Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Aula 02/09 – João 
Análise dos modelos preliminares, delimitação da área basal, zonas de alívio (superior obrigatório, inferiores não 
necessariamente). 
ÁREA BASAL 
(zona chapeável): é a área que pode e deve ser 
recoberta pela base da prótese, e, quanto maior for 
esta área maior a possibilidade de retenção, 
estabilidade e distribuição do esforço mastigatório. 
Região da boca sobre a qual as próteses se apoiam. 
Composta por tecido duro (osso) e mole (mucosa) que 
recobre. (mucosa mastigatória). Deve ser recoberta 
pela base da prótese total. 
Conceito: é a área de maior cobertura possível dos 
ossos maxilar e mandibular pelas bases protéticas, 
que não interfira com os músculos e inserções 
musculares adjacentes. Para conseguir a melhor 
estabilidade e distribuição da força da função 
mastigatória. 
 
Divisão da área basal ou chapeável (Pendleton, 1928) 
1. zona de suporte principal: destina-se a suportar as cargas mastigatórias, local onde foram extraídos os 
dentes, tem fundamental importância na montagem dos dentes posteriores. 
2. zona de suporte secundário: ajuda na absorção de cargas mastigatórias, imobilização da PT no sentido 
horizontal, corresponde as vertentes vestibulares e palatinas dos rebordos. 
3. zona de selamento periférico: é uma faixa de 2 
a 3mm de largura que contorna a área basal, com 
exceção da porção anterior, sua principal função é 
manter o selamento periférico. 
4. zona de selamento posterior: no limite entre 
palato duro e mole, tem por função selar a porção 
posterior, corrige a deficiência do material de 
moldagem na região. 
5. zona de alívio: região que deve ser aliviada na 
moldagem para que a mucosa não receba os esforços, 
exemplos: rafe palatina, espículas ósseas, rebordo em 
lâmina de faca. 
 
Finalidade modelo de trabalho: delimitação da área basal e zonas de alívio. Construção das moldeiras individuais, 
maxilar e mandibular. 
Delimitação de área basal ou chapeável para 
maxila 
 freio mediano 
 freios laterais 
 inserção do bucinador 
 sulco hamular ou pterigopalatino 
 limite entre palato duro e mole 
 contorno da musculatura periférica 
 Delimitação de área basal ou chapeável para 
mandíbula 
 freio mediano 
 freios laterais 
 linha oblíqua externa 
 triângulo retromolar 
 linha milohídea 
 freio lingual 
 contorno musculatura periférica 
PLANEJAMENTO CLÍNICO 
Área basal, resiliência da mucosa mastigatória, possíveis áreas de alívio. 
PLANEJAMENTO PROTÉTICO 
Confecção da moldeira individual (resina acrílica ativada quimicamente, resina acrílica ativada termicamente, 
resina foto polimerizada, placa base. 
Resiliência da mucosa mastigatória corresponde a característica física, podendo se apresentar: flácida, dura e 
resiliente. 
Análise do modelo inferior: 
1. Chanfradura do masseter: inserção do músculo, 
sendo necessário recorte, para não ter apoio sobre ele, 
evitando-se que o músculo promova o deslocamento 
da base de dentadura. 
2. Fundo de vestíbulo bucal: de molar até pré molar, 
mostra limite da mucosa mastigatória e a de 
revestimento, sendo que a prótese não deve 
ultrapassar esse limite, pois nessa área temos 
vedamento marginal. 
3. Fundo de vestíbulo labial: mais anteriormente, ente 
os nervos mentuais. Também limite da mucosa 
mastigatória e a de revestimento. 
4. Fosssa disto-ligual ou retromolar: região ligual dos 
molares. Área possivel de utilização para melhorar a 
retenção da PT inferior. 
5. Flange lingual: área limítrofe da base da dentadura 
(inserção de músculo que forma o assoalho da 
cavidade oral, podendo mover a dentadura). 
6. Freio lingual: Assim como freio labial, deve ter 
alívio (as vezes há necessidade de frenectomia). 
7. Papila retro molar (piriforme): limite da base da 
prótese, deve ser totalmente recoberta pela prótes. 
*Região vermelha é a área amis importante. 
 
