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AMANDA JÚLIA - BRUNA KAROLAYNE - FLÁVIA FERREIRA - YASMIN NOBRE
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
PATOLOGIA CLÍNICA
PROTEINÚRIA
MACRO E
MICROALBUMINÚRIA
PROTEINÚRIA
Condição de presença de proteínas na
urina;
Marcados sensível para lesão renal e
doenças cardiovasculares;
Importantes implicações diagnósticas e
prognósticas;
Exige mais atenção e cuidados do que
se tem dado atualmente.
DEFINIÇÃO
DOENÇA RENAL
CRÔNICA (CRA)
Sintomatologia discreta, inexistente
ou tardia;
Crescimento na prevalência
associado por outra doenças
sistêmicas;
Evitar a progressão para síndrome
nefrótica e insuficiência renal
terminal.
Doenças tubulointersticiais;
Proteínas de baixo peso molecular, como 2-
microglobulina, proteína transportadora de
retinol, lisozima e cadeias leves de
imunoglobulinas;
Enzimas, como N-acetil-beta-d-
glucosaminidase, alanina-aminopeptidase,
fosfatase alcanila, gama-glutamil-
transferase e glutationa-transferase;
Teste de escolha na detecção de disfunção
tubular proximal.
PROTEINÚRIA
TUBULAR
DEFINIÇÃO
ALBUMINA
Proteína de alto peso molecular mais
abundante no plasma
A pequena quantidade de proteína na
urina normal consiste principalmente em
proteína secretada pelos túbulos
Sua excreção normal não ultrapassa 20
mg/dia.
No total, a excreção de proteínas na urina
é geralmente inferior a 150 a 200 mg / dia.
MICROALBUMINÚRIA MACROALBUMINÚRIA
 
Quando a excreção de albumina se
encontra na faixa de 30-300 mg/dia, é
chamada de microalbuminúria
 
Pacientes estáveis em tratamento
ambulatorial sem complicações agudas
Se , deve ser repetida. Se 
 novamente, iniciar o tratamento.
 
Valores superiores a 300 mg/dia são
chamados de proteinúria ou
macroalbuminúria.
Se , deve ser repetida. Se ,
iniciar o tratamento. Se , repetir em 1
ano.
 
