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A qualidade, segundo Feigenbaum (2012) apresenta custos que podem ser decorrentes da busca da qualidade pelas organizações, ou decorrentes da não qualidade, ou seja, da inércia das organizações em relação a qualidade.
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Alessandro Machado

há 2 anos

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há 2 anos

Feigenbaum (2012) classifica os custos da qualidade em quatro categorias principais: 1. Custos de Prevenção: Investimentos feitos para evitar defeitos e garantir a qualidade desde o início, como treinamentos e melhorias de processos. 2. Custos de Avaliação: Gastos relacionados à inspeção e testes para garantir que os produtos ou serviços atendam aos padrões de qualidade. 3. Custos de Falhas Internas: Custos associados a defeitos que são detectados antes do produto ser entregue ao cliente, como retrabalho e desperdício. 4. Custos de Falhas Externas: Custos que surgem quando o produto ou serviço falha após a entrega ao cliente, incluindo devoluções, reclamações e perda de reputação. A busca pela qualidade envolve investimentos que podem inicialmente parecer altos, mas que, a longo prazo, resultam em economias e satisfação do cliente. Por outro lado, a inércia em relação à qualidade pode levar a custos elevados devido a falhas e insatisfação do cliente.

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