Ed
há 2 anos
Vamos analisar cada alternativa: a) Em “No céu a lua espia” (texto I, verso 3), ocorre uma personificação. Verdadeiro, a lua é atribuída a ação de "espiar", o que é uma característica humana, portanto, é uma personificação. b) Em “guardar o corpo cansado” (texto I, verso 12), há um eufemismo, atenuando a ideia de 'morte'. Falso, essa expressão não é um eufemismo para morte, mas sim uma forma de se referir ao descanso ou à fadiga do corpo. Portanto, essa alternativa é inválida. c) Em “(...) o corpo é a casa dos pensamentos” (texto I, versos 14 e 15), emprega-se a metáfora. Verdadeiro, a comparação do corpo com uma casa é uma metáfora. d) No texto II, usa-se a antítese para definir a vida. Não temos o texto II para confirmar, mas a antítese é uma figura de linguagem que contrasta ideias opostas, o que pode ser verdadeiro dependendo do contexto. e) No verso 1 do texto III, emprega-se a sinestesia, pois há a mistura das sensações auditiva e visual. Sem o texto III, não podemos confirmar, mas a sinestesia envolve a mistura de sensações, o que pode ser verdadeiro. Diante da análise, a alternativa inválida é: b) Em “guardar o corpo cansado”, há um eufemismo, atenuando a ideia de 'morte'.
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