, avalie com os alunos como se deu a vivência do jogo de golfe com as adaptações 
que fizeram. 
 • Essas adaptações possibilitaram o entendimento do jogo?
 • Restou alguma dúvida? Qual?
Solicite às crianças que observem e registrem o número de tacadas que cada jogador executa para colocar a 
bolinha no buraco. Dessa forma, ao final do jogo podem comparar os resultados da turma.
JOGADOR BURACO 1
BURACO 
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Aluno 4
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Aluno 6
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Orientações Metodológicas – Educação física
26 5º. ano – Volume 1
Aulas 5 e 6 – Função didática: instrumentalização e aplicação
Em uma roda de conversa com a turma, dialogue sobre como os esportes que eles vivenciaram até agora sofre-
ram algumas modificações, por exemplo, a adaptação dos materiais, que é necessária para atender às necessidades 
do grupo e adequar-se à estrutura disponível. Diante disso, peça a eles que compartilhem suas impressões sobre 
essas adaptações: os aspectos positivos, principalmente em relação à viabilidade das práticas; e os aspectos nega-
tivos, que podem estar atrelados à durabilidade do material, necessidade de manutenção, variedade nas formas, 
interferindo no desempenho e resultado. 
A turma deve discutir e selecionar dois esportes de campo e taco que foram vivenciados e que gostariam de 
desenvolver mais especificamente nessas aulas. Após a troca de ideias, devem identificar se será necessária alguma 
alteração, uma vez que já jogaram e sabem as dificuldades que podem enfrentar.
JOGO ESCOLHIDO PELA 
TURMA
PARA FAVORECER A PRÁTICA, O QUE PRECISA SER 
MODIFICADO?
Jogo 1:
Jogo 2:
Jogo 1 e Jogo 2 
Professor, selecione os materiais e forme os grupos para a realização dos jogos que os alunos escolheram. Con-
vide a turma a se envolver na organização dos materiais e dos espaços e na marcação da pontuação. A fim de evitar 
qualquer conflito, converse com as crianças sobre a importância de todos cumprirem suas funções, que devem ser 
atribuídas por meio do diálogo para garantir o sucesso das vivências.
Proponha uma discussão com os alunos sobre possíveis adaptações que eles criaram, evidenciando o fato de 
que essas mudanças tornam o esporte pesquisado em jogo, deixando de ser o esporte propriamente dito. Pergunte 
a eles se identificam a diferença entre esporte e jogo e o que ela significa. Instigue-os a responder:
 • O que é jogo?
 • O que é esporte?
Embora jogo e esporte apresentem características comuns, o esporte estabelece regras rígidas, ênfase no trei-
namento, competições e resultados. O jogo estabelece regras flexíveis, combinadas pelos envolvidos, podendo 
ocorrer em diferentes espaços e com materiais adaptados, a ênfase está no lazer e na diversão.
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Orientações Metodológicas – Educação física
28 5º. ano – Volume 2
3. A ginástica e as possibilidades de integrar a todos
Ao chegar no quinto ano, os alunos já se depararam com a exploração de diversos elementos ginásticos com e sem 
materiais. A sistematização proposta pela Base Nacional Comum Curricular aos Anos Iniciais do Ensino Fundamental 
organiza o conteúdo da ginástica a partir da ginástica geral, abordando exercícios de solo, saltos e aparelhos, variando 
quanto à forma individual e em conjunto. Integram rolamentos, paradas de mão, pontes, elementos acrobáticos, entre 
muitos outros, e podendo incluir situações de manuseio de objetos, como bolas de malabarismo, por exemplo (BRASIL, 
2017). Para contemplar essas habilidades, toma-se por base as vivências acumuladas pelos alunos, visando ampliar seus 
acervos de movimento. Nesta etapa de ensino, serão privilegiadas experimentações com as ginásticas competitivas.
Podemos identificar os seguintes tipos de ginástica com essa característica: 
Ginásticas competitivas 
 • Ginástica acrobática
 • Ginástica artística
 • Ginástica rítmica
 • Ginástica de trampolim 
Volume 2
Tanto as ginásticas de condicionamento físico quanto as de conscientização corporal estão organizadas para 
serem apresentadas nos Anos Finais do Ensino Fundamental. No entanto, serão abordadas de forma introdutória 
em algumas vivências, a fim de que os alunos compreendam que existe uma continuidade nas práticas da ginástica 
oferecidas no contexto escolar de acordo com sua complexidade e o interesse de cada faixa etária.
Os alunos serão convidados a revisitar os conteúdos referentes à ginástica, a fim de praticá-los e de desenvolver 
criações coletivas em diferentes tipos de ginástica competitiva, explorando suas potencialidades. Para isso serão 
apresentados e discutidos os conceitos de alguns tipos de ginásticas competitivas para facilitar a construção de um 
olhar para a própria realidade, incentivando os alunos a criar meios para viabilizar e tornar possível a prática.
Aula 1 – Função didática: mobilização
Inicie a aula perguntando aos alunos quais tipos de ginástica eles conhecem. Em seguida, apresente as caracte-
rísticas da ginástica acrobática.
 • Essa modalidade pode ser disputada em duplas (feminina, masculina e mista) ou em grupos (trio feminino e 
quarteto masculino).
 • Papéis ou funções: Base – responsável por sustentar volantes e intermediário; Volante – realiza movimentos 
acrobáticos sustentados pela base e/ou intermediário; Intermediário – executa dupla função, base e volante.
 • Dependendo das formações (dupla, trio ou quarteto), os papéis se definem nas composições: Dupla (base e 
volante); Trio (base, intermediário e volante); Quarteto (base, 2 intermediários e um volante).
 • A ginástica acrobática divide-se em três categorias: Estreante (nível 3); Intermediária (nível 2); Elite (nível 1). 
Pesquise um vídeo de uma apresentação de ginástica acrobática e mostre um trecho aos alunos. Solicite que 
identifiquem elementos já vivenciados por eles nessa apresentação.
29
Reconhecimento das pegas
Você pode fazer cópias do quadro abaixo, que mostra alguns tipos de pegas e entregá-las aos alunos.
Pega simples Pega de punho
Pega de cadeirinha Pega de pé ou de mão
No 1º. ano, os alunos tiveram uma breve introdução às pegas de punho e frontal de forma lúdica. Esse contexto 
da ludicidade ainda prevalece, mas o fundamento da ginástica fica mais evidente. Solicite aos alunos que se organi-
zem em duplas, com mais ou menos o mesmo peso e altura, para a realização das pegas.
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Realização da pega simples e de punho 
Um aluno fica de frente para o outro, dando as mãos 
e executando a pega simples. Então, imitam um movi-
mento de sentar, ou seja, um vai para um lado, e o outro, 
para o outro, seguros pelas mãos, mantendo as costas 
eretas e descendo a um ângulo de 90° das pernas.
Pega de cadeirinha 
Peça à turma que forme quartetos para a realização 
da cadeirinha. Cada grupo escolhe dois componentes 
para fazer o papel da sustentação e das pegas; o terceiro 
será o volante e deve apoiar os braços entre o pescoço 
e as costas das bases para sentar nos braços cruzados; o 
quarto aluno ajuda a apoiar aquele que está subindo e, 
principalmente, a ajustar os posicionamentos das bases.
Solicite aos alunos que troquem as funções, de 
forma que todos possam vivenciar os três papéis, consi-
derando a segurança como um elemento fundamental, 
a fim de garantir a integridade física de todos.
Orientações Metodológicas – Educação física
30 5º. ano – Volume 2
Pega de pé ou mão 
Mantenha a organização em quartetos. O aluno que fará o papel da base deve se deitar, fle-
xionar os joelhos e esticar os braços para cima. O volante deve se sentar em cima dos joelhos 
da base e, com as mãos apoiadas nos joelhos, levantar as pernas em cima das mãos da 
base. Os outros dois alunos devem garantir a segurança da seguinte maneira: um segura 
os joelhos da base para que permaneçam flexionados durante a posição, e o outro ajuda 
para que a base mantenha os braços esticados.
Discuta com os alunos como se deu o trabalho com as pegas e a segurança dos colegas. 
 • As situações vivenciadas ocorreram em segurança? Se não, o que os grupos precisam ajustar para melhorar? 
 • Conseguiram vivenciar os três papéis: de base, de volante e de ajuda, tanto na pega da cadeira como na pega 
de pé?
Aula 2 – Função didática: instrumentalização
Apresente aos alunos figuras da ginástica acrobática que podem ser realizadas em duplas, trios ou quartetos. 
Faça cópias das ilustrações representadas abaixo e entregue-as aos alunos, pois eles vão usá-las na próxima aula.
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Experimentação com 1 base e 6 apoios 
Para a realização dessas atividades, será proposto um número maior de partici-
pantes no grupo (três) para que tenham mais segurança no desenvolvimento das 
práticas. A base deve ficar no chão com seis apoios. O volante deve subir nos dois 
pontos com mais sustentação, próximos ao quadril, com apoio dos joelhos e abaixo 
do pescoço com apoio dos braços. Um aluno deve permanecer à frente do volante 
para ajudá-lo a subir. Apoiado na ajuda, o volante deve colocar um pé antes do outro. 
