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WL-OO-Apostila-01-Direito Administrativo-05

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de atender a exigência com prazos para seu cumprimento, pois já não mais trabalha
b) é obrigado a atender a todas as ordens e exigências que lhe forem feitas, pois continua recebendo do Estado
c) pode receber ordens, mas não as cumprirá se não desejar, o que vem previsto no Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado de São Paulo
d) que sem justa causa, deixar de atender a qualquer exigência para cujo cumprimento seja marcado prazo certo, terá suspenso o pagamento de seu vencimento ou remuneração até que satisfaça essa exigência
3. São penas disciplinares:
a) repreensão, suspensão, multa e demissão
b) repreensão, multa, demissão a bem do serviço público e prisão
c) repreensão, multa, exclusão e demissão
d) repreensão, suspensão e admoestação, e à prisão em alguns casos mais graves
3. A aposentadoria de Funcionário Público será cassada se ficar provado que o inativo.
a) quando em atividade, praticou falta punível com demissão a bem do serviço público
b) quando em atividade praticou falta grave punível com demissão a bem do serviço público
c) nunca poderá ser cassado, em face de direito adquirido
d) nenhuma das alternativas é verdadeira, porque se provado algo conta o aposentado será ele colocado em disponibilidade
Gabarito: 
1. d
2. d 
3. a 
4. b
TAUBATÉ
1 - A prática da ação por parte do funcionário, de que resulte prejuízo para os cofres públicos ou dano para o patrim6nio do Estado, sujeita-o a qual das seguintes penas disciplinares:
a) cassação de aposentadoria ou disponibilidade
b) muItas graves vão para o prontuário do servidor
c) demissão
d) suspensão
e) demissão a bem do serviço público
2 - Deixando, sem juta causa, de atender a exigência, para cujo cumprimento haja prazo certo, até que a atenda:
a) ficará suspenso
b) sujeitar-se-á ao pagamento de multa diária
c) será reputado ineficiente, sujeitando-se à pena de demissão
d) terá suspenso o pagamento de seu vencimento ou remuneração
e) a nenhuma pena estará sujeito
3 - Incorrendo em responsabilidade para com a Fazenda do Estado, por ter-lhe causado, na sua qualidade de funcionário e em virtude de alcance ou desfalque, prejuízos, deverá ele indenizá-la? Em caso afirmativo, repondo de uma só vez o valor do dano causado?
a) Sim. Não.
b) Não.
c) Sim. Sim.
d) Sim. Dependerá do cargo que exerça.
e) Sim. Dependerá do nível de seu vencimento ou remuneração.
4- O Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado de São Paulo (Lei Estadual no 10.261, de 28/10/1968):
a) não prescreve deveres para o funcionário
b) fixa deveres do funcionário, entre os quais o dever de ser assíduo e pontual e o de zelar pela economia e conservação do material do Estado
c) não exige que o funcionário proceda na vida pública e privada na forma que dignifique a função pública
d) permite que o funcionário use material de serviço público em serviço particular
e) garante ao funcionário a possibilidade de tratar de interesses particulares na repartição
5- A responsabilidade administrativa do funcionário:
a) não o exime da responsabilidade civil ou criminal que o caso couber
b) pode eximi-lo de qualquer outra responsabilidade
c) exime-o apenas da responsabilidade civil que no caso couber
d) exime-o tão só da responsabilidade criminal que no caso couber
e) é a única responsabilidade legal a que ele se sujeita.
Gabarito: 
1 / e 
2 / d 
3 / c 
4 / b 
5 / a
ESTATUTO DOS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS CIVIS DO ESTADO DE SÃO PAULO - Lei nº 10.261, de 28/10/1968
DIREITO DE PETIÇÃO
Direito de Petição - É o direito de pedir, de dirigir petições aos órgãos públicos, solicitando ou exigindo dos mesmos, determinadas providências em defesa de direitos ou contra ilegalidade ou abuso de poder. 
Referido direito encontra-se previsto no art. 5o, inc. XXXIV da Constituição Federal do Brasil, afirmando que "são a todos assegurados, independentemente do pagamento de taxas o direito de petição aos Poderes Públicos em defesa de direito ou contra ilegalidade ou abuso de poder."
