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 Espécie mais importante não 
veterinária: oxyuris equi 
Oxyuris equi 
Hospedeiros: equinos e asininos; 
Localização: intestino grosso (ceco, cólon e 
reto); 
 Esôfago do tipo bulbo duplo; 
 Considerado grande a olho nu, 
principalmente as fêmeas; 
Fêmeas: 
o Colocação branco acinzentado; 
o Possuem a vulva na parte 
anterior; 
Machos: 
o Na parte posterior possuem asas 
caudais pouco proeminentes e um 
espículo em formato de alfinete; 
 
Ciclo de vida 
 Ciclo direto → apenas 1 hospedeiro; 
Por se localizarem na posição mais cauda do 
intestino, é possível observar os adultos na 
luz do ceco e do cólon. As fêmeas quando 
fecundadas ou após a fecundação, migram 
para o reto e projetam a sua extremidade 
posterior para fora do esfíncter anal. A 
extremidade posterior possui a vulva e faz a 
deposição dos ovos na parte externa do 
ânus. 
 A deposição dos ovos é feita junto com 
uma sustância gelatinosa. A substancia tem 
a função de colar os ovos na superfície 
externa. Após fazer a postura, a fêmea volta 
dentro do reto. 
 Uma vez que os ovos estão na região 
anal, eles se desprendem e vão para o 
ambiente. No ambiente, ocorre o 
desenvolvimento larvário dentro do ovo. 
 O ovo possui uma casa média que 
contém um opérculo (abertura). A fase 
infectante do ovo é na L3 e é através da 
ingestão desse ovo que outros hospedeiros 
podem ser contaminados. O desenvolvimento 
da postura do ovo até a formação da L3 dura 
entre 4 a 5 dias com uma temperatura de 24° 
e uma umidade alta. 
 A partir de ingestão de alimentos ou 
água contaminados com uma L3, ocorre a 
ruptura da camada do ovo, nascendo a larva 
L3. Essa larva penetra na mucosa do 
intestino e se transforma em L4 e 
posteriormente em L5 (adultos jovens). O 
l5 vai se maturar, reproduzir e reiniciar o ciclo 
com a postura dos ovos. 
Obs: não é incomum encontrar fêmeas nas 
fezes, elas podem cair juto com as fezes ao 
fazerem sua postura. 
 
 opérculo 
Efeito patogênico 
 Coceira anal; 
 Irritação perianal; 
 Falhas na região do pelo no ânus; 
 Cauda de rato – falha de pelos na 
região da cauda; 
 Lesões e sangramentos na região anal. 
Diagnóstico 
 Técnica da fita – fita transparente é 
colocada na região anal, dobra-se a fita 
e leva para o laboratório; 
 Exames de fezes (possui menos ovos).

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