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O que é administrar?

Administrar não é fazer 'mil coisas'. É a 'ciência de gerar um organismo retirando-o da inércia, levando-o a melhor funcionalização dos recursos que justificaram sua criação, com o menor dispêndio (gasto) e sem lhe comprometer o futuro'. É distribuir as responsabilidades e não 'executar todas as tarefas'. É fazer com que todos participem do trabalho. O bom administrador leva as pessoas a realizar suas tarefas cada vez melhor e a se realizarem no trabalho.
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Testando o Conhecimento

há 2 anos

Respostas

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há 10 meses

Administrar é o processo de planejar, organizar, dirigir e controlar recursos (humanos, financeiros, materiais, etc.) para alcançar objetivos específicos de forma eficiente e eficaz. Envolve a capacidade de tomar decisões, distribuir responsabilidades e motivar a equipe, garantindo que todos contribuam para o sucesso da organização. O bom administrador busca otimizar recursos, minimizar desperdícios e promover um ambiente de trabalho colaborativo, onde as pessoas possam se desenvolver e realizar suas tarefas com excelência.

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há 2 anos

Administrar é a ciência de gerir um organismo, tirando-o da inércia e buscando a melhor funcionalidade dos recursos disponíveis, com o menor gasto possível e sem comprometer o futuro. Envolve distribuir responsabilidades, envolver as pessoas no trabalho e incentivá-las a realizar suas tarefas de forma cada vez melhor, promovendo a realização pessoal no ambiente de trabalho.

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Qual é a distinção clássica entre a igreja invisível e visível?

A. UNA – Só existe uma. Deus não tem duas Igrejas. Assim como Cristo só tem uma noiva. Só tem um corpo de Cristo. Embora essa Igreja se expresse através de uma pluralidade de igrejas locais no mundo inteiro, na verdade ela constitui uma única Igreja;
B. INDIVISÍVEL - As divisões só existem na esfera das igrejas locais, as múltiplas denominações.
C. UNIVERSAL – Ela está presente no mundo inteiro. Não está restrita a uma raça, país ou etnia.
D. TRIUNFANTE – Ela é vitoriosa, uma vez que Cristo triunfou sobre a morte e o pecado e tornou possível a

10. OS PILARES DA ADMINISTRAÇÃO
Henri Fayol foi o primeiro a definir as funções básicas do Administrador: planejar, organizar, coordenar, comandar e controlar (POCCC). Além de Fayol, Frederick Taylor, Henry Ford e Max Weber contribuíram, com teorias, nos primórdios da Administração. Atualmente, sobretudo, com as contribuições da Abordagem Neoclássica da Administração, em que um dos maiores nomes é Peter Drucker, os princípios foram retrabalhados e são conhecidos como Planejar, Organizar, Dirigir e Controlar (PODC). Ressalta-se, então, que, destas funções, as que sofreram transformações na forma de abordar foram 'comandar e coordenar' que, atualmente, são chamadas apenas de 'dirigir' (Liderança).

TERMOS BÍBLICOS APLICADOS À IGREJA
A. Povo de Deus. Paulo aproveita a descrição de Israel como povo de Deus aplicando a Igreja (2 Co 6.16; cf. Lv 26.12; 1 Pd 2.9,10; cf. Dt 10.15; Os 1.10). Alude-se ao povo de Deus de outras maneiras. Algumas delas merecem ser mencionadas: Santos (1 Co 1.2); Crentes, Irmãos e Discípulos (Jo 8.31).
B. Corpo de Cristo. Figura bíblica da máxima relevância para representar a Igreja (1 Co 12.12, 27-33; Rm 12.4). A maior lição desta figura da Igreja é a da diversidade na unidade.
C. Templo do Espírito. Uma figura muito significativa da Igreja onde Cristo é a pedra de esquina (1 Co 3.11,16,17; 6.19; Ef 2.20,21; cf. 1 Pd 2.6,7).
D. Outras figuras. Além das mencionadas podemos encontrar figuras da Igreja no N.T: Sacerdócio dos crentes (1 Pd 2.5,9); Noiva de Cristo (Ef 5. 23-32); Rebanho (Jo 10.1-18) e Videira (Jo 15.1-8).
Qual das alternativas a seguir apresenta uma figura bíblica da Igreja que NÃO está corretamente relacionada com sua descrição?

