Ed
há 2 anos
Para analisar as intenções e sentidos propostos pela charge, precisamos considerar o contexto da crítica social que geralmente envolve o financiamento eleitoral e suas implicações. Vamos analisar as alternativas: A. A intenção é mostrar que não existe corrupção no financiamento eleitoral de campanha. - Essa afirmação parece contradizer a crítica comum sobre o financiamento, que geralmente aponta para a corrupção. B. O chargista quis mostrar que o financiamento de campanha é a chance oportuna de os cidadãos terem seus anseios atendidos. - Essa visão é otimista demais e não reflete a crítica que normalmente é feita sobre o tema. C. A charge sugere que o financiamento eleitoral de campanha por empresários poderosos deixa os políticos reféns de anseios que não são os da população, mas de seus financiadores. - Essa alternativa reflete uma crítica comum sobre como o financiamento pode distorcer a representação política, mostrando a influência de interesses privados sobre a vontade popular. D. A charge destaca que o financiamento eleitoral de campanha só acontece sob autorização da população. - Essa afirmação é simplista e não aborda as complexidades do financiamento eleitoral. E. A intenção é mostrar que os fortes são fortes com os fracos, assim como são fracos com os fortes. - Essa opção é vaga e não se relaciona diretamente com o tema do financiamento eleitoral. Diante dessa análise, a alternativa que melhor representa a intenção crítica do chargista em relação ao financiamento eleitoral é: C. A charge sugere que o financiamento eleitoral de campanha por empresários poderosos deixa os políticos reféns de anseios que não são os da população, mas de seus financiadores.
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