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CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
AlfaCon Concursos Públicos
Lei do Direito Autoral nº 9.610, de 19 de Fevereiro de 1998: Proíbe a reprodução total ou parcial desse material ou divulgação com 
fins comerciais ou não, em qualquer meio de comunicação, inclusive na Internet, sem autorização do AlfaCon Concursos Públicos.
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ÍNDICE
Partes de uma Dissertação ���������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������2
Conclusão ���������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������2
Tipos de Fechamento ����������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������2
Proposta de Redação ���������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������4
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Partes de uma Dissertação
Conclusão
Essa parte do texto é apenas um desfecho, uma espécie de retomada� Não se acrescenta mais 
nada nesse ponto da dissertação� É comum que uma frase de efeito ou de reflexão esteja presente na 
construção da conclusão� Dependendo do tema e da banca, a conclusão pode ser um parágrafo com 
conteúdo, mas isso para um estudo de caso, por exemplo�
Alguns outros tipos de dissertação podem solicitar algum tipo de intervenção, mas só o comando 
da questão pode deixar isso claro� Existem propostas para as quais não existe intervenção� De modo 
genérico, pode-se dizer que essa parte da dissertação pode ter em média de 4 até 5 linhas, pois é 
momento de terminar o texto�
Tipos de Fechamento
 ˃ Fechamento com confirmação: esta é a forma mais simples� É apresentada uma síntese do que 
foi escrito na redação ou uma confirmação (reforço) daquilo que orientou o texto (ideias e fun-
damentos) e foi afirmado na introdução�
 ˃ Fechamento com solução: este tipo é muito usado em pareceres e relatórios, pois há apresenta-
ção de solução ou soluções para o caso tratado na questão�
 ˃ Fechamento com Expansão: neste tipo de fechamento, usa-se o melhor argumento ou a melhor 
ideia exposta (já colocados no desenvolvimento) e é feita uma conexão com o desenvolvimento, 
de forma a esgotar a discussão ou o assunto�
 ˃ Fechamento com Finalização do Desenvolvimento: quando não se consegue escrever, no de-
senvolvimento, sobre todo o conteúdo da proposta, o parágrafo de fechamento também pode 
trazer algum aspecto relevante sobre o tema�
 → Vejamos um modelo de conclusão:
[introdução]
O racismo se constitui como uma prática social proveniente da ignorância e do desrespeito para com 
aqueles que não correspondem ao estereótipo vinculado socialmente. Assim, percebe-se que a mídia e 
outros veículos de comunicação são os principais propagadores do preconceito racial.
[desenvolvimento]
Nesse sentido, nota-se que, ao serem vinculadas imagens de pessoas brancas associadas a marcas, 
produtos ou até mesmo a protagonistas em novelas, cria-se uma hegemonia ligada à tonalidade da pele. 
Desse modo, o negro se torna uma minoria na mídia, o que gera segregação racial em um meio de comu-
nicação que deveria ser democrático. Exemplos não faltam de empregadas domésticas negras em novelas, 
papéis secundários em filmes – quando não aparecem como bandidos – e tantas outras representações que 
denigrem e enfraquecem a imagem positiva do negro.
Seguindo nessa mesma perspectiva, somam-se outros veículos de comunicação, como as páginas de rela-
cionamento que acabam por propagar o preconceito na ilusão do anonimato. Pode-se mencionar como 
exemplo o caso da atriz brasileira Thaís Araújo, que foi vítima de comentários racistas em sua página 
social, mas que, com a ajuda da polícia, conseguiu identificar alguns dos agressores. Esses responderão 
perante a justiça pelo ocorrido.
[conclusão]
Logo, é evidente a influência dos recursos midiáticos e redes sociais, por exemplo, no fortalecimento da 
prática de racismo. Assim, é necessário o envolvimento do governo na criação de medidas punitivas 
eficazes, para que as leis já existentes se façam valer. Afinal, um país que busca o desenvolvimento deve 
defender a igualdade.
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 → Vejamos outro exemplo de conclusão:
[introdução]
Desde 1888, quando a chamada Lei Áurea foi assinada pela princesa Isabel, acreditou-se que aquele seria 
o fim do preconceito racial no Brasil. No entanto, isso não ocorreu, fato revelador de que o racismo é uma 
prática cultural ensinada e que não se dissipa no cumprimento de leis.
[desenvolvimento]
Sendo assim, é comum observar na própria história nacional ações que acabaram por fortalecer o pre-
conceito racial, como as situações as quais os negros eram submetidos, por exemplo. Assim, era vista com 
naturalidade a construção de senzalas, como também os castigos com açoites ou a depreciação de suas 
práticas religiosas. Nesse sentido, historicamente, a sociedade brasileira segregou o negro e o colocou em 
condição de inferioridade diante do branco.
Não muito diferente de hoje, essa prática cultural do racismo permanece. Ainda que a escravidão tenha 
acabado, o preconceito se perpetua em ações diárias ou na ausência dessas, pois, apesar da criação de leis 
contra o preconceito racial, essas são pouco aplicadas, o que reforça a discriminação na modernidade.
Pode-se, ainda, destacar que somente há pouco tempo o negro passou a ocupar posições de destaque na 
sociedade, pois como prática velada, o racismo incutido nos homens dificultava o acesso a altas esferas do 
poder daqueles considerados historicamente como inferiores; barreira vencida, por exemplo, por Barak 
Obama, presidente dos Estados Unidos.
[conclusão]
Portanto, fica claro que o preconceito racial perdura no modo como as pessoas são educadas sem que a 
legislação consiga, efetivamente, anulá-lo. Dessa forma, caberá ao governo oportunizar a quebra desse 
paradigma por meio de ações práticas que estejam no currículo escolar desde os anos iniciais, educando as 
crianças para que não seja necessário puni-los quando adultos.
 → Outro exemplo:
[introdução]
Falar sobre a morte sempre foi um tabu nas sociedades. Seja qual for o motivo, a maioria das pessoas 
prefere não debater esse assunto em casa, entre familiares ou até mesmo entre colegas de trabalho. No 
entanto, existem situações que precisam ser pensadas nesse sentido, principalmente para que o medo ao 
se tratar desse assunto seja dissipado. Assim, refletir sobre a eutanásia é uma necessidade na sociedade 
contemporânea.
[desenvolvimento]
Inicialmente, é preciso destacar que a ciência moderna evoluiu muito nos últimos anos. Entretanto, isso 
ainda não foi o suficiente para demarcar um fim para o sofrimento decorrente de algumas doenças. Por 
mais que a medicina evolua, a morte é fator presente no contexto humano, e para esse fim a medicina 
também deve evoluir. Por essa razão, em alguns países, existe a possibilidade de o paciente decidir sobre 
sua própria situação clínica, quando diagnosticado em fase de doença terminal ou diante de processo im-
possível de reversão do quadro clínico.
Nesse sentido, uma decisão como essa deve estar permanentemente vinculada ao círculo médico como 
uma possibilidade para os pacientes. Longe de se pensar em questões religiosas ou dogmáticas, a eutanásia 
é uma espécie de “cura” para situações consideradas muito dolorosas. A

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