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Resumo I – Análise do Comportamento Aplicada (ABA)

Material sobre TEA (DSM‑V) e Análise do Comportamento Aplicada (ABA): definição e níveis do transtorno, prevalência, atrasos no desenvolvimento, comportamento respondente/operante, contingência antecedente‑resposta‑consequência, reforço, punição e avaliação funcional.

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Análise do ComportamentoAnálise do Comportamento
Aplicada (ABA)Aplicada (ABA)
Conforme o DSM-V, os graus de
autismo variam de acordo com o grau
de funcionalidade e dependência do
cliente, sendo dividido em três níveis.
Leve - necessita de suporte/auxílio
diminuto.
Moderado - precisa de suporte
moderado ao realizar tarefas.
Severo - precisa de muito suporte
para executar tarefas.
O que difere os níveis de autismo é a
intensidade dos sintomas. fala e
compreensão, expressão,
estereotipias, repetições, o grau de
auxílio, dependência.
 
 
Transtorno do Espectro Autista
(TEA)
Critério Diagnóstico - F84.0 (DSM-V).
"O Transtorno do Espectro Autista
(TEA) é um transtorno do
desenvolvimento neurológico,
caracterizado por dificuldades de
comunicação e interação social e pela
presença de comportamento e/ou
interesses repetitivos ou restritos."
(American Psychiatric Association,
2014)
Atrasos significativos no desenvol-
vimento neuropsicomotor, podem
estar presentes em pessoas com TEA,
o que acarreta em diversos prejuízos
na comunicação, autonomia,
independência e interação social.
 
 
Apesar de haver características
comuns às pessoas com o transtorno,
nem todas as pessoas com TEA são
iguais, as manifestações variam
dependendo do nível de
desenvolvimento, do ambiente e da
idade cronológica.
As crianças com autismo precisam de
estímulos para desenvolver as
habilidades cognitivas, sociais,
sensório-motor e comunicação.
Com o tratamento precoce, o apoio da
família e a intervenção correta, os
prejuízos causados nas diversas áreas,
podem ser diminuídos.
 
 
TEA é um transtorno
invasivo do
desenvolvimento, que
persiste por toda a vida e
não possui cura nem causas
claramente conhecidas.
Diagnóstico de TEA
Cheque a
próxima página!
S T U D YGRAM
gi
ug
oncalves.to
As intervenções e métodos
educacionais com base na psicologia
comportamental têm demonstrado
reduzir os sintomas do espectro do
autismo e promover uma variedade de
habilidades sociais, de comunicação e
comportamentos adaptativos.
Esse método de intervenção e ensino é
conhecido como a Análise do
Comportamento Aplicada (ABA)
 
Comportamento Respondente: S-R -
resposta involuntária inata (muitas
vezes não há controle sobre). 
O estímulo é uma condição para a
ocorrência de uma resposta
Apesar de não se ter controle sob
esses comportamentos, há como
fazer/manipular determinadas
respostas.
Comportamento Operante: S:R-C
Esse comportamento é feito de
forma consciente.
A resposta é afetada pelas
consequências produzidas após
sua emissão.
Skinner definiu o comportamento
como a relação entre eventos
antecedentes, as próprias ações dos
indivíduos (resposta), e os eventos
consequentes. Essa contingência de
três termos é a unidade mínima de
análise de qualquer comportamento
(S:R-C)
O que difere os níveis de autismo é a
intensidade dos sintomas. fala e
compreensão, expressão,
estereotipias, repetições, o grau de
auxílio, dependência.
Para descrever e explicar qualquer
comportamento, devemos descrever
as interações – antecedente, resposta
e consequência.
Não há como controlar o surgimento
desses comportamentos, mas há
como determinar se ele irá
permanecer ou não
 
 
 
 
 
Prevalência
De acordo com o CDC (Centers for
Disease Control and Prevention -
EUA), o autismo afeta cerca de 4x
mais meninos do que meninas.
Irmãos - 5% de chance de apresentar
TEA.
Prevalência até 2018: 1 em 68
Prevalência em 2018: 1 em 59
Prevalência em 2020: 1 em 54.
 
Intervenção por meio do ABA
Comportamento
Comportamento X Característica;
Comportamento é a AÇÃO! 
Comportamentos frequentes e
comportamentos momentâneos;
Os comportamentos (ações) nunca são
"do nada" - algo aconteceu para que
àquele determinado comportamento
não adaptativo seja apresentado.
Avaliação funcional - coletar
informações para então, decidir uma
intervenção ou plano de tratamento.
 
 
 
 
S T U D YGRAM
gi
ug
oncalves.to
https://www.instagram.com/giugoncalves.to/
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No primeiro caso, com a birra, a
criança conseguiu o que queria, neste
caso, não tomar banho naquele
momento. A probabilidade de que ele
faça isso novamente para conseguir o
que deseja, é muito alta. Foi uma
consequência que gerou impacto
positivo para a criança em si, mas
impacto negativo para as expectativas
do cuidador e/ou terapeuta.
No segundo caso, após o alvoroço e
elogios das pessoas presentes, a
criança sentiu-se motivada, então, a
probabilidade de que ela retorne a
tentar andar, é muito grande.
 
REFORÇO - aumentam a frequência
de um comportamento.
POSITIVO: aumento da
frequência de um
comportamento pela adição de
um estímulo.
NEGATIVO: aumento da
frequência de um
comportamento pela ausência
de um estímulo.
 
