Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

PATOLOGIA
Marcha da Necrópsia
em Pequenos Animais
Técnica de necropsia:
Definição: Necrópsia, significa ver ou examinar o morto.
NEKROS: Morte.
OPSIS: Ver, examinar.
Qual o objetivo principal de uma necrópsia? é a tentativa de determinação
de ''causa mortis''.
Muitas vezes o animal ele é atendido, ele permanece internado, ele é
acompanhado, exames são realizados, e mesmo assim ele vêm a óbito e não se
consegui uma definição diagnostica. Esse é um exemplo clássico de quando há
necessidade de necropsia. 
A necrópsia uma vez realizada ela não só permite, muitas vezes a determinação
da causa da morte como nos ensina muitas coisas que poderíamos ter
observado no âmbito clínico ou da cirurgia. 
Muitas vezes por melhor que seja a necrópsia, tanto macroscopicamente e
microscopicamente, não é possível determinar a causa da morte do animal. 
O animal que é utilizado nasaulas NÃO foi eutanasiadopara este fim. Eles vieram dohospital..... Ele foi atendidono hospital, veio a óbito semum diagnóstico definido, e
por isso foi solicitado a
necrópsia. 
Abertura da cavidade Abdominal
Incisão Mento-pubiana
Apesar da gente receber o animal como morto, temos que ser rigorosamente
cautelosos em verificar se de fato o animal está morto. Pra isso, fazemos a
pesquisa que se chama: ................................................................., que são as portas de
entrada da morte. 
Por onde entra a morte? Por meio da sessação das 3 grandes funções que são,
nervosa, circulatória e respiratória. Sempre verificalas.
Como a gente inicia a técnica de necrópsia? 
Primeiro faremos a abertura das cavidades abdominal, torácica, e por ultimo a
retirada do encéfalo. 
Com uma faca, chamada, Faca De Magarefe fazemos uma incisão que vai do
mento ao púbis. 
Cabeça.
 
Parte ventral do
pescoço.
Após o termino da incisão, sobre a cavidade torácica, onde temos o que se
chama de PLASTRÃO ESTERNAL......
PLASTRÃO ESTERNAL -
 
Designação dada ao
esqueleto da parte
anterior do tórax.
Temos que tomar muito cuidado pq, tendo
plastrão que corresponde as costelas do animal e
ligadas ao esterno, a cavidade abdominal já não
tem mais essa proteção, então nos temos que
reduzir a pressão quando fizermos o corte nessa
região.
Se fosse uma fêmea teríamos que fazer uma incisão mento-púbis, até o inicio da
vulva. No caso de macho, 
temos que desviar a 
incisão do pênis. 
Primeiro devemos segurar a ponta do pênis, levanta ele e corta as duas laterais do
pênis. 
Até a bolsa escrotal na sua porção lateral. 
Depois devemos rebater todo o pênis. 
Depois de feita toda a incisão de mento-pubiana, o passo seguinte é fazer a
abertura da cavidade abdominal, completando o corte que já temos, expondo a
cavidade. Fazendo um corte bem no inicio da cavidade, e após o termino do
plastrão esternal.
Em seguida introduzimos o dedo indicador e o médio, e abrimos os dedos. 
Com cuidado devemos colocar a FACA DE MAGAREFE entre nossos dedos
empurrando a parece com os dedos. 
E com isso abrimos toda a cavidade abdominal...
Depois disso tudo, a primeira coisa que demos fazer é verificar se há coleção
anormal de líquido na cavidade abdominal....
Assim que verificado isso, devemos vê se a topografia, a localização, a posição, estão
normal dentro do esperado. 
Agora devemos corta a musculatura junto ao flanco, para podermos examinar com
mais conforto a cavidade abdominal e expondo melhor. 
Depois devemos verificar se há aderência do omento com a borda da cavidade. 
Verificar se há aderência entre
as alças intestinais.
Analisar a localização topográfica
dos rins. Como sabemos o rim 
direito é mais cranial que o 
esquerdo.....
Verificar se há aderência do fígado com o diafragma. 
Lembrando que em relação aos líquidos que podemos encontrar no abdômen,
podemos ter: 
Transudatos;
Exsudatos;
Ou sangue na cavidade.
Os transudatos originam-
se do aumento da pressão
hidrostática ou diminuição
da pressão oncótica.
Geralmente indicam que as
membranas pleurais não
estão afetadas. Os
exsudatos formam-se
devido a vazamento de
líquido e proteínas ao longo
de uma membrana capilar
alterada com aumento da
permeabilidade.
