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Claretiano Faculdade – (Campus Rio Claro) 
Bacharelado em Biomedicina 
 
 
 
CLEILA GROTOLLI GUILLEN 
RA:8048593 
 
Sétimo semestre 
 
 
Prof. DR. Livia Furquim de Castro 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO – ESTÁGIO SUPERVISIONADO MICOLOGIA 
 
 
 
 
 
 
 
Rio Claro – SP 
2021 
 
 2 
SUMÁRIO 
 
1. INTRODUÇÃO................................................................................................. 3 
2. OBJETIVO ................................................................................................... 3 
3. PROCEDIMENTOS ..................................................................................... 3 
4. MATERIAIS .................................................................................................. 4 
6. MICROCULTIVO ......................................................................................... 5 
7. RESULTADOS ............................................................................................. 7 
8. CONCLUSÃO .............................................................................................. 8 
REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS ................................................................ 9 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 3 
 
 
 
1. INTRODUÇÃO 
A micologia é de extrema importância, pois se estuda características de 
organismos que além de patológicos, também tem relação com processos importantes 
na indústria, como por exemplo a produção de bebidas alcoólicas. Desta forma 
conseguimos ver macroscopicamente os cogumelos, já microscopicamente é possível 
observar bolores (fungos filamentosos) e as leveduras. Estão presentes em todos 
componentes da biosfera: no solo, água e ar. O estudo morfológico dos bolores e 
leveduras é importante para a determinação do gênero e poder chegar à espécie. 
A cultura de um microrganismo está relacionada a capacidade que este tem de crescer 
em meios nutritivos artificiais. Esse crescimento é notado macroscopicamente pela 
formação de uma unidade estrutural, chamada colônia. As colônias de determinados 
fungos geralmente apresentam morfologias típicas, quando estes são semeados em 
meios com a mesma composição química e submetido às mesmas condições de 
incubação. Há alguns fungos vistos durante os estágios que são de grande 
importância médica, como por exemplo o Cândida albicans, e outras espécies desse 
gênero. Além dos fungos filamentosos como do gênero Aspergillus sp, como A. 
fumigatus, A. flavus, A. niger, A. terreus. 
 
 
2. OBJETIVO 
As aulas práticas do estágio tiveram como objetivo a visualização do comportamento 
fúngico em relação ao crescimento. Foi feito repique fúngico para comparar o 
crescimento entre espécies distintas e avaliar os aspectos macroscópicos de cada 
uma. 
3. PROCEDIMENTOS 
 
3.1 SEMEADURA EM PLACA 
Com o auxílio de uma alça estéril, tocamos no crescimento da colônia para retirada 
de amostra. Foi transferido a alça contendo parte da colônia que foi coletada para uma 
placa ágar ASD, ou Sabouraud entregue pela professora, foi feito a inoculação com 
um pique central. Inoculamos na estufa a 20 – 55 ºC por 5 dias para observar os 
 4 
fungos filamentosos. A observação da colônia formada a partir do ponto central deve 
ser avaliada a partir das características macroscópicas, como cor, textura, superfície, 
pigmento difusível no meio de cultura. 
 
Figura 1. Demonstração da morfologia colonial. Fonte: UNIRIO. 
 
4. MATERIAIS 
• Jaleco 
• Luvas descartáveis 
• Alça estéril 
• Placa de ágar 
• Estufa 
 
5. COLORAÇÃO 
5.1TINTA DA CHINA (TINTA NANQUIM) 
 
Para uma melhor visualização microscópica dos fungos é usado uma coloração 
especifica conhecida como Tinta da China, ou tinta Nanquim. É bastante utilizada em 
amostras de líquor, urina, secreções ou exsudatos, para visualização de leveduras 
capsuladas do gênero o Cryptococcus. Para realizar a técnica é necessário pingar 
uma gota de tinta na amostra sedimentada, ou seja, depois que passou pela 
centrífuga, e depois colocar uma lamínula sobre a lâmina, após observar no 
microscópico. 
 5 
 
Figura 2. Visualização microscópica de lâminas feitas com coloração da tinta da china 
realizada em aula. 
 
6. MICROCULTIVO 
Foi realizado durante o estágio um microcultivo, onde foi selecionado um tipo de fungo, 
do gênero Aspergillus. Foi feita a seleção de uma porção de Ágar Batata em que foi 
medido com a régua um quadrado de 1cm x 1cm, e colocado sobre uma lâmina, que 
por sua vez, ficou armazenada em uma placa de Petri com papel filtro úmido, para 
que as condições ficassem propícias para o crescimento fúngico. Após esse processo, 
foi transferido de uma cultura contendo o fungo, uma porção desse para outra placa. 
Foi pego uma alça estéril e feito um pique central no quadrado de ágar batata, após 
este procedimento foi retirada a alça e colocada a lamínula. Para concluir foi colocado 
na estufa e observado todos os dias se houve crescimento, como também tínhamos 
que manter o filtro de papel molhado com água estéril durante uma semana. Por fim, 
 6 
foi realizada a técnica de coloração utilizando fita adesiva, azul de lactofenol e uma 
lâmina. A fita foi colada no ágar que havia o microcultivo, retirada, e colada sobre a 
lâmina que estava com uma gota do corante de lactofenol, e por fim foi feita a 
observação no microscópio. 
 
