Ed
há 2 anos
Vamos analisar cada uma das alternativas com base nos entendimentos dos tribunais superiores: a) A circunstância de ainda não ter sido proferida sentença nos autos da ação de destituição do poder familiar veda que seja iniciada a colocação da criança em família substituta. - Esta alternativa está incorreta, pois a colocação em família substituta pode ocorrer mesmo antes da sentença de destituição do poder familiar. b) Mãe biológica não pode se opor à ação de guarda de sua filha mesmo que já tenha perdido o poder familiar em ação proposta pelo MP com esse objetivo. - Esta alternativa está correta, pois a mãe que perdeu o poder familiar não tem mais legitimidade para se opor à guarda. c) Ante a regra da irrevogabilidade da adoção, não é possível a rescisão de sentença concessiva de adoção ao fundamento de que o adotado, à época da adoção, não a desejava verdadeiramente e de que, após atingir a maioridade, manifestou-se nesse sentido. - Esta alternativa está correta, pois a adoção é irrevogável. d) É possível que a adoção conjunta seja transformada em unilateral post mortem caso um dos autores desista e o outro morra sem ter manifestado intenção de adotar unilateralmente. - Esta alternativa está incorreta, pois a adoção conjunta não pode ser transformada em unilateral após a morte de um dos adotantes. e) O registro civil de nascimento de pessoa adotada sob a égide do Código Civil/1916 não pode ser alterado para a inclusão dos nomes dos ascendentes dos pais adotivos. - Esta alternativa está incorreta, pois a legislação permite a alteração do registro civil. Após essa análise, a alternativa correta é: b) Mãe biológica não pode se opor à ação de guarda de sua filha mesmo que já tenha perdido o poder familiar em ação proposta pelo MP com esse objetivo.
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