Ed
há 2 anos
Para resolver essa questão, podemos usar a distribuição binomial, já que estamos lidando com um número fixo de tentativas (15 componentes) e uma probabilidade constante de sucesso (2% de serem defeituosos). A probabilidade de um componente ser defeituoso é \( p = 0,02 \) e a probabilidade de não ser defeituoso é \( q = 1 - p = 0,98 \). Queremos calcular a probabilidade de que no máximo um componente esteja defeituoso, ou seja, precisamos calcular \( P(X \leq 1) \), onde \( X \) é o número de componentes defeituosos. Isso pode ser feito somando as probabilidades de ter 0 e 1 componente defeituoso: 1. Probabilidade de 0 componentes defeituosos: \[ P(X = 0) = \binom{15}{0} (0,02)^0 (0,98)^{15} = 1 \cdot 1 \cdot (0,98)^{15} \approx 0,743 \] 2. Probabilidade de 1 componente defeituoso: \[ P(X = 1) = \binom{15}{1} (0,02)^1 (0,98)^{14} = 15 \cdot 0,02 \cdot (0,98)^{14} \approx 15 \cdot 0,02 \cdot 0,757 \approx 0,227 \] Agora, somamos as duas probabilidades: \[ P(X \leq 1) = P(X = 0) + P(X = 1) \approx 0,743 + 0,227 \approx 0,970 \] Portanto, a probabilidade de que no máximo um componente esteja defeituoso é aproximadamente 0,97. A alternativa correta é: A) 0,97.
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