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CONSTITUIÇÕES
DA ANTIGA FRATERNIDADE DE
MAÇONS LIVRES E ACEITOS
SOBA
GRANDE LOJA UNIDA DA
INGLATERRA
CONTENDO AS ANTIGAS OBRIGAÇÕES,
LEIS, REGULAMENTOS,
ETC. ETC.
PUBLICADO COM A AUTORIZAÇÃO DA
GRANDE LOJA UNIDA DA INGLATERRA
LONDRES
FREEMASONS' HALL
GREA T QUEEN STREET, WC2B 5AZ
2021
A seguir, são apresentadas as principais edições do
Livro das Constituições, publicadas desde a formação
da Grande Loja Unida da Inglaterra:
1815
1819
1827
1841
1847
1853
1855 1873 1919 1960 1995
1858 1884 1922 1965 1999
1861 1896 1926 1970 2001
1863 1901 1940 1979 2003
1867 1911 1947 1984 2005
1871 1917 1955 1989 2007
© U. G.L. of E. 2021
REGISTRO DE ALTERAÇÕES AO
LIVRO DAS CONSTITUIÇÕES 2020
2009
2012
2014
2016
2019
Alteração No.
Data da aprovação
Data de Inclusão
pela Grande Loja
ÍNDICE
Aprovação
Resumo das Antigas Obrigações e Regulamentos
Propósitos e Relacionamentos da Ordem
Princípios Básicos para Reconhecimento de Grandes Lojas
Regulamento Geral e Leis para Direção da Ordem:
A Grande Loja
Grande Lojas Metropolitanas, Provinciais e Distritais
Lojas Ultramarinas e não subordinadas a um Distrito
Overseas Grand Rank
As Lojas
A Comissão de Assuntos Gerais
Paramentos, Vestimentas, Emblemas e Joias
Taxas e Contribuições
Corte de Apelações, Etc ...
As Obrigações de um Maçom
Ilustrações das Joias, Correntes, Colares e Aventais
Supremo Grande Capítulo
Index
Vl
..
Vil
X
XIV
1
24
46
46
48
108
113
130
133
142
152
GRANDE LOJA UNIDA
DA INGLATERRA
A GRANDE LOJA
Aprovou esta edição revisada do Livro das Constituições e a
Comissão de Assuntos Gerais supervisionou a sua publicação.
GRANDE SECRETÁRIO
Freemasons' Hall, Londres
2ª Edição da tradução em português autorizada pelo
R.W.Bro. John Charles Woodrow
Grão Mestre Distrital
Grande Loja Distrital da América do Sul, Divisão Norte.
Maio de 2021.
VI
Resumo das
A NTIGAS OBRIGAÇÕES E REGULAMENTOS
Para serem lidas pelo Secretário (ou Secretário em
exercício}, ao MESTRE ELEITO, antes da sua
Instalação na Cadeira da Loja
1. Concordais em ser um homem honrado e sincero e obedecer
rigorosamente a lei moral?
2. Deveis ser um cidadão pacífico e disposto a Obedecer às Leis
do país de vossa residência.
3. Prometeis não tornar parte em conspirações contra o Governo,
mas, pacientemente, submeter-vos às decisões da Suprema
Magistratura?
4. Concordais em manter o devido respeito a Autoridade Civil,
trabalhar diligentemente, viver respeitavelmente e agir honradamente
com todos os homens?
5. Concordais em reverenciar os Antigos Dirigentes e Patronos da
Ordem Maçônica, e os seus sucessores regulares, supremos e
subordinados, de acordo com seus cargos e a submeter-vos às
decisões e resoluções de vossos Irmãos, em Loja aberta, sempre de
acordo com as Constituições da Ordem?
6. Concordais em evitar desentendimentos e contendas
particulares e guardar-vos contra a intemperança e os excessos?
..
Vil
RESUMO DAS ANTIGAS OBRIGAÇÕES
7. Concordais em ser cauteloso em vosso procedimento, cortês
para com os vossos Irmãos e fiel à vossa Loja?
8. Prometeis respeitar os Irmãos regulares e verdadeiros,
ignorando os impostores e a todos os dissidentes do plano original da
Franco-Maçonaria?
9. Concordais em promover o bem geral da sociedade, cultivar as
virtudes sociais, a propagar o conhecimento da Arte Mística, tanto
quanto possa caber em vossa influência e habilidade?
10. Prometeis render homenagem ao Grão Mestre em exercício e
aos seus Oficiais, quando devidamente instalados, e a respeitar
rigorosamente todos os Editos da Grande Loja?
11. Admitis que não é da alçada de nenhum homem, ou gn1po de
homens, fazer alterações e inovações na Sociedade Maçônica sem o
consentimento da Grande Loja?
12. Prometeis atender regularmente a todas as convocações e
comunicações da Grande Loja, quando receberdes os avisos da
mesma, e dedicar-vos aos deveres de Franco-Maçonaria, nas ocasiões
próprias e convenientes?
13. Admitis que nenhuma Loja nova pode ser formada sem a
permissão do Grão Mestre ou do seu Adjunto, e que nenhum
favorecimento deve ser dado a qualquer Loja irregular ou a qualquer
pessoa nela iniciada; que nenhum cortejo público de Maçons, vestidos
com as insígnias da Ordem, pode ser realizado sem a permissão do
Grão Mestre ou de seu Adjunto?
14. Admitis que ninguém pode ser feito Maçom ou admitido como
membro de qualquer Loja sem prévio aviso e devida sindicância sobre
o seu caráter, e que nenhum Irmão pode ser passado a um Grau mais
elevado, senão em estrita conformidade com as Leis da Grande Loja?
Vlll
RESUMO DAS ANTIGAS OBRIGAÇÕES
15. Prometeis que nenhum visitante será recebido na vossa Loja sem
o devido exame e a apresentação de documentos que comprovem a
sua iniciação numa Loja regular?
Na conclusão da leitura, o Mestre Instalador se dirige ao Mestre
Eleito com as seguintes palavras: Prometeis manter e submeter-vos a
estas Antigas Obrigações e Regulamentos, como os Mestres têm feito
em todos os tempos? Após a resposta afirmativa, segue-se a
Cerimónia de Instalação.
IX
PROPÓSITOS E RELACIONAMENTOS
DA ORDEM
Aceito pela Grande Loja em 7 de setembro de 1949
Em agosto de 1938, as Grandes Lojas da Inglaterra, Irlanda e Escócia
concordaram na emissão de uma declaração, idêntica em seus termos
para todas elas, respeitado O nome de cada respectiva Grande Loja.
Essa declaração, que foi intitulada de: "Propósitos e Relacionamentos
da Ordem", esta' vazada nos seguintes termos:
1. A Grande Loja Unida considera necessário reafirmar
periodicamente, de forma precisa, os objetivos da Maçonaria,
conforme praticados consistentemente em sua jurisdição, desde que
se tornou um corpo maçônico organizado, em 1717, bem como definir
os princípios que regem as suas relações com as outras Grandes Lojas
com as quais mantém convívio fraternal.
2. Em vista das solicitações recebidas e de algumas declarações
recentemente feitas, que têm distorcido e obscurecido os verdadeiros
objetivos da Maçonaria, toma-se outra vez necessário enfatizar certos
princípios fundamentais da Ordem.
3. A primeira condição para admissão e para ser um membro da
Ordem, é a crença em um Ser Supremo. Isto é essencial e não admite
transigências.
4. A Bíblia, referida pelos Franco-Maçons como o "Livro das
Sagradas Escrituras" (Livro da Lei Sagrada), deve estar sempre aberta
durante os trabalhos das Lojas. Todo Candidato deve prestar o seu
Juramento sobre esse livro, ou no Livro que represente a religião de
sua fé, a fim de emprestar santidade ao juramento ou a promessa feita
sobre o mesmo.
5. Todo aquele que entrar para a Maçonaria esta, por princípio,
estritamente proibido de permitir ou tolerar qualquer ato que possa
subverter a paz e a boa ordem da sociedade.
X
PROPÓSITOS E RELACIONAMENTOS DA ORDEM
Ele deve obedecer às leis do país em que reside ou que lhe ofereça a
proteção de suas leis, nunca devendo negligenciar a lealdade devia às
autoridades constituídas de sua terra natal.
6. Por isto, enquanto a Maçonaria Inglesa inculca em cada um de
seus membros os deveres de lealdade e cidadania, ela reserva a cada
indivíduo o direito de ter opinião própria sobre os assuntos de
interesse público. Porém, nunca em uma Loja e, em tempo algum, em
sua condição de Maçom, lhe é permitido discutir ou externar sua
Opinião e pontos de vista em questões teológicas ou políticas.
7. A Grande Loja tem, sempre e consistentemente, se recusado a
exprimir qualquer opinião em questões de política nacional ou
exterior, tanto de âmbito interno quanto externo, e não permite ter O
seu nome associado a qualquer ação, por mais humanitária que possa
parecer, que infrinja sua política inalterável de se manter distante de
quaisquer questões que possam afetar as relações entre governos, ou
entre partidos políticos, ou questões ligadas a teorias rivais de forma
de governo.
8. A Grande Loja tem conhecimentode que existem Corpos
Maçônicos que se denominam de Franco-Maçons, mas que não
seguem estes princípios e, enquanto tal atitude persistir, a Grande
Loja da Inglaterra se recusa terminantemente a manter quaisquer
relações com tais Corpos, ou de considerá-los como Franco-Maçons.
9. A Grande Loja da Inglaterra é um Corpo soberano e
independente, praticando a Maçonaria somente nos três Graus e
dentro dos limites definidos em sua Constituição como "pura
Maçonaria Antiga", não reconhecendo ao admitindo a existência de
qualquer autoridade Maçônica superior, sob qualquer título.
10. A Grande Loja tem se recusado e continuará a se recusar de
participar de Conferências, denominadas de "Associações
Internacionais" que se propõe a representar a Maçonaria e que
admitem em seus quadros Corpos Maçônicos que não estão em estrita
XI
PROPÓSITOS E RELACIONAMENTOS DA ORDEM
conformidade com os princípios em que se fundamenta a Grande Loja
da Inglaterra. A Grande Loja não se alinha com tais Associações e
nem aceita que seus interesses sejam representados pelas mesmas.
11. Não existe segredo com respeito aos princípios básicos da
Maçonaria, alguns dos quais estão expressos acima. A Grande Loja
sempre se dispõe a fazer o reconhecimento de Grandes Lojas que
professem e pratiquem, e que possam demonstrar que têm
consistentemente professado e praticado estes princípios
estabelecidos e inalterados e em nenhuma circunstância entrará em
discussões que tenham em vista quaisquer variações ou novas
interpretações dos mesmos. Estes princípios devem ser aceitos e
praticados sincera e integralmente por todos aqueles que pretendem
ser reconhecidos como Franco-Maçons pela Grande Loja Unida da
Inglaterra.
A Grande Loja da Inglaterra tem sido inquirida se continua se
pautando pela presente declaração de princípios, particularmente os
do parágrafo 7. A Grande Loja da Inglaterra sempre respondeu que
atende aos mesmos em todos os seus termos e consultou as opiniões
das Grandes Lojas da Irlanda e Escócia. Foi realizada uma
conferência entre as três Grandes Lojas e todas elas, sem hesitação,
reafirmaram a declaração feita em 1938 e, até o presente momento,
mantêm inalteradas as suas posições.
Se a Maçonaria se desviasse do seu curso, expressando Opinião em
assuntos políticos ou teológicos, não somente estaria ela se expondo
publicamente a imprevisíveis controvérsias futuras como também
estariam lançando as sementes da discórdia entre os seus próprios
membros.
As três Grandes Lojas têm plena convicção de que somente por uma
estrita concordância com esta prática é que a Franco-Maçonaria tem
sobrevivido as mutantes doutrinas do mundo exterior e enfaticamente
manifestam a sua reprovação a qualquer ato que possa resultar no
..
Xll
PROPÓSITOS E RELACIONAMENTOS DA ORDEM
menor desvio dos princípios básicos da Franco-Maçonaria.
Concordam entre si que, se qualquer uma delas se desviar dos
mesmos, não poderá declarar que segue os Antigos "Landmarks" da
Ordem, sujeitando-se a ulterior desintegração.
Xlll
PRINCÍPIOS BÁSICOS PARA
RECONHECIMENTO DE GRANDES LOJAS
Aceito pela Grande Loja em 4 de setembro de 1929
A Comissão de Assuntos Gerais, atendendo a determinação do Grão
Mestre, elaborou uma lista dos Princípios Básicos pautados pela
Grande Loja e que devem ser seguidos por quaisquer outras Potências
Maçônicas que venham solicitar o seu reconhecimento. Os pontos que
seguem, aprovados pelo Grão Mestre, formam a base do questionário
que será enviado a cada Potência que requisitar o reconhecimento da
Grande Loja. Estes Princípios Básicos se destinam não apenas às
Potências requisitantes, mas também a todos os Irmãos subordinados
à Jurisdição do Grão Mestre, para que estejam informados dos
Princípios Básicos da Maçonaria defendidos pela Grande Loja Unida
da Inglaterra durante a sua história.
1. Regularidade de origem, isto é, toda Grande Loja deverá ter
sido devidamente estabelecida por uma Grande Loja regulamente
reconhecida ou, por três ou mais Lojas regularmente constituídas.
2. A crença no G. A. D. U. e em Sua vontade revelada deve ser
uma qualificação essencial de todos os seus membros.
3. Todos os Iniciados devem prestar seu juramento sobre ou, com
plena visão do Livro das Sagradas Escrituras, aberto, significando a
revelação que vem do alto e que cinge a consciência de quem está
sendo iniciado.
4. Que Grande Loja e as Lojas que a integram sejam compostas
exclusivamente de membros que foram feitos maçons como homens;
e que cada Grande Loja não deverá manter relações Maçônicas com
quaisquer outros corpos que façam mulheres maçom. *
5. A Grande Loja deverá ter jurisdição soberana sobre as Lojas
sob seu controle, isto é, ela deve ser uma organização responsável,
XIV
PRINCÍPIOS BÁSICOS PARA RECONHECIMENTO DE GRANDES LOJAS
independente, autônoma, com autoridade única e indiscutível sobre os
Graus Simbólicos (Aprendiz, Companheiro e Mestre Maçom) dentro
de sua jurisdição. Que em nenhum aspecto ela pode estar sujeita a, ou
dividir sua autoridade com, um Supremo Conselho ou outro Poder que
pretenda controlar ou supervisionar estes graus.
6. Que as Três Grandes Luzes da Franco-Maçonaria, ou seja, o
Livro das Sagradas Escrituras, o Esquadro e o Compasso, estejam
sempre expostos enquanto a Grande Loja ou suas Lojas subordinadas
estejam trabalhando, a principal delas sendo o Livro das Sagradas
Escrituras.
7. Todas as discussões de cunho político ou religioso devem ser
terminantemente proibidas dentro das Lojas.
8. Que os princípios dos Antigos "Landmarks", usos e costumes
da Ordem sejam estritamente observados.
* Redação alterada no parágrafo 4, adotada em 12 de setembro de
2018.
XV
REGULAMENTO GERAL E LEIS
PARA A
DIREÇÃO DA ORDEM
Declaração Preliminar
Pelo solene Ato de União entre as duas Grandes Lojas de Maçons da
Inglaterra, em dezembro de 1813, ficou "declarado e proclamado que
a Antiga Maçonaria pura consiste de apenas três Graus, ou seja, o de
Aprendiz, de Companheiro e de Mestre Maçom, incluindo a Suprema
Ordem do Sagrado Arco Real".
PRELIMINARES
Títulos
1. Os títulos de cada item são apenas para conveniência de
referência, e não afetam a construção destas Leis e Regulamentos,
nem fazem parte dela.
A GRANDE LOJA
A Grande Loja
2. Os interesses da Fraternidade são governados por uma
representação geral de todas as Lojas em seu Registro Geral, pelos
Grandes Mestres de Banquete em exercício, e pelos Grandes Oficiais,
atuais e passados, tendo o Grão Mestre como principal dirigente. Este
corpo coletivo é denominado A GRANDE LOJA UNIDA DE
ANTIGOS MAÇONS LIVRES E ACEITOS DA INGLATERRA,
doravante referida por: "A Grande Loja".
Encargos gerais de todas as autoridades substitutas
3. Todo irmão que, de acordo com as leis e procedimentos da
Maçonaria, presidir ou atuar na Grande Loja, ou em qualquer Loja
Metropolitana, Provincial ou Distrital, ou em uma Loja individual, ou
em qualquer Comissão ou Comitê, ou em lugar de qualquer
1
A GRANDE LOJA
Oficial ou Irmão que esteja ausente, enquanto presidir ou atuar, terá
assegurado todos os direitos, poderes e deveres do Oficial ou Irmão
que estiver substituindo ou em cujo cargo estiver atuando. Ele deverá
cumprir e fazer cumprir todas as leis e regulamentos, e os seus atos
terão a mesma validade, em todos os aspectos, aos de tal Oficial ou
Irmão, salvo se disposto em contrário neste Regulamento.
Poderes da Grande Loja
4. A Grande Loja tem a suprema autoridade de direção e o
exclusivo poder inerente de promulgar leis e regulamentos para a
direção da Ordem, bem como de alterar, revogar e abolir os mesmos,
sempre agindo de forma a preservar os antigos "Landmarks" da
Ordem.
A Grande Loja também tem o poder de investigar, regular e
decidir sobre todos os assuntos relativos à Ordem, ou a Lojas, ou a
Irmãos, autoridade que poderá exercer por si mesma ou por delegação
de autoridade que, a seu critério, julgar conveniente. A GrandeLoja,
no exercício de sua autoridade de expulsão de um Irmão ou do
cancelamento do registro de uma Loja, delega a sua autoridade
judicial e disciplinar aos Grão-Mestres Metropolitanos, Provinciais e
Distritais, a Comissão de Assuntos Gerais, as Cortes de Apelação e
ao Painel de Clemência, conforme previsto adiante.
Cargo e precedência dos membros
5. Os membros da Grande Loja terão a seguinte ordem de
precedência:
1. O Grão Mestre.
2. O Pró-Grão Mestre.
3. Grão Mestres Passados.
4. Pró-Grão Mestres Passados.
5. Grão Mestre Adjunto.
6. Grão Mestres Adjuntos Passados.
7. Grão Mestres Assistentes.
8. Grão Mestres Assistentes Passados.
2
A GRANDE LOJA
9. Grão Mestres Metropolitanos.
10. Grão Mestres Metropolitanos Passados.
11 . Grão Mestres Provinciais e Distritais.
12. Grão Mestres Provinciais e Distritais Passados.
13. Grande Primeiro Vigilante.
14. Grandes Primeiros Vigilantes Passados.
15. Grande Segundo Vigilante.
16. Grandes Segundos Vigilantes Passados.
17. Presidente da Comissão de Assuntos Gerais.
18. Presidentes Passados da Comissão de Assuntos
Gerais.
19. Grande Capelão.
20. Grandes Capelães Passados.
21. Grande Fiel de Registros.
22. Grandes Fiéis de Registro Passados.
23. Grande Secretário.
24. Grandes Secretários Passados.
25. Grande Chanceler.
26. Grandes Chanceleres Passados.
27. Presidente do "Masonic Charitable Foundation".
28. Presidentes Passados do "Masonic Charitable
Foundation".
29. Presidente Adjunto do "Masonic Charitable
Foundation"
30. Presidentes Adjuntos Passados do "Masonic
Charitable F oundation".
31 . Presidentes Passados da "Grand Charity", "Royal
Masonic Trust for Girls and Boys", "Royal Masonic
Benevolent Institution" e do "Masonic Samaritan
Fund".
32. Grande Diretor de Cerimônias.
33. Grandes Diretores de Cerimônias Passados.
34. Grande Porta-Espada.
35. Grandes Porta-Espada Passados.
36. Grande Superintendente dos Trabalhos.
37. Grandes Superintendentes dos Trabalhos Passados.
38. Grandes Inspetores
3
A GRANDE LOJA
39. Grandes Inspetores Passados.
40. Grande Tesoureiro.
41 . Grandes Tesoureiros Passados.
42. Grande Capelão Adjunto.
43 . Grandes Capelães Adjuntos Passados.
44. Presidente Adjunto da Comissão de Assuntos Gerais.
45. Presidentes Adjuntos Passados da Comissão de
Assuntos Gerais.
46. Grande Fiel de Registro Adjunto.
47. Grandes Fiéis de Registro Adjuntos Passados.
48. Grande Secretário Adjunto.
49. Grandes Secretários Adjuntos Passados.
49a. Grande Chanceler Adjunto.
49b. Grandes Chanceleres Adjuntos Passados.
50. Grandes Diretores de Cerimônias Adjuntos.
51. Grandes Diretores de Cerimônias Adjuntos Passados.
52. Grande Porta Espada Adjunto.
53 . Grandes Porta Espada Adjuntos Passados.
54. Grande Superintendente dos Trabalhos Adjunto.
55. Grandes Superintendentes dos Trabalhos Adjuntos
Passados.
56. Grande Orador.
57. Grandes Oradores Passados.
58. Grandes Primeiros Diáconos.
59. Grandes Primeiros Diáconos Passados.
60. Grandes Segundos Diáconos.
61 . Grandes Segundos Diáconos Passados.
62. Grandes Capelães Assistentes.
63. Grandes Capelães Assistentes Passados.
64. Grandes Fiéis de Registros Assistentes.
65 . Grandes Fiéis de Registros Assistentes Passados.
66. Grandes Secretários Assistentes.
67. Grandes Secretários Assistentes Passados.
67a. Grandes Chanceleres Assistentes.
67b. Grande Chanceleres Assistentes Passados
4
A GRANDE LOJA
68. Grandes Diretores de Cerimônias Assistentes
69. Grandes Diretores de Cerimônias Assistentes
Passados
70. Grandes Porta Espada Assistentes
71 . Grandes Porta Espada Assistentes Passados
72. Grande Superintendente dos Trabalhos Assistente
73. Grandes Superintendentes dos Trabalhos Assistentes
Passados
74. Grande Organista
7 5. Grandes Organistas Passados
76. Grandes Porta Estandartes
77. Grandes Porta Estandartes Passados
78. Grandes Porta Estandartes Assistentes
79. Grandes Porta Estandartes Assistentes Passados
80. Grande Organista Adjunto
81. Grandes Organistas Adjuntos Passados
82. Grande Guarda Interno
83. Grandes Guardas Internos Passados
84. Grandes Guarda Internos Assistentes
85. Grandes Guardas Internos Assistentes Passados
86. Grandes Mestres de Banquete em exercício
87. Grande Guarda Externo
88. Grandes Guardas Externos Passados
89. Todos os Mestres de Banquete Passados que são V.
Mestres ou V. Mestres Passados, conforme Artigo 9
das Lojas Individuais.
90. O V. Mestre, V. Mestre Passado, qualificados
conforme o Artigo 9°, e os Vigilantes da "Grand
Stewards' Lodge", ou de qualquer Loja.
Dois ou mais membros da Grande Loja, detendo idêntico
cargo, deverão observar a ordem de precedência entre si, respeitando
a ordem cronológica em que foram nomeados para tal cargo.
Os membros da Grande Loja que em 1° de agosto de 1999
detinham o cargo de Grande Tesoureiro, continuarão a figurar na
ordem de precedência imediatamente depois dos Grandes Segundos
Diáconos Passados.
5
A GRANDE LOJA
Títulos, Prefzxos e Abreviações
6. Os títulos e prefixos a serem usados pelos Irmãos são os
seguintes:
Soberano (Most Worshipful - M.W.):
Ao Grão Mestre e ao Pró-Grão Mestres, aos Grão Mestres
Passados e Pró-Grão Mestres Passados.
Eminente (Right Worshipful- R.W.):
Atuais e Passados, Grão Mestres Adjuntos, Grão Mestres
Assistentes, Grão Mestres Metropolitanos, Provinciais e
Distritais, Pró-Grão Mestres Metropolitanos, Provinciais e
Distritais, Grandes Vigilantes e Presidentes da Comissão de
Assuntos Gerais.
Muito Venerável (Very Worshipful - V.W.):
Atuais e Passados, Grandes Capelães, Presidentes da
Comissão de Assuntos Gerais, Grandes Fiéis de Registro,
Grandes Secretários, Grandes Chanceleres, Presidentes e
Presidentes Adjuntos da "Masonic Charitable Foundation,"
Presidentes da "Grand Charity", do "Royal Masonic Trust
for Girls and Boys", da "Royal Masonic Benevolent
Institution", do "Masonic Samaritan Fund", Grandes
Diretores de Cerimônias, Grandes Porta-Espada, Grandes
Superintendentes dos Trabalhos e Grandes Inspetores.
Venerável (Worshipful - W):
Outros Grandes Oficiais, atuais e Passados, os Mestres das
Lojas, atuais e Passados. Todos os demais Irmãos serão
chamados somente de "Irmão" (Bro.).
6
A GRANDE LOJA
Saudações
As saudações a serem dadas, quando devidas, são as seguintes:
Soberanos Irmãos 11 (onze); Grão Mestres Adjuntos e Grão
Mestres Assistentes, atuais e Passados 9 (nove); Eminentes Irmãos 7
(sete); Muito Veneráveis Irmãos 5 (cinco); Outros Grandes Oficiais,
Atuais e Passados, 3 (três).
Dentro de suas próprias áreas metropolitanas, atuais Grão
Mestres Metropolitanos Adjunto e Assistentes e Grandes Inspetores
Metropolitanos 5 (cinco)*, titulares de "Grand Ranks" Metropolitano
e "Rank" Metropolitano, 3 (três).
Dentro de suas próprias Províncias e Distritos: Atuais Grão
Mestres Adjuntos e Assistentes 5 (cinco)*; Outros Grandes Oficiais
Provinciais e Distritais, atuais e passados, 3 (três); Em Lojas
ultramarinas não pertencentes a um Distrito, detentores de "Overseas
Grand Rank", 3 (três).
Membros adicionais podem ser nomeados
7. Irmãos proeminentes e de notório saber, membros de
Constituições reconhecidas, que tenham prestado eminentes serviços
à Maçonaria, poderão ser constituídos em membros da Grande Loja,
por nomeação do Grão Mestre, nos cargos e com as distinções que ele
julgar apropriadas.
Representantes
8. O Grão Mestre, mediante mandado, poderá nomear qualquer
Irmão para representá-lo perante uma Grande Loja reconhecida,
podendo constituí-lo, bem como a qualquer Irmão representando uma
Grande Loja reconhecida, em membro da Grande Loja, no cargo que
julgar apropriado.
* Oficiais Passados desses respectivos cargos receberão 5 (cinco), se tiverem servido, pelo menos,
dois anos na área Metropolitana, Provincial ou Dis trital em particular, ou durante esse período
parcialmente cm um desses cargos e parcialmente cm outro.
7
A GRANDE LOJA
Qualificações do Venerável MestrePassado
9. Todo o Irmão regularmente eleito e instalado como Mestre de
urna Loja sob registro na Grande Loja, que tenha ocupado este cargo
durante um ano, de acordo com o Artigo l 05 , será um membro da
Grande Loja enquanto continuar corno membro efetivo de uma Loja
sob registro da Grande Loja, mas, se deixar de ser um membro efetivo
de uma Loja sob registro da Grande Loja, deixará de ser membro da
Grande Loja.
Se tiver solicitado demissão, estando em dia com a Tesouraria,
voltará a ser membro da Grande Loja ao voltar a ser membro efetivo
da mesma ou de outra Loja sob registro na Grande Loja; rnas, se tiver
sido excluído ou renunciado sem ter pagado as suas anuidades, não
poderá voltar a ser membro da Grande Loja, como Venerável Mestre
Passado, antes que tenha voltado a servir outra vez no cargo de
Venerável Mestre.
Visitantes na Grande Loja
10. A Um Irmão visitante só poderá participar das reuniões da
Grande Loja com permissão expressa do Grão Mestre e, se admitido,
não poderá se pronunciar sobre qualquer assunto sern o consentimento
do Grão Mestre e não poderá votar, em circunstância alguma.
Reuniões Regulares
11. Quatro reuniões trimestrais da Grande Loja serão realizadas
anualmente, convocadas para as segundas quartas-feiras dos meses de
março, junho, setembro e dezembro. Essas reuniões serão realizadas
ern Londres, mas o Grão Mestre pode determinar a sua realização em
qualquer outra localidade, a seu critério.
Grande Festival
12. Haverá um Grande Festival Anual, na primeira quarta-feira
seguinte ao Dia de São Jorge, ao qual terão admissão todos
8
A GRANDE LOJA
os maçons regulares, mediante aquisição de ingresso com os Grandes
Mestres de Banquete em exercício.
Reuniões Especiais
13. O Grão Mestre, ou na falta dele o Pró-Grão Mestre, ou na falta
o Grão Mestre Adjunto, ou na falta o Grão Mestre Assistente, ou na
falta de um Grão Mestre Assistente os dois Grandes Vigilantes podem
convocar Reuniões Especiais da Grande Loja sempre que, em sua
opinião, o bem da Ordem exigir. O motivo específico para a
convocação de tal Reunião Especial da Grande Loja deve ser expresso
na convocação, e nenhum outro assunto será discutido nessa reunião.
Nomeação, Eleição e Instalação do Grão Mestre
14. O Grão Mestre, de acordo com costume antigo, será nomeado
anualmente na reunião de dezembro e a eleição será na reunião do
mês de março seguinte. O Grão Mestre assim eleito, será instalado na
Reunião do Grande Festival ou, se eleito pela primeira vez, nessa data
ou em qualquer outra à sua escolha.
Se o Grão-Mestre morrer ou renunciar, o Pro Grão Mestre, ou
na falta dele, o Grão Mestre Adjunto, ou na falta o Grão Mestre
Assistente, ou na falta os Grandes Vigilantes, devem, assim que
possível, convocar a Grande Loja com o propósito de eleger um novo
Grão Mestre que será instalado em uma data conveniente a partir de
então. O Grão-Mestre exercerá os poderes e prerrogativas do cargo a
partir do dia da eleição.
Vacância no cargo de Grão Mestre
Durante a vacância do Grão Mestrado, o Pró-Grão Mestre
atuará como Grão Mestre até a eleição de um novo Grão Mestre. Não
havendo um Pró-Grão Mestre, então um Grão Mestre Adjunto e, não
havendo um, então um Grão Mestre Assistente ocupará o cargo.
9
A GRANDE LOJA
Abuso de poder pelo Grão Mestre
15. Se um Grão Mestre se exceder no uso de seus poderes ou, se
sua conduta o tornar indigno da obediência das Lojas, deverá ser
enquadrado em alguma nova regulamentação e ser determinada na
ocasião pois, até o presente, a Antiga Fraternidade não encontrou uma
razão para dispor sobre um evento que presumivelmente jamais irá
ocorrer.
Pró-Grão Mestre
16. O Grão Mestre, se um Príncipe do Sangue Real, poderá
nomear um Pró-Grão Mestre.
Comunicações para o Grão Mestre
17. Nenhuma comunicação sobre qualquer assunto maçônico deve
ser feita ao Grão-Mestre, exceto através do Grande Secretário.
Nomeação dos Grandes Oficiais
18. Após a instalação anual do Grão Mestre, este nomeará os
seguintes Grandes Oficiais, que serão posteriormente instalados ou
investidos em forma antiga:
Pró-Grão Mestre ( conforme o Artigo 16).
Grão Mestre Adjunto.
Grão Mestres Assistentes.
Primeiro Grande Vigilante.
Segundo Grande Vigilante.
Presidente da Comissão de Assuntos Gerais.
Grande Capelão.
Grande Fiel de Registros.
Grande Secretário.
Grande Chanceler.
Presidente do "Masonic Charitable Foundation".
Presidente Adjunto do "Masonic Charitable Foundation".
Grande Diretor de Cerimônias.
Grande Porta Espada.
10
A GRANDE LOJA
Grande Superintendente dos Trabalhos.
Grande Tesoureiro.
Grande Capelão Adjunto.
Presidente Adjunto da Comissão de Assuntos Gerais.
Grande Fiel de Registros Adjunto.
Grande Diretor de Cerimônias Adjunto.
Grande Porta Espada Adjunto.
Grande Superintendente dos Trabalhos Adjunto.
Quatro Primeiros Grandes Diáconos.
Quatro Segundos Grandes Diáconos.
Dois Grandes Capelães Assistentes.
Dois Grandes Fiéis de Registro Assistentes.
Oito Grandes Diretores de Cerimônias Assistentes.
Dois Grandes Porta Espadas Assistentes.
Dois Grandes Superintendentes dos Trabalhos Assistentes.
Grande Organista.
Dois Grandes Porta Estandartes.
Quatro Grandes Porta Estandartes Assistentes.
Grande Organista Adjunto.
Grande Guarda Interno.
Três Guardas Internos Assistentes.
Dezenove Grandes Mestres de Banquetes.
Ele também poderá nomear um Grande Secretário Adjunto,
um Grande Chanceler Adjunto, um Grande Orador, não mais que dois
Grandes Secretários Assistentes e não mais que dois Grandes
Chanceleres Assistentes.
Eventuais vacâncias entre os Grandes Oficiais serão
preenchidas pelo Grão Mestre.
Nota. Os Grão Mestres Metropolitanos, Provinciais e
Distritais, os Pró-Grão Mestres Metropolitanos, Provinciais e
Distritais e os Grandes Inspetores, embora não sujeitos à renomeação
anual, são Grandes Oficiais em virtude de seus cargos. Eles se tomam
Grandes Oficiais Passados ao abandonar suas nomeações e têm
precedência de acordo com o Artigo 5.
11
A GRANDE LOJA
Nomeação para Oficiais Passados
19. O Grão Mestre pode conferir o cargo de Grande Oficial
Passado a qualquer Irmão competente que seja membro da Grande
Loja de acordo com o Artigo 9.
O Grão Mestre pode também conferir a um Irmão que tenha
prestado serviços especiais a Ordem, a distinção conhecida por "The
Grand Master's Order of Service to Masonry".
Artigos 20 e 21 foram excluídos in toto em Junho de 1999
Nomeação do Grande Secretário
22. O Grande Secretário será nomeado pelo Grão Mestre, caso
ocorra uma vacância, e depois disso, anualmente na instalação anual
do Grão Mestre.
Nomeação do Grande Guarda Externo
23. O Grande Guarda Externo deverá ser um Mestre Instalado.
Será nomeado pelo Grão Mestre sempre que ocorrer vacância,
permanecendo no cargo a critério do Grão Mestre.
Destituição de Grandes Oficiais
24. Se o Grão Mestre estiver insatisfeito com a conduta de
qualquer um dos seus Grandes Oficiais, que são nomeados
anualmente, ele pode substituir esse Grande Oficial e privá-lo de sua
posição e privilégios. O Grão Mestre também pode, em um caso
semelhante, privar um Grande Oficial Passado de sua posição e
privilégios. Contudo, nenhuma dessas ações deve ser tomada pelo
Grão Mestre sem a aprovação da Grande Loja, a menos que nos doze
meses anteriores a essa ação o Irmão em questão tenha sido submetido
pela autoridade maçônica à pena de advertência ou suspensão.
12
A GRANDE LOJA
Nenhum Irmão pode manter mais de um cargo
25. Nenhum irmão ocupará mais de um cago na Grande Loja ao
mesmo tempo, mas esta disposição não deve impedir o titular dos
cargos de Grão Mestre Metropolitano, Provincial ou Distrital, Pró-
Grão Mestre Metropolitano, Provincial ou Distrital. ou Grande Mestre
de Banquetes de manter um outro cargo além desse.
Grão Mestre Adjunto
26. O Grão Mestre Adjunto, na ausência do Grão Mestre e do Pró-
Grão Mestre, estará investido de todos os poderes e privilégios doGrão Mestre.
Grão Mestre Assistente
27. O Grão Mestre Assistente, na ausência do Grão Mestre, do
Pró-Grão Mestre e, do Grão Mestre Adjunto, estará investido de todos
os poderes e privilégios de Grão Mestre. Havendo mais de um Grão
Mestre Assistente, será obedecida a ordem de antiguidade no cargo.
Grandes Vigilantes na Grande Loja
28. Quando os Grandes Vigilantes estiverem presentes à Grande
Loja ninguém poderá ocupar os seus lugares, mas, estando ausente
um Grande Vigilante, o Grão Mestre ou outro Oficial no exercício do
cargo, poderá indicar qualquer Grande Oficial ou outro membro da
Grande Loja para ocupar o cargo de Grande Vigilante, nessa ocasião.
Grandes Vigilantes no atendimento ao Grão lvf.estre
29. Os Grandes Vigilantes, sempre que destacados, deverão
atender ao Grão Mestre, o Pró-Grão Mestre, o Grão Mestre Adjunto
ou um Grão Mestre Assistente e, enquanto este presidir uma Loja,
deverão atuar como seus Vigilantes, se assim ordenados.
13
A GRANDE LOJA
Grandes Capelães
30. Os Grandes Capelães deverão comparecer às Reuniões
Trimestrais e outras reuniões da Grande Loja, cabendo-lhes o dever
de fazer preces solenes adequadas a ocasião, conforme os
estabelecido nos costumes da Fraternidade.
Deveres do Grande Fiel de Registro
31. O Grande Fiel de Registro é o conselheiro da Grande Loja. Ele
deverá ter a custódia dos selos da Grande Loja, devendo afixá-los, ou
autorizar o Grande Secretário a afixá-los em todas as Patentes, Cartas
Constitutivas, certificados e outros documentos emitidos em nome da
Grande Loja, bem como aqueles que o Grão Mestre, de acordo com as
leis e regulamentos da Ordem, mandar emitir.
Deveres do Grande Secretário
32. O Grande Secretário deverá emitir as convocações para as
reuniões da Grande Loja, da Comissão de Assuntos Gerais e os seus
Comitês, comparecendo e lavrando as atas dos trabalhos destas;
receber os relatórios das Lojas e registrá-los nos livros da Grande
Loja, receber as taxas e contribuições pagáveis pelas Lojas ou Irmãos
ao Fundo de Assuntos Gerais e outros Fundos, depositando ou
fazendo com que sejam depositados nas respectivas contas bancárias.