A base deve manter o abdômen contraído. Por fim, o volante olha para frente e abre 
os braços, retirando a ajuda. Os alunos devem analisar a viabilidade de execução, mas 
o interessante é que todos possam vivenciar os dois papéis.
Experimentação com 2 bases e 6 apoios 
Organize os alunos em quintetos. Cada grupo terá duas bases de 6 apoios, um 
ao lado do outro, e um volante que fará a subida apoiando um pé no quadril de cada 
base. Os outros dois alunos devem ajudar o volante a subir, dando uma mão de cada 
lado. Quando se sentir seguro, o volante abre os braços sem o apoio dos ajudantes. 
Incentive os alunos a trocar os papéis a fim de identificar o que cada um consegue 
realizar melhor: base ou volante.
Dialogue com a turma sobre o que cada grupo precisa melhorar. 
 • Bases: conseguem fazer os movimentos conforme as imagens e manter o alinhamento corporal?
 • Volantes: realizam os movimentos facilitando o trabalho da base e sem oferecer resistência? O que precisa mudar?
 • Sentem falta de alguma capacidade física (força, flexibilidade, resistência) para realizar as execuções? Quais?
Fotografe as produções dos alunos para compartilhá-las com toda a turma posteriormente. Assim, poderão per-
ceber em que ainda precisam melhorar.Aula 3 – Função didática: aplicação
Considerando as funções (base e volante), as crianças poderão escolher se querem trabalhar em trios ou em 
quartetos. Cada conjunto deve realizar três figuras. Incentive-as a assistir a mais vídeos de apresentações de ginástica 
acrobática para ampliar seus repertórios. Vale lembrar que competem entre si equipes com o mesmo número de 
componentes.
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Orientações Metodológicas – Educação física
32 5º. ano – Volume 2
Apresentação dos grupos da Ginástica Acrobática 
Cada grupo deve apresentar seus trabalhos, permanecendo nas figuras prontas durante três segundos. Converse 
com as crianças e definam um tipo de pontuação a ser atribuída durante a realização das apresentações. A tabela a 
seguir propõe uma pontuação que pode ser alterada pelos alunos. Perde meio ponto o grupo que não permanecer 
por 3 segundos nas figuras.
COMPO SIÇÕES FIGURA 1 PONTUA- ÇÃO FIGURA 2
PONTUA- 
ÇÃO FIGURA 3
PONTUA- 
ÇÃO
Trios 1.0 0.75 ou 0.75
Quartetos 1.0 0.75 1.0
Peça aos alunos que registrem as pontuações dos grupos.
EQUIPE/ 
TRIOS TOTAL DA PONTUAÇÃO 
EQUIPE/
QUARTETOS TOTAL DA PONTUAÇÃO
(XX) + (XX) + (XX) = (XX) + (XX) + (XX) + (XX) =
Professor, se possível, filme as apresentações dos grupos.
Aula 4 – Função didática: mobilização
Pergunte aos alunos: Já assistiram a alguma competição de ginástica rítmica? Já a praticaram na escola? 
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No 4º. ano, foram trabalhadas algumas práticas que envolvem corda, arco e bola. Agora, apresente aos alunos as 
maças e a fita. Os materiais e as músicas devem ser organizados e selecionados com antecedência. 
Organize a turma em 3 grupos. Cada um praticará um aparelho já conhecido (corda, arco, bola) de cada vez. Ao 
ritmo da música, os alunos devem explorar livremente o aparelho, na forma individual, por 1 minuto. Em seguida, 
proponha um rodízio para que todos passem por todos os aparelhos.
Adaptação dos materiais da GR 
Tanto as maças quanto as fitas podem ser adaptadas. Confira. 
Maças 
Use garrafas de PET de 600 mL com um pouco de água ou 
de areia para fazer o contrapeso.
Fitas
Use fita adesiva para afixar fitas de cetim com 7 cm de lar-
gura e 2,5 m de comprimento em palitos de 30 cm.
Prática de movimentos da GR com maças e fitas 
Cada aluno deverá ter seu material adaptado para as expe-
rimentações. Primeira parte da experimentação: maças.
Ao som de músicas selecionadas com antecedência, os alunos deverão caminhar pelo espaço e realizar diferen-
tes movimentações, conforme sua orientação, professor:
 • saltitar com o aparelho;
 • bater as maças no chão para perceber quais sons emitem;
 • rolar pelo chão;
 • lançar e recuperar, como se fosse um tipo de malabares;
 • em duplas, jogar uma de cada vez para o colega. Se possí-
vel, lançar as duas simultaneamente;
 • movimentar punhos e desenhar círculos no espaço. 
Segunda parte da experimentação: fitas 
Ao ouvir a música, os alunos devem dançar com a fita 
pelo espaço e:
 • desenhar formas como se a fita fosse um lápis;
 • passar a fita por cima da cabeça;
 • lançar a fita e recuperá-la;
 • desenhar círculos com a fita.
Converse com os alunos: Conseguiram desenvolver as movimentações sugeridas? Qual aparelho foi mais desa-
fiante? Por quê? Meninos e meninas participaram igualmente das práticas sugeridas? Se não, por quê?
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©Shutterstock/Guryanov Andrey
Orientações Metodológicas – Educação física
34 5º. ano – Volume 2
Aula 5 – Função didática: instrumentalização
Momento de apresentar outros movimentos básicos da Ginástica Rítmica. Você pode fazer cópias do quadro 
abaixo e entregá-las aos alunos.
SALTOS
Salto cossaco Espacato Salto biche ou corza Salto jeté em tournant 
(com giros)
PIVOTS
Pivot 360°, perna livre en passé 
com tronco flexionado
Pivot 360°, perna livre 
estendida à frente
Pivot 360°, perna estendida 
atrás com ajuda das mãos
Pivot 360°, perna livre atrás em 
atitude
EQUILÍBRIOS
Equilíbrio en passé Equilíbrio sobre o joelho Equilíbrio cossaco Equilíbrio com a perna livre 
atrás
LOURENÇO, Maria R. A. O julgamento na ginástica rítmica. In: GAIO, Roberta (Org.). Ginástica rítmica: da iniciação ao alto nível. 
Jundiaí, SP: Fontoura, 2008. Adaptação.
Criação de sequência de movimentos da GR 
Organize os alunos em grupos de cinco componentes. Cada um deve articular três situações – aparelhos, movi-
mentos básicos e música – para a criação de coreografias da ginástica rítmica da turma. 
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35
Para essas produções, selecione músicas conhecidas que possam ser reconhecidas só pela melodia. 
Apresentação das sequências de movimentos da turma
Cada grupo irá compartilhar com a turma sua sequência de movimentos. Incentive os alunos a apreciar com 
atenção as apresentações e, ao final, aplaudir os colegas, celebrando o processo e demonstrando respeito pela cria-
ção do grupo.
Pergunte à turma quais foram as sensações e as emoções desencadeadas no processo, desde criação até a 
apresentação.
 • Participaram ativamente do processo de criação das sequências de movimentos? Se não, perceberam como isso 
afeta a apresentação do grupo?
 • Alguma capacidade física limita a realização das movimentações? Qual é ela? E o que podem fazer para melhorar 
essa situação no seu cotidiano?
 • Como foi estar à frente do processo criativo e expressar-se corporalmente em uma apresentação aos colegas?
Os alunos devem registrar e entregar a você, professor, a sequência de movimentos da GR criados, para que 
possa conferir se os movimentos escolhidos são aqueles que foram apresentados.
APARELHO MOVIMENTOS BÁSICOS MÚSICA 
Aula 6 – Função didática: Aplicação
Peça aos alunos que pesquisem, no laboratório de informática, apresentações de GR masculinas. Em seguida, 
converse com eles tentando desmistificar qualquer tipo de preconceito, fundamentando-se na importância de que 
todos podem conhecer e experimentar qualquer prática corporal, uma vez que a escola é um lugar privilegiado para 
a desconstrução de práticas discriminatórias. Nesse sentido, proponha um trabalho incentivando a formação de 
grupos mistos, por exemplo:
FEMININA MASCULINA MISTA
Presença de música X X X
Realização das séries
Individual ou conjunto 
(5 ginastas)
Individual ou conjunto 
(6 ginastas)
Grupos de 5 a 6 mistos
Orientações Metodológicas – Educação física
36 5º. ano – Volume 2
Construção da sequência de movimentos com aparelhos da GR 
Organize a turma em grupos de 5 ou 6 alunos. Sobre a escolha dos aparelhos, os grupos poderão utilizar: 
a) um mesmo aparelho para todos, por exemplo, a bola; b) 2 aparelhos distintos, como 3 arcos e 2 fitas. As sequências 
devem privilegiar diversos movimentos, como balanceios, circunduções, rotações, lançamentos, entre outros que o 
grupo puder produzir, bem como outros elementos ginásticos explorados até o momento. 