Figura 3. Microcultivo realizado no estágio. Fonte: arquivo pessoal 2021. 
 7 
 
Figura 4. Visualização microscópica do resultado do microcultivo. A espécie apresentada é 
do gênero Aspergillus sp. Fonte: arquivo pessoal 2021. 
 
7. RESULTADOS 
7.1 Aspergillus sp. 
Aspectos macroscópicos: Dependendo da quantidade de material em que foi 
inoculado o crescimento varia. De modo que a colônia a qual foi feito o repique se 
espalhou por toda a placa. O verso da placa apresentou o micélio reprodutor de 
coloração verde. Foi observado no crescimento de aspergillus spp. Uma formação de 
colônias veludosas, e visto que no centro onde foi realizado o repique houve um 
aspecto rugoso. 
 8 
 
Figura 4. Aspecto macroscópico das colônias de Aspergillus fumigatus. Fonte: (CARVALHO, 
2013) 
 
8. CONCLUSÃO 
Mediante os resultados obtidos em aula, vimos a importância de o profissional 
biomédico ter total conhecimento esta disciplina, podemos concluir que os objetivos 
das aulas praticas realizadas pela professora Lívia trouxe um conhecimento 
satisfatório a nos alunos, pois conseguimos avaliar e definir as distinções 
macroscópicas como tamanho da colônia; textura; relevo, etc. De modo que vimos a 
importância também da parte microscópica em analisar e descobrir qual espécie está 
sendo estudada. 
 
 
 
 
 
 
 9 
REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS 
 
MORAES, Aurea Maria Lage; PAES, Rodrigo de Almeida; HOLANDA Verônica Leite. 
MICOLOGIA. Disponível em: 
<https://www.epsjv.fiocruz.br/sites/default/files/cap4.pdf> 
Departamento de Microbiologia. Instituto de Ciências Biomédicas. Universidade de 
São Paulo. Disponível em: <https://microbiologia.icb.usp.br/cultura-e-extensao/textos-
de-divulgacao/micologia/> 
MICROBIOLOGIA CLÍNICA PARA O CONTROLE DE INFECÇÃO RELACIONADA 
ÀASSISTÊNCIA À SAÚDE. ANVISA, 2013. Disponível em: 
<http://ccihadm.med.br/legislacao/Microbiologia_clinica_ANVISA__Deteccao_e_iden
tificacao_de_fungos.pdf> 
CARVALHO, Luísa Isabel Correia. ASPERGILLUS E ASPERGILOSE – DESAFIOS 
NO COMBATE DA DOENÇA.Universidade Fernando Pessoa, Porto, 2013. Disponível 
em: 
<file:///C:/Users/Win10/AppData/Local/Packages/microsoft.windowscommunicationsa
pps_8wekyb3d8bbwe/LocalState/Files/S0/335/Attachments/Aspergillus%20e%20asp
ergilose%20final[2063].pdf> 
<http://www.unirio.br/ib/dmp/nutricaointegral/aulaspraticas/Tecnicas%20de%20Seme
adura%20-%202019.2.pdf > 
 
 
 
 
https://www.epsjv.fiocruz.br/sites/default/files/cap4.pdf
https://microbiologia.icb.usp.br/cultura-e-extensao/textos-de-divulgacao/micologia/https://microbiologia.icb.usp.br/cultura-e-extensao/textos-de-divulgacao/micologia/
http://ccihadm.med.br/legislacao/Microbiologia_clinica_ANVISA__Deteccao_e_identificacao_de_fungos.pdf
http://ccihadm.med.br/legislacao/Microbiologia_clinica_ANVISA__Deteccao_e_identificacao_de_fungos.pdf
file:///C:/Users/Win10/AppData/Local/Packages/microsoft.windowscommunicationsapps_8wekyb3d8bbwe/LocalState/Files/S0/335/Attachments/Aspergillus%20e%20aspergilose%20final%5b2063%5d.pdf
file:///C:/Users/Win10/AppData/Local/Packages/microsoft.windowscommunicationsapps_8wekyb3d8bbwe/LocalState/Files/S0/335/Attachments/Aspergillus%20e%20aspergilose%20final%5b2063%5d.pdf
file:///C:/Users/Win10/AppData/Local/Packages/microsoft.windowscommunicationsapps_8wekyb3d8bbwe/LocalState/Files/S0/335/Attachments/Aspergillus%20e%20aspergilose%20final%5b2063%5d.pdf
http://www.unirio.br/ib/dmp/nutricaointegral/aulaspraticas/Tecnicas%20de%20Semeadura%20-%202019.2.pdf
http://www.unirio.br/ib/dmp/nutricaointegral/aulaspraticas/Tecnicas%20de%20Semeadura%20-%202019.2.pdf
	1. INTRODUÇÃO
	2. OBJETIVO
	3. PROCEDIMENTOS
	4. MATERIAIS
	6. MICROCULTIVO
	7. RESULTADOS
	8. CONCLUSÃO
	REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS

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