Ele deverá transmitir aos órgãos apropriados os relatórios dos
trabalhos das Reuniões Trimestrais, e todos os documentos que lhe
forem determinados para serem transmitidos e submetidos a
autoridade competente. Ele deverá servir ao Grão Mestre,
apresentando-lhe todos os livros e documentos que este solicitar e, em
geral, cumprir todas as atribuições concernentes a cargo de um
Grande Secretário.
Funcionários do Grande Secretário
33. Os funcionários do escritório do Grande Secretario devem ser
Mestres Maçons.
(Suspenso pela Grande Loja até determinação posterior,
em 7 de setembro de 1949.)
14
A GRANDE LOJA
Grande Diretor de Cerimónias
34. O Grande Diretor de Cerimônias deverá se incumbir das
providências e da direção das procissões e cerimônias da Grande Loja,
sendo também o responsável pelos paramentos, vestimentas, insígnias
e joias pertencentes a Grande Loja.
Grande Superintende dos Trabalhos
35. O Grande Superintendente dos Trabalhos, sempre que
solicitado, deverá dar assistência e aconselhamento a Comissão de
Assuntos Gerais sobre quaisquer assuntos relativos ao prédio e obras.
Quando solicitado, deverá apresentar relatórios sobre o andamento
dos reparos das propriedades da Grande.
Grande Mestre de Banquetes (Grand Stewards)
36. (a) Por ocasião da Instalação anual do Grão Mestre, este
deverá nomear dezenove Grandes Mestres de Banquete e, para este
fim, um irmão deverá ser recomendado anualmente ao Grão Mestre
para nomeação por cada uma das dezenove Lojas que gozam de
privilégio da recomendação para esse cargo. Todo o Irmão assim
recomendado deverá ter sido um membro efetivo da Loja que o
recomendar por, no rnínirno, cinco anos a contar do início de sua posse
corno Grande Mestre de Banquete, devendo ter atingido o cargo de
Mestre. O nome, endereço e o cargo Maçônico de todo o Irmão
recomendado, deverão ser comunicados pela sua Loja ao Grande
Secretario antes do dia 31 de março e, sempre que qualquer Irmão
declinar ao cargo ou estiver incapacitado a desempenhar os deveres
decorrentes ou, não receber a aprovação do Grão Mestre, deverá a
Loja que o recomendou, assim que informada da circunstância,
comunicar o nome, endereço e o cargo Maçônico de outro Irmão para
ocupar o seu lugar, dentro do prazo de quatorze dias. Sempre que uma
Loja detendo o privilégio de recomendação negligenciar ern
recomendar um Grande Mestre de Banquetes conforme requerido por
este Artigo, (salvo orientação em contrário pelo Grão Mestre) perderá
o seu privilégio e o Grão Mestre deverá indicar outra Loja para gozar
desse privilégio no futuro.
15
A GRANDE LOJA
(b) Os Grandes Mestres de Banquetes serão considerados
Grandes Oficiais durante o ano em que estiverem no exercício do
cargo.
(e) Os deveres dos Grandes Mordomos são de organizar o
Grande Festival sob a direção do Grão-Mestre e auxiliar nos
preparativos para as Reuniões Trimestrais e outras reuniões da Grande
Loja sob a direção do Grande Diretor de Cerimônias. Eles deverão
organizar o Grande Festival de modo que nenhuma despesa recaia
sobre a Grande Loja, e nenhuma Loja contribuirá para a despesa a ser
incorrida por qualquer Grande Mordomo no cumprimento de seus
deveres, sob pena de perder o privilégio de recomendação. Qualquer
Grande Mordomo que aceitar dinheiro para tais despesas, ou deixar
de pagar sua proporção das despesas necessárias, perderá todos os
privilégios ou distinções adquiridas em consequência de seu serviço
prestado ao cargo.
Grand Stewards ' Lodge
(d) Somente aqueles Irmãos que ocupam ou ocuparam o
cargo de Grande Mestre de Banquetes terão o privilégio de se
tornarem membros da "Grand Stewards ' Lodge". Esta Loja, sendo
constituída como Loja de Mestres Maçons, não tem prerrogativa de
iniciar, passar ou elevar Maçons.
Lugar dos Grandes 1\lf estres de Banquetes Passados (Past Grand
Stewards) na Grande Loja
37. Nas reuniões da Grande Loja, os Grandes Mestres de
Banquetes Passados, como são membros da Grande Loja, mas não são
Grandes Oficiais Passados, terão reservados para seu uso a primeira
fileira de assentos de cada lado do salão.
Assuntos a serem comunicados ao Grande Secretário
38. Os assuntos a serem submetidos a consideração da Grande
Loja nas Reuniões Trimestrais ou em outras reuniões, deverão ser
comunicados por escrito ao Grande Secretario com uma antecedência
mínima de sete dias da data da reunião regular da
16
A GRANDE LOJA
Comissão de Assuntos Gerais imediatamente precedente a Reunião
Trimestral ou a outras reuniões.
Este dispositivo não se aplica aos assuntos que a Comissão de
Assuntos Gerais normalmente autoriza a integrar os papeis de trabalho
de qualquer Reunião trimestral ou de outras reuniões da Grande Loja.
Apresentações de Moção
39. Qualquer membro da Grande Loja que queira fazer uma
moção, ou submeter qualquer assunto a consideração da mesma em
uma Reunião Trimestral ou outra reunião qualquer, deverá notificar
por escrito ao Grande Secretário os termos da pretendida moção e a
natureza do assunto, com uma antecedência mínima de sete dias da
data da reunião regular da Comissão de Assuntos Gerais,
imediatamente anterior a essa Reunião Trimestral. Nenhuma moção e
nenhum assunto poderão ser tratados na Grande Loja, sem que tal
notificação tenha sido feita, salvo por autorização expressa do Grão
Mestre ou Oficial que estiver presidindo a Grande Loja.
Apresentações de Moção para emendas ao Livro das Constituições etc.
40. Qualquer notificação de moção que proponha uma adição,
alteração ou emenda a este Regulamento Geral, ou que altere ou venha
afetar a prática geral da Ordem, deverá ser notificada por escrito ao
Grande Secretario com uma antecedência mínima de sete dias da data
da reunião regular da Comissão de Assuntos Gerais imediatamente
anterior a uma Reunião Trimestral,para que possa integrar os papeis
de trabalho que fazem parte da agenda de convocação para tal Reunião
Trimestral. Qualquer membro da Grande Loja que queira apresentar
uma emenda a essa Moção, deverá notificar por escrito ao Grande
Secretário sobre essa intenção e os termos exatos de sua proposta, com
uma antecedência mínima de sete dias da data da reunião regular da
Comissão de Assuntos Gerais imediatamente anterior a Reunião
Trimestral da Grande Loja que se seguir, a Moção original e a proposta
de emenda à mesma, deverão ser impressos nos papeis de trabalho
integrantes da Agenda para a convocação da Reunião Trimestral e,
nesta reunião submetida a consideração e decisão.
17
A GRANDE LOJA
Comissão de Assuntos Gerais poderá rejeitar uma Moção
41. A Comissão de Assuntos Gerais poderá dispor que, qualquer
notificação de Moção que, a seu julgamento e critério, seja:
(a) escandalosa, frívola, vexatória ou irregular; ou
(b) contraria a este Regulamento Geral ou aos
procedimentos da Grande Loja; ou
( c) fora do âmbito ou jurisdição da Grande Loja; ou
( d) contrária aos interesses da Ordem
seja omitida da agenda de trabalho, devendo o Presidente, nestes
casos, relatar o caso ao Grão Mestre, com uma cópia da Moção. Se,
ao receber tal notificação, o Grande Secretário considerar que, pelos
termos da mesma, mereça o direcionamento previsto neste
dispositivo, e o tempo e as circunstâncias permitindo, poderá
providenciar para que o membro da Grande Loja, autor da proposta,
compareça a reunião da Comissão em que o assunto será submetido a
consideração, com a finalidade de informar a razão pela qual o assunto
não será levado adiante, devendo a Comissão, em todos os casos e
sempre que for possível, dar a oportunidade a esse membro de
comparecer à sua reunião. Sempre que uma notificação de moção seja
rejeitada pela Comissão, conforme anteriormente definido, o Membro
da Grande Loja autor dessa Moção deverá ser imediatamente
informado pelo Grande Secretário sobre essa decisão e do direito
desse membro de submeter o assunto por escrito ao Grão Mestre.
Assuntos Urgentes
42. O Grão Mestre ou o Oficial que estiver presidindo a Grande
Loja pode permitir que, nas Reuniões Trimestrais ou outras reuniões
da Grande Loja, sejam apresentados ou discutidos, sem prévia
notificação, quaisquer assuntos ou moção que ele considerar ser de
urgência.
18
A GRANDE LOJA
Exceções
43. O constante nos Artigos subsequentes, não estando sujeito ao
disposto no Artigo 40, requererá qualquer notificação de moção, para
adoção ou consideração, relatório ou recomendação a qualquer
Comissão ou Comitê da Grande Loja.
Assuntos já decididos
44. Nenhuma moção, cujo teor tenha sido alvo de consideração e
decisão pela Grande Loja será outra vez submetida ou discutida, salvo
por decisão do Grão Mestre, antes que tenha decorrido um ano da data
de tal consideração ou decisão.
Nomeações para Comissões e Comitês
45. A apresentação de candidato para qualquer Comissão ou
Comitê para ser eleito na Grande Loja, deverá ser feita por escrito ao
Grande Secretário com uma antecedência de quatorze dias da data da
reunião regular da Comissão de Assuntos Gerais a ser realizada antes
da Reunião Trimestral em que essa eleição será feita. O proponente
deverá ser membro da Grande Loja e a apresentação deverá
mencionar o número da Loja e a posição Maçônica, tanto do
proponente quanto do candidato.
Agenda de trabalho
46. A agenda de trabalho a ser considerada pela Grande Loja em
cada Reunião Trimestral deverá ser preparada pelo Grande Secretário
e submetida à Comissão de Assuntos Gerais para aprovação na
reunião regular imediatamente anterior à referida Reunião Trimestral.
19
A GRANDE LOJA
Destinação do envio da agenda e de relatórios
47. Uma cópia da agenda de trabalho aprovada, juntamente com
uma cópia impressa do relatório de procedimentos da Reunião
Trimestral imediatamente anterior, ou qualquer outra reunião
intermediária da Grande Loja, deverão ser enviadas a todos os Grandes
Oficiais, atuais e passados, Grão Mestres Metropolitanos, Provinciais e
Distritais Adjuntos, Grão Mestres Provinciais e Distritais Assistentes,
Grandes Secretários Metropolitanos, Provinciais e Distritais e aos
membros da Comissão de Assuntos Gerais, com uma antecedência
mínima de dez dias da data da Reunião Trimestral. Na mesma ocasião,
duas cópias impressas da agenda de trabalho e dos relatórios deverão
ser enviadas aos Secretários de cada Loja, para o endereço constante no
relatório anual de membros, submetido de acordo com o Artigo 151 .
Ao recebimento dessas cópias, o Secretário deverá imediatamente
enviar uma delas ao Mestre da Loja, para a devida informação aos
membros da Loja. Cópias da agenda de trabalho deverão ser
providenciadas para os membros da Grande Loja que comparecerem a
Reunião Trimestral.
Envio mediante a pagamento
Qualquer membro efetivo de uma Loja subordinada a Grande
Loja poderá receber a agenda de trabalho, relatórios e notificações
pelo correio, mediante registro de seu endereço com o Grande
Secretário e o pagamento das taxas a serem periodicamente fixadas
pela comissão de Assuntos Gerais.
Escrutinadores para o pórtico de entrada
48. O Grande Secretário, com antecedência mínima de quatorze
dias antes de cada Reunião Trimestral, deverá nomear Veneráveis
Mestres e Veneráveis Mestres Passados em número suficiente para
se postarem na parte interior da Porta da Grande Loja para o fim de
assegurar que os Irmãos que pretendem participar da Grande Loja
estejam qualificados.
O Grande Secretário deverá nomear Irmãos para tarefas
similares no Grande Festival e, se necessário, para qualquer outra
Reunião Especial da Grande Loja.
20
A GRANDE LOJA
Prioridade de admissão na Grande Loja
49. Sempre que o Grão Mestre o instruir, a prioridade de admissão
na Grande Loja será concedida aos Irmãos com direito a comparecer,
que solicitaram e receberam o ingresso de admissão.
As solicitações, se excederem as acomodações disponíveis,
serão tratadas por votação a ser conduzida pelo, ou sob direção, do
Grande Secretário.
Ausência do Grão Mestre na Grande Loja
50. Se, em qualquer reunião da Grande Loja, o Grão Mestre estiver
ausente, a Grande Loja será presidida pelo Pró-Grão Mestre ou, na
sua falta, pelo Grão Mestre Adjunto ou, na sua falta, por um Grão
Mestre Assistente e, na falta deste, por um membro da Grande Loja
presente de cargo mais elevado de acordo com a lista precedência do
Artigo 5.
Abertura e Encerramento da Grande Loja
51. A Grande Loja será declarada aberta e encerrada, de forma
ampla, quando o Grão Mestre ou Pró-Grão Mestre presidirem, na
devida forma quando um Grão Mestre Passado ou o Grão Mestre
Adjunto ou um Grão Mestre Assistente presidirem e, em forma em
todas as outras ocasiões, mas sempre com a mesma autoridade.
Atas da Grande Loja
52. Em cada Reunião Trimestral, estando a Grande Loja aberta,
devem ser postas para confirmação as atas da última Reunião
Trimestral e de qualquer outra reunião intermediária da Grande Loja,
como um registro correto dos procedimentos, e nenhuma parte das
atas, nem de qualquer outro assunto que conste na agenda de trabalho,
devem ser lidas por extenso, salvo se solicitado pela Grande Loja, ou
se um Irmão, apoiado por pelo menos cinco outros Irmãos, o deseje,
com vistas a fundamentar uma moção sobre ela.
21
A GRANDE LOJA
Comunicações do Grão Mestre
53. As comunicações do Grão Mestre, se houver, serão feitas antes
que os trabalhos constantes da Agenda sejam considerados.
Memoriais e Petições
54. Nenhum memorial, petição ou outro documento que contenha
assunto impróprio, seja ofensivo ou, que contenha linguagem
indecorosa, poderá ser apresentado na Grande Loja.
Irregular propositions
55. Se o Grão-Mestre avaliar que qualquer resolução proposta
contém algo contrário aos Antigos "Landmarks" da Ordem, ele
poderá se recusar a permitir que o mesmo seja discutido.Nenhum membro pode falar mais de uma vez
56. O proponente de uma moção original tem o direito de resposta,
mas, nenhum outro Irmão poderá se manifestar mais de uma vez sobre
a mesma questão, salvo por permissão especial. Este Artigo não se
aplica ao Grande Fiel de Registro.
Mau comportamento na Grande Loja
57. Se qualquer Irmão, em Grande Loja, tiver um comportamento
desrespeitoso a Cadeira ou indigno a um Maçom, o Grão Mestre ou
Oficial que estiver presidindo poderá peremptoriamente ordenar que ele
se retire da Grande Loja, o que deverá ser feito, podendo a Grande Loja
posteriormente não mais considerá-lo como membro, até que o Grão
Mestre lhe conceda perdão.
Moção para exclusão ou expulsão
58. Excetuando os casos em que o assunto seja apresentado à
Grande Loja nos termos previstos nos Artigos 277 e 278, nenhuma
moção para cancelamento de uma Loja por conduta imprópria, ou
para expulsão de um Irmão, poderá ser feita sem que o Mestre e os
Vigilantes da Loja, ou o Irmão concernente, tenham sido convocados
22
A GRANDE LOJA
para responder ã queixa pessoalmente na Grande Loja, ou responder
por escrito, se eles ou ele assim o desejarem.
Votações
59. Todos os assuntos devem ser decididos por maioria de votos,
cada membro tendo o direito de um voto, cabendo o voto de
desempate ao Grão Mestre ou Oficial que estiver presidindo, salvo se
a Grande Loja decidir que o assunto em pauta seja deixado a
determinação do Grão Mestre ou Oficial que estiver presidindo.
Exceto nas eleições por escrutínio ou por cédulas de votação, os votos
serão indicados por cada membro mediante uma das mãos levantadas,
declarando -se a moção aprovada ou reprovada; mas, se dois membros
solicitarem que os votos sejam contados e, se tal solicitação parecer
razoável ao Grão Mestre ou ao Oficial que estiver presidindo, essa
contagem será conduzida sob a orientação do Grande Diretor de
Cerimônias.
23
GRANDES LOJAS METROPOLITANAS,
PROVINCIAIS E DISTRITAIS
Formação de uma Grande Loja Metropolitana
60. (a) O Grão Mestre tem poderes para transformar Londres,
ou qualquer outra área específica na Inglaterra e País de Gales, em
uma Área Metropolitana, dando ensejo a formação de urna Grande
Loja Metropolitana, com jurisdição sobre essa área específica, com
um Grão Mestre Metropolitano atuando mediante autoridade a ele
conferida pelo Grão Mestre mediante Patente de Nomeação.
O Grão Mestre também tem o poder de reorganizar os limites
das áreas metropolitanas e combinar quaisquer áreas com outra área
metropolitana, ou com uma ou mais províncias, ou subdividir
qualquer área metropolitana, como achar conveniente.
Lojas não vinculadas a uma Área Metropolitana
O Grão Mestre tem poderes para declarar que qualquer reunião
de Loja dentro da área de jurisdição da Grande Loja Metropolitana,
seja considerada urna Loja não vinculada e sujeita a jurisdição direta
do Grão Mestre.
(b) Ressalvada a referência expressa feita no item (d) deste
Artigo ou sempre que um Artigo fizer disposição expressa para Áreas
Metropolitanas, as disposições do Livro de Constituições e quaisquer
regras feitas sob as disposições do Livro de Constituições, relativas a
Províncias, Grão Mestres Provinciais e Grandes Lojas Provinciais e
seus Oficiais, serão igualmente aplicáveis, rnutatis mutandis, a Áreas
Metropolitanas, Grão Mestres Metropolitanos e Grandes Lojas
Metropolitanas e seus Oficiais.
Nomeação do Grão Mestre Metropolitano Adjunto, Assistente e do
Grande Inspetor Metropolitano
(e) (i) Um Grão Mestre Metropolitano pela patente e selo
sob seus cuidados ou de outra forma pode nomear tal número de Grão
Mestres Metropolitanos Adjuntos, Grandes Mestres Metropolitanos
Assistentes (para assumir o posto imediatamente
24
GRANDES LOJAS METROPOLITANAS, PROVINCIAIS E DISTRJT AIS
(d) após o Grão Mestre Metropolitano Adjunto) e Grandes
Inspetores Metropolitanos (para assumir o posto imediatamente após
os Grão Mestres Metropolitanos Assistentes) como o Grão Mestre
pode de tempos em tempos autorizar, para exercer a função a seu
critério, executando em seu nome todas Obrigações e deveres do
cargo.
Qualificações para o cargo
(ii) Nenhum Irmão pode ser nomeado a menos que
tenha servido anteriormente o cargo de Mestre em uma Loja
subordinada a Grande Loja.
(iii) Os Grão Mestres Metropolitanos deverão informar
por escrito, dentro do prazo de um mês após a nomeação, o nome e
endereço de seu Adjunto e de seus Assistentes e, se houver algum, os
Grandes Inspetores Metropolitano, a todas as Lojas de sua Área
Metropolitana, como também ao Grande Secretário, para registro.
(iv) Um Grão Mestre Metropolitano Adjunto ou
Assistente ou um Grande Inspetor Metropolitano, poderão ser
investidos na Grande Loja Metropolitana ou numa Loja dentro da
Área Metropolitana
(e) Os Artigos 62, 66, 67, 68, 69, 70, 71, 72 e 129, do Livro das ,
Constituições, não se aplicam a Areas Metropolitanas, Grão Mestres
Metropolitanos e Grandes Lojas Metropolitanas e seus Oficiais.
"Metropolitan Grand Rank"
61. (a) (i) Uma vez por ano, o Grão Mestre Metropolitano
poderá conferir o "Metropolitan Grand Rank", com designação
referente ao nome de sua Área Metropolitana ( ex. London Grand
Rank), a Mestres Passados de Loja em sua área Metropolitana que
tenham prestado longos e meritórios serviços a Ordem em sua área
Metropolitana e que sejam membros da Grande Loja de acordo com
o Artigo 9, a um número limitado a um membro para cada Loja em
sua Área Metropolitana, sob registro da Grande Loja em I de
setembro do ano anterior.
25
GRANDES LOJAS METROPOLITANAS, PROVINCIAIS E DISTRITAIS
Celebrações Maçônicas
(ii) Em ocasiões especiais de celebração Maçônica, o
Grão Mestre poderá autorizar um Grão Mestre Metropolitano a
conferir um "Metropolitan Grand Rank" a um número adicional de
Irmãos qualificados.
"Metropolitan Rank"
(iii) Um Grão Mestre Metropolitano, desde que não
tenha sido excedido o número de nomeações para "Metropolitan
Grand Rank" previsto neste Artigo, poderá conferir a honraria
denominada "Metropolitan Rank" a Mestres Maçons de Lojas da
área Metropolitana que tenham prestado longos e meritórios serviços
à Ordem na área Metropolitana, observando os detentores de tal
honraria a ordem de precedência imediatamente após os detentores
de "Metropolitan Grand Rank". Todo o detentor de "Metropolitan
Rank", quando se tornar um Mestre Passado e, em decorrência um
membro da Grande Loja nos termos do Artigo 9, se tomará um
detentor de "Metropolitan Grand Rank", sem necessidade de
nomeação adicional.
"Metropolitan Grand Ranks"
(iv) Um Grão Mestre Metropolitano também pode, a
seu critério e sem considerar a limitação acima, conferir
"Metropolitan Grand Rank" a Mestres Passados em Lojas de sua
área Metropolitana que prestaram serviço longo e meritório à Ordem
em sua área Metropolitana e que sejam Oficiais (presente ou
passado) de Grandes Lojas Provinciais ou Distritais ou titulares de
"Metropolitan Grand Rank" (em outra Área Metropolitana) ou
"Overseas Grand Rank".
"Senior Metropolitan Grand Rank"
(v) Um Grão Mestre Metropolitano pode anualmente,
a seu critério, nomear Irmãos que já detêm o "Metropolitan Grand
Rank" ou qualquer outro "Overseas Grand Rank", ou Grandes
Oficiais Provinciais ou Distritais Passados, para serem titulares do
"Senior Metropolitan Grand Rank".
26
GRANDES LOJAS METROPOLITANAS, PROVINCIAIS E DISTRJT AIS
(vi) Os detentores de tais honrarias estão autorizados,
em todas as reuniões Maçônicas, a usar os paramentos respectivos
prescritos nos Artigos 246, 249, 260, 265 e 268, podendo, todavia,
reclamar ordem de precedência somente dentro de suas Áreas
Metropolitanas.
(b) Para dirimir dúvidas, fica aqui expresso que todo o Irmão
que, antes de 1° de outubro de 2003, era detentor de "Senior London
Grand Rank", "London Grand Rank" ou "London Rank", deverá em
todos os aspectos ser tratado com detentor de equivalente honraria
Metropolitana,salvo se não for mais um membro efetivo de uma Loja
dentro da Área Metropolitana ou de qualquer Loja subordinada a
Grande Loja.
Grandes Oficia is 1\líetropolitanos
(e) Um Grão-Mestre Metropolitano também tem o poder de
nomear anualmente entre os Mestres Instalados em Lojas de sua área
Metropolitana, os Grandes Oficiais Metropolitanos conforme
especificado na tabela desta Regra. Os Irmãos nomeados para tais
cargos, se ainda não forem titulares do "Senior Metropolitan Grand
Rank" ou "Metropolitan Grand Rank" ( conforme o caso), serão
nomeados para esses cargos (observadas as limitações, se houver,
previstas no parágrafo (a) acima), e serão classificados entre si para
investidura, na ordem especificada na tabela. Com exceção dos Grão
Mestres Metropolitanos e Pró-Grão Mestres Metropolitanos,
presentes e passados, os Grandes Oficiais Metropolitanos podem
reivindicar precedência como tal apenas dentro de sua própria área
Metropolitana. Eles e os antigos Grandes Oficiais Metropolitanos
têm, no entanto, o direito de usar seus trajes, conforme definido nas
Regras 247, 248, 249, 256, 260, 265 e 268 em todas as reuniões
maçônicas.
27
GRANDES LOJAS METROPOLITANAS, PROVINCIAIS E DISTRITAIS
TABELA DO ARTIGO 61:
NOMEAÇÕES PARA GRANDES OFICIAIS METROPOLITANO
Senior 11.fetropolitan Grand Rank:
Primeiro Grande Vigilante Metropolitano
Segundo Grande Vigilante Metropolitano
Grande Capelão Metropolitano
Grande Tesoureiro Metropolitano - Eleito
Grande Fiel de Registros Metropolitano
Grande Secretário Metropolitano
Grande Diretor de Cerimônias Metropolitano
Grande Porta Espada Metropolitano
Grande Superintendente dos Trabalhos Metropolitano
Grande Capelão Metropolitano Adjunto
Grande Fiel de Registros Metropolitano Adjunto
Grande Secretário Metropolitano Adjunto
Três Grande Diretores de Cerimônias Metropolitano Adjuntos
Grande Porta Espada Adjunto Metropolitano
Grande Superintendente dos Trabalhos Adjunto
Grande Esmoler Metropolitano
Grande Mestre de Caridade Metropolitano
Grande Oficial de Prospecção Metropolitano
Grande Oficial de Comunicação Metropolitano
Grande Mentor Metropolitano
Grande Orador Metropolitano
Cinco Grande Primeiros Diáconos Metropolitano
Metropolitan Grand Rank:
Cinco Grandes Segundos Diáconos Metropolitano
Dois Grandes Capelães Metropolitano Assistente
Dois Grandes Fiel de Registros Metropolitano Assistente
Dois Grandes Secretários Metropoli tano Assistente
Dez Grandes Diretores de Cerimônias Metropolitano Assistente
Dois Grandes Porta Espadas Metropolitano Assistente
Dois Grandes Sup. dos Trabalhos Metropoli tano Assistente
Grande Organista Metropolitano
Dois Grandes Porta Estandartes Metropolitano
Quatro Grandes Porta Estandartes Metropolitano Assistente
28
GRANDES LOJAS METROPOLITANAS, PROVINCIAIS E DISTRJT AIS
Grande Organista Metropolitano Adjunto
Grande Guarda Interno Metropolitano
Três Grandes Guardas Interno Metropolitano Assistentes
Vinte Grandes Mestres de Banquetes Metropolitano
Grande Guarda Externo Metropolitano
Grande Tesoureiro Metropolitano será eleito anualmente
(d) Os Grandes Oficiais Metropolitanos serão nomeados
anualmente na Grande Loja Metropolitana e estes Oficiais, sempre
que possível, deverão ser investidos juntamente com o Grande
Tesoureiro Metropolitano, que será eleito anualmente.
Eventuais Vacâncias
(e) Eventuais vacâncias entre os Grandes Oficiais
Metropolitanos serão preenchidas pelo Grão Mestre Metropolitano, e
o cargo de honraria, se houver, a ser conferido de acordo com o
parágrafo (e) acima, não será considerado dentro da quota ali referida.
Destituição dos Grandes Oficiais Metropolitano
(t) Sempre que o Grão Mestre Metropolitano estiver
insatisfeito com a conduta de algum de seus Grandes Oficiais
Metropolitanos, poderá destituir o Grande Oficial Metropolitano e
despojá-lo de seu cargo e privilégios. O Grão Mestre Metropolitano
também poderá tomar idênticas providências com relação a um
detentor de "Senior Metropolitan Grand Rank", "Metropolitan Grand
Rank" ou "Metropolitan Rank" mas, em qualquer dos casos, não agirá
sem a aprovação da sua Grande Loja Metropolitana, salvo se na
ocasião ou, nos doze meses precedentes, esse Irmão tenha recebido
penalidade de repreensão ou suspensão de autoridade Maçônica.
Formação das Grande Lojas Provinciais e Distritais
62. O Grão Mestre poderá formar qualquer área específica na
Inglaterra como uma Província e, no além-mar, como um Distrito,
onde serão formadas Grandes Lojas Provinciais ou Distritais, com
jurisdições sobre tais áreas, com o Grão Mestre Provincial ou
Distrital atuando mediante autoridade a ele conferida pelo Grão
29
GRANDES LOJAS METROPOLITANAS, PROVINCIAIS E DISTRITAIS
Mestre mediante Patente de Nomeação.
O Grão Mestre tem a prerrogativa de rearranjar limites
territoriais de Províncias ou Distritos, podendo combinar Províncias
ou Distritos ou subdividir Províncias ou Distritos, de acordo com o
seu critério.
Nomeação dos Grão Mestres Metropolitano, Provincial e Distrital
63. É prerrogativa do Grão Mestre a nomeação de Irmãos, de sua
livre escolha, para os cargos de Grão Mestres Metropolitanos,
Provinciais ou Distritais, mediante a emissão de Patente de
Nomeação, permanecendo nos cargos durante o tempo que se fizer
necessário. Com esta patente, o Irmão será investido da autoridade
apropriada para área Metropolitana, Provincial ou Distrital específica.
Ele será instalado na primeira Grande Loja Metropolitana, Provincial
ou Distrital após a sua nomeação e, até essa instalação, ele não estará
qualificado para desempenhar nenhuma das funções de seu oficio,
exceto para realizar a convocação para reunião da Grande Loja
Metropolitana, Provincial ou Distrital com o propósito de sua
instalação.
Nomeação de um Pró-Grão Mestre Metropolitano, Provincial ou
Distrital
Se solicitado por um Grão Mestre Metropolitano, Provincial
ou Distrital que seja um Príncipe de Sangue Real, o Grão-Mestre
poderá nomear um Pró-Grão Mestre Metropolitana, Provincial ou
Distrital para ocupar o cargo durante o tempo necessário; o Pró-Grão
Mestre Metropolitano, Provincial ou Distrital, quando fora de sua
área, terá precedência como os demais Grão Mestres Metropolitanos,
Provinciais e Distritais de acordo com a data de sua nomeação e
dentro da sua área logo após o Grão Mestre Metropolitano, Provincial
e Distrital, e gozará dos mesmos poderes e estará sujeito aos mesmos
deveres em relação ao Grão Mestre Metropolitano, Provincial ou
Distrital, assim como o
30
GRANDES LOJAS METROPOLITANAS, PROVINCIAIS E DISTRJT AIS
Pró-Grão Mestre ao Grão Mestre; em caso de vacância do Grão
Mestrado Metropolitano, Provincial ou Distrital o Pró-Grão Mestre
Metropolitano, Provincial ou Distrital atuará como Grão Mestre
Metropolitano, Provincial ou Distrital até que um novo seja nomeado
e instalado.
Provisão para o caso de falecimento de um Grão Mestre
Metropolitano, Provincial ou Distrital e outras contingências
64. Em caso de morte, demissão, suspensão ou remoção de um
Grão Mestre Metropolitano, Provincial ou Distrital, o Grão Mestre
Metropolitano, Provincial ou Distrital Adjunto deverá exercer todas
as funções do Grão Mestre Metropolitano, Provincial ou Distrital, de
acordo com o Artigo 63 , até que um Irmão seja devidamente
nomeado e instalado como Grão Mestre Metropolitano, Provincial ou
Distrital, porém tal Adjunto, por essa razão, não adquirirá nenhuma
distinção ou precedência mas, enquanto estiver atuando
interinamente, deverá ser denominado de "Grão Mestre
Metropolitano (ou Provincial ou Distrital) Adjunto, em exercício".
Se o Grão Mestre Metropolitano, Provincial ou Distrital não
estiver disponível, o Grão Mestre Metropolitano, Provincial ou
Distrital Adjunto ou, se não houver Adjunto, ou ainda se este também
não estiver disponível, um Grande Oficial Metropolitano, Provincial
ou Distrital Sênior de tal Área Metropolitana, Província ou Distrito
disponível mais próximo na precedênciado cargo, deverá exercer as
funções do cargo do Grão Mestre Metropolitano, Provincial ou
Distrital, sempre dentro das diretrizes deste.
Membros da Grande Loja Metropolitana, Provincial ou Distrital
65. Uma Grande Loja Metropolitana Provincial ou Distrital,
consistirá em, além do Grão Mestre Metropolitano, Provincial ou
Distrital, dos outros Grandes Oficiais Metropolitanos, Provinciais ou
Distritais Atuais, e de todos os Veneráveis Mestres e Vigilantes de
todas as Lojas subordinadas a essas Grandes Lojas Metropolitanas,
31
GRANDES LOJAS METROPOLITANAS, PROVINCIAIS E DISTRITAIS
Provinciais ou Distritais, como também de todos os Grandes Oficiais
Metropolitanos, Provinciais ou Distritais Passados e dos Mestres
Passados de qualquer Loja subordinada a Grande Loja, desde que
sejam, respectivamente, membros da Grande Loja e membros efetivos
de uma Loja subordinada a uma Grande Loja Metropolitana,
Provincial ou Distrital.
Nomeação de um Grão Mestre Provincial ou Distrital Adjunto e
Assistente
66. (a) Um Grão Mestre Provincial ou Distrital, mediante uma
Patente de Nomeação, poderá nomear um Grão Mestre Provincial ou
Distrital Adjunto e, dentro das determinações do Artigo 67, um Grão
Mestre Provincial ou Distrital Assistente, para exercerem esses
cargos enquanto julgar conveniente, podendo os mesmos exercer os
direitos e deveres desses cargos, em seu nome.
(b) Nenhum Irmão pode ser nomeado a menos que tenha
servido anteriormente o cargo de Mestre em uma Loja subordinada a
Grande Loja.
(e) Os Grão Mestres Provinciais e Distritais deverão
informar por escrito, dentro do prazo de um mês após a nomeação, o
nome e endereço de seu Adjunto e de seus Assistentes e, se houver
algum, a todas as Lojas de sua área Provincial ou Distrital, como
também ao Grande Secretário, para registro
(d) Um Grão Mestre Provincial ou Distrital Adjunto, ou
Assistente, poderá ser investido tanto na Grande Loja Provincial ou
Distrital quanto numa Loja dentro da Província ou Distrito.
Quantidade de Grão Mestres Provincial ou Distrital Assistentes
67. Um Grão Mestre Provincial ou Distrital poderá nomear tal
número de Grão Mestres Provinciais ou Distritais Assistentes, para
assumir o posto imediatamente após o Grão Mestre Provincial ou
Distrital Adjunto, conforme autorização de tempos em tempos do
Grão Mestre.
32
GRANDES LOJAS METROPOLITANAS, PROVINCIAIS E DISTRJT AIS
Grandes Oficiais Provinciais ou Distritais, atuais e passados
68. (a) Um Grão Mestre Provincial ou Distrital está também
autorizado a nomear anualmente um número de Grandes Oficiais
Provinciais ou Distritais, conforme especificado nas colunas do
quadro referente a este Artigo, correspondente ao número de Maçons
existentes em sua Província ou Distrito, sob registro na Grande Loja
no dia 1° de setembro do ano anterior, e em adição, sempre que tal
número permitir, a fazer nomeações honoríficas de Grandes Oficiais
Provinciais ou Distritais Passados, exceto os de Grão Mestres
Provinciais ou Distritais Adjuntos Passados, ou Assistentes Passados;
de maneira que, tal número agregado de nomeações para Grandes
Oficiais Atuais e Passados, em um ano, não exceda o número de Lojas
em sua Província ou Distrito, registrados no dia l º de setembro do ano
anterior, sujeito apenas a condição de que nenhum Grão Mestre
Provincial ou Distrital seja impedido de nomear o número de Oficiais
indicado na tabela referente a este Artigo.
Celebrações Maçónicas
(b) Em ocasiões que lhe pareçam adequadas para a
celebração maçônica ou de outra forma, o Grão Mestre pode autorizar
os Grão Mestres Provinciais e Distritais a conferir cargos passados.
(e) (i) Além do especificado acima, um Grão Mestre
Provincial ou Distrital poderá nomear um Grande Orador Provincial
ou Distrital e um Grande Mentor Provincial ou Distrital.
(ii) Além do especificado acima, um Grão Mestre
Distrital, observado o disposto no Artigo 81 , poderá nomear um
Presidente da Comissão Distrital de Assuntos Gerais, bem como
nomear um Presidente da Comissão Distrital de Benevolência, ao
invés de um Grande Esmoler Distrital e um Grande Mestre de
Caridade Distrital.
33
GRANDES LOJAS METROPOLITANAS, PROVINCIAIS E DISTRITAIS
TABELA DO ARTIGO 68:
NÚMERO DE NOMEAÇÕES PARA CARGOS ATUAIS
Número de Maçons na Província!Disrrito
1- 1000- 2000- 3000- 4000- 5000- 6000- 7000- 8000- 9000+
9999 1999 2999 3999 4999 5999 6999 7999 8999
Provincial ou Distrital
Primcirú Grande Vigilante
Segundo Grande Vigilante
Grande Capelão
Grande Tes<mreiro (eleito - Artigo 68(d))
Grande Fiel de Registros
Grande Secretário
Grande Diretor de Cerimônias
Grande Porta Espada
Grande Superintendente dos Trabalhos
Grande Capelão Adjunto
Grande Fiel de Registros Adjunto
Grande Secretário Adjunto • 1 1 1
Grande Diretor de Cerimônias Adjunto 2 2 2 2 3 3 3 3
Grande Porta Espada Adjunto
Grande Sup. dos Trabalhos Adjunto
Grande Esmoler
Grande Mestre de Caridade
Grande Oficial de Prospecção
Grande Oficial de Comunkação
Grande Primeiro Diilctmo 2 3 4 4 4 4 4 4 4
Grande Segundo Diác<mo 2 3 4 4 4 4 4 4 4
Grande Capelão Assistente 2 2 2 2
Grande Fiel de Registros Assistente 2 2
Grande Secretário Assistente* 1 1 1 1 1 1 1 1 1
Grande Diretor de Cerimônias Assistente 2 3 4 6 6 6 8 8 8
Grande Porta Espada Assistente 2
Grande Superint. dos Trabalhos Assistente 2
Grande Organista
Grande Porta Estandarte 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2
Grande Porta Estandarte Assistente 2 2 3 3 4
Grande Organista Adjunto
Grande Guarda lntemo 1 1 1
Grande Guarda lntemo Assistente 2 3 3
Grande Mestre de Banquetes 2 4 6 8 10 12 14 16 17 18
Grande Guarda Externo 1
22 28 34 40 46 52 58 64 69 75
* Quando mais de 6000 Maçons tanto um Grande Secretário Adjunto quanto um Assistente podem ser
nomeados, mas não ambos; quando mais de 9000 Maçons, ambos pode111 ser no111eados.