Apresentação das sequências de movimentos com aparelhos da GR 
Os grupos irão apresentar para a turma as sequências elaboradas. Como se trata de um tipo de ginástica com-
petitiva, segue uma lista de critérios, que pode ser reelaborada conforme a necessidade, para servir de base para a 
pontuação. Como será a avaliação dessa sequência?
 • Respeitar o tempo total da apresentação entre 1 m 15 s até 1 m 30 s (1.0 ponto).
 • Os conjuntos devem começar e terminar a apresentação junto com a música (1.0 ponto). 
 • Postura correta (1.0 ponto). 
 • Execução dos movimentos (1.0 ponto). 
Professor, sorteie os grupos para que se revezem na função de árbitros com você. Se o grupo for composto por 5 
alunos, os cinco avaliam e fazem uma média aritmética (X1 + X2 + X3 + X4 + X5/5 = média). Vale discutir com os alunos 
que as federações, instituições que organizam esse esporte, têm códigos de pontuação próprios. Mas, neste momento, 
eles realizarão apenas um exercício paraque compreendam que, quando se comete um erro, existe uma penalização, 
mas no caso da escola essas questões são flexibilizadas por não ser o foco das aulas de Educação Física.
Converse com os alunos sobre as dificuldades que sentiram e quais formas buscaram para solucioná-las. Possibilite 
um ambiente de trocas para que percebam a necessidade de cada um expor seu ponto de vista durante o diálogo.
 • Conseguiram chegar ao resultado que desejavam?
 • Esses resultados fizeram vocês perceberem que, mesmo em se tratando de um tipo de ginástica competitiva, é 
preciso cooperação entre os integrantes do grupo? E por que isso é importante?
Os alunos devem realizar a avaliação dos grupos que se apresentam por meio de registro em uma tabela, que 
pode ser produzida para cada jurado de apresentação. Segue um modelo.
REALIZA 
TOTALMENTE 
(1.0)
REALIZA 
PARCIALMENTE 
(0.7)
NÃO REALIZA 
(0.0)
Respeitar o tempo de 1 m 15 s até 1 m 30 s 
Os conjuntos devem começar e terminar junto com a música
Postura 
Execução dos movimentos 
37
4. Ampliando o universo dos esportes de invasão
Neste capítulo, serão propostas algumas vivências que envolvem elementos constitutivos dos esportes de inva-
são, como os movimentos básicos, a divisão em equipes e a utilização de estratégias de ataque e de defesa. Apesar 
de serem utilizados como formas de iniciação esportiva, eles são frutíferos do ponto de vista pedagógico e contri-
buem de forma efetiva para uma formação que vai além da iniciação aos esportes. Os alunos do 5º. ano estão na 
transição para a próxima fase do Ensino Fundamental, na qual o pensamento estratégico é necessário para o traba-
lho com as diferentes modalidades esportivas. Dessa forma, é importante que haja, desde já, familiarização com as 
possibilidades de organização da equipe. Por isso, a realização de jogos pré-desportivos será explorada, de forma 
privilegiada, assim como as estratégias de ataque e de defesa que cada estrutura de campo permite elaborar. A 
intenção é que os alunos comecem a prestar mais atenção aos detalhes que podem ajudá-los a alcançar o objetivo 
do jogo de forma mais eficaz.
Os esportes que envolvem ataque e defesa apresentam as mesmas características das ditas modalidades espor-
tivas coletivas clássicas, como basquetebol, futebol, handebol e voleibol. Com isso, cria-se a necessidade de desem-
penhar estratégias de cooperação entre os companheiros de equipe e de oposição aos colegas do grupo adversário. 
Portanto, o pensamento estratégico surge da necessidade de “[...] coordenar as ações com a finalidade de recuperar, 
conservar e fazer progredir a bola, tendo como objetivo criar situações de finalização e marcar gol ou ponto. A relação 
de oposição é estabelecida pelas situações de ataque e defesa” (SILVA; DE ROSE JUNIOR, 2005, p. 73). Nas situações 
de ataque, o foco gira em torno da coordenação coletiva das ações, na tentativa de romper a defesa do oponente 
para alcançar a meta, que pode ser a marcação de um gol ou de um ponto. Nas situações de defesa, o coletivo deve 
se voltar às ações que dificultam a movimentação da bola pelos oponentes e, ao mesmo tempo, ajudam a equipe a 
obter a posse do elemento.
Aula 1 – Função didática: mobilização e instrumentalização
Exponha que o handebol é uma modalidade coletiva, jogado entre duas equipes que atacam para marcar ponto 
ao mesmo tempo em que defendem para que a outra equipe não o faça. Pergunte aos alunos se conhecem outros 
esportes com essa característica. Quais?
Aproximações com o handebol: passes
Os alunos devem se deslocar aleatoriamente pela quadra e trocar passes usando a bola. Antes de executar o 
passe, cada um deve falar o próprio nome em voz alta. À medida que a dinâmica do jogo se tornar de domínio das 
crianças, aumente o número de bolas gradativamente, ampliando os desafios. Depois os alunos devem mudar a 
ação: antes de passar a bola, falam o nome do colega que irá recebê-la.
Jogos dos 10 passes
Organize a turma em dois grupos. Sorteie (cara ou coroa, par ou ímpar) qual deles inicia com a bola. Cada time 
deve realizar 10 passes. Quando conseguirem executá-los, marcam 1 ponto. Há duas formas de o time perder a bola: 
quando a outra equipe interceptá-la ou quando a equipe deixá-la cair. Estimule as equipes a dialogar e a construir 
estratégias para atingir seus objetivos.
Orientações Metodológicas – Educação física
38 5º. ano – Volume 1
Conversem sobre a elaboração de passes: Quais as dificuldades encontradas? Todos participaram? Se não, por 
quê? Quais estratégias utilizaram para realizar os 10 passes e marcar pontos para a equipe?
Aula 2 – Função didática: instrumentalização
Pergunte aos alunos: Alguém sabe o que é “estratégia de jogo”? Para que servem as estratégias de jogo?
Jogo com a bola na mão 3 × 3 
Forme equipes de três alunos. Uma delas será de defesa; as outras devem ser organizadas em três colunas, de 
frente para uma baliza, e preparadas para realizar a função de ataque. 
Dentro de uma área traçada, aproximadamente 6 m a partir da linha de fundo, deve haver um goleiro. Toda vez 
que os integrantes da equipe de ataque arremessarem a bola e perderem a posse do elemento, haverá troca de 
posições da seguinte forma: a equipe que estava na defesa passa para a última posição na fileira dos atacantes; o 
grupo que estava no ataque passa para a função de defesa, e o que estava na fileira de espera passa para a função 
de ataque. 
Este esquema mostra a organização das equipes de ataque e defesa:
Alexander Santos. 2014. D
igital.
39
A equipe que realiza a função de defesa deve tentar impedir que a bola seja arremessada para o gol, enquanto a 
equipe de ataque troca passes para encontrar o melhor momento para o arremesso. As equipes da fileira de espera 
observam atentamente os colegas jogando; assim, podem elaborar planos estratégicos de ataque e de defesa para 
o momento em que forem jogar.
Questione os alunos a fim de saber se conseguiram elaborar planos de ataque e de defesa: Quais estratégias 
realizaram durante o ataque? Quais estratégias executaram na defesa? Discutiram as estratégias de ataque e as de 
defesa? Se não, como podem melhorar esse diálogo?
Aula 3 – Função didática: aplicação
Converse com a turma sobre os motivos que levam os jogadores a passar a bola para um e não para outro 
colega. Reflita junto com os alunos e enfatize o direito de todos participarem efetivamente das situações de jogo, 
sendo sempre tratados com respeito, independentemente do tipo ou nível de habilidade de cada um.
Acertando o alvo 
Organize a turma em grupos de 5 alunos. Cada equipe tem o objetivo de derrubar os alvos (garrafas de PET) da 
equipe adversária e, ao mesmo tempo, proteger os seus. O jogo começa com um tiro de meta. Cada equipe deverá 
realizar passes, tocando a bola, para finalmente derrubar os alvos posicionados na linha do fundo da quadra – zona 
que não pode ser ultrapassada. A distância entre a linha e o alvo é de 3 metros. Não é permitido quicar a bola nem 
tirá-la corporalmente do adversário; o jogador só pode interceptá-la durante um passe. Para que todos participem, 
estabeleça 10 minutos de tempo para que acertem todas as garrafas ou deixe o tempo livre, até que acertem todas.
Pergunte aos alunos: 
 • Quais foram as estratégias desenvolvidas para atingir os alvos adversários e, ao mesmo tempo, proteger os seus? 
 • Todos participaram? 
 • O que falta para incluir todos nas situações de jogo?
