Logo Passei Direto
Buscar

Inglês

Outros
Afirma-se que a relação de poder existente entre docentes e discentes, pode subalternizar as pessoas que estão à margem da normatividade social e, consequentemente, coloca-las como exemplos de comportamentos que devem ser evitados. Entende-se por subalternizar:
A prática de criar subsídios para o enfrentamento das violências diversas existentes no cotidiano escolar e consequentemente mitigar a sua ocorrência dentro da unidade de ensino
A prática de fomentar o empoderamento para que as pessoas que estejam à margem da norma tenham orgulho de suas identidades e subvertam está normatividade
A prática de silenciar as pessoas vítimas de violências para que elas compreendam que são consequências de seus próprios comportamentos. Devendo, portanto, mudarem e se adequarem as normas
A prática de destacar estas pessoas com o objetivo de que se tornem comportamentos a serem copiados pelo entendimento de que são benéficos para as normas escolares
A prática de enfrentar as violências, independentemente de quais sejam elas, e assim possibilitar que todos os corpos estejam inseridos no mesmo ambiente sem quaisquer tipos de silenciamentos
a) A prática de criar subsídios para o enfrentamento das violências diversas existentes no cotidiano escolar e consequentemente mitigar a sua ocorrência dentro da unidade de ensino
b) A prática de fomentar o empoderamento para que as pessoas que estejam à margem da norma tenham orgulho de suas identidades e subvertam está normatividade
c) A prática de silenciar as pessoas vítimas de violências para que elas compreendam que são consequências de seus próprios comportamentos. Devendo, portanto, mudarem e se adequarem as normas
d) A prática de destacar estas pessoas com o objetivo de que se tornem comportamentos a serem copiados pelo entendimento de que são benéficos para as normas escolares
e) A prática de enfrentar as violências, independentemente de quais sejam elas, e assim possibilitar que todos os corpos estejam inseridos no mesmo ambiente sem quaisquer tipos de silenciamentos
User badge image
Questões para o Sucesso

há 2 anos

Respostas

User badge image

Ed Verified user icon

ano passado

Para entender o conceito de "subalternizar" no contexto apresentado, é importante considerar que essa prática geralmente se refere a silenciar ou marginalizar grupos que não se encaixam nas normas sociais predominantes. Portanto, a subalternização implica em uma relação de poder que desvaloriza ou exclui essas pessoas. Analisando as alternativas: a) A prática de criar subsídios para o enfrentamento das violências diversas existentes no cotidiano escolar e consequentemente mitigar a sua ocorrência dentro da unidade de ensino - Esta opção sugere uma abordagem positiva, mas não se relaciona diretamente com o conceito de subalternização. b) A prática de fomentar o empoderamento para que as pessoas que estejam à margem da norma tenham orgulho de suas identidades e subvertam está normatividade - Esta opção é contrária à subalternização, pois promove o empoderamento. c) A prática de silenciar as pessoas vítimas de violências para que elas compreendam que são consequências de seus próprios comportamentos. Devendo, portanto, mudarem e se adequarem as normas - Esta opção reflete a subalternização, pois implica em silenciar e culpar as vítimas. d) A prática de destacar estas pessoas com o objetivo de que se tornem comportamentos a serem copiados pelo entendimento de que são benéficos para as normas escolares - Esta opção não se alinha com a ideia de subalternização, pois sugere uma valorização. e) A prática de enfrentar as violências, independentemente de quais sejam elas, e assim possibilitar que todos os corpos estejam inseridos no mesmo ambiente sem quaisquer tipos de silenciamentos - Esta opção também é contrária à subalternização, promovendo inclusão. Diante da análise, a alternativa que melhor representa a prática de subalternizar é: c) A prática de silenciar as pessoas vítimas de violências para que elas compreendam que são consequências de seus próprios comportamentos. Devendo, portanto, mudarem e se adequarem as normas.

Essa resposta te ajudou?

