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Uma paciente HIV-positiva está em tratamento e tem um plano de saúde oferecido pela empresa na qual trabalha. Ela é acompanhada por infectologista em consultório particular e realiza exames cobertos por seu convênio médico. Todos os meses, a paciente retira gratuitamente medicamentos antirretrovirais dispensados por serviço público de referência do Sistema Único de Saúde (SUS). Qual é o princípio do SUS que garante às pessoas o acesso a esses medicamentos?

A. Equidade.
B. Ressarcimento.
C. Universalidade.
D. Hierarquização.
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Aprendendo com Desafios

há 2 anos

Respostas

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há 2 anos

Para responder à sua pergunta, precisamos entender os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) e como eles se aplicam ao caso da paciente HIV-positiva. Analisando as alternativas: A. Equidade - Refere-se à justiça no acesso aos serviços de saúde, garantindo que as necessidades de saúde sejam atendidas de forma justa, mas não é o princípio que garante o acesso a medicamentos. B. Ressarcimento - Este princípio diz respeito à compensação financeira ao SUS por serviços prestados a beneficiários de planos de saúde, não se aplica diretamente ao acesso a medicamentos. C. Universalidade - Este princípio garante que todos os cidadãos têm direito ao acesso aos serviços de saúde, incluindo medicamentos, independentemente de terem ou não plano de saúde. D. Hierarquização - Refere-se à organização dos serviços de saúde em níveis de complexidade, mas não é o princípio que garante o acesso a medicamentos. Diante disso, o princípio do SUS que garante às pessoas o acesso a medicamentos antirretrovirais, como no caso da paciente, é: C. Universalidade.

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Em relação à notificação compulsória, assinale a alternativa INCORRETA: A. A notificação do caso não fere o código de ética médica nem quebra o sigilo profissional, uma vez que o dado é informado a profissionais de saúde que atuam no Serviço de Vigilância Epidemiológica. B. A notificação deve ter caráter sigiloso, embora possa ser divulgada fora do âmbito médico-sanitário, principalmente em situação de grande risco para a comunidade, respeitando-se, contudo, o anonimato dos cidadãos. C. Esta lista é periodicamente revisada tanto em função da situação epidemiológica da doença, como pela emergência de novos agentes, por alterações no Regulamento Sanitário Internacional, e também devido a acordos multilaterais entre países. D. Deve ser notificado determinado agravo apenas após a confirmação da doença, para que não haja inclusão de casos falsos positivos nos dados do SINAN.

A. A notificação do caso não fere o código de ética médica nem quebra o sigilo profissional, uma vez que o dado é informado a profissionais de saúde que atuam no Serviço de Vigilância Epidemiológica.
B. A notificação deve ter caráter sigiloso, embora possa ser divulgada fora do âmbito médico-sanitário, principalmente em situação de grande risco para a comunidade, respeitando-se, contudo, o anonimato dos cidadãos.
C. Esta lista é periodicamente revisada tanto em função da situação epidemiológica da doença, como pela emergência de novos agentes, por alterações no Regulamento Sanitário Internacional, e também devido a acordos multilaterais entre países.
D. Deve ser notificado determinado agravo apenas após a confirmação da doença, para que não haja inclusão de casos falsos positivos nos dados do SINAN.

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