 
PUNIÇÃO - diminuição da
frequência de um comportamento.
POSITIVA: diminuição da
frequência de um
comportamento pelo acréscimo
de um estímulo.
NEGATIVA: diminuição da
frequência de um
comportamento pela ausência
de um estímulo.
 
 
Antecedente Resposta Consequência 
João está
na hora
do banho 
Começa a
chorar e
fazer birra
Tá bom,
vamos tomar
banho depois
Primeiros
passos
Atenção e
elogios
Motivação
para fazer
novamente
Efeito da Consequência
Você faz um trabalho e é pago por ele.
O pagamento neste caso pode ser
reforçador para que você continue
trabalhando. Exempl
o
Análise do Comportamento
Aplicada (ABA)
Análise Aplicada do Comportamento
(ou o termo ABA) é uma abordagem
dentro da Psicologia, que teve como
principal mentor, Skinner. É uma
abordagem científica, definida por
Skinner, como um método para
avaliar, explicar e modificar
comportamentos, baseado nos
princípios do condicionamento
operante. (Skinner, 1953);
É uma linha de atuação dentro da
abordagem comportamental, na qual
aplicamos seus conceitos teóricos e
filosóficos, às necessidades da
sociedade. 
E o autismo é uma das necessidades
em evidência, sendo o ABA, uma das
intervenções mais aplicáveis ao
Autismo.
 
S T U D YGRAM
gi
ug
oncalves.to
Existem sete dimensões de ciência,
que dem ser utilizadas pelos analistas
do comportamento, para garantir a
cientificidade e qualidade da análise
do comportamento aplicado.
Efetiva;
Analítica;
1
2
Aplicada;
Conceitual;
3
4
Tecnológica;
Generalizada;
5
6
Comportamental.7
Não imp
lica 
uma hier
arquia!
A ciência ABA é uma intervenção que
possui evidência científica. Está
associada ao grande conjunto de
pesquisas que comprovam
cientificamente, a relevância dessa
intervenção em pessoas com TEA,
devido a modificação de
comportamento.
ABA é caracterizada pela coleta de
dados antes, durante e depois da
intervenção, para analisar o progresso
individual da pessoa e auxiliar e
auxiliar na tomada de decisões em
relação ao programa de intervenção e
às estratégias que melhor promovem a
aquisição de habilidades
especificamente necessárias para cada
indivíduo.
São realizadas avaliações para
identificar as habilidades atuais do
individuo, com relação a cognição,
comunicação, funções motoras,
adaptação e habilidades sociais.
Discernir comportamentos que devem
ser fortalecidos ou enfraquecidos.
 
Ao buscar uma melhor compreensão
dos comportamentos da criança,
sejam eles, positivos ou negativos, e
necessário analisar os eventos que
precedem e sucedem a resposta.
Essa análise é denominada Análise
Funcional e com ela, é possível
identifica a função de um
determinadocomportamento, ou seja,
o que o mantém.
Ou seja, ABA investiga as variáveis
que afetam o comportamento
humano, sendo capaz de mudá-los
através de modificação de seus
antecedentes (o que ocorreu antes e
pode ter sido um possível
desencadeador para a ocorrência do
comportamento não adaptativos) e
suas consequências - e que podem ter
sido agradáveis ou desagradáveis
determinando a probabilidade de que
ocorram novamente.
 
 
Função do Comportamento
Obter algo que deseja;
Chamar a atenção (positiva-negativa);
Fuga;
Gosta da sensação que aquele
comportamento gera - stins (ou
estereotipias), para auto regulação.
Exemplo: flapping, girar no próprio
eixo, rodar a cabeça de um lado
para o outro.
Não consegue se comunicar ou
mostrar o que quer;
Questões sensoriais.
 
 
 
 
 
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oncalves.to
Intervir para ocorrer a diminuição de
comportamentos:
Reforçador
ABA utiliza de reforçadores para
motivar a criança, visando favorecer
comportamentos positivos;
São recompensas para motivar a
criança durante as atividades exigidas
no seu dia a dia;
Teste de preferência — juntamente
com o auxílio dos pais.
 
 
Planejamento do Plano
Terapêutico
Organizar o ambiente — se
necessário, manipular e modificar o
ambiente com as possibilidades
que o terapeuta queira.
Exigir na medida certa — se
necessário, diminua as demandas.
1
2
Usar dicas visuais, verbais
(Comunicação Alternativa —
PECs) — geralmente usado com
pessoas que não conseguem
verbalizar. ;
Diminuir estímulos no setting
terapêutico;
3
4
Retirar objetos que podem levar a
um comportamento disruptivo ;
Forma do manuseio com a criança;
5
6
Deve ser claro o suficiente para que
qualquer pessoa que venha a aplicar,
seja capaz de entender e fazer da
mesma maneira. É necessário colocar
as potencialidades/capacidades e
também dificuldades daquele
indivíduo em específico. Descrever
como as atividades eram feitas antes
da intervenção, explicitar quais
materiais são usados; qual tipo de
ajuda eu forneço.
PLANO TERAPÊUTICO
Outras informações...
Extinção
Acontece quando determinado
comportamento não recebe mais o
reforçamento necessário para a
manutenção deste comportamento.
Pico de extinção – aumenta a
frequência do comportamento antes
de ser extinto.
 
A ciência ABA segue a linha de
tentativa/aprendizagem sem erro.
Reforço Social - quando há
motivação, elogios, que promovem
um maior interesse do indivíduo.
 
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