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De acordo com o texto acima, é possível associar o fato dos olhos brilharem, como o fenômeno da:

A absorção de luz pela retina.
B absorção de luz pelo tapete lúcido.
C emissão espontânea de luz pela retina.
D retrorre�exão da luz pelo tapete lúcido.
E emissão espontânea de luz pelo tapete lúcido.
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Portuguesando

há 2 anos

Respostas

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há 2 anos

Para responder a essa pergunta, precisamos entender o fenômeno que causa o brilho nos olhos. O brilho dos olhos geralmente está associado à presença de estruturas que refletem a luz, como o tapete lúcido (ou tapetum lucidum), que é uma camada de células que reflete a luz que passa pela retina, aumentando a quantidade de luz disponível para a visão. Analisando as alternativas: A) A absorção de luz pela retina - Isso não explica o brilho, pois a absorção não resulta em brilho. B) Absorção de luz pelo tapete lúcido - Novamente, a absorção não gera brilho. C) Emissão espontânea de luz pela retina - A retina não emite luz espontaneamente. D) Retrorreflexão da luz pelo tapete lúcido - Essa opção se refere ao fenômeno de reflexão da luz, que é o que causa o brilho. E) Emissão espontânea de luz pelo tapete lúcido - O tapete lúcido não emite luz espontaneamente. Portanto, a alternativa correta que associa o brilho dos olhos ao fenômeno descrito é: D) retrorreflexão da luz pelo tapete lúcido.

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O gosto e cheiro ruins na água do Rio de Janeiro do início do ano não foram causados pela geosmina, segundo análises de pesquisadores da UFRJ (Universidade Federal do RJ) exibidas com exclusividade pelo RJ2 nesta quinta-feira (4). Um laudo do estudo revelou que a substância encontrada na água tem estrutura parecida, mas não é a geosmina. O estudo foi conduzido pelo Laboratório de Microbiologia da UFRJ, que analisou durante três meses a qualidade da água Estação de captação da Cedae (Companhia Estadual de Água e Esgoto). A pesquisa encontrou uma forte presença de esgoto doméstico e também poluição industrial. O laudo técnico foi elaborado pelo professor Fabiano Thompson, que destrinchou o material genético presente na água através do sequenciamento de DNA das amostras. O documento diz que a qualidade da água do manancial Guandu "é variável, tem alta abundância de bactérias de origem fecal e bactérias degradadoras de compostos aromáticos, que sugerem a contaminação por esgoto". O texto cita a presença de bactérias degradadoras de compostos aromáticos nas águas do manancial Guandu, que serve como fonte para o abastecimento de boa parte da população do Rio de Janeiro. A presença destas bactérias pode estar ligada a presença de rejeitos industriais na água. A seguir temos 4 exemplos de compostos pertencentes à essa classe, e que podem servir como base para produção de diversos insumos: Um fator que favorece a proliferação deste tipo de bactéria é a demora na degradação das substâncias, semelhantes às destacadas acima, em sistemas aquosos, dado que:

A a alta solubilidade destas substâncias favorece reações de oxidação destas substâncias, transformando-as em espécies menos solúveis.
B os compostos aromáticos não tendem a participar de reações químicas, devido a estrutura de ressonância eletrônica que ocorre dentro do anel.
C os compostos aromáticos são altamente solúveis tanto em água como em solventes orgânicos, o que propicia uma bioacumulação destes compostos em ecossistemas como o do manancial Guandu.
D as substâncias listadas possuem caráter apolar, o que implica em uma elevada insolubilidade em água, o que acaba por restringir, de certa forma, as reações que poderiam vir a degradar estas espécies.
E a ausência de grupamentos funcionais favorece a ocorrência de interações intermoleculares do tipo ligação de hidrogênio entre estas espécies e as moléculas de água, resultando na formação de estruturas mais densas e menos reativas.

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