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XXI 
 
 
LIPÍDEOS DA MEMBRANA CELULAR 
1. A BICAMADA LIPÍDICA 
 A mp é uma bicamada lipídica. Sua estrutura contém lipídeos e 
proteínas (lipoproteica) É disposta de forma espontânea” para 
diminuir a exposição das partes apolares a agua- o ambiente aquoso 
que “impõe” essa estrutura de bicamada; 
 O modelo do “mosaico fluído”: a 
membrana é um conjunto de pequenas peças-lip e prot- com fluidez, ou seja, essas moléculas se 
difundem ao lado uma das outras, está sempre se “movimentando” no plano horizontal (mais comum). 
 
 IMPORTÂNCIA: 
o Delimita/Separa a célula do meio extracelular 
o Delimitam os compartimentos intracelular (núcleo, organelas e vesícula); 
o Controlam o transporte de solutos entre compartimentos 
o Controlam gradientes de íons entre o citosol e meio extracelular 
o Participam de vias bioquímicas cruciais para a vida celular (ex: produção de ATP através de 
proteínas acopladas na membrana interna da mitocôndria) 
o Transferem informações do meio extracelular para o meio intracelular através de receptores de 
molecular sinalizatórias da membrana; 
 
2. COMPOSIÇÃO LIPÍDICA DA MEMBRANA PLASMÁTICA 
 Lipídeos são moléculas anfipáticas- região polar e apolar 
 GLICEROFOSFOLIPÍDEOS 
 Arcabouço de glicerol+ duas caudas de hidrocarbonetos (nos c1 e c2 do glicerol. No c3 temos 
ligado ao fosfato o qual se liga a diferentes grupos cabeça (como por exemplo, uma colina) 
 A fosfatidiletanolamina, a fosfatidilserina e a fosfatidilcolina são os principais fosfoglicerídeos 
das membranas das células de mamíferos 
 ESFINGOLIPÍDEOS 
 Lipídeos contendo ESFIGOSINA: uma cadeia acila (hidrocarboneto) contendo dois grupos 
hidroxila- OH e um grupamento amina- NH3 nos três carbonos de suas extremidades. 
 
 
XXI 
 
 COLESTEROL 
 Esterol presentando cabeça polar (hidroxila-OH), um corpo apolar rígido contendo 4 anéis 
esteroides e uma cauda de hidrocarbonetos. 
 Essa estrutura rígida do anel, confere maior resistência a membrana 
 
 GLICOLIPÍDEOS- voltados para o extracelular 
 Apresentam glicídios na sua cabeça apolar 
o Glicofosfolipídeos 
o Glicoesfignolipídeos 
 São sempre encontrados no folheto externo da bicamada lipídica, expondo seu grupo-cabeça 
glicídio para o meio extracelular. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Obs: sinalização micomica (?)- disposição de fosfodilserina na membrana 
externa que sinaliza (carga negativa) para macrófagos que aquela célula irá 
morrer. Isso faz com que essa célula seja fagocitada. 
3. PROPRIEDADES DA BICAMADA LIPÍDICA: 
 Fosfolipídios se movem pela MP de várias formas: 
o Bilateral- não catalisada 
o Flip-flop não catalisada 
o Flip-flop catalisada 
 Ocorre pela FLIPASE (coloca pra INSIDE) E FLOPPASE 
(coloca os fosfolip para o OUTSIDE) E SCRAMBASE (move o fosfolipídio nas duas direções a fim de 
equilibrar as 
concentrações dos 
fosfolip nas duas 
membranas). 
 A fluidez da 
MP depende da sua 
composição 
 
XXI 
 
 INSATURAÇÃO DE HIDROCARBONETOS ALTERA A FLUIDEZ DA 
MP: 
 As instaurações das cadeias da MP aumentam a fluidez da 
MP visto que a diminui a interação entre os fosfolipídios. 
 Uma maior instauração da bicamada gera uma MP mais 
delgada (cadeias menores porque tem dobras). Com 
maior saturação , ela é mais espessa 
 As saturações conferem maior rigidez- ligação entre as 
cadeias 
 COLESTEROL-A rigidez das moléculas de colesterol torna a membrana menos propensa a 
deformações- menos suscetível a rupturas. 
 
