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Aponte a alternativa desconsiderada como a característica da alienação ou da oneração:


a) A alienação ou a oneração de bem é considerada fraude à execução quando, ao tempo da alienação ou da oneração, tramitava contra o devedor ação capaz de reduzi-lo à insolvência.
b) A alienação ou a oneração de bem é considerada fraude à execução nos demais casos expressos em lei.
c) A alienação ou a oneração de bem é considerada fraude à execução quando sobre o bem pender ação fundada em direito real ou com pretensão reipersecutória, desde que a pendência do processo tenha sido averbada no respectivo registro público, se houver.
d) A alienação ou a oneração de bem é considerada fraude à execução quando tiver sido averbada, no registro do bem, a pendência do processo de execução na forma de dispositivo específico do CPC.
e) A alienação ou a oneração de bem não é considerada fraude à execução quando tiver sido averbado, no registro do bem, hipoteca judiciária ou outro ato de constrição judicial originário do processo no qual foi arguida a fraude.
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Desenvolvendo com Questões

há 2 anos

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há 9 meses

Para identificar a alternativa que deve ser desconsiderada como característica da alienação ou da oneração, vamos analisar cada uma das opções: a) A alienação ou a oneração de bem é considerada fraude à execução quando, ao tempo da alienação ou da oneração, tramitava contra o devedor ação capaz de reduzi-lo à insolvência. - Esta afirmação está correta, pois caracteriza uma situação de fraude à execução. b) A alienação ou a oneração de bem é considerada fraude à execução nos demais casos expressos em lei. - Também está correta, pois existem outros casos previstos em lei que configuram fraude à execução. c) A alienação ou a oneração de bem é considerada fraude à execução quando sobre o bem pender ação fundada em direito real ou com pretensão reipersecutória, desde que a pendência do processo tenha sido averbada no respectivo registro público, se houver. - Esta alternativa também está correta, pois menciona a averbação como um fator relevante. d) A alienação ou a oneração de bem é considerada fraude à execução quando tiver sido averbada, no registro do bem, a pendência do processo de execução na forma de dispositivo específico do CPC. - Esta afirmação é verdadeira, pois a averbação da pendência do processo é um elemento que pode caracterizar a fraude. e) A alienação ou a oneração de bem não é considerada fraude à execução quando tiver sido averbado, no registro do bem, hipoteca judiciária ou outro ato de constrição judicial originário do processo no qual foi arguida a fraude. - Esta alternativa é a que deve ser desconsiderada, pois a presença de hipoteca judiciária ou ato de constrição judicial não exclui a possibilidade de caracterização da fraude à execução. Portanto, a alternativa que deve ser desconsiderada como característica da alienação ou da oneração é: e).

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há 2 anos

A alternativa desconsiderada como característica da alienação ou da oneração é a letra E) A alienação ou a oneração de bem não é considerada fraude à execução quando tiver sido averbado, no registro do bem, hipoteca judiciária ou outro ato de constrição judicial originário do processo no qual foi arguida a fraude.

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Leia e COMPLETE as lacunas:
Não obstante o ______ ajustado para ______, se ______ da tradição o ______ cair em insolvência, poderá o ______ sobrestar na entrega da coisa, até que o ______ lhe dê caução de pagar no tempo ajustado.


a) Prazo; O pagamento; Depois; Vendedor; Vendedor; Comprador
b) Preço; O pagamento; Depois; Vendedor; Vendedor; Comprador
c) Prazo; O preço; Depois; Comprador; Comprador; Vendedor
d) Preço; O pagamento; Antes; Vendedor; Vendedor; Comprador
e) Prazo; O pagamento; Antes; Comprador; Comprador; Vendedor

Leia, reflita e assinale a afirmativa CORRETA:
I – A cláusula resolutiva tácita opera de pleno direito; a expressa depende de interpelação judicial.
II – A parte lesada pelo inadimplemento não pode pedir a resolução do contrato, nem preferir exigir-lhe o cumprimento, cabendo, em qualquer dos casos, indenização por perdas e danos.
III – Nos contratos unilaterais, nenhum dos contratantes, antes de cumprida a obrigação, pode exigir o im


I – A cláusula resolutiva tácita opera de pleno direito; a expressa depende de interpelação judicial.
II – A parte lesada pelo inadimplemento não pode pedir a resolução do contrato, nem preferir exigir-lhe o cumprimento, cabendo, em qualquer dos casos, indenização por perdas e danos.
III – Nos contratos unilaterais, nenhum dos contratantes, antes de cumprida a obrigação, pode exigir o im
I – A cláusula resolutiva tácita opera de pleno direito; a expressa depende de interpelação judicial.
II – A parte lesada pelo inadimplemento não pode pedir a resolução do contrato, nem preferir exigir-lhe o cumprimento, cabendo, em qualquer dos casos, indenização por perdas e danos.
III – Nos contratos unilaterais, nenhum dos contratantes, antes de cumprida a obrigação, pode exigir o im
I – A cláusula resolutiva tácita opera de pleno direito; a expressa depende de interpelação judicial.
II – A parte lesada pelo inadimplemento não pode pedir a resolução do contrato, nem preferir exigir-lhe o cumprimento, cabendo, em qualquer dos casos, indenização por perdas e danos.
III – Nos contratos unilaterais, nenhum dos contratantes, antes de cumprida a obrigação, pode exigir o im
I – A cláusula resolutiva tácita opera de pleno direito; a expressa depende de interpelação judicial.
II – A parte lesada pelo inadimplemento não pode pedir a resolução do contrato, nem preferir exigir-lhe o cumprimento, cabendo, em qualquer dos casos, indenização por perdas e danos.
III – Nos contratos unilaterais, nenhum dos contratantes, antes de cumprida a obrigação, pode exigir o im
I – A cláusula resolutiva tácita opera de pleno direito; a expressa depende de interpelação judicial.
II – A parte lesada pelo inadimplemento não pode pedir a resolução do contrato, nem preferir exigir-lhe o cumprimento, cabendo, em qualquer dos casos, indenização por perdas e danos.
III – Nos contratos unilaterais, nenhum dos contratantes, antes de cumprida a obrigação, pode exigir o im

IV – Se, depois de concluído o contrato, sobrevier a uma das partes contratantes diminuição em seu patrimônio capaz de comprometer ou tornar duvidosa a prestação pela qual se obrigou, não pode a outra recusar-se à prestação que lhe incumbe.
V – Nos contratos de execução continuada ou diferida, se a prestação de uma das partes se tornar excessivamente onerosa, com extrema vantagem para a outra, em virtude de acontecimentos extraordinários imprevisíveis, poderá o devedor pedir a resolução do contrato. Os efeitos da sentença que a decretar retroagirão à data da citação.


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