Orientações Metodológicas – Educação física
40 5º. ano – Volume 3
5. Das culturas ancestrais à cultura popular: a dança 
como ponto de encontro
Neste capítulo, serão exploradas algumas possibilidades de apropriação e ressignificação das danças de matri-
zes africana e indígenas. As danças revelam a história, a resistência e as formas de sobrevivência de diversos povos. 
Segundo Sabino e Lody (2011, p. 32), “A dança de matriz africana é mais do que apenas uma manifestação recreativa 
de um grupo cultural. Os fatos relacionados às ações, aos gestos e aos hábitos devemser entendidos no contexto em 
que ocorreram”. Com base em reflexões e práticas, esperamos que os alunos possam valorizar a diversidade, ampliar 
seus conhecimentos sobre os elementos que fazem parte da cultura popular brasileira e adquirir novas aprendiza-
gens a respeito das danças, interferindo na construção das suas identidades e, por consequência, na forma de ver o 
mundo.
A pluralidade dos povos negros se expressa também nas formas de dançar. O maculelê é uma dessas represen-
tações no Brasil.
Volume 3
Maculelê era um negro fugido que tinha doença de pele. Ele foi acolhido por uma tribo indígena e cuidado pelos 
mesmos, mas ainda assim não podia realizar todas as atividades com o grupo, por não ser um índio. Certa vez Macu-
lelê foi deixado sozinho na aldeia, quando toda a tribo saiu para caçar. Eis que uma tribo aparece para dominar o 
local. Maculelê, usando dois bastões, lutou sozinho contra o grupo rival e, heroicamente, venceu a disputa. Desde 
então passou a ser considerado um herói na tribo. (LEOPOLDINO; CHAGAS, 2012, p. 7-8)
No Brasil existem diversas danças indígenas com intensa ligação com a natureza:
[...] em meio a florestas exuberantes, rios caudalosos, fauna e flora ricas e diversificadas – os índios brasileiros são 
impregnados pelos seus mistérios onde paira o misticismo. Nos seus rituais e crenças, a dança e a música têm um papel 
fundamental e uma grande influência na sua vida social. (GASPAR, 2011)
Os inúmeros povos indígenas realizam rituais, incluindo as danças, para celebrar situações de suas vidas, tais 
como a guerra, a colheita, o amadurecimento de um indivíduo, entre outros, que se relacionam a outros diversos 
elementos culturais, como a comida, a música e a pintura corporal, por exemplo. Isso significa dizer que essa mani-
festação é muito valorizada e nos conta muito sobre as culturas indígenas.
A partir da compreensão dessas manifestações, esperamos que os alunos identifiquem essas danças como forma 
de expressão e as reconheçam e valorizem como parte do repertório cultural brasileiro.
Aula 1 – Função didática: mobilização
Pergunte aos alunos o que conhecem sobre o maculelê. Em seguida, apresente o maculelê, geralmente acom-
panhado com canto e atabaque. Para que você possa conhecer mais sobre essa prática corporal, é interessante que 
pesquise a respeito. É necessário que cada aluno tenha dois pedaços de cabo de vassoura de 40 centímetros de 
comprimento ou garrafas de PET. Em relação ao manuseio dos materiais, é importante conversar com as crianças 
sobre a segurança nos movimentos e as atitudes desejadas, uma vez que utilizarão bastões e grimas.
41
Experimentação da movimentação do maculelê sem bastões
Organize a turma em duplas. Para essa prática, será necessário retomar a vivência da ginga, conteúdo de lutas, 
mais especificamente da capoeira apresentada no 4º. ano. Oriente os alunos a realizar os movimentos, criando um 
triângulo imaginário no chão, e a manter os pés paralelos, alternando o pé que vai atrás, sem perder o equilíbrio. 
Além disso, é importante não perder de vista o olhar com o companheiro que está realizando a prática em conjunto. 
Os braços devem proteger tanto o tronco quanto a cabeça; por exemplo, se a perna direita estiver apoiada à frente, 
o braço direito deve ficar à frente, como se tivesse protegendo essa região, e vice-versa. 
A música é um elemento fundamental, então, professor, selecione uma ou mais músicas com antecedência. 
Prática do maculelê com bastões 
Ao som de músicas com referências no maculelê, peça aos alunos que se desloquem pelo espaço segurando 
seus bastões (um em cada mão) e que se movimentem em harmonia com a música. O número que você disser 
representará a quantidade de vezes que devem bater os bastões (um no outro) e continuar caminhando. Depois, 
coloque outras ações que eles podem realizar, por exemplo: girar, saltar, bater os bastões; girar e bater os bastões, 
saltar e bater os bastões, entre outras.
Depois de vivenciar as duas práticas, pergunte aos alunos: 
 • Como foi realizar os movimentos com e sem bastões?
 • Na movimentação com os bastões, os colegas que estavam caminhando foram cuidadosos? O que precisam 
realizar para melhorar o manuseio de bastões, garantindo a integridade física de todos?
Aula 2 – Função didática: instrumentalização
Peça aos alunos que se organizem em grupos de quatro integrantes e pesquisem informações sobre o maculelê. 
Em seguida, apresente à turma uma música referente a essa dança.
Aproximações com o maculelê em roda 
Peça aos alunos que formem uma roda. Cada um deles 
receberá dois bastões, a fim de executarem esta sequência de 
movimentos: bater os bastões em cima da cabeça, na frente 
do tronco, nas costas e no chão. Inicialmente sem música; aos 
poucos pode inserir a música sugerida na contextualização.
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Orientações Metodológicas – Educação física
42 5º. ano – Volume 3
Maculelê em duplas 
Peça aos alunos que formem duplas. Um de frente para o outro, devem realizar esta sequência de movimentos: 
bater bastão direito com o direito do colega, depois esquerdo com esquerdo, bater os dois paralelamente e, por fim, 
no chão.
Converse com as crianças sobre as experimentações: 
 • Todos participaram? 
 • O manuseio com os bastões melhorou?
 • Poderiam incluir novas movimentações nas práticas? Quais?
Aula 3 – Função didática: Aplicação
Solicite aos alunos que apresentem as versões encontradas do maculelê e pergunte a eles o que acharam de 
mais interessante nessas versões. Os grupos devem discutir sobre as relações dessa dança com as culturas africanas. 
 • O que isso tem a ver com a capoeira?
Recriando com o maculelê
Proponha aos alunos que se organizem em quartetos. Cada grupo deve retomar os movimentos vivenciados nas 
aulas anteriores para criar outras formas de movimentação, formando uma sequência. Incentive os alunos a respeitar 
os colegas e valorizar o processo criativo, permitindo que todos contribuam. Utilize as músicas das aulas anteriores 
para que as crianças se apropriem do ritmo. 
Apresentação do maculelê da turma
Agora que os grupos já organizaram as sequências de movimentos, devem apresentá-las para os demais colegas 
da turma.
Dialogue com os alunos e peça que elenquem semelhanças e diferenças percebidas entre maculelê e capoeira.
43
Os alunos devem registrar semelhanças e diferenças entre maculelê e capoeira em um quadro conforme a 
sugestão abaixo. Outras características podem ser acrescentadas.
MACULELÊ CAPOEIRA
Presença de música
Objetos utilizados na prática
Instrumentos
As vivências podem ser gravadas em vídeo para que, em momento oportuno, possam ser apreciadas e analisa-
das com os alunos.
Aula 4 – Função didática: mobilização e instrumentalização
Apresente aos alunos uma dança denominada kuarup, nome de uma árvore sagrada. O kuarup é um ritual de 
reverência aos mortos, típica dos povos indígenas do Alto Xingu, em Mato Grosso. Durante o ritual, os vivos dançam 
e cantam em frente a troncos de kuarup, onde são repre-
sentados os mortos da aldeia simbolizando que a vida vai se 
encaminhar para o lado espiritual. Esse ritual é longo, pois é o 
momento de despedida das famílias. Normalmente termina 
ao amanhecer, quando inicia outro ritual denominado Huka-
-huka, luta contextualizada no 4º. ano.
Com o Huka-huka, a alegria toma conta da comunidade, 
pois o vencedor recebe o título de guerreiro. Outro ritual 
que o kuarup apresenta é que as meninas já podem se casar. 
Dessa forma, realiza-se um ritual em que elas passam de oca 
em oca com acompanhamento de flautas, sinalizando esse 
momento. Peça aos alunos que se reúnam em grupos e pes-
quisem no laboratório de informática sobre esses ritos.
Apresentação dos trabalhos do grupo
Cada grupo deve apresentar trabalhos que tenham os três ritos: a morte, a menina que se torna mulher e o 
menino que se torna guerreiro.
©Shutterstock/Celio messias silva
Orientações Metodológicas – Educação física
445º. ano – Volume 3
Professor, instigue os alunos a refletir sobre como 
esses ritos podem ser comparados a sua realidade.
 • Como são os ritos quando alguém querido morre? 
 • Quando a menina se torna mulher?
 • Quando o menino se torna homem?
As produções de pesquisa podem ser compartilha-
das em sala, formando um painel único da turma.