34
GRANDES LOJAS METROPOLITANAS, PROVINCIAIS E DISTRJT AIS
Grandes Oficiais Distritais Adicionais
(iii) Sempre que o Grão Mestre julgar que, pelo
tamanho da área do Distrito, dos meios de comunicação ou de outro
motivo que justificar a medida, poderá autorizar o Grão Mestre
Distrital a nomear um determinado número de Grandes Oficiais
Distritais, a seu critério, não obstante a limitação acima.
Grande Tesoureiro Provincial ou Distrital será eleito anualmente
(d) Os Grandes Oficiais Provinciais ou Distritais deverão ser
nomeados anualmente nas Grandes Lojas Provinciais ou Distritais e,
sempre que possível, deverão ser investidos juntamente com o Grande
Tesoureiro Provincial ou Distrital, que deve ser eleito anualmente. *
Eventuais vacâncias
(e) Eventuais vacâncias nos cargos de Grande Oficiais
Provinciais ou Distritais Atuais, serão preenchidos pelo Grão Mestre
Provincial ou Distrital.
Destituição de Grande Oficial Provincial ou Distrital
(t) Sempre que o Grão Mestre Provincial ou Distrital estiver
insatisfeito com a conduta de algum de seus Grandes Oficiais
Provinciais ou Distritais, poderá destituir o Grande Oficial Provincial
ou Distrital e despojá-lo de seu cargo e privilégios. o Grão Mestre
Provincial ou Distrital também poderá tomar idênticas providências
com relação a um detentor do cargo de Grande Oficial Provincial ou
Distrital Passado, mas, em qualquer dos casos, não agirá sem a
aprovação da sua Grande Loja Provincial ou Distrital, salvo se, na
ocasião ou, nos doze meses precedentes, esse Irmão tenha recebido
penalidade de repreensão ou suspensão, por autoridade Maçônica.
* Um lm1ão que tenha detido o cargo de Grande Oficial Provincial ou Distrital, por essa razão,
não é considerado inelegível para o cargo de Grande Tesoureiro Provincial ou Distrital.
35
GRANDES LOJAS METROPOLITANAS, PROVINCIAIS E DISTRITAIS
Cargos Passados Adicionais
69. (a) Além do disposto no Artigo 68, um Grão Mestre
Provincial ou Distrital poderá, a seu critério, nomear para cargos de
Grandes Oficiais Provinciais ou Distritais Passados, outros Oficiais
Atuaisou Passados de outras Grandes Lojas Provinciais ou Distritais,
ou detentores de cargo honorífico "Metropolitan" ou "Overseas
Grand Rank", que se tenham tornado membros de sua Grande Loja
Provincial ou Distrital.
(b) Poderá também, mediante dispensa a ser concedida pelo
Grão Mestre, nomear para cargo de Grande Oficial Provincial ou
Distrital Passado, qualquer Irmão, ainda não qualificado sob o Item
(a) acima, que tenha prestado meritórios serviços a Ordem e que tenha
se tornado membro efetivo de uma Loja em sua Província ou Distrito,
vindo de outra área.
Promoções
70. Um Grão Mestre Provincial ou Distrital poderá, a seu critério,
promover anualmente os Grandes Oficiais Provinciais ou Distritais
para qualquer posição, Atuais ou Passados, que ele tenha o direito de
conferir, de acordo com o Artigo 68(a).
Precedência dos Grandes Oficiais Provinciais e Distritais
71. Os Grandes Oficiais Provinciais e Distritais, Atuais e Passados,
obedecerão entre si a ordem de precedência especificada no quadro
anexo ao Artigo 68(a), ficando ressalvado que os Grandes Mentores
Provinciais ou Distritais, Atuais e Passados, figurarão imediatamente
antes dos Grandes Oradores Provincial e Distrital, Atuais e Passados, e
estes imediatamente antes dos Grandes Primeiros Diáconos Provinciais
ou Distritais; Presidentes de uma Comissão Distrital de Assuntos Gerais,
Atuais ou Passados, figurarão imediatamente antes do Grande
Secretário Distrital e os Presidentes de uma Comissão Distrital de
Benevolência, Atuais ou Passados, estarão imediatamente antes do
Grande Diretor de Cerimônias Distrital.
72. Com exceção dos Grão Mestres Provinciais ou Distritais, Atuais
e Passados, e dos Pró-Grão Mestres Provinciais ou Distritais, Atuais e
36
GRANDES LOJAS METROPOLITANAS, PROVINCIAIS E DISTRJT AIS
Passados, os Grandes Oficiais Provinciais ou Distritais, Atuais e
Passados, podem reclamar a ordem de precedência nessa qualificação
somente dentro de suas Províncias ou Distritos. Poderão, no entanto,
em todas as reuniões Maçônicas se revestir dos paramentos definidos
nos Artigos: 247, 248,249,256,260,265 e 268.
Qualificações para o cargo
73. Nenhum Irmão poderá ser nomeado para Grande Vigilante
Metropolitano, Provincial ou Distrital se não for um Mestre ou Mestre
Passado de urna Loja. As mesmas qualificações serão necessárias para a
nomeação de Grande Vigilante Provincial ou Distrital Passado.
Convocação de Oficiais e Irmãos
74. O Grão Mestre Metropolitano, Provincial ou Distrital, poderá
convocar a todos ou qualquer um Oficial de qualquer Loja de sua
jurisdição para atendê-lo, ou a qualquer Grande Oficial autorizado por
ele, ern apresentar a Carta Constitutiva, livros, documentos e as contas
da Loja. Poderá também convocar qualquer Irmão de sua jurisdição para
lhe apresentar, ou apresentar a outro Oficial destacado pelo mesmo, o
seu Certificado da Grande Loja ou qualquer outro documento Maçônico
em seu poder. Caso tal convocação não seja atendida, e nenhuma
explicação seja oferecida ou, caso o Grão Mestre Metropolitano,
Provincial ou Distrital não esteja satisfeito com a explicação apresentada
(se houver), ele poderá requerer a tais Oficiais, a qualquer um deles ou a
qualquer Irmão, conforme o caso, a apresentar , dentro de determinado
prazo, justificativas por escrito com a razão pela qual o caso não deva ser
tratado como deliberada desobediência e, a menos que a explicação por
escrito satisfaça o Grão Mestre Metropolitano, Provincial ou Distrital,
ele poderá aplicar ao Oficial ou Oficiais faltosos e, adicionalmente ou
alternativamente, a Loja ou o Irmão em falta, conforme o caso, a
penalidade de advertência ou suspensão, neste caso, um relatório do
ocorrido com todos os dados detalhados deverá ser encaminhado o
quanto antes ao Grande Secretário, salvo se, no caso de uma advertência,
o Grão Mestre Metropolitano, Provincial ou Distrital considerar o caso
de importância insuficiente para exigir que isso seja feito. O Grão Mestre
Metropolitano, Provincial ou Distrital pode reter quaisquer Cartas
37
GRANDES LOJAS METROPOLITANAS, PROVINCIAIS E DISTRITAIS
Constitutivas, livros, documentos, contas e Balancetes, e Certificados da
Grande Loja apresentados a ele em razão de convocação feita nos termos
deste Artigo.
Determinação de reclamações
75. O Grão Mestre Metropolitano, Provincial ou Distrital deve
determinar todos os casos de reclamação maçônica ou irregularidade com
relação a Lojas ou Maçons individuais dentro de sua jurisdição e pode
proceder à repreensão ou suspensão. Com vista a qualquer determinação,
ele pode representar o dever de investigação e relatar a ele sobre as
circunstâncias do caso a um Comitê de sua Grande Loja Metropolitana,
Provincial ou Distrital consistindo de Irmãos de sua Área Metropolitana,
Província ou Distrito como o caso pode exigir, para esse fim, a inclusão,
se possível, de pelo menos um Irmão legalmente qualificado, e ele terá o
poder de aceitar ou rejeitar, no todo ou em parte, as conclusões de tal
Comitê e de agir, no todo ou em parte, de acordo com suas recomendações.
Em todos os casos, ele ou tal Comitê deverá conduzir uma audiência que
deverá estar de acordo com as regras para a condução de casos
disciplinares de tempos em tempos prescritas pelo Comitê de Assuntos
Gerais. Um relatório do caso com todos os detalhes necessários deve ser
encaminhado o mais rápido possível ao Grande Secretário, a menos que,
no caso de uma advertência, o Grande Mestre Metropolitano, Provincial
ou Distrital considere o caso de importância insuficiente para exigir que
isso seja feito. A decisão do Grande Mestre Metropolitano, Provincial ou
Distrital será final, a menos que um apelo seja feito de acordo com a Regra
185.
75A. (a) Conforme as disposições do Artigo 75, caso um Grão
Mestre Metropolitano, Provincial ou Distrital identifique que as
circunstâncias não o levariam a uma decisão imparcial, e se julgar
necessário um outro observador que atue de forma imparcial, ele
encaminhará a investigação ( ou a investigação adicional) a determinação
de outro Grão Mestre Metropolitano, Provincial ou Distrital, designado
pelo Comitê de Assuntos Gerais; no caso de um Distrito, o Comitê pode,
a seu critério, nomear um Grão Mestre Distrital Passado ( desse ou de
outro Distrito) para esse fim.
38
GRANDES LOJAS METROPOLITANAS, PROVINCIAIS E DISTRJT AIS
(b) A autoridade maçônica nomeada pelo Comitê deve
proceder em todos os aspectos - incluindo, para evitar dúvidas, em um
caso abrangido pela o Artigo 76, conforme previsto - como se a queixa
ou irregularidade fosse relativa a uma Loja ou a um Maçom de sua
própria jurisdição ( ou antiga jurisdição). Qualquer determinação,
ordem ou relatório que ele possa fazer terá efeito como se tivesse sido
feito pelo próprio Grão Mestre Metropolitano, Provincial ou Distrital
da jurisdição.
Sem poderes para exclusão ou expulsão
76. O Grão Mestre Metropolitano, Provincial ou Distrital, não tem
o poder de suprimir uma Loja ou de expulsar um Irmão. Se houver
um caso que, em seu julgamento, justifique a supressão de uma Loja
ou a expulsão de um Irmão, deverá fazer um relatório ao Grande
Secretário.
O Grande Secretário deverá encaminhar o caso para ser
apresentado a uma Corte de Apelação, conforme Artigo 277, salvo se
o Grão Mestre Metropolitano, Provincial ou Distrital recomendar em
seu relatório que o Irmão seja convidado a se demitir da Ordem,
conforme o Artigo 277 A. A recomendação da supressão de uma Loja
ou da expulsão de um Irmão ou, de ser convidado a se demitir, terá
efeito de penalidade de suspensão até que a questão de supressão, ou
de expulsão, tenha sido julgada pela Corte de Apelação, ou o Irmão
tenha se demitido.
Reporte de procedimentos ao Grande Secretário
77. O Grão Mestre Metropolitano, Provincial ou Distrital, deverá
encaminhar anualmente ao Grande Secretário um relatório por escrito
de suas atividades e do estado da Maçonaria em sua Área
Metropolitana,Província ou Distrito. Este deverá apresentar ao Grão
Mestre um resumo das atas de todas as Grandes Lojas Metropolitanas,
Provinciais ou Distritais dentro de um mês da recepção dessas,
juntamente com os nomes de todos os Irmãos nomeados para o cargo
de Grande Oficial Metropolitano, Provincial ou Distrital, assim como
os nomes e números das Lojas a que pertencem.
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GRANDES LOJAS METROPOLITANAS, PROVINCIAIS E DISTRITAIS
Reuniões da Grandes Lojas Metropolitanas, Provinciais ou
Distritais
78. A Um Grão Mestre Metropolitano, Provincial ou Distrital
deverá convocar uma reunião anual de sua Grande Loja
Metropolitana, Provincial ou Distrital, em que serão nomeados os
Grandes Oficiais Metropolitanos, Provinciais ou Distritais, podendo
convocar reuniões adicionais, sempre que julgar necessário. Todas
essas reuniões deverão ser realizadas em sua Área Metropolitana,
Província ou Distrito, saldo mediante dispensa a ser concedida pelo
Grão Mestre.
Reuniões da Grandes Lojas Metropolitanas, Provinciais ou
Distritais
79. A Grande Loja Metropolitana, Provincial ou Distrital será
declarada aberta e encerrada, de forma ampla, quando o Grão Mestre
ou Pró-Grão Mestre Metropolitano, Provincial ou Distrital presidirem
e, em forma, em todas as outras ocasiões, mas sempre com a mesma
autoridade.
Regimento Interno e Regulamentos das Grandes Lojas
Metropolitanas, Provinciais ou Distritais
80. Uma Grande Loja Metropolitana, Provincial ou Distrital tem a
prerrogativa de elaborar ou revisar um Regulamento Interno para a
determinação de suas atividades, dispondo sobre a nomeação e
constituição de Comissões e a definição de seus poderes, a elaboração
e alteração de regulamentos a serem seguidos pelas Lojas e Irmãos
em Áreas Metropolitanas, Províncias ou Distritos, porém, nenhum
desses regulamentos ou estatutos, nem qualquer revisão ou alteração
aos mesmos, poderá conflitar ou contrariar qualquer disposição deste
Regulamento Geral, nem será válido até receber a aprovação do Grão
Mestre Metropolitano, Provincial ou Distrital, e do Grão Mestre .
40
GRANDES LOJAS METROPOLITANAS, PROVINCIAIS E DISTRJT AIS
Comissão de Assuntos Gerais Distrital
81. (a) Em todo o Distrito com menos de sete Lojas poderá
haver, e em todo o Distrito consistindo de sete Lojas ou mais, deverá
haver uma Comissão de Assuntos Gerais, composta por um
Presidente, nomeado anualmente pelo Grão Mestre Distrital, e mais
os detentores de cargos de Grandes Oficiais Distritais, limitado ao
número de sete, conforme especificado no Regulamento Interno, ex-
offício, e de outros membros da Grande Loja Distrital, limitado ao
número de dezesseis, dos quais a metade deve ser eleita da maneira
que o regulamento prescrever, pela Grande Loja Distrital, e a outra
metade será nomeada pelo Grão Mestre Distrital.
(b) A Comissão deverá ter os seus poderes administrativos,
autoridade e obrigações estabelecidos em regulamento interno ou que
lhe sejam delegados pelo Grão Mestre Distrital (sujeitos a revogação
e revisão), devendo agir como um órgão consultivo, fazendo
recomendações ao Grão Mestre Distrital ou à Grande Loja Distrital,
conforme o caso requeira, para o bem-estar da Ordem e o bom
andamento do Distrito.
Comissão de Benevolência Distrital
(e) Em todo o Distrito poderá também haver uma Comissão
Distrital de Benevolência, composta por um Presidente nomeado
anualmente pelo Grão Mestre Distrital e, de um número adicional de
membros, limitado a oito, conforme deverá estar especificado no
regulamento interno, dos quais a metade deverá ser eleita conforme
prescrito no regulamento interno da Grande Loja Distrital, e a outra
metade, por nomeação do Grão Mestre Distrital.
(d) Com relação a ambas as Comissões, o regulamento
interno deverá estabelecer a duração dos mandatos dos eleitos e a
rotação dos nomeados, além do preenchimento de eventuais
vacâncias. Nenhuma eleição ou nomeação de seus membros poderá
ser por um período superior a três anos, porém, esta regra não deverá
considerar algum membro inelegível ou não capacitado a ser
renomeado, se for considerado apto.
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GRANDES LOJAS METROPOLITANAS, PROVINCIAIS E DISTRITAIS
Atas
82. Todas as atas dos procedimentos da Grande Loja
Metropolitana, Provincial ou Distrital, ou de suas Comissões ou
Comitês, deverão ter registro em livros apropriados, os quais deverão
ser apresentados pelo Grão Mestre Metropolitano, Provincial ou
Distrital ao Grão Mestre ou Grande Loja, para inspeção, sempre que
solicitados.
Fundos da Grande Loja Metropolitana e Provincial
83. (a) Cada Grande Loja Metropolitana ou Provincial poderá
estabelecer um fundo local para fins de caridade ou outras finalidades
Maçônicas, podendo determinar as taxas ( que deverão estar previstas
no regulamento interno da Grande Loja Metropolitana ou Provincial)
a serem pagas pelos Grandes Oficiais Metropolitanos ou Provinciais,
e as Lojas nas Áreas Metropolitanas ou Províncias, para tais fins.
(b) Este fundo não poderá ser estabelecido sem a aprovação
de dois terços dos membros presentes nas Grandes Lojas
Metropolitanas ou Provinciais e, sem que cada uma das Lojas da Área
Metropolitana ou Província tenha conhecimento oficial da realização
da reunião e da intenção de propor o seu estabelecimento, e nem antes
que a decisão tenha sido confirmada em uma reunião subsequente da
Grande Loja Metropolitana ou Provincial, de cuja reunião deverá ter
sido feita a devida convocação e comunicação.
(e) Caso esse fundo seja estabelecido, os montantes das taxas
estabelecidas não poderão ser aumentados, salve como previsto
adiante, podendo a Grande Loja Metropolitana ou Provincial reduzir
qualquer uma das taxas ou recolher apenas parte delas, a seu critério.
(d) A Loja Metropolitana ou Provincial poderá aumentar as
taxas assim estabelecidas mediante as seguintes cláusulas:
(i) mediante notificação por escrito da intenção de
propor emendas ao regulamento interno da Grande Loja
Metropolitana ou Provincial e dos aumentos propostos, bem como da
data da reunião da Grande Loja Metropolitana ou Provincial em que
42
GRANDES LOJAS METROPOLITANAS, PROVINCIAIS E DISTRJT AIS
o assunto será discutido, a ser enviada a cada urna das Lojas na Área
Metropolitana ou Província, com uma antecedência mínima de três
meses da data dessa reunião.
(ii) a emenda proposta deverá ter a aprovação de, pelo
menos, dois terços dos rnernbros presentes na reunião da Grande
Loja Metropolitana ou Provincial.
(e) Urna vez aprovada a emenda, urna cópia dela deverá ser
enviada ao Grão Mestre para aprovação.
(t) Após a aprovação pelo Grão Mestre, todo o aumento das
anuidades entrará ern vigor no início do período anual imediatamente
seguinte a data da aprovação e qualquer aumento de taxas entrará em
vigor a partir da data da aprovação .
Fundos da Grande Loja Distrital
84. Cada Grande Loja Distrital poderá estabelecer urn fundo
similar, aplicando-se integralmente o previsto no Artigo 83, corn a
substituição das palavras Provincial e Província pelas de Distrital e
Distrito. Fica previsto também que qualquer Grande Loja Distrital
poderá prever ern seu regulamento interno que qualquer Oficial de urna
Loja que, em razão da distância do local da reunião ou outra causa
considerada satisfatória ao Grão Mestre Distrital, não puder se fazer
presente à reunião ern causa, poderá enviar ao Grande Secretário
Distrital uma carta com a sua opinião sobre a emenda proposta, com
uma antecedência mínima de um mês da data fixada para a reunião,
devendo essa carta ser lida na integra durante a reunião.
Contabilidade e Auditoria das Grandes Lojas Metropolitanas,
Provinciais ou Distritais
85. As contas regulares dos recebimentos e desembolsos dos
Fundos Metropolitanos, Provinciais ou Distritais deverão ser
mantidas ern conformidade corn o disposto nos regulamentos internos
da Grande Loja Metropolitana, Provincial ou Distrital. Essas contas
deverão ser auditadas uma vez por ano por auditorou auditores eleitos
anualmente pela Grande Loja Metropolitana, Provincial ou Distrital.
43
GRANDES LOJAS METROPOLITANAS, PROVINCIAIS E DISTRITAIS
Esses auditores deverão ser Mestres Maçons, salvo se for contratada
uma firma de auditores regularmente registrada em órgão de classe.
As contas deverão ser apresentadas anualmente na reunião da Grande
Loja Metropolitana, Provincial ou Distrital especificada para esse fim
e uma cópia das mesmas deverá ser encaminhada às Lojas da Área
Metropolitana, Província ou Distrito.
Relatórios e emissão de Certificados no Distrito
86. Com o fim de evitar demoras e para facilitar a tarefa de Lojas
subordinadas a um Grão Mestre Distrital, essas Lojas poderão enviar
os seus relatórios e fazer os seus pagamentos devidos à Grande Loja,
ao Grão Mestre Distrital ou a um Irmão designado por ele, ficando
pessoalmente responsável pela sua remessa a Grande Loja. o Grão
Mestre Distrital poderá emitir Certificados da Grande Loja, a ele
enviados para tal fim. Estes Certificados deverão ser contra assinados,
conforme previsto adiante.
Fornecimento de formulários e certificados
87. O Grande Secretário poderá fornecer Certificados da Grande
Loja aos Grão Mestres Distritais, com as devidas alterações no
formulário, assinado e selado, mas ademais, com espaços em branco.
Esses espaços serão preenchidos pelo Grão Mestre ou mediante sua
orientação. Esses Certificados da Grande Loja deverão receber o selo
da Grande Loja Distrital e ser contra assinados pelo Grão Mestre
Distrital, ou seu Adjunto, e pelo Grande Secretario Distrital.
Relatório trimestral dos cerificados emitidos pelo Grão Mestres
Distritais
88. O Grão Mestre Distrital deverá enviar trimestralmente ao
Grande Secretário, num formulário de registro a ser provido por este,
uma lista dos Certificados da Grande Loja emitidos durante o período
a que se referir o formulário, para inclusão nos Registros da Grande
Loja.
44
GRANDES LOJAS METROPOLITANAS, PROVINCIAIS E DISTRJT AIS
Remessa de pagamentos
89. O Grão Mestre Distrital deverá, ern prazo razoavelmente curto,
enviar ao Grande Secretario os relatórios recebidos das Lojas ern seu
Distrito, juntamente com os valores devidos em relação aos me
rnesrno, para que sejam levados a crédito das respectivas Lojas nas
contas da Grande Loja.
Dispensa para concessão de graus em intervalo reduzido
90. Ern Lojas no exterior, urn Irmão poderá ser avançado a um
Grau superior em intervalo não inferior a uma semana, em vez de
quatro semanas previsto no Artigo 172, mas somente por autorização
concedida mediante dispensa concedida pelo Grão Mestre ou sob sua
autoridade.
45
LOJAS NO EXTERIOR NÃO
SUBORDINADAS A UM DISTRITO
Grupo de Lojas ultramarinas e Grandes Inspetores
91. Nos casos de Lojas ultramarinas, não subordinadas a um
Distrito, o Grão Mestre poderá formá-las, ou quaisquer delas, em
grupo ou grupos, e conferir a um Irmão ou Irmãos por ele nomeados
uma jurisdição que ele julgar de Interesse para cada um desses grupos,
ou de quaisquer dessas Lojas Ultramarinas. O Grão Mestre poderá a
qualquer tempo, ou periodicamente, alterar esses grupos, podendo
estender ou limitar suas áreas de jurisdição, de remover qualquer
Irmão assim nomeado, nomeando outro em seu lugar. O Irmão,
enquanto estiver no exercício dessa nomeação, será intitulado de
Grande Inspetor.
OVERSEAS GRAND RANK
Overseas Grand Rank
92. (a) O Grão Mestre poderá conferir anualmente o cargo
honorifico denominado "Overseas Grand Rank" a Mestres Passados
de Lojas no exterior não subordinadas a um Distrito, e que sejam
membros da Grande Loja nos termos do Artigo 9, limitado a um para
cada Loja, registrada até 1 ° de setembro do ano anterior. Em ocasiões
de celebração Maçônica o Grão Mestre poderá conferir tal honraria a
um número adicional de Irmãos qualificados. O Grão Mestre, sempre
que o número de nomeações para "Overseas Grand Rank" não tenha
sido excedido conforme previsto neste Artigo, poderá conferir a
honraria denominada "Overseas Rank" a Mestres Maçons de Lojas no
exterior não subordinadas a um Distrito, devendo os detentores de tal
honraria observar a ordem de precedência imediatamente após os
detentores de "Overseas Grand Rank". Tais Irmãos, assim que se
tornarem Mestres Passados e, por isto, membros da Grande Loja
conforme o Artigo 9, se tornarão, em decorrência, detentores de
"Overseas Grand Rank", sem necessidade de nova nomeação.
46
OVERSEAS GRAND RANK
O Grão Mestre poderá também, a seu critério e sem a limitação
anterior, conferir o "Overseas Grand Rank" para Mestres Passados de
Lojas no exterior não subordinadas a um Distrito, que já sejam
Oficiais (atuais ou passados) de Grande Lojas Provinciais ou
Distritais, ou que tenham "London Grand Rank' . O Grão Mestre
também poderá nomear anualmente, a seu critério, Irmãos que já
tenham qualquer cargo de "Overseas" ou "Metropolitan Grand Rank",
ou Oficiais Provinciais ou Distritais Passados, para serem detentores
de "Senior Overseas Grand Rank". Em todas as reuniões Maçônicas,
os detentores de tais respectivos cargos poderão se revestir dos
paramentos previstos nos Artigos 246, 249, 260, 265 e 268, podendo
reclamar a ordem de precedência somente nas Lojas em sejam
conferidos os cargos de "Senior Overseas Grand Rank", "Overseas
Grand Rank" e "Overseas Rank".
(b) Sempre que o Grão Mestre não estiver satisfeito com a
conduta de um Innão detentor de "Overseas Grand Rank" ou
"Overseas Rank", poderá despojá-lo de tal cargo e privilégios
conforme previstos no Artigo 24.
Taxas de Registro para "Overseas Grand Rank"
93. Todo o Mestre Passado que tenha recebido a honraria de
"Overseas Grand Rank" deverá pagar mna Taxa de Registro ao "Fund
of General Purposes".
47
DAS LOJAS
Petição para constituição de uma nova Loja
94. Todos os pedidos para a concessão de uma Carta Constitutiva
para formação de uma nova Loja deverão ser feitos mediante petição
ao Grão Mestre, com a assinatura de pelo menos sete Mestres Maçons
registrados regularmente sob a Constituição da Grande Loja. Em se
tratando de petições para Lojas em Distritos ou de Lojas no exterior
fora do território de uma Grande Loja Distrital, será suficiente que
quatro sétimos dos signatários sejam Irmãos assim registrados, os
demais, deverão ser membros de uma Potência Maçônica regular e
reconhecida pela Grande Loja e deverão assinar uma declaração em
que aceitam e se submetem ao Livro da Constituição, prometendo
obediência ao Grão Mestre e às Leis e Regulamentos da Grande Loja.
A Petição deverá especificar os nomes das Lojas a que cada
peticionário pertence ou tenha pertencido, devendo ainda anexar um
Certificado, nos termos do Artigo 175, de cada uma das Lojas,
atestando que está em dia com os pagamentos relativos às mesmas.
Toda a petição deverá estar acompanhada de uma recomendação de
uma Loja sob registro da Grande Loja, assinada em Loja aberta pelo
Mestre e os seus Vigilantes, com a aprovação da maioria dos Irmãos
presentes e com a declaração de que a petição objeto da aprovação,
foi publicada em agenda para a reunião da Loja em que o assunto foi
submetido a consideração dessa Loja. A petição deverá ser
encaminhada ao Grande Secretário, para submissão ao Grão Mestre
para aprovação e, em se tratando de Loja que trabalhará em uma Área
Metropolitana, Província ou Distrito, a petição, com seus certificados
e recomendação, deverá previamente ter sido submetida ao Grão
Mestre Metropolitano, Provincial ou Distrital, conforme o caso, que
fará o encaminhamento ao Grande Secretário com as suas
observações, para a aprovação acima mencionada.
48
DAS LOJAS
Carta Constitutiva Provisória para Lojas em Distritos
95. O Grão Mestre, ao recebimento da petição apresentada de
acordo com o Artigo 94 e com a recomendação de um Grão Mestre
Distrital, poderá autorizar o mesmo a conceder uma Carta
Constitutiva Provisória para a formação da nova Loja, até que seja
emitida a CartaConstitutiva regular.
Modelo de Petição para uma Carta Constitutiva
96. A petição para uma Carta Constitutiva de uma nova Loja
deverá obedecer ao seguinte formato:
"Ao Sob. Grão Mestre da Fraternidade Unida dos Antigos
Maçons Livres e Aceitos da Inglaterra:
Nós, os abaixo assinados, sendo Mestres Maçons
regularmente registrados nas Lojas mencionadas à margem dos
nossos respectivos nomes, tendo a prosperidade da Ordem por
escopo, pretendemos envidar os nossos melhores esforços para
promover e difundir os princípios da Arte e, para conveniência de
nossos respectivos domicílios e outras boas razões, pretendemos a
formação de uma nova Loja, a ser denominada .. ....... ...... . Em
consequência dessa pretensão, solicitamos uma Carta Constitutiva,
capacitando-nos a nos reunirmos como uma Loja regular, na cidade
de ..... ....... .... ... .... ....... ....... .... ... .... . , Estado de .. ....... .... ... .... ....... ... , nas
.... .............. .... ... .... ....... .... ... .... ... .. (dias da semana) dos meses de
.... ................ , e ali desempenharmos os nossos deveres Maçônicos,
de forma constitucional, de acordo com os ditames da Ordem e as
Leis da Grande Loja. Ainda, nomeámos e recomendamos para ser o
nosso primeiro Venerável Mestre o Irmão ................... , que serviu
como Vigilante numa Loja regular, o Irmão ... ........... ....... .. para ser
o primeiro Primeiro Vigilante e, o Irmão .. .... ....... .... ... ... , para ser o
primeiro Segundo Vigilante dessa Loja. Certos do atendimento a esta
nossa petição, prometemos estrita obediência às determinações do
Grão Mestre e às Leis e Regulamentos da Grande Loja."
49
DAS LOJAS
Um nova Loja deve ser regularmente constituída
97. Cada nova Loja deverá ser constituída solenemente, de acordo
com os antigos costumes, pelo Grão Mestre ou por outro Grande
Oficial, Mestres ou Mestres Passados de uma Loja, nomeado para agir
em seu lugar. Somente poderão ser instalados como Mestre ou ser
investidos como Vigilantes, para ocupar tais cargos, os Irmãos cujos
nomes constarem na Carta Constitutiva, salvo por permissão especial
do Grão Mestre. Nenhuma Loja será considerada, nem seus Oficiais
serão admitidos na Grande Loja, ou Grande Loja Metropolitana,
Provincial ou Distrital, nem qualquer de seus membros gozará de
quaisquer privilégios Maçônicos, se a Loja não tiver sido constituída
e registrada regularmente.
Loja deve ter um Nome e Número
98. Toda Loja deverá ser identificada por um nome ou título, bem
como por um número, não podendo a Loja fazer qualquer alteração
no nome ou título sem a aprovação do Grão Mestre e, nas Áreas
Metropolitanas, Províncias ou Distritos, também pelo Grão Mestre
Metropolitano, Provincial ou Distrital.
Precedência das Lojas
99. As Lojas obedecerão a ordem de precedência de acordo com
os seus respectivos números registrados nos livros da Grande Loja. A
"Grand Stewards' Lodge" não terá número, 1nas será registrada nos
livros da Grande Loja e, constará nas listas impressas e, considerada
na ordem de precedência, em primeiro lugar.
Precedência local das Lojas em áreas Metropolitanas, Provinciais
ou Distritais
100. Toda Loja deverá seguir uma ordem de precedência local, e
outra geral, para que, em caso de remoção de uma área Maçônica para
outra, embora mantenha o seu número original nos livros da Grande
Loja e preserve a sua precedência na Grande Loja, e em todos os atos
públicos fora da área para a qual tenha sido removida,
50
DAS LOJAS
dentro da nova área constará logo após a última Loja registrada na
área, na ocasião da sua remoção, bem como em qualquer Loja
Metropolitana, Provincial ou Distrital, ou em qualquer cerimônia
pública na área, salvo se o Grão Mestre, o Pró-Grão Mestre, o Grão
Mestre Adjunto, ou um Grão Mestre Assistente estiver presidindo. A
antiguidade e precedência das Lojas em suas respectivas Áreas
Metropolitanas, Províncias ou Distritos será determinada pela data de
seu registro nos livros das Grandes Lojas Metropolitanas, Provinciais
ou Distritais.
A Loja não pode funcionar sem a Carta Constitutiva
101. Com exceção ao previsto no Artigo 95, nenhuma Loja pode se
reunir sem que a Carta Constitutiva concedida pelo Grão Mestre
esteja à vista de todos os Irmãos. Ela deverá ser confiada a cada
Mestre na sua Instalação, ficando em sua custódia, em nome do Grão
Mestre. O Mestre deverá exibi-la em cada reunião da Loja. O disposto
neste Artigo não se aplica às Lojas: "Lodge of Antiquity No. 2",
"Royal Somerset House and Invemess No. 4", e a "Lodge ofFortitude
and Old Cumberland No. 12"", que trabalham sob constituições
1memona1s.
A Carta Constitutiva não pode ser negociada
102. A Carta Constitutiva da Loja é de propriedade do Grão Mestre,
devendo ser mantida para uso exclusivo da Loja a qual foi concedida.
Toda a Loja que transferir ou dispuser indevidamente uma Carta
Constitutiva será passível de ter seu registro cancelado e todo o Irmão
envolvido será considerado com tendo cometido transgressão
Maçônica. Uma Carta Constitutiva não poderá receber qualquer
endosso ou inscrição, salvo por autorização do Grão Mestre.
Certificado de Fusão
102A. Sempre que duas ou mais Lojas desejarem se fundir em uma
única Loja, o Grão Mestre pode, a seu critério e nas condições que
achar adequado, conceder um Certificado de Amalgamação.
51
DAS LOJAS
Carta Constitutiva perdida ou indevidamente suprimida
103. Se a Carta Patente for perdida ou indevidamente retida daqueles
legalmente autorizados a mantê-la ou usá-la, ou retida pela autoridade
maçônica competente, a Loja deve suspender suas reuniões até que uma
patente de confirmação seja solicitada e concedida pelo Grão Mestre,
ou até a Carta Patente assim perdida ou retida seja encontrada ou
restaurada, caso em que a patente de confirmação, se houver, deve ser
devolvida imediatamente ao Grão Mestre.
Oficiais de uma Loja
104. (a) Os Oficiais regulares de uma Loja são: o Mestre e seus
dois Vigilantes, um Tesoureiro, um Secretário, dois Diáconos, um
Guarda Interno e um Guarda Externo. O Mestre poderá nomear para
Oficiais adicionais, um Esmoler e um Mestre de Caridade, podendo
também nomear para Oficiais adicionais um Capelão, um Diretor de
Cerimônias, um Oficial de Prospecção, um Mentor, um Assistente de
Diretor de Cerimônias, um Organista, um Assistente de Secretário,
um Mestre de Banquetes ou Mestres de Banquetes. A um mesmo
tempo nenhum Irmão poderá ter mais de um cargo regular numa
Loja, porém o Mestre poderá nomear para ocupar um cargo adicional
um Irmão que já tenha um cargo regular.
(b) Um Irmão que não seja um membro ativo (contribuinte)
da Loja não pode ocupar qualquer cargo ali, exceto o de Guarda
Externo (Tyler).
(e) Uma Loja, em seu Regulamento Interno, poderá dispor
que os serviços de seu Secretário sejam remunerados por uma quantia
equivalente à sua anuidade devida à Loja, porém, a Loja deverá
remeter a Grande Loja e à Grande Loja Metropolitana, Provincial ou
Distrital as taxas devidas com respeito a sua condição de membro
contribuinte da Loja.
(d) A investidura dos Oficiais da Loja deverá obedecer a
seguinte sequência: Mestre, Primeiro Vigilante, Segundo Vigilante,
Capelão (se houver), Tesoureiro, Secretário, Diretor de Cerimônias
(se houver), Esmoler, Mestre de Caridade, Oficial de Prospecção (se
houver), Mentor (se houver), Primeiro Diácono, Segundo Diácono,
52
DAS LOJAS
Assistente de Diretor de Cerimônias (se houver), Organista (se
houver), Assistente de Secretário (se houver), Guarda Interno,
Mestres de Banquete (se houver) e Guarda Externo
(e) Nenhum Irmão tem o direito de exigir progressão de
cargo na Loja. A nomeação de todos os Oficiais, com exceção do
Mestre, do Tesoureiro e, se eleito, do Guarda Externo, fica sob o livre
e exclusivo arbítrio do Mestre.
(t) O Mestre Passado Imediato, nesta condição, não é um
oficial da Loja. Ele mantém sua posição e responsabilidades em virtude
de sua préviacondição de Mestre, e mantém essa posição até que o
Mestre que o sucedeu se tome Mestre Passado Imediato. Ele reocupa a
posição se o Mestre que o sucedeu morrer ou deixar de ser um membro
da Loja, enquanto mantém a posição de Mestre Passado Imediato.
(g) O Mestre Passado Imediato terá ordem de precedência
imediatamente a frente do Capelão e, não havendo, imediatamente a
frente do Tesoureiro.