 
 DOMÍNIOS DE MEMBRANAS 
 ‘RAFTS’ de Membrana são microdomínios distintos da membrana plasmática- são domínios 
especializados de membranas, mais espessas, com proteínas exclusivas que se concentram 
nestas regiões 
 Esses rafts apresentam uma área da MP que são formados por hidrocarbonetos saturados 
(camada mais alta). Existem maior quantidade de proteínas nessas ilhas- aérea de menor 
fluidez- “continente” que ficam se movendo pela MP. Essas espécies de proteínas nesses 
rafts, faz com que cada “continente” tenha uma função. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
XXI 
 
PROTEÍNAS DAS MEMBRANAS
 
Proteínas integrais 
1. Proteínas transmembrana de passagem única 
2. Proteína transmembrana de múltipla passagem 
3. Proteína transmembrana enrola em barril 
Ancoradas a um dos lados da MP- são estáveis 
4. Proteína ancorada através de uma parte de sua estrutura 
5. Proteína ancorada por uma ancora de ácido graxo 
6. Proteína ancora por uma ancora GPI (glicosilfosfatidillinositol) 
Proteínas associadas indiretamente á membranas- interagem fracamente com proteínas integrais de membrana- 
ligam/desligam muito facilmente 
7. Proteína periférica de membrana (intercelular) 
8. Proteína periférica de membrana (extracelular) 
 
 
 Estruturas em alfa-hélice cruzam a MP 
 Aminoácidos destas alfa-hélices são comumente 
hidrofóbicos e interagem com os lipídeos da membrana; 
 Interação entre alfa-hélices de uma proteína auxilia seu correto 
dobramento 
 Proteínas contendo folhas-beta cruzam a MP formando “barris”- formam 
canais transmembrana, por onde substâncias atravessam a MP. 
 
 Algumas proteínas de membranas dão glicosiladas (processo de adição de 
uma cadeia de carboidratos a uma molécula) 
o Glicosilação sempre voltada para o meio externo! 
GLICOCÁLIX- conjunto das cadeias de glicídios de um MP 
Funções: 
1. Capa de proteção contra agressões à M. celular – física e químicas 
2. Reconhecimento e interação cel-cel 
3. Retenção de íons, nutrientes e enzimas. Facilita o reconhecimento pelos receptores 
Obs: Como oligo e polissacarídeos absorvem água, eles conferem à célula uma superfície 
lubrificada. 
DIFUSÃO DE PROTEÍNAS 
 Difundem lateralmente pela MP-devido ao mosaico fluído 
 O movimento de algumas proteínas é restrito a uma determinada região da membrana- ex: em um 
enterócito tipos de proteína responsável pela absorção de nutrientes. Isso ocorre na superfície apical da 
célula de modo que não é necessário com que essa proteína esteja na região basal, por isso esse movimento 
é restrito. Quem setoriza essas áreas da membrana são as zonas de junção ocludente. 
 
 
XXI 
 
 
TRANSPORTADORES DA MP 
 A permeabilidade relativa da MP restringe difusão de algumas moléculas- moléculas hidrofóbicas passam e 
polares e íons, não. 
 Por isso existem as proteínas- elas tornam possível o transporte de íons e moléculas polares 
 PROTEÍNAS DE TRANSPORTE DE MEMBRANA FAVORECEM A TRANSFERÊNCIA DE SUBSTÂNCIA ATRA´VE DE 
MEMBRANAS CELULARES 
 PROTEÍNAS TRANSPORTADORAS E CANAIS ÍONICOS= fornecessem uma via de passagem sem contato com a parte 
apolar da membrana 
o Transportadores= requer mudança conformacional ára cada íon/molécula transportadas 
o Canal= mudança de conformação de canais alteram seu estado de 
fechado para aberto: uma vez aberto um canal permite a passagem 
contínua de íons/moléculas; passagem sempre de acordo com o 
gradiente da molécula. 
O TRANSPORTE PODE SER PASSIVO OU ATIVO 
o PASSIVO: ocorre quando ele é a favor do gradiente de concentração e, 
por isso, não necessita de energia para acontecer (pode ser 
transportador ou canal) 
o ATIVO: transporte contra o gradiente de concentração de modo que 
necessita uma energia extra para ser realizado (sempre através de um 
transportador que agem por meio de comporta!!) 
 