Aula 5 – Função didática: instrumentaliza-
ção e aplicação
Com base nas pesquisas da aula anterior, pergunte 
aos alunos algumas características da dança no Kuarup. 
 • Como eram as marcações com os pés? 
 (Batidas fortes ao ritmo de chocalhos e maracas.)
 • Quais os instrumentos utilizados? 
 (Os chocalhos e as maracas dão ritmo ao ritual.)
Dançando o kuarup 
Peça aos alunos que se organizem em círculo e se 
movimentem com passos cadenciados. Eles devem 
aumentar a velocidade dos passos conforme acelerem 
o som dos chocalhos e das maracas, dois elementos já 
propostos no 3º. ano, possibilidades que podem ser res-
gatadas junto às crianças. 
Professor, pesquise previamente alguns ritmos indí-
genas e apresente-os aos alunos para que possam inter-
nalizar a cadência dos passos. 
É importante que eles façam a marcação forte dos 
pés e se desloquem, em roda, em sentido determinado 
previamente pelo grupo.
Depois de representar a dança do kuarup, dialogue 
com a turma:
 • Respeitaram as diferentes tradições dos povos em 
manifestar sua homenagem a entes queridos que já 
faleceram?
 • Quais as indagações que ainda ficaram ao pesquisar 
sobre essa dança?
 • Quais grupos étnicos indígenas dançam o kuarup? 
(Povos indígenas do Xingu, no Mato Grosso, por 
exemplo, os Kuikuro.)
 • Compreendem que a cultura indígena é imensa e 
plural, havendo a necessidade de estudo e valoriza-
ção desses grupos? 
Estimule os alunos a refletir sobre isso e oriente-os 
a reconhecer que as danças e rituais não são iguais em 
todos os grupos.
Os alunos devem escrever sobre as impressões que 
tiveram dos rituais indígenas associados à dança e sobre 
como esses ritos são semelhantes ou diferentes dos não 
indígenas. 
É importante que as crianças compreendam que 
não se trata de uma discussão que envolve valoração 
do que é bom ou não, mas reconheçam e valorizem a 
diversidade nos modos de viver em diferentes culturas.
45
6. Corridas, saltos e arremessos: conhecendo o 
atletismo
A prática do atletismo deve possibilitar aos alunos uma familiarização com os movimentos técnicos do esporte, 
visando à ampliação do próprio repertório de movimento. É importante frisar que a ênfase deste capítulo não se dá 
na padronização dos gestos, já que o espaço escolar e a faixa etária atendida não se ajustam à lógica do treinamento 
e à da repetição de movimentos. Neste capítulo, são propostos jogos de iniciação às provas de corrida de velocidade, 
salto em distância, salto triplo e arremesso de peso. Situações estas que devem ampliar e trazer maior complexidade 
em relação às experiências com esportes de marca e precisão desenvolvidas nos 1º. e 2º. anos. No que se refere às 
corridas, a proposta consiste na vivência do sinal de largada, do arranque, das ultrapassagens e do controle da velo-
cidade. Nos saltos, pretende-se explorar em si o gesto de saltar (impulsão, fase de voo e queda), tanto saltos verticais 
quanto horizontais, com e sem corrida de aproximação. Nos arremessos, o foco se dá no posicionamento corporal, na 
manipulação do objeto e na direção do arremesso. De modo geral, as práticas corporais propostas em muitas aulas de 
Educação Física conduzem os alunos aos movimentos básicos utilizados no atletismo. No entanto, muitas vezes, essas 
relações não são observadas e submetidas à reflexão. O exercício de relacionar as habilidades dos jogos às provas de 
atletismo torna-se, portanto, um elemento fundamental na elaboração da sequência didática proposta a seguir.
As orientações metodológicas apresentadas a seguir têm como objetivo indicar possibilidades de desenvolvi-
mento das aulas, ficando a seu critério a aplicação dessas instruções de acordo com a realidade educativa. 
Aula 1 – Função didática: mobilização e instrumentalização
Inicie um diálogo com os alunos sobre o atletismo, suas provas e seus objetivos. Questione-os sobre as possibi-
lidades de vivência das habilidades atléticas em formato de jogo. 
Se possível, apresente algumas imagens das principais provas do atletismo, que devem ser pesquisadas com 
antecedência. Em seguida, divida a turma em quartetos e solicite aos alunos que escolham imagens (em revistas, 
jornais ou internet) de provas de atletismo e procurem identificar as habilidades exigidas nelas.
Corrida do Jokenpô 
Divida a turma em dois grupos e organize-os em filas, cada uma posicionada em uma extremidade de um dos 
fundos da quadra.
Fila 2
Fila 1
José Luis Juhas. 2014. D
igital.
Orientações Metodológicas – Educação física
46 5º. ano – Volume 3
O primeiro de cada fila deve deslocar-se sobre a linha até encontrar o oponente que virá do outro lado da 
quadra. No momento do encontro, os alunos devem parar e disputar uma partida de Jokenpô. 
O Jokenpô é um jogo em que cada oponente 
estica uma mão e indica pedra, papel ou tesoura. Veja, 
ao lado, os símbolos e as combinações possíveis para 
esse jogo. 
No caso do jogo proposto, quem vence levanta 
a mão para sinalizar o resultado e continua a corrida 
na linha até encontrar o próximo oponente, que dá 
início à corrida ao perceber que seu colega de equipe 
perdeu a disputa.
Quem perde volta para o fim da fila. Para com-
pletar o percurso e marcar ponto, é preciso vencer as 
disputas com todos os oponentes que encontrar no 
percurso.
Proponha aos alunos que reelaborem as regras do jogo para torná-lo mais desafiador. A variação pode ser de per-
curso, do modo de disputa entre os adversários, de disposição das filas, de número de pessoas correndo, etc. Outra 
possibilidade é criar um jogo, que deve manter as características da corrida.
Em uma roda de conversa, reflitam sobre as seguintes questões: Quais habilidades foram desenvolvidas durante 
a atividade? Qual era o objetivo do jogo? Qual prova do atletismo está relacionada ao jogo desenvolvido?
Aula 2 – Função didática: instrumentalização
Dialogue com os alunos sobre como lidam quando perdem ou ganham uma competição. 
 • Respeitam os adversários? 
 • Cumprimentam os oponentes depois de uma vitória? E depois de uma derrota? 
 • Quando perdem, ficam bravos e sem vontade de conversar? 
 • Qual é a atitude esperada tanto quando se perde como quando se vence um desafio?
Peça aos alunos que se desloquem em torno da quadra, e pratiquem a saída alta (de pé) e a ultrapassagem em 
velocidade. Utilize cones para favorecer a visualização do trajeto.
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Pedra vence tesoura
Vencedor Perdedor
Tesoura vence papel
Papel vence pedra
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Posicione quatro cones nos cantos da quadra, de modo a delimitar um percurso para a corrida; caso não haja 
cones disponíveis, a delimitação pode ser feita com giz. Os alunos devem correr por fora da área delimitada pelos 
cones, sem invadir a área interna, e completar as voltas. Antes de iniciar o circuito, percorra o trajeto com a turma e 
explique às crianças que não é permitido encurtar caminho.
Em seguida, organize os alunos em fila. O início da fila é marcado pelo cone 1. O objetivo consiste em os alunos 
correrem em volta dos cones e completarem duas voltas. Ao sinal de uma palma sua, o primeiro da fila inicia o per-
curso. Quando esse aluno passar pelo cone 2, libere o segundo aluno da fila. Este, por sua vez, terá a meta de alcançar 
ou ultrapassar o primeiro corredor. Ao final da corrida, os competidores devem ir para o fim da fila para que sejam 
liberados os dois próximos e assim sucessivamente.
Na sequência, proponha o desafio em trios. Nesse caso, o terceiro aluno iniciará sua corrida quando o segundo 
passar pelo cone 2. A corrida de perseguição se dará agora em três voltas, sendo que o objetivo do terceiro é ultra-
passar os dois colegas à sua frente,e o segundo, por sua vez, ultrapassar o primeiro corredor.
Uma possível variação é pedir aos alunos que definam um novo trajeto, utilizando um número de cones maior 
para delimitar o espaço, o qual pode ter outros formatos e mudanças de direção. 
Corrida de perseguição
Com a mesma organização da quadra, forme duplas posicionadas assim: um aluno no cone 1 e o outro no cone 
3. Ao seu sinal, os dois alunos iniciam uma corrida de perseguição entre si no entorno da quadra. O objetivo de 
ambos é alcançar o colega em 3 minutos, no máximo.
Caso o tempo se esgote e ninguém atinja a meta, dê um sinal de encerramento para que eles parem onde esti-
verem. Nesse caso, deve-se considerar a menor distância para alcançar o colega.
Pergunte aos alunos se perceberam progressos a cada corrida e quais estratégias foram utilizadas durante os 
jogos. Reflita com a turma sobre a superação de limites e como isso pode ser gratificante quando os avanços são 
percebidos.
