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Ana Carolina – 108 
 
Couro Cabeludo 
ED 
1. Identificar as 5 camadas e suas principais 
características. 
2. Definir couro cabeludo propriamente dito 
3. Para quais regiões da cabeça o tecido conectivo 
frouxo (tela subcutânea) é contínuo? 
4. Irrigação, drenagem e anastomoses da região 
5. No escalpelamento quais camadas são 
avulsionadas? 
6. As margens de uma laceração podem se afastar 
7. bastante ou não. Como explicar anatomicamente? 
8. Essas lacerações sangram muito? Quais fatores 
podem influenciar nesse sangramento? 
9. Uma infecção ou hematoma na tela 
subaponeurótica do couro cabeludo pode se 
disseminar para outra região? Qual (is) e como? 
10. Uma infecção no couro cabeludo pode se difundir 
para cavidade craniana? 
Geral 
• Parte superior de revestimento do crânio. 
Dividido em 5 camadas: 
o Pele 
o Tela subcutânea (tecido conjuntivo denso) 
o Aponeurose epicrânica (gálea aponeurotica): 
tendão do m. occipitofrontal 
o Tecido conjuntivo frouxo (sub-aponeurótico): 
esse tecido que permite a movimentação do 
couro cabeludo; 
o Pericrânio (periósteo do crânio) 
 
 
 
 
Na face e no couro cabeludo não existe fáscia de 
revestimento muscular! 
Pele 
• Folículos pilosos: grande quantidade de pelos para 
proteção de luz solar. 
• A transição entre o couro cabeludo e a face é 
imprecisa. 
• Espessa 
• Glândulas sudoríferas 
• Glândulas sebáceas 
Tela subcutânea 
• Espessa 
• Tecido conjuntivo denso: adere a pele acima na 
aponeurose embaixo. Essas três camadas passam 
a funcionar como uma única. 
• Contém artérias, veias e nervos superficiais. 
Clínica: Corte na cabeça. Incisão no couro cabeludo 
que atravessa a pele já pode atingir um vaso sanguíneo 
e sangrar bastante porque: 
1. Artéria: sangue arterial (= vermelho) da tela 
subcutânea; pressão venosa é extremamente baixa em 
posição ereta. 
2. Anastomose: Sangra dos dois lados da ferida, 
porque as artérias da cabeça que vão em direção à linha 
mediana do lado D se anastomosam com as do lado E. 
Ana Carolina – 108 
 
3. Tecido conjuntivo denso: uma das primeiras ações 
de uma artéria para reduzir o sangramento é uma 
retração elástica. O tecido conjuntivo denso impede a 
retração, possibilitando amplo sangramento. 
Aponeurose epicrânica 
 
• M. occipitofrontal: ventre frontal, aponeurose 
epicrânica, ventre occipital. 
o Ventre frontal: fixação na pele subjacente 
ao supercílio e na aponeurose epicrânica. 
Contração: elevação do supercílio. 
o Ventre occipital: fixação óssea nas linhas 
nucais superiores e fixação na aponeurose 
epicrânica. Contração: ajuda a elevação do 
supercílio. 
Obs: as linhas nucais superiores marcam a divisão 
entre cabeça (acima) e pescoço (abaixo). 
Clínica: Rugas. A direção das fibras do m. 
occipitofrontal é anteroposterior. As rugas se formam 
perpendiculares à essas fibras, ou seja, látero-
lateralmente, sendo pregas transversais. 
• Na região temporal, essa camada se continua até o 
arco zigomático, mudando seu nome para fáscia 
temporoparietal (lâmina continua com o m. 
occipitofrontal onde estão os Mm. auriculares). 
Obs: A fáscia temporoparietal é aponeurose! Apenas 
resolveram chamar de fáscia, mas não é fáscia de 
revestimento. 
• M. epicrânico: m. occipitofrontal + fáscia 
temporoparietal. 
Tecido conjuntivo frouxo (sub-aponeurótico) 
• Permite a movimentação do couro cabeludo 
propriamente dito. 
• Fina 
Clínica: Área perigosa do couro cabeludo. Fácil 
disseminação de pus ou sangue (hematomas). O tecido 
conjuntivo, por ser frouxo, não segura uma infecção ou 
sangramento que chega nesse espaço. Uma bactéria 
digere mais facilmente um tecido conjuntivo frouxo, 
com pouco colágeno, do que um denso. Assim, a 
infecção se difunde nesse plano. 
Perigo: contém veias emissária, as quais comunicam 
a circulação do sangue intracraniano com a circulação 
do sangue extracraniano. Essas veias não possuem 
válvulas e permitem que o sangue flua nos dois 
sentidos. 
Isso significa que uma infecção do couro cabeludo pode 
se tornar uma meningite ou, ainda, uma encefalite. 
O sangue derramado no espaço subaponeurótico 
escorre e vai formar um hematoma periorbital dos 
dois lados (D e E). O m. occipitofrontal, na fronte, se 
fixa na pele. Então, o sangue passa debaixo do ventre 
frontal do m. occipitofrontal e pode chegar na órbita. 
 
Clínica: Acesso cirúrgico da calota craniana. 
Em caso de cirurgia, o melhor é manter o periósteo 
íntegro. Tenta-se retirá-lo íntegro para devolver íntegro 
para que ele regenere o osso que foi mexido. 
A nutrição dos ossos da calota craniana é feita pela a. 
meníngea média, que está dentro do crânio. Então, por 
ser nutrido de dentro, o acesso amplo exterior não 
causa necrose do osso nem perda de vascularização.

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