Ed
ano passado
Para responder à sua pergunta, precisamos analisar as alternativas apresentadas e entender qual delas representa uma tese jurídica que embasa uma ação judicial. A) A manutenção da prisão preventiva por período superior a 90 dias, sem que tivesse sido revisada pelo juiz de primeira instância - Essa alternativa aborda um aspecto da legalidade da prisão preventiva, que pode ser uma tese válida, mas não necessariamente embasa uma ação judicial específica. B) A nulidade processual no depoimento de uma das testemunhas ouvidas na audiência de instrução e julgamento - Essa alternativa trata de um vício processual que pode ser alegado em uma ação, mas não é uma tese que embasa a ação em si. C) O trâmite da ação criminal no juízo de primeira instância, incompetente para decretar a prisão preventiva - Essa alternativa aponta para a incompetência do juízo, que é uma tese jurídica forte e pode embasar uma ação judicial, especialmente se a prisão preventiva foi decretada por um juiz que não tinha competência para tal. Analisando as opções, a alternativa que melhor representa uma tese jurídica que embasa a ação judicial é: C) O trâmite da ação criminal no juízo de primeira instância, incompetente para decretar a prisão preventiva.
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Ed
há 3 anos
A tese jurídica que embasa a ação judicial é a alternativa A) A manutenção da prisão preventiva por período superior a 90 dias, sem que tivesse sido revisada pelo juiz de primeira instância.
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