Aula 3 – Função didática: instrumentalização
Pergunte aos alunos: O que é mais fácil, correr em linha reta ou círculo? Por quê?
José Luis Juhas. 2014. D
igital.
Fila 1
4
2
3
Ultrapassagem 123
Orientações Metodológicas – Educação física
48 5º. ano – Volume 3
Corrida das cinco bolas 
Com a turma dividida em cinco grupos, organize-os em filas voltadas para o círculo central da quadra. Ao centro, 
posicione cinco bolas de tamanhos diferentes, demarcadas com diferentes pontuações, dentro de um arco. Ao fim 
de cada fila, coloque um cone para delimitar a área de corrida. Numere os alunos de cada fileira.
Sentido da corrida 
por fora dos cones
José Luis Juhas. 2014. D
igital.
Os alunos cujo número for chamado devem correr por trás de todas as filas no sentido horário. Ao passarem por 
suas respectivas filas, devem buscar uma bola no círculo central e voltar para o lugar de origem. 
A cada rodada, soma-se a pontuação da fila de acordo com a bola capturada, sendo que cada uma deve ter uma 
pontuação específica. Por exemplo: uma bola de basquete pode valer um ponto; a de vôlei, dois pontos; a de futebol, 
três; a de handebol, quatro; e uma pequena de borracha, cinco pontos. 
Como variação, no momento de chamar um número, indique a direção da corrida: sentido horário ou anti-horá-
rio. Por exemplo: número três, sentido anti-horário.
As equipes podem acompanhar a própria pontuação por meio de registros, conforme sugestão do quadro, sim-
bolizando uma súmula que exige honestidade dos grupos ao contabilizarem os pontos.
A cada dez rodadas, o jogo pode ser reiniciado; troca-se a papeleta e dá-se oportunidade para uma nova disputa.
GRUPO:
Rodada Pontuação Rodada Pontuação
1.ª rodada 6.ª rodada
2.ª rodada 7.ª rodada
3.ª rodada 8.ª rodada
4.ª rodada 9.ª rodada
5.ª rodada 10.ª rodada
Total
49
7. Dos desafios da oposição à compreensão das 
lutas como preservação das culturas
Não é de hoje que o conteúdo de lutas é previsto para compor o currículo da Educação Física pelos documentos 
que norteiam esse componente curricular. No entanto, por vezes, essa proposta não é concretizada, pois o profes-
sor alega não ter o conhecimento dessa prática em sua formação. Outro motivo é uma confusão ainda produzida 
quanto a não diferenciação entre briga e luta. Essas situações podem ser tomadas como parte desse conteúdo, pro-
duzindo outros sentidos, como a reflexão sobre a importância daquele que pratica a luta. Suraya C. Darido propõe 
uma reflexão, que se estende para os demais conteúdos da Educação Física, sobre a necessidade do trato pedagó-
gico com as lutas: 
As lutas foram criadas para a guerra e não para o âmbito escolar. Poderíamos pressupor que, da mesma forma que as 
lutas não foram criadas para a escola, outras modalidades como o futebol, balé, hip-hop, por exemplo, também não 
foram criadas visando à escola. Portanto, para que as práticas de lutas sejam ensinadas nas aulas de Educação Física 
escolar, deve haver modificações ou transformações didático-pedagógicas. (DARIDO, 2012, p. 70) 
A respeito das lutas regionais, de matrizes africana e indígena, o exercício deve ser o mesmo a fim de que os 
alunos possam reconhecer os valores intrínsecos às lutas e aos elementos culturais a que fazem parte.
A proposta dessa unidade é vivenciar duas lutas: uma do contexto brasileiro – a marajoara, mas nem por isso 
muito difundida, e a outra do contexto africano – a laamb.
A luta marajoara da região Norte do Brasil surge “em um entrecruzamento de saberes e experiências em terras mara-
joaras, vaqueiros indígenas e negros fortemente constituíram práticas difundidas de geração em geração ao longo 
da história” (SANTOS; FREITAS, 2018, p. 58). A laamb do Senegal tem muitas semelhanças ao wrestling (estilo 
também conhecido como como luta olímpica, que se subdivide em duas modalidades: greco-romana e estilo livre).
As duas práticas corporais serão propostas aos alunos para que possam refletir sobre a possibilidade de vivênciá-
-las sem violência, construindo vínculos de amizade e respeito dentro e fora da escola. 
Aula 1 – Função didática: mobilização
Inicie a aula perguntando às crianças quais lutas de origem brasileira elas conhecem. Registre as respostas no 
quadro. A seguir, pergunte a elas se sabem qual povo produziu cada luta. Dessa forma, esperamos que os alunos 
apontem as lutas de origem indígena e/ou africana. Verifique se a luta marajoara apareceu entre as respostas. Se sim, 
peça que relatem o que sabem a respeito dessa luta. Se não, apresente-a a eles.
 • Essa luta se expressa na Ilha de Marajó, no Pará. Normalmente, é realizada na praia (areia) ou em fazendas (terra), 
lugares que permitem “sujar” as costas dos adversários. 
 • Há bastante contato corporal nessa luta.
 • Também inspirada na luta dos búfalos.
Pesquise um vídeo de luta marajoara e apresente um trecho dele para os alunos.
Volume 4
Orientações Metodológicas – Educação física
50 5º. ano – Volume 4
Estudos dos princípios da luta 
Os alunos, em grupos, devem estudar os princípios da luta marajoara. Em seguida, devem realizar duas ações: 
a) pesquisar, no laboratório de informática, golpes da luta marajoara; b) discutir os princípios condicionais da luta e 
sua aplicação na luta marajoara. Você pode fazer cópias do quadro para entregar aos grupos.
Princípios condicionais da luta e sua aplicação na luta marajoara
PRINCÍPIOS 
CONDICIONAIS DAS LUTAS CARACTERÍSTICAS BÁSICAS DA LUTA MARAJOARA
Contato proposital Dá-se, predominantemente, por meio da ação de agarrada.
Fusão ataque e defesa O ataque expressa a ação de desequilíbrio do adversário de modo a projetá-lo ao chão de 
costas, e a defesa, a ação de impedimento da agarrada.
Imprevisibilidade Dá-se pela inesperada ação de movimentos do adversário. No caso da luta marajoara, a 
ação de agarrada advinda do oponente.
Oponente/alvo Condição real acerca do lutador adversário na luta marajoara o qual se pretende dominar 
projetando ao chão de costas, sujando-as.
Regras Derrubada do oponente de costas ao chão a partir do início em “pé casado”, espécie de rito 
que demarca a posição inicial na luta e seu reinício.
Debate quanto às regras da luta marajoara da turma
Os grupos devem se reunir em uma roda de conversa para debater sobre situações não aceitáveis durante a 
prática, a fim de vivenciar alguns aspectos da luta em segurança.
Depois de os alunos pesquisarem e discutirem, pergunte: 
 • Sentem-se seguros para realizar os confrontos da luta marajoara?
 • São as regras definidas que garantem a segurança durante a luta ou é a atitude refletida que a possibilita? 
 • Como diferenciar briga de luta?
Peça aos alunos que registrem as regras escolhidas para as vivências. Essas regras, combinadas coletivamente, 
devem orientar todas as práticas de lutas.
REGRA PERMITIDO/ NÃO PERMITIDO POR QUÊ?
Marajoara Tocar no colega Permitido Pode tocar em local que não machuque
Outros pontos propostos pelos 
alunos e/ou professor
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Aula 2 – Função didática: instrumentalização
Converse com os alunos sobre a utilizaçãoda força para atingir o objetivo de projetar o colega/adversário no chão, 
com as costas ou ombros, e mantê-lo imobilizado por alguns segundos. Leve-os a compreender que a força é uma capaci-
dade física exigida, mas eles podem se valer de outras habilidades físicas já vivenciadas, como equilíbrio e desequilíbrio ou 
ações de empurrar e puxar. Habilidades estas que necessitam de análise do colega que está praticando o jogo de oposição.
Experimentando a luta marajoara 
Se não houver colchonete, realize a prática na areia ou no gramado. Organize a turma em duplas, obedecendo 
ao critério de peso e altura mais ou menos semelhantes para os confrontos. Dependendo do espaço, organize mais 
de um confronto por vez. Instigue os alunos a propor alterações, caso sintam necessidade.
Pergunte aos alunos como foram as experimentações da luta marajoara: Conseguiram realizar as práticas sem 
machucar uns aos outros? Sentiram-se seguros durante a realização? As regras definidas foram cumpridas?
Aula 3 – Função didática: instrumentalização
Apresente aos alunos a laamb, luta típica do Senegal, por meio de vídeo selecionado com antecedência e iden-
tifique as semelhanças entre ela e a luta marajoara. Para vencer na laamb, o lutador deve derrubar o oponente e o 
combate é sempre acompanhado por música. Com base nisso, converse com a turma sobre o espaço adequado para 
a realização da luta na escola, a força necessária para derrubar o oponente e as regras que necessitam ser adaptadas.