Depois devemos colocar o pênis próximo a posição normal dele, e aperta, fazendo
pressão na vesícula urinaria, para verificar se há algum comprometimento nas vias
urinarias. Vamos imaginar que a bexiga estivesse muito cheia, e por isso ela teria
abandonado a região pélvica e ocupado a cavidade abdominal, ai poderíamos
pensa, será que houve impedimento da saída de urina por meio de uma obstrução
por cálculos? 
Com essa duvida, a gente 
poderia aperta a bexiga 
e vê se sai ou não xixi.
Se tratando de cão macho,
e velho, temos um 
agravante na próstata, que 
aparece aumentada, e com isso podemos ter uma obstrução. 
O único órgão a ser examinado ainda na cavidade abdominal é os linfonodos
mesentérios. Em animais jovens, esses linfonodos se encontram exageradamente
aumentados (na parvo isso pode acontecer)....
Nessa imagem
vemos os
linfonodos
bem
aumentados...
Depois fazemos um corte
longitudinal, expondo a
superfície de corte... 
Podemos observar que
ela está úmida,
avermelhada,
homogenia. Esse
linfonodo pode ter um
grau importante de
neoplasia e congestão, e
até mesmo hemorragia.
Com isso podemos
coletar uma amostra e
encaminhar para exame
histopatológico......
Abertura da cavidade Torácica
Exposição e corte do gradil costal 
Para abrir a cavidade torácica precisamos remover e rebater a pele e a musculatura,
usando a faca de magarefe ainda. Temos que rebater bilateralmente. Em seguida
vamos usar o 
costótomo.
O corte com o Costótomo, pode ser da articulação costo condral, dá cavidade
abdominal em direção a cavidade torácica. Presta muita atenção, pois depois do
primeiro corte temos o diafragma, e para dar continuidade na abertura das costelas,
precisamos introduzir a parte inferior do costótomo dentre o diafragma, CORTANDO
ATÉ A PRIMEIRA COSTELA. 
Vamos repetir o mesmo procedimento do outro lado também.
Depois de feito isso, a gente ergue o que chamamos de plastrão esternal. Cortamos
o diafragma junto do plastrão com a faca de magarefe. 
Em seguida vamos corta a região de caudal pra cranial o ligamento mediastínico, o
removendo junto do 
plastrão. 
Assim que o plastrão
for removido,
devemos examinar
ele. A pleura normal
dele é serosa, ela é
lisa, brilhosa, e
transparente.
Do mesmo jeito que analisamos a cavidade abdominal, vamos verificar se aqui na
cavidade torácica também não tem liquido. Verificar a topografia dos órgão também. 
Aqui está tud
o
normal..... 
Assim que a gente analiso tudo isso, devemos abrir o pericárdio, com uma pinça a
gente segura e corta com a tesoura, fazendo apenas um pic, para observarmos se
há acumulo anormal de liquido no pericárdio. 
É normal termos um 
pouco de liquido, visto 
que é isso que vai ajudar
 a reduzir o atrito entre
os folhetos.
Depois a gente enfia o
dedo indicar dentro e faz
um movimento de 360
grau, para verificarmos
se há aderência entre os
folhetos.
O 1° conjunto é composto por:
Língua;
Faringe;
Tonsilas Palatinas;
Laringe;
Traqueia;
Pulmões;
Esôfago;
Coração.
Retirada dos Conjuntos
1 conjunto - Língua / Faringe.......
Primeiro vamos fazer o 
corte junto aos ramos 
da mandíbula, até 
sentirmos o palato duro. 
Depois fazemos
do outro lado a mesma 
coisa. 
Depois disso, puxamos
a língua para fora e a 
soltamos.
Em seguida vamos fazer
um corte, em V no palato
mole, nesse corte devemos
tomar cuidado, visto que
não podemos corta as 
tonsilas, pois temos que 
examinar elas depois.
Articulação do osso Hioideo
devemos corta ela, com um
bisturi serve. 
Feito isso, podemos ir cor-
tando a lateral, com cuidado
um pouco de cada lado,
nunca corta na
Transversal. 
Sempre segurar o conjunto
conforme for cortando.
Quando a gente chega nessa
parte, basta puxar o
conjunto, que ele se destaca
com facilidade. 
Antes de solta tudo,
devemos volta o conjunto
para a posição normal....
Quando o esôfago chega
perto do diafragma
devemos colocara pinça,
como na imagem, com o
objetivo de evitar que ao
cortarmos o esôfago o
conteúdo gástrico refluz
para a cavidade torácica. 
Feito isso, podemos fazer
o corte no esôfago (parte 
Pegar uma pinça hemostática para obstruir o esôfago, ( não temos serosa no
esôfago, e sim adventícia).
mais clara da imagem), com uma tesoura. 
