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História da Filosofia

Colégio Objetivo
No trecho acima, Vaz se refere à filosofia, seu passado e seu presente, afirmando:


O presente da filosofia, o ato de filosofar, é uma atividade independente do seu passado, a história.
O passado da filosofia, a sua história, é ato de filosofar significativo para a época da sua produção.
O passado da filosofia, a sua história, é ato constitutivo da atividade filosófica do presente.
O presente da filosofia, o ato de filosofar, é uma repetição constante do passado, sua história.
O passado da filosofia, a sua história, é uma independente arqueologia das reflexões filosóficas.
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há 3 anos

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No trecho citado, Vaz se refere à filosofia, seu passado e seu presente, afirmando que o passado da filosofia, sua história, é ato constitutivo da atividade filosófica do presente.

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Avaliação Online (SALA EAD) Atividade finalizada em 20/08/2022 12:09:04 (434945 / 1) LEGENDA Resposta correta na questão # Resposta correta - Questão Anulada X Resposta selecionada pelo Aluno Disciplina: FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO [455461] - Avaliação com 5 questões, com o peso total de 15,00 pontos [capítulos - 1,2,3] Turma: Graduação: Geografia - Grupo: MAIO/2022 - GEO/MAIO22 [66659] Aluno(a): 91316420 - ELAINE CRISTINA SANTANA NASCIBEN - Respondeu 5 questões corretas, obtendo um total de 15,00 pontos como nota [361358_1788 95] Questão 001 ( Enem – 2010, adaptado) Alexandria começou a ser construída em 332 a.C., por Alexandre, o Grande, e, em poucos anos, tornou-se um polo de estudos sobre matemática, filosofia e ciência gregas. Meio século mais tarde, Ptolomeu II ergueu uma enorme biblioteca e um museu —que funcionou como centro de pesquisa. A biblioteca reuniu entre 200 mil e 500 mil papiros e, com o museu, transformou a cidade no maior núcleo intelectual da época, especialmente entre os anos 290 e 88 a.C. A partir de então, sofreu sucessivos ataques de romanos, cristãos e árabes, o que resultou na destruição ou perda de quase todo o seu acervo.RIBEIRO, F. Filósofa e mártir. Aventuras na história.São Paulo: Abril. ed. 81, abr. 2010 (adaptado). A biblioteca de Alexandria exerceu durante certo tempo um papel fundamental para a produção do conhecimento e memória das civilizações antigas, porque: funcionou como um centro de pesquisa acadêmica e deu origem às universidades modernas. transformou a cidade de Alexandria no centro urbano mais importante da Antiguidade. X preservou o legado da cultura grega em diferentes áreas do conhecimento e permitiu sua transmissão a outros povos. eternizou o nome de Alexandre, o Grande, e zelou pelas narrativas dos seus grandes feitos. reuniu os principais registros arqueológicos até então existentes e fez avançar a museologia antiga.


funcionou como um centro de pesquisa acadêmica e deu origem às universidades modernas.
transformou a cidade de Alexandria no centro urbano mais importante da Antiguidade.
preservou o legado da cultura grega em diferentes áreas do conhecimento e permitiu sua transmissão a outros povos.
eternizou o nome de Alexandre, o Grande, e zelou pelas narrativas dos seus grandes feitos.
reuniu os principais registros arqueológicos até então existentes e fez avançar a museologia antiga.

ENADE – 2011 Não brota do individual, mas da ideia. Acima do homem como ser gregário ou como suposto eu autônomo, ergue-se o Homem como ideia. A ela aspiram os educadores gregos, bem como os poetas, artistas e filósofos. Ora, o Homem, considerando na sua ideia, significa a imagem do Homem genérico na sua validade universal e normativa. Como vimos, a essência da educação consiste na modelagem dos indivíduos pela norma da comunidade. Os gregos foram adquirindo gradualmente consciência clara do significado desse processo mediante aquela imagem do Homem, e chegaram por fim, através de um esforço continuado, a uma fundamentação, mais segura e mais profunda que a de nenhum povo da Terra, do problema da educação. JAEGER, W. W. Paideia: a formação do homem grego. Tradução: Artur M. Pareira. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1989, p. 10-11. Considerando o tema abordado no texto, avalie as afirmacoes seguintes. I. A educação grega se distinguia da educação da maioria dos povos que a antecederam por considerar a razão como instrumento a serviço do próprio homem. II. A filosofia era ensinada na Grécia e abrangia os mais diversos tipos de conhecimento, que se estendiam pela matemática, astronomia, física, biologia, ética, entre outros. III.A Grécia possuía diferentes cidades-estados com processos de ensino semelhantes e caracterizados pela igualdade de oportunidades aos diferentes segmentos da população. IV.A educação grega foi caracterizada pela presença de diferentes pensamentos filosóficos como os de Sócrates, dos Sofistas, Platão e Aristóteles, que compartilhavam dos mesmos ideais e processo de ensino. É correto apenas o que se afirma em III e IV I, II e III. II e IV. X I e II. I, III e IV.