Experimentando o laamb 
De acordo com aquilo que viram no vídeo, os alunos devem colocar em prática as vivências das lutas. A turma 
pode manter as duplas da aula anterior e/ou modificar, caso tenham sentido alguma dificuldade, mas é importante 
entender o motivo da mudança.
Orientações Metodológicas – Educação física
52 5º. ano – Volume 4
Dialogue com os alunos para que identifiquem as semelhanças e as diferenças percebidas entre a luta marajoara 
e a laamb: Quais situações tiveram que ser adaptadas para a realização dessas lutas na escola?
Auxilie os alunos a registrar as regras da laamb no quadro de regras da aula 1.
Aula 4 – Função didática: instrumentalização e aplicação
Troque ideias com a turma: A participação das meninas nas lutas é igual à dos meninos? Se não, por quê? Quais 
as maiores dificuldades sentidas pelas meninas? Vocês são cuidadosos uns com os outros, promovendo a prática 
segura? 
Conversem sobre a presença das mulheres nas lutas. Esse debate é pertinente para reforçar a importância de 
participação igualitária de homens e mulheres nas práticas corporais, superando os pré-conceitos sociais.
Torneio de lutas marajoara 
Divida a turma em dois grupos. Cada grupo será organizado por categorias de peso e enfrentará o outro grupo. 
Marca ponto o grupo que conseguir derrubar o adversário com as costas ou ombros no chão, mantendo-o imobi-
lizado por 3 segundos. Os confrontos devem sempre estar equilibrados e prezar pelo cumprimento das regras. Pro-
fessor, sempre que for necessário, pare e reflita com os alunos sobre atitudes indesejadas e inadequadas nas práticas.
Em roda, dialogue com o grupo sobre as vivências: 
 • Conseguiram pôr em prática estratégias para alcançar o objetivo da luta? 
 • As regras foram respeitadas? 
 • Qual foi a consequência para aquele que as descumpriu? 
 • Isso se refletiu apenas para ele ou para todo o grupo?
53
8. Experimentação de minijogos esportivos
Nos anos anteriores, os esportes foram explorados de uma forma mais adaptada para o contexto escolar e 
organizados por tipologias, tais como: marca, precisão, campo e taco, rede e/ou parede e invasão, promovendo 
experiências de movimentos e ações que se assemelham aos seus fundamentos básicos. Nessa proposição, foram 
apresentados fundamentos como arremessos, chutes e passes. No entanto, por mais que guardem semelhança com 
os movimentos utilizados nos esportes de referência, os fundamentos dos jogos pré-desportivos têm sentidos e 
regras diferentes daqueles que orientam as modalidades esportivas propriamente ditas. 
Neste capítulo, esses fundamentos são reapresentados na forma de minijogos esportivos com base em alguns 
esportes clássicos, alguns desses já experimentados, mas devido à grande exposição na mídia serão explorados a 
fim de promover outros debates que serão aprofundados nos Anos Finais do Ensino Fundamental. Essa perspectiva 
formativa visa à construção da cidadania dos alunos, tendo como objetivo ampliar o sentido das práticas esportivas, 
permitindo a eles escolher conscientemente que relações poderão estabelecer futuramente com os esportes. De 
acordo com as características, os valores, os gostos e os interesses individuais, os alunos poderão optar por determi-
nada prática esportiva com objetivos profissionais, como forma de lazer ou visando à promoção da própria saúde, 
entre outros. A intenção desse trabalho pedagógico com os minijogos não é a iniciação esportiva, ainda que alguns 
alunos possam ser impelidos a procurar escolas de esportes para aperfeiçoar suas habilidades técnicas. A função 
das aulas é despertar os alunos para valores e usos que as práticas esportivas assumem na sociedade, viabilizando o 
acesso democrático de todos a essas atividades, entendendo-as como um direito dos cidadãos.
Esperamos que os alunos participem ativamente do processo, promovam a inclusão dos colegas nos jogos, 
aceitem as diferenças de rendimento e demonstrem disposição para o trabalho cooperativo, visto que o maior valor 
do processo de ensino e aprendizagem não está na realização perfeita das habilidades técnicas, mas sim no esforço 
e no empenho das crianças em alcançar os objetivos da prática solidária dos jogos esportivos. 
Aula 1 – Função didática: mobilização
Para iniciar o trabalho com os minijogos esportivos, levante os conhecimentos prévios dos alunos a respeito 
dos esportes de referência para que as experiências sejam significativas. Utilize como base imagens desses esportes, 
pesquisadas anteriormente e realize alguns questionamentos: Quais esportes de quadra vocês conhecem? Quais são 
os movimentos mais usados no basquetebol, no handebol, no voleibol e no futebol? 
Após as considerações sobre as respostas, realize alguns jogos que seguem os fundamentos mencionados. O 
objetivo é gerar expectativa de continuidade desse trabalho, enfatizando que na sequência das aulas, serão desen-
volvidos minijogos de cada um dos esportes tradicionalmente contemplados nas aulas de Educação Física.
Divida o espaço em quatro partes iguais e organize a turma em quatro grupos, cada um designado para determi-
nada área. Nelas, deve ocorrer a experimentação de um jogo que atenda a um dos fundamentos dos quatro esportes 
de referência (realize-os em forma de rodízio). Seguem sugestões de jogos.
Orientações Metodológicas – Educação física
54 5º. ano – Volume 4
Espaço 1: Fundamento do voleibol − Três corta
Com o grupo disposto em círculo, solicite aos alunos que toquem a bola entre si usando o toque ou a manchete, 
contando o número de toques na bola. O participante que receber o terceiro toque deve fazer uma cortada na ten-
tativa de atingir alguém da roda; os demais integrantes tentam se esquivar da bola.
O aluno atingido deve ir para o centro da roda; se o jogador que cortou não atingir ninguém, sofre a mesma 
penalidade. Quem está no centro da roda deve ficar agachado, podendo se levantar na tentativa de interceptar a 
bola até o segundo toque; se conseguir, volta ao círculo. Vence quem permanecer no círculo ao término do tempo 
previamente estipulado.
Espaço 2: Fundamento do handebol – Arremessos a gol 
Organize os alunos em três fileiras, que devem permanecer 
atrás de uma linha traçada a 6 m de distância do gol. Um aluno 
será o goleiro. Uma fila deve ficar de frente para o goleiro, 
outra à direita e outra à esquerda. O primeiro participante da 
fila arremessa a bola para fazer o gol. Caso o arremessador 
tenha êxito, o goleiro vai para a fila, e o marcador, para o gol. 
Se não houver ponto, o goleiropermanece, e o arremes-
sador vai para o fim de outra fila. Esse procedimento de 
trocar de fila tem como objetivo favorecer a experiência 
de diferentes ângulos de arremesso.
Espaço 3: Fundamento do futebol – Pênaltis 
Siga a mesma orientação do jogo anterior. No 
entanto, os alunos devem realizar as cobranças com 
os pés. Vence o participante que fizer mais gols.
Espaço 4: Fundamento do basquetebol 
Amarre dois arcos nos travessões da baliza para 
substituir a cesta. Organize duas filas atrás de uma 
linha traçada a 3 m da baliza, de frente para os arcos. 
O participante que errar o arremesso deve ir para o 
fim da outra fila, e quem acertar a jogada deve con-
tinuar arremessando até errar.
Dialogue com a turma: Em qual modalidade encontraram mais dificuldade? As dificuldades os incentivaram 
a melhorar suas habilidades? Como os colegas agem quando vocês acertam? E quando “erram”? Se isso ocorre de 
forma negativa, como superar essa questão coletivamente?
Aula 2 – Função didática: instrumentalização
Converse com os alunos: Qual é a caraterística do basquete? Quais variações ele pode apresentar?
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55
A proposta dessa aula consiste na realização de jogos de Minibasquete. Forme seis equipes e organize o espaço 
de modo que quatro grupos realizem suas ações simultaneamente. Aos grupos que aguardam, designe funções 
como arbitragem, marcação do tempo e registro dos resultados. 
É possível também a realização do Basquetebol em trios. O jogo proposto conta com regras próximas à modali-
dade esportiva oficial: além do arremesso à cesta, insere-se a ideia do drible, mas sem exigências técnicas na execu-
ção do movimento.
Minibasquete 
Divida o espaço disponível em duas partes iguais. Para caracterizar as cestas, um aluno de cada equipe deve ficar 
em cima de um banco, no campo do adversário, e segurar um arco. O objetivo é fazer cestas e impedir que o adver-
sário o faça. De posse da bola, os competidores devem trocar passes entre si procurando se aproximar da “cesta” do 
oponente para fazer o ponto.
Regras: Não é permitido tocar na bola com os pés; um participante pode se deslocar somente quando se estiver 
com a bola; quando estiver com a bola, o aluno pode passá-la ou arremessá-la. O tempo máximo de permanência 
com a bola é de 5 segundos; a bola pode ser interceptada depois de um passe, mas não é permitido tirá-la da mão 
do oponente; sempre que um adversário for tocado por seu marcador, será cobrada falta no local da ocorrência (a 
cobrança consiste em colocar a bola novamente em jogo com um passe para um dos companheiros de equipe); 
toda vez que a bola sair pela linha lateral ou de fundo, será cobrado tiro lateral, atrás da linha em que houve a saída. 