Eleição e Instalação do Venerável Mestre
105. (a) Anualmente, na data prevista em seu Regulamento
Interno, toda Loja deverá fazer a eleição de um Mestre, por escrutínio
de um de seus membros que, antes da Instalação de Mestre, tenha
servido por um ano (assim considerado o período entre uma reunião
regular de Instalação até a reunião regular de Instalação seguinte) no
cargo de Mestre, Primeiro Vigilante ou Segundo Vigilante, numa Loja
regular sob registro na Grande Loja, ou que tenha se tomado elegível
por dispensa concedida nos termos do Artigo 109. O escrutínio deverá
ser declarado a favor do membro assim qualificado que tenha recebido
o maior número de votos dos membros votantes presentes.
Se houver a indicação de apenas um nome e, se nenhum outro
membro devidamente qualificado tiver manifestado ao Secretário a sua
intenção de concorrer e, se nenhum dos membros presentes exigir a
realização de um escrutínio, então será permitido ao Mestre da Loja
declarar o resultado da eleição a favor do membro indicado. A
declaração do resultado da eleição ficará condicionada à notificação
dessa intenção, bem como do nome do único Irmão indicado, na agenda
53
DAS LOJAS
de convocação para a reunião regular de eleição.
(b) O Mestre assim eleito deverá ser devidamente Instalado, de
acordo corn os antigos costumes, na sessão regular seguinte, contanto
que nenhuma notificação de moção contrária à Instalação do Mestre
Eleito tenha sido apresentada, de acordo com o procedimento aqui
previsto. Urna moção neste sentido somente deverá ser acolhida pela
Loja se a notificação, assinada por um proponente e um Irmão que o
secunde, juntamente com uma exposição de motivos que justifique a
Notificação de Moção, igualmente assinada pelos dois membros acima,
tenha sido entregue ao Secretário da Loja com uma antecedência mínima
de quatorze dias da data da reunião de Instalação. Nestes casos, cópias
da moção proposta e da exposição de motivos deverão ser imediatamente
encaminhadas pelo Secretário ao Mestre Eleito, e uma cópia da
Notificação de Moção, mas não da exposição de motivos, deverá constar
na Agenda de convocação da reunião. Quando de sua votação ern Loja,
se essa moção receber a concordância de três-quartos dos membros
presentes, tomará nula a eleição e os membros da Loja procederão
imediatamente uma nova eleição de urn membro qualificado para ser o
Mestre. A Instalação do novo Mestre Eleito deverá, respeitado o previsto
a seguir, ser realizada dentro de cinco semanas da data de eleição, tanto
na reunião regular seguinte, se tal ocorrer dentro desse período, quanto
numa reunião de emergência especialmente convocada para tal firn. O
Mestre Eleito, conforme previsto a seguir, será então devidamente
Instalado e, tanto ele quanto os Vigilantes investidos por ele, na data da
próxima reunião regular de instalação, serão considerados corno tendo
servido por um ano nos cargos, respectivamente, de Mestre e de
Vigilantes, em concordância com o previsto neste Artigo e no Artigo 9.
(e) Nenhum Mestre Eleito deve assumir a Cadeira do Mestre
até que tenha sido regularmente instalado.
Morte ou incapacidade do Mestre Eleito
106. Se, em prazo não inferior a sete dias da data da reunião regular
de instalação da Loja, o Mestre Eleito vier a falecer ou tornar-se
desqualificado ou incapacitado, ou enviar ao Mestre da Loja uma
notificação por escrito manifestando a sua intenção de não aceitar o
cargo de Mestre, urna nova agenda de convocação deverá ser emitida e
54
DAS LOJAS
enviada a cada rnernbro da Loja comunicando o fato e convocando os
Irmãos para, na data, promoverem uma nova eleição para Mestre.
A Instalação do novo Mestre Eleito deverá, respeitado o previsto
no Artigo 105, ser realizada dentro de cinco semanas da data de eleição,
tanto na reunião regular seguinte, se tal ocorrer dentro desse período,
quanto numa reunião de emergência especialmente convocada para tal
fim. O Mestre Eleito será então devidamente Instalado e, tanto ele quanto
os seus Vigilantes então investidos, serão, na data da próxima reunião
regular de instalação, considerados como tendo servido por 1 ano ern
cargos, respectivamente, de Mestre e de Vigilantes, em concordância
como previsto nos Artigos 9 e 105.
Contanto que, num período não inferior do que dois meses entre as
datas regulares de eleição e instalação de Mestre, e qualquer um dos
eventos acima (tomado nula a eleição do Mestre) ocorra em prazo Não
inferior a seis semanas da data da reunião regular de instalação, deverá
então o Mestre convocar uma reunião de emergência, a ser realizada em
prazo não inferior a três semanas da referida data de instalação, para o fim
de eleger um outro Mestre, devendo o Mestre então eleito, de acordo com
o previsto no Artigo 105, ser instalado na data regular de instalação, como
se tivesse sido eleito na data regular de eleição.
Caso uma Loja não consiga, por qualquer motivo, por
negligência ou de outra forma, eleger um Mestre no dia indicado ern seu
estatuto, as disposições anteriores desta regra serão aplicadas como se o
Mestre Eleito tivesse falecido no dia seguinte àquele em que a eleição
deveria ter ocorrido.
Continuação no cargo de Mestre
107. Se ern menos de sete dias antes do dia designado para a reunião
regular de instalação da Loja, o Mestre Eleito morrer ou se tornar
desqualificado ou incapacitado, ou enviar ao Mestre uma notificação
por escrito de sua intenção de não aceitar o cargo de Mestre, então o
Mestre em firn de mandato continuará corno Mestre da Loja até o final
do período para o qual o Mestre Eleito foi eleito e, em tal reunião,
investirá os Vigilantes e outros Oficiais (se houver) escolhidos pelo
Mestre Eleito, ou, a qualquer outro não assim selecionado, que então
55
DAS LOJAS
será nomeado por ele mesmo, junto com o Tesoureiro e Guarda
Externo (Tyler).
Postergando a Instalação do Mestre Eleito
108. (a) Se na data da reunião regular de instalação da Loja o
Mestre Eleito (muito embora pronto e disposto a servir como tal) ficar
inevitavelmente impedido de estar presente na reunião, a instalação
deverá ser adiada e realizada dentro de cinco semanas da data de tal
reunião regular de instalação, tanto na reunião regular seguinte, se tal
ocorrer dentro desse período, quanto numa reunião de emergência
especialmente convocada para tal fim, o Mestre Eleito será então
devidamente Instalado e, tanto ele quanto os Vigilantes investidos por
ele serão, na data da próxima reunião regular de instalação, considerados
como tendo servido por um ano nos cargos, respectivamente, de Mestre
e de Vigilantes, em concordância com o previsto nos Artigos 9 e 105.
(b) No entanto, se o Mestre Eleito Não comparecer à reunião
regular ou de emergência prevista logo acima, a sua eleição será
considerada nula e o Mestre em fim de mandato deverá continuar como
Mestre da Loja até o final do período para o qual o Mestre Eleito tinha
sido eleito e devendo nessa reunião de instalação investir, juntamente
com o Tesoureiro e o Guarda Externo, os Vigilantes e outros Oficiais (se
houver) escolhidos pelo Mestre Eleito ou, nomeando ele mesmo e
investindo os não assim escolhidos. Os Vigilantes investidos por ele
serão considerados, na data da próxima reunião regular de instalação,
como tendo servido por um ano nos cargos de Vigilantes, em
concordância como previsto nos Artigos 9 e 105.
(e) Se, na data aprazada para a reunião de instalação regular,
ou na data da reunião adiada prevista neste Artigo, não for possível
constituir uma junta de Mestres Instalados,o previsto neste Artigo
deverá ser aplicado como se o Mestre Eleito não estivesse presente.
Qualificação do Vigilante para cadeira de Mestre
109. Se a investidura de um Vigilante não ocorrer na reunião em
que o Mestre foi instalado e, em decorrência o membro nomeado não
tenha servido o cargo por um ano, conforme previsto acima, o mesmo
não poderá ser considerado como elegível para Mestre da Loja, salvo
56
DAS LOJAS
por dispensa do Grão Mestre ou, numa Área Metropolitana, Província
ou Distrito, pelo Grão Mestre Metropolitano, Provincial ou Distrital,
que somente poderá ser concedida por petição esclarecendo as
circunstâncias do adiamento da investidura, do desempenho atual do
membro na Cadeira de Vigilante e as razões especiais que justifiquem
o pedido de intercessão ao Grão Mestre Metropolitano, Provincial ou
Distrital. O Mestre Instalador somente deverá proceder a instalação
de um Mestre se estiverem satisfeitos os requisitos do Artigo 105 ou
se uma dispensa lhe tenha sido exibida.
Mestre Adjunto
110. Sempre que um Príncipe de Sangue Real honrar uma Loja
aceitando o cargo de Mestre, deverá ele nomear um Mestre Adjunto,
qualificado conforme o Artigo 105, que deverá ser devidamente
instalado e, quando no exercício do cargo, a exercer todos os
privilégios do Mestre e, quando tiver completado o período no cargo,
aos privilégios de um Mestre Passado.
Caso o Grão Mestre, sendo um Príncipe de Sangue Real, honre
qualquer Loja, que tenha sido declarada sob o Artigo 60(a) como uma
Loja independente, sujeita à sua jurisdição direta, ele terá o direito de
assumir o Mestrado dessa Loja sem assumir a obrigação formal de um
Mestre Eleito.
Obrigações do Mestre
111. Todo Mestre Eleito, antes de ser colocado na Cadeira deverá
se comprometer a preservar os "Landmarks" da Ordem, a observar os
antigos costumes estabelecidos e fazer com que sejam estritamente
respeitados por toda a Loja.
Eleição do Tesoureiro
112. (a) O Tesoureiro deverá ser eleito pelos membros da Loja
na data regular de eleição do Mestre, e da mesma forma.
(b) Nos casos em que o Tesoureiro, em razão de doença,
ausência passível de se alongar ou outras circunstâncias, não puder
desempenhar o cargo dentro da razoável conveniência da Loja, o Grão
57
DAS LOJAS
Mestre ou, numa Área Metropolitana, Província ou Distrito, o Grão
Mestre Metropolitano, Provincial ou Distrital, mediante solicitação do
Mestre, poderá conceder dispensa à Loja para eleger um outro
membro que não esteja ocupando um outro cargo regular na Loja, para
desempenhar os deveres do Tesoureiro até que o Tesoureiro esteja
capacitado a retornar o desempenho normal dos deveres do cargo ou
até o próximo período regular de eleições, o que ocorrer primeiro.
(e) A agenda de convocação para uma reunião de eleição
conforme acima deverá ser expedida com antecedência de dez dias,
comunicando a dispensa concedida e essa reunião poderá ser tanto
regular quanto de emergência, devidamente autorizada conforme
previsto no Artigo 140.
Guarda Externo da Loja
113. O Guarda Externo deverá ser eleito no dia regular de eleição
do Mestre. No entanto, a Loja poderá resolver que um de seus
membros contribuintes seja Guarda Externo, sem remuneração, caso
em que ele será nomeado pelo Mestre, juntamente com os outros
Oficiais.
Nos casos de ser o Guarda Externo eleito pelos membros da
Loja, havendo causa suficientemente grave para justificar o ato,
poderá este ser removido por uma maioria dos membros presentes em
uma reunião regular da Loja.
Todo o Guarda Externo deverá ser um Mestre Maçom com
registro nos livros da Grande Loja.
Responsabilidade do Mestre de observar as Leis e Regulamentos
114. O Mestre é responsável pela observância das leis pela Loja que
ele preside.
Período no cargo de Mestre
115. Exceto quando exigido pela Regra 107 ou Regra 108, nenhum
Irmão continuará Mestre da mesma Loja por mais de dois anos
consecutivos, a menos que por uma dispensa, que pode ser concedida
pelo Grão Mestre, ou em uma Área Metropolitana, Província ou
58
DAS LOJAS
Distrito pelo respectivo Grão Mestre, em casos de necessidade; mas
ele poderá ser eleito novamente após ter deixado o cargo por um ano.
O disposto neste Artigo não se aplica a um Príncipe de Sangue
Real, mas é aplicável ao seu Mestre Adjunto.
Mestre de mais de uma Loja no mesmo período
Nenhum Irmão poderá ser Mestre de duas ou mais Lojas ao
mesmo tempo, salvo por dispensa do Grão Mestre ou, se as Lojas
pertencerem ao mesmo Distrito, do Grão Mestre Distrital.
Nomeação e Investidura dos Oficiais
116. Ao ser instalado, o Mestre deverá nomear os seus Vigilantes e
outros Oficiais, que não os eleitos, devendo investir todos os Oficiais
presentes.
Proprietário do local de reuniões
117. O proprietário ou gerente do imóvel em que a Loja se reúne
não poderá ter nenhum cargo na Loja, salvo por dispensa do Grão
Mestre ou, numa área Metropolitana, Província ou Distrito, pelo Grão
Mestre Metropolitano, Provincial ou Distrital.
Atendimento as convocações pelos Irmãos
118. Sempre que convocados para tal, o Mestre e os Vigilantes e
os membros de uma Loja deverão se apresentar ao Grão Mestre ou
seu Adjunto ou Assistente e, quando solicitado, deverão entregar a
Carta Constitutiva, livros e outros documentos da Loja e, todo o
Irmão assim convocado, deverá apresentar o seu Certificado da
Grande Loja, documentos esses que poderão ficar retidos pelo Grão
Mestre ou o seu Adjunto ou Assistente.
A falta de atendimento a essa convocação poderá sujeitar o
Irmão a uma suspensão ou repreensão.
59
DAS LOJAS
Falecimento do Mestre e outras providências
119. (a) Se o Mestre falecer, for removido ou se as
circunstâncias não lhe permitam exercer a autoridade decorrente de
seu cargo, o Primeiro Vigilante ou, na sua ausência, o Segundo
Vigilante ou, na ausência dos dois Vigilantes, o Mestre Passado
Imediato ou, em sua ausência, o Mestre Passado mais veterano da
Loja deverá fazer as convocações da Loja até a Instalação do Mestre
ou até que o Mestre esteja outra vez habilitado a exercer o cargo.
(b) Salvo o disposto mais adiante, se o Mestre não estiver
presente, o Mestre Passado !mediato ou, na sua ausência, o Mestre
Passado mais veterano da Loja ou, se nenhum Mestre Passado da Loja
estiver presente, então um Mestre Instalado que seja membro
contribuinte da Loja deverá ocupar a Cadeira e governar a Loja, ou
solicitar que qualquer outro Mestre Instalado que seja membro
contribuinte de Loja, governe a Loja. Se nenhum Mestre Instalado que
seja Membro contribuinte da Loja estiver presente, o Primeiro
Vigilante ou, na sua ausência, o Segundo Vigilante, deverá conduzir
os trabalhos da Loja, mas, deverá solicitar a um Mestre Instalado para
ocupar a Cadeira para abrir e encerrar a Loja e para conferir graus.
(e) Se na ocasião da realização da reunião da Loja não
houver nenhum Mestre Instalado presente para ocupar a Cadeira, essa
reunião não deverá ser realizada e o fato deverá ser registrado no
Livro de Atas da Loja.
(d) Se a ausência do Mestre for apenas temporária e as
circunstâncias o permitirem, ele exercerá a autoridade decorrente de
seu cargo. Poderá solicitar a qualquer Mestre Instalado que seja
Membro contribuinte da Loja para ocupar a Cadeira e governar a Loja
e conferir graus, ou a qualquer Mestre Instalado a ocupar a Cadeira e
conferir graus, como se ele mesmo estivesse presente.
Destituição de um Oficial
120. Sempre que o Mestre estiver descontente com a conduta de
qualquer de seus Oficiais, poderá submeter as razões de sua
reclamação a Loja em uma reunião regular. Os detalhes de tal
reclamação, deverão ser enviados ao Oficial envolvido pelo menos
60
DAS LOJAS
sete dias antes da data da reunião. Se a ma1ona dos membros
presentes à reunião acharem que a reclamação tem fundamento, o
Mestre poderá remover o Oficial e nomear outro em seu lugar.
Vacância nos cargos
121. Ocorrendo vacância de um cargoregular, salvo o do Mestre, o
cargo deverá ser preenchido pelo restante do ano mediante a eleição
ou nomeação ( de acordo com o método normal de preenchimento do
cargo), por um membro que não esteja ocupando um cargo regular da
Loja por ocasião da ocorrência da vacância. Em se tratando de cargo
que exija eleição, essa deverá constar como item da agenda de
convocação da Loja.
Oficiais visitando a Loja
122. O Grão Mestre tem plena autoridade para presidir qualquer
Loja e pode solicitar a qualquer de seus Grandes Oficiais para assisti-
lo. Os seus Vigilantes, se estiverem presentes e se assim convocados,
deverão servir como Vigilantes da Loja enquanto ele a presidir. O
Grão Mestre poderá também convocar os Vigilantes da Loja ou a
quaisquer Mestres Maçons para servir como Vigilantes.
O Pró-Grão Mestre, se o Grão Mestre não estiver presente, tem
a mesma autoridade.
O Grão Mestre Adjunto, se o Grão Mestre e o Pró-Grão Mestre
não estiverem presentes, tem a mesma autoridade.
Um Grão Mestre Assistente, se o Grão Mestre, o Pró-Grão
Mestre e o Grão Mestre Adjunto não estiverem presentes, tem a
mesma autoridade.
O Grão Mestre Metropolitano, Provincial ou Distrital tem a
mesma autoridade em qualquer Loja que visitar dentro de sua área
Metropolitana, Província ou Distrito.
O Pró-Grão Mestre Metropolitano, Provincial ou Distrital, se
o Grão Mestre Metropolitano, Provincial ou Distrital não estiver
pressente, tem a mesma autoridade.
61
DAS LOJAS
O Grão Mestre Metropolitano, Provincial ou Distrital Adjunto,
se o Grão Mestre Metropolitano, Provincial ou Distrital e o Pró-Grão
Mestre Metropolitano, Provincial ou Distrital não estiverem
presentes, tem a mesma autoridade.
Um Grão Mestre Metropolitano, Provincial ou Distrital
Assistente, se o Grão Mestre Metropolitano, Provincial ou Distrital, o
Pró-Grão Mestre Metropolitano, Provincial ou Distrital e o Grão
Mestre Metropolitano, Provincial ou Distrital Adjunto não estiverem
presentes, tem a mesma autoridade.
Um Grande Inspetor Metropolitano, se o Grão Mestre
Metropolitano, o Pró-Grão Mestre Metropolitano, o Grão Mestre
Metropolitano Adjunto e o Grão Mestre Metropolitano Assistente não
estiverem presentes, tem a mesma autoridade.
O Grande Inspetor tem a mesma autoridade em qualquer Loja
que ele visite dentro do seu Grupo.
No caso de Lojas fora de uma área Metropolitana, Provincial
ou Distrital, se nem o Grão Mestre, o Pró-Grão Mestre, o Grão Mestre
Adjunto ou um Grão Mestre Assistente estiverem presentes para
presidir em conformidade com este Artigo, qualquer um deles poderá,
por delegação, conceder autoridade a um Grande Oficial atual, de
categoria não inferior a "Very Worshipful", a presidir em seu lugar.
A autoridade assim delegada em consonância com este Artigo se
limitará à Loja e à reunião especificada.
Em todos os casos acima, o Mestre da Loja deverá ser colocado
imediatamente à esquerda do Irmão que a presidir.
62
DAS LOJAS
Visitas dos Grandes Oficiais por comando
123. O Grão Mestre poderá enviar qualquer um de seus Grandes
Oficiais, atuais ou passados, para visitar qualquer Loja, a seu critério,
devendo esse Oficial visitante ser colocado imediatamente à direita
do Irmão que presidir a Loja.
Visitas dos Grandes Oficiais Metropolitanos, Provinciais ou Distritais,
ou detentores de "Metropolitan Grand Rank", por comando
124. O Grão Mestre Provincial ou Distrital poderá enviar qualquer
um de seus Grandes Oficiais Provinciais ou Distritais, atuais ou
passados, para visitar qualquer Loja em sua Província ou Distrito, a
seu critério, devendo esse Oficial visitante ser colocado
imediatamente à direita do Irmão que presidir a Loja. Um Grão Mestre
Metropolitano poderá enviar qualquer um de seus Grandes Oficiais
Metropolitanos atuais ou a qualquer detentor de "Senior Metropolitan
Grand Rank" ou de "Metropolitan Grande Rank" para visitar qualquer
Loja em sua Área Metropolitana, de maneira similar.
Admissão de Visitantes
125. (a) Nenhum Irmão subordinado a Grande Loja poderá ser
admitido em uma Loja sem que seja conhecido pessoalmente por e
sob a responsabilidade de um dos Irmãos presentes ou, que seja
confirmado após o devido exame. Se lhe for exigido, deverá exibir o
seu Certificado da Grande Loja e comprovar sua regularidade com
relação a sua Loja ou Lojas.
(b) Nenhum Irmão que não seja subordinado a Grande Loja
poderá ser admitido sem que o seu Certificado comprove que ele foi
iniciado de acordo com os antigos ritos e cerimônias, numa Loja
pertencente a mira Potência que professe a crença no G.A.D.U.,
devendo o Certificado ter sido emitido por uma Potência reconhecida
pela Grande Loja, e nem, sem antes ele mesmo reconhecer que essa
crença e um "Landmark" essencial da Ordem e comprovar sua
regularidade com relação ã sua Loja ou Lojas. Cabe ao Mestre de uma
Loja na qual o visitante de uma outra Potência desejar ser admitido de
certificar-se, se necessário junto ao Grande Secretário, se tal Potência
é reconhecida pela Grande Loja.
63
DAS LOJAS
(e) Durante sua presença ern Loja, o visitante deverá
sujeitar-se ao Regulamento Interno da mesma.
Recusa a admissão de Visitantes
126. Está dentro dos poderes do Mestre da Loja recusar a admissão
a qualquer visitante de conhecido mau caráter ou cuja presença, em
sua opinião, possa perturbar a harmonia da Loja.
Desqualificação do Visitante
127. No caso de um Irmão que deixou de ser membro ativo de todas
as Lojas das quais tenha sido membro a qualquer tempo, aplicam-se
os seguintes dispositivos:
(i) nos casos em que sua exclusão tenha se originado
por força do Artigo 148 ou do Artigo 181, ele não poderá visitar
nenhuma Loja ou Loja de Instrução até que se tome outra vez um
membro ativo de un1a Loja.
(ii) Se a razão tenha sido originada por expulsão da
Ordem ou de sua renúncia da Ordem nos termos dos Artigos 183A ou
277 A, não terá mais direito de visitar qualquer Loja ou Loja de
Instrução.
(iii) Em qualquer outro caso, ele não terá permissão
para comparecer a qualquer urna Loja mais de uma vez até que ele se
torne novamente um membro ativo de urna Loja, e após tal
comparecimento, ele deverá preencher a palavra 'não anexado'
(unattached) à sua assinatura no livro de presença, declarando nele o
nome e o número da última Loja da qual ele foi rnernbro ativo. Não
obstante as disposições anteriores deste parágrafo, ele terá permissão
para visitar a uma, somente urna, Loja em não rnais do que duas outras
ocasiões com vista a se tornar um membro ativo daquela Loja; desde
que (a) o Mestre dessa Loja tenha confirmado ao Secretário por
escrito que esse é o propósito de sua visita subsequente, e (b) sua visita
final a tal Loja deverá ocorrer em no máximo um ano após a primeira
visita.
Nada neste Artigo impedirá a presença de urn Irmão em
qualquer Loja da qual ele seja um Membro Honorário.
64
DAS LOJAS
Lojas de Londres
128. Para os efeitos do Artigo 129, todas as Lojas num raio de cinco
milhas (oito quilômetros) do Freemasons' Hall, em Londres, são
consideradas "Lojas de Londres".
Loj as Provinciais ou Distritais
129. Todas as Lojas que se reúnem a uma distância maior do que
cinco milhas do Freemason's Hall são, por consequência dos Artigos
60 e 91, Lojas Provinciais ou Distritais e estão sob a supervisão direta
do Grão Mestre Provincial ou Distrital da jurisdição em que se
reúnem, sempre ressalvando que uma Loja que se reúne entre cinco e
dez milhas do Freemasons' Hall poderá, mediante o consentÍlnento
do Grão Mestre, ser considerada uma Loja de Londres, sujeita ao
disposto no Artigo 128.
Lojas Militares no exterior
130. Sempre que uma Loja Militar, subordinada à Grande Loja se
reunir fora da Inglaterra, deverá ter o cuidado de conduzir os trabalhos
de forma a não causar qualquer contrariedade às autoridades
Maçônicas do país ou do lugar em que se reunir, nunca perdendo de
vista os deveres para com a Grande Loja, a qual deverá sempre ser
comunicada ea qual as taxas e contribuições devem ser enviadas
regularmente.
Entrega ou troca de Carta Patente de Loja Militar
131. Se a unidade militar à qual a Loja esteja anexa for desativada,
os Irmãos deverão encaminhar a Carta Patente ao Grande Secretário.
Porém, se um número competente de Irmãos permanecerem juntos,
poderão pedir uma nova Carta Patente, com o mesmo número,
autorizando-os a se reunirem como uma Loja civil, num local
conveniente e mediante aprovação do Grão Mestre, sem qualquer
custo adicional.
65
DAS LOJAS
Formação de Lojas de Instrução
132. Nenhuma Loja de Instrução poderá ser formada salvo
mediante sanção de uma Loja regular ou por licença e autorização do
Grão Mestre. A Loja que sancionar ou os Irmãos que receberem a
licença serão responsáveis para observar que os procedimentos
estejam de acordo com as Antigas Obrigações, Landmarks e
Regulamentos da Ordem, conforme estabelecido pela Grande Loja .
Aprovação de dias e locais de reuniões de Lojas de Instrução
133. Os locais e datas de reunião de Lojas de Instrução em áreas
Metropolitanas, Províncias e Distritos deverão ser submetidos à
aprovação do Grande Secretário Metropolitano, Provincial ou
Distrital.
Atas de Lojas de Instrução
134. As Lojas de Instrução deverão elaborar atas registrando os
nomes de todos os Irmãos presentes a cada reunião, bem como dos
Irmãos ocupantes dos cargos e, quando solicitadas, colocadas à
disposição do Grão Mestre, do Grão Mestre Metropolitano, Provincial
ou Distrital, da Comissão de Assuntos Gerais ou da Loja
mantenedora.
Todo o oficial que estiver de posse de algum dos pertences de
urna Loja de Instrução, ao findar o seu mandato, deverá entregá-lo ao
seu sucessor ou a pessoa indicada pela Loja rnantenedora pelo Grão
Mestre ou por outra autoridade competente.
Cancelamento de uma Loja de Instrução
135. Sempre que uma Loja mantenedora de uma Loja de Instrução
julgar conveniente, poderá cancelar a sua sanção em uma reunião
regular, por resolução da Loja, mediante uma notificação dessa
intenção na agenda de convocação para essa reunião, e comunicada
ao Secretário da Loja de Instrução. A decisão da Loja de cancelar a
66
DAS LOJAS
autorização de funcionamento deverá ser notificada à Loja de
Instrução, que deixará de existir, em decorrência. Essa decisão deverá
ser comunicada também ao Grande Secretário ou ao Grande
Secretário Metropolitano, Provincial ou Distrital, conforme o caso.
O Grão Mestre poderá a qualquer momento cancelar a licença
por ele dada para uma Loja de Instrução, que deixará de existir, em
decorrência.
Sempre que uma Loja de Instn1ção for extinta, seus livros,
certificados e outros documentos, deverão ser devolvidos e passarão
a pertencer à Loja mantenedora, ou ao Grande Secretário, em nome
do Grão Mestre. Os demais pertences da Loja de Instrução deverão
ser dispostos de acordo com a determinação de seus membros.
Regulamento Interno
136. Toda Loja pode elaborar o seu próprio Regulamento Interno
para boa ordem de seus trabalhos, porém, nenhum Regulamento
Interno ou qualquer uma de suas alterações entrará em vigor até que
seja aprovado em nome do Grão Mestre. No caso de Lojas em uma
Área Metropolitana, Província ou Distrito, um projeto de
Regulamento Interno ou proposta de alteração, conforme o caso,
deverá ser enviado ao Grande Secretário Metropolitano, Provincial ou
Distrital, para aprovação do Grão Mestre Metropolitano, Provincial
ou Distrital, que poderá aprovar o mesmo em nome do Grão Mestre
se estiver em consonância com o modelo periodicamente aprovado
pelo Grão Mestre. Nos demais casos, o projeto deverá ser enviado ao
Grande Secretário, para aprovação do Grão Mestre.
Após aprovação final, o Regulamento Interno deverá ser
impresso e uma cópia enviada ao Grande Secretário, bem como ao
Grande Secretário Metropolitano, Provincial ou Distrital.
67
DAS LOJAS
Data e local de reunião - Proibido interrupções
137. O Regulamento Interno deverá especificar as datas e locais de
reuniões regulares da Loja, bem como a da eleição do Mestre,
Tesoureiro e, se for o caso, do Guarda Externo, bem como a da
instalação do Mestre, que deverá ser a reunião seguinte a especificada
para sua eleição. Uma reunião regular não pode ser cancelada e
nenhuma reunião poderá ser realizada em local ou data diferente do
que disposto no Regulamento Interno, salvo o disposto em contrário
neste Regulamento Geral. Nenhuma reunião de Loja poderá ser
suspensa.*
Submissão ao Regulamento Interno
138. Uma cópia do Regulamento Interno deverá ser entregue ao
Mestre na sua instalação e sua aceitação poderá ser considerada como
uma solene promessa de submissão ao mesmo.
Todo Irmão deverá receber uma cópia do Regulamento Interno
da Loja quando se tornar um membro dela e sua aceitação poderá ser
considerada como uma solene promessa de submissão ao mesmo.
Dias proibidos para reuniões
139. (a) Em nenhum caso poderá uma reunião da Grande Loja,
das Grandes Lojas Metropolitanas, Provinciais ou Distritais, ou de
uma Loja, ser realizada no dia de Natal, Sexta-Feira da Paixão, ou
num domingo e, em todos os casos mencionados neste Regulamento,
estes dias são proibidos para realização de reuniões.
Reuniões em dias proibidos ou f eriados públicos
(b) No caso de a data especificada para a reunião regular de
uma Loja cair no Dia de Natal, Sexta-Feira Santa, num domingo ou
feriado, a reunião deverá ser realizada numa data alternativa, não mais
de sete dias antes nem mais de sete dias após a data especificada,
conforme determinação do Mestre, sempre observando que a reunião
não se realize num dia proibido.
• Nem é permitido o adiamento de qualquer reunião maçônica.
68
DAS LOJAS
Alterações do dia de reunião por dispensa
(e) Se uma Loja desejar realizar a sua reunião regular numa
data diferente da especificada, o Grão Mestre e, se numa Área
Metropolitana, Província ou Distrito, o Grão Mestre Metropolitano,
Provincial ou Distrital poderá conceder uma dispensa para a
realização da reunião numa data alternativa, que não poderá ser de
mais de vinte e oito dias antes e nem de mais de vinte e oito dias após
a data especificada.
Cálculo do intervalo de quatro semanas do Artigo 172
(d) Para fins de cálculo do intervalo de quatro semanas
mencionado no Artigo 172, uma reunião será sempre considerada
como tendo sido realizada no dia real em que foi realizada, e não na
data original substituída. Para todos os outros fins, uma reunião
realizada em uma data alternativa será considerada como tendo sido
realizada na data especificada.
Reuniões de Emergência
140. Nenhuma Loja poderá realizar mais de uma reunião num
mesmo dia. Sempre que as circunstâncias determinarem, poderá ser
concedida dispensa pelo Grão Mestre e, se numa Área Metropolitana,
Província ou Distrito, pelo Grão Mestre Metropolitano, Provincial ou
Distrital, para a realização de uma reunião extraordinária da Loja, por
determinação do Mestre e, se não disponível, do Primeiro Vigilante e,
se não disponível, do Segundo Vigilante, mas, em caso algum sem
que seja por essa autoridade. Nessa reunião extraordinária não poderá
ser transacionado nenhum trabalho que este Regulamento determine
ser transacionado unicamente numa reunião regular e os trabalhos
dessa reunião extraordinária deverão ficar restritos aos mencionados
na sua agenda de convocação e nenhuma ata ou atas de reuniões
anteriores poderão ser lidas e confirmadas em uma reunião
extraordinária, salvo se a ata ou atas se relacionarem com a reunião
ou afetarem a validade dos trabalhos assim mencionados.
69
DAS LOJAS
Remoção de Lojas
141. Sem prejuízo dos poderes conferidos pela Carta Patente, uma
Loja poderá ser removida de um local para outro, contanto que
observados os seguintes dispositivos:
(i) Se numa reunião regular for apresentada uma
notificação de moção para a remoção da Loja, assinada por não menos
de sete de seus membros efetivos, o Mestre da Loja deverádar o curso
normal à moção, que poderá igualmente propor a alteração dos dias
de reuniões, e que deverá constar da agenda de convocação para a
próxima reunião regular ou para uma reunião extraordinária
convocada para o fim específico de decidir sobre a moção, que deverá
ser convocada com uma antecedência mínima de sete dias.
(ii) A moção não terá efeito se não for aprovada por
dois terços dos membros votantes presentes e, após aprovada, dará
causa a competente alteração do Regulamento Interno da Loja e sua
respectiva aprovação.
Consentimento para remoção
(iii) Nenhuma Loja poderá ser removida sem o
consentimento do Grão Mestre e, se a remoção for de uma, para uma,
ou dentro de uma área Metropolitana, Província ou Distrito, deverá
ter o prévio consentimento do Grão Mestre Metropolitano, Provincial
ou Distrital concernente.
Registro da remoção
(iv) Quando uma Loja tiver resolvido alterar seu lugar
ou data de reunião, uma cópia da alteração do Regulamento Interno
deverá ser encaminhada para aprovação, conforme o Artigo 136,
juntamente com uma cópia da ata da reunião, relativa a tal alteração.
Remoção temporária
(v) Se for decidido pela remoção permanente da Loja
e se de imediato não for possível especificar um lugar específico de
reunião futura da Loja, o Mestre poderá solicitar uma dispensa ou
dispensas, de acordo com o Artigo 142. Tal dispensa, quando
concedida, será pelo tempo nela especificado e autorizará a Loja a se
70
DAS LOJAS
reunir e dar andamento aos seus trabalhos até que o disposto no
presente Artigo possa ser aplicado.
Remoção de Loja para uma reunião
142. Sempre que a reunião de uma Loja no seu local regular, por
qualquer razão, for impraticável ou indesejável, o Mestre poderá
solicitar ao Grão Mestre ou ao Grão Mestre Metropolitano, Provincial
ou Distrital, conforme o caso, uma dispensa para a realização da
reunião em lugar especificado para efetivação dos trabalhos da Loja
e, se o lugar especificado for fora da área de jurisdição na qual a Loja
se reúne regularmente, a dispensa deverá ser solicitada a cada uma
das autoridades concernentes .
Propriedades, pertences, paramentos, joias, livros e outros
documentos da Loja
143. Todos os pertences da Loja, não confiados a tutela especial,
pertencem e são propriedade do Mestre e dos Vigilantes em exercício,
por delegação dos membros da Loja. Se uma Loja empenhar suas joias
ou mobiliário, ou parte deles, ou permitir qualquer alienação dos
mesmos, sua Carta Patente estará sujeita a cancelamento. Todo
membro de uma Loja, ao término de seu mandato em um cargo da
Loja, deverá imediatamente passar ao seu sucessor no cargo, todos os
livros, certificados, documentos e todos os bens em seu poder ou sob
seu controle, em função do referido cargo.
Atas
144. Toda Loja deverá manter um Livro de Atas, no qual o Mestre,
ou o Secretário, fará os seguintes lançamentos:
(i) Os nomes de todas as pessoas iniciadas, passadas
ou elevadas na Loja, ou que se tornaram membros, com as datas de
suas propostas, respectiva iniciação, passagem, elevação e admissão,
juntamente com suas idades, endereços, títulos, ocupações ou
profissões.
(ii) Os nomes de todos os membros presentes a cada
reunião da Loja e de todos os Irmãos visitantes, com os nomes e
números de suas Lojas e suas graduações Maçônicas.
71
DAS LOJAS
(iii) Atas de todos os procedimentos da Loja. A ata de
cada reunião da Loja deverá ser lida na próxima reunião regular (salvo
se enviada a cada membro da Loja juntamente com a agenda de
convocação para a reunião) é submetida à aprovação como reflexo
exato dos fatos.
Anuidades da Loja
145. Todos os membros da Loja, gozando de iguais privilégios,
deverão pagar igual valor de anuidades, salvo se, por disposição no
Regulamento Interno, for fixado um valor menor de anuidades para
membros que, no entender da Loja, não estejam em condição de
usufruir tais privilégios com regularidade.
Nenhuma Loja, por seu Regulamento Interno ou por outro
modo qualquer, poderá dispor que qualquer de seus membros efetivos
deixe de receber as agendas de convocação ou que seja desqualificado
para exercer qualquer cargo nela, porém, em seu Regulamento
Interno, poderá dispor que os membros que não estiverem em dia com
os pagamentos de suas anuidades por um período especificado, não
inferior a três meses depois de devidos, sejam impedidos de todos, ou
qualquer um dos direitos de votar, propor ou secundar candidatos, e
serem nomeados ou eleitos para cargos, enquanto perdurar a
inadimplência.
Relatório Annual de Membros
146. (i) Toda Loja, através de seu Secretário, deverá, dentro de
um mês após o final de cada ano fiscal, transmitir ao Grande
Secretário, no formato que o Comitê de Assuntos Gerais prescrever
de tempos em tempos, um relatório das pessoas que foram durante
esse ano seus membros ativos e honorários. Também devem ser
informados neste relatório as datas de eleição para membro honorário
e sobre os falecimentos, renúncias, desligamentos nos termos do
Artigo 148 e exclusões nos termos do Artigo 181 de membros que
ocorreram durante esse ano.
