Ed
ano passado
Para responder a essa questão, precisamos considerar a situação clínica apresentada e as opções de investigação diagnóstica. A paciente apresenta dismenorreia progressiva, hematoquezia durante a menstruação, dor à mobilização do colo uterino e nódulos endurecidos no fórnice vaginal posterior, o que sugere a presença de endometriose, especialmente em casos de dor pélvica crônica. Vamos analisar as opções: A) Tomografia do abdome para a identificação das lesões profundas de endometriose - Embora possa ser útil, não é o exame de escolha para mapeamento de endometriose. B) Laparoscopia para visualização da distorção da anatomia pélvica causada pela endometriose - É um método invasivo e geralmente é utilizado para tratamento, não como investigação inicial. C) Histerossonossalpingografia para avaliação da distorção da anatomia pélvica pela endometriose - Este exame é mais voltado para a avaliação da cavidade uterina e não é o mais indicado para endometriose profunda. D) Ressonância magnética da pelve para mapeamento das lesões profundas de endometriose - Este é o exame mais adequado para avaliar a extensão e a localização das lesões de endometriose, sendo considerado o padrão-ouro para esse tipo de investigação. Portanto, a opção correta é: D) ressonância magnética da pelve para mapeamento das lesões profundas de endometriose.


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