Ed
há 9 meses
Vamos analisar as alternativas uma a uma, considerando o que o texto de Marcos Bagno nos diz sobre a variação linguística e a ideia de que não há uma forma de linguagem superior a outra. A) A variedade linguística é um importante elemento de inclusão, além de instrumento de afirmação da identidade de alguns grupos sociais. - Esta afirmação está de acordo com a ideia de que a variação linguística é importante para a identidade. B) As variações linguísticas são próprias da língua e estão alicerçadas nas diversas intenções comunicacionais. - Esta afirmação também está alinhada com o que o texto sugere sobre a natureza da língua. C) O aprendizado da língua portuguesa não deve estar restrito ao ensino das regras. - Esta afirmação é coerente com a ideia de que a língua é mais do que apenas regras. D) A língua deve ser preservada e utilizada como um instrumento de opressão. Quem estudou mais define os padrões linguísticos, analisando assim o que é correto e o que deve ser evitado na língua. - Esta afirmação contradiz o que Bagno defende, pois ele argumenta que não há uma forma de linguagem que deva ser considerada superior e que a imposição de padrões é uma forma de opressão. E) Segundo Bagno, não podemos afirmar que exista um tipo de variante que possa ser considerada superior à outra, já que todas possuem funções dentro de um determinado grupo social. - Esta afirmação está em total concordância com o que o texto diz. Portanto, a alternativa que podemos inferir, exceto, é a D) A língua deve ser preservada e utilizada como um instrumento de opressão. Quem estudou mais define os padrões linguísticos, analisando assim o que é correto e o que deve ser evitado na língua.
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Ed
há 2 anos
A alternativa que não pode ser inferida a partir do fragmento do texto de Marcos Bagno é a letra D: "A língua deve ser preservada e utilizada como um instrumento de opressão. Quem estudou mais define os padrões linguísticos, analisando assim o que é correto e o que deve ser evitado na língua." Isso porque o texto defende justamente o contrário, ou seja, que não há uma variante superior a outra e que a língua deve ser vista como um elemento de inclusão e afirmação da identidade de grupos sociais.
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