Dessa forma, o direito de petição previsto na Constituição, aplica-se também aos Funcionários Públicos, na forma e nos termos declinados no estatuto que estamos estudando.
Art. 239 
É permitido ao funcionário requerer ou representar, pedir reconsideração ou recorrer de decisões, desde que o faça dentro das normas de urbanidade e em termos, observadas as seguintes regras:
O direito de petição se manifesta de quatro formas distintas: requerimento, representação, reconsideração e recurso. O Funcionário Público pode se valer do direito de petição fazendo um requerimento, elaborando uma representação, pedindo a reconsideração de um determinado ato, ou dele interpor um recurso. Há, portanto, quatro formas distintas de peticionar.
Requerimento é um pedido ou solicitação, objetivando a feitura ou a execução de alguma coisa, ou a satisfação de alguma pretensão. Exemplos: requerimento de férias, licença-prêmio, certidão, etc.
Representação é uma denúncia formal informando qualquer irregularidade interna. No sentido popular, seria "dedar", "entregar" alguém. Se o Funcionário Público tiver conhecimento de que um determinado colega de trabalho está tendo uma conduta desonesta ou ilegal, deverá representá-lo ("dedá-lo", "entregá-lo") ao seu superior hierárquico.
Reconsideração é a forma que o Funcionário Público tem para dirigir-se à autoridade que praticou um determinado ato e com o qual não concorda, para que ela o reveja, alterando-o.
Recurso é a forma pela qual o Funcionário Público dirigi-se a autoridade superior àquela que praticou o ato, afim de que ela o altere. 
I - nenhuma solicitação qualquer que seja a sua forma, poderá ser:
Neste caso, solicitação segue como sinônimo de petição, em qualquer uma de suas formas.
 1. dirigida à autoridade incompetente para decidi-la; e
A competência da autoridade não está ligada à sua capacidade mental ou intelectual. 
Autoridade competente nos termos da lei em estudo, quer dizer autoridade que detém poderes para apreciar o pedido que lhe foi apresentado. 
 2. encaminhada senão por intermédio da autoridade a que estiver imediatamente subordinado o funcionário; 
A petição, que deverá ser escrita, será sempre apresentada ao superior hierárquico imediato do Funcionário Público, e ela se incumbirá de encaminhá-la ao destinatário da petição. 
II - o pedido de reconsideração só será cabível quando contiver novos argumentos e será sempre dirigido à autoridade que tiver expedido o ato ou proferido a decisão;
Não poderá ser formulado pedido de reconsideração com os mesmos argumentos já apresentados. 
Também, o pedido de reconsideração deverá ser encaminhado única e exclusivamente para a autoridade que praticou o ato, pois somente ela poderá reconsiderar o ato que ela própria praticou. Somente a autoridade que praticou o ato será competente para apreciar o pedido de reconsideração, sendo qualquer outra autoridade incompetente. Se interposto frente à autoridade incompetente, o pedido será indeferido (recusado) desde logo (ver § 1o logo abaixo). 
III - nenhum pedido de reconsideração poderá ser renovado;
Não cabe novo pedido de reconsideração, pois se a autoridade que praticou o ato não o reconsiderou frente ao primeiro pedido de reconsideração, não há que se pedir novamente para ela reconsiderar aquele ato. É lógico que, se não reconsiderou no primeiro pedido, não irá reconsiderar jamais.
IV - o pedido de reconsideração deverá ser decidido no prazo máximo de 30 (trinta) dias.
Cumpre frisar com cores fortes, para que não haja confusão futura, que o prazo acima elencado é para a autoridade competente decidir, e não para o Funcionário Público apresentar o pedido.
O prazo de trinta dias não se confunde com um mês, pois temos meses com 28, 29, 30 e 31 dias.
V - só caberá recurso quando houver pedido de reconsideração desatendido ou não decidido no prazo legal;
Este inciso prevê que, para questionar um ato administrativo através da interposição de um recurso, há

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