Agora só falta corta o
ligamento que se liga no
diafragma. 
Com isso retiramos o
primeiro conjunto
completo. 
O 2° conjunto é composto por:
Baço;
Omento. 
O omento ele encontra-
se ligado na grande
curvatura do estomago,
e ao duodeno, e ao
pâncreas. 
Com a tesoura a gente
vai soltando o omento.
Retirada dos Conjuntos
2 conjunto 
Retirada dos Conjuntos
3 conjunto - Intestinos
O 3° conjunto é composto por:
A parte final do duodeno;
Até o final do intestino grosso.
Nessa parte vamos usar 3 pinças hemostáticas. 2 delas serão usadas no duodeno.
Pâncreas. 
Essa parte onde o pâncreas fica mais longe do duodeno, basta perfurar com o
dedo mesmo.
E coloco 2 pinças hemostáticas, 
uma do lado da outra. 
Pâncreas. 
A outra pinça colocamos no final do intestino grosso, caso tenha fezes, podemos
colocar ela mais pra cima para não sujar a nossa necropsia. 
Depois disso a gente corta com a tesoura no meio dessas duas pinças. Feito isso, 
pegamos a faca de órgão
e usamos ela para corta o
mesentério. 
Vamos fazer isso ao
longo de todo o intestino.
Quando chegamos no
final, basta corta onde ta
a pinça hemostática. 
E com isso retiramos
todo o intestino.
O 4° conjunto é composto por:
Diafragma;
Fígado;
Vesícula Biliar;
Estômago;
Duodeno;
Pâncreas.
Antes de retirarmos esse conjunto devemos tomar cuidado com as adrenais. Pq,
elas pertencem ao cinto conjunto. 
Temos 2, cada uma perto
de um rim.
Retirada dos Conjuntos
4 conjunto - Diafragma, Fígado.....
Adrenal.
Rim esquerdo.
Agora basta corta o
diafragma, com
cuidado....
Apenas tirando o
diafragma todo o
conjunto já vai sair junto
dele.....
Retirada dos Conjuntos
5 conjunto - Sistema urogenital
O 5° conjunto é composto por:
Urinal;
Genital;
As adrenais.
Basta segurar os rins
juntos, e com a faca de
magarefe vamos
cortando junto da coluna
vertebral, dos dois lados
até a pelve.
Para continuar o corte,
temos um problema, pois
temos o osso da pelve, 
Osso, pelve.
No coxal temos, os forames obturados, os acetábulos, etc.....
Para realizar o corte desse osso,
devemos fazer assim,
 ( igual na linha preta), de ambos
os lados.
Feito isso, pegar os rins, a vesícula, e continuar contando do jeito que já estava,
junto da coluna. 
Tomar muito cuidado
para não corta o pênis
junto..... é apenas o
osso.
Pênis.
Devemos circuncida o anus
do animal. 
Toda a cavidade
está livre agora. 
Retirada dos Conjuntos
6 conjunto - Sistema Nervoso
Primeiro fazemos um incisão do focinho até o final da região cervical. Depois de
ter feito isso vamos retirar a musculatura, que é bem desenvolvido na especie
canina. 
Em seguida vamos remover o que sobrou de músculo com o instrumento, chamado
de RUGINA, com o objetivo de remover do osso a musculatura.
Vamos raspando ele 
no cranio que vai saindo
 tudo.... 
Parte limpa já...
Agora vamos serrar a 
caixa craniana... Nesse 
sentido. 
Em seguida, vamos fazer
um corte na lateral, bem
na curvatura do cranio.
Fazendo a mesma coisa dos
dois lados... Nesse corte 
Longitudinal. 
Para retirar a calota craniana, devemos usar o instrumento chamado ESCOPO,
introduzimos ele onde fizemos 
o primeiro corte, levantando
a calota e empurrando para
trás. 
Podemos corta a Dura-mater.
para não danificar a massa 
encefálica.
Temos que lembrar
que esse animal foi
congelado e
descongelado, e por
conta disso temos
alterações pós
MORTE.
Foi retirado a
calota por
completo. 
Para retirara amassa encefálica, devemos utilizar uma tesoura romba, e curva.
A gente inclina a cabeça
do animal, vamos
cortando os nervos
craniamos que a massa
vai se soltando toda. 
Exame dos Órgãos O que analisar em cada conjunto....
Depois de retirado todos os conjuntos, vamos examinar cada órgão.
 
Sempre começar analisando o órgão pela parte externa dele, verificar o
tamanho, a consistência, a coloração ou se há lesões, ou alguma lesão nesse órgão.
Feito isso, podemos analisar a parte de dentro. 
Começando pelo primeiro conjunto. 
