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Dentro do contexto estudado, assinale a alternativa CORRETA em relação aos termos utilizados:

A) Lei: norma jurídica criada por ato normativo e estabelecida por autoridades competentes. Decreto: ato legislativo. Resolução: ato da competência dos chefes dos poderes executivos.
B) Lei: norma jurídica criada por ato normativo e estabelecida por autoridades competentes. Decreto: ato da competência dos chefes dos poderes executivos. Resolução: ato legislativo.
C) Lei: ato legislativo. Decreto: norma jurídica criada por ato normativo. Resolução: ato da competência dos chefes dos poderes legislativos.
D) Lei: norma. Decreto: é um ato jurídico. Resolução: ato judiciário.
E) Lei: ato da competência dos chefes dos poderes executivos. Decreto: norma jurídica criada por ato normativo e estabelecida por autoridades competentes. Resolução: ato legislativo.
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há 3 anos

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ano passado

Vamos analisar cada alternativa para identificar a correta em relação aos termos utilizados: A) Lei: norma jurídica criada por ato normativo e estabelecida por autoridades competentes. Decreto: ato legislativo. Resolução: ato da competência dos chefes dos poderes executivos. - A definição de lei está correta, mas a definição de decreto como ato legislativo está errada. Decretos são atos administrativos. B) Lei: norma jurídica criada por ato normativo e estabelecida por autoridades competentes. Decreto: ato da competência dos chefes dos poderes executivos. Resolução: ato legislativo. - A definição de lei está correta, mas a definição de decreto está errada, pois não é apenas da competência dos chefes dos poderes executivos. Resolução também não é um ato legislativo. C) Lei: ato legislativo. Decreto: norma jurídica criada por ato normativo. Resolução: ato da competência dos chefes dos poderes legislativos. - A definição de lei está incompleta, pois não menciona que é criada por autoridades competentes. A definição de decreto está correta, mas a de resolução está errada. D) Lei: norma. Decreto: é um ato jurídico. Resolução: ato judiciário. - A definição de lei está muito vaga, e a definição de resolução como ato judiciário está errada. E) Lei: ato da competência dos chefes dos poderes executivos. Decreto: norma jurídica criada por ato normativo e estabelecida por autoridades competentes. Resolução: ato legislativo. - A definição de lei está errada, pois não é exclusiva dos chefes dos poderes executivos. A definição de decreto está correta, mas a de resolução como ato legislativo também está errada. Após analisar todas as alternativas, a que apresenta a definição mais correta e completa é a A, embora tenha um erro na definição de decreto. No entanto, é a que mais se aproxima do correto em relação à lei. Portanto, a resposta correta é a) Lei: norma jurídica criada por ato normativo e estabelecida por autoridades competentes.

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há 3 anos

A alternativa correta é a seguinte: A) Lei: norma jurídica criada por ato normativo e estabelecida por autoridades competentes. Decreto: ato legislativo. Resolução: ato da competência dos chefes dos poderes executivos.

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A discussão em torno dos direitos e condições de trabalho dos profissionais de saúde é recente. A partir dos anos 80, somente com o aparecimento da AIDS, seguida de outras doenças como tuberculose, hepatites virais, leptospirose e outras doenças relacionadas à exposição de radiações no trabalho, como o câncer, é que surgiu a Lei 8.974, 05/01/1995. Para tanto, as doenças ocupacionais são divididas em grupos de acordo com os riscos. Acerca da tipologia dos riscos, é possível dizer que:
A) Riscos químicos se relacionam às atividades que exponham o trabalhador a ruídos, temperaturas excessivas, vibrações, pressões atmosféricas anormais, radiações ionizantes ou não e umidade.
B) Riscos psicossociais, relacionam-se às atividades que exponham o trabalhador a microrganismos, tais como, vírus, bactérias, fungos, protozoários e bacilos, capazes de produzir infecção ao menor contato.
C) Riscos biológicos estão relacionados às atividades que exponham o trabalhador a situações estressantes, principalmente, relacionadas àquelas características das condições de trabalho.
D) Riscos ergonômicos são aqueles que se relacionam às atividades que envolvam esforço físico, levantamento de peso, postura inadequada, situação de estresse, trabalhos em período noturno, jornada de trabalho prolongada, etc.
E) Riscos físicos, relacionam-se às atividades de exposição a substâncias que possam penetrar no organismo, via respiratória, nas formas de poeiras, fumos, gases, neblinas, névoas ou vapores.

