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Realiza-se uma severa crítica à forma como habitualmente é compreendida a avaliação. A pergunta inicial, “por que precisamos avaliar?”, necessária para que se entendam quais devem ser o objeto e o sujeito da avaliação, demora um pouco a ser respondida. A proposta de Antoni Zabala elimina a ideia da avaliação apenas do aluno como sujeito que aprende e propõe também uma avaliação de como o professor ensina. O autor elabora a noção de que devemos realizar uma avaliação que seja:
A avaliação, segundo Zabala, deve conter as quatro etapas mencionadas para que a escola possa aprimorar o processo de ensino-aprendizagem.
a) somativa, diagnóstica e integradora.
b) inicial, reguladora, final e integradora.
c) formativa, diagnóstica e processual.
d) coerente, séria e integradora.
e) processual, diagnóstica e somativa.
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Desafios para Aprender

há 2 anos

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ano passado

Para responder à pergunta sobre a proposta de avaliação de Antoni Zabala, precisamos considerar as etapas que ele menciona para aprimorar o processo de ensino-aprendizagem. Analisando as alternativas: a) somativa, diagnóstica e integradora - Embora inclua a avaliação diagnóstica, não abrange todas as etapas propostas por Zabala. b) inicial, reguladora, final e integradora - Esta opção parece mais alinhada com a ideia de um processo contínuo e abrangente de avaliação. c) formativa, diagnóstica e processual - Embora a avaliação formativa seja importante, não é exatamente o que Zabala propõe. d) coerente, séria e integradora - Essas características são desejáveis, mas não são etapas de avaliação. e) processual, diagnóstica e somativa - Novamente, não abrange todas as etapas que Zabala menciona. A alternativa que melhor representa as quatro etapas mencionadas por Zabala para aprimorar o processo de ensino-aprendizagem é: b) inicial, reguladora, final e integradora.

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há 2 anos

Analisando as informações fornecidas, Antoni Zabala propõe uma avaliação que vai além do aluno como sujeito que aprende, incluindo também a avaliação do professor como sujeito que ensina. Ele destaca a importância de uma avaliação formativa, que ocorre ao longo do processo de ensino-aprendizagem para orientar e melhorar a prática pedagógica. Dessa forma, a opção que melhor se encaixa na proposta de Antoni Zabala é: c) formativa, diagnóstica e processual.

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Para Jussara Hoffman (2013, p.75), o teste é um instrumento de investigação e ação de ambos os sujeitos envolvidos no processo educativo:
No processo de avaliação, tanto os professores quanto os alunos devem ser avaliados.
a) diretor e professor.
b) pais e filhos.
c) professor e aluno.
d) ensino e aprendizagem.
e) mediação e avaliação.

A avaliação não dispensa momentos de síntese, de balanço. Esta síntese deve representar não só o domínio do grau dos conhecimentos, mas também deve incorporar:
A avaliação deve trazer um feedback, um retorno ao professor sobre a sua intervenção pedagógica e a atuação do aluno. Portanto, estão corretas as afirmacoes I e II.
a) I, apenas.
b) II, apenas.
c) III, apenas.
d) I e II.
e) II e III.

Antoni Zabala (1998, p. 202-210) disserta a respeito da avaliação dos conteúdos conforme sua tipologia. Nesse ponto, o autor destaca que os conteúdos de aprendizagem são o referencial funcional para avaliar e acompanhar os avanços no processo ensino-aprendizagem. Desse modo, é preciso trabalhar com todos os conteúdos para não:
A avaliação tradicional tem como prioridade preparar o aluno para entrar na faculdade, e não a formação integral do aluno.
a) ensinar o aluno a aprender apenas o que é de seu interesse.
b) preparar o aluno para entrar na faculdade, exclusivamente.
c) expandir os bloqueios nos alunos.
d) formar alunos críticos, reflexivos e intervenientes.
e) limitar os instrumentos avaliativos.

De acordo com Antoni Zabala, para melhorar a qualidade do ensino, é preciso conhecer e poder avaliar a intervenção pedagógica dos professores, de modo que a ação avaliadora observe simultaneamente os processos individuais e grupais. O autor se refere tanto aos processos de aprendizagem quanto aos de ensino, já que, de uma perspectiva profissional, o conhecimento relativo a como os alunos aprendem é, em primeiro lugar, um meio para ajudá-los em seu crescimento e, em segundo lugar, o instrumento que permite:

a. ao aluno ter mais atenção nas aulas.
b. melhorar as condições do processo de ensino-aprendizagem
c. ao diretor condições de administrar a escola.
d. aos pais um melhor acompanhamento do processo.
e. melhorar a atuação do professor em aula.

Para Luckesi (2011), o exercício pedagógico escolar é atravessado mais por uma pedagogia do exame do que por uma pedagogia do ensino-aprendizagem. Em sua análise, isso implica atenção na promoção, sem se importar com as notas obtidas; atenção nas provas; atenção dos pais na promoção; estabelecimentos de ensino centrados nos resultados de provas e exames; e um sistema social que:
A pedagogia de exames não se importa com o aprendizado dos alunos, e sim com a sua promoção.
a) se importa com o aprendizado dos alunos.
b) se contenta com as notas obtidas nos exames.
c) não se importa com o aprendizado dos alunos.
d) considera como válido apenas o que se aprende na escola.
e) não se contenta com as notas obtidas nos exames.

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