Ed
há 2 anos
Vamos analisar as alternativas apresentadas em relação ao que Costa Val (2009) discute sobre as formas de avaliação do texto. 1. A primeira mantém interferências do professor na correção da estrutura do texto, revelando uma perspectiva construtivista de avaliação. - Essa afirmação parece confusa, pois a perspectiva construtivista geralmente valoriza a autonomia do aluno. 2. A segunda mantém interferências do professor na correção da estrutura do texto. A primeira interfere minimamente, pois a correção e o apontamento de erros são vistos como prejudiciais ao desenvolvimento do discente. - Essa opção parece contradizer a ideia de que a primeira forma de avaliação é mais detalhada. 3. A segunda interfere minimamente, pois a correção e o apontamento de erros são vistos como prejudiciais ao desenvolvimento do discente, revelando uma postura formalista de avaliação. - Essa opção não se alinha bem com a ideia de que a segunda forma é mais globalizante. 4. A primeira interfere minimamente, pois a correção e o apontamento de erros são vistos como integrantes no processo de aprendizagem do texto. - Essa opção parece contradizer a ideia de que a primeira forma é mais detalhada. 5. A primeira mantém interferências do professor na correção da estrutura do texto. A segunda interfere minimamente, pois a correção e o apontamento de erros são vistos como prejudiciais ao desenvolvimento do discente. - Essa opção parece ser a mais coerente, pois reconhece a diferença entre as duas abordagens. Após analisar as alternativas, a opção que melhor reflete a discussão de Costa Val sobre as formas de avaliação é: A primeira mantém interferências do professor na correção da estrutura do texto. A segunda interfere minimamente, pois a correção e o apontamento de erros são vistos como prejudiciais ao desenvolvimento do discente.
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