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Ana de Luca semiologia obstetrícia Anamnese Identificação: Gesta/ para/ abortos; Estado atual: Antecedentes: Pessoais Familiares Antecedentes ginecológicos e obstétricos: Calculo da data esperada do parto (DEP) Regra de Naegele → calcular data estimada do parto; calcula com base na data de última menstruação (primeiro dia da última menstruação). Quando vira o mês, ao invés de substrair 3, substrai 2. Ex DON: gestação tópica, 28 semanas e 4 dias, segunda gravidez, 1 parto, feto único vivo, cefálico. GT: gestação tópica; G: gesta; P: para; FUV: feto único vivo; cef= cefálico; DOPP: doenças obstétricas que a paciente teve em alguma gestação anterior. Doença Hipertensiva específica da gestação: DHEG; DOPA: doenças obstétricas que a paciente “está tendo”. TPP: Trabalho de parto prematuro; RPMA: Roptura prematura das membranas amnióticas; DG: alguma doença ginecológico que tenha, como corrimento. DCC: HAS: Hipertensão arterial sistêmica. ITU: Infecção do Trato Urinário. Exame físico Sinais vitais: FC, FR, PA. Exame cardio-pulmonar. Peso: Peso pré-gestacional (PPG). Peso atual. Ganho desde a última consulta. Ganho total durante a gestação. Importante saber quanto ganhou desde a última consulta, pois algumas doenças podem ter ganho excessivo de peso, como a Doença Hipertensiva específica da gravidez → paciente retém líquido e fica edemaciada. Deve ganhar em média 10kg no total → 1kg/mes. Exame das mamas Formação do complexo aréolo-papilar. Aréola primária e secundária → sinal de Hunter. Sinal de Hunter é um sinal clínico que surge com a gravidez, corresponde ao aumento da pigmentação dos mamilos, que torna seus limites imprecisos (como se fosse um alvo). Rede de haller. Tubérculos de montgomery. Colostro. Avaliar na primeira consulta, final da gestação e quando houver queixas. Exame obstétrico Exame do abdome: Ectoscopia: hiperpigmentação da linhaalba (linha nigra), Medida da altura uterina. Avalia a estática fetal → como o bebê está la dentro. Avalia por 2 técnicas: Manobra de Leopold: PRIMEIRA MANOBRA: delimitação do fundo uterino usando ambas as mãos para deprimir a parede abdominal com as bordas cubitais. As mãos ficam encurvadas, para melhor reconhecer o contorno do fundo do útero e a parte fetal que o ocupa. Havendo quantidade suficiente de líquido anota-se o "rechaço". Com um das mãos imprimir impulso ao pólo fetal que ao deslocar desaparece, esse chamamos de "rechaço simples". E ao invés de desaparecer ele volta ao a situação primitiva chamamos de "rechaço duplo". SEGUNDA MANOBRA: ao deslizar as mãos do fundo uterino para o pólo inferior tenta-se palpar o dorso fetal e os membros → vê se o dorso esta na direita ou esquerda. TERCEIRA MANOBRA: serve para explorar a mobilidade do pólo fetal que se apresenta em relação com o estreito superior do trajeto pélvico. Tenta-se apreender esse pólo fetal entre o polegar e o indicador da mão direita, imprimindo movimentos laterais para procurar precisar o grau de penetração da apresentação no quadril → palpa escava para ver apresentação cefálica. QUARTA MANOBRA: com as extremidades dos dedos, palpa-se a pelve para tentar reconhecer o pólo cefálico ou o pélvico, e assim, determinar o tipo de apresentação do feto → ver se insinuou ou não. ⠀ Medida da altura uterina: Coloca fita na púbis e vai até o fundo do útero. Tem que encostar na barriga da paciente! De 24 a 34 semanas fica igual o número de semanas e de centímetros. Ausculta do BCF: com o sonar. 120 a 160 = normal. Dinâmica uterina Se esta tendo contração e quantas. 2 tipos: De Braxton Hicks → durante a gravidez → inefetivas, não dilatam o colo. Contrações de Parto → efetivas → dilatam o colo: Medir intensidade + frequência + duração. Exame ginecológico Especular: objetivos: Coleta de colpocitologia oncótica. Avaliação da anatomia dos órgãos genitais. Avaliação da secreção vaginal. Diagnóstico de amniorrexe. Toque: 1 consulta → avaliar competência do colo/vol.uterino. Avaliação de trabalho de parto prematuro. Após 34 semanas → modificações prévias ao parto. Exames complementares