 
 O GRADIENTE ELETROQUÍMICO DE UM 
ÍON ALTERA SEU TRANSPORTE 
o Em uma membrana com potencial, a 
força do gradiente pode ser alterado. 
Conforme pode ser observado na figura: a 
presença de uma maior concentração de 
íons positivos fora da membrana (no 
segundo caso) somado a maior 
concentração de íons positivos azuis fora 
também, faz com que a força do gradiente 
de concentração e o eletroquímico sejam 
somados, e com isso o cátion azul tende a 
entrar na célula com mais “força”; 
 
o Gradiente eletroquímica leva em consideração a concentração do íon e a polaridade da membrana 
podendo alterar a “velocidade”/”força” desse transporte (Concentração e carga do ambiente) 
o GRADIENTE ELETROQUÍMICO= GRADIENTEDE CONCETRAÇÃO+GRADIENTE ELÉTRICO 
 
 
XXI 
 
 
 O TRANSPORTE ATIVOS TRANSFERE UMA 
SUBSTÂNCIA CONTRA SEU GRADIENTE 
ELETROQUÍMICO 
o Necessita de alguma fonte de energia 
para realizar a transferência de 
substâncias contra um gradiente 
o Podem ser: T acoplado, por ATP ou por 
luz; 
 Transportador acoplado= é capaz de 
transportar um a favor e outro contra o 
gradiente. (Transporte ativo secundário- 
não depende diretamente de ATP) - a energia do gradiente é o suficiente para a transferência da outra parte 
contra o gradiente; os transportadores acoplados ligam o transporte desfavorável de um soluto através da 
membrana ao transporte favorável de outro 
(transferência de energia cinética). 
O gradiente de um soluto pode ser usado 
para estimular o transporte ativo de uma 
segunda molécula/ O movimento favorável 
do primeiro soluto de acordo com seu 
gradiente fornece energia para impulsionar o 
transporte desfavorável do segundo soluto. 
o SIMPORTE: dois solutos são transportados 
para a mesma direção (ex: Transportador 
de glicose é dirigido pelo gradiente de 
Na+) 
o ANTIPORTE: dois solutos são 
transportados para direção opostas 
 TRANSPORTADOR UNIPORTE= sempre passivo/ Difusão facilitada- ocorre de acordo com o gradiente, mas a 
molécula transportada não passa diretamente pela MP. UNI porque transporta uma única molécula 
 
 EXISTEM TRÊS CLASSES DE BOMBAS ACIONADAS POR ATP- Bombas usam quebra de ATP para gerar a energia 
necessária para o transporte de soluto contra seu gradiente eletroquímico) 
o TIPO P= P do ATP interage com a bomba- mudança conformacional- transportando os íons 
o Transportados ABC= atp inteiro se liga, ação da ATPase no transportados é a molécula é transportado 
(locais: barreira hematocefálica, placenta, câncer- não permite a concentração do quimioterápico dentro 
na célula). 
A ligação de ATP leva à dimerização dos dois domínios de ligação a ATp, e a hidrólise de ATP leva à sua dissociação. Essas 
mudanças estruturais nos domínios citosólicos parecem ser transmitidas aos segmentos transmembrana, induzindo ciclos 
de alterações conformacionais que, alternadamente, expõem os sítios de ligação ao substrato para um ou outro lado da 
membrana.Dessa forma, os transportadores ABC utilizam ligação e hidrólise de ATP para transportar pequenas moléculas 
através da bicamada. 
o BOMBA DE PRÓTON TIPO-V= joga íons h+ contra o gradiente, região de ATPase 
o ATP SINTASE DO TIPO-F= deixa o próton seguir a favor do gradiente de modo a gerar ATP – essa é a 
ATPsintase. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
XXI 
 
 
 TIPOS DE CANAIS IÔNICOS 
o Os canais iônicos diferem uns 
dos outros primariamente com 
respeito 
(1) à sua seletividade iônica – o 
tipo de íons que eles permitem 
passar 
 (2) ao seu bloqueamento – as 
condições que influenciam a 
sua abertura e o seu 
fechamento. 
Tipos: 
o CONTROLADO POR VOLTAGEM 
o CONTROLADO POR LIGANTE- INTRA OU EXTRACELULAR 
o CONTROLADO MECANICAMENTE 
o Tem permeabilidade seletiva- é necessária uma interação perfeita entre o canal e o íon para retira-lo da 
sua camada de hidratação quando em solução= o canal tem que interagir com o íon da mesma maneira 
que a água. 
 Por exemplo, o íon de sódio é menor que o íon K, como ele não assume o canal de K? 
 