0
Dislike0

Ainda não achou a resposta?

  • Integrado com os principais modelos de IA do mercado
  • Respostas em segundos
  • IA treinada para estudantes brasileiros.
PasseIA logoEvolua sua forma de estudar

Cadastre-se ou realize login

User badge image

Ed Verified user icon

há 2 anos

A relação de poder entre docentes e discentes pode subalternizar as pessoas que estão à margem da normatividade social, colocando-as como exemplos de comportamentos que devem ser evitados. Subalternizar significa colocar em uma posição de inferioridade, de submissão. Analisando as opções: a) A prática de criar subsídios para o enfrentamento das violências diversas existentes no cotidiano escolar e consequentemente mitigar a sua ocorrência dentro da unidade de ensino - Esta opção não reflete o significado de subalternizar. b) A prática de fomentar o empoderamento para que as pessoas que estejam à margem da norma tenham orgulho de suas identidades e subvertam esta normatividade - Esta opção não representa a ideia de subalternização, pois empoderamento é o oposto de submissão. c) A prática de silenciar as pessoas vítimas de violências para que elas compreendam que são consequências de seus próprios comportamentos. Devendo, portanto, mudarem e se adequarem as normas - Esta opção reflete a ideia de subalternização, ao colocar as pessoas em uma posição de culpa e submissão. d) A prática de destacar estas pessoas com o objetivo de que se tornem comportamentos a serem copiados pelo entendimento de que são benéficos para as normas escolares - Esta opção não representa a subalternização, pois destaca as pessoas de forma positiva. e) A prática de enfrentar as violências, independentemente de quais sejam elas, e assim possibilitar que todos os corpos estejam inseridos no mesmo ambiente sem quaisquer tipos de silenciamentos - Esta opção não reflete o conceito de subalternização. Portanto, a opção correta que representa a prática de subalternizar é: c) A prática de silenciar as pessoas vítimas de violências para que elas compreendam que são consequências de seus próprios comportamentos. Devendo, portanto, mudarem e se adequarem as normas.

Essa resposta te ajudou?

0
Dislike0

Ainda com dúvidas?

Envie uma pergunta e tenha sua dúvida de estudo respondida!

Mais perguntas desse material

As violências escolares, popularmente conhecidas como bullying, estão inseridas nas escolas brasileiras e muitas vezes naturalizadas como brincadeiras ou “algo que faz parte do processo de amadurecimento juvenil”. Com o objetivo de mitigar a sua existência, recomenda-se à escola: Escolha uma opção:

Criar projetos, sem a participação discente, pelo entendimento de que docentes e gestores têm maiores conhecimentos sobre os cotidianos escolares e consequentemente têm maiores condições para fomentar as melhorias necessárias.
Não cabe a escola se atentar a esta realidade pelo fato de que ela é constitutiva da formação da juventude, servindo como aprendizado para lidarem com as práticas discriminatórias existentes na sociedade.
Criar projetos educacionais, com participação discente, para que fomente o respeito às diferenças e se debate os motivos para que tais discriminações ocorram em sala de aula com o objetivo de mostrar que são construções sociais que violentam aquele que sofre perante a ocorrência delas.
Acionar a base da polícia militar local pelo entendimento de que apenas a instituição militar tem condições de criar projetos específicos para acabar com esse tipo de violência dentro da instituição escolar, visto que a polícia militar já está acostumada a lidar com a violência.
Chamar os responsáveis da criança que pratica os atos de violência e pedir a sua imediata retirada, para ser transferida para outra escola, e assim fazer com que sirva de exemplo para outras/os possíveis agressoras/es.