Analise modelo superior: *Zonas de alívio obrigatórias 
1. Espaço coronomaxilar: região da tuberosidade. 
Cuidado para permitir abertura de boca normal. 
2. Fundo de vestíbulo bucal: semelhante da 
mandíbula/vedamento periférico 
3. Fundo de vestíbulo labial: semelhante da 
mandíbula/vedamento periférico 
4. Freio Labial: 
5. Selamento posterior (post damming): Selamento 
posterior. Limite posterior. Limite palato duro e mole. 
Zona de alívio obrigatório: região que corresponde a 
vertente da pré-maxila na vertente interna, 
ampliando para papila incisiva. Região de sínfise 
maxilar/ rafe palatina (mucosa dura deve ser 
aliviada). Regiões de tuberosidade muito avantajada, 
pode ser necessário. 
 
 
Às vezes é necessário intervenção cirúrgica ou diminuição considerável da base da prótese. 
*Linha oblíqua externa área de vedamento. 
Preparo do modelo 
 Alívios: a partir de vista oclusal colocar mínimo de cera utilidade nas áreas retentivas; evitar sobre a delimitação 
 Isolamento do modelo: resina auto: Cel-lak; resina foto: água ou vaselina líquida 
 
Construímos a moldeira individual 1mm-2mm da 
base para fazer a moldagem da região. Local faltando, 
faremos a moldagem, área de vedamento periférico. 
Moldeira individual 
Feita para uma determinada boca, em geral de resina 
acrílica (auto ou fotopolimerizável). 
Expessura deve ser uniforme. 
Requisitos de confecção da moldeira individual: Transparência, estabilidade dimensional, rigidez, bordas, lisas e 
arredondadas, custo e tempo de trabalho. 
Superior: Cabo deve estar a 45° único/Inferior: 1 cabo principal e 2 auxiliares (região de pré-molar). 
 
Áreas de alivio, emergência de nervos, rafe, papila piriforme, reentrâncias do palato...Promove alívios com cera. 
 
O cabo é colocado sobre a crista do rebordo. 
Deixar a moldeira equilibrada, sem áreas de compressão. Passa adesivo especifico para silicone e coloca silicona 
densa na borda da moldeira e volta para a boca do paciente. No manequim usa dedo para substituir a bochecha. 
 
Na dicagem posterior pode se pressionar mais, uma vez que é área glandular e não ocorrerá prejuízo ao paciente. 
Moldagem funcional é com silicona fluida. 
Ao final teremos a obtenção do modelo de trabalho. 
Prótese – 09/09 – João Moderno 
Moldeira individual é cortada sobre moldeira de estudo. 
MOLDAGEM HIDROCOLÓIDE IRREVERSÍVEL LABORATÓRIO 
Inferior 
Se somar erros, o resultado será muito pobre. 
Usa a HDL perfurada, que será pré-individualizada, somente depois faz a individual. 
Prepara a moldeira com isolante para a silicona. Depois prepara o bob, isolando com detergente (lãmina de 
material isolante, deixando úmido sem ficar sujo). Faz individualização da moldeira com silicone (coloca na borda 
da moldeira). 
 
Adesivo no caso do alginato (Água resfriada). Carrega a moldeira de estoque pré-individualizada. 
 
Debrum: É colocado cera utilidade em toda a periferia do molde, para se criar o debrum em torno do modelo 
relativo a espessura da godiva preservando sua anatomia obtida no vedamento periférico. Interseção de “tecido” 
“mole e “duro”. Se houve moldagem adequada dessa região, terá vedamento periférico. 
Constrói língua ou reforço no inferior. “Debrum: limite entre mucosa mastigatória e mucosa frouxa”. 
Coloca silicona na borda, para fazer “encaixotamento” do molde, para obter um modelo de boa expessura e 
resistência. 
REENCHIMENTO DO MOLDE 
Em duas etapas, em consistência correta. Trabalhar sobre vibrador. Coloca pequenas quantidades de gesso 
(“pequenos biscoitos de gesso”). Molhado brilhante/ fosco = seco. 
Faz leitura do molde e delimitação da área basal com base em tudo já estudado. 
 
