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Leia as opções abaixo e assinale a�rmação correta com relação ao conceito de minoria:
Os planejamentos docentes devem ignorar esse conceito.
É um conceito limitado e por isso deve ser ignorado.
O conceito consegue envolver de maneira única todas as comunidades.
É pautado na diversidade, nas subjetividades e nas mobilizações coletivas.
Todas as alternativas estão incorretas.

a) Os planejamentos docentes devem ignorar esse conceito.
b) É um conceito limitado e por isso deve ser ignorado.
c) O conceito consegue envolver de maneira única todas as comunidades.
d) É pautado na diversidade, nas subjetividades e nas mobilizações coletivas.
e) Todas as alternativas estão incorretas.
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Pedagogiando

há 2 anos

Respostas

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há 2 anos

A alternativa correta é a letra D) É pautado na diversidade, nas subjetividades e nas mobilizações coletivas. O conceito de minoria é importante para reconhecer e valorizar a diversidade presente em uma sociedade, levando em conta as diferentes subjetividades e mobilizações coletivas que existem dentro de grupos minoritários. Ignorar esse conceito pode levar a exclusão e marginalização desses grupos.

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Sobre o papel do Ensino de História Indígena nas escolas assinale a seguir a alternativa incorreta:
O Ensino de História Indígena nas Escolas torna-se obrigatório no Brasil com a Lei n. 11.645/08.
O Ensino de História Indígena nas Escolas é obrigatório apenas para a educação pública, sendo facultativa no caso da educação privada.
O Ensino de História Indígena nas Escolas é prática complementar à Educação Escolar Indígena no combate aos estereótipos contra os povos indígenas e construção de autonomia desses povos.
A constituição de 1988 e a LDB de 1996 são marcos importantes da mudança da perspectiva em lidar com a escola e a cultura indígena.
Diferente da Educação Escolar Indígena, o Ensino de História Indígena nas Escolas é voltado para estudantes e escolas não indígenas.

a) O Ensino de História Indígena nas Escolas torna-se obrigatório no Brasil com a Lei n. 11.645/08.
b) O Ensino de História Indígena nas Escolas é obrigatório apenas para a educação pública, sendo facultativa no caso da educação privada.
c) O Ensino de História Indígena nas Escolas é prática complementar à Educação Escolar Indígena no combate aos estereótipos contra os povos indígenas e construção de autonomia desses povos.
d) A constituição de 1988 e a LDB de 1996 são marcos importantes da mudança da perspectiva em lidar com a escola e a cultura indígena.
e) Diferente da Educação Escolar Indígena, o Ensino de História Indígena nas Escolas é voltado para estudantes e escolas não indígenas.

Durante muito tempo se alimentou, no Brasil, a expectativa de que os povos indígenas tendiam ao desaparecimento. Lamentavelmente essa ideia ainda persiste no imaginários social brasileiro. Sobre as origens históricas da chamada "profecia do desaparecimento" dos povos indígenas, assinale a alternativa correta:
O ideal imperial e da Primeira República defendiam a construção de um brasileiro ideal, com uma identidade ideal, dessa forma o índio retorna ressigni�cado heroico, mas ao mesmo tempo europeizado, mostrando então sua capacidade de ser "assimilado" pela nação brasileira.
A expectativa de que os povos indígenas desaparecerão, de um modo ou de outro, é sustentada em dados científicos inquestionáveis.
A expectativa de desaparecimento dos povos indígenas está relacionada à ideia de que as civilizações humanas obedecem a diferentes graus de desenvolvimento, em uma única direção, e de que os povos indígenas estariam na "infância da humanidade". Essa concepção não tem fundamento algum, sendo meramente especulativa.
A chamada "profecia do desaparecimento" dos povos indígenas tem amparo na realidade do código genético dos indígenas, menos resistentes às doenças e epidemias.
A negação de um devir aos povos indígenas decorre da evidência de que a história obedece a um movimento natural e necessário de desenvolvimento e progresso da humanidade. Nesse sentido, apesar de lamentável, o desaparecimento dos povos indígenas é, de fato, inevitável.