A educação grega se distinguia da educação da maioria dos povos que a antecederam por considerar a razão como instrumento a serviço do próprio homem.
A filosofia era ensinada na Grécia e abrangia os mais diversos tipos de conhecimento, que se estendiam pela matemática, astronomia, física, biologia, ética, entre outros.
A Grécia possuía diferentes cidades-estados com processos de ensino semelhantes e caracterizados pela igualdade de oportunidades aos diferentes segmentos da população.
A educação grega foi caracterizada pela presença de diferentes pensamentos filosóficos como os de Sócrates, dos Sofistas, Platão e Aristóteles, que compartilhavam dos mesmos ideais e processo de ensino.
É correto apenas o que se afirma em III e IV
I, II e III.
II e IV.
I e II.
I, III e IV.

UFU – 2012 - Leia o trecho abaixo, que se encontra na Apologia de Sócrates de Platão e traz algumas das concepções filosóficas defendidas pelo seu mestre. Com efeito, senhores, temer a morte é o mesmo que se supor sábio quem não o é, porque ninguém sabe o que é a morte, nem se ela não será para o homem o maior dos bens. E, no entanto, é temida como se soubéssemos que é a maior das calamidades. E isso resulta da ignorância, que nos faz supor saber o que não sabemos. PLATÃO. Apologia de Sócrates. Tradução: Jaime Bruna. São Paulo: Nova Cultural, 1999. p. 23. O trecho apresentado permite afirmar que, para Sócrates, a ignorância é a causa do medo da morte, porque: a morte é o maior dos bens e, por isso, deve ser temida. ninguém sabe o que é a morte e, por isso, ela é temida como se fosse a maior das calamidades. a morte é a maior das calamidades e, por isso, deve ser temida. a morte é um mal menor e, por isso, não deve ser temida. a morte é um mal maior e, por isso, deve ser temida.


a morte é o maior dos bens e, por isso, deve ser temida.
ninguém sabe o que é a morte e, por isso, ela é temida como se fosse a maior das calamidades.
a morte é a maior das calamidades e, por isso, deve ser temida.
a morte é um mal menor e, por isso, não deve ser temida.
a morte é um mal maior e, por isso, deve ser temida.

Com base no trecho acima e na filosofia de Sócrates, assinale a alternativa INCORRETA.
Sócrates foi o primeiro pensador a colocar o homem como principal elemento da reflexão filosófica.
Para Sócrates, o verdadeiro sábio é aquele que, colocado diante da própria ignorância, admite que nada sabe. Admitir o não saber, quando não se sabe, define o sábio, segundo a concepção socrática
Sócrates prefere a morte a ter que renunciar a sua missão, qual seja: buscar, por meio da filosofia, a verdade, para além da mera aparência do saber.
Para Sócrates, pior do que a morte é admitir aos outros que nada se sabe. Deve-se evitar a ignorância a todo custo, ainda que defendendo uma opinião não devidamente examinada.
Sócrates leva o seu interlocutor a examinar-se, fazendo-o tomar consciência das contradições que traz consigo.

Sócrates foi o primeiro pensador a colocar o homem como principal elemento da reflexão filosófica.
Para Sócrates, o verdadeiro sábio é aquele que, colocado diante da própria ignorância, admite que nada sabe. Admitir o não saber, quando não se sabe, define o sábio, segundo a concepção socrática
Sócrates prefere a morte a ter que renunciar a sua missão, qual seja: buscar, por meio da filosofia, a verdade, para além da mera aparência do saber.
Para Sócrates, pior do que a morte é admitir aos outros que nada se sabe. Deve-se evitar a ignorância a todo custo, ainda que defendendo uma opinião não devidamente examinada.
Sócrates leva o seu interlocutor a examinar-se, fazendo-o tomar consciência das contradições que traz consigo.
a) Apenas a afirmativa I está incorreta.
b) Apenas a afirmativa II está incorreta.
c) Apenas a afirmativa III está incorreta.
d) Apenas a afirmativa IV está incorreta.
e) Apenas a afirmativa V está incorreta.

Sobre a ética na Antiguidade, é CORRETO afirmar que


Aristóteles afirmava que para conhecermos o mundo é preciso experimentar a realidade.
Platão, na direção socrática, defendeu a necessidade de purificação da alma para se alcançar a ideia de bem.
os sofistas afirmavam a normatização e verdades universalmente válidas.
ideal ético perseguido pelo estoicismo era um estado de plena serenidade para lidar com os sobressaltos da existência.
Sócrates repercutiu a ideia de uma ética intimista voltada para o bem individual, que, ao ser exercida, se espargiria por todos os homens.