72
DAS LOJAS
(ii) É também dever de toda Loja manter atualizadas
as informações no registro mantido pelo Grande Secretário de seus
membros atuais e passados, contendo detalhes de suas datas de
Iniciação, Passagem e Elevação, filiação ou refiliação, conforme o
caso, com suas idades, endereços, títulos e profissões ou ocupações e
as datas e as razões para deixarem de ser membros.
Remessa de taxas
147. Ao submeter o relatório requerido pelo Artigo anterior, a Loja
deverá encaminhar as taxas e contribuições devidas, de acordo com o
Artigo 269 e 271, relativas a cada membro constante do mesmo,
independentemente de eles terem pagado ou não as suas anuidades.
No caso de um membro que não pagou sua assinatura, a data em que
ele voltou a ficar em dia nos livros da Loja deverá ser indicada no
local apropriado no relatório.
Encerramento da associação a Loja por dois anos de inadimplência
148. Se um membro efetivo de uma Loja deixar de pagar as suas
anuidades por dois anos completos, ao final desse período, deverá
deixar de ser membro da Loja, fato que deverá ser comunicado à Loja
em sua reunião regular seguinte e registrado em ata. Somente poderá
voltar a se tornar um membro mediante proposta regular e escrutínio
de acordo com o Artigo 163, devendo a Loja cobrar o atrasado como
pré-requisito à votação. Este Artigo não veda a qualquer Loja o direito
de recurso junto a qualquer de seus membros, nos termos do Artigo
181, com relação a valores devidos por períodos inferiores a dois
anos, se assim previsto em seu Regulamento Interno. Quando um
Irmão deixar de ser Membro por força do presente Artigo e, também,
quando um Irmão subsequentemente pagar as anuidades em atraso, o
fato deverá ser comunicado ao Grande Secretário e, se a Loja
pertencer a uma Área Metropolitana, Província ou Distrito, ao Grande
Secretário Metropolitano, Provincial ou Distrital. As disposições dos
Artigos 9,163, 175 e 182 serão aplicáveis no caso de um Irmão deixar
de ser membro por força deste Artigo, como se tivesse sido excluído
por votação.
73
DAS LOJAS
Relatórios por Lojas em áreas Metropolitanas, Províncias ou
Distritos
' 149. Se a Loja pertencer a uma Area Metropolitana, Província ou
Distrito, deverá fazer relatórios similares aos devidos ao Grande
Secretário, anualmente ou com maior frequência, se requerido, ao
Grande Secretário Metropolitano, Provincial ou Distrital, incluindo o
pagamento das taxas devidas à Grande Loja Metropolitana, Provincial
ou Distrital.
Diretos dos irmãos quando há negligência dos registros nos
relatórios
150. Para evitar qualquer restrição a pessoas, por terem sido
excluídos dos privilégios da Maçonaria pelo fato de não terem sido
registrados ou não terem pago suas taxas a Grande Loja, todo o Irmão
assim circunstanciado, ao apresentar provas suficientes de que tenha
pagona totalidade as suas anuidades da Loja, inclusive a taxa de
registro, não deverá sofrer qualquer prejuízo em razão de tal
negligência e a Loja faltosa deverá ser reportada a Comissão de
Assuntos Gerais por reter importâncias devidas à Grande Loja.
Relatório Anual de Instalação
151. O Secretário de cada Loja, logo após a instalação do seu
Mestre, deverá enviar um relatório ao Grande Secretário, referindo os
nomes do Mestre, Vigilantes e Mestres Passados da Loja, e todos os
membros que estejam qualificados a participar das reuniões da
Grande Loja, na qualidade de Mestre Passado, conforme especificado
no Artigo 9, por ter servido como Mestre em uma outra Loja,
indicando o nome da Loja em que cada um deles serviu. Nenhum
irmão, cujo nome não conste nesse relatório, poderá participar da
reunião da Grande Loja. O relatório deverá conter também os nomes
e contatos completos (que também deverá incluir o e-mail no caso do
Mestre, Tesoureiro e Secretário) do Mestre, Vigilantes e todos os
demais Oficiais nomeados. O relatório deverá ser autenticado pelo
Mestre e o Secretário.
74
DAS LOJAS
Penalidades por negligenciar os relatórios
152. A Loja que deixar de enviar o relatório e os pagamentos
devidos à Grande Loja, por urn período superior a seis meses após o
prazo, conforme disposto neste Regulamento, estará sujeita a ter seu
registro cancelado ou sofrer penalidade menor prevista no Artigo 179,
podendo ainda a Comissão de Assuntos Gerais aplicar penalidades,
na extensão apropriada, aos membros da Loja responsáveis pela falta.
O Mestre, Vigilantes e os Mestres Passados não poderão participar
das reuniões da Grande Loja e nern tornar parte ern qualquer
Comissão ou Comitê, na qualidade de membros qualificados da Loja,
até que o envio do relatório e o pagamento das taxas devidas pela Loja
tenham sido feitos a Grande Loja.
Deveres do Tesoureiro e contabilidade da Loja
153. (a) Todos os valores devidos ou mantidos pela Loja serão
pagos ou remetidos diretamente ao Tesoureiro, salvo quando um
pagamento for feito diretamente na conta bancária da Loja, que
depositará imediatamente os valores em uma conta bancária nome da
Loja, ern urn banco a ser aprovado por resolução da Loja. A Loja
pode, por resolução, autorizar o Tesoureiro, e nenhum outro Irmão, a
efetuar pagamentos por meios eletrônicos diretamente da conta da
Loja; na ausência de qualquer resolução a respeito, todos os
pagamentos dos fundos da Loja serão feitos em dinheiro ou cheque.
(b) O Tesoureiro, se disponível, fará todos os pagamentos
que foram autorizados ou que tenham sido sancionados pela Loja.
Todos os cheques devem ter a assinatura do Tesoureiro e (a menos
que a Loja resolva o contrário) ao menos um outro membro autorizado
pela Loja, caso não seja possível ter a assinatura do Tesoureiro, será
necessária a assinatura de outros dois membros autorizados pela Loja.
(e) O Tesoureiro deverá efetuar o devido registro de todos
os valores transacionados, em livros próprios e que, juntamente com
os fundos e demais valores em seu poder, deverão ser transferidos ao
seu sucessor, na posse do mesmo.
75
DAS LOJAS
Deverá, ainda, preparar um balanço anual, em data
determinada pelos membros da Loja, demonstrando a situação
financeira da Loja, que deverá ser verificado e auditado pelo Conselho
Fiscal da Loja, anualmente eleito para esse fim.
(d) Cópias de balanço e do certificado assinado pelo
Conselho Fiscal, atestando que as contas foram verificadas, deverão
ser enviadas a todos os Membros da Loja, juntamente com a agenda
de convocação para a reunião em que serão considerados. Essa
reunião estará limitada a terceira que se realizar após a data do
balanço, ou seja, do fim do exercício anual. Os livros e registros
deverão estar disponíveis para inspeção, nessa reunião, ou em
qualquer ocasião quando solicitado, por resolução da Loja.
(e) Este mesmo procedimento de prestação de contas e
apresentação aos membros da Loja com as adequações cabíveis,
deverá ser observado em relação a outros fundos mantidos pela Loja,
em posse do Tesoureiro, Mestre de Caridade ou de Banquetes, tais
como Fundos de Benevolência ou Caridade, fundos de jantares, sacola
de benevolência, ou quaisquer importâncias devidas à Loja por seus
membros.
Comissões da Loja
154. Caso esteja previsto em seu Regulamento Interno, a Loja
poderá nomear uma Comissão de seus membros para fazer a
sindicância dos candidatos propostos para membros da Loja. A Loja
poderá também resolver de conceder a essa Comissão ( ou qualquer
outra Comissão especialmente nomeada em Loja aberta), autorização
específica para qualquer outra atribuição, a ser considerada e relatada,
com poderes para agir dentro dos limites definidos pela Loja, porém,
nenhuma Comissão poderá ser revestida de poderes executivos gerais.
Qualquer Comissão deverá submeter a consideração da Loja todo o
assunto que seja de benefício para a Loja. o Mestre da Loja é, de
ofício, membro de qualquer comissão da Loja, com poderes para
presidir.
76
DAS LOJAS
A Loja pode determinar os seus procedimentos
155. Os membros presentes a qualquer reunião regular da Loja têm
o direito inquestionável de determinar os seus procedimentos, desde
que em consonância com as leis e regulamentos da Ordem. Havendo
contestação sobre qualquer procedimento, com base de que não esteja
de acordo com as leis e regulamentos da Ordem e, com vistas a
apelação e uma autoridade Maçônica superior, poderá a mesma
constar em ata da reunião, a pedido do Irmão autor da contestação.
Votações
156. Sempre que em uma votação da Loja houver empate, qualquer
que seja a modalidade de votação, o Mestre da Loja, ou o Vigilante
que estiver dirigindo a Loja, terá o voto de desempate.
Qualificações para Iniciação
157. Nenhuma pessoa, sob qualquer pretexto, será feita um Maçom
enquanto tiver menos de dezoito anos de idade, nem na idade de
dezoito antes que ele finalmente tenha deixado de estar no ensino
médio ou curso técnico em tempo integral. Todo candidato deve ser
um homem livre e em circunstâncias confiáveis.
Sindicância de candidatos de outra localidade
158. Exceto nos casos ao qual o Artigo 16 l se aplica, se um
candidato à iniciação não tiver residência permanente, nem local
regular de negócios ou emprego em um estado ou país onde uma Loja
sob a Grande Loja se reúna, a questão será encaminhada ao Grande
Secretário a fim de que ele possa fazer as indagações que julgar
convenientes quanto à idoneidade do candidato. Um candidato que se
enquadre nas disposições deste Artigo não será proposto em Loja
aberta até que o Grande Secretário tenha confirmado que não há
objeções ao candidato.
77
DAS LOJAS
Candidatos para Iniciação
159. Um candidato para iniciação somente poderá ser proposto e
secundado em uma reunião regular, devendo ser o seu escrutínio
realizado na reunião regular seguinte, salvo o disposto em contrário
no Artigo 160. Caso o escrutínio não seja realizado na reunião
seguinte, a proposta ficará invalidada, os dados pessoais do candidato
e de seus proponentes deverão ser entregues ao Secretário da Loja
antes da reunião da Loja em que a proposta será feita. Para esse fim,
o candidato e seus proponentes fornecerão as informações em formato
que será prescrito ocasionalmente pela Comissão de Assuntos Gerais.
Os proponentes do candidato deverão ser membros ativos
(contribuintes) da Loja ou qualificados conforme disposto no Artigo
167. O candidato deve ser pessoa conhecida pelos proponentes e eles
devem estar em condições de atestar sobre a idoneidade do mesmo
para tornar-se um membro da Loja. Sempre que um candidato não
seja iniciado no dia de sua votação, a agenda de convocação para a
reunião determinada para a sua iniciação deverá conter a data dessa
votação. Caso o candidato não seja iniciado dentro do prazo de um
ano da data da votação, esta votação se tornará nula. Todo o
candidato, quando de sua iniciação, deverá receber um exemplardo
Livro da Constituição e a sua aceitação deste será considerada como
uma declaração de sua submissão ao mesmo.
Iniciação em casos de urgência
160. Nos casos em que os procedimentos dispostos no Artigo 159
causarem delongas que poderão prejudicar a admissão de um
candidato, quaisquer dois membros da Loja poderão encaminhar
solicitação por escrito ao Mestre da Loja, informando nome, idade,
ocupação profissional e endereço de residência do candidato, bem
como as razões pelas quais, em sua opinião, o candidato, que deve ser
pessoalmente conhecido por eles, deva ser iniciado em regime de
urgência. Se na opinião do Mestre da Loja essa urgência for real e que
as dificuldades impostas ao candidato serão sérias, ele poderá solicitar
ao candidato e aos seus proponentes para entregar ao Secretário da
Loja os dados pessoais pertinentes, conforme o Artigo 159, com uma
antecedência mínima de quatorze dias da data de reunião regular ou
78
DAS LOJAS
extraordinária da Loja em que a proposta será submetida, o escrutínio
realizado e, se eleito, a iniciação efetivada
Uma declaração do Mestre sobre as razões da urgência e sobre
a natureza dos percalços, deverá constar na agenda de convocação
(emitida de acordo com o Artigo 164) para a reunião regular ou
extraordinária em que a proposta será submetida. Antes da realização
do escrutínio, o Mestre deverá anunciar em Loja aberta as razões da
urgência e dos percalços, que deverão constar em ata.
Candidatos da Irlanda ou Escócia
161. Nenhuma Loja sob a jurisdição da Grande Loja poderá iniciar
qualquer candidato cuja residência permanente seja na Irlanda ou na
Escócia, ou em qualquer localidade sobre a qual a Grande Loja da
Irlanda ou a Grande Loja da Escócia tenha jurisdição exclusiva, sem
antes fazer uma comunicação por escrito ao Grande Secretário, para
que solicite a competente autorização ao Grande Secretário da
jurisdição de origem do candidato, antes de proceder ao escrutínio
para a sua eleição.
Este Artigo não se aplica aos membros ativos incorporados nas
Forças Armadas de Sua Majestade ou aos membros de qualquer
Universidade que sejam candidatos a iniciação numa Loja
especialmente ligada com essa Universidade.
79
DAS LOJAS
Declaração do Candidato
162. Todo o candidato, antes de sua iniciação, deverá assinar com
o seu nome completo a seguinte declaração:
Ao Mestre, Vigilantes, Oficiais e Membros da Loja .... ....... ...... .
No . .... .... Eu, .... ....... ....... ... , sendo um homem livre, e com a idade
completa de vinte e um anos, declaro que, isento de solicitações
impróprias de amigos e não sendo influenciado por mercenários ou
outro motivo indigno, eu, livre e voluntariamente, me apresento como
candidato para os mistérios da Maçonaria; que sou motivado por uma
concebida opinião favorável sobre a instituição e um desejo de
conhecimento; e que vou me conformar alegremente com todos os
antigos usos e costumes estabelecidos pela Ordem.
Em testemunho que assinei o presente instrumento em
.... .... ....... .... ... ... de ..... .... ... .... .
Assinatura .. ... .... ... ........... ....... .................. ....... ... . .
Filiação de membros
163. (a) Qualquer Irmão que desejar a sua filiação ou refiliação a
uma Loja, somente poderá ser proposto e secundado em uma reunião
regular da Loja. Deverá ser escrutinado na reunião regular seguinte.
Se o escrutínio não for realizado, a proposta ficará invalidada. Se
eleito, deverá assumir a sua condição de membro da Loja dentro do
prazo de um ano. Se não for efetivado, a sua votação será inválida.
(b) Os dados pessoais do candidato, bom como os dos
proponentes, deverão ser entregues ao Secretário da Loja antes da
reunião da Loja em que a proposta será feita. Para esse fim devem
fornecer as informações no formato , ocasionalmente prescritos, de
acordo com o Artigo 159. Tanto o proponente quanto o Irmão que
secundar a proposta deverão estar qualificados e preencher os mesmos
requisitos mencionados nos Artigos 159 e 167, referentes a
proponentes para candidatos a iniciação.
80
DAS LOJAS
Certificados necessários
(e) Antes do escrutínio ser realizado, o candidato deve
apresentar ao Secretário da Loja seu Certificado da Grande Loja, e o
Secretário deve se certificar de que o candidato está em dia com cada
uma das Lojas das quais ele é membro e que todas as taxas foram
pagas; ele também deve verificar se o candidato está em dívida com
qualquer Loja da qual ele deixou de ser um membro e (a menos que
ele tenha renunciado em boa situação) as circunstâncias em que ele
deixou tal Loja, e se naquele momento todas as taxas foram pagas, ou
se já foram pagos. Se qualquer uma dessas Lojas tiver deixado de
existir, o Secretário deverá averiguar com o Grande Secretário todos
os fatos relevantes conhecidos em relação ao candidato.
(d) Se uma Loja aceitar como membro filiado um Irmão que
foi excluído de urna Loja ou que renunciou sem ter cumprido seus
estatutos ou os regulamentos gerais da Ordem, ela será responsável
por quaisquer atrasos que possam ser devidos por ele à Loja ou Lojas
das quais ele foi excluído ou que tenha renunciado. As circunstâncias
de tal exclusão ou renúncia devem ser declaradas à Loja antes de
realizar a votação, para permitir aos Irmãos exercerem seu arbítrio
quanto à sua admissão, mas a falha ern fazer tal declaração não
exonera a Loja de sua responsabilidade por tais atrasos, a menos que
o Secretário seja capaz de demonstrar que antes da votação ele havia
tornado todas as medidas razoáveis para se certificar, de acordo com
o parágrafo ( c) deste Artigo, de que o Irmão não estava, no momento
da votação, em dívida com qualquer Loja da qual ele era ou que tenha
sido membro.
Filiação de membros de outra Jurisdição
(e) Nos casos de pedidos de filiação de Irmão que tenha sido
iniciado em uma Loja não pertencente a Grande Loja, antes da
realização do escrutínio deverá o Secretário da Loja verificar junto ao
Grande Secretário (ou, no caso de uma Loja em um Distrito, ao
Grande Secretário Distrital) se a Grande Loja sob cuja subordinação
tenha sido iniciado é reconhecida pela Grande Loja.
81
DAS LOJAS
(f) Em razão de sua eleição ou dentro de um ano de sua
eleição e, antes de ser formalmente admitido como membro da Loja,
o Irmão filiando deverá firmar a seguinte declaração:
"Eu, .... ... .... ... .... ....... .. iniciado na Loja
........ ....... ....... ........... , Nº ...... ... , nos registros da (nome
jurisdição) .. ....... ....... ....... ....... . , solenemente declaro que se for
admitido como membro desta Loja, me submeterei ao Livro da
Constituição da Grande Loja Unida da Inglaterra e prestarei a
devida obediência ao seu Grão Mestre e a todas as Leis e
Regulamentos desta Grande Loja Unida."
(g) A declaração deverá ser feita na Loja a qual o Irmão
estiver se filiando ou em outra Loja subordinada a Grande Loja ou,
declaração por escrito de um Irmão, que deverá informar o Nome,
número e jurisdição ( que deverá ser a Grande Loja ou uma jurisdição
reconhecida pela Grande Loja) da Loja a qual ele mesmo pertence. A
declaração valida a eleição retroativamente e deverá ser registrada em
ata na Loja.
(h) Cada Irmão que se filiar deverá receber um exemplar do
Livro da Constituição.
(j) As Lojas deverão fazer constar em seus regulamentos
internos, em adição à taxa de filiação ou refiliação, as taxas de registro
devidas pelos candidatos a Grande Loja e, se cabível, a Grande Loja
Metropolitana, Provincial ou Distrital, devendo os candidatos ser
informados do respectivo montante antes de se tomarem membros.
Eleição de candidatos para Iniciação ou Filiação
164. (a) (i) As informações exigidas nos Artigos 159, 160 e
163 deverão ser consideradas pela Comissão apropriada da Loja ou,
se não houver tal Comissão, pelo Mestre. O Mestre deverá confirmar,
se for o caso, que fez a devida investigação com relação ao caráter e
as qualificações do Candidato e que em suaopinião, ou na opinião da
Comissão de membros da Loja, conforme o caso., o Candidato é uma
pessoa idônea e adequada para ser admitido como membro da Loja; e
os detalhes como a declaração do Mestre devem ser lidos em Loja
aberta imediatamente antes do escrutínio.
82
DAS LOJAS
Se o Candidato for eleito e subsequentemente iniciado ou filiado ou
refiliado na Loja, o Secretário deverá informar imediatamente o
Grande Secretário e, quando necessário, remeter a taxa apropriada ao
Grande Secretário para registro. Em uma Área Metropolitana,
Província ou Distrito, o Grande Mestre Metropolitano, Provincial ou
Distrital pode ordenar que as mesmas informações e qualquer taxa
apropriada sejam enviadas ao Grande Secretário Metropolitano,
Provincial ou Distrital.
(ii) Se um candidato à Iniciação, ou um candidato a
filiação ou refiliação não estiver vinculado a uma Loja, de acordo com
o Artigo 127, ou se um candidato a filiação v indo de uma Grande Loja
reconhecida, for incapaz de fazer qualquer declaração exigida dele de
acordo com a Regra 159, o assunto deverá ser encaminhado ao Grande
Secretário juntamente com um relato das circunstâncias e uma
declaração do Mestre da Loja de acordo com o subparágrafo (i) deste
parágrafo, devidamente assinada. O Grande Secretário irá certificar,
se for o caso, que os casos referidos juntamente com a proposta não
constituem um impedimento para a Iniciação ( ou filiação ou
refiliação, conforme o caso). O seu certificado, juntamente com a
declaração adicional que ele possa requerer, deverá ser lido em Loja
aberta antes que o candidato seja proposto e secundado, novamente,
imediatamente antes do escrutínio, e deve ser registrado na Ata das
respectivas reuniões. Se o Grande Secretário se recusar a conceder um
certificado, o Mestre da Loja pode, se autorizado por uma resolução
da Loja após notificação na agenda da reunião, buscar urna decisão
segundo o Artigo 184; desde que, se um Grande Mestre
Metropolitano, Provincial ou Distrital for da opinião de que um
certificado deveria ter sido concedido, ele fará com que o assunto seja
tratado de acordo com a Regra 184 (b ).
(iii) Um candidato que conscientemente fizer ou deixar
sem correção uma declaração falsa nos dados que forneceu de acordo
com a Regra 159, se for ou posteriormente se tornar um membro da
83
DAS LOJAS
Ordem, estará sujeito à expulsão ou a alguma penalidade maçônica
menor. Os proponentes do candidato, ou o Secretário da Loja, que
conscientemente fizer ou deixar sem correção tal declaração falsa
estará sujeito à mesma penalidade.
(b) Nos casos de candidato a iniciação, seus:
(i) nome completo,
(ii) idade,
(iii) profissão ou ocupação (se houver),
(iv) endereço( s) residencial,
(v) endereço(s) comercial,
(vi) nomes do proponente e secundante; e
(vii) data da proposta feita em Loja aberta,
e, no caso de candidatos para filiação ou refiliação, os mesmos dados
pessoais (exceto idade) juntamente com o nome e número da Loja ou
Lojas, da qual é ou foi membro, deverá constar na agenda de
convocação para a reunião em que a proposta será votada, devendo a
agenda ser enviada a cada um dos membros da Loja com antecedência
mínima de dez dias da data da reunião.
(e) Cabe a Loja determinar, em seu regulamento interno,
prazo em que as informações particulares dos candidatos devem ser
comunicadas ao Secretário antes da realização da reunião em que o
candidato será proposto, prazo que, se constante no regulamento
interno, não poderá ser inferior aos quatorze dias mencionados no
Artigo 160.
Rejeição no escrutínio
165. Nenhuma pessoa poderá ser iniciada ou admitida como
membro de uma Loja, se aparecerem três bolas pretas no escrutínio.
No entanto, o regulamento interno da Loja poderá dispor que duas ou
uma bola preta excluem o candidato bem como sobre o prazo que
deverá decorrer até que um candidato rejeitado no escrutínio possa ser
novamente proposto nessa Loja.
84
DAS LOJAS
Transferência dos membros em fusão de Lojas
165A. A despeito do previsto nos Artigos 163, 164 e 165, quando o
Grão Mestre concede um Certificado de Fusão entre duas ou mais
Lojas, de acordo com o Artigo 102A, para efetuar a transferência de
membros da(s) Loja(s) originais, que deram origem a fusão, para a
nova Loja contínua, os seguintes procedimentos deverão ser
atendidos, conforme as condições abaixo:
(a) Em relação a cada Loja que participará da fusão, será
preenchido um Formulário de Registro de filiação (conforme
aprovado periodicamente pela Comissão de Assuntos Gerais),
indicando o nome completo, local de residência, data de nascimento
e ocupação de cada membro, transferindo sua associação para a nova
Loja contínua;
(b) O Formulário de Registro será assinado por cada um
desses Irmãos e deverá ter anexo um certificado, assinado pelo Mestre
e Secretário da Loja que participará da fusão, informando que nenhum
dos Irmãos mencionados está em débito com a Loja;
(e) O Formulário de Registro de filiação deverá transmitido
ao Secretário da Loja continuada, a fim de que os nomes dos Irmãos
listados nela e os detalhes exigidos acima possam ser colocados na
convocação para uma reunião regular da Loja. A reunião deverá ser
realizada o mais tardar na data de a remoção da Loja em fusão, no
registro da Grande Loja. A transferência dos membros deve ser
aprovada por uma maioria de pelo menos dois terços dos membros
presentes e votantes;
(d) Após a remoção da Loja em fusão no registro da Grande
Loja, a transferência de membros entrará em vigor desde que (i) o
procedimento acima não seja utilizado no caso de um Irmão que esteja
em débito com a Loja em fusão, ou que a qualquer momento tenha
deixado de ser membro de uma Loja, de acordo com os atigosl48 ou
181 ; e (ii) não seja utilizado para transferência de qualquer Irmão que,
na data da remoção da Loja em fusão no registro da Grande Loja,
esteja em débito com qualquer outra Loja na qual ainda seja, ou tenha
sido, membro a qualquer tempo.
85
DAS LOJAS
Iniciado se torna membro
166. Todo candidato se torna urn rnernbro efetivo da Loja após nela
ter sido iniciado, salvo nos casos de urn irmão a serviço da Loja.
Membro Honorário
167. A Loja pode eleger corno membro honorário qualquer Irmão,
após a devida notificação em agenda de convocação, que esteja em
situação regular e seja merecedor dessa distinção em razão de seus
serviços a Ordem, ou a essa Loja ern particular, que seja ou que,
durante o ano anterior tenha sido um membro efetivo de uma Loja
regular. A Proposta para a sua eleição deve ser votada por escrutínio
e declarada aprovada, salvo se três ou mais bolas pretas forem
colocadas contra o candidato. Tal membro honorário, que não estará
sujeito ao pagamento de qualquer taxa e anuidade à Loja, poderá
frequentar as reuniões da Loja, rnas não poderá fazer e nern votar
qualquer proposta apresentada ern Loja e nern ocupar qualquer cargo
na Loja salvo se se tomar um membro efetivo da Loja nos termos dos
Artigos 163 e 164. As taxas devidas a Grande Loja e à Loja
Metropolitana, Provincial ou Distrital conforme disposto nos Artigos
83, 84 e 270 não são devidas com relação a um membro honorário e
o seu norne não deverá constar na relação de rnernbros efetivos da
Grande Loja de acordo com o Artigo 146 ou no relatório referido no
Artigo 151.
Porém, se a distinção de rnernbro honorário tiver sido
conferida a um Mestre Passado em razão dos serviços prestados à
Loja, e se tiver sido urn Membro efetivo da Loja, poderá propor e
secundar candidatos para admissão na Loja
Limite no número de candidatos para um mesmo dia
168. Nenhuma Loja poderá iniciar ou conferir qualquer grau a mais
de dois candidatos num mesmo dia, salvo por dispensa do Grão
Mestre Metropolitano, Provincial ou Distrital. A solicitação para essa
dispensa deverá mencionar os nomes dos candidatos e as
circunstâncias especiais que motivaram a solicitação.
86
DAS LOJAS
Taxa de Iniciação
169. No dia desua iniciação, ou na véspera, e candidato deverá
pagar à Loja a taxa de sua iniciação prescrita no seu regulamento
interno, salvo o disposto no Artigo 170. Nenhuma Loja poderá
dispensar ou diferir o pagamento desta taxa.
A Loja poderá prever em seu regulamento interno que, em
adição a taxa de iniciação, o candidato deverá pagar a Loja as taxas
devidas à Grande Loja e, se aplicável, à Grande Loja Metropolitana,
Provincial ou Distrital, de cujo montante o candidato deverá ser
informado antes de tornar-se urn membro.
170. (a) Urna pessoa poderá ser iniciada como um Irmão a
serviço, sem qualquer taxa devida à Loja à qual ele servirá ou a
qualquer Loja a serviço da Grande Loja, Grande Loja Metropolitana,
Provincial ou Distrital, mediante urna dispensa prévia do Grão Mestre
ou do Grão Mestre Metropolitano, Provincial ou Distrital.
lnitiation and status of serving Brethren
(b) Tais iniciações e as suas circunstâncias deverão ser
especialmente notificadas ao Grande Secretário no relatório próprio e
o Irmão a serviço deverá ser registrado como livre de encargos, mas
estará sujeito ao pagamento da taxa relativa ao Certificado da Grande
Loja. Um Irmão iniciado como Irmão a serviço poderá tornar-se urn
membro efetivo da urna Loja somente por urna votação como membro
fi liado e mediante o pagamento do equivalente a taxa de iniciação da
Loja, porém, a partir dessa votação e do pagamento acima, ele terá
todos os direitos e privilégios como se tivesse sido iniciado na Loja,
durna forma que não a de Irmão a serviço. Em razão de seu registro
inicial de Irmão a serviço corno membro filiado à Loja após o
pagamento da taxa equivalente à da iniciação, esse Irmão poderá
devolver o seu Certificado especial da Grande Loja, em troca de um
Certificado da Grande Loja, emitido corn a data de seu Certificado
original.
87
DAS LOJAS
(e) As taxas devidas por um Irmão a Serviço para "Grand
Charity" de acordo com o Artigo 271, poderão ser pagas através da
Loja em que foi iniciado, porém somente poderão ser recebidas
enquanto o Irmão estiver servindo a Loja em questão e não tenha se
filiado à mesma ou a outra Loja, nos termos previstos adiante neste
Artigo.
(d) Um Guarda Externo, não iniciado como Irmão a serviço,
não estará qualificado a pagar as taxas referidas no parágrafo anterior,
nem serão devidas por qualquer Loja, salvo que venha a se tornar um
membro efetivo da mesma.
Responsabilidade pelas taxas
171. O membro que propõe ou secunda a proposta de candidato
para iniciação ou filiação toma-se responsável perante a Loja por
todas as taxas e anuidades previstas em regulamento interno, com
relação ao candidato.
Intervalo entre os graus
172. Nenhuma Loja poderá conferir qualquer grau a qualquer Irmão
com um intervalo menor do que quatro semanas do recebimento de
um grau anterior, salvo em Lojas no exterior, conforme disposto no
Artigo 90. Toda cerimônia realizada em contravenção a este Artigo,
(salvo se validada conforme previsto adiante), será nula. O Grão
Mestre, se julgar apropriado e por recomendação do Grande
Secretário, poderá conceder uma dispensa validando tal cerimônia
retroativamente, sujeito às condições que eventualmente possa
considerar.
Concessão de graus por requisição
173. (a) Nenhuma Loja poderá passar ou elevar um Irmão,
iniciado em outra Loja, que não seja Membro dela salvo com
solicitação por escrito, ou eletronicamente, do Mestre (e em sua
ausência, um Vigilante) e do Secretário da outra Loja em que o Irmão
foi iniciado.
88
DAS LOJAS
(b) Nos casos de solicitações de conferir urn grau a urn
Irmão de urna Loja subordinada a urna Grande Loja reconhecida, a
solicitação deverá ser contra assinada pelo Grande Secretário da
Grande Loja reconhecida e por este encaminhada ao Grande
Secretário para transmissão a Loja em que o grau será conferido.
(e) No caso inverso, de solicitação de urna Loja subordinada
à Grande Loja, de conferir um grau a um Irmão seu em urna Loja
subordinada a urna outra Grande Loja reconhecida, o pedido deverá
ser contra assinado pelo Grande Secretário e por este enviada ao
Grande Secretário da Grande Loja reconhecida, para transmissão a
Loja em que o grau será conferido.
(d) Sempre que um Irmão for passado ou elevado sob
qualquer urna das disposições deste Artigo, tal aprovação ou
submissão deverá ser imediatamente notificada ao Grande Secretário
e à Loja à qual o candidato pertence.
Solicitações para Certificados da Grande Loja
174. (a) As solicitações para Certificados da Grande Loja devem
ser feitas ao Grande Secretário, pela Loja em que o Irmão foi iniciado,
salvo nos casos de Lojas ern Distritos, em que o Grão Mestre Distrital
está autorizado a emitir Certificados, conforme previsto no Artigo 87,
devendo então as solicitações ser feitas ao Grande Secretário Distrital.
Pagamento de taxa pelo Certificado
(b) A taxa devida para registro de um Maçom, de acordo
com o Artigo 270, deve ser paga e enviada pela Loja na qual ele foi
iniciado na próxima remessa dos valores devidos de acordo com o
Artigo 147. Nenhum Certificado poderá ser emitido até o registro de
iniciação seja recebido, e o Grande Secretário poderá se recusar a
emitir um Certificado caso a taxa de registro esteja vencida e não
tenha sido paga.
89
DAS LOJAS
Ouem tem direito a receber ~
(e) Todo Irmão em situação regular terá o direito de receber
o seu Certificado da Grande Loja após o seu registro nos livros da
Grande Loja e após ter recebido o terceiro grau. Em circunstâncias
especiais um Irmão poderá obter certificados do primeiro ou segundo
grau e, após ter sido avançado a um grau superior, poderá ter esse
certificado substituído por o de grau superior, sem ônus adicional.
Apresentação do Certificado
(d) O Certificado da Grande Loja deverá ser apresentado ao
Irmão em Loja aberta e o fato deverá constar em ata, porém, se isto
não puder ser feito, o Certificado poderá ser enviado pelo Correio,
com carta registrada, devendo o Secretário reportar o fato à Loja na
sessão regular seguinte, para o devido registro.
Certificado deve ser assinado
(e) Logo depois de recebido, o Certificado deverá ser
imediatamente assinado na margem pelo Irmão destinatário.
Perda do Certificado
(t) Nos casos de perda ou destruição de um Certificado, do
que deverá ser apresentada a devida prova, o Grande Secretário
poderá emitir uma duplicata mediante o pagamento da taxa prevista
no Artigo 270.
Emissão de Certificado pelas Lojas
175. Uma Loja poderá emitir um Certificado a um Irmão, quando
solicitado pelo mesmo, livre de ônus, em cada um dos seguintes casos:
(i) Quando ele for um membro da Loja, um
Certificado desse efeito e declaração (se for o caso) que ele não está
em dívida com a Loja; e
90
DAS LOJAS
(ii) Após ter deixado de ser membro da Loja, um
Certificado declarando que deixou de ser membro da Loja por
demissão nos termos do Artigo 183 ou por exclusão, mencionando a
data e as circunstâncias do fato, mencionando ainda se os seus débitos
foram satisfeitos e em que data.
Se o Irmão estiver sob suspensão, tal informação deverá ser
incluída no Certificado emitido nos termos deste Artigo. O
Certificado deverá ser datado e se não entregue diretamente ao irmão,
deverá ser enviado por Correio registrado, devendo o envelope
externamente estar marcado com "Pessoal e Confidencial".
Nenhuma Loja poderá emitir qualquer tipo de Certificado a um
Irmão, exceto o previsto neste Artigo. Particularmente, um Irmão que
foi expulso da Ordem ou que se demitiu da Ordem nos termos do
Artigo 277 A, ou pelo artigo 183A (t) não poderá receber qualquer tipo
de Certificado.
Associação a uma organização quase-maçônica e outras
176. Um indivíduo que tenha estado ligado a qualquer organização
para-maçônica, imitativa da Maçonaria, ou considerada irregular ou
incompatível com a Ordem, pela Grande Loja, não poderá ser iniciado
na Ordem, exceto por permissão do Grão Mestre ou do Grão Mestre
Metropolitano,Provincial ou Distrital, dependendo do caso.
Qualquer Irmão que, depois de sua iniciação, tenha de
qualquer forma se ligado a qualquer organização acima, deverá cortar
tal ligação e, em não o fazendo, depois de intimado a fazê-lo por
qualquer autoridade Maçônica regular, estará sujeito a suspensão ou
expulsão, sem poder voltar a gozar de privilégios Maçônicos, não
antes de fazer petição ao Grão Mestre, declarar sua submissão e obter
a devida graça.
91
DAS LOJAS
Imprimir ou publicar procedimentos
177. Nenhum Irmão poderá publicar ou fazer com que se publique
qualquer texto que, de acordo com os princípios estabelecidos da
Maçonaria, não deva ser publicado.
Nenhum Irmão poderá publicar ou fazer com que publique os
trabalhos de urna Loja, sem O consentimento do Grão Mestre ou,
conforme o caso, do Grão Mestre Metropolitano, Provincial ou
Distrital.
Nenhum Irmão, sem idêntico consentimento, poderá publicar
ou circular, ou fazer com que se publique ou circule, qualquer
documento relativo a qualquer questão em julgamento perante um
tribunal Maçônico regularmente constituído, exceto se ditas cópias de
documentos devam ser fornecidos para uso de tal tribunal, quando
enviados através do Grande Secretário, ou do Grande Secretário
Metropolitano, Provincial ou Distrital, ou do Presidente ou Secretário
da Comissão ou Comitê que formam o tribunal, conforme seja o caso.
Apresentação p ública com paramentos maçônicos
178. Nenhum Irmão poderá se apresentar vestido com qualquer das
joias, colares ou aventais da Ordem, em qualquer procissão, reunião
ou eventos em que estejam presentes pessoas que não sejam Maçons,
ou em qualquer lugar público, sem que o Grão Mestre ou, conforme
o caso, o Grão Mestre Metropolitano, Provincial ou Distrital tenha
concedido prévia dispensa para que os Irmãos ali se apresentem em
vestimenta Maçônica.
Deveres com a Lei: Reputação da maçonaria: Regulamentos
179. Como cidadão, todo o Maçom tem o dever de não praticar
qualquer ato contrário às leis do país. Como Maçom, tem também o
dever de não se envolver em atividade que possa prejudicar a boa
reputação da Maçonaria.
A Loja ou Irmão que praticar qualquer ato contrário às leis ou
regulamentos da Ordem, para cuja falta não esteja prevista urna
penalidade, se sujeitará a uma repreensão ou suspensão.
92
DAS LOJAS
(i) Se urna Loja for suspensa, os seus rnernbros
continuarão responsáveis pelo pagamento das taxas devidas à Grande
Loja, ou Grande Loja Metropolitana, Provincial ou Distrital, e cada
urn de seus rnernbros é responsável por sua parcela no rateio das
despesas incorridas pela Loja durante o período de sua suspensão.
