Consideramos a situação como:
A) Anomalia congênita, pois acarreta prejuízos funcionais, sendo compatível com a vida.
B) Anomalia adquirida, pois acarreta prejuízos funcionais, sendo compatível com a vida.
C) Anomalia congênita, pois acarreta prejuízos funcionais, sendo incompatível com a vida.
D) Anomalia adquirida, pois acarreta prejuízos funcionais, sendo incompatível com a vida.
E) Monstruosidade congênita, pois acarreta prejuízos funcionais, sendo incompatível com a vida.
Ed
há 2 anos
Para responder a essa questão, precisamos entender as definições de anomalias congênitas e adquiridas, além da diferença entre prejuízos funcionais e compatibilidade com a vida. - Anomalia congênita: refere-se a uma condição presente ao nascimento, que pode ou não causar prejuízos funcionais e pode ser compatível ou incompatível com a vida. - Anomalia adquirida: refere-se a condições que se desenvolvem após o nascimento, geralmente devido a fatores externos ou doenças. Agora, analisando as alternativas: A) Anomalia congênita, pois acarreta prejuízos funcionais, sendo compatível com a vida. - Esta opção é válida, pois descreve uma condição que pode existir e ser compatível com a vida. B) Anomalia adquirida, pois acarreta prejuízos funcionais, sendo compatível com a vida. - Esta opção também é válida, mas não se encaixa na definição de anomalia congênita. C) Anomalia congênita, pois acarreta prejuízos funcionais, sendo incompatível com a vida. - Esta opção é válida, mas implica que a condição não pode sobreviver. D) Anomalia adquirida, pois acarreta prejuízos funcionais, sendo incompatível com a vida. - Esta opção é válida, mas não se encaixa na definição de anomalia congênita. E) Monstruosidade congênita, pois acarreta prejuízos funcionais, sendo incompatível com a vida. - Esta opção é válida, mas "monstruosidade" é um termo mais específico e não é o mesmo que anomalia. Diante disso, a alternativa que melhor se encaixa na descrição de uma anomalia que pode ser compatível com a vida e que causa prejuízos funcionais é a A).