o AQUAPORINA: canal para molécula de água não permite passagem de íons- seletividade para a passagem 
de água não iônica, ou seja, só passa h20- devido a presença do aminoácido asparagina pois ele “satisfaz” 
a necessidade eletrônica da molécula de água, de modo que o H+ não conseguiria passar pelas moléculas 
de água (saltando). 
 TRANSPORTE DE ÍONS E O POTENCIAL DE MEMBRANA- 
o passagem de íons pela membrana estabelece um potencial elétrico de repouso; 
o em repouso, lado citosólico é mais negativo que lado extracelular! (Devido a fosfolipídios negativos, 
ácidos nucleicos, fosfatos e sulfatos) 
 A MP é um capacitor (isola as cargas) de modo que as cargas se acumulam na sua proximidade
XXI 
 
PERGUNTAS DO ED 
Como a estrutura e composição dos lipídios de membrana afeta a dinâmica das membranas celulares? 
A estrutura dos glicerofosfolipídios pode alterar a fluidez das moléculas pelo plano horizontal da bicamada lipídica. Por 
exemplo, o aumento da insaturação da cadeia de hidrocarbonetos causa um afastamento espacial dos fosfolipídios, o 
que diminui suas forças de interação e aumentam sua difusão pela membrana. Por outro lado, uma maior saturação 
dos hidrocarbonetos causa o efeito oposto, algo que é muito comum em balsas ou rafts lipídicos. 
Uma outra característica é o aumento da rigidez da membrana através do aumento da concentração de colesterol. Por 
apresentar anéis esteroides em sua estrutura, eles acabam diminuindo a possibilidade de deformações da membrana. 
Como uma proteína pode se associar à membrana? 
De três formas: 
1) Atravessando completamente a membrana: nesse caso, a proteína apresenta uma porção hidrofóbica que a ancora 
na membrana, e apresenta porções polares em ambos os lados da bicamada, voltadas para o meio aquoso. Essas 
proteínas podem ser de passagem simples ou de múltiplas passagens. São consideradas proteínas integrais da 
membrana, pois não podem ser retiradas dela. 
2) Proteínas ancoradas a um dos lados da membrana: podem estar presas à membrana por uma parte de sua estrutura 
proteica, ou por uma âncora adicionada após sua síntese (ácido graxo, cauda GPI). Podem se associar ou deixar a 
membrana em caso de mudança conformacional ou quebra da âncora. 
3) Proteínas associadas indiretamente à membrada: são proteínas que interagem com outras proteínas de membrana, 
mas não interagem diretamente com a bicamada lipídica. São presas por ligações eletrostáticas fracas, e podem 
difundir livremente para o citosol ou o meio extracelular. 
Defina transporte ativo e passivo. 
Transporte passivo: transporte pela membrana celular a favor do gradiente eletroquímico 
Transporte ativo: transporte pela membrana celular contra o gradiente eletroquímico, necessitando de uma fonte de 
energia para ser realizado. 
Defina transportadores de membrana, transportadores tipo bomba, e canais iônicos 
Transportadores: Realizam o transporte de um número certo de íons ou moléculas a partir da abertura e fechamento de 
sua estrutura como uma comporta (não abrindo simultaneamente para os dois lados da membrana celular). Podem ser 
do tipo uniporte (realizam difusão facilitada de um único componente, de forma passiva) ou acoplado (transportam dois 
componentes, um a favor e outro contra o gradiente de concentração; simporte, se ambos os componentes seguem o 
mesmo sentido, e antiporte se seguem sentidos contrários). 
Transportadores tipo bomba: transportadores que utilizam a quebra de ATP para realizar transporte ativo. 
Canal iônico: proteína de membrana que se abre dos dois lados da membrana, permeabilizando-a para o íon 
correspondente a ser transportado. Somente permite transporte passivo, e permite a passagem contínua de íons 
enquanto estiver aberto.

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