(ii) Se urn Irmão for suspenso, a penalidade poderá ser
aplicável a sua participação em determinada Loja ou Lojas, a todos
ou apenas a alguns dos seus privilégios Maçônicos, e tal Irmão
continua sujeito as suas anuidades a qualquer Loja da qual tenha sido
suspenso.
(iii) Ressalvado o disposto nos Artigos 76, 233 e 277,
a suspensão será por um período determinado.
(iv) Sempre que fatos novos forem apresentados para
satisfação da autoridade que impôs a penalidade ou suspensão, o
restante do período de suspensão poderá ser redimido no todo ou ern
parte.
Relatório de sentença de custódia e outras condutas susceptíveis de
desonrar a Maçonaria
179A. (a) É dever de todo o irmão que tenha sido sentenciado por
qualquer poder civil (tanto no Reino Unido quanto em outro país) a
uma pena de prisão (imediata ou suspensa), ou a prestação de serviços
comunitários, ou que seja colocado em um registro de criminosos
sexuais, de acordo com a Lei de Ofensores Sexuais de 1997 e a Lei
de Ofensas Sexuais de 2003, ou qualquer reencenação ou extensão
subsequente, ou que seja condenado por delito envolvendo
desonestidade ou violência, relatar o fato ao Mestre da sua Loja dentro
do prazo de vinte e oito dias ou, ao Grande Secretário, se não for
membro efetivo de uma Loja.
(b) Dentro de igual período o Mestre deverá reportar ao
Grande Secretário Metropolitano, Provincial ou Distrital ou, ao
Grande Inspetor, conforme o caso, ou ao Grande Secretário, se a Loja
for administrada diretamente do Freernasons's Hall, qualquer pena de
prisão ou de prestação de serviços comunitários imposta a qualquer
um de seus membros, conforme o item (a).
93
DAS LOJAS
(e) Um Irmão que tenha recebido penalidade prisional
conforme acima, independentemente do cumprimento ou não da
mesma e, conforme seja a determinação de seu caso por autoridade
Maçônica, não poderá participar de qualquer reunião de Loja ou
Capítulo sem permissão por escrito da autoridade Maçônica com
jurisdição sobre as mesmas.
(d) É igualmente dever do Mestre reportar imediatamente
todos tais casos ou outros fatos que possam prejudicar a boa reputação
da Maçonaria.
(e) É dever do Grande Secretário Metropolitano, Provincial
ou Distrital, ou do Grande Inspetor, que receber urn relatório referente
a uma pena de prisão ou de prestação de serviços comunitários
imposta a um Irmão, de informar o fato ao Grande Secretário, bem
corno de relatar qualquer outro fato ou conduta que, na opinião do
Grão Mestre Provincial ou Distrital, ou do Grande Inspetor, possa
prejudicar a boa reputação da Maçonaria.
(t) Todo Irmão tem o dever de comentar ou prestar
informação com respeito a qualquer reclamação ou alegação de
conduta faltosa dele ou de qualquer outro membro de uma Loja,
quando assim requerido por um Grão Mestre Metropolitano,
Provincial ou Distrital, ou um Grande Inspetor, ou pela Comissão de
Assuntos Gerais.
Suspensão ou expulsão do Arco Real
179B. Todas as sentenças de suspensão de privilégios do Arco Real,
impostas a urn Companheiro por um Grande Capítulo ou outra
competente autoridade do Arco Real, deverão suspender o referido
Companheiro de iguais privilégios na Maçonaria Simbólica, salvo se
preso em contrário por tal autoridade Maçônica. Todas as sentenças
de expulsão passadas pelo Grande Capítulo terão igual efeito de
expulsão, ipso facto, na Maçonaria Simbólica.
94
DAS LOJAS
Mal comportamento em Loja
180. Se o comportamento de um Irmão em Loja for de ordem a
perturbar a harmonia da mesma, poderá ser formalmente repreendido
pelo Mestre e, em persistindo em sua conduta irregular, ele deverá ser
punido com censura ou exclusão da Loja pelo restante da reunião, de
acordo com a opinião da maioria dos membros presentes, ou o fato
poderá ser relatado a autoridade Maçônica superior.
Exclusão permanente
181. (a) Uma Loja poderá excluir, por resolução, qualquer um de
seus membros, havendo motivo suficiente para tal, observando-se:
(i) um aviso por escrito deverá ter sido encaminhado ao
Irmão em causa, mediante Carta Registrada, devendo o envelope ser
claramente marcado na frente com os dizeres "Privativo e Confidencial",
com uma antecedência de quatorze dias da data da reunião na qual a
reclamação será considerada, juntamente com os detalhes da acusação
levantada contra ele, indicando data, hora e local determinado para a
reunião, avisando-o que ele poderá comparecer pessoalmente para
responder à acusação ou fazê-lo por escrito, se assim o preferir.
(ii) um aviso por escrito, com antecedência mínima de
dez dias, deverá ser encaminhado também aos membros da Loja,
dando ciência da intenção de propor tal resolução.
(b) Os avisos serão considerados como devidamente
encaminhados se enviados para o último endereço conhecido de cada
membro.
(e) O nome do Irmão envolvido não deverá constar no aviso
encaminhado aos membros da Loja, mas deverá ser levado ao
conhecimento dos Irmãos no momento da propositura da resolução na
citada reunião.
(d) A votação deverá ser por cédula de votação.
(e) A resolução não será levada a efeito se não receber os
votos favoráveis de dois terços dos membros presentes.
(t) Se a resolução for aprovada, a exclusão será efetivada de
imediato.
95
DAS LOJAS
(g) O nome de cada Irmão excluído da Loja, com os motivosda exclusão, deverá ser imediatamente encaminhado ao Grande
Secretário e, se a Loja pertencer a uma Área Metropolitana, Província
ou Distrito, deverá ser igualmente encaminhado ao Grande Secretário
Metropolitano, Provincial ou Distrital.
(h) Quando o motivo da exclusão for o não pagamento das
anuidades por um período inferior ao prescrito no Artigo 148 (se
assim disposto no Regulamento Interno da Loja), o Grande Secretário
e, se a Loja pertencer a uma área Metropolitana, Provincial ou
Distrital, o Grande Secretário Metropolitano, Provincial ou Distrital,
deverão ser avisados caso o Irmão envolvido subsequentemente pagar
as anuidades em atraso.
(j) O teimo "excluir'' um Irmão, referido neste Artigo, significa
terminar a sua condição de membro da Loja, e os termos "excluir",
"excluído" e "exclusão" deverão ser inteipretados dessa fo1ma.
Nota: o termo expulso é usado apenas quando um Irmão é removido
da Ordem pela Grande Loja.
Permissão para restabelecer Irmãos excluídos
182. (a) Sempre que o Grão Mestre concluir que um Irmão tenha
sido excluído sem motivo justificado ou que os dispositivos do Artigo
181 não tenham sido seguidos, por sua própria Iniciativa ou por
reclamação do Irmão que tenha sido excluído, poderá ordenar que ele
seja reintegrado, podendo suspender qualquer Loja que não cumprir
com sua ordem.
(b) O Grão Mestre, Metropolitano, Provincial ou Distrital, tem
idênticos poderes em sua área Metropolitana, Província ou Distrito.
(e) A reclamação referida neste Artigo deverá ser feita
dentro de três meses após a data da exclusão do Irmão reclamante.
(d) Não cabe apelação a uma decisão do Grão Mestre,
tomada nos termos deste Artigo. Porém, cabe apelação feita nos
termos do Artigo 185, em relação e uma decisão de um Grão Mestre
Metropolitano, Provincial ou Distrital, sempre que o Grande Fiel de
Registros concluir que tal decisão mereça reconsideração.
96
DAS LOJAS
Renúncia
183. Um membro de uma Loja poderá a qualquer tempo solicitar a
sua renúncia (tanto de imediato quanto de uma data especificada em
seu pedido), mediante notificação por escrito ao Secretário ( que
poderá ser enviada por meio eletrônico) ou por comunicação verbal à
Loja em uma reunião regular. Se o pedido de renúncia for feito por
escrito ao Secretário, este deverá (salvo se entrementes receber
instrução em contrário) fazer a devida comunicação à Loja em sua
reunião regular seguinte. O pedido de renúncia, se notificado ao
Secretário e comunicado à Loja, terá efeito a partir da data do
recebimento da notificação por escrito pelo Secretário ou, se
comunicada verbalmente à Loja, terá efeito imediato ou, ( em ambos
os casos) a partir da data especificada, conforme mencionado acima.
Não há obrigatoriedade da aceitação do pedido de renúncia e,
conforme disposto adiante, após notificação ou comunicação a Loja,
se tomará irrevogável.
Fica previsto que, primeiro: a partir do momento em que a
renúncia for notificada ao Secretário ou comunicada à Loja, conforme
mencionado, o membro terá um prazo de sessenta dias para retirá-la,
e se dentro desse prazo ele o fizer, então o pedido de renúncia será
considerado cancelado. Segundo: se o pedido de renúncia de um
Irmão for notificado ou comunicado a Loja após uma notificação ter
sido enviada a ele, com a resolução proposta para sua exclusão da
Loja de acordo com o Artigo 181, então o pedido não poderá ser
retirado, e o pedido não impedirá a Loja de prosseguir com o processo
de exclusão se assim o desejar, mas, caso a Loja tenha decidido que o
Irmão não deva ser excluído, o membro ainda terá um período de
sessenta dias para retirar a sua renúncia.
Renúncia da Ordem
183A. (a) Um Irmão poderá a qualquer tempo solicitar a sua
demissão da Ordem, com notificação por escrito ao Grande Secretário
nos formulários para isto prescritos pela Comissão de Assuntos
Gerais, acompanhado do seu Certificado da Grande Loja e, se Maçom
do Arco Real, de seu Certificado do Grande Capítulo. Tal formulário
deverá conter, entre outros, a declaração que o Irmão:
97
DAS LOJAS
(i) deixou de pertencer a todas as Lojas subordinadas
a Grande Loja Unida da Inglaterra e a todos os Capítulos
subordinados ao Supremo Grande Capítulo da Inglaterra, de que ele
tenha a qualquer tempo sido um membro;
(ii) abre mão de todos os cargos e títulos honoríficos
de "Grand Rank" Metropolitano, Provincial, Distrital ou "Overseas
Grand Ran.k", de que seja detentor; e
(iii) não mais se considere ou, não mais deseje que
outros o considerem como um Maçom.
(b) O Grande Secretário poderá, a seu critério e mediante as
condições por ele impostas, em vista de pedido por escrito do Irmão,
liberá-lo da obrigatoriedade da devolução dos certificados
mencionada neste Artigo. Poderá, ainda, comunicar a qualquer Loja
ou Capítulo a que o Irmão ainda seja membro, de sua imediata e
irrevogável demissão ( que, com relação ao Irmão e tal Loja ou
Capítulo, terá efeito de acordo com o previsto no 1 ° parágrafo do
Artigo 183).
(e) A demissão da Ordem terá efeito a partir da data em que
o Grande Secretário receber a notificação referida no parágrafo (a)
deste Artigo ou, da data em que tal ação seja requerida ou permitida
nos termos do parágrafo (b ), qualquer que seja o último. O Grande
Secretário deverá enviar ao Irmão uma confirmação de que ele
efetivamente se demitiu da Ordem.
(d) Um Irmão que tenha se demitido nos termos deste Artigo
continuará vinculado aos diversos Juramentos Maçônicos feitos pelo
mesmo, porém, não estará sujeito a qualquer dos deveres impostos, e
nem gozará dos direitos e privilégios conferidos a um Maçom, tanto
pelo Livro da Constituição, quanto pela prática geral da Ordem.
98
DAS LOJAS
(e) Um Irmão que tenha se demitido nos termos deste Artigo
não terá direito a gozar qualquer dos ditos direitos e privilégios de um
Maçom, salvo se voltar a tornar-se um membro de uma Loja. Para tal
fim, deverá preencher o formulário e apresentar os documentos que a
Comissão de Assuntos Gerais prescrever, como condição para que lhe
seja devolvido o Certificado da Grande Loja e, se for Maçom do Arco
Real, o Certificado do Grande Capítulo. O Grande Secretário, se achar
em ordem os documentos, deverá devolver os Certificados ao Irmão,
para que este possa ser devidamente proposto e secundado para se
tornar um membro filiado ou refilado de uma Loja.
(t) Não obstante as disposições do parágrafo (e), um Irmão
que renunciou a qualquer momento nos termos deste Artigo e, assim,
evitou ser objeto de sanção disciplinar maçônica não terá o direito de
retomar nenhum dos direitos e privilégios de um maçom, mas será
tratado por todos os propósitos como se ele tivesse sido expulso da
Ordem no momento em que sua renúncia se tornou efetiva, exceto que
não será necessário que seu nome e o motivo de sua renúncia sejam
relatados à Grande Loja. Para os fins deste parágrafo, um Irmão terá
evitado ser objeto de sanção disciplinar maçônica se no momento de
sua renúncia:
(i) ele foi notificado formal ou informalmente de
que um processo disciplinar maçônico foi ou provavelmente será
iniciado contra ele e que esse processo não foi concluído ou que
qualquer período de suspensão foi imposto como resultado e que
tal processo ainda não chegou ao fim; ou
(ii) ele teve uma condenação durante o período de
sua associação a Ordem por uma ofensa criminal em relação à
qual não foi notificado formal ou informalmente de que um
processo disciplinar maçônico foi ou poderia ser iniciado contra
ele ou que não se destinava a tomar medidas disciplinares; ou
99
DAS LOJAS
(iii) ele foi desqualificado durante o período de sua
associação à Ordem em razão de má conduta no exercício de sua
profissão pelo órgão que regulamenta tal profissão, em relação ao qual
ele não foi notificado formal ou informalmente de que o processo
disciplinar maçônico havia sido ou era passível de ação judicial contra
ele ou que não havia a intenção de tomar medidasdisciplinares; ou
(iv) circunstâncias existiram como resultado das quais
o processo foi posteriormente iniciado, após o qual ele foi condenado
por um crime ou desqualificado por falta de prática de sua profissão
pelo órgão que regulamenta tal profissão.
Diferenças e reclamações
184. (a) Quaisquer questões, disputas ou diferenças Maçônicas,
que não seja ruim das previstas nos Artigos 181 ou 182, que não
puderem ser resolvidas entre as partes, deverão ser resumidas por
escrito e submetidas conforme segue:
Fora de uma área Metropolitana, Provincial ou Distrital
(i) ao Grande Secretário, para posterior submissão a
Comissão de Assuntos Gerais, se gerada em relação a um Irmão ou
Loja de Londres ou outra localidade não jurisdicionada a um Grão
Mestre Provincial ou Distrital.
Em uma área Metropolitana, Provincial ou Distrital
(ii) ao Grande Secretário Metropolitano, Provincial ou
Distrital, para posterior submissão ao Grão Mestre Metropolitano,
Provincial ou Distrital para receber o tratamento previsto nos Artigos
74, 75 e 76, se gerada em relação a um Irn1ão ou Loja numa área
Metropolitana, Província ou Distrito.
(b) Fica ressalvado que o Grão Mestre Metropolitano,
Provincial ou Distrital, com a aprovação da Comissão de Assuntos
Gerais, poderá dispor que qualquer questão enquadrada no Parágrafo
(a), Inciso (ii) deste Artigo seja submetida a uma Corte de Apelação
constituída nos termos do Artigo 276.
100
DAS LOJAS
Apelações
185. Qualquer Loja ou Irmão que se sentir agravado por decisão
tornada nos termos dos Artigos 74, 75, 182(b), 184, 233 e 234, ou
quaisquer outros tais Artigos, poderá recorrer da decisão perante uma
Corte de Apelação constituída de acordo com o Artigo 276. O recurso
deverá ser feito por escrito, detalhando o aspecto sob recurso e
acompanhado de todos os documentos relevantes, bem como de uma
declaração de que as cópias do recurso e de outros documentos
relevantes foram encaminhados pelo apelante a parte contra a qual é
feito o recurso, bem como a outras partes envolvidas. Após o
recebimento do recurso e das declarações por parte do Grande
Secretário, este deverá imediatamente fazer a devida notificação à
autoridade cuja decisão é questionada, bem como as partes envolvidas
e, na audiência de apelação, caberá ao apelante a prova de remessa de
cópias das notificações e do recurso, salvo se admitidas corno
recebidas.
Essas notificações deverão ser consideradas corno
devidamente enviadas quando ficar comprovado que foram enviadas
por correio registrado ao último endereço conhecido.
Nenhum recurso poderá ser acolhido a menos que seja
apresentado em linguagem adequada e respeitosa, e que seja feito
dentro de três meses da data da decisão sob recurso, ou ern período
mais longo, se houver permissão do Grão Mestre.
Qualquer penalidade de suspensão ou exclusão permanecerá
em vigor até a determinação do recurso; desde que, no caso de uma
suspensão imposta por um período determinado, se qualquer membro
do Conselho da Comissão do Tribunal de Apelações, nomeado nos
termos do Artigo 273, considerar que o recurso tem uma perspectiva
razoável de êxito e que a justiça do caso o exija, ele pode orientar que
a suspensão seja suspensa até o momento ern que o recurso tiver sido
determinado.
101
DAS LOJAS
Reunião para discutir a formação de uma Grande Loja Soberana
186. Em qualquer território em que haja uma Grande Loja Distrital,
se o Grão Mestre Distrital resolver conceder uma dispensa para tal,
qualquer Loja poderá efetuar reunião ou reuniões para discutir e
resolver sobre a questão da formação de uma Grande Loja Soberana,
com a inclusão do Distrito ou parte deste, ou de outro Distrito vizinho,
ou parte deste, ou qualquer Loja e Lojas não pertencentes a um
Distrito. Essa dispensa poderá ser concedida mediante quaisquer
condições a critério do Grão Mestre Distrital, bem como dispor que
duas ou mais Lojas possam se unir em uma reunião especial. Caso o
Grão Mestre Distrital se recusar a conceder essa dispensa, poderá ser
feito apelo contra a recusa junto ao Grão Mestre. Num território em
que exista mais de uma Grande Loja Distrital, igual procedimento
deverá ser tomado em cada um dos Distritos e, antes de que qualquer
Grande Loja seja reconhecida como tendo jurisdição sobre todo o
território, deverá ser manifestado o consentimento de cada Grande
Loja Distrital, por meio de seu respectivo Grão Mestre Distrital.
Regulamentos a serem observados pelas Lojas na jurisdição de uma
nova Grande Loja Soberana
187. As seguintes regras serão aplicáveis aos casos em que a
Grande Loja, mediante consentimento do Grão Mestre, reconhecer
uma Grande Loja como um Corpo Soberano, regular e independente,
com jurisdição sobre um território em que haja uma Grande Loja
Distrital ou Lojas Não vinculadas a um Distrito e, havendo a indicação
do Grão Mestre de não ser sua intenção conceder qualquer carta
patente para qualquer nova Loja nessa jurisdição:
(i) Dentro de seis meses da data do reconhecimento, o
Mestre de cada Loja nessa jurisdição deverá convocar uma reunião
especial da Loja, mediante uma notificação a todos os membros com
prazo mínimo de vinte e um dias. Na falta do Mestre, o Grão Mestre
Distrital e, na falta deste, o seu Adjunto deverá convocar essa reunião e
presidir a mesma.
102
DAS LOJAS
(ii) Os Irmãos presentes a tal reunião, cujos nomes
deverão constar como membros efetivos no último relatório submetido
ao Grande Secretário, deverão decidir se a Loja deverá continuar
subordinada ã Grande Loja da Inglaterra ou juntar-se a nova Grande
Loja. Caso a decisão for a de juntar-se à nova Grande Loja, na mesma
reunião os Irmãos deverão decidir sobre o destino a ser dado aos bens e
efeitos da Loja, devendo a carta patente ser imediatamente devolvida ao
Grande Secretário, para entrega ao Grão Mestre. Uma maioria de votos
de dois terços dos Irmãos presentes é requerida para aprovação de tal
resolução.
(iii) Nenhuma outra questão, que não a acima
mencionada, poderá ser discutida ou apresentada em tal reunião.
(iv) Uma cópia de inteiro teor da ata, juntamente com a
relação de todos os membros presentes e constantes no Livro de
Presenças da Loja, bem como do número de votos a favor e contrários,
deverá ser enviada ao Grande Secretário imediatamente após essa
reunião, com a assinatura do Mestre que a presidiu, mais a assinatura do
Secretário da Loja.
(v) Nenhuma segunda reunião poderá ser convocada
para discutir as questões acima mencionadas, salvo por autorização do
Grão Mestre.
Loja com menos de cinco membros
188. Sempre que o número de membros efetivos de qualquer Loja,
tal como reportado no último relatório a Grande Loja, for menor do que
cinco, a Loja deverá deixar de se reunir e a sua carta patente, livros e
documentos deverão ser enviados ao Grão Mestre que, não obstante, e
se julgar conveniente, poderá conceder uma dispensa autorizando os
Irmãos a se reunirem, sujeitos as condições por ele estabelecidas, até
fina l decisão se a Loja deverá continuar ou ser extinta.
Lojas sem reuniões
189. Uma Loja que não se reunir durante o prazo de um ano estará
sujeita a ser extinta.
103
DAS LOJAS
Devolução da Carta Patente
190. Após a dissolução de urna Loja, sua carta patente, juntamente
corn todos os livros e documentos relativos aos assuntos da Loja,
deverão ser enviados ao Grão Mestre. Os demais bens da Loja terão
o destino dado por seus rnernbros antes da sua dissolução ou, na falta
ou, rnesrno apesar de tal resolução, o destino que o Grão Mestre possa
determinar. Uma carta patente não poderá ser transferida, em
circunstância alguma.
Petições para auxílio
191. Toda petição feita à "Grand Charity", ao "Masonic Foundation
for the Aged and Sick", e ao "Masonic Trust for Girls and Boys" ( ou
enquanto estiverem em operação como entidades individuais, a
"Royal Masonic Institution for Girls", a Royal Institution for Boys" e
a "Royal Masonic Benevolent Institution")submetida através da Loja
da qual o peticionário é ou foi rnernbro, ou o peticionário seja urn
dependente de um membro dela, falecido, conforme o caso, deverá
ser decidida pela Loja. Toda a Loja que receber tal petição deverá
encaminhá-la à instituição de Caridade concernente, com um
relatório.
Remessa de Notificação
191A. Sempre que, de acordo com este Regulamento, for requerida a
remessa de notificação aos membros de urna Loja, as regras relativas
à tal remessa, deverão ser consentâneas corn as do país de residência
dos membros da Loja. Todos os esforços deverão ser envidados para
observar a conformidade com tais regras, concernente a membros de
Loja residindo alhures, rnas, a falta de urn procedimento correto com
relação a tais membros, não poderá invalidar a remessa de tal
notificação.
104
DAS LOJAS
Remessa de Notificação de um Irmão
191B. Sempre que uma notificação ou qualquer outro documento
relativo a um procedimento disciplinar (tanto por este Regulamento
quanto por outro modo) deva ser encaminhado a um Irmão, será
considerado como devidamente enviado se endereçado ao seu último
endereço conhecido e ali deixado ou para lá enviado por correio. Na
falta de informação em contrário, deverá ser considerado como seu
endereço o constante nos registros:
a. da Loja com a qual a reclamação ou irregularidade tem
conexão,
b. ou, na existência de tal Loja, da Loja de que ele seja e, da
qual tenha sido membro efetivo por mais tempo,
c. ou, se não for mais um membro de uma Loja, da Loja de
que tenha sido até mais recentemente um membro efetivo
e deixados nesse endereço ou enviados pelo correio. Caberá à
autoridade maçônica que entregar a notificação ou documento por
correio comprovar que a notificação ou documento foi entregue às
autoridades postais e manter registros suficientes para esse fim.
191C. Sempre que um formulário ou relatório for submetido ao
Grande Secretário, em decorrência de qualquer um dos Artigos do
Livro das Constituições, será permitida a sua submissão em formato
eletrônico, sempre mediante a aprovação que a Comissão de Assuntos
Gerais periodicamente concede e, no formato próprio aprovado pela
dita Comissão.
191D. (a) Toda petição ao Grão Mestre por uma Carta Constitutiva,
uma carta de Confirmação, um pedido ( ou Carta de Confirmação)
para uma Joia Centenária, um (ou Carta de Confirmação) para uma
barra Bicentenária ou um Certificado de fusão será submetida por
escrito, usando, em todos os casos em que for aplicável, o formulário
impresso fornecido periodicamente pelo Grande Secretário, e não será
aceita, a menos que esta petição tenha sido assinada por todas as
pessoas que apresentam o mesmo.
105
DAS LOJAS
(b) Sempre que necessário, de acordo com qualquer Regra:
(i) convocar antecipadamente qualquer Loja ou
Irmão a se apresentar
(A) a Grande Loja;
(B) o Grão Mestre ou seus Adjuntos e
Assistentes;
(C) a Comissão de Assuntos Gerais;
(D) qualquer Grão Mestre Metropolitano,
Provincial e Distrital ( ou qualquer Irmão
nomeado por eles); ou
(E) qualquer Grande Inspetor; ou
(ii) enviar qualquer aviso ou documento a uma Loja
ou a um Irmão individualmente em conexão com
(A) qualquer convocação de acordo com os
Artigos 74 ou 234;
(B) qualquer moção de acordo com o Artigo
105 (b) de que o Master Eleito não seja
instalado;
(C) a remoção de qualquer Oficial de uma
Loja de acordo com o Artigo 120;
(D) a exclusão permanente de um Irmão de
acordo com o Artigo 181 ;
(E) quaisquer procedimentos disciplinares ou
disputas abrangidas pelo disposto no
Artigo 184;
(F) qualquer recurso nos termos do Artigo
185; ou
(G) qualquer pedido de clemência
tal notificação, convocação ou documento deve ser enviada
por escrito e não será válida, a menos que a carta que o cobre, recebida
pelo Grande Secretário ou pela Loja ou Irmão, tenha sido assinado
pela pessoa que emite o mesmo.
106
DAS LOJAS
(e) Sempre que nesta ou em qualquer Artigo for exigido que
um documento seja assinado, a assinatura deve ser original
pessoalmente fixada em sua própria caligrafia pelo indivíduo em
questão e em nenhum caso será permitido usar um fac-símile ou
transmitir o documento por meios eletrônicos.
(d) Conforme os parágrafos (b) e (c) desta Artigo, se o
Grande Secretário ou qualquer Loja ou Irmão receber tal notificação,
ou convocação ou documento, por meios eletrônicos e procederá a
agir sobre ele como se tivesse sido emitido em conformidade com as
disposições de tais parágrafos, ele ou a Loja, conforme o caso, não
terão, posteriormente, o direito de tratá-la como inválida, apenas com
base no fato de que não foi emitida por escrito e devidamente
assinado.
As regras relativas ao Conselho de Benevolência (192 a
215)/oram excluídas in toto em 1980, quando a "Grand Charity"
surgiu.
As regras relativas ao fórum dos governantes (216 a 222)
foram excluídas in toto em 2012.
107
A COMISSÃO DE ASSUNTOS GERAIS
Constituição da Comissão
223. A Comissão consistirá do Presidente, do Presidente Adjunto,
do Grande Secretário, do Grande Tesoureiro, do Presidente da
Comissão de Assuntos Gerais do Grande Capítulo e um número
adicional de membros, limitado a sete, dois dos quais, pelo menos,
deverão ser Grão Mestres Provinciais e um, deverá ser um Past Master
de uma Loja numa Área Metropolitana, qualificado para participar da
reunião da Grande Loja. Os demais membros serão periodicamente
nomeados pelo Grão Mestre, para servir por um período a critério
deste. Qualquer eventual vacância dos membros nomeados será
preenchida por nomeação do Grão Mestre. O Grão Mestre, o Pró-
Grão Mestre, o Grão Mestre Adjunto e o Grão Mestre Assistente,
embora não sendo membros da Comissão, deverão receber cópias de
todos os papeis elaborados pela Comissão e poderão participar e se
pronunciar em qualquer uma de suas reuniões.
224. A Comissão poderá periodicamente cooptar outros membros,
limitados a três, para servirem até a data da próxima Instalação Anual
do Grão Mestre, ou outra data anterior determinada por ocasião de
cooptação. Qualquer um deles deverá ser Mestre ou Mestre Passado
de Lojas, qualificados para participar da reunião da Grande Loja. Ao
final do seu período, poderão novamente servir como membros
cooptados.
Reuniões
225. A Comissão deverá se reunir em cada um dos meses de
fevereiro, março, maio, julho e novembro, devendo as datas das
reuniões para cada ano seguinte ser notificadas no Relatório da
Comissão apresentado na Reunião Trimestral da Grande Loja em
setembro. A Comissão poderá ser convocada para se reunir em outras
ocasiões, por determinação do Grão Mestre, pela autoridade do
Presidente (e na ausência deste, do Presidente Adjunto), ou do Grande
Secretário, por requisição escrita de no mínimo cinco membros da
Comissão.
108
A COMISSÃO DE ASSUNTOS GERAIS
Quorum -
226. Cinco membros formam quórum para poderem deliberar. A
Comissão será presidida pelo Presidente e, na sua falta, pelo
Presidente Adjunto e, na falta deste, por um Irmão escolhido no
momento. Todas as questões deverão ser decididas por uma maioria
de votos e, no caso de empate, o voto desempatador será do Irmão que
estiver presidindo.
Cuidados com a propriedade e com as relações da Grande Loja
227. Cabe à Comissão a administração e o controle de todos os bens
da Grande Loja, bem como a regulamentação de todos os assuntos da
Grande Loja. De um modo geral, a Comissão terá conhecimento de
todos os assuntos de qualquer forma relacionados à Ordem.
Controle das Finanças
228. (a) A Comissão deverá ter o controle das finanças da Grande
Loja. Todas os valores monetários da Grande Loja deverão ser
depositados em bancos ou instituições financeiras similares e em
contas determinadas pela Comissão.
Permissão para inspecionar os livros da Grande Loja
(b) A Comissão poderá inspecionar todos os livros e
documentos relativos às contas da Grande Loja e dar as orientações
que julgar necessárias, bemcomo requerer a presença de qualquer
Irmão que detenha em seu poder quaisquer livros, papeis, documentos
e contas pertencentes a Grande Loja.
Auditorias
(e) As contas deverão ser apresentadas em Balanço anual,
com base em 31 de dezembro, devendo ser auditadas por uma firma
de auditores reconhecida pelo "Companies Acts", eleita anualmente
pela Grande Loja no mês de junho Essas contas, devidamente
auditadas, deverão ser enviadas a todas as Lojas até o dia 30 de abril
seguinte, para apresentação e consideração na Reunião Trimestral da
Grande Loja, em junho.
109
A COMISSÃO DE ASSUNTOS GERAIS
Recomendações, etc.
229. A Comissão poderá recomendar ou reportar a Grande Loja, ou
à Ordem, tudo aquilo que, em seu julgamento, conduzir ao bem estar
e ao bom governo da Ordem, e toda e qualquer recomendação ou
relatório da Comissão, ou de qualquer Comitê Nomeado pela
comissão, quando adotada pela Grande Loja, deverá ser tratada com
um Edito da Grande Loja.
Condução de correspondências
230. A Comissão deverá conduzir a correspondência entre a Grande
Loja e as suas Lojas e Irmãos subordinados, e as comunicações com
as Grandes Lojas coirmãs, e com os Irmãos de eminência e distinção
ao redor do mundo.
Comitês
231. A Comissão poderá de tempos em tempos nomear Comitês,
formados por seus membros. Estes deverão considerar todos os
assuntos que lhe forem encaminhados e apresentar o relatório de seus
trabalhos na reunião seguinte da Comissão. Cada Comitê poderá
convidar para qualquer uma de suas reuniões, na qualidade de
consultores, pessoas (não necessariamente membros da Ordem) com
o conhecimento especial sobre os assuntos com que tal Comitê deverá
lidar.
Poder para adjudicar
232. (a) A Comissão poderá ouvir e dar determinações sobre os
assuntos relativos a reclamações ou irregularidades envolvendo Lojas
ou Maçons, quando referentes a uma Loja em qualquer lugar em que
não houver jurisdição de um Grão Mestre Metropolitano, Provincial
ou Distrital, ou de um Grande Inspetor.
(b) A Comissão poderá delegar a um comitê disciplinar,
formado por Irmãos indicados para esse fim (não necessariamente
membros da Comissão), incluindo, se possível, pelo menos um Irmão
qualificado, a tarefa de investigar as circunstâncias do fato e a
apresentar o relatório com as suas recomendações a Comissão.
l l O
A COMISSÃO DE ASSUNTOS GERAIS
A Comissão poderá aceitar ou rejeitar, no todo ou em parte, as
apurações de tal Comitê e tomar as medidas, no todo ou em parte,
expressas em suas recomendações.
(e) A Comissão poderá, de tempos em tempos, estabelecer
regras para a condução de procedimentos disciplinares e para o
procedimento a ser observado, e essas regras deverão ser observadas
por toda autoridade maçônica (exceto uma Loja) que exerça
autoridade disciplinar sobre qualquer Lojas ou a Irmão
individualmente.
Poderes disciplinares
233. Sempre que a Comissão julgar que uma reclamação esteja
comprovada, ou uma irregularidade ocorrida, ou que uma atitude não-
maçônica foi cometida, poderá aplicar a penalidade de repreensão ou
suspensão à Loja ou Irmão, conforme o caso, cuja decisão e final,
salvo se for apresentada uma apelação nos termos do Artigo 185. Se
a opinião da Comissão for de que a Loja deva ser cassada ou o Irmão
expulso por má conduta, O Grande Secretário deverá fazer com que o
caso seja submetido a uma Corte de Apelações nos termos do Artigo
277, salvo no caso de um Irmão, em que a Comissão deverá
determinar que o Irmão seja convidado a se demitir da Ordem,
conforme o Artigo 277 A. A recomendação para a cassação da Loja
ou da expulsão ou convite ao Irmão para renunciar, terá o efeito de
suspensão até que a questão de cassação ou expulsão tenha sido
julgado pela Corte de Apelação, ou que o irmão tenha renunciado.
Poderes para convocar Oficiais e Irmãos
234. A Comissão poderá convocar todo e qualquer um dos Oficiais
de uma Loja para se apresentar perante a Comissão ou a um Comitê
da mesma, e a entregar a Carta Patente, livros, documentos e contas
da Loja, e poderá convocar qualquer Irmão para se apresentar e
entregar o seu Certificado da Grande Loja ou quaisquer documentos
Maçônicos em seu poder. Se qualquer dessas convocações não for
atendida e nenhuma explicação for dada ou, se a Comissão não se
satisfazer com a explicação, quando dada, poderá requerer que tais
Oficiais, ou qualquer um deles, ou qualquer Irmão, conforme for o
1 l 1
A COMISSÃO DE ASSUNTOS GERAIS
caso, apresentem justificativas por escrito, dentro de urn prazo
determinado, das razões pelas quais o caso não deva ser considerado
como de contumácia e, se dentro desse prazo, não for apresentada uma
justificativa por escrito que seja aceita pela Comissão, esta poderá
aplicar ao Oficial, ou Oficiais assim requeridos e, em adição ou
alternativamente, a tal Loja ou tal Irmão, conforme for o caso, a
penalidade de repreensão ou suspensão. A Comissão poderá reter
quaisquer Cartas Patentes, livros, documentos, contas, ou Certificados
da Grande Loja entregues a ela em razão de convocações feitas de
acordo com este Artigo.
Reclamações que afetam membros
235. No caso de qualquer acusação ou reclamação afetando um
membro da Comissão ou urna Loja à qual pertença, esse rnernbro
deverá se afastar enquanto a Comissão deliberar sobre a questão.
Comunicações a Comissão
236. Todas as petições e solicitações de qualquer espécie
encaminhadas a Comissão deverão ser feitas por escrito e
devidamente assinadas.
Precedência dos trabalhos
237. Os assuntos especialmente encaminhados à Comissão pelo
Grão Mestre terão precedência sobre qualquer outro expediente.
Atas
238. Todos os trabalhos e resoluções da Comissão deverão ser
registrados no Livro de Atas.
112
PARAMENTOS, VESTIMENTA, EMBLEMAS E JOIAS
Paramentos e Insígnias
239. Os paramentos, vestimenta, insígnias e joias a serem usadas
são as descritas a seguir e nenhum Irmão poderá ser admitido a
qualquer reunião da Grande Loja, ou qualquer Loja subordinada, sem
a vestimenta apropriada ao seu cargo na Grande Loja.
Anexos
240. O Anexo das ilustrações e descrições é parte integrante deste
Regulamento Geral.
Insígnias não autorizadas
241. Nenhuma Joia Maçônica, medalha, distintivo ou emblema
poderá ser usado na Grande Loja ou em qualquer Loja subordinada,
que não seja pertinente ou consistente com os Graus reconhecidos e
acatados pela Grande Loja na declaração preliminar deste
Regulamento, como parte da Antiga Maçonaria pura, ou que não
tenha sido aprovada e autorizada pelo Grão Mestre.
JOIAS
Joias dos Grandes Oficiais
242. As joias dos Oficiais da Grande Loja (Figuras 1 a 22)
,( diferentemente das do Grão Mestre, do Pró-Grão Mestre, do Grão
Mestre Adjunto, do Grão Mestre Assistente, do Grande Primeiro
Vigilante e do Grande Segundo Vigilante), são compostas por um
emblema colocado dentro de dois círculos, contendo uma coroa
formada por um ramo de acácia e uma espiga de trigo, salvo que, nos
casos de Grão Mestres Metropolitanos, Provinciais ou Distritais, ou
Pró-Grão Mestres Metropolitanos, Provinciais ou Distritais, o Nome
da Área Metropolitana, Província ou Distrito e, no caso de um Grande
Inspetor, o nome do Grupo e, no caso de um Grande Steward, os
dizeres da Figura 21 , substituem a corrente.
