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Em julho de 2015, tendo como base a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, foi instituída a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015), destinada a assegurar e promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania. Nesse sentido,

a) considera-se pessoa com deficiência aquela que tem impedimento de curto, médio e longo prazos, de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com uma ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas.
b) a pessoa com deficiência tem direito a condições justas e favoráveis de trabalho, incluindo igual remuneração por trabalho de igual valor; admitindo-se, contudo, nos termos da lei, restrição ao trabalho da pessoa com deficiência e diferenciação em razão de sua condição, inclusive nas etapas de recrutamento, seleção, contratação e admissão no emprego.
c) uma vez vigente o contrato de trabalho, a pessoa com deficiência tem direito à participação e ao acesso a cursos, treinamentos, educação continuada, planos de carreira, promoções, bonificações e incentivos profissionais oferecidos pelo empregador, com prioridade em relação aos demais empregados.
d) o Código Civil deixou de considerar absolutamente incapazes de exercer pessoalmente os atos da vida civil: (i) os ausentes, declarados tais por ato do juiz; (ii) os que, por enfermidade ou deficiência mental, não tiverem o necessário discernimento, e (iii) os que, mesmo por causa transitória, não puderem exprimir sua vontade.
e) o Código Civil passou a considerar relativamente incapazes a certos atos ou à maneira de os exercer aqueles que, por causa transitória ou permanente, não puderem exprimir sua vontade.
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ServicoSocializando

há 2 anos

Respostas

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há 2 anos

Vamos analisar cada uma das alternativas em relação à Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015): a) Esta alternativa está correta, pois define a pessoa com deficiência como aquela que tem impedimentos que podem obstruir sua participação plena na sociedade, considerando a interação com barreiras. b) Esta alternativa não está correta, pois a lei assegura que a pessoa com deficiência tem direito a condições justas e favoráveis de trabalho, sem permitir restrições ou diferenciações em razão de sua condição. c) Esta alternativa também não está correta, pois a lei garante que a pessoa com deficiência deve ter acesso igualitário a oportunidades de desenvolvimento profissional, sem prioridade em relação aos demais empregados. d) Esta alternativa não é correta, pois o Código Civil não deixou de considerar absolutamente incapazes as pessoas com deficiência mental, mas sim que a incapacidade deve ser avaliada caso a caso. e) Esta alternativa não é correta, pois o Código Civil não passou a considerar relativamente incapazes aqueles que não puderem exprimir sua vontade, mas sim que a incapacidade deve ser avaliada de acordo com a situação específica. Portanto, a alternativa correta é a) considera-se pessoa com deficiência aquela que tem impedimento de curto, médio e longo prazos, de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com uma ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas.

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A Lei nº 8.213/91, conhecida como Lei de Cotas, no seu art. 93, determina que todas as empresas privadas com 100 ou mais empregados têm de reservar vagas de empregos para pessoas com deficiência, na proporção de

a) 100 a 200 funcionários, 1% das vagas.
b) 100 a 200 funcionários, 2% das vagas.
c) 100 a 200 funcionários, 5% das vagas.
d) 201 a 500 funcionários, 5% das vagas.
e) 501 a 1.000 funcionários, 5% das vagas.

O CONADE - Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência e a CORDE - Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência estão vinculados ao Ministério

da Educação e Cultura e à Secretaria de Educação Especial.
da Saúde e à Secretaria de Atenção à Saúde, por meio do Departamento de Ações Programáticas Estratégicas.
do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e à Coordenadoria Geral de Ações Intersetoriais do Departamento de Benefícios Assistenciais.
da Justiça e à Secretaria Especial dos Direitos Humanos.
do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e à Secretaria Nacional de Assistência Social.

Uma pessoa de baixa visão tentou ingressar em repartição pública com o seu cão-guia. Entretanto, o atendente, mesmo depois de alertado que se tratava de um cão-guia, de forma educada, afirmou que a pessoa poderia entrar, porém, animais não eram permitidos no local. Nesse caso, o atendente: a. praticou ato de discriminação, mas esse ato não pode ensejar a aplicação de multa. b. não praticou ato de discriminação, porque agiu educadamente e orientou a pessoa sobre as normas do prédio público. c. não praticou ato de discriminação, porque permitiu o ingresso da pessoa, apenas impediu que o animal ingressasse em área pública. d. praticou ato de discriminação, que, inclusive, pode ensejar a aplicação de multa. e. não praticou ato de discriminação, porque a lei não assegura o direito de ingressar em prédios públicos com animais.

A Lei nº 11.126/2005 dispõe sobre o direito do portador de deficiência visual de ingressar e permanecer em ambientes de uso coletivo acompanhado de cão-guia. Qualquer tentativa voltada a impedir ou dificultar o gozo desse direito constitui ato de discriminação a ser apenado com multa e
a) detenção.
b) reclusão.
c) trabalhos comunitários.
d) prisão preventiva.
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