O primeiro órgão a ser examinado é a língua.
Depois de verificar a língua,
podemos analisar as
TONSILAS PALATINAS. 
No caso da língua a gente
vira ela ventralmente para
fazer o corte, que deve ser
realizado na LISSA, com uma
faca de corta órgão, ou até
mesmo com o bisturi. 
LISSA
O corte vai ser da lissa até
quase a língua toda,
separando ambos os lados,
feito isso podemos analisar
dentro, como, a coloração,
se está úmida, e se temos
lesão.
Depois de verificar as TONSILAS podemos abrir
todo o esôfago, até o final. Para analisar o
conteúdo e a mucosa. 
Depois de verificar o
esôfago podemos abrir a
laringe para analisar. 
Nesse imagem temos
liquido de edema na
laringe, parecendo com
uma espuma. 
Depois de verificar a
laringe podemos examinar
a traqueia, primeiro
externamente, depois
internamente, pra isso
vamos corta ela até os
brônquios. 
Em seguida vamos examinar
os lobos pulmonares,
cortando cada um
transversalmente. Quando a
gente abrir vamos fazer uma
pressão na parede para vê a
quantidade de liquido.
(parece uma espuma,
congestão) 
Por ultimo vamos analisar
o coração nesse
conjunto. Vamos corta
primeiro o lado direito.
A gente localiza o átrio
direito, e o corta
transversalmente as cavas
e os atrios.......
Introduzo a tesoura
cortando o átrio,
passando pelo
ventrículo, junto ao
septo
interventricular até
sair na artéria
pulmonar. 
Já cortado.
Aqui a gente volta para a posição inicial, ai a
gente corta na veia e nos átrios esquerdo e
segue em direção ao ventrículo direito, junto ao
septo interventricular também, até chegar na
artéria aorta em toda a sua extensão. 
A aorta é
amarelada, pq
disso? 
 
Pq ele é rico em
fibras elásticas. Nessa imagem vemos que a aorta está bem
avermelhada. 
Segundo conjunto. 
Agente separa o baço do
omento. 
Ai podemos descarta o
omento para analisar o
baço. Temos que levar em
consideração sempre,
coloração, tamanho, se há
alterações.
Depois abrimos o baço
para examinar dentro.
Primeiro vamos corta o duodeno em direção
ao estomago. 
Depois vamos fazer a Manobra de Virchow 
Agora vamos analisar o quarto conjunto, pois o terceito deixamos
por ultimo. 
Deve ser realizada antes
da separação do
estômago e fígado. Abrir
a porção proximal do
duodeno na região anti-
mesentérica até o
piloro, pressionar
levemente a vesícula
biliar até o
extravasamento de bile
pelo esfíncter de Oddi.
Separar fígado e
diafragma do estômago
e pâncreas.
Fazendo pressão na
vesicula. 
Conteúdo saindo
conforme esperado
Aqui a gente está
cortando o estomago,
pela curvatura maior.
Nesse caso em
especifico o animal
encontrava-se cheio
de parasitas....
Apos abrir a gente tem
que verifica a mucosa, se
há alguma lesão por
exemplo.
Nesse próximo passo a
gente tem que separar o
diafragma, o pâncreas e
o figado. 
Apos examinar cada um
deles, quando
chegarmos no figado a
primeira coisa a fazer é
abrir a vesícula, para
analisar sua mucosa e o
conteúdo. O pâncreas entra muito rápido em autólise. 
No figado vamos analisar
lobo por lobo, tanto
externamente, como por
dentro. Sempre fazendo
um corte transversal. 
Quinto conjunto -
Começamos pelas
ADRENAIS, abrindo
cada uma. Sua cortical é
mais clara, e a medular
mais escura. 
Depois vamos para os
RINS, primeiro de tudo
sempre, analisar
externamente para
depois olhar dentro. 
O corte do rim é sagital
mediano, bem
centralizado. 
Devemos retirar as
respectivas cápsulas dos 
rins com o auxílio de
uma pinça. 
Realizado a retirada
da capsula.
Depois vamos abrir a
bexiga. Do fundo para o
cólon, até o final da
uretra, para examinar o
conteúdo e a mucosa.
Terceiro conjunto -
A gente começa a
examinar pelo intestino
delgado.
Antes de começar a
corta o intestino,
primeiro vamosanalisar
ele por fora. 
Feito isso, já podemos
abrir o intestino,
conforme imagem ao
lado temos uma
coloração amarelada.
Vamos corta até a parte
final....
Quando chegamos no
ceco, vamos abrir ele
pelo seu fundo cego.
 
Esses pontinhos
de vemos são
placas de PEYER,
componente
principal do tecido
linfático associado
ao intestino....