a) Povo de Deus - Santos
b) Corpo de Cristo - Diversidade na unidade
c) Templo do Espírito - Pedra de esquina
d) Outras figuras - Sacerdócio dos crentes

SISTEMA DE GOVERNO DA IGREJA LOCAL
Durante os séculos surgiram várias formas de governo de uma igreja, mas todas elas carecem de base bíblica. Temos 4 mais utilizados:
A. O TIPO MONÁRQUICO
Entende-se que só um governa. A Igreja Romana segue esse tipo de governo. Seu chefe supremo é o Papa. Segundo a Igreja ele é infalível. As decisões são tomadas pela hierarquia e o povo só tem que ouvir e obedecer. É famosa a frase: “Roma locuta est, causa finita est” – “Roma falou, está falado”.
B. O TIPO EPISCOPAL
Episcopal se origina de epíscopos, de origem grega que significa bispo. Usada para designar a pessoa que superintendia.
Nesse sistema a igreja é governada pelos bispos. Ela não é autônoma nem soberana, mas depende dos bispos que formam o Colégio Episcopal. Várias denominações adotam esse tipo de governo, das quais as principais são a Episcopal e a Metodista, a primeira com fortes desvios doutrinários, como por exemplo: a união afetiva de homossexuais e a ordenação destes para o exercício do ministério.
Qual é o tipo de governo da igreja local que se caracteriza por ser governado por um pequeno grupo, uma elite que controla toda a congregação?

a) Monárquico
b) Episcopal
c) Oligárquico
d) Congregacional

FUNÇÕES DO GOVERNO DA IGREJA LOCAL

A. Legislativa – Essa função compete somente a Jesus Cristo;
B. Executiva – Essa função é exercida pelo o ministro, que investido da autoridade que a igreja lhe outorga, com a imposição de mãos, realiza todos os atos oficiais e preside os trabalhos em geral. Quando a igreja toma deliberações congregacionais, ela ETA também exercendo a autoridade executiva.
C. Judicial – À igreja compete a função judicial. É ela quem admite e demite membros, quem julga falta dos membros e quem reconcilia os eliminados que se restauram.

A IGREJA E SUAS ORDENANÇAS

A. Batismo Por que realizar? – O batismo não é visto como sacramento e sim uma ordenança. A base bíblica está em Mt. 28:19: “Portanto ide...batizando-os...”.
B. Graça ou Virtude? – Nenhum dos dois. O batismo não confere graça ou virtude. Daí não batizarmos as crianças. O mais notável texto da Bíblia que nos garante essa verdade é o que fala do “ladrão da cruz”: “Jesus, lembra-te de mim, quando entrares no teu reino. E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso” (Lc. 23:42-43).
C. Quando batizar? – A todos os que crêem que Jesus Cristo é o Senhor e o confessam como o Seu único e eterno Salvador. Pelo batismo também se faz a inserção no rol de membros da igreja local, depois do candidato haver passado pela classe de instruções (novos catecúmenos), ou se preferir classe de novos.
D. Como realizar?Local: Tanque batismal, piscina, rio, praia. Em qualquer lugar que tenha água em abundância: “...em Enom, perto de Salim, porque havia ali muitas águas; e o povo ia e se batizava” (Jo. 3:23).
Vestimenta: Beca de preferência branca. Há de se ter cuidado com a roupa íntima que o candidato usará neste dia. Molhada a beca, agarra-se ao corpo, desenhando sua forma, o que não deixa de trazer constrangimento para todos.
Ato: O ministro (a) celebrante deverá orientar os candidatos (batizando) antes de entrar nas águas, tornando claro o procedimento que deverá ser adotado;

Qual é a função dos diáconos de acordo com o texto apresentado?

a) Cuidar do trabalho social da igreja e prestar serviços específicos de acordo com as necessidades da congregação.
b) Zelar pelo edifício de Deus e exercer funções de liderança na comunidade religiosa.
c) Buscar material para a construção da igreja e auxiliar os mestres na transmissão do conhecimento bíblico.
d) Servir às mesas da igreja e garantir a harmonia e a paz entre os membros da congregação.