Para Santos (2011), “a libertação das nossas defesas torna-nos capazes de ser receptivos a ouvir os outros e aceitá-los, compreendendo o modo como vivem. O conhecimento do outro representa um momento que despoleta a sua aceitação e respeito.”. Entretanto, quando há a ocorrência de um atentado aos Direitos Humanos por meio de violências diversas, a escola deve:

Compreender que não compete a ela o desenvolvimento de qualquer tipo de projeto desta temática, sim o ensino-aprendizagem dos conteúdos existentes nos PCNs.
Compreender a importância do desenvolvimento de projeto educacional, mas evitar realiza-lo por se tratar de temas polêmicos que cabem apenas a família este tipo de discussão.
Compreender a importância do desenvolvimento de projeto educacional, mas não o realizar pelo entendimento de que não compete a escola esse tipo de discussão.
Compreender a importância de que os processos de violências são constitutivos da formação identitária das pessoas e necessárias para que possam amadurecerem.
Compreender a importância do desenvolvimento de projeto educacional, específico com o objetivo de mitigar este tipo de violência dentro e fora de seus muros.

Para o Prof. Dr. Marcos Garcia, em seu artigo Homofobia e heterossexismo nas escolas: discussão da produção científica no Brasil e no mundo, os “comportamentos associados ao bullying estão intrinsecamente ligados a relações sociais de poder e controle.”. Sendo assim, por que é necessário repensar a utilização da terminologia bullying?

Pelo fato de que esse termo em inglês não condiz com a realidade brasileira, sendo totalmente diferente e necessitando um termo mais brando, que dialogue com o contexto e cenário nacional.
Pelo fato de que ninguém tem conhecimento do que vem a ser bullying e consequentemente todo mundo cometer sem que haja nenhuma punição a sua existência.
Pelo fato de que não existe a ocorrência e prática deste tipo de comportamento na escola e nem na sociedade, sendo apenas uma criação para justificar a rebeldia juvenil.
Pelo fato de que hoje em dia tudo virou bullying e a juventude não está sabendo mais lidar com as brincadeiras, que nunca tiveram nenhum tipo de maldade e fazem parte da sociedade.
Pelo fato de que esta terminologia pode silenciar e invisibilizar as violências ocorridas dentro da escola, sendo necessário nomea-las para que se possa criar projetos educacionais voltamos exclusivamente para mitigar a sua prática.

O empoderamento individual é uma forma de fazer com que os sujeitos tenham orgulho de sua identidade, de ser quem são e de suas histórias sociofamiliares. Já a empatia coletiva é uma possibilidade de fazer com que todas/os da sala de aula compreendam que são diferentes entre si e necessitam do respeito para que vivam em harmonia. Dentre as diversas possibilidades e formas da existência do empoderamento na escola, cita-se as mais presentes na contemporaneidade:
Manutenção do cabelo cacheado e crespo (armado ou não), valorização das negritudes e silenciamento das/os LGBTs
Manutenção do cabelo cacheado e crespo (armado ou não), eurocentrismo como modelo social, LGBTs fora do armário
Manutenção do cabelo alisado, eurocentrismo por meio de maquiagem que clareiam a pele e LGBTs silenciados porque nem a escola e nem a sociedade são obrigadas a lidarem com esse comportamento
Manutenção do cabelo alisado, valorização das negritudes e LGBTs fora do armário
Manutenção do cabelo cacheado e crespo (armado ou não), valorização das negritudes e LGBTs (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais) fora do armário
a) Manutenção do cabelo cacheado e crespo (armado ou não), valorização das negritudes e silenciamento das/os LGBTs
b) Manutenção do cabelo cacheado e crespo (armado ou não), eurocentrismo como modelo social, LGBTs fora do armário
c) Manutenção do cabelo alisado, eurocentrismo por meio de maquiagem que clareiam a pele e LGBTs silenciados porque nem a escola e nem a sociedade são obrigadas a lidarem com esse comportamento
d) Manutenção do cabelo alisado, valorização das negritudes e LGBTs fora do armário
e) Manutenção do cabelo cacheado e crespo (armado ou não), valorização das negritudes e LGBTs (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais) fora do armário

Mais conteúdos dessa disciplina