Fazer alívio: emergência de nervo, retromolar e crista do rebordo. 
PT 16/09 – João 
Alívios obrigatórios (superiores) e alívios possíveis (inferiores – depende de emergências de nervo e características 
do rebordo). Os alívios tem como objetivo a moldagem seletiva. 
Vedamento periférico e posterior com silicone denso e fluído sobre o conjunto para moldagem funcional. 
 
Região com compressão quenão pode deixar parrar. 
Remove dessa região com maxicut, para limpeza das 
áreas incorretas. Remove o material, ou faz moldagem 
nova sobre o material (nesse caso, o segundo material 
precisa ser muito mais fluído = menos ativador). 
Região de pré-molares = m. bucinador. Delimitação 
do espaço coronomaxilar ou arco da tuberosidade. 
Ativação do m. bucinador, a comida presa na borda 
bochecha volta a cavidade própria da boca. Sendo 
assim, ele e a língua são considerados auxiliares da 
mastigação. 
Resina fotopolimerizável para preencher defeitos 
(bolhas). Leva até a boca para moldar e depois. 1 mm 
das fovéolas palatinas ainda palato duro. 
Fotopolimeriza (lembrando que serve apenas para 
pequenos defeitos). Dicagem/ aporte de material, 
para ter melhor vedamento posterior. 
 
 
Se a moldeira se soltar facilmente ao movimento de torção, significa que necessita melhor vedamento. No inferior, 
não precisa de compressão adicional posterior por conta da papila retromolar, que deve estar recoberta pela 
moldeira, mas não deve ser comprimida. INFERIOR SEMPRE MAIS COMPLICADO. 
Base de prove deve cobrir o debrum para melhor vedamento! 
Depois do modelo de trabalho pronto, nele faremos a base de prova. 
 
 
 
 
Tem largura do debrum. Cera veio junto/base de prova é uma moldeira individual sem cabo (sobre área 
delimitada). 
Construção do rolete (rodete) de cera. Quando colocado na base de provam passa a se chamar plano de orientação. 
Rodou grafite sobre esse modelo, sendo que a região marcada em vermelho é a crista do rebordo. Tem que evitar 
força mastigatória sobre rebordo residual, pois não tem compacta óssea (osso mais esponjoso), sendo necessário 
diminuir, se possível, impacto nesta região. 
Coloca então um pouco de cera 7 fundida sobre a região (união entre as ceras fica mais fácil. Marca as áreas de 1 cm 
em 1 cm. Depois de plastificada, dobra essa lâmina de cera em um fole. 
 
Brilhante = plástica. Coloca o rodete de cera sobre a base de prova no formato do arco alveolar. 
A parte interna é coincidente com o grafite da primeira imagem em vermelho (deve ser em toda a intenção). Com 
espátula 7 ou 31 aquecida, deve ser fundida a cera na base de prova. Depois na região vestibular. O rolete de cera 
avança para a vestibular. Rodete de cera vai ficar com inclinação. Será substituído por dente. As cúspides de 
suporte nos dentes superiores são na palatina e nos inferiores são as vestibulares. Circulado em verde a inclinação 
que deve ter. 
 
Função área basal? Ponto limítrofe onde a base da dentadura irá trabalhar. Limite entre mucosa frouxa e aderida. 
No superior é o limite entre o palato duro e mole. Nos inferiores é a papila retromolar. 
Alívios onde o modelo tem área de retenção, evitando-se que o modelo se frature ao remover do molde. 
A borda da base da prótese tem que ser mais expeço (não pode ser fininha) e arredondado para tomar o local do 
debrum, para não ocorrer quebra da adesão (vedamento periférico). O debrum deve ser “abraçado integralmente 
para ter vedamento”.

Mais conteúdos dessa disciplina