113
JOIAS
Joia da Ordem do Serviço a lvf.açonaria
243. A joia da Ordem do Serviço a Maçonaria - OSM - do Grão
Mestre, está descrita na Fig. 24.
Joia dos Grandes Oficiais Passados
244. A joia de urn Grão Mestre Passado e de Pró-Grão Mestre
Passado está descrita na Fig. 1, e as joias de Grão Mestre
Metropolitanos, Provinciais ou Distritais Passados, e Grandes
Inspetores Passados, estão descritas nas Fig. 4 e 15, respectivamente.
A Joia de qualquer outro Grande Oficial Passado é composta do
emblema do seu cargo numa medalha oval esmaltada azul, circundada
por urna coroa composta de urn rarno de acácia e de urna espiga de
trigo, conforme ilustrado na Fig. 25.
Joiade um Grande Steward Passado
245. A joia de um Grande Steward Passado é a rnesrna de um
Grande Steward, salvo que o emblema está colocado numa medalha
oval esmaltada grená, em vez de circundada por urn duplo círculo.
Joias dos Senior London, London e Overseas Grand Rank
246. As joias dos detentores de Senior Metropolitan Grand Rank,
Metropolitan Grand Rank, Metropolitan Rank, Senior Overseas
Grand Rank, Overseas Grand Rank ou Overseas Rank estão descritas
nas Figuras 26 e 26a.
Joias dos Grandes Oficiais Provinciais e Distritais
247. (a) As joias dos Grandes Oficiais Provinciais e Distritais
(Fig. 29), são compostas por um emblema circundado por um duplo
círculo em que está gravado o nome da Província ou Distrito, sem
qualquer outro ornamento. Os emblemas são os mesmos dos usados
pelos Oficiais da Grande Loja, exceto os do Grão Mestre Provincial
ou Distrital Adjunto, ou do Grão Mestre Provincial ou Distrital
Assistente, que estão descritos nas Fig. 27 e 28 e, os do Grande
Esmoler Provincial e do Grande Mestre de Caridade Provincial, que
estão descritos nas Figuras 29a e 29b.
114
JOIAS
Joias dos Grandes Oficiais Metropolitanos
(b) As joias dos Grandes Oficiais Metropolitanos são
compostas por um emblema circundado por um duplo círculo em que
está gravado o nome da área Metropolitana, sem qualquer outro
ornamento. Os emblemas são os mesmos dos usados pelos Oficiais da
Grande Loja, exceto o do Grão Mestre Metropolitano Ajunto e do
Grão Mestre Metropolitano Assistente, que são descritos nas Fig. 27
e 28 e, os do Grande Esmoler Provincial e do Grande Mestre de
Caridade Provincial, que estão descritos nas Figuras 29a e 29b.
Joia de um Grande Oficial Provincial ou Distrital Passado
248. (a) A joia de um Grande Oficial Provincial ou Distrital
Passado é composta de um emblema de seu cargo numa medalha oval
esmaltada azul, com o nome da Província ou Distrito acima do
emblema, conforme ilustrado na Fig. 30, salvo no caso de um Grande
Mestre de Banquetes (Steward) Provincial ou Distrital Passado, em
que o emblema está colocado numa medalha oval esmaltada grená.
(b) Um Grande Oficial Metropolitano Passado poderá usar
a joia descrita na Fig. 26b, em vez da joia de um detentor de "Senior
Metropolitan Grand Rank:" ou "Metropolitan Grand Rank", conforme
for o caso.
(e) Um Grão Mestre Provincial ou Distrital Adjunto ou
Assistente Passado, ou um Grande Inspector Metropolitano Passado,
se for um Grande Oficial (da Grande Loja da Inglaterra), poderá usar
a sua Joia de Grande Oficial Provincial ou Distrital Passado, pendente
de uma fita azul com largura de 1 ¼ de polegada, com borda de aros
dourados. Para os fins deste Artigo, um Irmão que antes de 14 de
março de 2007 ocupasse o cargo de Presidente do Grupo
Metropolitano Passado será tratado como se ele fosse um Grão Mestre
Metropolitano Assistente Passado.
115
JOIAS
Joias deverão ser de ouro ou de metal dourado
249. Todas as Joias acima mencionadas deverão ser de ouro ou de
metal dourado.
Joias de Lojas
250. As joias dos Oficiais e as dos Mestres Passados das Lojas
(Figuras 31 a 46) deverão ser de prata, exceto no caso de Oficiais da
"Lodge of Antiquity No. 2" e da "British Lodge No.8", que serão de
ouro ou metal dourado.
Joia "Hall Stone Lodge"
251. A joia "Hall Stone Lodge", poderá ser usada pendente de um
pequeno colar (Fig. 58), em todas as ocasiões, em Lojas Simbólicas,
pelo Mestre de toda Loja devidamente qualificada com uma "Hall
Stone Lodge".
116
JOIAS OPCIONAIS
Joias de Centenário e barras de Bicentenário
252. (a) Uma solicitação de permissão para uma Joia Centenária
deverá ser feita por petição ao Grão Mestre, na qual deverão ser dados
as informações e os detalhes sobre a origem e o trabalho regular da
Loja, bem como comprovação de sua existência inintern1pta durante
cem anos.
(b) A solicitação de permissão para adicionar uma barra de
Bicentenário a fita de uma Joia de Centenário deve ser feita da mesma
forma, mediante comprovação de existência ininterrupta por duzentos
anos.
(e) O pedido de permissão para suspender a Joia do
Centenário com Barra Bicentenária para uma barra de Tricentenário
deve ser feito da mesma forma, mediante comprovação de existência
ininterrupta por trezentos anos.
(d) Uma vez concedida permissão a uma Loja para usar a
Joia de Centenário ( ou barra de Bicentenário ou Tricentenário) o
privilégio de seu uso está restrito aos membros ativos, sendo Mestres
Maçons, e a membros honorários que, dentro de um ano antes de sua
eleição como tal, foram membros efetivos.
(e) Os desenhos para a Joia de Centenário e das barras de
Bicentenário e Tricentenário foram aprovados pelo Grão Mestre (Fig.
59)
Joias de Caridade
253. (a) Por servir com o cargo de Steward em duas das seguintes
instituições, a saber:
The Royal Masonic Institution for Girls,
The Royal Masonic Institution for Boys,
The Royal Masonic Benevolent Institution,
um Irmão terá o privilégio de usar a joia da caridade (Fig. nº 60),
desde que, a cada vez que esteja servindo, tenha pessoalmente
assinado, pelo menos dez guinéus (f 10,50 libras).
117
JOIAS OPCIONAIS
(b) A joia deve ser suspensa por uma fita de uma polegada e
meia de largura, cujas cores devem ser: brancas e azuis, brancas e
vermelhas, azuis e vermelhas, ou brancas, azuis e vermelhas
respectivamente, de acordo com as instituições acima, para o qual o
irmão serviu, a saber:
Branca, para The Royal Masonic Institution for Girls,
Azul, para The Royal Masonic Institution for Boys,
Vermelha, para The Royal Masonic Benevolent Institution.
(e) Um irmão que, de acordo com o regulamento acima,
tenha o direito de usar a joia da caridade e que possa ter servido como
Steward a qualquer uma das instituições pela segunda vez, poderá
usar uma barra presa à fita e um barra adicional para cada ocasião em
que tenha servido corno Steward a qualquer urna das instituições; mas
ele somente poderá usar tal barra ou barras, a menos que, em cada
urna dessas ocasiões, no período de seu serviço, tenha pessoalmente
dedicado uma quantia semelhante à mencionada acima.
(d) Um Vice-Presidente de qualquer uma ou mais
instituições maçônicas, com direito à joia de caridade, pode usar preso
à fita, imediatamente acima da joia, uma roseta da cor ou cores antes
mencionadas ou em combinação, de acordo com a instituição ou
instituições da qual ele é vice-presidente.
(e) Um Vice Patrono de qualquer uma ou mais instituições
maçônicas, com direito à joia de caridade, pode usar o mesmo
suspenso de uma fita em volta do pescoço, da mesma largura e cor ou
cores, respectivamente, ou em combinação, de acordo com a
instituição ou instituições das quais ele é um Vice Patrono.
(f) Um Patrono de qualquer uma ou mais Instituições
Maçônicas pode ter bordado nos lados direito e esquerdo da fita,
referida no parágrafo anterior, um raminho de acácia de 1 ½ polegadas
de comprimento, reunido no centro, sobre a cor pertencente à
Instituição da qual ele é Patrono, e a Joia assinada com uma
representação do Diadema do Soberano Grão Mestre do período; o
raminho de acácia e o Diadema devem ser de Prata para um Patrono
de qualquer uma das Instituições, de Ouro para um Patrono de duas
118
JOIAS OPCIONAIS
Instituições, e esmaltados em suas cores apropriadas para um Patrono
das três Instituições.
(g) Nenhuma das insígnias anteriores deve ser obtida, exceto
na produção dos certificados apropriados fornecidos pelos secretários
das respectivas instituições.
CORRENTES E COLARES
Joia apropriada deve ser presa ao colar ou corrente
254. Em todos os casos, deve ser anexada à corrente ou colar a joia
apropriada ao cargo ou posição a que essa corrente ou colar se refere,
e nenhuma outra.
Correntes dos Grandes Oficiais
255. (a) Um Grande Oficial atual (que não um Grande Steward)
deverá usar uma corrente de ouro ou metal dourado (Fig. Nº 47) na
Grande Loja e sempre que comissionado pelo Grão Mestre paraatuar
como representante oficial.
(b) Deverá ser usado igualmente por um Grande Oficial
passado quando no desempenho das funções de um Grande Oficial,
por determinação do Grão Mestre.
(e) Os Grão Mestres Metropolitanos, Provinciais ou
Distritais, bem como os Pró-Grão Mestres Metropolitanos,
Provinciais ou Distritais e os Grandes Inspetores deverão usar as
correntes de seus cargos nas seguintes ocasiões:
(i) nas cerimônias magnas, consagrações e em outras
ocasiões especiais autorizadas pelo Grão Mestre ;
(ii) em qualquer Grande Loja Metropolitana,
Provincial ou Distrital ; e
(iii) quando se fizer presente em qualquer Loja de sua
área Metropolitana, Província, Distrito ou Grupo.
119
CORRENTES E COLARES
(d) Um Grão Mestre Metropolitano, Provincial ou Distrital
ou Pró-Grão Mestre Metropolitano, Provincial ou Distrital também
pode usá-lo quando visitar uma Loja de outra área Metropolitana,
Provincial ou Distrital, na qual o Grão Mestre Metropolitana,
Provincial ou Distrital, ou o Pró-Grão Mestre Metropolitano,
Provincial ou Distrital, é obrigado a usar uma corrente de acordo com
o parágrafo (c) (iii) e o convidou a fazê-lo, mas não o contrário.
Correntes dos Grão Mestres Metropolitano, Provincial ou Distrital
Adjunto ou Assistente
256. (a) Os Grão Mestres Metropolitanos, Provinciais ou
Distritais Adjuntos e Assistentes deverão usar uma corrente de ouro
ou metal dourado (Fig. Nºs. 48 e 49) nas seguintes ocasiões:
(i) na Grande Loja;
(ii) nas cerimônias magnas, consagrações e em outras
ocasiões especiais autorizadas pelo Grão Mestre;
(iii) em qualquer Grande Loja Metropolitana,
Provincial ou Distrital; e
(iv) quando se fizer presente em qualquer Loja de sua
área Metropolitana, Província ou Distrito.
Correntes dos Grandes Inspetores Metropolitanos
(b) Os Grandes Inspetores Metropolitanos deverão usar uma
corrente de ouro ou metal dourado (Fig. Nº 49a) nas seguintes
ocasiões:
(i) na Grande Loja;
(ii) nas cerimônias magnas, consagrações e em outras
ocasiões especiais autorizadas pelo Grão Mestre;
(iii) em qualquer Grande Loja Metropolitana,
Provincial ou Distrital; e
(iv) quando se fizer presente em qualquer Loja de sua
área Metropolitana.
120
CORRENTES E COLARES
Colares dos Grandes Oficiais
257. A menos que seja exigido ( ou, no caso apenas de um Grão
Mestre Metropolitano, Provincial ou Distrital ou Pró-Grão Mestre
Metropolitano, Provincial ou Distrital, especialmente convidado pela
Regra 255 (d)) a usar uma corrente conforme prescrito pela Regra 255
um Grande Oficial atual (que não seja um Grande Stweard) ou um
Grande Oficial Passado deve usar um colar azul bordado ou simples
como ele desejar (Fig. 50 e 51 ); exceto que, a menos que seJa
impraticável, um colar bordado deve ser usado:
(i) na Grande Loja;
(ii) nas cerimônias magnas, consagrações e em outras
ocasiões especiais autorizadas pelo Grão Mestre; e
(iii) em qualquer Grande Loja Metropolitana,
Provincial ou Distrital, quando assim determinado
pelos respectivos Grão Mestres.
Colares dos Grandes Stewards
258. Os Grandes Stewards do ano (atuais) deverão usar colares na
cor grená, de quatro polegadas de largura e, quando em serviço na
Grande Loja e em qualquer ocasião que estiverem atuando no
desempenho de seus cargos, deverão carregar varas brancas.
Colares dos Grandes Stewards Passados
259. Os Grandes Stewards passados, enquanto membros efetivos de
uma Loja, deverão usar colares na cor grená, com quatro polegadas
de largura, com uma estreita borda prateada.
121
CORRENTES E COLARES
Colares dos Grandes oficiais Provinciais e Distritais e dos London e
Overseas Grand Rank
260. Sujeito ao previsto no Artigo 257, com relação aos Grandes
Oficiais:
(i) Salvo se requerido a usar uma corrente, conforme
previsto no Artigo 256, um Grande Oficial Provincial ou Distrital,
atual ou passado, ( que não um Grand Steward Provincial ou Distrital
atual ou passado) deverá usar um colar azul, com uma borda dourada
(Figs. Nºs, 54 e 55).
(ii) Um Grande Steward Provincial ou Distrital atual
deverá usar um colar grená, de duas polegadas e meia de largura e,
um Grande Steward Provincial ou Distrital passado deverá usar um
colar grená da mesma largura, com um filete prateado no centro. Igual
procedimento se aplica a um Grande Steward Metropolitano atual,
quando atuando no respectivo cargo.
(iii) Salvo se requerido a usar a corrente prevista no
Artigo 256, um detentor de "Senior Metropolitan", "Senior
Overseas", "Metropolitan" ou "Overseas Grand Rank", ou "Overseas
Rank" ( outros exceto o atual Grande Mestre de Banquete - Steward -
Metropolitano), deverão usar um colar azul, com borda dourada (Figs.
54 e 55).
(iv) Quando presente à Grande Loja, um Irmão
qualificado a usar qualquer dos colares descritos acima, poderá
alternativamente usar o colar do cargo em cuja qualidade se fizer
oficialmente presente à reunião.
Colares da Grand Stewards ' Lodge
261. Os Oficiais e Mestres Passados da Grand Steward's Lodge
deverão usar colares na cor grená, com quatro polegadas de largura.
122
CORRENTES E COLARES
Colares dos Oficiais da Loja
262. Os colares dos Oficiais de Lojas deverão ser na cor azul claro,
corn quatro polegadas de largura exceto os dos Oficiais, Mestres
Passados e Mestres Passados Adjuntos das três Lojas sobreviventes
das quatro Lojas que fundaram a Grande Loja da Inglaterra em 1717,
a saber, a "Lodge of Antiquity No.2, a "Royal So1nerset House and
Invemess Lodge No.4", e a "Lodge Of Fortitude and Old Cumberland
No.12", às quais é permitido usar uma faixa na cor azul celeste, de um
terço de sua largura, no centro do colar.
Sempre que for usado urna corrente sobreposta a um colar, esta
deverá estar presa sobre o centro do colar.
Quando os colares das Lojas deverão ser usados
263. Os colares dos Oficiais de uma Loja poderão ser usados
somente ern suas próprias Lojas ou quando representando as suas
Lojas corno Mestre ou Vigilantes, na Grande Loja ou em suas Grande
Lojas Provinciais ou Distritais ou em ocasiões especiais, quando
determinado pelo Grão Mestre.
Colares dos Mestres Passados da Loja
264. Os Mestres Passados de Lojas deverão usar colares na cor azul
claro, com quatro polegadas de largura, corn urn filete prateado de um
quarto de polegada no centro.
123
AVENTAIS E PUNHOS
265. Os seguintes detalhes deverão ser observados nos aventais
usados pela Ordem.
Aprendizes. Pele de carneiro branca, lisa na largura de quatorze
a dezesseis polegadas, de doze a quatorze polegadas de altura, na
forma retangular e sem ornamento, dotado de cordão branco e urna
abeta.
Companheiros. Igual como acima, com a adição apenas de
duas rosetas em azul claro nos cantos inferiores.
Mestres Maçons. Igualmente como acima, com borda azul
claro de duas polegadas de largura, no máximo, com uma roseta em
azul claro na abeta, com borlas prateadas e fitas azul claro. Não será
permitido nenhuma cor ou ornamento adicional, salvo aos Oficiais
atuais da Loja que poderão ter o emblema do cargo no centro do
avental, em branco ou prateado, rodeado por um duplo círculo e no
qual poderá constar o número e o nome da Loja. E, salvo aos membros
da Loja "Prince ofWales Lodge No. 259", aos quais é permitido usar
a borda interna em azul celeste, com a largura de três quartos de
polegada.
Mestres e Mestres Passados das Lojas. Igual aos Mestres
Maçons, mas com as rosetas substituídas por linhas perpendiculares
sobre linhas horizontais (Taus), assim formando três conjuntos de
dois ângulos retos. O comprimento das linhas perpendiculares de uma
polegada e, o das linhas horizontais, de duas e meia polegadas cada,
emblemas estes que devem ser de prata ou de fita na mesma cor da
borda do avental, com meia polegada de largura.
Grandes Stewards Metropolitanos atuais, quando no exercício
de suas funções. O mesmo, com borda grená, com os emblemas de
Mestre de prata ou grená, com fitas em grená e borlas prateadas,e
com o emblema de seu cargo em grená, no centro de um duplo círculo
onde deve constar o nome da área Metropolitana.
124
AVENTAIS E PUNHOS
Grandes Stei,vards Provinciais ou Distritais, Atuais e Passado.
O mesmo, com borda grená de no máximo duas polegadas de largura,
com os emblemas de Mestre, ou rosetas em grená, conforme o caso,
e com fitas em grená e borlas prateadas, com o emblema do seu cargo
na cor grená no centro, com um círculo duplo no qual deve constar o
nome da Província ou Distrito.
Metropolitan e Overseas Rank. O mesmo, com borda azul
celeste e com largura não superior a duas polegadas, ornamentado
com fita ou cordão dourado correspondente ao colar, e com fitas azuis
celeste da mesma largura e borlas douradas; tendo no centro um
círculo duplo no qual deve ser inserido o nome da área Metropolitana
ou a palavra "Overseas", conforme o caso, e as rosetas em azul celeste.
Se forem Mestres, eles devem ter os emblemas de Mestre em ouro ou
azul celeste (Fig. Nº 56 e 57).
Senior Metropolitan, Metropolitan, Senior Overseas e
Overseas Grand Rank. O mesmo, com borda azul celeste e com
largura não superior a duas polegadas, ornamentado com fita ou
cordão dourado correspondente ao colar, e com fitas azuis celeste da
mesma largura e borlas douradas; tendo no centro o emblema do
cargo, descrito nas figuras 26 e 26ª, em dourado com um círculo duplo
no qual deve ser inserido o nome da área Metropolitana, precedendo,
se necessário, das palavras "Senior", "Senior Overseas" ou
"Overseas" confonne o caso, Se forem Mestres, eles devem ter os
emblemas em ouro ou azul celeste (Fig. Nº 56 e 57).
Grandes Oficiais Metropolitanos (exceto Grandes Stewards
Metropolitano) quando no exercício de suas funções. O mesmo, com
borda azul celeste e com largura não superior a duas polegadas,
ornamentado com fita ou cordão dourado correspondente ao colar, e
com fitas azuis celeste da mesma largura e borlas douradas; tendo no
centro o emblema de seus cargos em dourado, ou azul celeste, com
um círculo duplo no qual deve ser inserido o nome da área
Metropolitana. Devem ter os emblemas de Mestre em ouro ou azul
celeste (Fig. Nº 56 e 57).
125
A VENTAIS E PUNHOS
Nos aventais dos Grandes Oficiais Metropolitanos Adjuntos e
Assistentes, assim como do Grão Mestre Metropolitano Adjunto e
Assistente, acima do emblema deverá estar a palavra "Deputy",
bordada em letras douradas ou em azul claro e, a palavra "Assistant",
deverá estar abaixo, conforme o caso.
Grandes Oficiais Provinciais e Distritais, atuais e passados,
(que não os Grandes Stewards Provinciais e Distritais). O mesmo,
com borda em azul celeste de duas polegadas de largura, no máximo,
ornado com cordão ou fita dourada correspondente ao colar, com fitas
em azul celeste da mesma largura, dotadas de borlas douradas: com
os emblemas de seus cargos em dourado ou basicamente de azul
celeste no centro, com um duplo círculo no qual deverá constar o
nome da Província ou Distrito. Quando de Mestres ou Mestres
Passados, os emblemas de Mestre devem ser dourados ou em azul
celeste (Figs. Nºs. 56 e 57). Nos aventais dos Grandes Oficiais
Provinciais e Distritais e, dos Grão Mestre Adjuntos e Assistentes,
atuais e passados, acima do emblema deverá estar a palavra "Deputy",
bordada ern letras douradas ou em azul claro e, a palavra "Assistant",
deverá estar abaixo, conforme o caso.
Grandes Stewards, atuais e passados. O rnesrno, com borda
em grená não excedendo a largura de três e meia polegadas, com os
emblemas ou rosetas, conforme o caso, em grená e, com fitas grená e
borlas prateadas; exceção feita aos Grand Stewards, atuais e passados,
representando a Loja "Prince of Wales Lodge No. 259", que usam
borda em grená de duas e três quartos de polegada, com uma borda
interna ern azul celeste de três quartos de polegada de largura.
Grandes Oficiais, atuais e passados, que não os Grand
Stewards e os demais adiante especificados. O mesmo, com borda em
azul celeste de três e meia polegadas de largura, no máximo, ornado
de um laço dourado e de fitas em azul celeste e borlas douradas, tendo
os emblemas de seus cargos, ern dourado, no centro, com uma coroa
composta de urn ramo de acácia e urna espiga de trigo, com os
emblemas de Mestre, dourados. (Figs. Nºs. 52 e 53). As palavras
"Deputy" e "Assistant", bordadas em letras douradas, deverão estar
respectivamente acima e abaixo dos emblemas nos aventais dos
Grandes Oficiais Adjuntos e Assistentes.
126
AVENTAIS E PUNHOS
Grandes Inspetores, atuais e passados. Igual aos Grandes
Oficiais, com o nome do Grupo em dourado acima do emblema do
cargo.
Grão Mestres e Pró-Grão Mestres Metropolitanos,
Provinciais ou Distritais. Igual aos Grandes Oficiais, porém com o
nome da área Metropolitana, Província ou Distrito, em dourado,
acima do emblema do cargo, com romãs e lírios alternadamente
bordados em dourado na borda e com uma franja dourada.
Grão Mestres Metropolitanos, Provinciais e Distritais
Passados e, Pró-Grão Mestres Metropolitanos, Provinciais ou
Distritais Passados. Igual aos Grão Mestres Provinciais e Distritais,
ou dos outros Grandes Oficiais, porém com o nome da Área
Metropolitana, Província ou Distrito, em dourado, acima do emblema
do cargo.
Grão Mestres Assistentes, atuais e passados. Igual aos
Grandes Oficiais, porém com o esquadro e o compasso em dourado,
no centro, e com as romãs e lírios alternadamente bordados em
dourado, na borda, com uma franja dourada.
Grão Mestres Adjuntos, atuais e passados. Igual ao dos
Grandes Oficiais, porém com o esquadro e o compasso contendo uma
estrela de cinco pontas, no centro, e com as romãs e lírios
alternadamente bordados em dourado, na borda, com uma franja
dourada.
O Grão Mestre (e os Pró-Grão Mestres), atual e passados.
Igual ao dos Grandes Oficiais, porém com o sol flamejante em
dourado, no centro, com as ron1ãs e lírios nas bordas e com un1 ramo
de trigo em cada canto, tudo bordado em dourado e com uma franja
dourada.
127
A VENTAIS E PUNHOS
Quando os paramentos de Grande Oficial não devem ser utilizados
Em todas as ocasiões em que um Grande Oficial, atual ou
passado, usar um colar de azul celeste, liso, a borda em azul claro do
avental não deverá ser ornamentada e todos os emblemas e letras
deverão ser basicamente em azul celeste.
Utilização dos paramentos por um Grão lvf.estre Provincial ou
Distrital, ou por um Grande Inspetor
266. Os Grão Mestres e Pró-Grão Mestres Metropolitanos,
Provinciais ou Distritais, e o Grande Inspetor, quando oficialmente
presentes em qualquer Loja de sua área Metropolitana, Província,
Distrito ou Grupo, deverão usar o avental apropriado com borda em
azul celeste, lisa, e todos os emblemas e letras basicamente em azul
celeste.
Utilização dos paramentos por um Grande Oficial Provincial ou
Distrital, ou por um Grande Inspetor
267. Um Grande Oficial, quando no exercício do cargo de Grande
Oficial Metropolitano, Provincial ou Distrital atual, poderá usar a
respectiva corrente ou colar de tal cargo Metropolitano, Provincial ou
Distrital, com o seu avental de Grande Oficial.
Punhos
268. Os Grandes Oficiais, quando usarem aventais ornados com
laços dourados, poderão usar punhos em azul celeste, com os
emblemas dos seus respectivos cargos, atuais ou passados, bordados
em dourado. O mesmo se aplica aos detentores de honraria de "Senior
Metropolitan", "Metropolitan", "Senior Overseas", "Overseas Grand
Rank" e, aos Grandes Oficiais Provinciais ou Distritais, atuais e
passados, que não os Grandes Stewards Provinciais ou Distritais, que
poderão usar punhos em grená, com os emblemas de seu cargo,
prateados.
Os Oficiais de Lojas poderão usar punhos em seda azul claro,
com bordados prateados.
128
AVENTAIS E PUNHOS
Materiais
268A. Salvo no caso do avental de Aprendiz, que deverá sempre ser
de pele de carneiro branca, os demais itens de paramentos descritos
nos Artigos precedentes poderão ser feitos parcialmenteou totalmente
de materiais que guardem indistinta semelhança com os neles
prescritos.
129
TAXAS E CONTRIBUIÇÕES
4. Detentor do "Overseas Grand Rank" (Artigo 93)
5. Urn Maçom, inclusive o Certificado da Grande
Loja (iniciação ou filiação, vindo de uma Loja que
não seja da Grande Loja)
(i) numa Loja na Inglaterra e no País de Gales que
não esteja vinculada
(ii) numa Loja em área Metropolitana ou Provincial
(iii) numa Loja em um Distrito
(iv) nurna Loja no exterior não vinculada a um
Distrito
(b) na substituição ou alteração de um certificado da
Grande Loja
( c) no certificado de urna Irmão a Serviço
( d) na dispensa concedida pelo Grão Mestre
Os respectivos valores deverão ser fixados para cada ano civil
mediante resolução da Grande Loja ern junho do ano anterior.
Taxas devidas por Patentes ou Carta Patentes
270A. As taxas devidas ao Fundo Geral pela emissão da uma Carta
Patente para uma nova Loja, ou Patente de Confirmação, uma Carta
Patente ou Patente de Confirmação de Joia de Centenário, Barra de
Bicentenário, Certificado de Fusão, e alterações ern qualquer desses
documentos, terão os seus valores (baseados nos custos de elaboração
de tais documentos) publicados no Relatório da Comissão de
Assuntos Gerais para a reunião da Grande Loja ern março, para
vigorar a partir do dia Primeiro de abril imediatamente seguinte.
270B. (a) As taxas devidas ao Fundo Geral, de acordo com o
Artigo 269, e as Contribuições Anuais pagas à The Masonic
Charitable Foundation, de acordo corno Artigo 271, serão reduzidas
em 50% em relação a qualquer Irmão iniciado na Loja que
tiver,qualquer momento durante o ano em questão, a idade de vinte e
crnco anos. Seus valores de anuidade na Loja serão reduzidos da
131
TAXAS E CONTRIBUIÇÕES
mesma forma, mas essa redução será desconsiderada, conforme
Artigo 145, onde todos os membros da Loja, gozando de iguais
privilégios, deverão pagar igual valor de anuidades.
(b) As taxas pagas de acordo com o Artigo 270 serão
reduzidas em 50% em relação a qualquer Irmão com menos de vinte
e cinco anos.
Taxas devidas ao Masonic Charitable Foundation
271. As Lojas pertencentes a uma Área Metropolitana ou uma
Província, ou na Inglaterra e País de Gales que não esteja ligada
deverão pagar ao The Masonic Charitable Foundation (Fundo
Maçônico de Caridade), em relação aos seus membros, taxas e
contribuições anuais não inferiores àquelas fixadas por resolução da
Grande Loja, no mês de junho do ano anterior. (Nenhum pagamento
é devido por Lojas ultramarinas, com relação aos seus membros).
Sendo que qualquer Loja em uma área Metropolitana,
Provincial, Distrital ou Grupo, determinado pela Comissão de
Assuntos Gerais como uma Loja cuja associação seja restrita aos
Irmãos que são Mestres Instalados, mas que, de outra forma, pode ser
aberta, sem restrição, a todos os Irmãos, dentro da Área
Metropolitana, Província, Distrito ou Grupo relevante, ou em um
grupo de Lojas vinculadas por um objetivo comum ou associação,
pagará anuidade somente àqueles Irmãos que não são membros de
nenhuma outra Loja. No caso de um Irmão que seja membro apenas
de uma ou mais dessas Lojas restritas a Mestres Instalados a Loja que
ele for membro por mais tempo deverá pagar a anuidade em favor
dele. Esse irmão pagará, por meio da anuidade, um valor adicional
igual às anuidades pagáveis a favor dele por essa Loja, mas o valor
adicional será desconsiderado, conforme determinado no Artigo 145,
onde todos os membros da Loja, gozando de iguais privilégios,
deverão pagar igual valor de anuidades.
132
CORTES DE APELAÇÕES, ETC
Constituição
272. As Cortes de Apelações serão constituídas de uma Comissão
consistindo no Conselho adiante mencionado e por vinte e quatro
membros eleitos.
Conselho
273. Um Conselho de no mínimo cinco Irmãos, dos quais um será
escolhido para presidir a Corte de Apelações, será nomeado
anualmente pelo Grão Mestre e, enquanto seus membros estiverem
qualificados, serão renomeados a critério do Grão Mestre.
O Grão Mestre poderá nomear um Irmão qualificado para
preencher uma vacância causada por morte, demissão ou
desqualificação.
Desqualificação
274. Nenhum Irmão estará qualificado para o Conselho ou para
membro eleito da Comissão se, e enquanto, for um Grão Mestre
Metropolitano, Provincial ou Distrital, um Membro da Comissão de
Assuntos Gerais, um Grande Superintendente Metropolitano, um
Grande Superintendente do Arco Real Provincial ou Distrital ou um
membro da Comissão de Assuntos Gerais do Supremo Grande Capítulo.
Eleição de Membros
275. (a) Oito Irmãos qualificados para participar das reuniões da
Grande Loja, sejam Mestres ou Mestres Passados de Lojas em Áreas
Metropolitanas, deverão ser nomeados a cada ano será nomeado pelo
Grão Mestre, para servir por um período de três anos a partir da
próxima Instalação Anual do Grão Mestre, desde que pelo menos
cinco dos oito Irmãos nomeados em cada ano sejam selecionados
dentre os Irmãos nomeados nas Lojas. nas províncias. Uma lista
nominal com os membros de Lojas em áreas mencionadas acima,
qualificados para participar da Grande Loja, contendo os nomes dos
diversos Irmãos, os nomes e números de suas Lojas e o seu cargo de
precedência Maçônica, deverão ser entregues ao Grande Secretário
antes ou no último dia em novembro.
133
CORTES DE APELAÇÕES, ETC
(b) Não mais que um membro por Loja poderá ser elegível,
como tal, para ser indicado como candidato à eleição para a Comissão;
mas isso não impedirá que um Irmão devidamente qualificado, sendo
um membro de outra Loja, seja indicado em relação a sua participação
em outra Loja.
(e) Se algum membro da Comissão morrer, renunciar, for
afastado do cargo, tomar-se membro do conselho ou se tomar
inelegível por causa do Artigo 274, a vaga será preenchida com a
nomeação de um Irmão devidamente qualificado, o mais rápido
possível, após o Grande Secretário receber uma notificação de que
ocorreu uma vaga.
(d)
recondução
nomeados.
Os membros da Comissão serão elegíveis para
após terem cumprido o mandato para o qual foram
275A. Os Irmãos eleitos para a Comissão de Tribunais de Apelação
antes da entrada em vigor dessa Regra descrita no Artigo 275, e de
acordo com as disposições anteriores do Artigo 275, servirão para a
parte não expirada de seu mandato eleito, mas qualquer vaga
ocasional que ocorrer após deverá ser preenchido de acordo com as
disposições da regra 275 acima.
276. Uma Corte de Apelações consistirá em um membro do
Conselho, que será o seu presidente, e no mínimo, de mais quatro
membros da Comissão. Sempre que for necessário constituir uma
Corte de Apelações, o Grão Mestre selecionará um membro do
Conselho para ser o seu presidente, devendo o Irmão assim escolhido,
nomear os outros membros da Corte. Todas as questões devem ser
determinadas por maioria de votos, cabendo o voto de desempate ao
presidente.
134
CORTES DE APELAÇÕES, ETC
Recomendações para exclusão e expulsão
277. (a) Sempre que o Grande Secretário receber um relatório
feito de conformidade com o Artigo 76, recomendando a supressão
de uma Loja por conduta irregular, ou a expulsão de um Irmão, ou
uma recomendação feita de conformidade com o Artigo 233, este
deverá fazer o respectivo encaminhamento à Corte de Apelações, que
tratará de caso de uma das seguintes maneiras:
(i) (A) Caso a Corte de Apelações for de opinião de
que a recomendação seja aceita deverá instruir ao Grande Secretário
para informar por escrito ao Mestre da Loja ou ao Irmão concernente
que, transcorrido o prazo (descrito no subparágrafo (F)) da data de
postagem da carta a dita Loja será suprimida ou o Irmão expulso,
conforme seja o caso, salvo se dentro desse prazo o Grande Secretário
receber aviso por escrito de que a dita Loja ou Irmão deseja fazer um
apelo de clemência, aviso que deverá estar acompanhado de um resumo
por escrito da exposição de motivos que dará respaldo ao apelo.
(B) Transcorrido oprazo e não tendo o Grande
Secretário recebido o aviso acima referido, o julgamento da Corte de
Apelações quanto a supressão da Loja ou da expulsão do Irmão deverá
ter efeito, e o nome da Loja ou do Irmão e o motivo da supressão ou
da expulsão deverá ser reportado à Grande Loja em sua Reunião
Trimestral seguinte.
(C) Se o Grande Secretário, dentro do prazo
acima, receber o aviso de que a Loja ou o Irmão deseja fazer um apelo
de clemência, este deverá reportar o assunto ao Conselho de
Clemência e, se após as considerações cabíveis os seus membros
acolherem o apelo, poderão substituir a pena por qualquer uma das
autorizadas pelo Artigo 179.
(D) Se o Conselho de Clemência concluir que
o apelo não deva merecer aceitação, o julgamento da Corte de
Apelações quanto a supressão da Loja ou da expulsão do Irmão deverá
ter efeito, e o nome da Loja ou do Irmão e o motivo da supressão ou
da expulsão deverá ser reportado a Grande Loja em sua Reunião
Trimestral seguinte.
135
CORTES DE APELAÇÕES, ETC
(E) Se o Conselho de Clemência considerar
que o apelo seja apresentado na Grande Loja, este deverá autorizar a
Loja ou o Irmão a fazer o apelo em Grande Loja caso em que o Grande
Secretário será instruído a fazer a devida informação à Comissão de
Assuntos Gerais.
(F) Para os fins desta Regra, o período
relevante será de 30 dias no caso de uma Loja situada, ou de um Irmão
residente, em uma área Metropolitana ou Província e 90 dias em todos
os outros casos.
(ii) A Corte de Apelações poderá substituir a pena por
qualquer uma das autorizadas pelo Artigo 179 ou instruir que o Irmão
seja convidado a se demitir da Ordem, conforme previsto no Artigo
277A.
(iii) A Corte de Apelações poderá rejeitar o caso.
(b) A recomendação de supressão de uma Loja ou de
expulsão de um irmão, quando referendada pela Corte de Apelações
nos termos do Parágrafo (a) (i) deste Artigo, ou quando substituída
nos termos do parágrafo (i) do Artigo 278, terá efeito de penalidade
de suspensão por um período indeterminado e deverá ( consoante os
poderes do Conselho de Clemência mencionados no parágrafo (a) (i)
(C) deste Artigo) continuar em vigor independentemente do fato da
Grande Loja resolver que a Loja não seja suprimida ou que o Irmão
não seja expulso, sempre ressalvando que a Loja ou o Irmão
subsequentemente recorrerá a Corte de Apelações para exercer os
poderes a ela conferidos no Artigo 179 (iv).
(e) Ao recebimento do relatório previsto no parágrafo (a)
(i) (E) deste Artigo, a Comissão de Assuntos Gerais fará constar o
mesmo nos anexos da Agenda de Convocação para a próxima
Reunião Trimestral da Grande Loja. A Comissão de Assuntos Gerais
instruirá para que o V. Mestre e Vigilantes da Loja, ou o Irmão
concernente, recebam convocação com uma antecedência de, no
mínimo, vinte e oito dias para se apresentarem pessoalmente a Grande
Loja ou a fazer as suas declarações por escrito.