As regras podem ser modificadas conforme consenso entre os jogadores.
Basquetebol em trios 
Divida o espaço da quadra formando duas miniquadras. Utilize as cestas oficiais de basquete, separe a turma em 
grupos de três e organize-os em filas no fundo da quadra. 
Os participantes devem acertar a cesta para permanecer em quadra. A equipe derrotada sai do jogo e entra 
novamente na fila, e o primeiro trio na espera entra em quadra para dar prosseguimento ao jogo. Como ocorrem 
dois jogos simultaneamente, inclua dois alunos como árbitros das partidas.
Estúdio Guerra. 2014. Digital.
Regras:
 • A cesta é válida de qualquer distância da miniquadra.
 • Quem estiver de posse da bola não pode se deslocar sem quicá-la no chão.
 • Depois de quicar a bola e segurá-la, o participante tem de passá-la para algum colega ou arremessá-la para a cesta. 
Caso o aluno quique a bola novamente no chão, é marcada infração. É cobrada a falta na linha lateral da quadra.
 • A bola é sempre do time que entra em campo.
 • Ao pegar o rebote, é obrigatório sair do garrafão antes de se tentar novo arremesso.
Orientações Metodológicas – Educação física
56 5º. ano – Volume 4
Estúdio G
uerra. 2014. D
igital.
Espaço 1 Espaço 2
Converse com a turma: Conseguiram cumprir as regras? Se não, quais foram as dificuldades? Conseguiram passar 
a bola para fazer a cesta? Durante os jogos, tomaram cuidado para manter a integridade física dos colegas? Se não, 
quais soluções podem ser encaminhadas pelo grupo?
Aula 3 – Função didática: mobilização e instrumentalização
Apresente um trecho de um jogo de handebol e pergunte: Qual é a categoria desse esporte? Qual objetivo?
Handebol com cones 
Organize a turma em quatro grupos e delimite dois campos dividindo a quadra em miniquadras. Posicione três 
cones na linha de fundo de cada lado dos campos. Demarque a marca de arremesso a 2 m da linha de cones. 
No jogo, visa-se arremessar a bola nos cones e derrubá-los. Ao derrubar um cone, o aluno deve buscá-lo e posi-
cioná-lo na linha de fundo de seu campo. O jogo termina quando todos os cones estiverem do lado oposto à linha 
de fundo da miniquadra.
Regras: 
 • Sem se deslocar, o participante de posse da bola pode passá-la a um colega ou arremessá-la em direção aos cones.
 • Não é permitido tirar a bola da mão do adversário ou encostar nele.
 • É proibido transpor a linha dos 2 m (linha de arremesso) para lançar a bola.
 • O jogador que derrubar o cone deve levá-lo para a linha de fundo da miniquadra.
 • As faltas devem ser cobradas com tiro livre indireto, ou seja, do local onde ocorreu a falta, com passe para outro 
integrante da equipe. No decorrer das atividades, pergunte aos alunos se identificam os fundamentos do handebol.
57
Reflita com a turma: Passavam a bola para quem estava em melhor condição ou preferiam tentar derrubar o 
cone? Se não passava, essa foi sempre a melhor escolha? Quanto ao cuidado, foram respeitados e respeitaram os 
colegas da sua equipe e da equipe adversária?
Aula 4 – Função didática: instrumentalização
Dialogue com os alunos: Por que as regras são necessárias? Como seria se não houvesse regras no jogo/esporte? 
Elenquem algumas regras para o convívio em sociedade. E se elas não existissem, como seria? Importante salientar 
que os alunos devem ser incentivados a propor regras sempre que necessário.
Mini-handebol 
Divida o espaço disponível em duas partes 
iguais e organize a turma em quatro equipes.
Para caracterizar as minibalizas, coloque 
dois cones de cada lado, distantes 1,5 m um 
do outro (não há necessidade da função de 
goleiro). Trace uma área do gol de 2 m de raio. 
O objetivo do jogo é fazer gol na baliza do 
oponente.
Regras:
 • Não é permitido tocar a bola com os pés.
 • Nenhum competidor pode entrar na área, com ou sem bola. Se um participante de ataque entrar na área, a 
posse de bola passa para a outra equipe; se um participante de defesa entrar na área, deve ser cobrado tiro livre 
a uma distância de 5 m, partindo da linha de fundo entre os dois cones.
 • Quando estiver com a bola, o competidor pode se deslocar em até três passos para passá-la ou arremessá-la. O 
tempo máximo de permanência com a bola é de 5 segundos.
 • A bola pode ser interceptada depois de um passe, mas não é permitido tirá-la da mão do oponente. 
 • Sempre que um competidor for tocado pelo seu marcador, cobra-se falta no local da ocorrência.
 • Quando a bola sair pela lateral, os competidores cobram tiro lateral pisando em cima da linha. Quando a bola 
tocar em um participante de defesa e sair pela linha de fundo, cobra-se tiro de canto.
 • Para ser considerado o gol, a bola não pode passar da altura máxima dos cones.
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Orientações Metodológicas – Educação física
58 5º. ano – Volume 4
Proponha uma conversa para que os alunos articulem seus pontos de vista e verifiquem a necessidade de chegar 
a um consenso para a continuação do jogo e debatam sobre as adaptações incluídas para torná-lo melhor.
Aula 5 – Função didática: instrumentalização
Pergunte aos alunos: Passe, chute, condução de bola e drible são fundamentos do futebol. Vocês conseguem 
identificá-los? Já os realizaram?
Golzinho 
Proponha aos alunos querealizem o Golzinho para exercitar dribles, passes e chutes de precisão. Para isso, orga-
nize a turma em duplas e separe a quadra em quatro minicampos, cada um com duas balizas que podem ser demar-
cadas por cones e uma área delimitada com giz. 
O objetivo é que os alunos façam gols sem invadir a área. Conforme o número de duplas, deve haver um rodízio 
na quadra a cada 5 minutos. As duplas vitoriosas permanecem, e as que aguardam na fila posicionam-se em quadra 
para a próxima rodada. No caso de empate, as duas equipes vão para a fila.
Estúdio G
uerra. 2014. D
igital.
Área do gol
Área do gol
Regras:
 • Se um competidor encostar a mão na bola dentro da área, é falta. No caso de falta cometida por atacantes, a 
bola é da equipe de defesa e a cobrança é feita no local da ocorrência em dois toques. Caso seja cometida por 
defensores, é marcado um pênalti a ser cobrado a uma distância predeterminada por você.
 • As faltas comuns são cobradas em dois toques, no local de ocorrência.
 • As cobranças de lateral devem ser cobradas com os pés.
 • O tiro de meta é cobrado em cima da linha de fundo, como se fosse um lateral.
 • A cada gol, a bola recomeça no centro da miniquadra.
59
Minifutebol 
O objetivo é evidenciar para os alunos a dinâ-
mica de um jogo de futebol. Mesmo que seja reali-
zado em uma estrutura espacial menor, as noções 
básicas de deslocamentos e de uso dos fundamen-
tos desse esporte podem ser experimentadas e 
exercitadas nos minijogos. Mantenha a estrutura 
usada para o jogo de Mini-handebol. 
Regras:
 • Não é permitido tocar a bola com as mãos.
 • A cobrança de lateral é realizada com os pés, e o competidor não pode pisar na linha ou dentro do campo 
durante a cobrança.
 • Todas as outras regras são iguais às utilizadas no Mini-handebol.
Pergunte aos alunos: Quais os principais fundamentos utilizados? Quais fundamentos precisam ser melhorados? 
Como meninas e meninos jogaram juntos nessas práticas? Houve conflitos? Quais?
Aula 6 – Função didática: aplicação
Converse com a turma sobre a ideia da realização do torneio e o que é preciso para colocá-lo em prática. Per-
gunte a eles como cada um pode contribuir para fazer desse momento o mais harmonioso possível. Oriente aos 
alunos sobre a importância do cumprimento das regras.
Torneiro de minijogos em quadra
Separe a quadra em três miniquadras e organize a turma em seis equipes mistas. Na primeira miniquadra, o 
Minifutebol (com cones formando a baliza); na segunda, o Minibasquetebol; na terceira, o Mini-handebol (com dois 
cones em cada linha de fundo). As regras são as já praticadas.
Os resultados dos jogos podem ser registrados no quadro. As equipes devem jogar entre si em forma de rodízio.
Pontuação: vitória, 3 pontos; empate, 2; derrota, 1.
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Orientações Metodológicas – Educação física
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6. Corridas, saltos e arremessos: 
conhecendo o atletismo
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Orientações Metodológicas – Educação física
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7. Dos desafios da oposição à compreensão das lutas 
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8. Experimentação de minijogos 
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