a) O ideal imperial e da Primeira República defendiam a construção de um brasileiro ideal, com uma identidade ideal, dessa forma o índio retorna ressigni�cado heroico, mas ao mesmo tempo europeizado, mostrando então sua capacidade de ser "assimilado" pela nação brasileira.
b) A expectativa de que os povos indígenas desaparecerão, de um modo ou de outro, é sustentada em dados científicos inquestionáveis.
c) A expectativa de desaparecimento dos povos indígenas está relacionada à ideia de que as civilizações humanas obedecem a diferentes graus de desenvolvimento, em uma única direção, e de que os povos indígenas estariam na "infância da humanidade". Essa concepção não tem fundamento algum, sendo meramente especulativa.
d) A chamada "profecia do desaparecimento" dos povos indígenas tem amparo na realidade do código genético dos indígenas, menos resistentes às doenças e epidemias.
e) A negação de um devir aos povos indígenas decorre da evidência de que a história obedece a um movimento natural e necessário de desenvolvimento e progresso da humanidade. Nesse sentido, apesar de lamentável, o desaparecimento dos povos indígenas é, de fato, inevitável.

As reformas do Brasil Independente modi�caram a condição dos homens negros no Brasil no que tange à educação. São elementos componentes deste momento:
A Lei do Ventre Livre, que obrigava aos senhores a darem educação básica aos jovens que tinham direito à liberdade.
O grande número de alforriados, em especial, nos centros urbanos.
O apoio recebido pela Princesa Isabel no suporte à educação dos jovens negros.
As reformas de Rivadávia Correa.
As propostas de André Rebouças para educar a população negra.

a) A Lei do Ventre Livre, que obrigava aos senhores a darem educação básica aos jovens que tinham direito à liberdade.
b) O grande número de alforriados, em especial, nos centros urbanos.
c) O apoio recebido pela Princesa Isabel no suporte à educação dos jovens negros.
d) As reformas de Rivadávia Correa.
e) As propostas de André Rebouças para educar a população negra.

A demanda da comunidade afro-brasileira por reconhecimento, valorização e a�rmação de direitos, no que diz respeito à educação, passou a ser particularmente apoiada com a promulgação da lei 10.639/2003, que alterou a lei 9.394/1996, estabelecendo a obrigatoriedade do ensino de história e cultura afro-brasileiras e africanas. A alteração legal no Brasil contemporâneo descrita no texto é resultado do processo de:
Ampliação das disciplinas obrigatórias.
Aumento da renda nacional.
Mobilização do movimento negro.
Melhoria da infraestrutura escolar.
Politização das universidades públicas

a) Ampliação das disciplinas obrigatórias.
b) Aumento da renda nacional.
c) Mobilização do movimento negro.
d) Melhoria da infraestrutura escolar.
e) Politização das universidades públicas

Ao tratar da perspectiva multicultural no projeto político-pedagógico, Resende (In: VEIGA, 1998) compreende o multiculturalismo na imbricação de dois signi�cados: no reconhecimento da diversidade e no caráter intervencionista das ações, desvelando o cotidiano das pessoas, permeado pelas disputas de relações de poder construídas socialmente de forma desigual. Segundo a autora, abordar o caráter multicultural como transversalidade de um fazer e um pensar no mundo requer:
A aceitação da cultura dominante em sala de aula, a qual corresponde à visão de determinados grupos sociais quanto ao currículo e aos conteúdos e objetivos escolares.
A valorização de uma monocultura escolar que se expressa pela impermeabilidade em relação tanto às realidades diversas como ao multifacetado mundo das crianças e dos adolescentes.
O movimento desintegrador de algumas culturas, fundado na desvalorização da diversidade cultural dos povos, atingindo a convivência com o outro, elemento indispensável ao projeto político-pedagógico.
A compreensão de um retrospecto histórico que explica a faceta relativa à di�culdade comumente encontrada em adotar uma postura multicultural nos mais diferentes campos de atuação.
O reconhecimento da import

a) A aceitação da cultura dominante em sala de aula, a qual corresponde à visão de determinados grupos sociais quanto ao currículo e aos conteúdos e objetivos escolares.
b) A valorização de uma monocultura escolar que se expressa pela impermeabilidade em relação tanto às realidades diversas como ao multifacetado mundo das crianças e dos adolescentes.
c) O movimento desintegrador de algumas culturas, fundado na desvalorização da diversidade cultural dos povos, atingindo a convivência com o outro, elemento indispensável ao projeto político-pedagógico.
d) A compreensão de um retrospecto histórico que explica a faceta relativa à di�culdade comumente encontrada em adotar uma postura multicultural nos mais diferentes campos de atuação.
e) O reconhecimento da import

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