Em 2006, o Ministério da Saúde publicou a Portaria n.º 675, de 30 de março de 2006, que aprova a Carta dos Direitos dos Usuários da Saúde, consolidando os direitos e os deveres do exercício da cidadania na saúde em todo o país. Nessa Portaria, são abordados seis princípios básicos de cidadania:
A) Todo cidadão tem direito ao acesso ordenado e organizado aos sistemas de saúde; direito a tratamento adequado e efetivo para seu problema; direito a atendimento humanizado, acolhedor e livre de qualquer discriminação; a atendimento que respeite a sua pessoa, seus valores e seus direitos; responsabilidades para que seu tratamento aconteça da forma adequada; comprometimento dos gestores da saúde.
B) Todo cidadão tem direitos especiais ao acesso aos sistemas de saúde; direito a tratamento adequado; atendimento acolhedor e discriminação; atendimento que respeite a sua pessoa, seus valores e seus direitos; responsabilidades para que seu tratamento aconteça da forma adequada; comprometimento dos gestores da saúde.
C) Todo cidadão deve pagar pelo atendimento ao Sistema de Saúde (SUS); direito ao tratamento, mas ficará na fila de atendimento; direito ao atendimento humanizado; atendimento que respeite a pessoa; responsabilidades para que seu tratamento aconteça da forma adequada.
D) Organizado aos sistemas; direito a tratamento; atendimento humanizado; atendimento a pessoa; responsabilidades; comprometimento dos usuários.
E) Todo cidadão tem direito à saúde; direito a tratamento, dependendo, do seu problema; direito a atendimento acolhedor; atendimento que respeite seus valores e crenças; responsabilidades para que seu tratamento aconteça da forma adequada; comprometimento dos profissionais.

Assim como foram apresentados os direitos dos pacientes usuários do Sistema de SAÚDE, existem também os deveres dos pacientes. A Portaria Nº 1.820, de 13 de agosto de 2009, dispõe sobre alguns dos direitos e deveres dos usuários da saúde:
A) O paciente pode não participar do seu plano de tratamento.
B) O paciente pode solicitar que seus visitantes e acompanhantes o visitem a qualquer hora, sendo a equipe direcionada ao seu conforto.
C) O paciente e/ou seu responsável legal tem o dever de dar informações precisas sobre o seu histórico de saúde, doenças prévias, procedimentos médicos anteriores e outros problemas relacionados à sua saúde.
D) O paciente pode escolher seguir as instruções recomendadas pela equipe multiprofissional que o assiste ou não e não será responsável pelas consequências.
E) O paciente pode fumar nas dependências do Hospital e solicitar que os seus visitantes e acompanhantes também o façam, pelas propriedades do Hospital, colocadas à sua disposição

O grande questionamento ético no caso de transfusões de sangue refere-se às Testemunhas de Jeová, que não aceitam transfusão sanguínea, mesmo que ocorra risco de morte, pois violam as leis de Deus. Sabendo-se que no Brasil a liberdade de credo é resguardada pela própria Constituição, nesta situação, recai sobre os profissionais de saúde um grande dilema, que deverá ser o de escolha entre respeitar a autonomia do paciente ou os dispositivos legais que regem a sua prática profissional (FRANÇA, 2008).
A) Ao considerar a doutrina das Testemunhas de Jeová interfere na tomada de decisão ética, os profissionais devem propor alternativas terapêuticas para a transfusão nesses indivíduos e citar o ordenamento jurídico, ético e bioético que justifique este procedimento.
B) Os profissionais devem propor alternativas terapêuticas para a transfusão e não é necessário justificar o procedimento.
C) Os profissionais devem questionar a doutrina aos familiares e explicar as alternativas para a transfusão nesses indivíduos e citar o ordenamento jurídico.
D) Não deve ser considerada a doutrina das Testemunhas de Jeová na tomada de decisão, os profissionais não devem propor alternativas terapêuticas para a transfusão nesses indivíduos e citar o ordenamento jurídico, ético e bioético que justifique esse procedimento.
E) Os profissionais não devem questionar a doutrina aos familiares e explicar as alternativas para a transfusão nesses indivíduos e citar o ordenamento jurídico.
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