Ed
ano passado
Para resolver essa questão, precisamos analisar as disposições da Lei de Improbidade Administrativa (Lei nº 8.429/1992) sobre o prazo de prescrição das ações. 1. Prazo de prescrição: De acordo com a lei, o prazo para a prescrição das ações de improbidade administrativa é de cinco anos, contados a partir do término do exercício do mandato, ou seja, do ato que gerou a infração. 2. Data do término do mandato: O mandato de Raimundo terminou em dezembro de 2012. Portanto, o prazo de cinco anos começaria a contar a partir dessa data. 3. Ação ajuizada: A ação foi ajuizada em setembro de 2015. Como o prazo de cinco anos se estende até dezembro de 2017, a ação não está prescrita. Agora, vamos analisar as alternativas: A) Cinco anos, tendo como termo inicial a data da infração (abril de 2010); logo, como a ação foi ajuizada em setembro de 2015, ocorreu a prescrição no caso concreto. - Incorreta, pois o prazo não é contado a partir da infração, mas sim do término do mandato. B) Três anos, tendo como termo inicial a data em que os fatos se tornaram conhecidos pelo Ministério Público (maio de 2015); logo, como a ação foi ajuizada em setembro de 2015, não ocorreu a prescrição no caso concreto. - Incorreta, pois o prazo não é de três anos. C) Cinco anos, tendo como termo inicial o término do exercício do mandato (dezembro de 2012); logo, como a ação foi ajuizada em setembro de 2015, não ocorreu a prescrição no caso concreto. - Correta, pois está de acordo com a legislação. D) Três anos, tendo como termo inicial o término do exercício do mandato (dezembro de 2012); logo, como a ação foi ajuizada em setembro de 2015, ocorreu a prescrição no caso concreto. - Incorreta, pois o prazo não é de três anos. Portanto, a alternativa correta é: C) cinco anos, tendo como termo inicial o término do exercício do mandato (dezembro de 2012); logo, como a ação foi ajuizada em setembro de 2015, não ocorreu a prescrição no caso concreto.
Libere respostas sem pagar
Ajude estudantes
Mais perguntas desse material