FUNÇÕES DO GOVERNO DA IGREJA LOCAL

A. Legislativa – Essa função compete somente a Jesus Cristo;
B. Executiva – Essa função é exercida pelo o ministro, que investido da autoridade que a igreja lhe outorga, com a imposição de mãos, realiza todos os atos oficiais e preside os trabalhos em geral. Quando a igreja toma deliberações congregacionais, ela ETA também exercendo a autoridade executiva.
C. Judicial – À igreja compete a função judicial. É ela quem admite e demite membros, quem julga falta dos membros e quem reconcilia os eliminados que se restauram. ente excluí-lo. Ao aplicar a disciplina, a igreja deve fazê-lo com mansidão e brandura. Paulo recomenda que aquele que foi surpreendido nalguma falta seja encaminhado pelos “espirituais” com espírito de mansidão: “Irmãos, se algum homem chegar a ser surpreendido nalguma ofensa, vós, que sois espirituais, encaminhai o tal com espírito de mansidão; olhando por ti mesmo, para que não sejas também tentado”. Gl. 6:1.
D. Disciplina Cirúrgica – Quando os pecados trazem escândalo e ofensas públicas à moral, a igreja não deve mostrar complacência. Excluir é o caminho. Aplicando a disciplina, a igreja demonstra que ama o irmão e não pactua com o pecado.

Em muitos outros textos da Bíblia, o termo “pastor” é utilizado em referência a Deus e aos líderes do seu povo. No Novo Testamento, esse título já era usado normalmente como o usamos hoje. Jesus disse de si mesmo: “Eu sou o bom pastor”. O termo grego para pastor é (poimén). O ministério do pastor na igreja tem as atribuições que vimos no início: alimentar, cuidar, proteger, defender, conduzir. Esse é um ministério lindo. Dos cinco ministérios de Efésios 4:11, o pastor é o que está mais próximo da ovelha, mais comprometido e mais atencioso para com ela. Nos nossos dias, constatamos que existem pastores demais. Quando, porém, conhecemos muitos desses ministros, percebemos que não são, de fato, pastores. Podem até ter um dos outros ministérios bíblicos, mas, por uma distorção tradicional e histórica da igreja, receberam o título de pastor. Isto é, algumas vezes, prejudicial, pois muitos líderes vivem se esforçando para serem o que não são e deixam de fazer aquilo para que foram chamados. O trabalho do pastor na igreja, não é somente batizar, celebrar casamentos, funerais, pregar sermões, mas, de acordo com Ef.4:11-16: Aperfeiçoar os santos para o desempenho do serviço de cada membro do Corpo de Cristo. Edificar o corpo de cristo que é a igreja. Outros títulos utilizados para o pastor no Novo Testamento são: bispo e presbítero.

Vem do grego (επισκοποσ) e significa “epíscopos”. Indica não ofício, mas função, o trabalho específico de um pastor dotado de visão administrativa, um superintendente. Ele não faz todo o trabalho, mas organiza, providencia tudo e depois supervisiona. O termo epíscopos era dado àquele que tinha a função de vigiar, fiscalizar, principalmente as embarcações. Os gregos e os romanos usavam este termo para designar superintendentes de obras profanas ou sagradas. O bispo como pastor tem a responsabilidade de ver que o serviço seja bem feito. Não se encontra no Novo Testamento o uso do vocábulo bispo no sentido de um oficial eclesiástico que tem autoridade sobre os outros ministros do evangelho.

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