Excelente correlação com a proteinúria
medida em urina de 24 horas
A primeira urina da manhã é a mais
indicada, no entanto o exame pode ser
realizado em qualquer amostra
Método mais sensível e preciso para
detectar mudanças na permeabilidade
glomerular.
MEDIÇÃO
MEDIÇÃO DIRETA DA ALBUMINA
TESTES UTILIZADOS
VARETA DE MEDIÇÃO DE URINA TESTE DE PRECIPITAÇÃO COM
ÁCIDO SULFOSSALICÍLICO NA
URINAAbordagem semi quantitativa;
Identificação inicial da albuminúria
patológica;
Método fácil, rápido, barato de realizar e
tem um alto valor preditivo negativo;
Menos sensível do que a quantificação
direta e está sujeitos a interpretações
errôneas:
Interpretação dos códigos de cores
manual;
Coloração por compostos ou drogas.
Detecta globulina e proteínas de Bence-
Jones além da albumina;
Teste fácil e barato de realizar e tem um
desempenho particularmente bom na
urina alcalina;
Depende da leitura da turbidez, logo pode
fornecer resultados falso-negativos
quando a urina está altamente
tamponada, diluída ou turva.
TESTES UTILIZADOS
RELAÇÃO ALBUMINA-CREATININA NA
URINA
TAXA DE EXCREÇÃO DE ALBUMINA
NA URINA
A excreção de creatinina urinária é
razoavelmente estável ao longo de 24
horas (1 g/d) e, portanto, as alterações na
proporção de albumina creatinina (ACR)
na urina refletem nas alterações na
excreção urinária de albumina (EAU).
Quantificação de EAU às vezes é
realizada como confirmação de
albuminúria patológica;
Para quantificação EAU, uma coleta
de urina de 24 horas, iniciada após a
primeira urina da manhã e
continuado por 24 horas depois
disso;
A quantificação de albumina na
coleta de urina de 24 horas fornece
então a taxa de excreção urinária de
albumina por dia.
PLEXO BRAQUIAL
URINA DE 24 HORAS X
COLETA LOCAL A medição da albuminúria
geralmente é realizada em uma
amostra aleatória de urina;
É menos preciso do que a urina de
24 horas.
URINA EM PONTOS ALEATÓRIOS
Varia com o estado de hidratação, com a
posição, esforço e outros fatores
(gravidez);
A excreção de albumina na urina tem
ritmo circadiano, com maior excreção
durante o dia em comparação à noite;
A média de 24 horas geralmente é
considerada o padrão ouro da medição
da albuminúria.
URINA DE 24 HORAS
Supre as limitações do teste anterior;
Fornece uma média de tempo para a
excreção de albumina que ocorre
durante as horas de sono (8 horas);
Menor variação intra individual em
comparação com o ACR da urina
aleatória e variação equivalente aos
UEA de 24 horas.
PRIMEIRA URINA DA MANHÃ
Os testes de detecção de albumina na urina foram
menos examinados para fins de padronização;
A harmonização entre os ensaios é pobre;
O imunoensaio é o método mais comumente usado
para detectar os níveis de albumina urinária, mas ele
subestima a albumina urinária, provavelmente
devido à sua incapacidade de se ligar à albumina
imuno-reativa;
A Federação Internacional de Química Clínica e
Medicina Laboratorial criou um grupo de trabalho
para desenvolver recomendações para padronização
da medição de albumina urinária.
ENSAIOS E PROBLEMAS NA MEDIÇÃO
MÉTODOS DE AVALIAÇÃO E ASSOCIAÇÃO
COM RESULTADOS CLÍNICOS 
ALBUMINÚRIA X RESULTADOS DE SAÚDE 
Varia entre os métodos de avaliação.
Padrão ouro é a excreção urinária de
albumina (EAU) de 24h. No entanto, a
proporção de albumina creatinina (ACR)
na primeira micção matinal tem um
desempenho igual ou maior que o EAU
de 24h na previsão de desfechos
cardiovasculares, renais e outras
mortalidade.
A excreção de creatinina urinária é um
forte preditor de IR, mortalidade em
população no geral e em indivíduos com
DRC.
CLASSIFICAÇÃO COM BASE NA ALBUMINÚRIA
DRC
As diretrizes do KDOQI e KDIGO
recomendam a incorporação dos testes
de albuminúria na avaliação da função
renal, com um nível de ACR de 30mg/g
ou mais.
A KDOQI recomenda que a triagem
inicial seja realizada com ACR no início
da manhã ou tira reagente de urina e que
o monitoramento deve quantificar a
albuminúria usando a ACR, com uma
proporção de proteína para creatinina 
 como uma alternativa aceitável quando
a ACR exceder 500 a 1.000mg/g.
As diretrizes do KDIGO recomendam a
triagem inicial com um ACR no início da
manhã, com outras alternativas, sendo
uma proporção de proteína para
creatinina, seguida por uma fita reagente
de urina. O nível de albuminúria
corresponde diretamente a um risco
aumentado de resultados adversos para a
saúde . 
Semelhante a min/1,73 m2 para TFG, a
albuminúria patológica tem diretriz
KDOQI listada dependendo dos testes:
> limiar de 60 mL 
limiar de 30 mg/g 
CLASSIFICAÇÃO COM BASE NA ALBUMINÚRIA
DRC
maior que 17 mg / g para homens 
maior que 25 mg/g para mulheres 
mulheres têm menor excreção de
creatinina urinária do que os homens.
Os vários valores de corte anteriores, do que
30mg/dia com base em EAU de 24 horas,
eram:
Com base na ACR e maior que 3mg/dL para
quantificação de albumina urinária. As
recomendações específicas de sexo foram
formadas com base em um único estudo
entre pacientes diabéticos
Relacionados aos rins
Mortalidade cardiovascular
Outras causas de mortalidade
Estudos subsequentes mostraram que os
indivíduos com um ACR de 30 mg/g ou mais
tem um risco aumentado:
Mesmo em níveis normais de TFG, sem
variação por sexo, idade ou raça / etnia.
REFERÊNCIAS
KIRSZTAJN, Gianna Mastroianni. Avaliação de função renal. J. Bras. Nefrol., v. 31, n. 1 suppl. 1, p. 14-20,
2009.
VART, Priya; GRAMS, Morgan E. Measuring and assessing kidney function. In: Seminars in
nephrology. WB Saunders, 2016. p. 262-272.
PHILLIPS, Patrick J.; PHILLIPOV, George. Diabetes monitoring-albuminuria: frequently asked
questions. Australian family physician, v. 36, n. 9, 2007.
DE SOUZA MENDES, Renata; BREGMAN, Rachel. Avaliação e metas do tratamento da proteinúria.
Rev Bras Hipertens vol, v. 17, n. 3, p. 174-177, 2010.

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