136
CORTES DE APELAÇÕES, ETC
(d) O Conselho de Clemência e a Grande Loja, ao
considerarem uma proposta para supressão ou expulsão e qualquer
apelo de clemência, deverão pautar a sua decisão em provas de fato
feitas ou aceitas pela Corte de Apelações, na profundidade requerida
pelo caso, e a Loja ou o Irmão autores do apelo, mediante autorização,
terão permissão para fazer referência a qualquer fato não mencionado
no aviso referido no parágrafo (a)(i)(A) deste Artigo.
(e) A Comissão de Assuntos Gerais poderá periodicamente
elaborar regras para o encaminhamento ao Conselho de Clemência e
a Grande Loja, dos apelos de clemência contra supressão ou expulsão,
bem como dos procedimentos a serem observados.
Renúncia da Ordem
277A. (a) Sempre que o Grande Secretario receber uma
recomendação nos termos do Artigo 76 para que um Irmão seja
convidado a renunciar da Ordem ou, uma instrução da Comissão de
Assuntos Gerais, nos termos do Artigo 233, ou uma instrução da Corte
de Apelações, nos termos do Artigo 277 ou 278, para o mesmo efeito,
o Grande Secretario deverá emitir um aviso por escrito ao Irmão
concernente, convidando-o a renunciar da Ordem.
(b) (i) O pedido de renúncia deverá ser feito por carta
assinada pelo Irmão concernente e recebida pelo Grande Secretario
até 28 dias do aviso emitido pelo Grande Secretário, ou por prazo
maior, a critério deste.
(ii) A carta de renúncia deverá fazer referência
expressa a este Artigo e deverá estar acompanhada do Certificado da
Grande Loja desse Irmão e, se for Maçom do Arco Real, do seu
Certificado de Grande Capítulo.
(e) O Grande Secretário, a seu critério (e mediante as
condições por ele estabelecidas) a pedido por escrito do Irmão alvo
do pedido de renúncia, poderá determinar que a devolução do referido
Certificado, ou Certificados, com a carta de renúncia, seja
desconsiderada.
137
CORTES DE APELAÇÕES, ETC
(d) (i) Tal pedido de renúncia terá o mesmo efeito que a
expulsão e entrará em vigor na Ordem e no Arco Real ( conforme o
caso) na data de recebimento, pelo Grande Secretário, do pedido de
demissão.
(ii) O Grande Secretario dará imediato aviso aos
Secretários de todas as Lojas Simbólicas das quais o Irmão e membro
e (quando apropriado) aos Escribas E. de todos os Capítulos dos quais
o Irmão e membro, devendo tal aviso ser feito através das autoridades
Metropolitanas, Provinciais ou Distritais, conforme o caso.
(e) Se o Irmão concernente falhar no cumprimento dos
requisitos deste Artigo, o convite para demissão será então
considerado cancelado, devendo o Grande Secretário relatar o assunto
a Corte de Apelações, conforme o Artigo 277, salvo se o convite tiver
sido feito por orientação da Corte de Apelações, caso em que ele
deverá proceder como se a Corte de Apelações tivesse dado uma
instrução nos termos do Artigo 277 (i).
Poderes da Corte de Apelações
278. As seguintes regras são aplicáveis aos apelos feitos perante a
Corte de Apelações, conforme Artigo 185:
(i) A Corte de Apelações poderá confirmar ou
rescindir a decisão ou, reformar a mesma pelo aumento ou diminuição
da penalidade ou, substituindo a orientação de que o Irmão seja
convidado a se demitir da Ordem nos termos do Artigo 277 A.
(ii) A decisão da Corte de Apelações e definitiva e
deve ser acatada pelas partes, que deverão ser notificadas pelo Grande
Secretario tão cedo quanto possível.
(iii) Toda Corte de Apelações deverá ler os mesmos
poderes conferidos a Comissão de Assuntos Gerais pelo Artigo 234.
(iv) Se uma Corte de Apelações substituir a penalidade
de supressão ou expulsão referida no parágrafo (i) deste Artigo,
devera instruir o Grande Secretário a informar a Loja ou o Irmão
138
CORTES DE APELAÇÕES, ETC
concernente da maneira descrita pelo Artigo 277 (a) (i) e as demais
disposições do Artigo 277 deverão ser observadas, mutatis mutandis,
para a ulterior condução do assunto.
(v) A orientação de que o Irmão seja convidado a se
demitir referida no parágrafo (i) deste Artigo terá o efeito de
penalidade de suspensão até que o Irmão tenha se demitido. Caso se
recuse a fazê-lo, deverão ser observadas as disposições do Artigo 277,
mutatis mutandis, para a ulterior condução do assunto.
Regras e procedimentos da Corte de Apelações
279. (i) Sujeito as prescrições anteriores, a Comissão
poderá periodicamente alterar ou cancelar as regras dos
procedimentos que deverão ser seguidas por qualquer Corte de
Apelações e que deverão ser acatadas pelas partes.
(ii) Sempre que houver intenção de exercer os poderes
conferidos pelo parágrafo (i) deste Artigo, O Grão Mestre deverá
indicar um membro do Conselho para presidir uma reunião especial
da Comissão a ser convocada pelo Grande Secretário para tal fim. Esta
reunião poderá ser suspensa temporariamente ou transferida de um
lugar para outro e poderá nomear um subcomitê para analisar a
matéria, para posterior relato em uma das sucessivas reuniões. Para os
fins dessas reuniões, deverá ser observado o quórum de nove
membros. A decisão deverá ser por maioria simplesde votos, cabendo
o voto de desempate ao oficial que estiver presidindo.
(iii) A Comissão deverá submeter o seu relatório anual
ao Grão Mestre durante a última semana de maio.
139
CONSELHO DE CLEMÊNCIA
280. O Conselho de Clemência deverá ser constituído em cada uma
das ocasiões adiante mencionadas. Todas as questões deverão ser
determinadas por urna maioria de votos, cabendo o voto de desempate
ao Irmão que estiver presidindo.
(a) Deverá ser presidido pelo Grão Mestre Assistente e, não
estando este disponível, pelo Grão Mestre Adjunto.
(b) Deverão ser escolhidos no mínimo três Grão Mestres
Metropolitanos ou Provinciais pelo Irmão que estiver presidindo, de
urna lista de oito nomeados anualmente pelo Grão Mestre. Os Grão
Mestres Metropolitanos ou Provinciais assim nomeados, enquanto
qualificados, poderão ser renomeados tantas vezes quantas aprouver
ao Grão Mestre, O Grão Mestre poderá nomear urn Irmão qualificado
para preencher urna vacância causada por morte, demissão ou
desqualificação.
(e) Haverá pelo menos três membros escolhidos pelo Irmão
Presidente de uma lista de oito, que incluirá o Presidente e Vice-
Presidente da Comissão de Assuntos Gerais e seis outros membros
(não sendo Grão Mestres ou Grandes Superintendentes
Metropolitanos ou Provinciais) nomeados anualmente pelo Grão-
Mestre dentre os Irmãos escolhidos para esse fim da mesma maneira
que a prescrita pelo Artigo 275 para a nomeação de Irmãos para a
Comissão de Tribunais de Apelação.
140
AS OBRIGAÇÕES DE UM
FRANCO-MAÇOM
EXTRAÍDAS DOS
ANTIGOS REGISTROS DAS LOJAS DE ALÉM MAR
E DAQUELAS NA
INGLATERRA, ESCÓCIA E IRLANDA
PARA USO DAS LOJAS
PARA SEREM LIDAS
NA INICIAÇÃO DE UM NOVO IRMÃO
OU QUANDO O MESTRE DA LOJA
DETERMINAR
Publicado por determinação da Grande Loja
142
RESUMO DAS OBRIGAÇÕES
DE UM FRANCO-MAÇOM,
ETC., ETC.
l. Concernente a Deus e a Religião
II. Da Autoridade Civil, Superior ou Subordinada
III. Das Lojas
IV. Dos Mestres, Vigilantes, Companheiros e Aprendizes
V. Da Administração da Ordem, em Trabalho
VI. Do Comportamento
1. Em Loja Constituída
2. Depois de encerrada a Loja e antes da saída dos Irmãos
3. Quando os Irmãos se encontram sem a presença de
estranhos, mas não em Loja aberta
4. Na presença de estranhos, não Maçons
5. No lar e com os vizinhos
6. Com um Irmão estranho
143
AS OBRIGAÇÕES DE UM
FRANCO-MAÇOM
ETC., ETC.
I. Concernente a DEUS e a RELIGIÃO
O MAÇOM e obrigado, pela sua condição, a obedecer a lei moral e, se
tiver um correto entendimento da Arte, ele nunca será um Ateu
insensato e nem um Libertino irreligioso. O Maçom, dentre todos os
homens, deve melhor compreender que Deus não vê como veem os
homens, por que o homem olha para as aparências externas, enquanto
Deus olha para o coração. O Maçom, por isto, está especialmente
compelido a nunca agir contra os ditames de sua consciência.
Qualquer que seja a sua religião ou modo de adoração, ele não será
excluído da Ordem desde que creia no glorioso arquiteto dos céus e
da terra e pratique os sagrados deveres da moralidade. Os Maçons
estão unidos, com firme persuasão, pelos virtuosos e envolventes
laços do amor fraternal; são ensinados a encarar os erros da
humanidade com compaixão e a se esforçarem e, pela pureza de suas
próprias condutas, a demonstrar a qualidade superior da fé que
professam. Assim, a Maçonaria e o centro de união entre os homens
bons e corretos e o feliz meio de conciliação da amizade entre as
pessoas que, de outra forma, teriam permanecido em perpétua
distância.
II. Da AUTORIDADE CIVIL,
SUPERIOR ou SUBORDINADA
O MAÇOM é um cidadão pacificamente subordinado aos poderes civis,
onde quer que resida ou trabalhe, nunca devendo envolver-se em
complôs ou conspirações contra a paz e o bem-estar da nação e nem
faltar com seus deveres em relação às autoridades subalternas. Ele
deve submeter-se de bom grado a toda autoridade legalmente
constituída; apoiar, em todas as ocasiões, os interesses da comunidade
e promover zelosamente a prosperidade de seu país.
144
ANTIGAS OBRIGAÇÕES
A Maçonaria sempre prosperou em tempos de paz, como também
sempre sofreu com as guerras, derramamento de sangue e desordens.
Tanto é que reis e príncipes, em todas as épocas, sempre encorajaram
os Irmãos a ter uma atitude pacífica e leal, como resposta aos desafios
de seus adversários, promovendo a honra da fraternidade. Os obreiros
estão ligados por laços peculiares para promover a paz, cultivar a
harmonia e viver em concórdia e amor fraternal.
III. Das LOJAS
Uma LOJA e um lugar onde os Maçons se reúnem para trabalhar, para
se instituírem e se aperfeiçoarem nos mistérios da antiga ciência. Num
sentido mais amplo, o termo aplica-se tanto às pessoas quanto ao
local, de forma que, qualquer reunião regular ou reunião devidamente
organizada de Maçons, é chamada de Loja. Todo o Irmão deve
pertencer a uma Loja, submetendo-se ao seu Regulamento Interno e
ao Regulamento Geral da Ordem. A Loja poderá ser geral ou
particular, o que será percebido ao frequentá-la e é somente nela que
o conhecimento dos usos e costumes estabelecidos da Ordem poderá
ser adquirido. Desde tempos antigos nenhum Mestre ou Companheiro
podia ficar ausente da sua Loja especialmente quando convidado a
comparecer, sem incorrer em severa censura, a menos que
comunicasse ao Mestre e aos Vigilantes os motivos de força maior
que o impediam de comparecer.
Todos os homens iniciados na Maçonaria ou admitidos nos quadros
de uma Loja devem ser homens justos, honrados, nascidos livres, de
maior idade e bom senso, não sendo nem servos, nem mulheres, nem
homens imorais ou escandalosos, mas de boa reputação.
IV.DosMESTRE~ VIGILANTE~
COMPANHEIROS, e APRENDIZES
TODAS as promoções entre maçons são baseadas unicamente em valor
real e mérito pessoal, de forma a melhor servir os interesses dos
superiores, sem sujeitar os Irmãos a vergonha e sem denegrir a Arte
145
ANTIGAS OBRIGAÇÕES
Real. Por isso, nenhum Mestre ou Vigilante é escolhido por
antiguidade, mas por seu mérito. Não é possível descrever todas estas
coisas por escrito e cabe a todo o Irmão comparecer e desempenhar
as suas obrigações regularmente, aprendendo-as da maneira peculiar
a esta fraternidade. Os candidatos devem saber que o Mestre Não tem
de admitir um Aprendiz a menos que haja trabalho suficiente e a
menos que seja um jovem perfeito, não tendo mutilações nem defeitos
que possam impedi-lo de aprender a Arte, de servir ao superior de seu
Mestre, de ser feito Irmão e, no devido tempo, tomar-se um
Companheiro, após ter servido pelo número de anos devido, conforme
os costumes locais. Ele deve descender de pais honestos, de forma
que, estando ademais qualificado, possa atingir a honra de ser
Vigilante e, após, Mestre da Loja, Grande Vigilante e eventualmente
o Grão Mestre de todas as Lojas, de acordo com o seu mérito.
Nenhum Irmão poderá ser Vigilante sem antes ter passado um
período como Companheiro, nem ser Mestre da Loja sem antes ter
servido como Vigilante, nem Grande Vigilante sem ter servido como
Mestre de uma Loja, nem Grão Mestre sem que tenha sido
Companheiro antes de sua eleição e que também seja de descendência
nobre, ou um cavalheiro na melhor acepção da palavra, uma pessoa
eminente e de notório saber, ou um arquiteto talentoso, ou um artista
de descendência honrosa e que, na opinião das Lojas, seja dotado de
extraordinário mérito. Para o melhor e mais honroso desempenho de
seu cargo, o Grão Mestre pode escolher o seu próprio Grão Mestre
Adjunto, que seja então ou, tenha sido anteriormente, Mestre de uma
Loja, tendo o privilégio de desempenhar as funções de seu superior
imediato, o Grão Mestre, a menos que este se fizer presente ou
interpuser sua autoridade, por escrito.
Estes dirigentes, supremos e subordinados, da antiga Loja devem
ser obedecidos em seus respectivos cargos por todos os Irmãos, de
acordo com as antigas obrigações e regulamentos,com toda a
humildade, reverência, amor e disposição.
146
ANTIGAS OBRIGAÇÕES
N.B. Nos tempos antigos, nenhum Irmão, por mais hábil que
fosse na nobre Arte, era chamado de "Mestre Maçom" sem ter antes
sido eleito para a Cadeira de uma Loja.
V. Da ADMINSJTRAÇÃO da ORDEM,
em TRABALHOS
TODOS os Maçons devem trabalhar honestamente nos dias úteis
para que vivam honrosamente nos dias santificados. Os horários
devem ser observados conforme as leis e os costumes do lugar.
O mais qualificado dos companheiros deverá ser escolhido ou
nomeado como mestre ou supervisor dos trabalhos do senhor,
devendo ser chamado de mestre pelos seus subordinados. Os obreiros
deverão evitar toda a linguagem vulgar, não se dirigindo uns aos
outros usando nomes inconvenientes, mas sim pelo de irmão ou
companheiro, devendo comportar-se com cortesia dentro e fora da
Loja.
O mestre, sabendo-se habilidoso e capaz, devera desempenhar os
trabalhos do senhor com diligência e parcimônia, dispensando aos
seus bens o mesmo cuidado como se fossem os seus próprios e não
pagando a nenhum irmão ou aprendiz um salário acima do seu mérito.
Tanto o mestre quanto os obreiros, recebendo seu justo salário,
deverão ser leais ao seu empregador e terminar os seus trabalhos
honestamente, seja por tarefa ou jornada, não devendo considerar
como por tarefa o trabalho usualmente designado como por jornada.
Um irmão não deve invejar o progresso de outro nem tentar
suplantá-lo ou tentar tirar-lhe o trabalho, se este for capaz de terminá-
lo pois, para melhor proveito ao seu senhor, nenhum homem pode
terminar o trabalho de outro se não estiver bem inteirado dos desenhos
e plantas de quem o começou.
147
ANTIGAS OBRIGAÇÕES
Quando o mestre escolher um companheiro para vigilante, este
deverá ser leal ao mestre e aos companheiros, devendo supervisionar
o trabalho cuidadosamente na ausência do mestre, para o bem de seu
senhor, todos os irmãos devem obedecê-lo.
Todos os obreiros devem receber os seus salários com
humildade, sem tumultos ou discussões, e não faltar ao mestre antes
que o trabalho esteja terminado.
Um irmão mais novo deve ser orientado no trabalho para evitar
desperdício de materiais por falta de critério, proporcionando
contínuo e crescente amor fraternal.
Todas os instrumentos usados no trabalho devem ter a aprovação
da Grande Loja.
Nenhum trabalhador poderá ser empregado no trabalho
específico de maçonaria e nenhum Maçom livre poderá trabalhar com
os que não forem livres, salvo por urgência premente. Um Maçom não
deve ensinar a trabalhadores, e a maçons não aceitos, os segredos
exclusivos a um irmão ou companheiro.
VI. Do COMPORTAMENTO
1. EM LOJA CONSTITUÍDA
Não deveis reunir-vos em comitês particulares ou manter
conversações em separado, sem autorização do mestre, nem vos
pronunciar sobre algo impertinente ou impróprio, nem interromper o
mestre ou vigilantes, ou qualquer irmão que esteja se dirigindo ao
mestre. Enquanto a Loja estiver reunida, não vos deveis comportar de
modo espalhafatoso e jocoso pois a mesma está engajada em trabalho
sério e solene, não cabendo usar linguajar obsceno sob qualquer
pretexto, mas sempre prestando o devido respeito e reverência ao
mestre, vigilantes e companheiros.
148
ANTIGAS OBRIGAÇÕES
Em casos de denúncias ou acusações reportadas à Loja, o irmão
em falta deverá se submeter ao julgamento e determinação da Loja,
que é o foro próprio e competente para tais controvérsias (salvo se o
assunto ensejar apelo a Grande Loja), a menos que o trabalho do
senhor seja retardado, do que deve ser feita referência à parte, mas
nunca devereis levar os assuntos da maçonaria à justiça civil sem que
a Loja considere isto de absoluta necessidade.
2. DEPOIS DE ENCERRADA A LOJA E
ANTES DA SAÍDA DOS IRMÃOS
Deveis confraternizar-vos em ambiente jovial, tratando um ao outro
de acordo com o nível de familiaridade, evitando todo o excesso e não
forçando um irmão a comer ou beber além de sua inclinação ou tentar
retê-lo, impedindo-o de atender aos seus compromissos. Ainda, evitar a
fazer ou dizer algo ofensivo e que possa dificultar uma conversação livre
e agradável, pois isto poderia quebrar a nossa harmonia ou fraudar os
nossos louváveis propósitos. Assim, nenhuma querela ou disputa
particular deverá ser trazida para o âmbito da Loja, especialmente
questões sobre religião, países, ou política de Estado pois, sendo maçons,
somos da religião universal mencionada anteriormente. Somos de todas
as nações, raças, idiomas e crenças, contrários a qualquer política ou
disputa que possa prejudicar o bem-estar da Loja.
3. QUANDO OS IRMÃOS SE ENCONTRAM, SEM A
PRESENÇA DE ESTRANHOS, MAS NÃO EM LOJA ABERTA
Deveis saudar-vos de maneira cortês, conforme sereis instruído,
chamando uns aos outros de irmãos, proporcionando mútua instrução,
na medida do necessário, sem querer ser saliente e sem invadir o
espaço um do outro, em detrimento ao respeito devido a cada irmão,
Não fosse ele um maçom, pois todos os maçons, como irmãos, são
considerados no mesmo nível e a Maçonaria em nada reduz as
honrarias prévias de um homem mas, ao contrário, lhe confere honra
adicional, principalmente se tiver conquistado o respeito da
irmandade, que deve prestar homenagem a quem merece e evitar
condutas inadequadas.
149
ANTIGAS OBRIGAÇÕES
4. NA PRESENÇA DE ESTRANHOS, NÃO MAÇONS
Deveis ser cautelosos com as vossas palavras e conduta para que o
estranho mais sagaz não descubra o que não pode ser revelado devendo,
às vezes, desviar do assunto de maneira prudente, para honra da nossa
respeitável fraternidade.
5. NO LAR E COM OS VIZINHOS
Deveis agir como um homem sábio e de moral, evitando revelar aos
seus familiares, amigos e vizinhos, os problemas da Loja e de seus
membros, sabiamente protegendo a vossa própria honra e a de vossa
antiga irmandade, por motivos que não precisam ser aqui mencionados.
Deveis também observar o devido cuidado com a vossa saúde, não vos
detendo até muito tarde após as reuniões da Loja, evitando excessos de
comida e bebidas, para que vossa família não seja prejudicada, nem vos
tomeis incapacitado para o vosso trabalho.
6. COM UM IRMÃO ESTRANHO
Deveis examinar o Irmão com cautela, na medida que a prudência
aconselhar, evitado assim divulgar informações a quem não estiver
qualificado ou que, falsamente, pretenda ter acesso ao conhecimento de
nossos segredos.
Porém, uma vez evidenciado tratar-se de um Irmão verdadeiro,
deveis prestar-lhe o devido respeito e, se ele estiver passando por
dificuldades, auxiliá-lo em suas necessidades, se dentro de vossas
possibilidades ou, direcioná-lo a outro para obter assistência. Deveis
dar-lhe emprego por alguns dias ou recomendá-lo para obter um
emprego. Mas não tendes obrigação de ajudá-lo além de vossas
possibilidades, mas apenas a de dar preferência a um irmão pobre,
sendo um homem bom e sincero, sobre qualquer outra pessoa
necessitada, nas mesmas circunstâncias.
150
ANTIGAS OBRIGAÇÕES
Finalmente: Todas essas obrigações, alérn das que vos forem
comunicadas de outra forma, devem ser seguidas, cultivando o amor
fraternal, que é o alicerce e a pedra chave, o cimento e a glória desta
nossa antiga fraternidade, evitando todas as discussões e desavenças,
injúrias ou revides, nem permitindo outros de injuriar um Irmão honesto,
rnas defendendo o seu caráter e prestando-lhe a assistência necessária,
estritamente dentro de vossa honra e segurança, e nunca além disso.
Se um Irmão vos injuriar, o fato deverá se comunicado a vossa
Loja, ou a dele, podendo a seguir fazer a devida comunicação a
Grande Loja em sua reunião trimestral, seguindo a antiga e louvável
conduta de nossos antepassados, em todas as nações. Ainda, não
deveis procurar recurso legal se a questão puder ser resolvida de outra
forma, ouvindo pacientemente os honestos e amigáveis conselhos do
mestre e dos companheiros no sentido de evitar disputas judiciais com
estranhos ou motivá-loa procurar urna rápida solução para as ações
legais, para que os afazeres da Maçonaria possam ser vividos com o
maior entusiasmo e sucesso. Mas, no que diz respeito as ações legais
entre irmãos e companheiros, o mestre e os irmãos devem sempre
oferecer a sua mediação e à qual os irmãos contentores deverão se
submeter de born grado. Mas se, infelizmente, essa submissão for
impraticável, os Irmãos deverão seguir com os processos e
procedimentos legais sem ira nem rancor, evitando dizer ou fazer algo
que possa reduzir o amor fraternal e a continuidade do bom
relacionamento, para que todos possam ver a influência benigna da
Maçonaria, como todos os maçons dignos têm feito em todos os
tempos e como farão sempre, até o final dos tempos.
Amém, assim seja.
151
ANEXO
CONTENDO FIGURAS ILUSTRAÇÕES
E DESCRIÇÕES
AS JOIAS, CORRENTES,
COLARES E A VENTAIS
AUTORIZADO PELAS
REGRAS E REGULAMENTOS
152
O GRÃO MESTRE. Compasso estendido, com as pontas sobre um arco em 45°, com
segmento de um círculo nas pontas incluindo uma placa de ouro e na qual está
representado um olho dentro de um triângulo.
O PRÓ-GRÃO MESTRE. O mesmo.
GRÃO MESTRE e PRÓ-GRÃO MESTRE PASSADO
Joia similar, sem a placa de ouro.
153
Nº. 2. O GRÃO MESTRE ADJUNTO
Esquadro e Compasso contendo uma estrela de 5 pontas.
Nº. 3. O GRÃO MESTRE ASSISTENTE
Esquadro e Compasso.
154
Nº. 4.
GRÃO MESTRE METROPOLITANO, PROVINCIAL OU DISTRITAL (E PRÓ-GRÃO
MESTRE METROPOLITANO, PROVINCIAL OU DISTRITAL)
Esquadro e Compasso contendo uma estrala de cinco pontas dentro de um duplo círculo,
contendo o nome da área Metropolitana, Província ou Distrito gravado sem ornamentos.
GRÃO MESTRE METROPOLITANO, PROVINCIAL OU DISTRITAL PASSADO (E
PRÓ-GRÃO MESTRE METROPOLITANO, PROVINCIAL OU DISTRITAL
PASSADO)
Esquadro e Compasso somente, em uma medalha oval esmaltada em azul, com nome da
área Metropolitana, Província ou Distrito gravado sem ornamentos.
Nº. 5. GRANDE PRIMEIRO VIGILANTE
O nível.
155
Nº. 6. GRANDE SEGUNDO VIGILANTE
O prumo.
Nº. 7. PRESIDENTE DA COMISSÃO DE ASSUNTOS GERAIS
O brasão da Grande Loja
Para posição de Vice-Presidente, quando aplicado, veja Fig.Nº.23.
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Nº. 8. GRANDE CAPELÃO
Livro dentro do triângulo em esplendor.
Para posição de Adjunto e Assistente, quando aplicado, veja Fig.Nº.23
Nº. 9. GRANDE FIEL DE REGISTROS
Um pergaminho com selo apenso.
Para posição de Adjunto e Assistente, quando aplicado, veja Fig.Nº.23
157
Nº. 1 O. GRANDE SECRET ÁRJO
Duas penas cruzadas atadas com uma fita.
Para posição de Adjunto e Assistente, quando aplicado, veja Fig.Nº.23
Nº. 10". GRANDE CHANCELER
Para posição de Adjunto e Assistente, quando aplicado, veja Fig.Nº.23
158
Nº. 11. PRESIDENTE DO MASONIC CHARIT ABLE FOUNDATION (E OS
PRESIDENTES DO GRAND CHARITY, ROYAL MASONIC TRUST FOR GIRLS
AND BOYS, ROYAL MASONIC BENEVOLENT INSTITUTION E DO MASONIC
SAMARITAN FUND)
Armas da Grand Loja com uma faixa abaixo com a inscrição "BENEVOLENTIA"
Para posição de Adjunto, quando aplicado, veja Fig.Nº.23
Nº. 12. GRANDE DIRETOR DE CERIMÔNIAS
Dois bastões cruzados atados com uma fita sobre o centro.
Para posição de Adjunto e Assistente, quando aplicado, veja Fig.Nº.23
159
Nº. 13. GRANDE PORTA ESPADAS
Duas espadas cruzadas atadas com uma fita.
Para posição de Adjunto e Assistente, quando aplicado, veja Fig.Nº.23
Nº. 14. GRANDE SUPERINTENDENTE DOS TRABALHOS
Um transferidor semicircular.
Para posição de Adjunto e Assistente, quando aplicado, veja Fig.Nº.23
160
Nº. 15
GRANDE INSPETOR. Um compasso estendido em 45° dentro de um duplo círculo, com
o nome do Grupo de Lojas gravado sem ornamentos.
GRANDE INSPETOR PASSADO. O mesmo, em uma medalha oval esmaltada em azul,
com nome do Grupo de Lojas gravado sem ornamentos
Nº. 15a. GRANDE ORADOR
161
Nº. 16. GRANDE DIÁCONO
Uma pomba com um ramo de oliveira
Nº. 17. GRANDE TESOUREIRO
Uma chave.
162
Nº. 18. GRANDE ORGANlSTA
Uma lira
Para posição de Adjunto e Assistente, quando aplicado, veja Fig.Nº.23
Nº. 19. GRANDE PORTA ESTANDARTE
Dois estandartes, a direita com as annas da Grande Loja, a esquerda com as armas do Grão
Mestre em exercício, com os mastros cruzados atados por uma fita
Para posição de Assistente, quando aplicado, veja Fig.Nº.23
163
Nº. 20. GRANDE GUARDA INTERNO
Armas da Grande Loja sobre uma espado e um bastão cruzados.
Para posição de Assistente, quando aplicado, veja Fig.Nº.23
Nº. 21. GRANDE MESTRE DE BANQUETES (GRAND STEWARD)
Uma cornucópia entre os braços de um compasso aberto sobre uma placa dourada
irradiada dentro de um duplo círculo, que estará gravado "United Grand Lodge of Antient
Free and Accepted Masons of England".
164
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Nº. 22. GRANDE GUARDA EXTERNO
Uma espada.
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Nº. 23. ADJUNTOS E ASSISTENTES Mostra as posições acima quando aplicáveis aos
cargos nas figuras Nº 7, 8 ,9 ,10, l0a, 11 , 12, 13, 14, 18, 19, 20 e 29.
165
Nº. 24. ORDEM DO SERVIÇO A MAÇONARIA
Joia pendente a um pequeno colar azul escuro.
Nº. 25. GRANDE OFICIAL PASSADO
Emblema varia conforme o cargo.
"DEPUTY" (Adjunto) deve vir na parte superior e "ASSIST ANT" (Assistente) na parte
inferior do esmalte em azul da medalha oval, quando for o caso.
166
Nº. 26.
METROPOLIT AN GRAND RANK. Esquadro e o diagrama do 47° Teorema do Primeiro
Livro de Euclides em pendente esmaltado de azul em medalha oval, com o nome da área
Metropolitana na parte superior.
OVERSEAS GRAND RANK. O mesmo, mas com a palavra "OVERSEAS" na parte
supenor.
METROPOLITAN ou OVERSEAS RANK. O mesmo, e.enforme o caso, mas sem
nenhum emblema na medalha oval.
(i)
Joia
Nº. 26a.
(ii)
Avental
SENlOR METROPOLITAN GRAND RANK. O esquadro, o nível e o prumo, organizado
da maneira acima. Observe o arranjo diferente das palavras na joia e no avental
SENIOR OVERSEAS GRAND RANK. O mesmo, mas com a palavra "OVERSEAS" ao
invés da área Metropolitana.
167
Nº. 26b.
GRANDE OFICIAL METROPOLITANO PASSADO. As armas da Grande Loja
Metropolitana em uma medalha oval com esmaltado azul e na parte superior o nome da
área Metropolitana, salvo no caso de Grand Mestre de Banquetes (Steward) Passado, que
deve ser em uma medalha oval com esmaltado grená.
Nº. 27. GRÃO MESTRE METROPOLITANO, PROVINCIAL OU DISTRITAL
ADJUNTO
O esquadro.
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Nº. 28. GRÃO MESTRE PROVINCIAL OU DISTRITAL ASSISTENTE
O esquadro invertido com um faixa na parte superior com a palavra "ASSIST ANT".
GRÃO MESTRE METROPOLITANO ASSISTENTE.
O mesmo, mas sem a faixa na parte superior com a palavra "ASSISTANT".
Nº. 29. GRANDE OFICIAL METROPOLITANO, PROVINCIAL OU DISTRITAL.
Emblema deve variar conforme o cargo
Para posição de Adjunto e Assistente, quando aplicado, veja F ig.Nº.23
169
Nº. 29a. GRANDE ESMOLER METROPOLITANO, PROVINCIAL OU DISTRITAL
Uma bolsa com emblema de coração
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Nº. 29b.
GRANDE MESTRE DE CARIDADE METROPOLITANO, PROVINCIAL OU
DISTRITAL
Uma trolha.
170
[Desenho disponível para inspeção no
Gabinete do Grande Secretário}
Nº. 29c. GRANDE OFICIAL DE PROSPECÇÃO
METROPOLITANO, PROVINCIAL OU DISTRITAL
[Desenho disponível para inspeção no
Gabinete do Grande Secretário]
Nº. 29d. GRANDE OFICIAL DE COMUNICAÇÃO
METROPOLITANO, PROVINCIAL OU DISTRITAL
171
Nº. 29e. GRANDE MENTOR
METROPOLITANO PROVINCIAL OU DISTRITAL
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Um cinzel
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Nº. 30. GRANDE OFICAL
PROVINCIAL OU DISTRITAL PASSADO
Emblema deve variarconforme o cargo.
Para posição de Adjunto e Assistente, quando aplicado, veja Fig.Nº.25.
172
Nº. 31. MESTRE DA LOJA
O Esquadro
Nº. 32. MESTRE PASSADO
Esquadro e o diagrama do 47° Teorema do Primeiro Livro de Euclides gravado em
pendente de prata.
173
Nº. 33. PRIMEIRO VIGILANTE
O nível
Nº. 34. SEGUNDO VIGILANTE
O prumo
174
Nº. 35. CAPELÃO
Livro dentro do triângulo em esplendor.
Nº. 36. TESOUREIRO
Uma chave
175
Nº. 37. SECRETÁRIO
Duas penas cruzadas atadas com uma fita.
Nº. 38. DIRETOR DE CERIMÔNIAS
Dois bastões cruzados atados com uma fita.
176
[Desenho disponível para inspeção no
Gabinete do Grande Secretário}
Nº. 38a. OFICIAL DE PROSPECÇÃO
Nº. 38a. MENTOR
Dois cinzeis cruzados.
177
Nº. 39. DIÁCONOS
Uma pomba com ramo de oliveira.
Nº. 40. ASSISTENTE DO DIRETOR DE CERIMÔNIAS
Duas varas cruzadas com uma faixa com a palavra "ASSIST ANT".
178
Nº. 40". MESTRE DE CARIDADE
A trolha.
Nº. 41. ESMOLER
Sacola com alça, com a afigura de un1 coração.
179
Nº. 42. ORGANISTA
A lira.
Nº. 43. ASSISTENTE DE SECRETÁRIO
Duas penas cruzadas com uma faixa c-ontendo a palavra "ASSIST ANT".
180
Nº. 44. GUARDA INTERNO
Duas espadas cruzadas.
Nº. 45. MESTRE DE BANQUESTES (STEW ARD)
Uma cornucópia entre os braços de um compasso aberto.
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Nº. 46. GUARDA EXTERNO
Uma espada.
182
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Nº 47. SEGMENTO DA CORRENTE DO GRÃO MESTRE As correntes dos Grande
Oficiais seguem o mesmo padrão, com o número de estrelas designando o cargo. O Grão
Mestre e o Pró-Grão Mestre tem onze estrelas; o Grão Mestre Adjunto e Assistente tem
nove, Grão Mestres Metropolitano, Provincial e Distrital, Grande Vigilantes e o Presidente
da Comissão de Assuntos Gerais tem sete; o Grande Capelão, Grande Fiel de Registros,
Grande Secretário, Grande Chanceler, Presidente do Masonic Charitable Foundation, Vice-
Presidente do Masonic Charitable Foundation, Grande Diretor de Cerimônias, Grande Porta
Espadas, Grande Superintendente do Trabalhos e o Grande Inspetor tem cinco; todo os
outros Grandes Oficiais tem 3 estrelas
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Nº. 48. SEGMENTO DA CORRENTE DO
GRÃO MESTRE PROVINCIAL ADJUNTO
A corrente do Grão Mestre Metropolitano e Distrital Adjunto são similares, porém com as
letras "D.M.G.M." ou "D.D.G.M." no lugar de "D.P.G.M.".
Nº. 49. SEGMENTO DA CORRENTE DO
GRÃO MESTRE PROVINCIAL ASSISTENTE
A corrente do Grão Mestre Metropolitano e Distrital Assistente são sin1ilares, porém com
as letras "A.M.G.M." ou "A.D.G.M." no lugar de "A.P.G.M.".
184
Nº 49a.
SEGMENTO DA COR.RENTE DO GRANDE
INSPETOR METROPOLITANO
Nº. 50.
COLAR BORDADO DE GRANDE OFICIAL. Colar em azul celeste, com quatro
polegadas de largura e fitas douradas na borda, com ramos de acácia e uma espiga de
milho bordadas em dourado.
Nº. 51.
COLAR LISO DE GRANDE OFICIAL. Colar liso em azul celeste, com quatro
polegadas de largura.
186
Nº. 52.
A ventai bordado de Grande Oficial.
Nº. 53.
A ventai liso de Grande Oficial.
187
Nº. 54. COLAR DE METROPOLITAN ou OVERSEAS RANK, ou GRANDES
OFICIAIS PROVINCIAIS E DISTRITAIS
Colar em azul celeste, com quatro polegadas de largura com fitas e rendas douradas na
borda.
Nº. 55. COLAR DE METROPOLIT AN ou OVERSEAS RANK, ou GRANDES
OFICIAIS PROVINCIAIS E DISTRITAIS
Colar em azul celeste, com quatro polegadas de largura com cordão dourado na borda.
188
Nº. 56.
Avental de um detentor de "Metropolitan" ou "Overseas Grand Rank", ou Grande
Oficial Provincial ou Distrital, ornado com fita e renda dourados.
Nº. 57.
Avental de um detentor de "Metropolitan" ou "Overseas Grand Rank", ou Grande
Oficial Provincial ou Distrital, ornado com cordão dourado.
189
Nº. 58
JOIA "HALL STONE"
Pendente a um pequeno colar azul claro.
Nº59
JOIA DO CENTENÁRIO E BARRA
DO BICENTENÁRIO
O número da loja deve aparecer na
barra, o nome e o ano da fundação no
círculo de e-smalte azul claro. Pendente
em uma fita azul claro.
190
~~
BARRA BICENTENÁRIA
Para ser usada em uma fita azul clara
Com a joia do Centenário
~e~
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J ~ 717 -_ 2017 I,
BARRA TRICENTENÁRIA
Da qual a fita azul claro com a joia do
centenário e a barra bicentenária deve
ser suspensa.
Nº 60. JOIA DA CARIDADE
Para mais informações veja o artigo 253
191